Dyslexie, fonte especial para as pessoas que tem dislexia

Escrevemos aqui sobre as causas sintomas e tratamentos da dislexia. Quando entramos no universo digital, as soluções se ampliam.

Somando tecnologia atual com criatividade, surgem sistemas que possibilitam que disléxicos possam realizar leituras sem grandes problemas.

Dyslexie Font.

dyslexie

Criada por Christian Boer, um designer alemão, a Dyslexie Font (fonte fonte para computador) facilita a vida de disléxicos. Cada letra foi desenhada para não se “mover” na cabeça do leitor. Como explicamos, pessoas com dislexia trocam, invertem e espalham letras em suas mentes.

Segundo Boer “Letras tradicionais tornam esse problema ainda pior, pois são baseadas em outros designs mais antigos. Isso cria ‘letras-gêmeas’ para pessoas com dislexia”. A “Dyslexie” consegue diferencias entre si as chamadas letras-gêmeas como, por exemplo, “b” e “d”, “9” e “6” etc.

Na fonte de Boer, não são gêmeas, possuem formatos desiguais. Inclinação especial em algumas e todas as letras são afinadas na parte de cima. Essa técnica é “capaz de fazer a pessoa disléxica não rodar as letras”, comentou Boer.

Como utilizar a fonte? 

Existem diversas versões da font e diferentes tecnologias. É possível tanto baixar no computador para usar em programas como, por exemplo, Microsoft Word. Ou instalar um plugin para seu navegador de internet que irá alterar um texto online.
– Versão para computador

Clique neste link para baixar a fonte. É simples, mas caso queira saber mais, existe uma manual (em inglês). Veja o vídeo acima para se familiarizar.

Após realizar o download, basta abrir o arquivo para realizar a instalação.

No software de edição de texto, basta escolher a fonte Dyslexie, assim como é escolhido fonte Ariel, Times News Roman entre outras.

 

– Versão para a Internet

Clique neste link para ter acesso ao plugin. Irá instalar em seu navegador. O plugin tem versão para Chrome, Firefox e Safari.

Após a instalação, basta ativar o botão da fonte que ficara no menu de seu navegador. Assista ao vídeo para entender mais.

Indique para amigos. A tecnologia pode facilitar a vida de muitas pessoas. Essa fonte é realmente uma grande ferramenta para quem sofre de dislexia.

 

Fonte

http://www.dyslexiefont.com

Você Sabe Por Que Saio Tão Feio nas Fotos (Sefies)?

Na era das selfies, é comum tirar duas, três ou mais vezes a mesma foto até “gostar” de alguma. Não é novidade, isso acontece praticamente com todas as fotos que tiramos ou que alguém tira para nos.

Nunca saímos nas selfies da mesma forma que nos vemos no espelho. Foto em família, foto com amigos, festas etc, sempre encontramos um defeito, o qual é o suficiente para odiar aquela foto. Existem dois hipóteses por sairmos feios nas fotos. Depois de você ler o texto, pode ter certeza que você nunca mais tirará foto feia.

1) Você Sabe Por Que Saio Tão Feio nas Fotos (Sefies)? – Efeito da Mera Exposição

Como nas selfies, a triste verdade é que temos o hábito de achar que somos mais bonitos do que realmente somos. Segundo a ciência, tudo está relacionado ao reflexo e tempo. Depois de muitas vezes durante alguns minutos na frente do espelho, nosso reflexo passa a ser cada vez mais amigável. Começamos a nos achar mais bonitos.

Esse fato é chamado de “Efeito da Mera Exposição”, criado em 1968 pelo psicólogo polonês Robert Zajonc. Ele explica que temos mais afeição por coisas que vemos mais. Que tal começar a tirar mais selfies no espelho?

Zajonc realizou um experimento com um grupo de pessoas onde mostrou diversas imagens geométricas. Uma a uma em uma velocidade tal que era impossível identificar quais eram as figuras. No entanto, existiam figuras que eram expostas mais vezes na apresentação. Depois, mostrou novamente as mesmas figuras, porém uma a uma lentamente e pediu para que cada um dos voluntários escolhessem a forma mais “atrativa”.

Na maior parte das vezes, a grande maioria, acabam escolhendo aquela imagem que tinha aparecido mais vezes na apresentação. Zajonc concluiu que ver repetidamente alguma coisa, cria familiaridade e, algumas vezes, atratividade. Assim como falamos sobre sinapse, o cérebro aprende por repetição. Ou seja, quanto mais você vê algo, mais irá se sentir familiarizado por ele. Quanto mais tirar selfies e ver suas fotos, mais irá se familiarizar.

Pela mesma razão da mera exposição. Você está acostumado a ver seu reflexo em movimento. A imagem estática causa estranheza e ativa atenção para caricaturistas de seu corpo que não estavam lá, ou melhor, seu cérebro já tinha ignorado tal característica. Isso seria facilmente resolvido se fosse ficar um tempo observando sua foto. Chegará um momento em que tirará selfies e não irá achar a foto tão ruim assim.

Outro fator importante, como citamos em “Por que ouvir a própria voz é tão estranho”, é que nosso reflexo é espelhado. Ou seja, a direta e esquerda da imagem estão posicionados ao contrário do que a foto expõe. Naturalmente, como geralmente cada lado do rosto não é idêntico, nosso cérebro estranha ao ver nossa imagem ao contrário do espelho.

2) Você Sabe Por Que Saio Tão Feio nas Fotos (Sefies)? – Efeito da lente

Outra razão que não saímos nos selfies como esperado é por causa da distância focal da lente da câmera.  As câmeras por terem um lente com um ângulo de visão superior ao da visão humana, eles acabam comprimindo o espaço. Isto quer dizer que ao fotografar, os objetos serão alongados para aparecerem tudo na foto. Por isso que você tirar um selfie irá aparecer como esta imagem acima.   Percebe-se que foto tirado com a lente de 85mm saiu mais bonita do que com a da lente de 8mm. Neste caso, a solução é tirar a foto distante da pessoa dando um zoom na câmera.  Faça um teste! Garantimo

 

Fonte:

www.sociallypsyched.org/item/mere-exposure-effect

Face distortion is not due to lens distortion

Saiba Tudo Sobre a Dislexia!

Dislexia é uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração, que pode também apresentar dificuldades nas percepções dos lados (esquerda e direita), de dimensões (distâncias, espaços, tamanhos), na realização de matemática (discalculia) e no funcionamento da memória de curta duração.

