Poliomielite: saiba tudo sobre sintomas, causas e vacina

A poliomielite não possui registros no Brasil desde 1989 e para que continue extinta é preciso que as crianças sejam vacinadas. Entenda tudo sobre essa doença e como se prevenir e tratá-la.

Bastante temida no início do século XX por paralisar milhares de crianças a cada ano, a poliomielite voltou a ser pauta de notícias devido à recente campanha de vacinação no Brasil.

Nas décadas de 1950 e 1960 foi criada e aplicada uma vacina que praticamente eliminou o problema nesses locais, porém, países em desenvolvimento ainda sofriam com a doença.

Na década de 1970, lançaram uma campanha de vacinação no âmbito global para a erradicação da pólio, que conseguiu imunizar milhões de crianças em mais de 200 países.

No Brasil, o último registro que se tem de poliomielite é de março de 1989 e foi constatado em Souza/PB.

Olhando mundialmente essa é uma doença considerada quase que erradicada, embora em 2013 e 2014 tenha tido um em 10 países. Ainda são considerados locais endêmicos o Afeganistão, Nigéria e Paquistão.

Atualmente, considera-se que ela esteja 99,9% erradicada, porém, recentemente foi constatado que 312 municípios brasileiros estão com a vacinação abaixo dos 50%, o que pode fazer com que a doença volte.

Um dos motivos que pode estar levando a baixa vacinação é que a doença foi erradicada no país há cerca de 30 anos e muitos dos pais não conhecem o problema ou sabem da sua real gravidade.

O que é a poliomielite?

A poliomielite é uma doença causada por um vírus que afeta os nervos e pode causar paralisia total ou parcial e, por isso ficou conhecida como paralisia infantil.

Após o vírus entrar no organismo, ele começa a se multiplicar na garganta e intestino e depois chega à corrente sanguínea. É atraído pelas terminações nervosas e provoca inflamação, o que pode resultar em danos aos nervos que movimentam os músculos.

O poliovírus pode ser transmitido pelo ar e a pessoa caba respirando após ser expelido por espirros, tosse ou gotículas da fala da pessoa contaminada.

A transmissão também pode ocorrer do contato com as fezes, alimentos ou água que estejam contaminados.

Após o contato com o vírus ele fica incubado por cerca de 7 a 12 dias, sendo que esse período pode ser maior, indo de 2 a 30 dias. Somente após esse tempo é que começam a aparecer os sintomas.

A doença, quando leve, pode apresentar sintomas parecidos com os de uma gripe ou problema intestinal, mas, em casos graves leva à paralisia ou até mesmo à morte devido a paralização dos músculos do sistema respiratório.

Tipos de poliomielite

Existe mais de um tipo de poliomielite: a Poliomielite paralítica e a Poliomielite não-paralítica. Entenda melhor cada um deles:

Poliomielite não-paralítica

A Poliomielite não-paralítica é o tipo mais comum da doença e que afeta a maior parte dos pacientes.

Na maioria das vezes, a pessoa tem sintomas leves, parecidos com o da gripe e que duram cerca de 10 dias.

Dentre os sintomas mais comuns estão: febre, dor de cabeça, vômitos, cansaço, dor de garganta e fraqueza muscular.

Poliomielite paralítica

Esse é um tipo mais raro da doença e também chamada de Poliomielite abortiva, poliomielite espinhal, poliomielite bulbar ou ambos poliomielite bulbospina, de acordo com a parte do corpo que é afetada.

Como o próprio nome diz, ela leva à paralisia, mas os sintomas começam com dores de cabeça e febre e se agravam para dores musculares graves, fraqueza, perda dos reflexos e membros soltos e flácidos.

Existem ainda os sintomas pós-doença, o que é chamado de Síndrome pós-pólio e pode seguir a pessoa por cerca de 35 anos.

Quando ele ocorre, sintomas como dores na articulação, fraqueza muscular, atrofia muscular, dificuldade para respirar, intolerância ao frio, problemas cognitivos e oscilação de humor podem ser uma constante.

Foto: forsythwoman.com

Quais são os fatores de risco?

O maior risco é o contato com o vírus por quem não foi imunizado, por isso, a vacinação é uma parte importante na prevenção da doença.

Existem grupos que são mais suscetíveis a se contaminar com o poliovírus e desenvolver o problema: crianças com até 5 anos de idade, portadores de HIV, que estiver com o sistema imunológico enfraquecido, grávidas e idosos.

Além das populações, alguns hábitos podem elevar o risco de contrair a Poliomielite:

  • Contato com pessoas que estão infectadas ou tiveram o vírus recentemente;
  • Viajar para áreas onde a doença seja comum, os locais considerados de risco;
  • Ter retirado as amígdalas, tendo menos uma barreira de proteção;
  • Esgotamento físico ou mental que pode diminuir a resistência do sistema imunológico;
  • Falta de saneamento básico;
  • Falta de cuidado e higienização na manipulação de alimentos.

Diagnóstico

Ao perceber os primeiros sintomas da poliomielite é indicado que seja buscada ajuda médica, uma vez que eles podem ser confundidos com outras doenças.

Na consulta, o médico fará uma série de perguntas como há quanto tempo existem os sintomas, se eles melhoram ou pioram, se foi vacinado contra a doença e se esteve em algum local que existe incidência do problema.

É muito importante manter atualizada a carteira de vacinação e assim auxiliar na análise médica.

Com base nas respostas e com uma verificação física para saber se existe rigidez muscular, reflexos, dificuldade de respiração e outros o médico pode solicitar uma análise laboratorial.

Essa análise pode ser feita com as fezes ou coleta de secreção da garganta e um laboratório verificará se existe a presença do vírus.

Quem possui um plano de saúde familiar, empresarial ou individual tem maior agilidade no diagnóstico e tratamento porque é muita mais fácil conseguir atendimento médico e os exames laboratoriais muitas vezes são cobertos pelo plano. Mas quem não possui deve recorrer ao plano de saúde mais próximo assim que houver uma suspeita.

Tratamento

Quando é detectada a presença do vírus, o médico providenciará maneiras de amenizar o desconforto dos sintomas e tentar ajudar na recuperação do paciente, pois não se conhece uma cura para a poliomielite.

Durante esse período é recomendado que a criança fique em repouso, tome bastante líquido para se manter hidratada, tenha uma alimentação bastante nutritiva, utilize analgésicos para amenizar as dores e antitérmicos para regular a temperatura corporal.

Porém, se a medula óssea e o cérebro não tiverem sido afetados pelo vírus, em 90% dos casos é possível conseguir uma recuperação completa.

Entretanto, se esses locais tiverem sido afetados, a paralisia temporária ou permanente pode ocorrer.

Quanto antes começarem os cuidados mais será difícil do quadro se agravar e levar o paciente a morte.

Para tratar os sintomas da Síndrome pós-pólio pode ser que a pessoa precise de uso de analgésico para minimizar as dores, realizar exercícios e fisioterapia por conta das deformações e paralisia muscular, fazer uma dieta elaborada e usar respiradores para auxiliar.

Vacinação

poliomelite vacina

A maneira mais eficaz de prevenir a poliomielite é com a vacinação. No Brasil, a campanha ocorre no chamado Dia D e visa imunizar as crianças entre 1 e 5 anos contra a pólio e o sarampo.

Porém, ela costuma durar vários dias, normalmente no mês de agosto. Nesse período existem mais postos de atendimento e um horário estendido para que os pais possam levar os filhos para serem imunizados.

Em 2018, a previsão é que sejam imunizadas cerca de 11 milhões de crianças contra a paralisia infantil somente no período da campanha.

A vacina é aplicada em 5 doses no total, sendo que as injetáveis devem ser aplicadas com 2, 4 e 6 meses de vida. Nesses casos é aplicada a Vacina Inativada Poliomielite (VIP) para que o organismo possa criar anticorpos.

A vacina utilizada é chamada de trivalente e visa prevenir os vírus tipos 1, 2 e 3 e possui uma eficácia de cerca de 95%.

Com 15 meses e 4 anos é preciso reforçar as doses. As crianças nessa fase a recebem de forma oral, as famosas gotinhas, a Vacina Oral Poliomielite – VOP.

Essa forma de vacinação foi adotada em 2016 para seguir com as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e auxiliar na erradicação da poliomielite.

Entretanto, quem não foi imunizado e está fora dessa faixa etária deve procurar atendimento nas unidades de saúde para obter informações e saber como se prevenir da poliomielite.

As crianças que não foram imunizadas no período da campanha podem ser imunizadas durante todo o ano em postos de atendimento de saúde.

Vale lembrar que não existe contraindicação para a aplicação da vacina, porém, existem casos em que é preciso evitá-la. Quando a criança estiver com febre alta, infecções agudas, sistema imunológico debilitado ou internada é preciso conversar com o médico sobre como proceder.

Porém, quem possui plano de saúde ou usar a rede particular, poderá optar por usar as clínicas particulares para imunizar as crianças. Nesse caso, será preciso pagar por ela de forma particular ou ter um plano de saúde que contemple a vacinação.

E quem for viajar para países com risco?

Quem vai viajar para locais em que haja surto de contrair a poliomielite é preciso estar imunizado.

As doses que são aplicadas nos primeiros anos de vida são suficientes para garantir que a pessoa esteja livre de adquirir a doença. Entretanto, ao sair do Brasil, para comprovar que está imunizado é preciso ter um Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia.

Esse documento pode ser obtido nos Centros de Orientação a Saúde do Viajante da ANVISA e credenciados e atesta que a pessoa está imunizada contra a poliomielite.

Anisocoria – Tipos, Causas, Sintomas e Fatores de Risco

Sabemos que o nosso olho é constituído por uma partezinha que chamamos de pupila. A pupila nada mais é do que esse círculo pequeno e escuro que se localiza centralizadamente no olho, capaz de formar as imagens na região da retina. Sua responsabilidade inclui controlar as entradas de luz, de tal forma que consiga equilibrá-las promovendo o aumento do seu tamanho quando a luz se encontra enfraquecida ou a diminuição do mesmo, caso a luz se encontre forte. De forma geral, a dimensão de cada pupila se apresenta nas mesmas proporções em ambos os olhos e quando acontece uma alteração de caráter fisiológico desse tamanho, espera-se que ocorra tanto na pupila esquerda quanto na direita simultaneamente. Caso contrário, estamos lidando possivelmente com um problema chamado de Anisocoria, que dessa forma se resume no fato que retrata tamanhos diferentes das pupilas, onde a diferença costuma se igualar ou ultrapassar quase meio milímetro.

A palavra Anisocoria se origina da palavra grega aniso, que quer dizer desigual, juntamente com kore que significa pupila e com a palavra ia que quer dizer doença e que possui sua origem do latim. Mas apesar do significado da palavra remeter a uma possível doença nas pupilas, não afirmamos necessariamente que esse problema se trate de fato de uma enfermidade, até mesmo porque a Anisocoria pode ser simplesmente uma condição inofensiva ou ainda ser um sinal de que alguma coisa mais grave pode estar afetando a saúde do indivíduo.

Para que você conheça mais sobre esse assunto, o artigo de hoje separou quatorze tópicos que irão abordar todas as dúvidas mais frequentes sobre a Anisocoria. Com certeza você irá gostar muito, então aproveite e siga todas as nossas dicas para preveni-la que com certeza da sua parte não haverá arrependimento algum.

Quais os principais tipos?

De maneira bem sucinta, a Anisocoria se divide basicamente em dois tipos, que não necessariamente se diferem: a Anisocoria fisiológica e a patológica. O único aspecto responsável por identificá-los individualmente está ligado à sua verdadeira causa.

Quanto a versão fisiológica, estamos nos referindo a situação onde o tamanho diverso existente entre as pupilas existe de forma natural. Sua capacidade de contração dependendo da intensidade da luz é extremamente normal. Essa alteração nos olhos não acusa nenhum tipo de problema maior na visão de um indivíduo e em vista disso não há motivos que justifiquem a necessidade de se preocupar. Aliás, a distinção no tamanho de uma pupila para outra, nesse caso, não ultrapassa um milímetro.

Já no caso da versão patológica, estamos nos referindo a uma situação que requer muito mais atenção. Existem muitos fatores que podem promover o desenvolvimento da Anisocoria e de maneira frequenta ela é indício de que pode estar acontecendo alguma coisa errada com a saúde do corpo do indivíduo.

Além disso, enquanto não houver a existência do conhecimento profundo de sua verdadeira práticas, os casos de Anisocoria precisam ser tratados com emergência, uma vez que pode ser sintoma de problemas graves na região do cérebro.

Quais as principais causas?

Como pudemos ver, a Anisocoria não se origina de uma causa específica, ou seja, existem vários fatores que podem contribuir para o seu desenvolvimento. No caso de determinados agentes de caráter farmacológico, por exemplo, pode acabar aparecendo a Anisocoria na sua forma transitória. Além disso é possível tê-la de forma passageira em decorrência da utilização de certos tipos de colírios que são usualmente aplicados nos pacientes que fazem exames do fundo interno do olho, e que possuem justamente a função de promover a dilatação dessas pupilas.

Dentre outras causas mais comuns podemos enfatizar algumas a saber:

  • Origem fisiológica, onde aproximadamente vinte por cento dos indivíduos saudáveis pode apresentar alguma distinção no tamanho de suas pupilas, porém alteração esta que não causa nenhum dano a sua saúde;
  • Possível Síndrome de Horner, que inclusive provoca lesões nos nervos localizados na região da face e nas regiões oculares;
  • Possível Anisocoria de caráter mecânico, que costuma surgir em decorrência de traumas, cirurgias ou inflamação na região dos olhos;
  • Problemas com pupila tônica de Adie;
  • Possível paralisia no nervo oculomotor;
  • Problemas com Isquemia Cerebral;
  • Aneurisma na região interna do crânio;
  • Traumatismo do crânio;
  • Tumor cerebral.

Quais doenças podem existir por trás da Anisocoria?

Quando dizemos que a Anisocoria pode ser indício de alguma doença de nível grave, estamos nos referindo a diversas enfermidades das quais podemos destacar:

  • Aneurisma;
  • Traumatismo na região do crânio;
  • Tumores ou abcesso na região do cérebro;
  • Pressão excessiva na região de um dos olhos;
  • Pressão elevada na região interna do crânio;
  • Meningite;
  • Enxaqueca;
  • Possível paralisia do nervo oculomotor.

Quais os sintomas mais frequentes? 

O principal sinal de Anisocoria sem dúvida é uma diferença no tamanho de uma pupila para outra, que costuma ultrapassar um milímetro. Esse problema costuma se desenvolver tardiamente e quando ocorre não tem como reverter para a sua normalidade. A Anisocoria pode ser sintoma de enfermidade visual, cerebral, enfermidade na região dos vasos de sangue e ainda nos nervos.

