Distúrbios Metabólicos Podem Causar Zumbido no Ouvido

A causa do zumbido no ouvido pode estar relacionada ao distúrbios metabólicos. O sistema ou aparelho vestibular (conjunto de órgãos do ouvido interno responsáveis pelo equilíbrio) é sensível e, por isso, é comum a relação de sintomas vestibulares com alterações específicas em outros órgãos ou sistemas, principalmente com o sistema metabólico, já que a orelha interna gasta muita energia para seu funcionamento.

Tipos de distúrbios metabólicos

Os distúrbios metabólicos relacionados ao zumbido no ouvido podem ser hiperinsulinemia, hipoglicemia, hipertireoidismo, hipotireoidismo, além de também ocorrerem maus hábitos alimentares, como ingestão em excesso de cafeína (refrigerantes, café, chá preto), chocolates, outros doces e alimentos gordurosos, além de deficiência de zinco e de vitaminas, principalmente A e B.

A deficiência hormonal tireoidiana reduz toda a produção energética celular, prejudicando a microcirculação, oxigenação e metabolismo dos órgãos neuro-sensoriais, podendo desencadear ou agravar distúrbios da audição, inclusive zumbido.

O hipotireoidismo

No hipotireoidismo costumamos encontrar sintomas e sinais, discretos nas fases iniciais e intensos quando há grande deficiência do hormônio, sem reposição: maior sensibilidade ao frio, pele seca e áspera, aumento de peso sem aumento de apetite, pernas e pálpebras inchadas, intestino lento, desânimo, fadiga, tristeza, apatia, sonolência excessiva, perda de memória, dificuldade de raciocínio, voz rouca ou arrastada, dores nas articulações, câimbras, alterações menstruais, infertilidade, disfunção sexual.

Chamamos de hipotireoidismo primário quando a causa está na tireóide, e secundário quando é conseqüência  de uma deficiência na hipófise ou no hipotálamo (no último caso também chamado de terciário).

Em 99% dos casos em adultos, o hipotireoidismo é irreversível, sendo compensado com adequada reposição hormonal. No 1% dos casos reversíveis, em que podemos falar em cura, estão as tireoidites sub-agudas que são formas dolorosas, resultantes de infecções, e também o hipotireoidismo secundário, que pode ocorrer nos distúrbios que aumentam a prolactina.

Quais são as causas dos distúrbios metabólicos?

A  causa mais frequente em adultos é uma forma auto-imune, de evolução lenta e crônica, onde o organismo forma anticorpos contra a própria glândula, destruindo gradualmente as suas células produtoras de hormônio. É conhecida por Tireoidite de Hashimoto. Bloquear o sistema imunológico para interromper a produção dos anticorpos seria muito pior do que a própria tireoidite.

Em primeiro lugar, devem ser feitas as dosagens do T4 livre, T3 livre, prolactina (pode estar elevada no hipotireoidismo), anticorpos anti-tireoperoxidase e anti-tireoglobulina (elevados na Tireoidite de Hashimoto).

É considerado um nível de TSH acima de 4 µU/ml. suspeito de hipotireoidismo. Pode estar em fase inicial ou ser uma forma sub-clínica (sem sinais evidentes). Existem exames sofisticados para detectar essas alterações, como o teste de  estímulo do TSH com administração de TRH (hormônio hipotalâmico liberador do TSH). Uma resposta exagerada sugere hipotireoidismo.

A maioria dos casos a tireóide não está tão aumentada a ponto de  chamar a  atenção, podendo até estar com o volume reduzido. Um exame físico minucioso geralmente detecta alguma alteração, seja na consistência, no formato, na sensibilidade, ou presença de nódulos.

A ultra-sonografia e/ou cintilografia com radio-isótopos fornecem os detalhes mais finos do tecido tireoidiano.  Para os nódulos suspeitos de malignidade está indicada a punção-biópsia aspirativa com agulha fina.

Quais os tratamentos?

No hipotireoidismo é feito com a L-Tiroxina, também chamada de levotiroxina. É sintética e exatamente igual ao T4 (tiroxina) produzida pela glândula, podendo ser considerada natural. As necessidades do organismo não são constantes, podendo variar com a idade, peso e situação clínica. Exemplo: Aumentam na gestação, necessitando elevação gradual da dose.