A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, pela dificuldade durante o aprendizado. Não é uma doença e nem preguiça, mas sim um transtorno neurológico de aprendizagem, gerando certa dificuldade em decodificar os códigos que lhe são enviados durante os estudos.

O problema na dislexia é uma questão de linguagem e não tem nenhuma relação com falta de inteligência. Pessoas com dislexia, embora encontre mais dificuldade no aprendizado, podem ser brilhantes.

Estas dificuldades resultam tipicamente de um déficit no componente fonológico que muitas vezes é inesperado em relação a outras habilidades cognitivas. Consequências secundárias, como problemas de compreensão da leitura, acarretando a redução do interesse pela própria leitura, irão reduzir o conhecimento de vocabulários.

Por causa disso, o cérebro da pessoa com dislexia tem dificuldade em organizar as palavras que lê. Estas mesmas pessoas, geralmente, podem entender as mesmas palavras quando são lidas em voz alta por outra pessoa.

Embora presente em todas as etnias, a língua nativa de uma pessoa desempenha um papel importante no problema. A língua em que há uma ligação clara entre a forma como a palavra é escrita e como parece, somando regras gramaticais consistentes, como italiano e espanhol, pode amenizar os problemas de quem tem dislexia leve ou moderada.

No entanto, línguas como o português, onde muitas vezes não há ligação clara entre a forma escrita e som, por exemplo, palavras como “censo” e “senso”, pode ser mais complicado para uma pessoa disléxica.

1) Quais são as causas da dislexia?

dislexia causas e tratamento 2

Entre 6 e 7 anos, a maioria das crianças apresenta condições de maturação neurológica para aprender a ler e a escrever. Por volta desta idade, a criança aprende a utilizar letras de tal forma que cada uma corresponde a uma sílaba. Essa é a escrita silábica. Posteriormente, chega à fase alfabética e começa a utilizar consoantes e vogais. É relativamente freqüente que certas crianças invertam letras e números, mas se uma lentidão exagerada persistir, é preciso ficar atento para acompanhar este aprendizado.

Em geral, os pesquisadores não sabem exatamente o que causa a dislexia, mas acreditam que um problema durante o desenvolvimento da criança pode afetar a forma como o cérebro processa a informação. Além disso, estudos recentes apontam como uma das causas da dislexia a produção excessiva de testosterona pela mãe durante a gestação da criança.

Eles também acreditam que a genética (herança) desempenha um papel importante. Mas  não é causada por uma deficiência física, tais como problemas de visão ou audição. Muitas pessoas com dislexia têm inteligência média ou acima da média. Basicamente, o cérebro de pessoas com dislexia tem dificuldade em receber e organizar informações.

2) Quais são os sintomas? 

dislexia causas e tratamento 3

Na fase pré-escolar, entre 2 e 6 anos, alguns sinais já podem ser percebidos e incluem:
  • Baixo desenvolvimento da atenção.
  • Dispersão
  • Atraso no desenvolvimento da linguagem.
  • Dificuldade em aprender rimas e canções.
  • Falta de interesse por livros.
  • Dificuldade em aprender o alfabeto e números.
  • Baixo desenvolvimento da coordenação motora.
Já na idade escolar, após os 6 anos, alguns indivíduos com dislexia podem apresentar problemas que se repetem aos citados anteriormente, como dispersão e o desenvolvimento lento da coordenação motora, e outros como:
  • Identificar palavras;
  • Reconhecer os sons que compõem as palavras (na leitura);
  • Ortografia;
  • Organizar ou sequenciar pensamentos;
  • Palavras que rimam e sons iguais no início das palavras;
  • Desatenção;
  • Dificuldade de copiar de livros e da lousa;
  • Dificuldade em nomear sensos de direção, como esquerda ou direita;
  • Atrasos na entrega de trabalhos e perda de seus pertences;
  • Dificuldade em utilizar certos itens, como mapas e dicionários.

Por exemplo, uma pessoa com dislexia tende a inverter ou descaracterizar letras e/ou palavras, como confundir a letra “b” para “d” ou lendo o número “6” como “9″ ou até mesmo mudar a ordem das palavras em uma frase.

A dislexia não é um problema de visão. Os olhos não veem palavras incorretamente, mas o cérebro aparentemente tem dificuldade no processamento da informação.

3) Como tratar a dislexia? 

dislexia causas e tratamento 4

Primeiramente, ao buscar um diagnóstico de dislexia com um médico pediatra, o mesmo fará primeiramente uma investigação, perguntando sobre as consultas anteriores, o desenvolvimento na infância e analisando outras possíveis causas físicas que poderiam tornar a leitura difícil, como a audição ou problemas de visão.

Posteriormente, ele irá procurar por sinais de outros problemas que poderiam causar dificuldades de leitura. Estes poderiam incluir: distúrbios de coordenação motora, de déficit de atenção, hiperatividade, depressão, ansiedade e distúrbios da tireóide. Caso o médico encontre uma causa física, poderá encaminhar o paciente a um especialista para outros tipos de avaliações.

Em geral, o tratamento da dislexia tem um enfoque multidisciplinar, onde os profissionais trabalham em conjunto para cuidar da pessoa disléxica, como os próprios professores da escola, médicos neurologistas, psicólogos, psicopedagogos, e fonoaudiólogos. Eles ajudarão a pessoa com dislexia a superar da melhor forma possível suas dificuldades.

Além disso, uma série de testes padronizados é usada por estes profissionais para avaliar a inteligência, linguagem, comportamento e habilidades acadêmicas do paciente, que em grande parte são crianças.

4) Veja a lista dos disléxicos famosos

famosos com dislexia

Comentamos que a dislexia não é um fator relacionado à inteligência. Embora dificulte em muito a aprendizagem, pessoas com dislexia podem seguir uma carreira de sucesso como qualquer outra pessoa.

