Diminuir a Quantidade de Café Pode Reduzir o Zumbido no Ouvido?

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Durante décadas, vários estudos e conclusões sobre a influência do consumo de café na saúde das pessoas são realizados e várias já foram as conclusões a que se chegaram. Até mesmo relatos de que o consumo da bebida levaria a uma maior probabilidade de surgimento de câncer já foi mencionado em pesquisas e que, posteriormente, foram refutadas por outras pesquisas mais criteriosas.

É fato que, de tudo o que consumimos, a quantidade e a frequência são fatores determinantes para o surgimento de alguma complicação relacionada ao alimento em questão. E, da mesma forma, o café, se consumido demasiadamente ao longo do dia (mais de 500 ml de café por dia), poderá, sim, trazer consequências como insônia e gastrite, por exemplo.

E será que o zumbido no ouvido também teria alguma ligação com o consumo excessivo de café? E a diminuição das xícaras durante o dia poderiam amenizar ou reverter o quadro? Estudos realizados mostraram-se controversos quando se trata da implicação ou não da cafeína sobre o zumbido e outros indicando até mesmo uma possível melhora. A nova pesquisa revelou que parar de consumir cafeína não alivia zumbido agudo e abstinência dela pode aumentar o problema. Este estudo é o primeiro a verificar o efeito do consumo de cafeína sobre o zumbido.

A cafeína apresenta uma ação vasoconstritora e efeitos neuroestimulantes nos receptores adrenérgicos. Essa ação estimulante pode interferir, de certa forma, nas vias auditivas e alterar os aspectos de percepção do zumbido por indivíduos que se encontram nessa condição.

Os pesquisadores realizaram um estudo controlado de cafeína retirada em fases e abstenção total para testar uma conexão entre o consumo da substância e zumbido. O objetivo do estudo foi fornecer evidências para a prática terapêutica para a comunidade de zumbido.

66 voluntários que tiveram zumbido e que, normalmente, consomem pelo menos 150 mg por dia de cafeína participaram de um teste de 30 dias. O café habitual deles foi substituído por fontes duplamente cegas sob uma de duas condições: consumo habitual seguido de retirada gradual, ou retirada gradual seguida de consumo de cafeína habitual.

O estudo foi projetado de forma que os participantes não sabem sobre as condições. Eles sabiam que iriam receber cafeína em alguns dias, porém não em outros e tampouco qual seria o dia. Os participantes foram obrigados a preencher um questionário para medir seu zumbido três vezes durante o estudo – no início, depois de terem sido retirados de cafeína por dez dias e depois de terem consumido a sua quantidade normal de cafeína por dez dias. Os participantes também mantiveram um registro muito breve de seus sintomas de zumbido diariamente.

Em um estudo de 2014, realizado por Ricardo Rodrigo Figueiredo e colaboradores, foi analisado os efeitos da redução de cafeína sobre a percepção do zumbido e, ao final da pesquisa, foi constatado que o tratamento não é eficaz, se considerada a medida como padrão para qualquer tipo de pessoa. Mas houve uma ressalva para pacientes com idade inferior a 60 anos, que apresentaram resultados benéficos e significativos.

Isso porque o zumbido em pacientes acima de 60 anos pode ter relação com a perda auditiva natural, que surge com o envelhecimento, e também por questões de tratamentos diversos com uso de múltiplos medicamentos.

Há também a hipótese de que a medida da restrição do café para pessoas que mantêm um consumo um alto consumo pode provocar uma crise de abstinência, que também levaria ao agravamento da percepção do zumbido e de nada adiantaria a medida.

“Queríamos desafiar a alegação de que parar de tomar café não alivia o zumbido”

Diminuir a Quantidade de Café Pode Reduzir o Zumbido no Ouvido?

Dr. Lindsay St. Claire, Professora Sênior no “Centre for Hearing and Balance Studies” na Universidade de Bristol (Reino Unido), e principal pesquisadora do estudo, disse: “Quase 85% dos adultos no mundo consomem cafeína diariamente, queríamos desafiar a alegação de que parar de tomar cafeína alivia o zumbido. Muitos profissionais apoiam a retirada da cafeína como um tratamento para o zumbido, mesmo que não haja qualquer evidência relevante, e, em alguns casos, os sintomas de abstinência de cafeína podem até piorar o zumbido”.