O T3 é formado pela metabolização do T4 nos tecidos, não sendo necessário tomá-lo. Vai ser detectado e medido nas dosagens. É usado apenas nos raros casos de déficit da enzima periférica que converte o T4 em T3. Devem ser feitos  exames clínicos e laboratoriais periódicos para manter a dose bem ajustada.

É uma sintonia fina e importante para a saúde e qualidade de vida.

Fontes:

http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=283

Viagra Pode Causar Perda Auditiva

Viagra e vários outros medicamentos para a disfunção erétil (DE) têm sido investigados, há algum tempo, como uma potencial causa de perda auditiva, mas ainda é apenas uma suspeita, pois os estudos ainda não foram concluídos.

Na época que o Viagra foi aprovado, em 1998, o “Food and Drug Administration (FDA)” dos EUA descobriram que cinco pessoas, de um total de 25.000 que utilizavam o Viagra desenvolveram perda auditiva. Este é um número relativamente pequeno, por isso que o alerta sobre a perda auditiva não era tão proeminente no momento da aprovação.

No entanto, no final de 2007, o FDA começou a notar mais casos de perda auditiva em pessoas que tomam Viagra e outras drogas DE.

Buscando em seu sistema de relatórios de eventos adversos, a FDA descobriu 29 casos de surdez súbita dentro de três dias de dose de um inibidor de PDE5 dos últimos pacientes. Em geral, o tipo de perda auditiva relatado foi neurossensorial unilateral com perda parcial ou total. Às vezes, zumbido e tontura estavam envolvidos.

15 dos 29 eventos adversos relatados foram relacionadas ao Viagra especificamente. Em cinco casos, a perda súbita de audição aconteceu após a primeira dose do medicamento. Nove pessoas tiveram perda auditiva unilateral e uma teve bilateral. Oito das 15 pessoas apresentaram perda auditiva “em curso” e quatro tiveram temporária.

Esses casos não podem ser diretamente ligados a inibidores da PDE5, devido à possível presença de outros fatores, como a idade do paciente e uso de outras medicações. No entanto, a FDA está em alerta e exigiu mudanças na bula para chamar mais a atenção para o potencial de perda auditiva.

A FDA adverte que, se alguém começar a sentir perda de audição, enquanto estiver usando Viagra ou um medicamento similar, deve parar imediatamente de tomar e contatar o médico.

Estudos de Laboratório

Pode ser provado que o Viagra causa perda auditiva em pessoas? Alguns pesquisadores estão tentando descobrir. Pesquisadores da Coréia do Sul fizeram um estudo com ratos machos que tinham sete semanas de idade. Por 105 dias alguns dos ratos receberam altas doses de Viagra, enquanto que outros não receberam, para que servissem como grupo de controle para comparação. Ambos os grupos tinham testes auditivos antes do estudo e, novamente, no dia cinco, 10, 15, 25, 35, 105 e 135 do estudo.

A audição foi testada em várias formas, incluindo respostas auditivas do tronco cerebral e emissões otoacústicas. Uma audiometria de tronco encefálico mede como o cérebro responde a soar. As emissões otoacústicas são os ecos fracos produzidos pelo ouvido depois que ouve um som. Os resultados mostraram que doses elevadas de Viagra aumentaram o limiar do deslocamento das respostas auditivas do tronco cerebral. Isto é, o som deveria ser mais alto para evocar uma resposta. Além disso, as emissões otoacústicas foram diferentes entre os ratos com altas doses e os ratinhos de controle, quando o tratamento foi administrado durante um longo período de tempo.

Os investigadores concluíram que o tratamento de alta dose a longo prazo pode causar perda de audição em ratinhos. Há a possibilidade de acontecer resultados semelhantes em humanos? Os pesquisadores citaram um exemplo de um homem de 44 anos de idade que desenvolveu surdez profunda depois de tomar Viagra em 50 miligramas por dia durante 15 dias.

Embora não tenha sido provado que o Viagra e outros medicamentos PDE5 podem causar perda de audição em humanos, a evidência está por vir. A associação é apoiada apenas em estudos com animais, mas até agora, a evidência disponível sugere que a incidência ainda é baixa.

 

Fonte:

http://deafness.about.com/od/medicalcauses/a/viagra_hearing_loss.htm

 

A Terapia Estimulação Magnética Transcraniana (TMS) Pode Tratar o Zumbido no Ouvido

A Terapia Estimulação Magnética Transcraniana repetitiva (EMTr) é um tratamento indolor feito por meio da emissão de pulsos magnéticos sobre o córtex, os quais geram uma corrente elétrica que pode alterar a atividade das células nervosas e reduzir o zumbido.