Sabemos que em alguns casos ela se destaca como sendo benigna e é considerada como um fator normal do indivíduo que não reflete a existência de problemas maiores. Entretanto, quando o problema é patológico, é imprescindível que haja total atenção por parte do indivíduo, uma vez que pode se tratar de doenças que coloquem em risco a sua vida.

Boa parte dos casos anisocóricos andam de mãos dadas com outros sintomas específicos. Em se tratando de um desenvolvimento agudo do problema, o caráter emergencial precisa ganhar destaque. Além disso, quando o problema vem acompanhado com sinais de confusão, perda ou redução de lucidez mental, dor de cabeça muito forte ou outros fatores ligados a parte neurológica, existe grande chance de se tratar de um indício de doença que requer cirúrgica de caráter neurológico.

Quais os fatores de risco mais comuns? 

Quando estamos falando de fator de risco, estamos falando de possíveis condições que aumentam ainda mais as chances de se ter uma Anisocoria. Porém, referente ao problema não existem muitos fatores, visto que seu surgimento se dá na maioria das vezes por conta de doenças genéticas.

Dos fatores mais comuns estão casos de trauma, presença de tumores, aneurisma e Acidente Vascular Cerebral (AVC).

  • Trauma: quando ocorre traumas nas regiões da cabeça ou dos olhos, pode acabar surgindo danificações na parte do nervo responsável por controlar o processo de contrair e dilatar as pupilas e é por isso que eles podem promover o desenvolvimento da Anisocoria. David Bowie, por exemplo, desenvolveu o problema em decorrência desse fator;
  • Tumor: Existem alguns tipos de tumores que acabam atingindo a parte do sistema nervoso simpático ou mais precisamente o terceiro nervo localizado na região do crânio;
  • Aneurisma: Assim como ocorre no caso de alguns tumores, o aneurisma também pode paralisar o nervo mencionado anteriormente, localizado no crânio;
  • Acidente Vascular Cerebral: A ocorrência de um AVC pode atingir e prejudicar toda função que o cérebro exerce, incluindo as reações que as pupilas possuem à determinados ambientes.

Qual a importância e se buscar ajuda de um profissional? 

Não há dúvidas de que se você apresenta algum sintoma e por isso uma possível desconfiança de que tem algo de errado com a sua saúde é imprescindível procurar um bom profissional que saiba analisar sua situação e fazer um diagnóstico preciso.

Se a Anisocoria não tiver origem fisiológica, deve ser tratada como um problema de caráter urgente, visto que estamos falando de um possível sinal de doença que ponha em risco a vida de uma pessoa. Aliás, se de repente você perceber que a alteração no tamanho das pupilas surgiu de repente o certo a se fazer é ir atrás de um médico neurologista do pronto socorro mais próximo a sua casa.

Anisocoria não é brincadeira e deve ser levada a sério. Somente o médico poderá diagnosticá-lo e dessa forma aplicar o melhor tratamento a fim de cuidar de sua saúde e impedir que qualquer tipo de enfermidade maior venha prejudicá-la.

O que acontece durante a consulta com o médico? 

Independente da especialidade do médico, qualquer um tem a capacidade de identificar um caso de Anisocoria em um indivíduo. Mas o recomendado é que se procure de imediato um profissional neurologista, a fim de descobrir ou não possíveis doenças de nível mais grave para a saúde.

O processo de diagnóstico pode ser facilitado e o tempo otimizado quando o indivíduo está de fato preparado para realizar a consulta. E quando falamos de preparo, estamos nos referindo a algumas observações que precisam ser feitas pelo paciente e levadas ao médico para que ele possa ter mais clareza antes de fazer o diagnóstico.

Das informações mais importantes a serem observadas estão:

  • Sintomas frequentes e sua durabilidade o paciente pode anotá-los em uma lista e entregar ao médico);
  • Histórico médico de toda a família, sem descartar os fatores de risco que o indivíduo possa apresentar ou remédios e suplementos que o mesmo use de forma regular;

O indicado é que você não vá sozinho ao médico, optando sempre por um acompanhante de sua confiança. Durante a consulta o paciente será questionado com relação a alguns detalhes dos quais enfatizamos:

  • Quanto tempo faz que o indivíduo começou a observar as alterações no tamanho da pupila;
  • Se alguns sintomas surgiram tanto na região corporal como na visão;
  • Se o indivíduo sentiu o pescoço enrijecer ou se começou a ter dores fortes na cabeça.

Caso você tenha muitas dúvidas, o recomendado é que anote tudo antes de ir para a consulta, a fim de não esquecer nenhuma e conseguir esclarecer toda a sua situação com o profissional.

Como o diagnóstico é realizado? 

Inicialmente o próprio paciente tem a capacidade de observar a Anisocoria, se analisar bem as suas pupilas com a ajuda de um espelho. O diagnóstico preciso costuma ser feito por um médico oftalmologista, por intermédio da realização de um exame rotineiro.

Durante a consulta, o profissional irá examinar com muita atenção a região dos olhos. Todas as suspeitas existentes com relação a existência da Anisocoria irão depender de inúmeras circunstâncias, que vão desde o histórico médico até eventuais sintomas que também podem surgir juntamente com o problema.

Em vista disso é fundamental que o indivíduo ao se consultar diga tudo ao seu médico, principalmente se desde que notou a alteração das pupilas notou também uma possível mudança na função motora, se começou a ficar mais confuso mentalmente, se a frequência de dores intensas na cabeça aumentou, se o pescoço ficou mais rígido, se ocorreu alterações na visão e se a febre também se instalou.

Além disso, pode ser solicitado a realização de diversos exames específicos para ajudar a diagnosticar as causas possíveis para o desenvolvimento da Anisocoria, principalmente dependendo das reais suspeitas do profissional quanto ao caso analisado.

Qual o tratamento indicado?

O tratamento direcionado para a Anisocoria não é direto, dessa forma o objetivo do mesmo é voltado para as verdadeiras causas que desencadearam o desenvolvimento do problema. Em alguns casos a cirurgia para a remoção de possíveis coágulos ou tumor pode ser recomendada, desde que estejam atingindo negativamente os nervos oculares ou ainda ela pode ser solicitada para solucionar eventuais problemas decorrentes de traumas.

Além dessas situações específicas, não se torna necessário o tratamento, pois grande parte das pessoas registradas com Anisocoria, apresentam sua versão fisiológica, ou seja, natural que não prejudica de nenhuma forma sua qualidade de vida.

O que acontece depois do prognóstico?

Dentre as pessoas que apresentam a Anisocoria natural, aproximadamente vinte por cento não percebe isso de forma nítida. Esse quadro não fornece ameaça para a saúde ocular e não existe a necessidade de se fazer cirurgia para correção da pupila. Porém, quando o problema é patológico, ou seja, tem uma causa específica que o justifica, em alguns casos pode ser essencial a realização de tratamentos.

Como vimos anteriormente, algumas cirurgias podem ser indicadas para solucionar a Anisocoria, da mesma forma que a utilização de certos remédios a depender do caso. Cada causa possível pode apresentar diferentes sintomas e é em decorrência disso que apenas o profissional qualificado pode orientar o melhor rumo a se seguir para tratar cada indivíduo particularmente.

Como conviver com o diagnóstico?

Quando o indivíduo recebe o diagnóstico de Anisocoria, não precisa se preocupar tanto caso seu problema seja fisiológico ou se o problema não tenha gravidade elevada, por isso podemos dizer que em boa parte das situações é possível conviver facilmente com o diagnóstico. Se o problema se encontrar em uma situação grave para a saúde do paciente pode surgir problemas na sua visão e ainda problemas ligados a sensibilidade em relação à luz, que podem acabar atingindo negativamente o indivíduo.

Desse modo, os pacientes diagnosticados que precisam conviver com certos fatores decorrentes da Anisocoria precisam visitar o oftalmologista com mais regularidade a fim de aprender a lidar melhor com determinados problemas.

Quais as possíveis complicações da Anisocoria?

Não há muitas novidades ligadas as possíveis complicações que a Anisocoria pode provocar na vida de uma pessoa. Compreender é muito simples: se o problema for diagnosticado como sendo grave, pode fazer com que o paciente tenha um aumento da sensibilidade à luz, problemas para conseguir focar em objetos que se posicionem de forma distante ou até mesmo nas proximidades do indivíduo e além disso, o olho pode acabar apresentando uma pupila constantemente dilatada ou contraída.

Afinal, a Anisocoria pode ser curada? 

De forma direta a Anisocoria não pode ser afirmada como um problema que possui cura, uma vez que na maioria dos casos graves ela se trata apenas de um sintoma de um problema maior. O que pode de fato receber a cura total é a sua causa, que podem ser inúmeras. Durante o processo de tratamento para cada causa, a pupila pode ter novamente o seu tamanho normal.

Tem como preveni-la? 

Para quem se interessa em preveni-la, vale saber que não há um método específico que ajude a fazer isso de maneira direta. As causas mais frequências da Anisocoria são por vezes severas que podem surgir em decorrência de situações difíceis da vida ou ainda de condições ligadas a genética do indivíduo. Mas, não precisa se desanimar, pois existem algumas coisas que você pode fazer para diminuir as chances de se desenvolver o problema futuramente.

  • Abandone o uso da Nicotina: Fumar não é e nem nunca foi algo saudável. E deixar esse hábito ruim não é importante apenas para prevenir a Anisocoria, mas principalmente para evitar desenvolver câncer na região do pulmão e na garganta. A capacidade que o cigarro tem de provocar mal para a saúde do corpo é enorme e além disso ele pode desenvolver também o câncer na região do cérebro. Fora os tipos de câncer, fumar pode causar aneurismas e ainda um AVC.
  • Tenha cuidado com possíveis traumas: é extremamente difícil conseguir impedir que ocorra um trauma tanto na região dos olhos como na cabeça, porém é possível cultivar alguns métodos que previnam o seu surgimento. De tais métodos você pode sempre usar capacete quando for andar de bicicleta, de skate ou patins e ainda quando estiver em ambientes que ofereçam risco para a região da sua cabeça. Além disso, é importante não esquecer de usar cinto de segurança quando andar de carro para se proteger em possíveis acidentes;

O problema de desigualdade nos tamanhos das pupilas pode ser natural, mas pode principalmente ser um sinal gravíssimo de algo que está afetando a sua saúde. Por isso não deixe de compartilhar esse artigo com sua família e amigos a fim de que eles se previnam ou descubram precocemente uma possível existência da Anisocoria. E não hesite em buscar um médico caso desconfie do problema.

Fontes:

Lam, B., Thompson, H., & Corbett, J. (1987). The Prevalence of Simple Anisocoria.American Journal Of Ophthalmology104(1), 69-73. http://dx.doi.org/10.1016/0002-9394(87)90296-0

Cohen, J., Montero, A., & Israel, Z. (1996). Prognosis and Clinical Relevance of Anisocoria-Craniotomy Latency for Epidural Hematoma in Comatose Patients. Journal Of Trauma And Acute Care Surgery41(1), 120-122. https://journals.lww.com/jtrauma/Abstract/1996/07000/Prognosis_and_Clinical_Relevance_of.19.aspx

10 Benefícios Incríveis do Fósforo e 15 Principais Alimentos

Fósforo é o segundo elemento químico em maior quantidade no organismo, cerca de 1% em adultos, ele afeta diretamente diversas funções metabólicas. Sua maior parte fica armazenada nos ossos, mas também o encontramos na corrente sanguínea e músculos.

Ele atua elevando os níveis de energia, também regula os níveis de hormônios, previne dores musculares e articulares, melhora a ansiedade, dificuldade de concentração, ossos fracos, ganho ou perda excessiva de peso, mudanças na alimentação, formigamento e normaliza as funções cerebrais.

15 Benefícios incríveis do fósforo para a saúde

1- Mantêm dentes e ossos fortes

Quando ouvimos sobre dentes e ossos fortes, nos vem a mente o quão importante é o cálcio. Porém, a ciência descobriu que somente a combinação de cálcio, juntamente com fósforo que criam ossos e dentes fortes, sendo essencial para evitar osteoporose. Além de melhorar o esmalte natural dos dentes e cuidar das gengivas.

Principalmente as mulheres durante os estágios da gravidez e da menopausa necessitam de doses diárias de potássio.

2- Melhora a função cerebral

Para quem sofre com perdas de memória, raciocínio lento ou início precoce de uma doença degenerativa, fazer suplementação á base de fósforo pode reestabelecer as funções normais.

O fósforo é uma substância essencial presente dentro das células cerebrais, á falta ou deficiência do mesmo provoca um retardamento cognitivo e pode dá origem á doenças como demência e Alzheimer.

3- Promove o equilíbrio hormonal

Disfunções hormonais acarretam uma série de problemas metabólicos e diminuem a qualidade de vida e o bem estar de qualquer indivíduo.

No entanto, o fósforo é capaz de controlar a produção de hormônios, pois age diretamente nas glândulas endócrinas responsáveis por criá-lo e distribuí-lo na corrente sanguínea.

4- Produz energia

Com a ajuda do fósforo, o corpo distribui de forma mais eficiente à energia gerada, o que evita problemas como fraqueza muscular e sexual, impotência, perda de libido, etc.

Ele também realiza a síntese de nutrientes, o que automaticamente gera energia para os órgãos.

5- Auxilia na perda de peso

Possuir reservas suficientes de fósforo auxilia na perda rápida de peso, pois ele acelera o funcionamento do intestino. Isso agiliza a digestão dos carboidratos e evita o acúmulo de gordura nos órgãos vitais.

6- Estimula o metabolismo de proteínas

Realizar a síntese de proteínas é importante para o corpo obter energia, promover a renovação celular, óssea e muscular.

O fósforo é capaz de aumentar a capacidade do corpo de processar proteínas e carboidratos, facilitando sua absorção.

7- Melhora a digestão

Para a saúde digestiva, esse mineral facilita a ação de antioxidantes como niacina e riboflavina que são capazes de eliminar os radicais livres.

Isso mantém o bom funcionamento do intestino e evita indigestão, azia e constipação.

8- Promove a reparação celular

Na constituição da molécula de DNA, o fósforo age como reparador de danos. Sendo indicado principalmente para mulheres grávidas durante os três primeiros meses do feto.

Isso permite uma renovação celular constante, o que contribui para a juventude, acelera todas as ações metabólicas e ajuda na síntese de proteínas.

9- Elimina toxinas

Um dos órgãos mais beneficiados pelo fósforo são os rins, ele mantém a frequência de micção o que promove a eliminação de toxinas de forma rápida.

O que permite a eliminação de sais, água, gordura e ácido úrico, além de facilitar o funcionamento correto dos rins.