Veja abaixo uma lista de alguns dos disléxicos que tiveram uma excelente carreira profissional:

  • Alexander Graham Bell – inventor do telefone
  • Walt Disney – criador de disney world
  • Lewis Carroll – autor das aventuras de Alice no País das Maravilhas
  • Richard Branson – empresário, fundador do Grupo Virgin, que consiste em mais de 400 empresas.
  • Albert Einstein – o físico que desenvolveu a teoria da relatividade.
  • Leonardo da Vinci – pintor, cientista e matemático.
  • Jules Verne – autor de ficção científica
  • Tom Cruise – ator
  • Steve Jobs – co-fundador da Apple Inc.
  • John Lennon – músico, um dos Beatles.
  • Jay Leno – apresentador
  • Jamie Oliver – famoso chef
  • Keanu Reeves – ator
  • David Rockefeller – empresário e filantropo
  • Steven Spielberg – diretor de cinema
  • Magic Johnson – Jogador de basquete

Veja também esta reportagem sobre a dislexia (5:01):

Fonte:

http://dyslexiaassociation.org.au/how-is-dyslexia-evaluated

Saiba Tudo Sobre o AVC (Acidente Vascular Cerebral) ou Derrame

Conhecer os sinais de um AVC (acidente vascular cerebral), ou também conhecido como derrame, é o primeiro passo para a sua prevenção. O AVC derrame ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma área do cérebro é interrompido – pelo rompimento ou interrupção dos vasos sanguíneos. As células cerebrais, privadas de oxigênio e glicose necessária para sobreviver, podem morrer.

Se um acidente vascular cerebral não for descoberto cedo, poderá resultar em danos cerebrais permanentes ou até mesmo em óbito.

1) Como ocorre um AVC Derrame?

avc derrame o que é

Existem dois tipos de acidente vascular cerebral:

  • AVC Isquêmico – ocorre quando surge um entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro, ou seja, quando existe coágulo nos vasos sanguíneos do cérebro, ou mesmo em vasos sanguíneos em outras partes do corpo e, em seguida, viajam para o cérebro.
  • AVC Hemorrágicas – ocorre quando um vaso sanguíneo no cérebro sofre rompimento. O resultado é o sangramento no tecido cerebral, causando danos às células cerebrais. As causas mais comuns de AVC hemorrágico são aneurismas cerebrais e pressão arterial elevada. Um aneurisma é uma fraqueza ou magreza na parede dos vasos sanguíneos.

2) Quais são os sintomas de AVC Derrame?

Os sintomas mais comuns de um AVC são:

  • Fraqueza ou dormência no rosto, braço, perna ou de um lado do corpo.
  • Formigamento de um lado do rosto, braço ou perna.
  • Perda da visão ou escurecimento em um ou ambos os olhos.
  • Perda da fala, dificuldade para falar ou entender o que os outros estão dizendo
  • Dor de cabeça súbita, intensa, sem causa conhecida
  • Vertigem, perda de equilíbrio, geralmente, combinado com náuseas e vômitos.

3) O que fazer se tiver sintomas de AVC Derrame e como prevenir?





Chame imediatamente um serviço de saúde como o 192 (SAMU). O AVC é uma emergência médica. O tratamento imediato pode salvar sua vida ou aumentar suas chances de uma recuperação completa.

Até 50% de todos os acidentes vasculares cerebrais são evitáveis. Muitos fatores de risco podem ser controlados antes que eles possam causar problemas.

Fatores de risco controláveis:

  • Pressão alta
  • A fibrilação atrial
  • Diabetes não controlada
  • O colesterol alto
  • Fumantes
  • Consumo excessivo de álcool
  • Obesidade

Fatores de Risco incontrolável:

  • Idade (acima de 65 o risco aumenta)
  • Gênero (Os homens têm mais AVC)
  • O histórico familiar de AVC

O seu médico pode avaliar o risco de acidente vascular cerebral e ajudá-lo a controlar seus fatores de risco. Algumas vezes, as pessoas têm sinais de alerta antes que o AVC ocorra.

É possível que os sintomas sejam tão leves que passam desapercebidos. Check-ups regulares são importantes para reconhecer um problema antes que ele se torne sério. Relatar quaisquer sintomas ou fatores de risco para o seu médico é primordial.

Confira mais detalhes sobre como reconhecer um AVC 

Como reconhecer um AVC

Veja também este vídeo que mostra como acontece o derrame cerebral (2:14):

Fonte:

http://www.medicalnewstoday.com/categories/stroke

10 Dicas para Acelerar o Metabolismo e Emagrecer Rápido

Que tal fazer seu metabolismo ficar mais rápido? Aumentar o metabolismo é o sonho de muitas pessoas, mas o quão rápido o seu corpo queima calorias depende de várias coisas.

Algumas pessoas herdam um metabolismo rápido. Os homens tendem a queimar mais calorias do que as mulheres, mesmo em repouso e para a maioria das pessoas, o metabolismo diminui progressivamente após os 40.

Embora você não possa controlar sua idade, sexo ou idade genética, existem outras maneiras de melhorar o seu metabolismo.

Aqui Estão 10 Maneiras para Acelerar o Metabolismo:

Dicas para acelerar o metabolismo e emagrecer rapidamente

1) Faça exercícios pesados

Exercícios aeróbicos não podem construir grandes músculos, mas pode acelerar o metabolismo nas primeiras horas depois de um treino. A chave é o esforço.

Exercícios de alta intensidade proporciona um maior aumento da taxa metabólica de repouso do que exercícios de baixa ou moderada intensidade. Para obter os benefícios, experimente exercícios mais intensos na academia ou poderá dar aquelas “disparadas” durante uma caminhada regular.

2) Aumente a sua porcentagem muscular

Seu corpo constantemente queima calorias, mesmo quando você não está fazendo nada. Esta taxa metabólica de repouso é muito maior em pessoas com mais músculo.

Cada quilo de músculo queima cerca de 6 calorias por dia, apenas para se sustentar, enquanto cada quilo de gordura queima apenas 2 calorias diárias.

Essa pequena diferença pode aumentar com o tempo. Depois de uma sessão de exercícios, os músculos são ativados em todo o corpo, aumentando a sua taxa média diária metabólica.

3) Beba água

Seu corpo precisa de água para queimar calorias. Mesmo que você seja levemente desidratado, o seu metabolismo pode ficar mais lento.

Em um estudo, os adultos que bebiam oito ou mais copos de água por dia queimaram mais calorias do que aqueles que bebiam quatro. Para manter-se hidratado, beba um copo de água ou outra bebida sem açúcar antes de cada refeição.

4 – Bebidas energéticas

Alguns ingredientes em bebidas energéticas podem dar um impulso ao seu metabolismo, pois utilizam cafeína, que aumenta a quantidade de energia que seu corpo usa. Alguns têm taurina, um aminoácido. Taurina pode acelerar o seu metabolismo e pode ajudar a queimar gordura.

ATENÇÃO – O uso dessas bebidas pode causar problemas, como pressão alta, ansiedade e problemas de sono para algumas pessoas. A Academia Americana de Pediatria não as recomenda para crianças e adolescentes.