“Muitas outras restrições alimentares são requeridas para aliviar o zumbido sem o apoio de estudos controlados. Mais trabalho nesta área seria de grande benefício para as pessoas com zumbido e seus médicos”.

O presidente da “UK Deafness Research”, Vivienne Michael, acrescentou: “Por muitos anos, havia uma crença de que a cafeína era um agravante de sintomas de zumbido, embora haja muito pouca evidência para apoiar isto. Só no Reino Unido, estima-se que para mais de meio milhão de pessoas, o zumbido tem um efeito negativo em sua qualidade de vida”.

“Este artigo relata, em uma análise detalhada, os efeitos do consumo de cafeína, a retirada, abstinência e a gravidade dos sintomas de zumbido. Ele fornece a primeira evidência experimental para contestar a teoria de que a cafeína desencadeia ou agrava o zumbido”.

Podemos notar, então, que o zumbido não possui um fator único de causa. E que o café não é o grande vilão, se levarmos em conta a quantidade que se é ingerida no dia-dia. E, mais uma vez, retornamos à tese de que devemos respeitar o limite de quantidade de tudo aquilo que ingerimos. Tendo isso em mente, uma xícara de café vai bem em qualquer ocasião!

Fonte:

http://www.sciencedaily.com/releases/2010/01/100112121936.htm

4 Alimentos que Podem Piorar o Zumbido no Ouvido

Existem quatro substâncias nos alimentos que podem piorar o zumbido no ouvido e é importante conhecer quais são para eliminar los da sua dieta. Se você sofre de zumbido no ouvido, já reparou que durante alguns dias o seu sintoma parece piorar sem nenhum motivo? Pois bem, quando isso acontece, você já parou para pensar sobre sua alimentação?

Uma informação interessante: se você se alimentar de uma refeição muito salgada, seu zumbido pode piorar por muitas horas. No dia seguinte, ele vai melhorar, desde que não coma sal em excesso.

Veja abaixo os 4 Alimentos que podem piorar o zumbido no ouvido:

4 Alimentos que Podem Piorar o Zumbido no Ouvido

1) Intensificadores de sabor

A maioria dos processados e alimentos pré-embalados contêm intensificadores de sabor para padronizar o gosto do alimento. O principal realçador de sabor utilizado pela indústria de alimentos é glutamato monossódico (Ex: Aji no Moto, Hondashi,Sazon). Esses temperos  quebram o glutamato no organismo. Glutamato, como o aspartame, é uma excitação neuro-transmissorial que aciona os neurônios ao limite até que eles se esgotem e morrem. Na verdade, para muitos de nós, o glutamato é o principal vilão relacionado ao zumbido.

2) Sal

O excesso de sal intensifica o volume de fluídos nos vasos sanguíneos, aumenta a pressão arterial e reduz o fluxo de sangue nos ouvidos, olhos e cérebro. O aumento da pressão arterial está diretamente ligado ao aumento do zumbido.

3) Açúcar

O metabolismo do açúcar tem um papel importante a desempenhar no bom funcionamento do sistema auditivo. O cérebro e o sistema auditivo não têm suprimento de alimentos próprio. Eles são completamente e dependentes do fornecimento regular de oxigênio e glicose (açúcar) do suprimento de sangue. Quando esta fonte de nutrientes é interrompida, desequilíbrio e danos auditivos podem ocorrer.

Derivados de açúcar: Açúcar refinado e carboidratos simples são alimentos que devem ser evitados por pessoas com zumbido. Essas substâncias causam danos incalculáveis para o sistema nervoso e podem levar a doenças neurodegenerativas, incluindo sintomas de zumbido.

4) Gorduras

Gorduras saturadas e gorduras trans têm múltiplos efeitos negativos sobre o corpo e zumbido. Gorduras saturadas não são recomendadas para aqueles com diabetes ou hiperinsulinemia. Pessoas com zumbido necessitam aumentar o fluxo de sangue para o ouvido interno para eliminar toxinas e manter as células saudáveis. Zumbido, na verdade, pode ser causado por nada mais do que diminuição do fluxo sanguíneo no ouvido interno.