Clinicamente, percebeu-se que o tratamento com EMTr apresenta significativa melhora do controle do zumbido, mantendo-se a melhora por mais de seis meses. Um dos mecanismo da melhora do zumbido pode estar relacionado à redução do fluxo sanguíneo no lobo temporal esquerdo após o período de Estimulação Magnética Transcraniana causando uma redução significativa do incômodo do zumbido e redução da atividade neuronal no córtex temporal que se encontra hiperexcitada no zumbido crônico refratário.

Atualmente, a EMTr é aprovada em alguns países, como Estados Unidos, Canadá, Austrália, Israel e, entre outros para o tratamento da depressão, mostrando grande eficácia, ação mais rápida do que outros tratamentos e, praticamente, sem efeitos colaterais. Além disso, é usada em caráter experimental na fase eufórica dos transtornos bipolares (a outra faceta é a depressão), enxaquecas, dores da fibromialgia, zumbido no ouvido e alucinações auditivas de pessoas com esquizofrenia. No Brasil, entretanto, o método está disponível apenas em clínicas particulares, e em caráter de pesquisa na rede pública. “Vamos pedir uma revisão ao Conselho Federal de Medicina para que esses tratamentos possam ser oferecidos mais amplamente”, diz o psiquiatra Marco Antonio Marcolin.

Loyola University Medical Center, Chicago (EUA), está estudando se uma nova forma de terapia não-invasiva magnética pode ajudar as pessoas que sofrem de zumbido. A terapia Estimulação Magnética Transcraniana (TMS) envia impulsos curtos de campos magnéticos para o cérebro. TMS foi aprovado desde 2009 para os pacientes que sofrem de depressão e falharam pelo menos em um anti-depressivo.

O estudo Loyola irá incluir pacientes que sofrem de depressão e zumbido. Estudos recentes revelaram que 12% das pessoas com zumbido crônico também sofrem de depressão e ansiedade – uma taxa três vezes superior ao da população em geral.

O zumbido é a percepção do som em um ou ambos os ouvidos, quando não há fonte externa. Pode parecer algo tocando, sibilando, rugindo, assobiando, cantando ou clicando. Cerca de 50 milhões de americanos têm pelo menos algum zumbido; 16 milhões procuram atendimento médico e cerca de dois milhões são seriamente debilitados, de acordo com a associação americana do Tinnitus.

A percepção dos sons fantasmas pode ser mais evidente em pessoas que estão deprimidas. Além disso, medicamentos antidepressivos podem causar zumbido, ocasionalmente, disse o Dr. Murali Rao, investigador principal do estudo sobre zumbido TMS de Loyola.

Como Funciona a Terapia magnética para o Zumbido?

Vários estudos anteriores descobriram que a EMT pode beneficiar pacientes com zumbido. O estudo de Loyola é o primeiro a examinar os pacientes que sofrem de tanto zumbido e depressão. “A combinação dessas duas condições pode ser extremamente debilitante”, disse Rao.

Durante o tratamento TMS, as pacientes reclinam em uma cadeira confortável acolchoada. A bobina magnética, colocada ao lado esquerdo da cabeça, envia impulsos curtos de campos magnéticos para a superfície do cérebro. Isso produz correntes que estimulam as células cerebrais e estas, por sua vez, afetam os circuitos regulatórios de humor mais profundamente no cérebro. As alterações resultantes no cérebro parecem ser benéficas para pacientes que sofrem de depressão. Cada tratamento de terapia magnética dura de 35 a 40 minutos.

O estudo irá inscrever 10-15 pacientes. Cada paciente irá receber cinco tratamentos por semana, durante 4-6 semanas, para um total de 20 a 30 tratamentos de terapia magnética. Cada paciente será avaliado por um médico três vezes durante o curso do tratamento, ou mais freqüentemente se o médico julgar necessário.

Os tratamentos não necessitam de anestesia ou sedação. Depois disso, o paciente pode retomar suas atividades normais imediatamente, incluindo a condução. Estudos descobriram que os pacientes não experimentam perda de memória ou convulsões. Os efeitos secundários incluem dor de cabeça leve ou formigamento no couro cabeludo, na qual pode ser tratada com paracetamol.