5) Coma pequena quantidade de refeição ao longo do dia

Comer mais vezes pode ajudar a perder peso. Quando você come grandes refeições com muitas horas no meio, seu metabolismo fica mais lento entre as refeições.

Ter uma pequena refeição ou um lanche a cada 3 ou 4 horas ajuda a manter o metabolismo acelerado, assim que você queima mais calorias ao longo de um dia.

Diversos estudos também têm mostrado que as pessoas que comem regularmente pequenas refeições, comem bem menos no momento do almoço ou jantar.

Leia também >> 10 Alimentos para Acelerar o Metabolismo

6) Apimente levemente a sua refeição

Alimentos apimentados têm substâncias químicas naturais que podem alavancar o metabolismo para uma nível superior.

Cozinhar os alimentos com uma colher de sopa de pimenta vermelha ou verde pode aumentar a taxa metabólica.

O efeito é temporária, mas se você comer alimentos picantes, muitas vezes, os benefícios podem somar.

7) Coma mais proteínas do que carboidratos

Seu corpo queima mais calorias com proteínas do que com gordura ou carboidratos. Como parte de uma dieta equilibrada, substituindo alguns carboidratos, com alimentos ricos em proteínas magras podem aumentar o metabolismo.

Boas fontes de proteína incluem carne magra, peru, peixe, carne branca frango, tofu, nozes, feijão, ovos e produtos lácteos com baixo teor de gordura.

8) Beba um pouco de café

Se você é bebe café regularmente, provavelmente desfruta das regalias de energia e concentração. Bebendo com moderação, o café pode resultar em um aumento de curto prazo na sua taxa metabólica. A cafeína pode ajudar a se sentir menos cansado e até mesmo aumentar a sua resistência durante o exercício.

9) Beba chá verde

Beber chá (ou chá verde) terá os benefícios combinados de cafeína e catequinas, substâncias indicadas para turbinar o metabolismo por um poucas horas. Uma pesquisa sugere que beber de 2 a 4 xícaras de chá pode ajudar o corpo a queimar 17% mais calorias durante um exercício de intensidade moderada por um tempo curto.

10) Evite dietas radicais

Aqueles que envolvem comer menos de 1.200 (mulheres) ou 1800 (homens) calorias por dia. Embora essas dietas podem ajudar a deixar perder peso. No entanto, o efeito pode ser reverso, pois você pode perder músculo, que por sua vez diminui o seu metabolismo. O resultado final é o seu corpo que irá queimar menos calorias e irá ganhar peso mais rápido do que antes da dieta.

Leia também >> 10 Alimentos para Acelerar o Metabolismo

Veja também estas dicas para acelerar o metabolismo e perder barriga (22:58):

Instrumento Musical é um Ótimo Exercício para o Cérebro

Grande parte das pessoas já sentiu vontade de tocar algum instrumento musical, para aprender a harmonia, melodia e o ritmo das músicas favoritas. Um esforço para aprender um instrumento musical pode trazer grandes benefícios.

Pesquisas neurocientíficas demonstram que trocar um instrumento musical é um ótimo exercício para o cérebro. A prática melhora a memória, noções de matemática e aumenta a capacidade de multitarefas.

1) Influência do instrumento musical

Cientistas monitoraram toda a atividade de pessoas que tocam um instrumento musical (não necessariamente profissionais) e de pessoas que não tocam. A partir disso, analisaram a movimentação cerebral em cada um dos grupos.

No caso das pessoas que não tocam um instrumento musical, os cientistas constataram uma grande movimentação na área do cérebro ao ouvirem uma música. No entanto, os que tocam instrumento musical, demonstraram uma atividade cerebral maior. Exercitando praticamente toda a área do cérebro.

2) Por que isso acontece?

Tocar um instrumento envolve uma grande interação e exercícios de nossas funções cognitiva. A música é uma soma de complexos elementos como proporção, ritmo, harmonia etc.

Logo, um músico precisa ter o lado esquerdo do cérebro (relacionado à matemática e exatas) funcionando em sintonia com o lado direito (relacionado à criatividade e artes). Cada vez que se toca novamente, o cérebro exercita a conexão entre esses dois lados já que é tão defasada para uma pessoas que não toca nenhum instrumento.

Veja o vídeo do TED-Ed sobre o estudo

(Para assistir com legenda, acesso diretamente do youtube)

O vídeo demonstra que tocar um instrumento é uma coisa muito boa que pode ser feita para seu cérebro. Independente do talento, o exercício é inevitável e aumentará a capacidade cerebral.

Fonte:

http://www.openculture.com/2014/08/playing-an-instrument-is-a-great-workout-for-your-brain.html

5 Hábitos Eficientes para Melhorar sua Rotina no Trabalho

Atualmente, estamos obcecados por dietas radicais. Desde sucos especiais, passar fome e receitas para “desintoxicação”. Mas não se pode deixar de comer alguns alimentos e aderir alguns hábitos saudáveis durante a rotina no trabalho.

Normalmente, comemos mais proteínas do que precisamos para nutrir nossos músculos e, em contrapartida, comemos menos da metade das frutas e legumes, dos quais precisamos para, entre outras funções, regular nosso sistema digestivo.

É possível que sua dieta não seja tão saudável quanto você imagina.

Confira se seus hábitos estão realmente a favor ou contra seu objetivo de uma vida mais saudável.

5 Hábitos Eficientes para Melhorar sua Rotina no Trabalho

1 – O que comer antes da rotina no trabalho?

Ovos estão repletos de proteínas que irão te manter saciado, além de ser rico nas vitaminas que irão melhorar o sistema imunológico.

Pães adicionam carboidratos que irão produzir energia e fibras para manter, adequadamente, seu sistema digestivo funcionando.

2 – O que fazer quando o cansaço bater durante a rotina no trabalho?

Chega um momento em que a mente não responde adequadamente e você luta contra o cansaço. Para dar uma pausa, é comum ir tomar um cafezinho. Isso fará com que seu cérebro trabalhe de forma mais eficiente.

No entanto, o mais recomendado é abandonar o café e ir fazer uma breve caminhada. Pode, inclusive, levar o mesmo tempo que levaria tomando um café. Basta uma volta no quarteirão. Os estudos garantem que caminhar ajudam na concentração e criatividade.

3 – O que fazer quando a rotina no trabalho não deixa tempo para o almoço?