10- Ajuda na absorção de nutrientes

Quando se trata de separar os nutrientes dos alimentos, o organismo pode sofrer falhas que o impedem de realizar essa ação.

Porém, o fósforo é responsável por estimular o metabolismo á retirar os nutrientes e aproveitá-los no organismo.

15 Principais alimentos que contém fósforo

10 Benefícios Incríveis do Fósforo e 15 Principais Alimentos

Achar uma boa fonte de fósforo é relativamente fácil, já que alimentos naturalmente proteicos têm em sua composição certos níveis de fósforo, até mesmo na versão industrializada.

1- Soja

240g de soja possui 1309 mg de fósforo

Se alimentar diariamente com soja fornece ao corpo vitaminas do tipo B, além de ser uma ótima fonte de proteínas. Estudos mostram que alguns fitonutrientes de soja são capazes de aliviar os sintomas da menopausa.

2- Linhaça

1 colher de linhaça  possui cerca de  65,8 mg de fósforo

A linhaça também é rica em ômega-3, um tipo especial de gordura que previne doenças neurológicas e cardíacas.

3- Gergelim

240g de gergelim possui 906 mg de fósforo

O gergelim atua na produção e manutenção de hormônios, sendo ideal para mulheres na menopausa. Ele também possui fitoesteróis capazes de diminuir o colesterol.

4- Arroz Integral

249g de arroz integral possui 185 mg de fósforo

O arroz integral não é benéfico apenas para quem quer perder peso, na verdade qualquer pessoa pode se beneficiar dele. Ele previne diabetes, certos tipos de doenças cardíacas e pode ser ingerido por intolerantes ao glúten.

5- Amendoim

240g de amendoim possui 523 mg de fósforo

Esse grão é rico em gorduras boas para o coração, fornece altos níveis de energia ao corpo e muitas pessoas afirmam que ele prolonga a duração da vida.

6- Ovos

1 ovo possui 84 mg de fósforo

O ovo é essencial para a alimentação de qualquer pessoa, pois é rico em nutrientes. Seus maiores atrativos são as altas quantidades de proteínas e vitamina B2.

7- Salmão

1 filé de salmão possui 889 mg de fósforo

O salmão é um dos melhores peixes para o consumo, já que contém uma das melhores fontes de ômega-3, vitamina B e proteínas.

8- Frango

1 peito de frango possui 392 mg de fósforo

Frango está entre uma das melhores carnes magras com preço acessível. Além de fornecer selênio que luta contra o câncer, infecções e doenças do coração.

9- Grão-de-bico

240g de grão-de-bico possui 276 mg de fósforo

Sendo uma das proteínas vegetais mais conhecidas, o grão-de-bico é ideal para o consumo diário, pois não contém gorduras ruins e nem sal. Ele também é rico em antioxidantes que combatem células prejudiciais.

10- Feijão

240g de feijão possui 244 mg de fósforo

Sendo um dos alimentos mais conhecidos pelos brasileiros, o feijão, é rico em fibras, melhora a saúde do intestino e contém proteínas.

11- Atum

1 lata de atum possui 269 mg de fósforo

Ainda podemos dizer que o atum é rico em ômega-3, o que o torna ideal para a saúde mental e cardíaca. Além de ser pouco calórico ideal para quem que perder peso.

12- Tofu

120g de tofu possui cerca de 240 mg de fósforo

Apesar de não ser tão comum no Brasil, o tofu é uma das melhores formas de se consumir proteína vegetal. Também, ele é composto por oito dos principais aminoácidos essenciais.

13- Iogurte

240g de iogurte possui 233 mg de fósforo

Além de ser saudável, o iogurte contém cálcio, um mineral importante para a manutenção de ossos e dentes.

14- Batatas

1 batata possui 210 mg de fósforo

Outra propriedade importante das batatas é a presença do potássio, um mineral importante para o controle da pressão arterial. Ela também possui vitamina C que mantêm a pele e os cabelos saudáveis.

15- Ervilhas

240g de ervilhas possuem 187 mg de fósforo

A ervilha também tem vitamina A, que é importante para a visão. Ela ainda possui vitamina K, que melhora a coagulação do sangue.

Na medicina a chance de alguém ter deficiência de fósforo é mínima, porém acredita-se que mulheres acima de 45 anos estão entre o grupo de maior risco. O motivo está na suplementação de cálcio que quando feito em excesso, interfere diretamente em como o potássio pode ser absorvido.

Fontes:

https://draxe.com/foods-high-in-phosphorus/

http://www.stylecraze.com/articles/awesome-health-benefits-of-phosphorus/

https://www.naturalfoodseries.com/11-benefits-phosphorus/

http://www.stylecraze.com/articles/phosphorous-rich-foods/

Depressao e Ansiedade Podem Causar Zumbido no Ouvido

Depressão e ansiedade podem causar zumbido no ouvido. Segundo a otorrinolaringologista Fernanda Fiorese Philippi, o zumbido no ouvido pode ter origem psicogênica e as duas principais manifestações são a ansiedade e a depressão, sendo que ambas podem ser anteriores ou posteriores ao zumbido.

A ansiedade é um mal-estar físico e psíquico e pode trazer a tona diversos sentimentos, como raiva, apreensão, amargura e fobias. A ansiedade em excesso, pode causar até um zumbido interminável, enquanto a depressão faz com que o mesmo passe a ter maior importância para o indivíduo. Vários autores relatam entre 20 e 50% de depressão clínica, sendo que em metade destes casos já havia história prolongada de depressão antes do início do zumbido.

Descubra quais são as causas e os tratamentos para cuidar do zumbido causado pela ansiedade e depressão.

Quais são as causas?

1. Fatores ambientais que podem causar ansiedade:

  • Trauma de eventos, como vítima de abuso, morte de algum parente próximo
  • Estresse em relações pessoais, casamento, amizade e divórcio
  • Estresse no trabalho e escola
  • Estresse sobre o estado financeiro
  • Estresse por catástrofes naturais- falta de oxigênio por causa da altitude

2. Fatores com relação a saúde:

3. Pesquisa feita na USP sobre a depressão e o zumbido

Uma pesquisa da USP – Universidade de São Paulo feita com pacientes que são portadores de zumbido no ouvido relacionou o sintoma com aspectos psicológicos, sobretudo entre idosos. O estudo realizado pela psicóloga Rosa Maria Rodrigues dos Santos, assinala que a percepção de sons sem fonte sonora externa, classificada como fenômenos alucinatórios, típico do zumbido, está associada não apenas às questões orgânicas, como a perda de audição, mas também com aspectos emocionais dos pacientes, como a depressão.

Segundo a pesquisa, todos os participantes apresentaram alguma questão relacionada à depressão, que se manifestava em diferentes níveis, seja leve, moderado ou grave.

4. Remédios antidepressivos podem causar o zumbido no ouvido

Muitas pessoas que tomam antidepressivos podem perceber um zumbido nos ouvidos. Este tipo de zumbido é geralmente temporário e pode ser consequência de mudanças nos níveis de neurotransmissores, como a serotonina. Em alguns casos, o zumbido pode ter surgido de uma reação ototóxica por um antidepressivo específico. A ototoxicidade é um termo médico que é usado para caracterizar os danos causados pelos tratamentos farmacológicos no ouvido interno.

Reações ototóxicos são geralmente raras, mas podem ocorrer após um tratamento em longo prazo ou como o resultado de uma combinação com um outro medicamento. Além disso, deve notar-se que, em alguns casos os antidepressivos podem causar hipersensibilidade auditiva. Em geral, é difícil identificar quais os antidepressivos que causam o zumbido no ouvido.

De qualquer forma, se você estiver sofrendo de zumbido no ouvido causado pela medicação antidepressiva, procure um otorrinolaringologista.

Sintomas que a ansiedade e a depressão podem causar no ouvido:

Depressao e Ansiedade Podem Causar Zumbido no Ouvido

1. Dificuldade para se concentrar em sons:

Provavelmente, o problema mais comum é a dificuldade de focar em um som ou conversa. Durante a intensa ansiedade, quando o sistema nervoso central está extremamente excitado, é comum ser incapaz de prestar atenção no mundo ao seu redor. Ou seja, pode ser incapaz de ouvir tudo o que alguém diz, enquanto falam com você. Não é que você não está ouvindo, o seu cérebro é que não consegue processar.

2. Ouvindo sons incomuns:

Ansiedade deixa a pessoa mais nervosa, e isso pode fazer com que ela ouça sons que não tinha percebido antes. Aqueles que têm ansiedade, ouvem com frequência pequenos rangidos, colisões, etc.

3. Alucinações auditivas:

Embora seja raro alguém ter alucinações auditivas, como ruídos estranhos, tem a sensação de ter ouvido alguém chamar seu nome e outros barulhos que aparentemente apenas você ouviu,  não se sabe precisamente o que pode causar esses sintomas, o mais certo é que o cérebro pode estar processando informações erradas.

4. Zumbido no ouvido:

O zumbido é mais comum com a idade e não é a causa da ansiedade. Mas, a ansiedade pode aumentar o volume do zumbido.

Como diminuir o zumbido causado pela depressão e ansiedade?

É importante você verificar o seu estado geral de saúde. Qualquer anormalidade pode ser a causa do seu zumbido.  Mantenha uma dieta saudável, faça atividade física, durma o suficiente e mantenha o nível de estresse baixo.

Tome medidas para melhorar a sua qualidade de vida. Assim você será capaz de se recuperar dos problemas psicológicos, como depressão, ansiedade  e insônia, consequentemente, livrar-se do zumbido no ouvido.

A única maneira de acabar com o zumbido é combatendo a origem das causas.

  • Pode ser tratado com uma combinação de medicamento e terapia. Por isso, é importante discutir tudo isso com um médico.
  • Excluir alimentos e bebidas que podem causar ansiedade como: café, açúcar, amido e álcool.
  • Incluir alimentos que melhoram o humor, como: alimentos antioxidantes(amoras e açaí)  e alimentos ricos em magnésio e potássio.
  • Prática de exercícios físicos
  • Reduzir o estresse diário
  • Controlar a respiração
  • Evitar pensamentos negativos ou catastróficos
  • Passe mais tempo com amigos e família

Ficar ansioso ao extremo pode ser um sinal de transtorno de ansiedade. Quem sofre desse transtorno, além de seguir as dicas acima, deve buscar acompanhamento de um especialista. Assim, evitar problemas que venham a prejudicar a vida profissional ou pessoal.

Fontes:

http://mentalhealthdaily.com/2014/10/28/can-antidepressants-cause-tinnitus-ringing-in-the-ears/

http://www.medicalnewstoday.com/info/anxiety/what-causes-anxiety.php

http://www.calmclinic.com/anxiety/signs/affected-hearing

Suco Detox de Couve: Com Abacaxi, Limão ou Gengibre

Dificilmente você não conhecerá alguém que também tenha ouvido falar sobre a tal dieta detox, que viralizou entre os famosos e pessoas do mundo todo que buscavam mais saúde e emagrecimento. Essa dieta tem como pilar principal o consumo de sucos como suco detox de couve que tem grande capacidade desintoxicante e altamente eficientes na redução efetiva de peso, bem com o para a boa manutenção da saúde do indivíduo.

A propagação dessa dieta teve o seu lado positivo, uma vez que estimulou entre as pessoas o maior consumo de sucos saudáveis, que são muito nutritivos. O maior problema dessa nova aventura alimentar é o erro de muitos indivíduos acreditarem que consumir tais bebidas por si só já era capaz de deixá-los mais magros e manter uma vida saudável. Mas não adianta comer muito alimento industrializado ou engordativo e em seguida consumir suco verde ou detox, pois nada demais irá acontecer. O suco individualmente não opera milagre, é e sempre será fundamental manter uma dieta equilibrada e começar a praticar exercícios físicos com regularidade a fim de conseguir se beneficiar das suas propriedades benéficas e conseguir perder aqueles quilinhos indesejáveis de forma mais saudável e eficiente.

Para quem não sabe, um suco desintoxicante de qualidade tem a capacidade de promover a agilização na perda de peso de uma pessoa, bem como de auxiliar na redução dos inchaços e retenções de líquido. Quem aprende a preparar os sucos da forma correta ainda consegue aproveitar suas fibras e nutrientes, que são importantíssimos para a nossa saúde e pensando nisso, que este artigo de hoje irá lhe ensinar diversas receitas de sucos com couve, para você prepará-los na comodidade da sua casa e se beneficiar com essas maravilhas que auxiliadas a uma boa alimentação e vida saudável pode promover mudanças positivas incríveis.

Suco detox de couve com abacaxi

Suco Detox de Couve: Com Abacaxi, Limão ou Gengibre

Antes de aprendermos a primeira receita detox, vale muito a pena conhecer as propriedades que a couve e o abacaxi podem nos fornecer beneficamente. Referente à couve, vale ressaltar seu índice baixíssimo de calorias que justifica sua importância na vida de que está buscando um emagrecimento saudável. Além disso, ele é extremamente rico em nutrientes dos quais podemos destacar o cálcio, proteínas, magnésio e até mesmo vitamina C.

O fato de ser rico em fibras faz com que o indivíduo emagreça com mais rapidez, já que elas trazem maior saciedade e consequentemente faz com que a pessoa coma bem menos. Quando falamos de couve, estamos falando da queridinha que ganhou destaque no mundo detox porque de acordo com estudos comprovou-se que ela exerce a função essencial e determinante no processo de desintoxicação do organismo.

A maioria dos indivíduos dizem que a couve é a principal responsável na questão da perda de peso e que o abacaxi utilizado na bebida é apenas um aliado que ajuda no melhor sabor do suco. E já que mencionamos o abacaxi vamos aproveitar para falar também dos seus benefícios que incluem não são a vitamina C, como também as vitaminas A B6 e os nutrientes que vão desde ferro até magnésio. O abacaxi é ótimo para quem quer ficar mais magro ou simplesmente manter a saúde em dia. Além de auxiliar na perda de peso, ele reduz o apetite do indivíduo uma vez que possui uma quantidade significativa de fibras. Incrível não é verdade? A seguir anote a receitinha do suco detox de couve fácil combinando com abacaxi. Você irá adorar!

  • 1 abacaxi de tamanho médio descascado;
  • 2 folhas de couve bem grandes e cruas (não retire o talo);
  • Meio litro de água mineral.

Ao separar esses ingredientes o modo do preparo é bem simplificado, bastando pegá-los e misturá-los tudo no liquidificador. Passados alguns minutos é só tirar para coar e beber.