Estudo sobre Estimulação Magnética Transcraniana

Um trabalho realizado pelo Grupo de Pesquisa em Zumbido da Faculdade de medicina da USP (Universidade de São Paulo) com 20 pacientes mostrou que aqueles que fizeram sessões de Estimulação Magnética Transcraniana por cinco dias consecutivos melhoraram mais do que os que não passaram pelo tratamento.

Cada sessão de EMTr no IPQ da USP custa em torno de R$ 350,00.

Onde encontrar o tratamento Estimulação Magnética Transcraniana

Dr. Marco Antonio Marcolin

Av Angélica 2466 Cj 232 – Consolação

São Paulo, SP | CEP: 01228-200

(11) 3257-1697

Fonte:

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/09/120918184754.htm

Por que algumas músicas soam com harmonia e outras não?

Desde a era antiga, escolas sempre tiveram dúvida porque algumas músicas tem uma harmonia tão perfeita enquanto outras não. Os gregos acreditavam que cada tamanho de uma corda de um instrumento musical, representava uma nota e tudo era uma questão matemática. Por outro lado, os compositores do século 20 estudaram que o gosto dependia do que cada indivíduo está acostumado a ouvir.

Os pesquisadores publicaram recentemente uma análise de mais de 250 universitários de Minnesota em relação a variedade de músicas e sons não musicais. “A pergunta é, qual teoria está atrás de uma nota prazeirosa ou não prazeirosa?” questiona Josh McDermott, quem conduziu o estudo na universidade do Minnesota antes de mudar para a Universidade de Nova Yorque. Esse foi uma das questões mais discutidas sobre a percepção humana.

Harmonia é a relação entre a frequência e a batida de tempo

A equipe da universidade do Minnesota, que inclui os colaboradores Andriana Lehr e Andrew Oxenham, foi capaz de manipular independentemente a relação entre a frequência harmônica do som e a qualidade das batidas do tempo. Frequências harmônicas são mulitiplicações de uma frequência, explica Mc Dermott. Por exemplo, notas de frequência 200, 300 e 400 Hertz são multiplicações de 100. Essas batidas ocorrem quando dois sons de frequências distintas estão próximos um ao outro. Assim, causando o aumento ou diminuição em amplitude, e produzindo um audível “balançando” com qualidade.

instrumentos_musicais_frequências

Os resultados dos pesquisadores mostraram que as cordas musicais podem soar bem ou não dependendo se as notas estão sendo tocadas produzindo frequências harmonicamente relacionadas ou não. As batidas do tempo não foram consideradas tão importantes. Impressionante é que os músicos com mais experiência tinham uma seleção melhor pelas frequências harmônicas. Ou seja, a aprendizagem influencia bastante- até mesmo as notas primárias, explica McDermott Mc Dermott diz, que precisa estudar fora do país para saber se as pessoas ao redor do mundo reagiriam da mesma maneira mas os efeitos da experiência musical explica que a cultura da música ocidental influenciou na aprendizagem de sons da frequência harmônica. Ouvintes com experiências diferentes podem ter preferências diferentes. “ A diversidade das músicas das outras culturas estão baseado nisso. “intervalos e notas que são dissonantes no padrão ocidental podem ser comuns em outras culturas, “diz McDermott. “ A diversidade é a uma regra mas não uma excepção”.

Recentemente a música ocidental está dominando os rádios do mundo inteiro. “Jovens da Indonesia estão ouvindo Eminem,” diz McDermott, “Assim irá ficar difícil para descobrir a verdade”

Entre os pesquisadores estão, Josh H. McDermott, New York University, New York, NY; Andriana J. Lehr, University of Minnesota, Minneapolis, MN. and Andrew J. Oxenham, University of Minnesota, Minneapolis, MN.

 

Fonte: Josh H. McDermott, Andriana J. Lehr, and Andrew J. Oxenham. Individual Differences Reveal the Basis of Consonance. Current Biology, 2010; DOI: 10.1016/j.cub.2010.04.019

Problemas de Visão e Audição Isolam os Idosos da Comunidade.

Problemas de visão e audição são as principais causas que fazem os idosos a se isolarem de eventos e atividades na comunidade. Isso foi observado pelos estudos conduzido por Gerotology Research Center, Canadá.

As relações sociais são essenciais para uma melhor qualidade de vida quando chega a certa idade e, contribuindo, inclusive, para o aumento da longevidade. Estas relações não se resumem apenas aos espaços exclusivos à terceira idade, mas também ao convívio entre amigos, familiares e entre outros.