Principalmente, quando ainda tem muito trabalho para terminar, é comum almoçar no trabalho mesmo e rapidamente.

Mas é indicado sair para almoçar. Mesmo que tenha trânsito, almoçar fora do trabalho irá te ajudar a se concentrar no almoço. Assim o cérebro irá trabalhar com um foco voltado para isso. Além disso, sair e relaxar por alguns minutos irá ajudar a melhorar criatividade e produtividade.

4 – O que comer no meio da rotina no trabalho?

Alguns especialistas dizem que o ideal é comer a cada três horas. Independente do período de intervalo, existe sempre algo em comum: É preciso muita atenção ao que comer, às vezes, em vez de comer um lanche natural ou uma fruta, você opta por barrinha de cereal, pela praticidade.

No entanto, granola, por exemplo, é repleta de açúcar e calorias. Exatamente o que você gostaria de evitar em excesso. O ideal é comer algo realmente natural, como cenoura que são ricas em fibra e Vitamina A ou alguma fruta.

5 – O que comer depois da rotina no trabalho?

Durante à noite, como já é falado, ideal é comer algo leve. Evitar carboidratos. Quando chegar do trabalho, mesmo que com cansaço e com muita fome, não abra a geladeira e pegue de tudo. Faça uma salada.

É muito difícil conseguir isso depois de um dia de trabalho. Para que seja possível, basta passar um dia de alimentação balanceada. Tome um café da manhã adequado, almoce fora do trabalho e com calma. Caminhe um pouco quando a cabeça estiver cansada e coma frutas enquanto trabalha.

10 Dicas Para Acordar Cedo Com Disposição

Você tem problema de acordar cedo? Seja por conta de estresse resultado de uma sobrecarga psicológica das tarefas e responsabilidade do dia a dia ou um intenso trabalho que exija esforço fisico. Isso resultará em noites mal dormidas e em um próximo dia pior ainda. Ou seja, uma bola de neve que pode resultar em complicações para a saúde.

Naturalmente, temos que regrar nosso dia a dia para amenizar essa situação. Para isso, devemos começar com um fator de extrema importância para nossa saúde: o sono.

Quando dormimos, nosso corpo e cérebro iniciam processos importantes para a manutenção de nossa saúde. Por isso, o ritual que se segue antes, durante e após o sono deve ser compreendido e seguido todos os dias.

Pensando nisso, separamos uma lista com 10 dicas para que você tenha uma noite mais agradável e que, então, acorde com mais disposição.

Confira as 10 dicas para acordar cedo com disposição

10 Dicas Para Acordar Cedo Com Disposição

1) Beba um copo de água

Tomar água em jejum realmente é eficiente. Irá hidratar seu organismo, além de ativar a musculatura do intestino. Segundo a nutricionista Vanderli Marchiori, um copo de 200 ml já alcança o efeito esperado.

Alguns dizem que é preciso adicionar limão. Essa informação é falsa e pode ser prejudicial, diz a especialista. O limão aumenta a acidez do estômago, o que pode prejudicar as pessoas que sofrem de azia.

2) Tome um café da manhã reforçado

Isso irá fazer com que você se sinta preparado e motivado. Especialistas indicam frutas, sucos naturais, pães e derivados do leite.

Para quem não fica sem o cafezinho, nutricionistas dizem que uma xícara é o suficiente, mas sem açúcar.

3) Não coma nem beba álcool próximo da hora de dormir

Comer antes de dormir pode resultar em azia. Além disso, não beba álcool. Isso irá, entre outras coisas, promover desidratação fazendo com que acorde com menos disposição.

4) Desligue o smartphone e durma no escuro

A luz do celular “imita” a luz do sol (ou qualquer outra), o que faz o cérebro deixar de produzir melatonina, essencial hormônio para uma boa noite de sono.

Algumas pessoas usam o celular como despertador. Se for esse o caso, deixe em modo avião para que não seja incomodado com mensagens noturnas e não tenha que “ligar” a tela.

5) Leia um livro ou revista de que goste

Não leia ONLINE. Leia algo de seu agrado durante cerca de 30 minutos antes de dormir. Isso irá te ajudar a relaxar do dia cansativo.

6) Evite utilizar o modo “soneca” do despertador (ou celular)

Seguindo todos esses passos, terá uma noite de sono mais eficiente. Assim, não irá precisar acionar o modo “soneca” do despertador. Sendo assim, levante no momento correto.

7) Planeje sua manhã

Anote, realmente anote, suas tarefas para o período da manhã. Isso irá te dar objetivos e passos claros do que precisa fazer e você irá se sentir mais motivado a sair da cama.

8) Temperatura ideal

Escolha bem o cobertor que irá usar. É preciso estar bem aquecido para uma boa noite de sono. Segundo especialista, a temperatura ideal fica entre 16 e 21 C.

9) Faça exercícios leves

Não precisa consumir muito o tempo e nem precisa ser intenso. Apenas exercícios que ajudem a oxigenar e alongar o corpo. Alguns minutos de exercícios, como yoga podem te ajudar a despertar com mais disposição.

10) Durma cedo

Parece óbvio que para acordar bem é preciso dormir o suficiente. Sim, realmente é obvio. Mas, conheça o tempo do seu corpo. Existem estudos que mostram o quanto precisamos dormir normalmente. No entanto, o ideal é perder o tempo certo para você e, se tiver que acordar muito cedo, durma mais cedo ainda.

acordar-cedo

Fonte:

http://www.helpguide.org/articles/sleep/how-to-sleep-better.htm
http://www.everydayhealth.com/sleep-pictures/tricks-to-waking-up-in-the-morning.aspx#02

Ebola – 10 Mitos e 10 Fatos Sobre a epidemia

A epidemia de vírus ebola foi a protagonista de terror no oeste da África. Foi a maior epidemia registrada. A infecção se espalha facilmente, por isso já causou milhares de mortes.

Nos EUA foram registrados alguns casos de Ebola. O primeiro foi em 30 de setembro em Dallas no Estado do Texas, quando o paciente morreu depois de 9 dias. Em 11 de outubro, outro caso foi diagnosticado em uma enfermeira, que vinha de um trabalho voluntário da África, mas ela foi curado no dia 24 de outubro.

No terceiro caso foi um membro da equipe na área de saúde que foi liberado depois de ter se recuperado também. O mais recente foi de um médico que foi diagnosticado e morreu no hospital da Nebraska em 17 de novembro.