É Preciso Melhorar a Dieta

http://bit.ly/hearingguardianblog

A melhor dieta para consumir, para todas as pessoas, bem como aqueles que sofrem com o zumbido, consiste em alimentos preparados na hora, abundância de frutas e vegetais, grãos integrais, feijões e nozes. Esta dieta ficou conhecida como a “Dieta Mediterrânea” e a mesma recomenda o exercício físico diário. Ela emprega muitos pães grãos inteiros ou massas, frutas, produtos hortícolas, azeite, queijo e iogurte em uma base diária. É indicado também o consumo de peixe pelo menos uma vez por semana, aves de capoeira, doces e o consumo de carne vermelha. A dieta também permite vinho com moderação.

Consulte sempre um especialista que possa ajudar em sua alimentação, o tratamento com um bom acompanhamento médico e de um bom nutricionista pode trazer benefícios ainda maiores para a recuperação da sua saúde auditiva.

Fonte:

http://www.livestrong.com/article/487277-tinnitus-worse-after-eating/

Depressão Pode Causar Zumbido no Ouvido

Segundo a otorrinolaringologista Fernanda Fiorese Philippi, o zumbido no ouvido pode ter origem psicogênica e as duas principais manifestações são a ansiedade e a depressão, sendo que ambas podem ser anteriores ou posteriores ao zumbido.

A ansiedade parece intensificar a percepção do zumbido do ouvido, enquanto a depressão faz com que o mesmo passe a ter maior importância para o indivíduo. Vários autores relatam entre 20 e 50% de depressão clínica, sendo que em metade destes casos já havia história prolongada de depressão antes do início do zumbido.

A pesquisa feita na USP sobre a depressão e o zumbido

Uma pesquisa da USP – Universidade de São Paulo feita com pacientes que são portadores de zumbido no ouvido relacionou o sintoma com aspectos psicológicos, sobretudo entre idosos. O estudo realizado pela psicóloga Rosa Maria Rodrigues dos Santos, assinala que a percepção de sons sem fonte sonora externa, classificada como fenômenos alucinatórios, típico do zumbido, está associada não apenas às questões orgânicas, como a perda de audição, mas também com aspectos emocionais dos pacientes, como a depressão.

Segundo a pesquisa, todos os participantes apresentaram alguma questão relacionada à depressão, que se manifestava em diferentes níveis, seja leve, moderado ou grave.

Remédios antidepressivos podem causar o zumbido no ouvido

Muitas pessoas que tomam antidepressivos podem perceber um zumbido nos ouvidos. Este tipo de zumbido é geralmente temporário e pode ser consequência de mudanças nos níveis de neurotransmissores, como a serotonina. Em alguns casos, o zumbido pode ter surgido de uma reação ototóxica por um antidepressivo específico. A ototoxicidade é um termo médico que é usado para caracterizar os danos causados pelos tratamentos farmacológicos no ouvido interno.

Reações ototóxicos são geralmente raras, mas podem ocorrer após um tratamento em longo prazo ou como o resultado de uma combinação com um outro medicamento. Além disso, deve notar-se que, em alguns casos os antidepressivos podem causar hipersensibilidade auditiva. Em geral, é difícil identificar quais os antidepressivos que causam o zumbido no ouvido.

De qualquer forma, se você estiver sofrendo de zumbido no ouvido causado pela medicação antidepressiva, procure um otorrinolaringologista.

Como tratar o zumbido no ouvido causado pela depressão?

É importante você verificar o seu estado geral de saúde. Qualquer anormalidade pode ser a causa do seu zumbido.  Mantenha uma dieta saudável, faça atividade física, durma o suficiente e mantenha o nível de estresse baixo.

Tome medidas para melhorar a sua qualidade de vida. Assim você será capaz de se recuperar dos problemas psicológicos, como depressão, ansiedade  e insônia, consequentemente, livrar-se do zumbido no ouvido.