Perda de sensibilidade nos cinco sentidos é comum entre os adultos de terceira idade. Aproximadamente 1/3 dos europeus com mais de 50 anos têm problema em um ou mais dos sentidos. Esses problemas têm sido comum entre esse grupo de idade. A dificuldade de ouvir faz com que as pessoas dessa idade se afastem das outras pessoas, pois dificulta muito a boa comunicação, principalmente em ambientes mais barulhentos, pois dificultam ainda mais os que têm algum grau de perda auditiva a ouvirem. Os resultados também mostraram que pessoas com perda auditiva tem uma qualidade de vida precária em relação aos que ouvem bem.

Em um estudo feito pela Tuija Mikkola, conduzido pela grande LISPE (Life-Space Mobility in Old Age), foram entrevistados mais de 848 pessoas de 75 a 90 anos. Quase a metade dos entrevistados reportaram dificuldade em comunicação, principalmente nos ambientes barulhentos.

Estudo da Anne Viljanen foi conduzido com a colaboração research group University of Southern Denmark, Dinamarca. Eles recolheram dados da SHARE (Survey of Health, Aging and Retirement in Europe) que inclui 11 países europeus, mais de 27 mil pessoas com mais de 50 anos de idade dos países nortenhos, Europa central e região mediterrâneo. O estudo avaliou a prevalência de problemas de visão e audição e se esses sentidos estão interligados com a atividade social. Pessoas com problemas de visão e/ou audição demonstraram menos envolvimento com atividade social dos que não tem problemas.

Reabilitação é Essencial para os Idosos que Sofrem de Problemas de Visão e Audição

Problemas de visão e audição isolam os Idosos da comunidade.

Anne Viljanen and Tuija Mikkola acham que as medidas de prevenção e reabilitação são importantes para ajudar as pessoas com deficiências sensoriais. É possível compensar a deficiência de um sentido com um outro. Por exemplo, pessoas com problemas auditivos poderiam se comunicar pelos gestos e leitura de lábios. Dessa maneira é importante que as pessoas procurem ajuda dos especialistas na área de saúde para que tenham assistência e para poder interagir com outras pessoas.

O software Hearing Guardian funciona para ajudar os que têm algum grau de perda auditiva, perda leve até moderada. Não somente ajuda a reabilitar mais também ajuda na prevenção. O programa é um sistema inteligente que diagnostica e condiciona as áreas danificadas da audição. O programa pode ser baixado gratuitamente no website da Biosom e tem toda assistência da equipe Biosom.

 

Dores nas costas? Dispositivo avisa quando sua postura está errada.

Quando a pessoa fica com uma postura inadequada, o dispositivo vibra imediatamente. O objetivo é alertar o usuário para que corrija sua posição, ajudando assim a prevenir danos e dores nas costas. 

O dispositivo chamado “UpRight” fica “colado” na parte inferior das costas com um adesivo antialérgico. Diversos sensores identificam quando sua postura piora e fazem o dispositivo vibrar. Ele foi projetado, principalmente para quem trabalha em escritório. Pois muitas horas em frete dos computadores, por distração e/ou fadiga, faz com que todos se esqueçam de sua postura.

Além de dor nas costas, a má postura influência a qualidade da respiração e função dos órgãos internos, assim, afetando sua produtividade. Estar sempre com a coluna ereta, irá proporcionar a prevenção desses problemas. A função do dispositivo UpRight é lembrá-lo – através de uma vibração – quando estiver com uma posição prejudicial.

Através de um aplicativo, elaborado por especialistas, os usuários do UpRight podem acompanhar seu uso diariamente, onde recebem análises e estatísticas para que possam melhorar cada vez sua postura até que consigam se acostumar sem o uso do dispositivo.

 

Oded Cohen, criador do dispositivo, disse: “A ideia para o UpRight veio de muitos anos atrás, quando eu queria ajudar minha mãe com seu hábito de curvar equivocadamente a coluna. Infelizmente, eu demorei muito tempo. No ano passado, minha mãe começou a sofrer de dores nas costas e agora precisa de ajuda de medicamentos”.