Suco detox de couve com limão

Em similitude com a couve, o limão também é um alimento que possui propriedades antioxidantes e inclusive é uma ótima fonte de vitamina C. Em vista disso, seu auxilio no emagrecimento é muito eficaz e ele ainda atua no combate ao envelhecimento antecipado da pele e ainda é capaz de prevenir doenças de caráter degenerativo.

O suco comumente conhecido como suco verde, é muito famoso por seu poder de ajudar as pessoas a perderem seus quilinhos indesejados e atuar na desintoxicação do nosso organismo, combatendo aquelas terríveis gordurinhas que ficam concentradas em uma região específica e que tantas pessoas lutam para perder. Nesse contexto de sucos verdes saudáveis está o suco feito com a couve e com limão, que aliados são capazes de promover a eliminação de toxinas no nosso organismo, limpando-o e deixando-o muito mais saudável. Além disso, as fibras que estão presentes na couve dão muito mais saciedade para aqueles que consomem seu suco e por isso que as mesmas acabam emagrecendo, uma vez que se reduz a quantidade de comida ingerida. Enfim, esse suco só tem vantagens para a nossa saúde e a seguir você irá ver mais uma receita fácil. Anote aí os ingredientes:

  • Meio limão;
  • 1 folha de couve crua;
  • 1 copo de água mineral.

São poucos ingredientes e o preparo também é fácil. Bata todos eles no liquidificador e em seguida coe para beber, mas se preferir pode também beber sem coar que fica ainda mais saudável.

Suco detox de couve com limão e gengibre

Existem inúmeras receitas que você pode preparar utilizando a couve e o limão, e a próxima que iremos ensinar é o suco que adiciona gengibre em sua composição. Para prepará-lo basta separar um gengibre, três folhas cruas de couve, duas laranjas frescas, o suco do limão e um litro de água mineral.

Para a preparação efetiva é só proceder da seguinte maneira: pegue as laranjas e retire as sementes, adicionando-as em cubinhos ou na forma que você preferir dentro do liquidificador.  Junto com as laranjas coloque as folhas da couve (sempre bem lavadas) sem retirar seu talo, o gengibre cortado em pedaços bem pequenos e o suco do limão com a água.

Posteriormente bata tudo até se dissolverem um no outro. Quando for adoçar o indicado é utilizar mel em dosagens moderadas e preferencialmente não coar o suco para melhor aproveitar seus benefícios.

Suco detox de couve com cenoura

No caso dos que estão se empenhando fortemente para ficar mais magro, o ideal é que mantenha a cenoura na dieta alimentar, pois ela é um vegetal com capacidade diurética e por isso auxilia a eliminar os líquidos que costumam se localizar em excesso no nosso organismo. Além disso, a cenoura faz com que o nosso intestino funcione de forma eficaz, uma vez que é rica em fibras, que como já vimos também é um ótimo aliado na hora de aumentar a saciedade.

A versatilidade da cenoura é o que nos ajuda a inclui-la no cardápio sem enjoar dela. Você pode comer de forma cozida, crua com saladas e inclusive na forma de suco. Aliás, o suco da cenoura é a forma mais saudável de consumi-la, pois no processo de cozimento do vegetal, boa parte de seus nutrientes são perdidos.

Agora iremos dar mais uma receita incrível para quem está firme e forte no foco de emagrecimento e dessa vez a bebida utilizando a couve vem aliada com esse vegetal saboroso que acabamos de conhecer melhor: a cenoura.

  • 2 folhas da couve cruas e com talos;
  • 1 laranja (se preferir incluí-la, mas pode fazer o suco sem ela também);
  • 2 cenouras com casca e bem lavadas;
  • Mel (para adoçar)

Ao separar os ingredientes junte todos e coloque no liquidificador. O recomendado é ir colocando a cenoura aos poucos enquanto o bate o suco e na hora de adoçar utilize mel.

Suco detox de couve com laranja

A combinação de ambos alimentos para fazer o suco é rica em benefícios importantes para a boa manutenção da nossa saúde. Vale enfatizar estamos falando de uma bebida que tem alto poder de melhorar o nosso sistema de digestão. Além disso, tal bebida auxilia no processo de tratamento de problemas com cálculos nos rins e inclusive inflamações, fator este que promove também o auxílio no tratamento de problemas com úlcera e gastrite, por exemplo. Para quem fará ou fez cirurgia, se machucou ou fez tatuagem, vale muito a pena saber que o suco da couve com laranja é um ótimo aliado no processo de cicatrização. Além disso deixa nossos ossos muito mais fortes e evita a ocorrência de envelhecimento precoce.

Esse suco é poderoso e você tem que aprender a fazer aí na sua casa para se beneficiar e com suas propriedades. Em vista disso separamos mais uma receitinha fácil para você. Anote aí os ingredientes que você deverá separar:

  • 2 laranjas frescas;
  • Gengibre a gosto;
  • 3 folhas de couve cruas e com talos;
  • 1 litro de água.

Para preparar a bebida é só bater todos os ingredientes no liquidificador. Não tem erro! Não esqueça de dar prioridade ao mel se desejar adoçar, pois o açúcar faz mal a saúde e corta os efeitos benéficos do suco.

Afinal, beber suco detox de couve com limão emagrece de verdade?

Suco Detox de Couve: Com Abacaxi, Limão ou Gengibre

Falar sobre emagrecimento ao beber um suco ou comer algum alimento é muito delicado, porque muitas pessoas interpretam as informações precipitadamente e acabam acreditando que fazer isso simplesmente irá provocar o efeito emagrecedor que tanto desejam. A resposta fatídica dessa pergunta referente ao suco da couve com limão só tem uma resposta correta: Ele é um ótimo aliado no processo de perda de peso, ou seja, ter uma dieta equilibrada, praticar exercícios físicos com regularidade e incluir bebidas detox no cardápio irá fazer com que você emagreça com maior eficiência, agora tomar o suco e esperar um milagre acontecer será perda de tempo.  Aliás não existe nenhum alimento ou suco que magicamente irá fazer alguém entrar em forma. Em suma, tais alimentos ou sucos irão desempenhar um papel de auxílio no alcance de tal objetivo.

Como já vimos anteriormente no artigo, tanto a couve quanto o limão são ricos em fibras e em vitaminas e nutrientes que são ótimos para promover maior saciedade e regular o intestino. É por isso que comemos menos e consequentemente emagrecemos. Então sim, você pode afirmar que o suco detox de couve em questão emagrece, mas não individualmente. Você deve se esforçar para conseguir atingir a sua meta.

Suco detox de couve pode ajudar a combater a gastrite?

Quem sofre com problemas de gastrite ou úlcera no estômago ira gostar de saber que a bebida é um ótimo remédio caseiro que auxilia no tratamento dessas enfermidades, uma vez que o alimento possui propriedades anti-inflamatórias. Além disso a couve tem efeito calmante e é um ótimo aliado no processo de cicatrização. A couve também por ser rica em fibras tem a capacidade de proteger a nossa mucosa gástrica de possíveis efeitos ácidos e é em vista disso que quem sofre com gastrite deve aproveitar e consumir sucos que levem couve na composição, pois além de trazer alívio da inflamação existente a região do estômago, consegue diminuir os sintomas decorrentes do problema, incluindo dores e arroto.

De maneira geral, os sucos detox aqui apresentado são uma ferramenta super saudável para os que almejam perder peso, mas também é ótimo na manutenção da saúde. Desse modo, independente de quem quer perder peso ou não, é muito importante tomar essas bebidas para melhorar ou prevenir o aparecimento de enfermidades futuras. Não eixe de experimentar todas as dicas de receitas que damos hoje neste presente artigo, sem dúvida você não irá se arrepender. E aliás, não se esqueça de que na hora do preparo o indicado é consumi-los imediatamente, pois podem perder suas propriedades benéficas caso você deixe para tomar tempo depois. Se não conseguir tomar a bebida sem adoçá-la sempre dê preferência ao mel, e evite o açúcar pois o mesmo não faz nada bem par sua saúde.

Sempre que puder evite coar os sucos também, pois ficam ainda mais saudáveis e você conseguirá aproveitar o máximo de nutrientes e vitaminas que ele fornece. Com certeza o seu organismo irá agradecer e muito pela adição de sucos tão saudáveis na sua rotina alimentar.  Experimente!!

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam

Olá pessoal, o artigo de hoje é sobre um exercício completo: o agachamento. Você vai saber porque o agachamento é importante, seu benefícios, maneira correta de executa-lo e cuidados que se deve tomar.

Por que o agachamento é importante?

O agachamento é um exercício muito importante para pessoas que querem bons resultados em seus treinamentos. Ele pode ser usado por grande parte das pessoas, desde que não tenham algum problema nas articulações que podem ser agravadas neste movimento. No geral, o agachamento bem executado só traz benefícios, independente de seu objetivo.

O agachamento é um exercício completo e atua em mais de um músculo. Como o movimento completo do agachamento é composto por uma flexão de joelho e uma flexão de quadril, seguidos por uma extensão, temos três grupos musculares que são altamente ativados, quando temos uma execução correta.

Até o momento em que o joelho vai a 90º temos uma ativação acentuada do quádriceps. Após os joelhos passarem da linha de 90º na parte excêntrica do movimento, teremos uma ativação muito mais elevada dos isquiotibiais e dos glúteos. Com isso, em apenas 1 movimento há uma ativação dos três maiores grupos musculares da parte inferior. Além disso, o agachamento também trabalha a parte do abdômen, e pode ser até mais efetivo do que o próprio abdominal tradicional.

O agachamento é o exercício com maior gasto calórico entre todos da musculação. Isso é visível quando observamos que praticamente todos os programas de emagrecimento que tem resultados positivos, incluem o agachamento e diversas variações dele nos treinos. Além disso, ele melhora a funcionalidade de qualquer pessoa,e ajuda no ganho de massa muscular, pois a sua prática libera hormônio do crescimento que é muito importante para quem deseja construir músculos. Então, se quer melhorar a sua qualidade de vida, comece agora a agachar!

Benefícios do agachamento

Esse exercício traz diversos benefícios para o corpo e saúde, veja a seguir 10 benefícios do agachamento:

  • Melhora a postura
  • Melhora o equilíbrio
  • Fortalece as coxas
  • Aumenta a capacidade física
  • Ajuda a ganhar músculos no corpo inteiro
  • Ajuda a melhorar o desempenho desportivo
  • Fortalece os ossos
  • Acelera o metabolismo
  • Gasto calórico elevado
  • Ajuda no ganho de massa muscular

Como fazer agachamento de forma correta

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam

O agachamento é um exercício extremamente funcional para o corpo, mas muitas vezes ele não é executado da forma correta. Veja a seguir como fazer agachamento de forma correta:

  1. Mantenha o corpo reto com as pernas abertas na largura dos ombros, a ponta dos pés tem que estarem retas.
  2. Agache o máximo que puder de maneira em que o joelho não ultrapasse a ponta dos pés, mantendo a coluna reta.
  3. Levante novamente para a posição inicial, conta como uma repetição.

OBS: Mantenha sempre a coluna reta e o calcanhar firme no chão.

Dicas:

  • Cabeça: Mantenha o olha sempre para frente, isso vai garantir que não haja mudanças no centro de força e também ajuda no equilíbrio.
  • Abdômen: Mantenha contraído a todo tempo durante a execução, isso vai trabalhar o abdômen e ajudar a manter a postura.
  • Quadril: Jogue os glúteos o máximo que conseguir para trás.
  • Joelhos: No momento do agachamento os joelhos não devem ultrapassar a ponta dos pés para não gerar desgaste.
  • Pés: Os pés devem estar abertos na largura dos ombros e paralelos. Desse modo você vai ter mais estabilidade.

Cuidados que se deve tomar

  • Mantenha o abdômen sempre contraído, Isso ajuda a proteger a coluna da sobrecarga gerada pelo exercício.
  • Outro ponto importante é o alinhamento articular, principalmente no que diz respeito aos joelhos. O correto é que eles se mantenham alinhados com a ponta dos pés, não pode ultrapassa-los, evitando que ocorra torção ou compressão.
  • Não exagere no peso, fazer a execução correta é mais importante que o peso.
  • Não olhe para baixo na execução do exercício, mantenha o olhar sempre para frente, vai ajudar a manter a postura.

Preferência nacional e internacional, o bumbum das brasileiras atrai olhares tanto de homens quanto de mulheres. Os biquínis brasileiros são muito disputados entre as celebridades e anônimas internacionais, as formas  curvilíneas e o bumbum avantajado levam muitas mulheres à academia, para terem o sonhado bumbum “brasileiro”. Já as brasileiras, procuram a academia para melhorar ainda mais o que a natureza já as favoreceu.

Existem alguns métodos para se ter o bumbum perfeito, como cirurgias para colocação de próteses ou aplicação de hormônios e suplementos. Mas nada é tão eficaz e duradouro quanto os exercícios físicos, porque além de mais saudável, trazem uma aparência mais natural e perfeita ao corpo.

Como Fazer Exercícios Para Levantar e Aumentar o Bumbum


Os exercícios são as técnicas que podem proporcionar um resultado satisfatório, eles não apenas trabalham com os glúteos, como também com vários músculos da perna, deixando o conjunto todo bonito e em harmonia. Eles trabalham em séries localizadas, onde os músculos são trabalhos de forma isolada, proporcionando o crescimento e definição da região. Para conseguir um resultado perfeito é necessário praticar exercícios que trabalhem as três áreas: glúteos máximo, médio e mínimo. O recomendado é fazer os exercícios 3 vezes por semana e  em dias intercalados. Com apenas 30 minutinhos por dia, já dá pra garantir um bumbum mais bonito.

As séries são diferentes para cada pessoa, mas o ideal é fazer 16 a 36 repetições de 3 a 5 séries. Ou seja, você repetirá os exercícios praticados 16 a 36 vezes – escolha qual a quantidade melhor para você, sendo séries de 3, 4 ou 5 vezes. Após terminar os exercícios de 16 a 36 vezes é necessário descansar o músculo de 30 a 60 segundos.

  • Iniciantes: 3x por semana / 2 séries
  • Intermediárias: 4x por semana / 3 séries
  • Avançadas: 5x por semana / 4 séries

Veja também os 10 exercícios que vão deixar seu bumbum durinho e empinado

1) Agachamento sumô (Sumo Squat) com sobrecarga

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Agachamento sumô (Sumo Squat) com sobrecarga

  1. Faça agachamento com pesos. Fique com os pés alinhados e separados por uma distância igual à largura dos ombros.
  2. Posicione os glúteos ligeiramente para trás.
  3. Segure um peso em cada mão e deixe os braços repousarem ao lado do corpo.
  4. Agache devagar, inclinando o peito para a frente para se equilibrar. Continue a descer até que suas pernas formem um ângulo de 90º.
  5. Mantenha-se nessa posição por alguns segundos e volte a ficar de pé, tentando usar os músculos dos glúteos para impulsionar o tronco para cima.
  6. Faça 3 repetições de 15 movimentos.