Fontes:

http://mentalhealthdaily.com/2014/10/28/can-antidepressants-cause-tinnitus-ringing-in-the-ears/

O avanço da tecnologia está causando perda auditiva

Com as novidades em produtos tecnológicos, como smartphone, mp3 e aparelhos sonoros, pessoas do mundo todo são sugestionadas ao consumo e carregam, pelo menos, um destes produtos no dia a dia. Entretanto, o que muitos não sabem é que, com o avanço da tecnologia, veio também os problemas auditivos.

Na verdade, estes distúrbios ou a perda auditiva deveriam se manifestar ao longo dos anos vividos de um indivíduo, com a idade mais avançada, aproximadamente nos seus 60 ou até nos seus 75 anos. Mas muitos adultos de 40 a 50 anos que deveriam estar com a audição saudável estão experimentando a perda da audição precocemente.

Pesquisas apontam que 800 milhões de pessoas no mundo sofrem com esse sintoma de perda auditiva e, de acordo com as estimativas da OMS, esse número pode chegar a 1,1 bilhão de pessoas até 2015.

O problema tem se tornado sério em muitos jovens que têm o costume de ouvir música em alto volume. A perda auditiva nos jovens têm se agravado a cada dia pelo costume de usar o famoso fone de ouvido para se escutar músicas no mp3 ou qualquer outro aparelho eletrônico. Segundo o otorrinolaringologista Victor Campelo “se um jovem escuta um som muito alto, esse som gera ondas sonoras fortes que batem e machucam a audição”.

O especialista ainda explica que o uso de fone de ouvido para ouvir músicas com o volume alto pode ser danoso e levar à perda auditiva permanente. São danos irreversíveis provocados pela perda auditiva por ruído excessivo. O jovem só percebe o dano depois que os sintomas já estão avançados.

Como prevenir com a tecnologia?

tecnologia

A perda auditiva pode ser prevenida usando-se protetores de ouvido em ambientes com muito ruído e, ao utilizar de fones de ouvido, não ultrapassar no volume médio do seu aparelho. É sempre bom cuidar da saúde auditiva desde cedo para evitar maiores problemas, explica o especialista Victor Campelo.

Use o software Hearing Guardian v1 para prevenir

Fonte:

http://www.nbcnews.com/id/39388691/ns/technology_and_science-tech_and_gadgets/t/what-evidence-ipod-related-hearing-loss-challenged/#.VsMSZvkrKUk

A Diferença entre Aparelhos Auditivos e Amplificadores de Som

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“Os aparelhos auditivos e amplificadores de som pessoais podem melhorar a nossa capacidade de ouvir”, diz Eric Mann, MD, Ph.D, diretor da Divisão de Oftalmologia, Neurologia, e Otorrinolaringologia da FDA. “Ambos são úteis e algumas partes de suas tecnologias e funções são até semelhantes”. Mas eles têm uma diferença crucial e a mais importante de todas: apenas aparelhos auditivos são destinados para a deficiência auditiva.

O consumidor deve comprar um amplificador de som pessoal somente após a exclusão de perda auditiva, como uma causa do problema. “Se você suspeitar alguma perda de audição, faça imediatamente uma avaliação com um profissional de saúde”, acrescenta.

Escolhendo um amplificador como um substituto de um aparelho auditivo pode causar mais danos à sua audição, diz Mann. “Isso pode atrasar o diagnóstico de uma doença potencialmente tratável. Além de que a demora pode permitir que a condição piore e leve a outras complicações”, diz ele.

Tratamentos para deficientes auditivos podem ser tão simples como a remoção de uma cera em consultório médico ou, em casos raros, tão graves como uma grande cirurgia para remover um tumor no ouvido médio ou interno, diz Mann.

Quais são as diferenças entre os aparelhos auditivos e amplificadores de som? 

Em março de 2009, a FDA emitiu orientações descrevendo como aparelhos auditivos e dispositivos de amplificação de som pessoais são diferentes.

A definição básica é que um aparelho auditivo é como um dispositivo destinado a compensar a deficiência auditiva. Já os outros dispositivos pessoais não se destinam a compensar a deficiência auditiva. Em vez disso, eles se destinam aos consumidores sem deficiência para amplificar sons no ambiente por inúmeras razões, tal como para atividades de lazer.