Embora alguns pacientes morreram, a chance da doença espalhar nos EUA é baixa porque lá tem muita infraestrutura para cuidar da doença. No Brasil, surgiu uma suspeita de Ebola. Um africano chamado Souleymane Bah, de 47 anos, mas depois do exame concluiu-se que não tinha o vírus e isso fez com que as autoridades respirassem aliviadas.

Logo, o Brasil tomou precauções a cerca das pessoas que viriam da Libéria, Serra Leoa e Guiné que são os três países afetados. Essa tragédia já deixou 8 mil infectados e 4.400 mortos – a maioria africanos.

Embora não esteja preparado para uma epidemia, o Brasil tem condições de isolar os primeiros casos e evitar a expansão.

Enquanto isso, as autoridades dos EUA estão trabalhando intensamente no Oeste da África para conter a doença e prevenir a epidemia. O Instituto Nacional da Saúde dos EUA já desenvolveu a vacina e está fazendo os primeiros testes com os seres humanos.

10 Mitos e Verdade sobre o Ebola

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1. Mito: A única maneira de matar o vírus é utilizar o gel desinfetante para mãos. Verdade: Lavar com sabonete e água é eficiente para matar o vírus.

2. Mito: O vírus Ebola não é transmissível uma vez que a pessoa morre. Verdade: Essa afirmação é falsa. É preciso tomar cuidado com os cadáveres.

3. Mito: É possível se contaminar através de ar. Verdade: A doença só é transmissível através de sangue e fluído corporal.

4. Mito: A pessoa não irá se contaminar se tiver um sistema imunológico saudável. Verdade: O vírus Ebola é capaz de atacar qualquer sistema imunológico independente de seu estado.

5. Mito: O vírus Ebola não é sexualmente transmissível. Verdade: É transmito pela relação sexual, já que permite o contato com fluído da pessoa contaminada.

6. Mito: A pessoa que se recuperou do vírus Ebola ainda está infectada e pode contaminar outros a qualquer momento.

7. Mito: Os profissionais de saúde levaram doenças para os países que foram infectados. Verdade: A origem da doença foi contato com animais selvagens.

8. Mito: Existe cura para Ebola. Infelizmente essa afirmação é um mito.

9. Mito: Não comer pode ajudar a se recuperar do Ebola. Verdade: Jejum é fatal já que enfraquece o nosso metabolismo no combate ao vírus.

10. Mito: Taxa de mortalidade do Ebola depois da contaminação é de 90%. Verdade: A média é de 50%.

10 fatos sobre o Ebola

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1. O Ebola foi a maior causa de epidemia no Oeste da África. Países como Guinea, Serra Leoa e Guiné são os mais infectados e foram encontrados alguns casos na Nigéria, Senegal, Espanha, Estados Unidos e Mali.

2. Alerta aos viajantes da Guinea, Serra Leoa e Guiné. Por ser o foco dos casos da Ebola, países como EUA limitaram a visita enquanto a epidemia esteja em controle.

3. Proteção contra os visitantes do Oeste da África nas entradas principais dos EUA. Os cinco principais aeroportos dos EUA, como Nova Iorque, Washington DC, Nova Jersey, Chicago e Atlanta já estão protegidos para conter qualquer situação de Ebola.

4. Ebola é causado pelo vírus RNA. Isso quer dizer que o vírus é o mesmo que infecta os animais selvagens. Contato com o sangue ou fluído corporal são as causas principais da doença.

5. Os sintomas de Ebola são similares a outras doenças virais. Os sintomas aparecem entre 8 e 10 dias depois da contaminação e é muito difícil reconhecer como Ebola por serem similares a outras doenças.

6. Sangramento é comum na fase posterior do Ebola. Devido a sangramento interno e externo, os olhos dos pacientes podem avermelhar e podem chegar até vomitar sangue.

7. Ebola é fatal. A estatística diz que metade de pacientes de ebola resultou em morte.

8. Novos medicamentos para Ebola estão em desenvolvimento. Os pesquisadores dos EUA já estão em fase final do desenvolvimento, mas ainda não é seguro fazer o teste nos seres humanos.

9. Não existem vacinas para prevenir Ebola. Embora a vacina esteja em desenvolvimento, existe uma grande dificuldade na fase de testes em humanos pois o Ebola pode ser fato em um curto prazo.

10. Ebola não representa risco a população e só pode contaminar  com contato direto dos fluídos corporais ou sangue. Caso você não represente alguns sintomas como vômito, febre e tosse, você está livre da doença.

Fontes:

http://www.everydayhealth.com/news/ebola-10-essential-facts-about/
http://www.omgfacts.com/lists/15978/10-Myths-About-The-Ebola-Virus-Every-Person-Needs-To-Know-Are-False

Síndrome de Ménière: Principais Causas, Remédios e Tratamentos

Quando se fala da Síndrome de Ménière, trata-se de um distúrbio originado pelo aumento da quantidade de fluídos da endolinfática na região do labirinto, ou seja, refere-se à pressão alta nessa área. A condição, habitualmente resulta em episódios espontâneos de vertigem – a sensação incômoda de movimento giratório – juntamente com outros sintomas, como a perda auditiva, zumbido nos ouvidos e, muitas vezes, o sentimento de pressão no ouvido ou plenitude.

Em muitos casos, a Síndrome de Ménière acomete apenas um ouvido. Acredita-se que, apesar de sua capacidade de acometer todas as idades, até mesmo as crianças, a síndrome apresente um maior número na faixa etária de 40 e 50 anos, sendo ainda mais incidente aos 50, ou seja, todo mundo deve tomar cuidado e estar atento aos sintomas. Dessa maneira, ao suspeitar de algum sintoma que pode estar relacionado a essa síndrome ou outra doença, por mais que seja considerada rara, é importante buscar por orientação médica sem hesitar.

O nome refere-se ao primeiro relato da condição, feito pelo médico francês Prosper Menière, no ano de 1861. Desde então, claramente, inúmeros estudos e indagações tem sido realizados em torno da doença, que afeta ambos os sexos, mas alguns estudiosos apontam as mulheres como número de maior incidência.

Outro nome normalmente utilizado para se referir a Síndrome de Ménière, é Hidropsia endolinfática, termo correspondente ao acréscimo da pressão e distensão da área endolinfática, que está presente na forma como a doença se estabelece nas pessoas. Essa condição está presente não apenas na síndrome de Ménière, como também em outros diversos tipos de problemas, como labirintites, sífilis e otites médias.