2) Faça o chute com quatro membros apoiados

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Faça o chute com quatro membros apoiados

  1. Fique de quatro, com as mãos separadas pela largura dos ombros.
  2. Coloque os joelhos um pouco à frente da linha da cintura.
  3. Mantenha um joelho no chão e eleve a perna oposta, o que deverá exigir esforço dos músculos abdominais.
  4. Suspenda a perna até que a planta do pé fique paralela ao teto e o joelho fique na mesma altura do resto do corpo.
  5. Mantenha essa posição por alguns instantes e lentamente devolva a perna ao chão.
  6. Faça 3 repetições de 20 movimentos com cada perna.

3) Faça o exercício da ponte

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Faça o exercício da ponte

  1. Deite-se de barriga para cima e com os braços ao lado do corpo.
  2. Dobre as pernas e coloque as plantas dos pés no chão, um pouco abaixo dos glúteos.
  3. As palmas da mão podem ficar viradas para cima ou para baixo, dependendo do que você achar mais confortável.
  4. Deixe as mãos bem apoiadas no chão e separadas por uma distância equivalente à largura dos ombros.
  5. Suspenda os quadris até que o tronco se alinhe as coxas ou fique um pouco acima delas.
  6. Mantenha-se assim por alguns segundos, tire um dos pés do chão e estique a perna, deixando o pé um pouco acima do corpo.
  7. Devolva o pé ao chão e abaixe o quadril para voltar à posição inicial.
  8. Repita o movimento de novo, desta vez, suspendendo a outra perna.
  9. Faça 3 repetições de 10 exercícios para cada lado.

4) Faça o agachamento plié

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Faça o agachamento plié

  1. O plié não é uma exclusividade das bailarinas.
  2. Primeiramente, deixe os pés separados por uma distância maior do que o tamanho dos ombros e virados para fora, formando um ângulo de aproximadamente 45º entre si.
  3. Para se equilibrar, coloque os braços para a frente e segure um peso na altura do peito com ambas mãos.
  4. Agora vem a parte em que esse exercício se distingue do agachamento convencional: suspenda os calcanhares, apoiando-se no chão apenas com as pontas dos pés.
  5. Equilibre-se bem e comece a se agachar, movendo os glúteos levemente para trás, como se você fosse se sentar numa cadeira invisível. Contraia os glúteos e as coxas e retome a posição inicial.

5) Stiff

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Stiff

  1. Para fazer esse exercício comece segurando o peso na frente das pernas, alinhado com os ombros.
  2. Flexione levemente os joelhos.
  3. Desça o peso em direção aos pés, levando seu quadril para trás, mantendo as costas eretas.
  4. Ao passar pelos joelhos (apenas um referência) volte para posição inicial. O movimento todo fica apenas no quadril.

6) Elevação da pelve unilateral

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Elevação da pelve unilateral

  1. A elevação da pelve unilateral consiste no movimento de extensão de quadril com a barriga voltada para cima.
  2. O músculo do bumbum é o principal responsável em elevar a pelve e freia-la até o retorno à posição inicial.
  3. Este exercício é muito prático e simples e pode ser feito em casa.

7) Abdução de quadril com borracha

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Abdução de quadril com borracha

Outro bom exercício para o fortalecimento dos músculos abdutores é a abdução de quadril unilateral com a borracha. Neste caso a maior tensão exercida nos músculos acontece na posição final onde os músculos tem uma menor capacidade de produzir força. Pode ser uma boa estratégia para desenvolver a força.

8) Avanço com barra e avanço com halteres

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Avanço com barra e avanço com halteres

No avanço com a barra sobre os ombros você dá um passo à frente e retorna para a posição inicial. Uma boa variação do avanço com a barra é a utilização de halteres para a execução do exercício.

9) Subida no banco

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Subida no banco

 

Um bom exercício para desenvolver o bumbum utilizando o peso do corpo é a subida no banco, na posição inicial você  coloca os pés sobre um banco e realiza a subida com a ação dos músculos do bumbum e da coxa, com o tempo de prática e com o aumento da força é provável que seja necessário adicionar mais peso para que a força continue melhorando.

10) Glúteo três apoios com caneleira e com os joelhos flexionados

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Glúteo três apoios com caneleira e com os joelhos flexionados

Neste exercício clássico para o treinamento da força do bumbum, uma boa dica é tentar realizar o movimento em uma amplitude onde o músculo do bumbum nunca descanse totalmente. Por isso, para fazer uma série intensa, não desça totalmente a coxa. O glúteo três apoios cruzado é uma forma alternativa de executar este exercício, muito comum nas academias, que consiste em combinar o movimento de extensão com a rotação externa do quadril. Essa é uma boa opção para variar o exercício e fazer com que o recrutamento do músculo do bumbum seja modificado.

Veja também: 7 Exercícios para fortalecer o quadril

Fones de Ouvido Podem Causar Perda Auditiva e Zumbido

Embora muitas pessoas gostem de colocar o volume dos seus fones de ouvido no máximo, especialistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, mostraram evidências que ligar o volume de seus fones de ouvido muito alto pode danificar o revestimento das células nervosas, eventualmente causando surdez temporária.

Ouvir música alta por menos de 1 hora e meia produz mudanças significativas na capacidade auditiva, que pode colocar em risco os ouvintes a perdas auditivas. Enquanto os estudos alertam que os alto-falantes de alta potência e fones de ouvido tornam mais fácil para as pessoas ficarem expostas a níveis de ruído potencialmente prejudiciais em shows, concertos ou durante o uso mp3 players.

“Quando se trata de música alta, em particular música amplificada, não se sabe se as mesmas medidas utilizadas para o ruído industrial irão descrever com precisão os efeitos sobre a audição e o risco que estes comportamentos representam”, diz Dr. Ordonez. De acordo com os pesquisadores, os níveis de ruído semelhantes aos dos níveis de jato pode ser ouvida em fones de ouvido pessoais se forem altos o suficiente.

Os cientistas já sabiam que a surdez temporária e zumbido podem ser causados por ruídos mais altos do que 110 decibéis. Este estudo, publicado na Revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, é o primeiro a examinar como esses barulhos causam danos subjacentes às células.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, de Israel, o uso de fones de ouvido em volume alto pode levar à perda auditiva precoce entre os adolescentes. Um em cada quatro adolescentes está em risco de desenvolver perda auditiva por causa do uso constante de fones de ouvido.

Os resultados desse estudo, publicado no Jornal Internacional de Audiologia, mostram claramente que o uso de iPods, smartphones e outros dispositivos de MP3 pode ser prejudicial à audição dos adolescentes.

“Daqui 10 ou 20 anos, será tarde demais para perceber e tratar uma geração inteira de jovens começou a apresentar problemas auditivos muito mais cedo do esperado do envelhecimento natural”, diz o professor Chava Muchnik na Faculdade de Medicina de Sackler e do Sheba Medical Center, ambos pertencentes à Universidade de Tel Aviv.

A perda de audição em seus 30

Uso constante de tocadores de MP3 submete o adolescente à exposição contínua a música alta, o que pode levar a perda auditiva lenta e progressiva. Portanto, as pessoas só descobrem o efeito do dano depois de muitos anos. Ou seja, em um momento em que o tratamento torna-se mais difícil, caro e, em alguns casos mais extremos, a situação pode ser até irreversível.

Os adolescentes que colocam o volume muito alto, podem começar a ter a sua audição deteriorada a partir de 30 ou 40 anos, e isso é muito mais cedo do que em gerações anteriores, adverte o Prof Muchnik.

Riscos causados pela música alta

Para investigar o potencial risco entre música alta e a saúde, a equipe mediu sons conhecidos como “emissões otoacústicas” como um índice da função auditiva. Estes são sons gerados dentro do ouvido interno, em resposta a estímulos de som, e eles podem ser medidos nos canais de orelha de pessoas que têm audição saudável. A pesquisa mostra que as emissões otoacústicas desaparecem quando o ouvido interno está danificado.

Neste estudo, os pesquisadores mediram as emissões otoacústicas para avaliar mudanças na capacidade auditiva antes e após a exposição à música amplificada, testando este método em um ambiente de show ao vivo. Comparando como estes dois conjuntos de medidas mudaram após uma exposição de som com os parâmetros acústicos da música amplificada pode-se conduzir a uma melhor compreensão de como a audição é afetada.

Resultados do estudo

Surgiram duas conclusão importantes com os resultados:Uma é que é possível medir as mudanças na audição após exposições de duração relativamente curtas, menos de uma hora e meia. A segunda é que existem notáveis diferenças individuais em níveis de exposição de som, bem como nas alterações em emissões otoacústicas produzidos por condições de exposição semelhantes.

As próximas etapas de trabalho da equipe incluem aperfeiçoar seus métodos de medição e descrição dos efeitos biofísicos e mecânicos que os níveis sonoros de música têm sobre os indivíduos. Em última análise, eles esperam para fornecer dados e argumentos científicos em que o estabelecimento de critérios de risco de dano para a exposição de som musical.

Um estudo britânico revela que oito em cada dez não têm considerado que podem prejudicar sua audição ou ter zumbido aumentando sua música.

A organização de caridade internacional “Action” realizou uma pesquisa sobre perda auditiva envolvendo 1.000 britânicos. Surpreendentemente, 80% deles não sabiam que podem prejudicar sua audição ouvindo música alta.

O estudo feito na Univerisdade de Tel Aviv (Israel)

A estatística começa a preocupar cada vez mais os jovens. Estudo da Universidade Tel Aviv (Israel), divulgado na revista científica “International Journal of Audiology”, revela que um em cada quatro adolescentes corre o risco de sofrer perda auditiva. A causa disso? Horas e horas com fones de ouvido no volume máximo. A constante utilização pode trazer sérios danos a vida dos adolescentes. O que mais preocupa é que os sintomas começam a aparecer aos poucos e as chances de recuperação são cada vez menores, se não for cuidada desde cedo.

A primeira parte do estudo consistiu de 289 participantes com idades entre 13-17 anos. Eles foram convidados a responder a perguntas sobre seus hábitos com relação a dispositivos eletrônicos de música – mais especificamente, qual é o volume que preferem ouvir música e por quanto tempo a ouvem.

Na segunda parte do estudo, esses níveis de volume e durações foram utilizados num teste envolvendo 74 adolescentes em ambientes ruidosos e silenciosos. O nível de ruído medido foi usado para calcular o risco potencial de danos à audição com base nos critérios estabelecidos pelas regulações de saúde industrial e segurança.

Segundo o Prof Muchnik, as conclusões do estudo são preocupantes. 80% dos adolescentes usam seus “gadgets” regularmente, com 21% escutando 1-4 horas por dia, e 8%, para mais de quatro horas de forma consecutiva. Tomados em conjunto com os resultados das medições acústicas, os dados indicam que um quarto dos participantes está em risco grave de perda auditiva.

Principais dados do estudo:

  • 83% sofreram zumbido.
  • 19% se preocupam um pouco sobre isso – o resto não se preocupa com o zumbido.
  • 87% ouvem música no mp3 players ou dispositivos similares.
  • 76% não sabem que os regulamentos da UE dizem que os MP3 players devem ter um volume máximo de 85dB como configuração padrão.
  • 34% substituiriam a configuração de 85dB.
  • 80% mudariam seu comportamento auditivo se eles soubessem o quanto estão prejudicando a audição por exposição a música alta.

Necessidade de critérios para diminuir os riscos em ouvir música

Normas de segurança e de saúde relacionada à indústria são atualmente a única referência para medir o dano causado pela exposição contínua ao ruído em volume alto. No entanto, de acordo com o Prof Muchnik, existe uma necessidade crescente de critérios para minimizar o risco de ouvir música para prevenir a perda auditiva.

Enquanto isso, ela espera que os fabricantes possam incorporar normas europeias em seus produtos que estabelecem um limite de 100 dB em tocadores de MP3. No presente momento, alguns players de MP3 podem tocar até 129dB.

Abaixar o volume quando estiver usando os fones de ouvido!

Em grupos de discussão com estudantes de duas escolas na Holanda, pesquisadores constataram que os adolescentes, em geral, estão cientes de que aumentar o volume de fones de ouvido no máximo pode prejudicar sua audição. No entanto, a maioria dos jovens diz não se preocupa em mudar isso.

Como muitos adolescentes, os estudantes negaram o risco pessoal que sofrem. Na publicação do Journal of Pediatrics os pesquisadores afirmaram que a maioria conhece os perigos de ouvir música alta, mas acreditam ter “baixa vulnerabilidade” a perdas de audição.

Diante disso, o pesquisador Ineke Vogel disse à Reuters Health em uma entrevista por e-mail, “recomendamos que os pais informem e discutam com seus filhos o uso de fones de ouvido e as potenciais consequências irreversíveis para a audição futuramente.”

Como prevenir?

1) Como ouvir música sem prejudicar a audição?

MP3 player “deve ser configurado com o volume mais baixo possível para que a música possa ser entendida confortavelmente. Procure escolher o volume de 50 a 60% da potência máxima”, diz a Dra. Sharon Curhan, que revelou que 1 em cada 5 adolescentes sofre de algum tipo de perda auditiva. Se for ouvir música com volume alto, faça por períodos mais curtos de tempo, pois, quanto mais alto, menor o tempo seguro para se expor ao som.

2) Volume pode prejudicar audição

Já percebeu como você tem que aumentar o volume para manter a mesma sensação da música que inicialmente sentiu quando começou a ouvir? “Isso é devido à contração dos músculos minúsculos no ouvido que limitam o quanto os pequenos ossos do ouvido pode se mover, diminuindo, assim, a transmissão de vibrações sonoras ao ouvido interno, onde os sons são detectados”, explica Curhan. “A exposição à música alta resulta no que é chamado de mudança temporária do limiar e pode prejudicar a audição”.

Com o tempo, o ouvido torna-se menos sensível ao ruído e o tempo que ele tem para recuperação varia. Dê tempo aos seus ouvidos para descanso. Fique em silêncio. Depois de show de rock, o nível de saturação de seu tímpano fica no limite, seus ouvidos podem precisar de mais de um dia para se recuperarem. Eles estão tentando dar-lhe um sinal de que eles estão sendo abusados.

3) Não aumente o volume para abafar o ruído do ambiente

Embora possa não parecer muito, aumentar o volume para bloquear o ruído ambiente, faz a diferença para seus ouvidos. É mais comum fazer isso no metrô, quando o ruído é muito alto e você passa a não ouvir bem a música. Isso não deve ser feito, pois, pode prejudicar audição. Como diz Curhan, “Muitas vezes, o fator que leva a aumentar o volume não é a adaptação sensorial, mas sim, a presença de um ruído ambiental”.