Mann diz que os consumidores que suspeitam de algum grau de perda auditiva devem realizar um teste com um profissional da saúde para diagnosticar o problema. Caso seja diagnosticada a perda de audição, será necessário realizar uma avaliação médica completa, de preferência por um especialista em ouvido, para identificar eventuais causas tratáveis de perda auditiva.

Como descobrir se você tem perda auditiva

  • As pessoas dizem que você está gritando quando você falar com eles
  • Você precisa aumentar o volume da TV ou rádio mais do que as outras pessoas necessitam
  • Muitas vezes você pede às pessoas repetirem a fala porque você não pôde ouvi-las ou compreendê-las, especialmente em grupos ou quando há ruído de fundo
  • Você pode ouvir melhor em uma orelha do que a outra
  • Você tem que se esforçar para ouvir
  • Você não pode ouvir uma torneira pingando ou uma nota alta de um violino

Fonte:

http://www.webmd.com/fda/hearing-aids-personal-sound-amplifiers-know-difference

Músicos Têm uma Audição Mais Apurada do que os Outros

Os músicos são excepcionais para se comunicar nos lugares barulhentos, segundo o The Journal of Neuroscience.

A perda auditiva moderada afeta 30% da população acima de 60 anos de idade. Porém, uma pesquisa comparou que atividades que requerem um determinado nível cognitivo para tocar instrumentos musicais, podem tardar o efeito de envelhecimento da audição, como os casos dos músicos.

Estudo sobre a audição dos músicos

ouvido musical

De acordo ao estudo publicado no Journal Psychology and Aging, os profissionais de música de idade avançada têm uma audição melhor do que os outros da mesma idade. Nesse estudo, os pesquisadores compararam 173 idosos acima de 60 anos. Entre eles 74 músicos e 89 não-músicos. Os pesquisadores definiram como músicos aqueles que tocaram a vida inteira desde 16 anos de idade enquanto os não-músicos eram aqueles que não tocaram nenhum instrumento por mais de 2 anos.

Os testes realizados foram iguais para os músicos e não-músicos. Os dois grupos tiveram reações parecidas com a percepção do aumento do som. Porém, músicos tiveram uma vantagem. Eles conseguiram notar o espaço de tempo entre as notas e identificar frequências distintas e mostraram ter uma sensibilidade auditiva mais apurada.

Baseado nesse estudo, um músico de 70 anos de idade conseguia entender uma conversa em um ambiente mais ruidosa do que uma pessoa normal de 50 anos de idade.

Músicos são treinados para reconhecer os sons do seu instrumento em um ambiente barulhento. Além do reconhecimento, eles demonstraram que tinham uma memória melhor do que os outros porque tinham um cérebro mais desenvolvido no processamento auditivo.

Atualmente, os estudos continuarão sendo explorados para descobrir a evidência biológica do benefício da música na educação do ser humano. Os especialistas estão observando o desenvolvimento das crianças com treinamento musical.

 

Fonte:

http://www.aahearinggroup.com/better-hearing-in-musicians
http://www.smartplanet.com/blog/pure-genius/research-shows-musicians-have-better-hearing/

Ouças os 5 sons mais irritantes do mundo

Quando uma faca é raspada em uma garrafa de vidro, provoca um dos sons mais irritantes para a maioria dos seres humanos, disseram os pesquisadores da Universidade de Newcastle e Wellcome Trust Centre for Neuroimaging na UCL, do Reino Unido.

Quando a atividade entre a audição e partes emocionais do cérebro aumenta, pode causar uma sensação de repulsa ou desagrado com um certo tipo de som, como normalmente ocorre quando ouvimos alguém arranhar as unhas ou escrever com um giz em um quadro negro.

Líder do estudo, o professor Tim Griffiths, da Universidade de Newcastle, e seus colegas utilizaram FMRI (ressonância magnética funcional) para descobrir como o cérebro de 13 participantes responderiam a uma variedade de sons, barulhos e ruídos diferentes.