Até hoje, nota-se que essa síndrome ainda reúne diversas dúvidas a seu respeito, gerando muitas controvérsias, porém, algumas conclusões já foram levantadas por profissionais e estudiosos, principalmente em torno de suas causas e alguns sintomas que surgem. Além de outras características ressaltadas por estudos de casos e diagnósticos, por exemplo, a duração das crises, que pode levar de 30 minutos a 8 horas.

No artigo de hoje, você terá acesso às informações diversas e ricas em torno dessa Síndrome que ainda é pouco conhecida. De qualquer forma, você poderá ficar norteado de uma maneira mais clara em torno de seus sintomas, cuidados, causas, entre outros dados que serão vistos adiante.

Saiba Tudo Sobre a Síndrome de Ménière

1) Primeiros sinais e sintomas da síndrome de ménière

Para uma maior compressão acerca da doença, de como ela se desenvolve e dos seus sintomas, é interessante observar as funções do ouvido interno. Ele desempenha uma função essencial para o equilíbrio e localização espacial do corpo, por isso que quando essa estrutura é afetada, por exemplo, sintomas realmente incômodos, principalmente envolvendo a surdez e vertigem, costumam surgir. Confira a seguir os principais sintomas de síndrome de ménière:

A) Vertigem

Característica de diversas doenças vestibulares, a vertigem consiste em uma sensação forte de tontura, tendo início repentino. A pessoa tem a sensação de estar rodando em relação ao ambiente ao seu redor ou ao contrário. Ainda mais, no decorrer da crise, geralmente ocorre a perda de equilíbrio. Como citado anteriormente, as crises de vertigem podem durar de 30 minutos a 8 horas. Quando ocorre de maneira severa, pode provocar vômitos e náuseas;

B) Perda Auditiva

Especialmente quando levamos em conta o início do curso da doença, a perda auditiva é um sintoma de grandes chances de variação. Eventualmente, grande parte das pessoas chega a experimentar algum grau de perda auditiva permanente, principalmente durante ou após as crises, que geralmente reúnem diversos sintomas;

C) Zumbido no Ouvido

O zumbido trata-se de uma percepção de ruído no ouvido, podendo ser também semelhante ao som de assobio. Muitas vezes, na doença de Ménuère, o tom do zumbido presente chega a ser severo;

D) Plenitude Auricular

Ao falar de plenitude auricular, refere-se à sensação de pressão no ouvido. Um episódio típico da Síndrome de Ménière pode ter início com essa sensação, zumbido aumentando, a audição diminuindo seguido de vertigem severa, em diversas vezes, acompanhada de náuseas e vômitos. Tal episódio pode durar de duas a três horas, depois que sinais e sintomas melhoram. No entanto, também existem episódios em que a plenitude auricular surge apenas posteriormente.

A variedade dos sintomas, incluindo a gravidade, duração e frequência de cada um deles, é grande principalmente no começo da doença. Observe, por exemplo, você poderia ter episódios frequentes com vertigem severa e apenas distúrbios leves em outras sensações. Em outros casos, é possível sentir vertigens e perda auditiva leve, mas raramente têm perturbação no seu sono.

Apontam-se mudanças estruturais já notadas nos exames de imagem realizados com pacientes portadores dessa síndrome, tais como:

  • Redução da pneumatização periaquedutal;
  • Fibrose perissacular;
  • Mastóide hipocelular;
  • Atrofia sacular.

Apesar das dúvidas em torno da doença, a concordância em torno da tríade de sintomas é presente nos principais estudos e artigos. Trata-se dos sintomas auditivos, vestibulares e sensação de pressão aural, que habitualmente ocorrem de maneira conjunta. Por isso, observar a ocorrência para relatar ao médico é muito importante para um diagnóstico e tratamentos adequados.

Geralmente, os episódios que reúnem os sintomas, como perda de audição e zumbido aparecem em crises. Naturalmente, a constância das crises vai depender de cada caso, assim como a duração. Afinal, a condição também conta cm particularidades e depende de como a pessoa está sendo afetada.

2) Quais são as causas da Síndrome de Ménière?

Muitos aspectos dessa condição não são ainda compreendidos, alguns apontam como o resultado de um volume anormal ou composição do fluído no ouvido interno.

O ouvido interno refere-se a um conjunto de passagens conectadas e cavidades, que recebe o nome de labirinto. A parte exterior do ouvido interno é constituída de osso (labirinto ósseo). Dentro, a estrutura é diferente, sendo suave de membrana (labirinto membranoso), trata-se de basicamente uma versão menor da forma do labirinto ósseo. Nes labirinto membranoso contém um fluído, chamado de endolinfa e está alinhada com o cabelo, como sensores que reagem ao movimento do fluído.

Claramente, para que todos os sensores do ouvido interno possam funcionar de forma adequada, o fluído (endolinfa) necessita manter uma certa pressão, composição química e volume. Dessa maneira, fatores que alteram as propriedades do fluído do ouvido interno possuem a capacidade de contribuir com o desenvolvimento da síndrome de Ménière.

Algumas das causas em potencial, apontada por cientistas, incluem:

  • Drenagem do líquido, em potencial por causa de uma obstrução ou anormalidade;
  • Resposta imune anormal;
  • Alergias;
  • Infecção viral;
  • A predisposição genética;
  • Traumatismo craniano.

Ao longo de todos esses anos, desde o primeiro relato da doença em 1861, diversas teorias surgiram não apenas sobre seus sintomas e causas, mas naturalmente, sobre tudo o que ela pode envolver, incluindo a razão de seu desenvolvimento. Entre essas teorias que envolvem as causas, podem-se notar fatores como os hormônios, alterações metabólicas e questões imunológicas. Como dito anteriormente, a doença ainda não é bem compreendida.

3) Como é feito o diagnóstico?

Observando que a Síndrome de Ménière apresenta diversos sintomas que podem facilmente serem confundidos com um simples mal-estar, é realmente necessário buscar por um profissional, para que ele, a partir de exames laboratoriais ou clínicos, como o hemograma e audiometria, possa diagnosticar com precisão a doença. Seu quadro clínico será analisado cautelosamente, principalmente para evitar equívocos.

Claramente, as pessoas que estão sofrendo com a síndrome, precisam ficar atentas aos fatores que podem ter desencadeado as crises, refletindo qual foi o período em que estão surgindo, tais como: uso de nicotina, mudanças repentinas ou drásticas na dieta ou o ciclo menstrual.