Especialistas recomendam o uso de fones de ouvido que bloqueiam o ruído que se ajustam perfeitamente no ouvido ou, ainda, que bloqueiam eletronicamente o som ambiente, para não prejudicar audição. Se o seu par de fones de ouvido novo não tem esses recursos, vale a pena ir para uma loja de eletrônicos.

Pais, fiquem atentos!

De acordo com Vogel e o co-pesquisador Dr. Hein Raat, ambos da University Medical Center Rotterdam, os pais também podem procurar por sinais de problema de audição: quando um adolescente se queixa de zumbido nos ouvidos ou de sons abafados. No entanto, com base nas discussões em grupo, muitos pais podem não estar cientes dos riscos auditivos decorrentes de fones de ouvido, observam os pesquisadores.

Dos 73 estudantes envolvidos no estudo, poucos disseram que seus pais os haviam alertado de que ouvir música alta poderia danificar sua audição. Também pode ser necessário que os próprios fabricantes de fones de ouvido realizem mudanças, disseram os pesquisadores em seu relatório.

Muitos estudantes afirmaram não saber como dizer quando seus MP3 players eram muito barulhentos. Volumes iguais ou superiores a 90 decibéis (dB) são considerados perigosos, observa Vogel, mas os níveis de ruído que chegam entre 120 dB e 140 dB podem se tornar desconfortáveis ou dolorosos. De acordo com os pesquisadores, os fabricantes poderiam equipar os MP3 players com um indicador que mostra o nível de volume em termos de decibéis, juntamente com um sinal – como uma luz intermitente – que se apaga quando os níveis de decibéis alcançarem a zona de perigo.

Baixe o software Hearing Guardian v1 no seu celular e previna-se agora!

Por enquanto, Vogel e seus colegas recomendam que, como uma “regra de ouro”, os usuários de fones de ouvido definam o volume não superior a 60% da sua capacidade total quando usar os fones de ouvido, como aqueles que vêm com os iPods. Assim como existem normas de segurança para exposição ocupacional ao ruído, Vogel e seus colegas sugerem que mais estudos em longo prazo sejam necessários para desenvolver as diretrizes de segurança para a exposição ao ruído no “lazer”.

Use o software para computador Hearing Guardian v1. Depois de ouvir música muito alto é provável que alguma região das células ciliadas da cóclea esteja danificada de tanta pancada. O aplicativo descobrirá quais as regiões foram prejudicadas e gerará sinal para condicionar e estimular as células ciliadas prejudicadas na cóclea. Você sentirá a diferença em alguns dias de uso dependendo da gravidade.

Leia também o artigo como a balada ou show pode causar danos na sua audição.

Fonte:

http://www.hear-it.org/MP3-players-put-teens-at-risk-of-early-hearing-loss

http://www.reuters.com/article/2008/03/26/us-teens-risks-mp-idUSLAU68250

http://www.medicalnewstoday.com/articles/249646.php

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/05/120508152005.htm

http://www.hear-it.org/Unawareness-Loud-music-can-damage-your-hearing

10 Alimentos mais Contaminados por Pesticidas

Quando imaginamos uma alimentação saudável, logo pensamos em opções variadas de frutas, legumes e verduras. Mas nem tudo o que compramos no mercado e em feiras é realmente saudável, uma vez que muitas dessas opções possuem alto nível de pesticidas, substâncias químicas usadas para combater pragas e doenças nas plantações (inseticidas, herbicidas e fungicidas).

Seu uso é necessário, em baixa quantidade e de forma controlada. Porém, muitos deles são proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e se utilizados em grande quantidade, os pesticidas podem causar problemas de saúde, como problemas cardiológicos, respiratórios e do sistema nervoso.

A melhor alternativa é sempre lavar muito bem os alimentos ou optar pelos orgânicos, que, mesmo sendo um pouco mais caros, são livres de agentes químicos e transgênicos.

Veja Abaixo os 10 Alimentos mais Contaminados por Pesticidas:

Confira os 10 Alimentos mais Contaminados por Agrotóxicos!

Cenoura

A cenoura é um alimento que possui antioxidantes, além de muitas vitaminas e minerais, capazes de prevenir doenças cardiovasculares, controlar o colesterol, melhorar a visão e dar bronzeamento na pele. De acordo com estudos realizados, seu nível de pesticidas foi medido em 49,6%.

Morango

O morango é uma fruta rica em fibras e vitaminas A, B e E, além de antioxidantes que retardam o envelhecimento, sendo também pouco calórico, fortalecendo o sistema imune, melhorando o funcionamento da digestão e atuando como antiinflamatório natural. Possui 63,4% de pesticidas.

Alface

A alface é uma planta rica em nutrientes como vitaminas A e C, fósforo, ferro e cálcio, ajudando a desintoxicar o fígado, com efeito calmante no organismo, e até a aliviar sintomas da ansiedade. Fornece também muitas fibras, o que melhora a digestão, podendo prevenir diabetes e baixar o colesterol. Porém, está entre os alimentos com mais pesticidas, em um índice de 54,2%.

Abacaxi

O abacaxi é uma fruta poderosa, rica em água e fibras, além de vitaminas A, B e C. Trata gripes, resfriados e inflamações, filtra o sangue, funciona como antiinflamatório, diminui a pressão alta, entre outros problemas de saúde. Mas quem o consome, pode ingerir 32,8% de pesticidas, o que dificulta a absorção de seus benefícios.

Pimentão

Seja qual for sua cor, o pimentão possui muitas vitaminas e fornece diversos benefícios, como, por exemplo, na prevenção da anemia, câncer, problemas oculares, gripes e resfriados, problemas nos cabelos e na pele, entre outros. Porém, é o campeão dos alimentos com mais pesticidas, segundo estudos, com 91,8%.

Pepino

Outro alimento rico em água e de baixa caloria é o pepino, com alta capacidade de hidratação do organismo, além de funcionar como antioxidante, retardando o envelhecimento, e como antiinflamatório e diurético. Mas seus 57,4% de pesticidas impedem sua correta absorção, diminuindo sua eficácia no organismo.

Mamão

O mamão é um dos alimentos mais conhecidos por controlar problemas digestivos e melhorar a mobilidade intestinal, devido à alta presença de fibras. Rico em vitaminas e minerais, fortalece a imunidade e os ossos, deixando a pele mais sedosa e bonita, controlando o colesterol etc, benefícios estes que se perdem devido aos 30,4% de pesticidas utilizados em seu cultivo.

Couve

A couve é uma verdura muito utilizada atualmente em sucos detox, devido ao seu poder de desintoxicar o organismo de toxinas prejudiciais. Além disso, regula os hormônios e ajuda no combate à ansiedade. Infelizmente, foram detectados 31,9% de pesticidas nas plantações.

Beterraba

A beterraba tem alto teor de ferro, o que ajuda a aumentar as células vermelhas do sangue, combatendo a anemia e oxigenando os tecidos do corpo. A presença de 32,6% de pesticidas reduz esses benefícios, diminuindo também a quantidade de vitaminas A, B e C, zinco, magnésio potássio e fósforo existentes em sua composição.

Tomate

Mesmo sendo utilizado mais em saladas e molhos, o tomate é uma fruta. Rico em vitamina C e E, o tomate combate gripes, inflamações e doenças cardiovasculares, ajudando na saúde dos olhos e funcionando como diurético, ou seja, é inimigo da retenção de líquidos. Estudos indicam 16,3% de pesticidas presentes no cultivo do tomate, necessitando de muitos cuidados ao ser consumido a fim de absorver todos os seus benefícios.

Fonte:

https://draxe.com/dirty-dozen/

Síndrome de Rett: Escola, Caracteristicas e Tratamento

A vida humana é cercada de incertezas e quando o assunto é síndrome, quando paramos para pesquisar e aprofundar um pouco mais nosso conhecimento nesse âmbito, o que acontece é justamente descobrir a imensidão de síndromes existentes, das quais muitas são raríssimas e que apresentam sinais que muitas vezes chamam atenção pela complexidade que a envolve.

Síndrome não se trata de doença, como muitas erroneamente a consideram. O termo médico também utilizado pelos profissionais da área psicológica, é usado como meio para se referir a uma combinação de sintomas e sinais que acabam determinando a existência de uma determinada condição ou situação patológica. Não podemos delineá-la como uma enfermidade, justamente pelo fato de que a doença apresenta na maioria dos casos, os fatores que promovem o aparecimento dos sintomas da mesma, enquanto que no caso da síndrome, esses fatores são desconhecidos.

Dentre as síndromes mais conhecidas mundialmente estão: A síndrome de Down, Síndrome de Estocolmo, Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, Síndrome de Angelman, Autismo e muitas outras. E hoje, no artigo em questão, iremos falar um pouco mais sobre a Síndrome de Rett, e iremos abordar sobre todos os pontos mais importantes da mesma. Mas antes de detalhar um pouco mais, cabe a nós explicar primeiramente sobre do que se trata a síndrome não é mesmo?

Pois bem, a Síndrome de Rett surge e afeta um indivíduo a partir do primeiro ano de vida. Porém, não afeta uma pessoa por conta de uma herança genética, muito pelo contrário, o seu surgimento se dá por conta da presença de um defeito de um gene que possuímos, conhecido como gene MECP2. Esse gene fica exatamente no cromossomo X do ser humano e em vista disso, ele acaba afetando de maneira diferente o homem e a mulher. Mais adiante você entenderá quais são os sintomas da síndrome, como ela é diagnosticada e muitas outras questões importantes a saber sobre o assunto.

1) Qual o histórico observado da síndrome?

É muito interessante entender como a história da síndrome se sucedeu desde os seus primórdios, para compreender melhor como ela afeta e com que frequência costuma surgir na vida de alguma pessoa. Em primeira instância, a Síndrome de Rett teve seu conhecimento efetivado por um doutor especializado na área de pediatria, chamado Andréas Rett e daí que podemos presumir o porquê do nome da síndrome ter sido este não é verdade? Durante alguns estudos, Rett observou indícios suspeitos durante a fase do desenvolvimento da parte neurológica em crianças, que se encontravam no momento indicado como primeira infância, pelos especialistas.

Nessa época, crianças do sexo feminino foram analisadas e identificou-se uma espécie de desaceleramento da região do perímetro cefálico, bem como a perda da função responsável por permitir o uso normal das mãos e de algumas habilidades ligadas à comunicação. Essa perda de movimentos mencionada promoveu nas crianças um comportamento anormal: bater, esfregar ou levar as mãos até a boca.

Foi posteriormente a esses estudos que o doutor mencionado anteriormente decidiu se deslocar para a Europa, como intuito de fazer uma apresentação sobre essa síndrome para outros profissionais também da área médica. Essa apresentação se deu através de encontros científicos e por ter sido redigida na língua alemã, o estudo não teve muita repercussão. Nesse mesmo período, um doutor chamado Bengt Hagberg, também promovia a observação de aspectos ligados ao mesmo foco inicialmente estudado por Rett. Entretanto, só foi no quase término da década de setenta, que ambos os médicos conseguiram se encontrar e desse modo discutir finalmente sobre o assunto. Foi nesse momento em que a atenção referente a síndrome ganhou destaque e a mesma começou a ser mais pesquisada e efetivamente diagnosticada.

No ano de 1986, o Brasil se deparou com os primeiros diagnósticos confirmados no país e exatamente quatro anos após esse período foi fundada a Associação Brasileira de Síndrome de Rett, que está localizada no Estado do Rio de Janeiro. No final do século XX ou mais precisamente no ano de 1999, que a associação relacionou a síndrome com anomalias existentes no gene MECP2 e depois disso, inúmeras pesquisas e estudos que foram realizados sobre o caso buscou identificar possíveis sintomas da mesma.

2) Quais os sintomas da síndrome de rett?

Quando o assunto se refere aos sintomas da Síndrome de Rett, podemos distribuí-los em três grupos de acordo com a frequência deles. Inicialmente temos o grupo dos sintomas mais comuns, que como o nome diz, são sintomas que aparecem na maioria dos indivíduos que apresentam a síndrome. O segundo grupo é o dos sintomas que ocorrem em alguns dos casos, o que significa que nem todo mundo irá tê-lo nesse contexto e por último, temos o terceiro grupo que é justamente o dos sintomas considerados raros.

1) Sintomas comuns:

  • A fase do pré-natal e do perinatal se desenvolve normalmente;
  • Quando o bebê nasce, a circunferência da cabeça também é normal;
  • A partir dos seis meses de vida começa o processo de desaceleração da região do perímetro cefálico;
  • O desenvolvimento psicomotor do bebê só ocorre até os seis meses de vida;
  • Nota-se que os movimentos manuais da criança ficam estereotipados;
  • As palavras que a criança já aprendeu acabam sendo desaprendidas. A capacidade de compreender as coisas e de raciocinar se reduz ao longo do tempo.

2) Sintomas menos comuns:

  • Confirmação do diagnóstico de bruxismo;
  • Os tônus dos músculos se apresentam de maneira anormal;
  • Problemas referentes a distúrbios do sono;
  • Problemas referentes a distúrbios respiratórios;
  • Nota-se o desenvolvimento de retardo durante o crescimento do indivíduo;
  • Problemas com Escoliose e cifose avançados;
  • O aspecto das mãos e dos pés do indivíduo se apresenta menor do que o normal.

3) Sintomas raros

  • Os órgãos se apresentam muito maiores do que o normal;
  • Antes ou depois do nascimento é possível notar algum tipo de dano no cérebro;
  • Existência de alguma doença ligada a parte neurológica e decorrente de alguma infecção grave ou até mesmo a existência de um traumatismo no crânio.
  • Problemas com retinopatia; com catarata ou com atrófica da parte óptica.

3) Possíveis causas da síndrome

Até o finalzinho do século XX, as verdadeiras causas da Síndrome de Rett ainda não eram conhecidas. Como a Síndrome apresentou maior frequência nos indivíduos do sexo feminino, constatou-se que se trata de um problema que afeta exatamente o cromossomo X e que por isso, quando atinge o sexo masculino torna-se extremamente fatal.  O gene que tanto mencionamos anteriormente, tem a capacidade de promover a codificação de uma proteína também chamada de MECP2 e também de fazer com que outros genes presentes fiquem inativos, por intermédio de métodos que promovem uma repressão da transcrição que envolve justamente a ligação existente entre as regiões CPG metiladas.