O que é um som irritante?

som irritante

Os voluntários ouviram os sons no interior do scanner e os classificaram de som irritante ou som agradável. O som de uma faca raspando uma garrafa foi o som mais irritante, enquanto o som de água borbulhante foi avaliado como o mais agradável. Os cientistas estudaram as respostas do cérebro para cada tipo de ruído.

Parecia haver uma correlação entre o tipo de som que os participantes ouviram e os níveis de atividade na amígdala e no córtex auditivo. A atividade variou de acordo com as classificações dos sons. Quanto maior a atividade, maior a repulsa.

A amígdala, que é a parte emocional do cérebro, toma conta e modula a atividade da parte auditiva do cérebro, fazendo com que nossa percepção de um ruído desagradável seja muito pior, em comparação com sons agradáveis, como a água borbulhando ou aplausos.

Qual é a característica dos sons mais irritantes?

som irritante 2

Sons irritantes estão entre as faixas de freqüência 2.000 e 5.000 Hz. “Embora não haja ainda muito debate a respeito de porque nossos ouvidos são mais sensíveis neste intervalo, ele inclui sons de gritos que consideramos desagradáveis.”Diz Dr. Kumar

Os cientistas descobriram, há muito tempo, que a exposição de certos sons a longo prazo pode afetar a nossa saúde física e mental. Um artigo publicado no European Heart Journal revelou que a exposição prolongada ao som de tráfego aumenta o nosso risco de acidente vascular cerebral.

Gostaria de testar suas próprias reações a estes sons? Aqui estão os cinco sons mais irritantes comprovados:

Faca raspando a garrafa:

 

Garfo raspando o vidro:

 

Giz raspando na lousa:

 

Régua na garrafa:

 

Arranhando as unhas na lousa:

 

Fonte:

http://www.medicalnewstoday.com/articles/251489.php

Aparelho Auditivo de Baixo Custo é a Solução para Perda Auditiva

Sabemos que um aparelho auditivo não é tão barato, pelo menos aqui no Brasil. E muita gente que tem problemas auditivos, são pessoas de classe D, que não há condições financeiras para comprar o aparelho.

Cheguei a encontrar em alguns sites brasileiros, alguns aparelhos auditivos que chegam a custar em cerca de 2.000,00 a 5.000,00 reais um preço bem alto. Por esses aparelhos custarem isso, muitas pessoas vão atrás de aparelhos auditivos em sites que não são confiáveis ou procuram comprar no EUA.

A desvantagem é que não sabemos se é confiável comprar fora, primeiro, o aparelho tem que ser ajustado sempre, segundo, é melhor pagar mais caro do que apelar pro barato e não funcionar, terceiro e último, todos os aparelhos auditivos são registrados pela ANVISA, o órgão governamental brasileiro que controla a qualidade dos produtos de saúde.

Então a dica, é que não comprem esses produtos fora do Brasil ou em sites que não são confiáveis, sempre que forem pesquisar, busquem o melhor, mesmo que o preço não seja tão acessível quanto o do exterior.

Outra questão importante. Há aparelhos auditivos gratuitos? Sim, no Brasil temos um programa exatamente para isso que é bancado pelo governo ou contribuinte. Nem sempre é uniforme, mas outras são todas certinhas e funciona corretamente. O SUS tem esse programa, mas a fila de espera é enorme, e a tecnologia dos aparelhos não são tão avançados, mas depende das condições, vale a pena tentar.

1) Como escolher o seu aparelho auditivo?

Todos os dias o aparelho está evoluindo com a ajuda da tecnologia, mudanças são proporcionadas. Aumentam cada vez mais a maneira da pessoa escutar.

  • Primeiro passo – Pesquise empresas que trabalham com estes produtos, e que estejam próximo a você. Fácil locomoção é tudo, pois o aparelho precisa ser ajustado com frequência como já disse.
  • Segundo passo – Selecione algumas empresas que lhe interessaram para entrar em contato. Ligue ou mande e-mail.
  • Terceiro passo – Agende uma visita, só para conhecer mesmo e ter um orçamento, e depois selecione a que você mais gostou.