Acompanhe as novidades do projeto Upright para aqueles que sofrem de dores nas costas

UpRight tem uma bateria de quatro dias, uma porta USB para carregar e bluetooth embutido. O seu design inteligente de silicone pesa apenas 30 gramas e mede 10 centímetros de comprimento. O valor é estimado em pouco mais de R$ 300 e está previsto para ser lançado no mercado em julho de 2015. Acesse o site e fique conectado. Clique aqui.

Veja como funciona o dispositivo Upright para corrigir as dores nas costas (2:38):

Oded Cohen, criador do dispositivo, disse: “A ideia para o UpRight

Fonte: 

http://www.uprightpose.com/

A maioria das pessoas com perda auditiva são jovens

A perda auditiva atinge todas as idades e, quem imagina que os idosos são os mais atingidos, está errado! A faixa etária que mais possui perda auditiva são os jovens.

Pessoas com perda auditiva sentem vergonha da debilidade por se considerar diferente ou por achar que tem uma condição rara, mas estatísticas mostraram que a prevalência de perda auditiva é comum. A última pesquisa(2004) mostrou que 31.5 milhões de pessoas reportaram a dificuldade de ouvir equivalente a 10% da população americana. Se você tem perda auditiva, os estudos comprovam que você não está sozinho.

Jovens devem dar importância à audição

Aqui estão alguns números sobre a perda auditiva:

– 3 das 10 pessoas com mais de 60 anos tem perda auditiva;
– 1 a cada 6 geração baby boomers (idade 41-59), ou 14.6% tem perda auditiva;
– 1 a cada 14 geração x (idade 29-40), ou 7.4% tem perda auditiva;
– Pelo menos 1.7% dos jovens menores de 18 anos tem problemas de audição.
– É estimado que 3 dos 1000 bebes nascidos tem problemas de audição profunda.

A maioria das pessoas (65%) com perda auditiva tem menos de 65 anos. Existe mais de 6 milhões de pessoas nos Estados Unidos entre 18 a 44 anos, e 3 milhões de crianças. Isso significa que perda auditiva atinge todas as idades. Esse número não somente aplica nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro, incluindo o Brasil.

Muitos pensam “mas o meu médico teria me contado se tivesse perda auditiva”. Isso não é verdade, pois somente 13% dos médicos perguntam frequentemente sobre esse estado físico. Já que muitas pessoas conseguem ouvir bem em um lugar silencioso como a sala de clínica, seria quase impossível perceber a gravidade do problema. Portanto, sem nenhum treino especial seria difícil até para os especialistas descobrirem a perda auditiva do paciente. Jovens, adultos e idosos precisam e devem fazer um exame de audiometria de rotina.

Como prevenir?

Já que a perda auditiva não tem idade. É importante você cuidar da sua audição desde jovem. Sempre evite a poluição sonora usando protetores auriculares nos ambientes barulhentos e condicionando a sua audição com o software Hearing Guardian v1.

 

Fonte:

http://www.betterhearing.org/hearingpedia/prevalence-hearing-loss

Estudo Brandeis: má audição pode causar memória ruim

Os pesquisadores da Brandeis dizem que os idosos que sofrem de perda de audição também podem perder a capacidade de se lembrar da linguagem.

Segundo pesquisadores da Brandeis

Os adultos mais velhos com perda auditiva leve a moderada severa podem gastar tanta energia cognitiva em ouvir com precisão, que como resultado, a sua capacidade de se lembrar da língua falada sofre.

O estudo mostrou ainda que mesmo quando os adultos mais velhos podiam ouvir palavras bem o suficiente para repeti-las, a capacidade de memorizar e recordar as palavras era muito pior quando comparado com outros indivíduos da mesma idade, que tinham uma boa audição.

Alerta a quem trabalha com pessoas mais velhas

“Há efeitos sutis de perda auditiva na memória e a função cognitiva em adultos mais velhos”, disse Arthur Wingfield. A Professora Nancy Lurie de Neurociências e diretora do Centro Nacional Volen de Sistemas Complexos afirmou que “este estudo é um sinal de alerta para quem trabalha com pessoas mais velhas, incluindo profissionais da saúde, por serem especialmente sensíveis à forma como perda de audição pode afetar a função cognitiva”.

Ela sugeriu que indivíduos que interagem com pessoas mais velhas, com alguma perda de audição podem modificar a forma como eles falam, ao falar de forma clara e pausadamente, ou falar por partes, não necessariamente diminuindo a fala dramaticamente.

 

Fonte:

http://www.sciencedaily.com/releases/2005/09/050901071906.htm