O estudo que de fato comprovou a alteração existente nesse gene, constatou que se tratam em mais de oitenta por cento dos casos avaliados, de Síndrome de Rett. Com relação ao nível de gravidade da síndrome, podemos afirmar que o mesmo pode ter relação com o tipo específico de alteração existente no gene. Tais possíveis alterações anormais caracterizam prontamente uma causa comprovada da ocorrência da Síndrome, contudo pode ser que existam outros fatores que justificam essa questão e que por ventura talvez ainda não tenham sido descobertos.

Antigamente era mais difícil diagnosticá-la, mas hoje é possível descobrir com antecedência se a criança terá ou não a Síndrome de Rett, uma vez que tornou-se mais simples identificar a existência de mutações presentes no gene.

4) Como o diagnóstico é realizado?

Para o preciso diagnóstico é necessário a palavra final de um profissional da área de medicina. A vantagem é que muitos profissionais de áreas distintas podem fazê-lo, dos quais destacamos o médico neurologista, geneticista, médico pediatra, psiquiatra ou psicólogo, médico da cardiologia ou pneumologia, médico da área ginecológica, reumatologista ou até mesmo um clínico geral.

E durante esse processo é extremamente importante que os pais da criança ou responsáveis, observem a mesma, visto que o médico precisará saber exatamente o que está acontecendo com ela e o que está de errado. Além disso, se existir mudanças que prejudiquem a capacidade motora da criança, bem como a habilidade de se comunicar é indispensável que se procure um profissional qualificado.

Quando os pais procuram o profissional da medicina, geralmente ele pede para que se faça alguns exames específicos que mostrem com detalhes tudo sobre o possível diagnóstico. Dentre tais exames podemos incluir os tradicionais exames de sangue e de urina, exame da parte auditiva e exame de imagem. Se o médico se aprofundar mais poderá pedir que se faça testes genéticos, pois os mesmos podem garantir com precisão o diagnóstico da criança. É justamente através dos testes genéticos que se analisam o DNA do indivíduo, onde se coleta um apequena amostra do sangue que vai para um laboratório também ser estudado.

Além disso, tem como se diagnosticar a exata forma variante da Síndrome através de outros métodos disponíveis. Na escala de grupos que foi anteriormente apresentada acerca dos sintomas da Síndrome, especialistas avaliam da seguinte maneira: Todo paciente precisa ter pelo menos três dos seis sintomas que são considerados mais comuns nos pacientes ou pelo menos cinco dos doze outros sintomas que incluem os menos comuns e raros, para que ele seja efetivamente diagnosticado com a Síndrome de Rett.

5) Principais características 

As características da Síndrome de Rett são uma junção dos sintomas inicialmente apresentados, mas ainda sim enfatizaremos para que você possa identificar alguém que possivelmente tenha a síndrome. Preste atenção a todas elas:

  • O crescimento da criança com Rett é bem lento;
  • A coordenação é perdida consideravelmente;
  • As mãos do paciente se mechem de forma estranha e anormal;
  • Os olhos apresentam um movimento também anormal;
  • Maior facilidade para se irritar;
  • Problemas envolvendo a capacidade respiratória;
  • Problemas com arritmia e prisão de ventre.

Nem todas as características são notáveis, mas a maioria já fica bem evidente logo após o primeiro ano de vida do indivíduo.

6) A sindrome de rett nos homens

De forma sucinta, já sabemos que a Síndrome de Rett decorre de uma mutação que atinge um cromossomo X. Visto que os homens só apresentam um cromossomo desse gênero, que inclusive faz par com um cromossomo Y, quando os mesmos são afetados por ela, acabam desencadeado a versão mais grave e fatal da síndrome. Dessa forma, a maior parte dos indivíduos do sexo masculinos diagnosticados com a Síndrome de Rett não ultrapassam dois anos de vida.

7) A sindrome de rett nas mulheres

No caso das mulheres, por apresentarem dois cromossomos X, acabam tendo mais chances de vida quando diagnosticadas com a síndrome. Geralmente elas conseguem viver em torno de sessenta anos de idade, podendo chegar até setenta. O que ocorre no caso do sexo feminino é que a mutação existente que afeta o cromossomo, na maioria dos casos afeta apenas um dos cromossomos. Desse modo, o outro se mantém intacto, preservando um certo equilíbrio que não existiria se os dois fossem atingidos.

Nesse caso as meninas se desenvolvem motoramente de forma normal e por isso se comportam similarmente com as outras crianças até completar o primeiro ano de idade. É a partir dessa fase da vida que é possível começar a notar os primeiros sinais da síndrome: as meninas começam a esquecer as palavras das quais elas já haviam aprendido, ficam mais introspectivas, perdem o interesse pelas coisas e não conseguem mais fazer movimentos simples que antes conseguiam.

Depois desse momento surge a fase em que elas ficam muito mais ansiosas e começam a apresentar estranhos movimentos com as mãos. Existe a possibilidade de recuperar parte das habilidades perdidas e conseguir novamente ter algum nível de interação com a sociedade, entretanto os problemas que costumas afetar a capacidade de se movimentar e falar são de níveis graves e deixam a pessoa com incapacidade de viver de maneira independente.

8) A síndrome de rett versus autismo

Inicialmente, confundia-se a síndrome em questão com o autismo. Contudo, ambas são distintas e nesse tópico você entenderá exatamente o que é o autismo.

No caso do autista, a sua perda da capacidade de interagir socialmente é prejudicada em decorrência dos males que a síndrome provoca e causa no seu processo de desenvolvimento. Seus sinais vão variar de acordo com a idade e desenvolvimento (o grau de desenvolvimento prejudicado irá determinar o surgimento variado de sinais distintos) da pessoa. Quando o assunto é socialização, o autista tem muitas dificuldades pois os problemas decorrentes da síndrome que afetam essa área podem ser bem extensos, atingindo também a parte de interação que depende da comunicação feita através de gestos verbalizados. Nesse contexto, aspectos tais como conseguir manter o contato visual de forma direta, se expressar por intermédio da face ou de gestos feitos com o próprio corpo são atingidos negativamente prejudicando ainda mais o autista na hora de conseguir manter alguma relação e contato social com as pessoas em sua volta.

Muitas crianças diagnosticadas como autistas, nem sempre entendem a verdadeira importância de interagir seus coleguinhas e por isso acabam ignorando outras crianças ao seu redor de forma inocente, o que prejudica ainda mais sua interação na sociedade. Além disso, a síndrome pode apresentar problemas ligados à comunicação verbal do paciente. Tem alguns que não conseguem se desenvolver falando eficientemente, apresentando algum tipo de retardo nesse processo ou até mesmo a falta de existência dele. Os pacientes que conseguem falar, geralmente não conseguem começar e ainda, manter uma conversa e ainda ter uma espécie de conversa modelo, que é usualmente repetida. Além disso, é possível perceber que nesses casos, muitos autistas falam várias palavras que eles mesmos desconhecem, deixando a conversa sem sentido.

Já nos casos de fala não desenvolvida, todos os aspectos ligados a ela, tais como timbre, entonação, até mesmo velocidade e ritmo apresentam-se nitidamente alterados de forma anormal. É nesse contexto que a imaturidade na estrutura gramatical prevalece, onde autista repete frequentemente as mesmas palavras ou frases ou até mesmo músicas curtas (jingles), não importando o que de fato aquilo significa (até porque eles não compreendem o verdadeiro significado).

Na capacidade de compreender uma linguagem é possível também ver que existe certo nível de perturbação e por isso o indivíduo não consegue entender facilmente quando as perguntas direcionadas para eles, as orientações a eles proferidas ou até mesmo as piadas que contam. A parte natural das crianças de desenvolver a imaginação na hora de brincar é afetada no autista, inexistindo. Além disso, no autismo é extremamente comum o indivíduo se apegar ou ter alguma fixação por seguir exatamente rotinas cotidianas.

Quando o assunto é movimento, vale enfatizar que existem alguns movimentos peculiares e pré-definidos entre as pessoas que apresentam autismo. As mãos por exemplo, costumar ficar se batendo uma contra a outra (bater palmas), pode-se também haver frequência no estalo dos dedos ou até mesmo com relação ao movimento do corpo, o autista tem o estereótipo de ficar balançando o mesmo, ou de repente ficar inclinando o corpo sem motivo aparente. A postura também é atingida, em vista disso percebe-se que os indivíduos costumam andar na pontinha dos pés ou fazer alguns movimentos bem estranhos com suas mãos.

Já no caso da Síndrome de Rett, de acordo com a medicina, pode ser dividida em quatro fases, a saber:

Fase 1:

É onde ocorre uma estagnação de forma antecipada, ou seja, é nessa fase que a criança dentre os seis primeiros meses de vida até o décimo oitavo começa a ter um desaceleramento do seu processo de crescimento referente a região do perímetro cefálico, e em vista disso o resultado comum é isolar-se da interação social;

Fase 2:

É onde ocorre a rápida destruição. No primeiro ano de vida até o terceiro é onde a parte psicomotora da criança começa a regredir, provocando choros injustificáveis sem nenhuma motivação, aumenta-se a facilidade para se irritar, perdem a capacidade de se comunicar verbalmente, apresentam comportamentos presentes em pessoas autistas e começam a apresentar movimentos repetitivos e estranhos com as mãos. Além disso, é nessa fase que o indivíduo começa a apresentar dificuldades na respiração e problemas com ataques epiléticos.

Fase 3:

Essa penúltima fase é a chamada fase pseudoestacionária. É onde dentre o período dos dois anos de idade até os dez, ocorre uma provável melhora referente aos sintomas da síndrome. Mas é nesse período que surgem problemas dos quais destacamos a ataxia, apraxia, escoliose, bruxismo e espasticidade. Além disso, o indivíduo pode sofrer com perdas do fôlego, aerofagia e expulsar inconscientemente o ar e a saliva de maneira forçada.

Fase 4:

É na última fase que ocorre o processo de deterioração da parte motora. É a partir dos dez anos de vida que a parte cognitiva começa a apresentar um desvio grave e a parte motora começa a progredir lentamente apresentando prejuízo, fazendo com que surge a provável necessidade de usar cadeira de rodas nessa fase.

Mesmo sabendo exatamente qual o gene atingido na Síndrome de Rett, muitos fatores que envolvem ela ainda não é conhecida.

9) Síndrome de rett na escola

Quando se fala em educação, não existe uma forma padrão de trabalha o aprendizado de um indivíduo especial, como é o caso das crianças diagnosticadas com Síndrome de
Rett, por exemplo. Mas apesar disso, é possível traçar alguns métodos estratégicos para que o processo de aprendizagem seja o mais eficiente possível. Dentre as dicas inúmeras para a área pedagógica destacamos:

  • Quando a criança tem sua rotina alterada, isso pode gerar certos níveis de ansiedade e insegurança. Para lidar com isso a escola pode aproveitar para consolidar uma rotina em seu ambiente e sempre que houver qualquer mudança, avisar ao aluno antecipadamente.
  • Existe dificuldades já conhecidas, que estão ligadas a capacidade de interagir socialmente e dessa forma estabelecer amizades. Essas dificuldades podem ser de certa forma protegidas pelas pessoas que são mais próximas a criança e para driblar isso a escola pode trabalhar no incentivo de formas de interação bidirecional e até mesmo no incentivo de se te ter pelo menos um amiguinho na sala de aula, para que o mesmo seja seu apoio tanto ai dentro como fora também.
  • Quando a criança acaba apresentando uma certa fixação por uma única matéria ou tem um interesse muito restrito sobre determinado assunto, a escola pode estabelecer limites no tempo para não falar demais sobre um único assunto.

Dentre muitas outras dicas podem ser destacadas, mas aqui só foi um exemplo de como existem técnicas que possibilitam um melhor ambiente de ensino para os portadores da Síndrome de Rett. Além disso, vale enfatizar a questão da educação física da criança. Nesse caso recomenda-se sempre começar trabalhando a parte da extensão da cabeça e do tronco, para só em seguida estimular a criança a fazer exercícios que envolvam rolar, se arrastar e até mesmo simplesmente sentar.

10) A síndrome de rett e o caso de Sophia 

Há aproximadamente um ano ocorreu um caso preocupante que atingiu a mãe Natalie Warver e toda a sua família. Casada Mark Weaver e residente na Carolina do Norte, localizada nos Estados Unidos, Natalie tem três filhos do casamento e sua filha mais velha, atualmente com nove anos de idade, sofre com a síndrome de Rett. Estamos falando da linda Sophia.

O que aconteceu é que a mãe descobriu a existência de um post nas redes sociais usando a foto da sua filha Sophia incentivando o aborto eugênico, que é a modalidade de aborto baseada em muitos fatores e um deles é má formação. A revolta da mãe foi grande e a mesma denunciou o posto do responsável, entretanto a rede social (Twitter) negou o pedido de banir o post, relatando não existir motivo justificável para isso.

Natalia, revoltada com a situação, publicou toda a história, que comoveu milhares de usuários e depois e tantos pedidos insistentes o Twitter finalmente baniu o post e cancelou a conta do usuário, pedindo desculpas a mãe pelo comportamento errôneo. Infelizmente o preconceito existe e assola a tantas pessoas espalhadas pelo mundo, e não podemos deixar que ela se desenvolve e ganhe força. Crianças como Sophia são tão humanas quanto qualquer outra e a Síndrome é apenas uma das várias características que a fazem ser tão especiais.

 

Barriga d’água ou Ascite: Quais são as Causas? Tem Cura?

Existe um problema muito comum e que provavelmente você ouvia muito falar quando ainda era criança: De acordo com o termo médico, a barriga d’água, como popularmente é conhecida, chama-se ascite. Apesar de ser popularmente falado, nem todo mundo sabe explicar exatamente sobre do que se trata, o que fazer para tratar e prevenir o problema e qual os verdadeiros riscos que ele traz a saúde. Mas a seguir iremos aprender cada pequeno detalhe envolvido sobre esse determinado assunto e te guiar melhor sobre os passos seguros que devem ser tomados em caso de existis a confirmação diagnosticada.

Explicando resumidamente, a barriga d’água consiste em um problema que reflete o acúmulo irregular de líquido na região abdominal. Formalmente falando, esse problema provoca uma acumulação irregular de líquidos na região do abdômen, mais precisamente na sua cavidade. Acúmulo este que não é normal e indica que a saúde do indivíduo provavelmente está desestabilizada.

Mas há uma curiosidade que provavelmente você não sabia acerca da anomalia: A barriga d’água não é propriamente considerada uma doença, mas sim um fator que expressa a possível existência de outro problema existente. Resumidamente, podemos relacionar a barriga d’água como um sintoma que surge devido alguma enfermidade que pode estar assolando alguma pessoa em alguma circunstância da sua vida e por isso podemos afirmar que a ascite está sempre relacionada a alguma doença.