Preste atenção nas marcas, instalações, atendimento, conhecimento do profissional, preço, garantia, politica de retorno, de revisão técnica, teste o produto antes, etc. Busque pesquisar exatamente tudo para que você tenha em mãos um aparelho, um profissional e um ambiente (empresa) eficaz e que atinja ou ultrapasse suas expectativas.

2) Os benefícios de um aparelho auditivo de baixo custo

aparelho auditivo

No estudo, os pesquisadores da “Michigan Ear Institute” procuraram avaliar um aparelho auditivo barato (menos de 900 reais) em relação às suas propriedades acústicas e também para testá-lo em pacientes com diferentes níveis de perda auditiva e avaliar o seu benefício percebido por meio de questionários validados.

A perda de audição afeta cerca de 10 milhões de pessoas no Brasil, mas o uso de aparelhos auditivos, historicamente, manteve-se em apenas 15% deste total. Uma das principais razões para esta baixa taxa de uso é o preço alto dos aparelhos auditivos que, normalmente, custa em médica, cerca de R$ 1.900. SUS e mais empresas de seguros não cobrem esse custo.

De acordo com o IBGE, 6,2% da população têm algum tipo de deficiência, incluindo a perda auditiva. A perda auditiva pode aparecer com o tempo ou pode ser hereditária, tudo depende do grau de intensidade. Atualmente, o que mais afeta os jovens, são os fones de ouvido muito alto. Em São Paulo, há queixas registradas pela Ouvidoria Central, que há incômodo os ruídos da cidade incomodam os habitantes. Um estudo realizado pela USP mostrou que 22% dos paulistanos sofrem de problemas auditivos causados pelo trânsito.

Há várias formas que pode surgir a surdez, como hereditárias, pré-natais, peri-natais, otites, otoxidade, pair ou pairo, trauma acústico ou paralisia facial. A perda de audição pode ocorrer em qualquer faixa etária. Portanto, em adultos e jovens a chance de adquirir problemas auditivos é menor, com exceção de ruídos sonoros que ficam expostos a qualquer um, principalmente em São Paulo, que é uma das cidades conhecidas como “Vilão do Trafego”, devido ao barulho do trânsito. Já em idosos, apresentam com o tempo, pois o grau de intensidade vai aumentando.

3) Avaliação dos aparelhos auditivos MD

O aparelho auditivo MD foi avaliado usando um Fonix 6500c analisador de aparelho auditivo, medida de acordo com padrões aceitos. As medidas incluíram curva de nível de pressão sonora saturada, ganho integral médio de alta freqüência, resposta de freqüência, distorção harmônica total, nível de ruído equivalente de entrada, e entrada e saída de curva. Em seguida, o dispositivo foi testado em um grupo de participantes com perda auditiva ligeira a moderadamente severa que não estavam dispostos ou incapazes de comprar um aparelho auditivo personalizado, devido aos custos.

Pesquisador Seilesh Babu MD constatou que o MDHearingAid (Linha de aparelhos auditivos MD) cumpriu as metas acústicas. Todos os participantes demonstraram satisfação e que estavam dentro da faixa padrão para pacientes com perda auditiva leve a moderadamente severa. O estudo descobriu que o MDHearingAid de baixo custo é adequado e uma solução razoável para atender as necessidades dos pacientes que não estavam usando a amplificadores através de um aparelho auditivo personalizado.

Dr. Babu afirmou que o desenvolvimento e a investigação destes instrumentos é justificada, para fornecer uma oportunidade potencial para um maior número de pessoas com perda auditiva para ter acesso a aparelhos auditivos e colher os benefícios médicos, sociais, emocionais e da melhoria das habilidades comunicativas.

Fonte:

http://www.medicalnewstoday.com/releases/250834.php

Enxaqueca pode aumentar o risco de perda auditiva

Enxaqueca pode aumentar o risco de perda auditiva, afirma um estudo. Pessoas com enxaqueca são mais propensas a ter as emissões otoacústicas (EOA) e Audiometria de Tronco Encefálico (ABR) reduzidas, que são indicadores precoces de disfunção auditiva iminente que pode levar à perda auditiva.

Além disso, cerca de dois terços dos pacientes com enxaqueca tiveram uma ou mais anormalidades em testes auditivos eletrofisiológicos, apesar de quase todos eles terem um nível de audição normal. Sintomas de disfunções auditivas, como fonofobia (medo de ruídos altos) e zumbido estavam presentes em 20,7% e 13,8% dos indivíduos, respectivamente.

Comparados com um grupo de controle, os pacientes com enxaqueca tiveram amplitudes significativamente mais baixas de emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAT) nas frequências 1 kHz, 3 kHz e 4 kHz.

Eletromobilidade

Eles também tinham significativamente reduzido as amplitudes das emissões otoacústicas produto de distorção (EOAPD) nas frequências 1 kHz, 2 kHz, 3 kHz e 5 kHz.

EOAT e EOAPD são gerados quando as células ciliadas externas do ouvido, as quais são responsáveis pela amplificação coclear, movem-se em resposta a estímulos acústicos – um processo conhecido como eletromobilidade.

“As emissões otoacústicas permitem uma avaliação sensível da função coclear e, objetivamente, monitorar as mudanças dinâmicas na resposta coclear antes da perda auditiva funcional e significativa ocorrer por qualquer causa”, explica Sherifa Ahmad Hamed (Assiut University Hospital, Egito) e colegas.

Pacientes com enxaqueca também informaram latência prolongada da onda III e interpicos de latênca IV da ABR em freqüências de taxa elevadas, indicando disfunção auditiva central.

 

Fonte:

http://www.hear-it.org/Migraines-may-increase-the-risk-of-hearing-loss

Leptina, hormônio de gordura que ajuda na perda auditiva e na visão

A leptina é um dos hormônios mais importantes do nosso corpo. Ele desempenha uma função fundamental na ingestão e no gasto energético, por isso, é conhecido também como o  “hormônio da gordura”. Agora, há pesquisas para saber se a leptina pode desempenhar um papel na perda auditiva e na visão, além do aumento de peso.

Os pesquisadores escreveram na revista “General and Comparative Endocrinology” que a leptina poderia ajudar os médicos a entender melhor a perda sensorial em seres humanos.

Ao estudar o peixe-zebra, os cientistas concluíram que o peixe deficiente em leptina seria incapaz apenas de metabolizar a gordura, mas eles não esperavam que pudesse afetar o desenvolvimento de sistemas sensoriais.

“Nós descobrimos que as influências de leptina no desenvolvimento de olhos e ouvidos no peixe”, disse Richard Londraville, da Universidade de Akron professor de biologia, em um comunicado de imprensa.

Estudos anteriores em ratos verificaram que a leptina controla a temperatura do corpo, funções imunes e densidade óssea. Estes estudos também revelaram que a perda de leptina também afeta o desenvolvimento do olho e da orelha em ratinhos.

Leptina altera dramaticamente o desenvolvimento do peixe-zebra

leptina

Agora, a equipe determinou uma queda da leptina altera dramaticamente o desenvolvimento do peixe-zebra, o que poderia ter efeitos semelhantes em seres humanos.

“Há evidências de que as deficiências de leptina em peixes provavelmente terão o mesmo efeito em seres humanos, de modo que possa ser algo mais amplo do que pensávamos”, disse Londraville. “Talvez mais pesquisas devam ser realizadas com os efeitos sensoriais de leptina”.

A equipe recebeu um subsídio adicional de 435.000 dólares do Instituto Nacional de Saúde para continuar a sua pesquisa. Os cientistas vão usar os recursos ao longo dos próximos três anos para estudar como a leptina é controlada de forma diferente em mamíferos e peixes e as conseqüências resultantes.

Eles receberam uma doação de 250.000 dólares da mesma organização inicialmente para lançar esta pesquisa. Ela foi conduzida pela Universidade de Akron Professor de Biologia Dr. Qin Liu.

Liu é um dos principais especialistas em tecnologia que permitiu a manipulação de leptina do peixe-zebra.

A leptina tem sido objeto de cerca de 30.000 relatórios, desde a sua descoberta em 1994. O hormônio alcançou notoriedade por sinalizar para o cérebro quando é hora de comer.

 

Fonte:

http://www.redorbit.com/news/health/1112702363/vision-hearing-fat-hormone-092712/