Com relação ao liquido que fica acumulado em decorrência desse problema, ele pode originar-se de regiões como a bile, o plasma do sangue, do próprio sangue, do suco produzido no pâncreas, da linfa, da própria urina, até o líquido presente no intestino, podendo também surgir de outras regiões distintas. Quando o problema se desenvolve, significa que existe diversos distúrbios presentes na anatomia, fisiopatologia e bioquímica decorrente de muitas doenças distintas, das quais podemos destacar:

  • Doença de cirrose hepática;
  • Hepatite fulminante;
  • Trombose da veia porta;
  • Doença do pâncreas (pancreatite);
  • Insuficiência do miocárdio;
  • Pericardite Constritiva;
  • Insuficiência crônica dos rins;
  • Tuberculose;
  • Esquistossomose;
  • Infecção causada por fungo e por bactéria;
  • Alguns tipos de câncer, dos quais destacamos o mesotelioma e o linfoma;
  • Problemas com obstrução linfática no mesentério;
  • Problemas com endometriose;
  • Síndrome de Meigss;
  • Síndrome de Hiperestimulação dos ovários.

Além desses problemas que podem estar diretamente associados com a ocorrência da barriga d’água, vale saber que ela também pode surgir devido aos casos de lúpus eritematoso sistêmico, casos de angiodema hereditária, artrite reumatoide e de doenças da doença de Whipple, dentre muitas outras.

Em todo caso, é muito importante estar atento a esse problema que como vimos pode ser um alerta de que podemos estar sofrendo com algo mais grave não é verdade? Por isso, o artigo de hoje irá mostrar os principais sintomas da Barriga d’água e explicar muitas outras questões referentes ao assunto que com certeza irão te ajudar a prevenir o mal e ainda proceder da forma correta caso você ou alguém conhecido seja acometido pelo problema.

Como a ascite (barriga d’água) ocorre?

O corpo humano é constituído por variados canais responsáveis por manter o fluxo contínuo eficiente de líquidos presentes no organismo, evitando desse modo o acúmulo deles em regiões que não podem ter tais acúmulos. A ascite surge exatamente quando isso ocorre.

Todo o líquido acumulado em decorrência desse problema tem sua origem dos próprios vasos sanguíneos, onde por alguma razão perde a capacidade de fazer com que o sangue permaneça ali no local, fazendo com que ele vaze erroneamente para as regiões internas da cavidade abdominal. Geralmente isso acontece por conta de alguns fatores dos quais destacamos:

  • Aumento da pressão hidrostática;
  • Rins que retêm muito sal e água;
  • Escassez de proteína no sangue.

No caso das mulheres, é necessário ficar mais atento no período menstrual, onde é extremamente normal ocorrer um pequeno acúmulo de líquidos na região peritoneal e isso não significa que a mulher está necessariamente sofrendo com alguma enfermidade. Nessas situações, acumular até vinte mililitros de líquido já é o bastante para que seja notado um leve inchaço. Contudo é preciso de muito mais para se considerar de fato a possibilidade de existir alguma doença associada.

A seguir iremos explicar melhor sobre cada fator supracitado que pode contribuir para a ocorrência do acúmulo indevido de líquido.

1) Aumento da pressão hidrostática

Quando ocorre a elevação da pressão sanguínea na região das veias que tem passagem próxima pela região do peritônio, dando maior destaque aquelas que compõem o sistema porta hepático, faz com que tais vasos se dilatem de tal forma que promove o vazamento de um certo líquido que por ser filtrado, também denomina-se de soro.

2) Rins que acabam retendo muita água e sal

Agora você entenderá melhor porque em algumas pessoas, os rins tendem a reter muito mais água e sal. Lembra do aumento da pressão que citamos no item anterior? Pois bem, quando isso acontece o nosso organismo faz de tudo para conseguir equilibrar novamente essa pressão e mantê-la normal, e ele faz isso por intermédio da liberação de algumas substâncias, que inclusive tem a capacidade de promover dilatação dos vasos do sangue.

Quando essa pressão alta se concentra exatamente no sistema porta hepático, a quantidade que é liberada dessa substância vasodilatadora é muito maior o que faz com que os vasos presentes no nosso organismo em geral seja dilatado.

Na medida que isso ocorre, os nossos rins acabam entendo isso da forma errada, interpretando essa situação como uma necessidade de líquido para os vasos acreditando que há falta deles. E é a partir desse instante que os rins começam a reter todos os líquidos e sais que puderem, mas como os vasos estão dilatados, todo esse líquido retido acaba vasando para partes da cavidade do abdômen e por lá se acumulando irregularmente.

3) Escasses de proteína no sangue

Para quem não sabe, os vasos sanguíneos do corpo humano possuem diversos furinhos bem pequenos, chamados de poros. Contudo, a passagem do sangue pela região não é prejudicada em vista de tais poros, ocorrendo de forma eficiente.

E talvez é aí que você se pergunte porque o sangue não vasa por esses pequenos buraquinhos não mesmo? E a resposta é bem simples. Na nossa corrente de sangue existe a presença de proteínas que tapam esses poros a fim de que o fluxo passe de forma eficiente.

Quando a proteína começa a ficar escassa, os poros perdem a sua barreira e é nesse exato momento que o líquido filtrado do sangue vasa e se acumula em regiões como o abdômen.

Quais são os sintomas da Ascite (barriga d’água)?

Em seu estágio inicial, a Barriga D’água não apresenta sintomas, contudo, a passar do tempo e com o desenvolvimento do problema, o indivíduo poderá começar a sofrer com alguns sintomas que irão variar de acordo com a quantia de líquido acumulada na sua região abdominal. Dos sintomas a serem considerados estão:

  • Aumento de peso repentino sem motivo justificável;
  • Sensação de inchaço;
  • A região da barriga e da cintura acaba crescendo nitidamente;
  • Dores abdominais;
  • Falta de apetite;
  • Sensações de náuseas e possíveis vômitos;
  • Problemas para poder respirar.

E ainda, dependo do fator secundário que justifique o aparecimento da ascite, o paciente também pode sofrer com outros sintomas, desde o aumento do fígado até perda de peso repentina, surgimento de edemas nas regiões das pernas e dos pés, indisposição (fadiga) e outros que também valem a pena ser analisados.

Ascite (barriga d’água) e sua relaçao com a cirrose

Dentre uma das principais doenças ligadas diretamente ao aparecimento da barriga d’água está a cirrose hepática, ou simplesmente chamada de cirrose. A mesma trata-se de uma doença crônica que atinge o fígado e surge devido ao vírus B e C da própria hepatite e também pelo abuso no consumo de álcool. Quando um indivíduo é diagnosticado com cirrose, ele apresenta alguns nódulos que se formam devido a doença e algumas cicatrizes que acabam impedindo que o sangue circule eficientemente, fato este que promove a elevação da pressão sanguínea, fazendo surgir a hipertensão portal.

Além de tudo isso que a cirrose provoca, ela também é responsável por diminuir a produção de uma proteína presente no sangue, chamada de albumina. Como vimos, tal proteína tem a finalidade de tapar os buraquinhos existentes nos vasos do sangue e impedir que o líquido do mesmo vase por eles e se acumulem em regiões como a cavidade do abdômen. Quando a diminuição de produção dessa proteína ocorre, é justamente isso que acontece, fazendo surgir a ascite.

Ascite (barriga d’água) e sua relação com a esquistossomose

A esquistossomose, nada mais é do que a famosa doença do caramujo, transmitida por vários parasitas. No caso do Brasil, o Schistosoma Mansoni é o principal transmitidor da doença no país e já conseguiu afetar mais de oito milhões de pessoas.

Quando um ser humano é infectado, por exemplo, através do contato com água contaminada, ele pode acabar sofrendo com um quadro de Hipertensão Portal, na fase crônica do problema. Essa pressão alta, como vimos é um dos fatores que acarretam o surgimento da Ascite e é nesse ponto que amas enfermidades se correlacionam.

A ascite (barriga d’água) tem cura?

Essa questão de cura é bem relativa. Como aprendemos que a barriga d´água é na verdade um problema que sinaliza a existência de uma doença subjacente, na realidade não existe nada em questão que promova a cura da ascite por si só.

Os sintomas do problema podem desaparecer, à medida que a doença em questão seja tratada e curada, ou seja, a cura da ascite depende diretamente da cura da doença que a fez surgir.

Inclusive, se tratando de enfermidades crônicas ou de doenças que acabam não tendo uma resposta satisfatória ao tratamento utilizado, a probabilidade que a ascite volte é muito grande. Desse modo, se o indivíduo não faz o tratamento adequado da doença pela qual ele foi acometido, ele dificilmente conseguirá se livrar da Barriga D’água.

A ascite (barriga d’água) pode atingir os cachorros?

Barriga d'água ou Ascite: Quais são as Causas? Tem Cura?

Para quem desconhece, a Barriga D’água pode atingir sim o cachorro e inclusive os gatos. E da mesma forma que ela surge no ser humano em decorrência de escassez de proteína presente no fluxo sanguíneo, de problemas no fígado, funcionamento irregular do coração ou até pela existência de vermes e parasitas no organismo, da mesma forma pode ocorrer com esses bichinhos de estimação. Além disso, a ascite pode ser o produto resultando de determinados tipos de infecção, hemorragia interna e até mesma da ruptura nas vias do sistema urinário.

Na maioria dos casos, o dono desses animais só conseguem detectar que eles estão sofrendo de ascite, no momento em que notam que a barriga deles já está em um tamanho grande e desproporcional ao seu peso e corpo. Quando essa situação acontece, é muito importante levar o bichinho para um médico profissional da área, a fim de fazer um exame de ultrassom que detecte a existência de líquido acumulado na cavidade do abdômen e possibilite que possa ser feito uma retirada desse líquido, para que ele possa ser estudado e descoberto em seguida a verdadeira causa desse acúmulo e decidido quais as melhores formas de tratamento para ela.

Quem tem animal de estimação em casa deve se precaver e prevenir para que o mesmo não sofra com o problema. E dentre os mecanismos que podem ser utilizados para essa prevenção destacamos:

  • Passear junto com o animal, evitando deixar ele solto na rua;
  • Garantir sempre que a sua vacinação esteja em dia;
  • O ideal é alimentar o animal com ração apropriada, evitando dar comida humana para ele;
  • A vermifugação deve ser feita de forma período, de acordo com a recomendação e instrução do veterinário;

A ascite (barriga d’água) no animal tem cura?

Sim, felizmente, assim como em nós seres humanos, a ascite pode ser tratada quando atinge os cachorros e os gatos. Porém, como já vimos, a cura vem diretamente do tratamento eficiente do possível problema subjacente que o animalzinho possa estar sofrendo. Dentre os principais fatores que podem estar ligando a ocorrência de ascite no seu animalzinho estão a falta de vontade de comer, a letargia, presença de vômitos, ganho e peso inexplicável, sinais que justifiquem provável dor, gemer quando vai se deitar e dificuldade para respirar.

O ideal mesmo é que você cuide sempre muito bem do seu cachorro ou gato e promova todas as alterações necessárias para prevenir o aparecimento do problema, uma vez que isso causa sofrimento para o animal até o momento em que ele de fato conseguir obter melhora.

Como a ascite (barriga d’água) deve ser tratada?

Se por acaso você ou alguém que você conheça tenha recebido o diagnóstico de ascite, é extremamente importante saber o que deve ser feito para tratar o problema. Primeiramente, todo o tratamento se baseia precipuamente na utilização de paracentese, que nada mais é do que um método utilizado para drenar. Nesse contexto é ligado no abdômen uma punção, que através de um cateter, faz toda a drenagem do líquido acumulado para uma espécie de bolsa de coleta.

Não é preciso se preocupar pois todo esse procedimento, além de não causar dor no paciente, é super simples de ser feito. Aliás, é utilizada uma anestesia na região a ser tratada, o que justifica o fato do tratamento ser indolor.

Contudo, quem pensa que basta tirar o líquido do abdômen para ficar tudo certo está muito enganado, até porque não é a ascite que está sendo tratada de forma isolada. A atenção principal é da doença que promoveu o surgimento desse problema em questão e o tratamento dela é que vai definir a cura ou não da ascite propriamente dita. Em vista disso, dependendo do caso, as formas de tratamento podem variar bastante, sendo necessário as vezes utilizar-se de medicamentos diuréticos para auxiliar esse processo de cuidado, bem como alterações na dieta alimentar que incluem restrição quanto ao consumo do sal, uma vez que ajuda a evitar que a quantidade presente de sal no sangue seja elevada.

Já nos casos em que o indivíduo é diagnosticado com uma cirrose em estágio avançado, o método da paracentese pode ser necessário com mais periodicidade, visto que nesse quadro da doença já não se torna mais possível conseguir tratar e curar a Barriga D’água. Quando o paciente estiver sofrendo com alguma infecção, o procedimento mais indicado será oferta-lo no hospital, o uso de antibióticos que consigam combater os principais causadores da própria infecção.

Quais os medicamentos mais indicados para ascite (barriga d’água)?

Se o diagnóstico comprovar a ascite, existem os melhores remédios para auxiliar no tratamento do caso. E cm relação a eles é extremamente importante que tenham a capacidade de promover a drenagem dos líquidos que acabaram se acumulando indevidamente no organismo. Tais medicamentos são o que chamamos de diuréticos e que um pouco anteriormente mencionamos. E dentre a gama variada de diuréticos disponíveis, os melhores para esse caso são o Furosemida e o Espironolactona.

Lembrando que não pode tomar tais medicamentos por conta própria. Você deve ir a um profissional ideal e de acordo com suas recomendações tomar as providências necessárias para obter melhora.

Afinal, como prevení-la?

Afirmar que existe uma forma precisa de prevenir a possível e temida ascite é precipitar-se. Mas também não se pode negar que existem sim alguns cuidados que podem ser tomados para tentar evita-la da melhor maneira possível. Anote aí todas as dicas:

  • O ideal é não consumir bebida alcoólica, mas para quem não quer cortar da lista, pode reduzir significativamente esse consumo, evitando exageros, até porque isso prevenirá eficazmente uma possível cirrose futura;
  • Consumir diariamente pelo menos dois litros de água, para que os rins não fiquem sobrecarregados;
  • Mantenha sempre uma dieta bem equilibrada e se policie no consumo do sal;
  • Ficar em dia com as vacinas da hepatite A e B;

Quando for entrar em contato com água represada, use sempre botas e luvas, visto que nela se encontra o espaço perfeito para que parasitas transmissores da esquistossomose vivam e se proliferem. Com os cuidados necessários é possível sim não ter esse problema na sua vida, mas se tiver, lembre-se, é imprescindível ir em busca de um profissional qualificado para que ele diagnostique a verdadeira causa decorrente da ascite e lhe indique para o melhor tratamento do seu caso.