Outra questão importante ao se tratar desse tipo de síndrome, é essencial buscar por um profissional o mais rápido possível, especialmente pela possibilidade de evolução do problema, levando a uma perda auditiva, seja parcial ou total.

Sem dúvidas, um diagnóstico preciso, permite que o tratamento correto seja empregado na vida do portador. Além disso, pode ocorrer a identificação de alguma doença relacionada. A principal dificuldade ao se tratar do diagnóstico dessa doença, está relacionada com a remissão temporária de alguns dos sintomas que caracterizam a doença. Dessa maneira, é importante ficar atento e buscar por orientação médica assim que suspeitar de algo.

4) Quais são os tratamentos para síndrome de ménière?

Não se fala exatamente de uma cura para essa condição, mas sim em tratamentos voltados essencialmente para o combate dos sintomas, que geralmente atrapalham bastante a qualidade de vida dos portadores. Por meio de medicamentos adequados, é possível reduzir as crises de vertigem, amenizar o zumbido e melhorar a relação com o equilíbrio.

Sem dúvidas, um dos pontos mais importantes do tratamento além da amenização dos sintomas, é evitar que a doença evolua e comprometa completamente à audição das pessoas, já que é uma capacidade importante e pode impactar fortemente na forma de vida habitual.

Geralmente, o tratamento da Síndrome de Ménière é realizado por meio de um controle de sintomas e pode ser necessário por toda a vida dos portadores. Além disso, em casos de sintomas como a vertigem, pode-se exercer o controle através de medicamentos como a meclizina ediazepam (Valium), outra opção que também pode ser explorada, são diuréticos com hidroclorotiazida, que pode amenizar o edema/hipropisia, além dos remédios que visam amenizar a sensação de náusea.

No decorrer desse período, pode ser recomendado pelo médico, amenizar o consumo de sódio, geralmente presentes em itens como o sal de cozinha e refrigerantes. Outro ponto que pode ser importante é aumentar o consumo de potássio, que pode ser desfrutado por meio de grãos e frutas.

Acredita-se que uma série de tratamentos possam ser realizados para aliviar os sintomas, porém, não se esqueça de saber por meio do seu médico quais são os mais adequados para o seu caso. Confira:

  • Terapias Preventivas: pacientes fazem uma dieta. Pede-se para evitar a fadiga, o esforço e a ansiedade;
  • Medicamentos como Betahistine;
  • Tratamento para vertigem e náusea;
  • Tratamento de perda auditiva;
  • Tratamento com cirurgia: essas são recomendadas para casos severos.

É recomendado o acompanhamento de um especialista, para que ele possa dar mais detalhes sobre. Caso sinta sintomas similares, procure um especialista. Pois, se este for o caso, quanto antes descobrir melhor será para ter sucesso no tratamento e melhorar sua qualidade de vida, que pode estar sendo afetada por essa condição.

5) Quais os medicamentos mais utilizados no tratamento?

Sem dúvidas, é importante ter em mente que sem o tratamento adequado, a Síndrome de Ménière é uma condição que pode levar a perda progressiva de audição, ou seja, por mais que existam dicas e informações sobre medicamentos geralmente usados nesses casos, evite sempre se automedicar. Além de atrasar o início do tratamento adequado, você corre o risco de piorar o seu quadro com doses ou substâncias erradas.

Como foi visto nesse artigo, a Síndrome de Ménière pode deixar as pessoas em uma situação realmente incômoda, especialmente por causas das crises que reúnem geralmente os sintomas. Por isso, sempre que suspeitar de algo busque um médico e nãos e esqueça-se das consultas regulares.

Quando se trata dos tipos de medicamentos usados para casos de Síndrome de Ménière, geralmente, os remédicos de maior indício são o Betaserc e o Labirin. No entanto, claramente, apenas um profissional especializado é capaz de recomendar a dosagem ideal para a sua situação, tempo de uso e qual é o remédio específico que melhor se adequará ao seu caso.

Além disso, lembre-se: é importante sempre evitar se automedicar, afinal, uma dosagem ou substância errada, pode parecer algo banal, totalmente sem perigo algum. No entanto, apenas esses itens, uma vez errados, podem causar um grande problema, além da possibilidade de agravar o seu estado de saúde.

Caso você já esteja em tratamento, jamais deixe de tomar o medicamento por conta própria. Lembre-se sempre de seguir com disciplina as recomendações médicas, é a melhor forma de se tratar com segurança. Caso tenha interesse, por algum motivo, de interromper ou trocar de medicamento, sem dúvidas, deve consultar um médico especializado.

6) Como saber se é labirintite ou Síndrome de Ménière?

Ao falar da labirintite, é importante observar que muitas vezes esse termo é usado de forma errônea. Muitos profissionais apontam para esse equívoco ao se tratar de labirintite. Isso porque diversas outras complicações podem acometer a área do labirinto, ou seja, se referir a uma complicação no labirinto apenas como labirintite não é o correto.

Nota-se que ambas as doenças, apresentam sintomas e complicações similares, esse é um fator que já está claro. No entanto, nesse cenário cheio de confusões em potencial, é importante buscar por um profissional qualificado, para que dessa maneira, ele seja capaz de diagnosticar corretamente o seu problema.

Claramente, os profissionais especializados que procurar, apresentará as diferenças entre as doenças caso esse assunto entre em pauta. No entanto, neste artigo você pode observar algumas das diferenças, tais como:

É interessante também observar que a síndrome de Ménière pode ser uma das causas associadas a quem já sofre com a Labirintite. Basicamente, o que distingue uma da outra, é principalmente o fator que desencadeia cada uma dessas doenças.

Se por um lado na Labirintite, em decorrência da vertigem, as otocônias se deslocam e ficam livres circulando nos canais do labirinto, em conjunto com pequenos cristais que também acabam se soltando devido ao problema, na síndrome de Ménière, ocorre o aumento da pressão na endolinfa, ou melhor, enquanto a labirintite é causada por conta do acréscimo de pressão da endolinfa, entre outros fatores em potencial, geralmente o que caracterizam por labirintite, é originado por infecções, inflamações, entre outros fatores.

Por mais que ambas provoquem sensações de tontura, zumbido no ouvido e desequilíbrio é de extrema importância ir ao médico e investigar a verdadeira razão desses sintomas. Afinal, descobrir qual é o problema é o primeiro passo para um tratamento de fato adequado, combatendo assim corretamente o que está afetando a sua saúde.

7) Como prevenir da próxima vez?

Como a doença ainda não é muito bem compreendida, as informações em relação a sua prevenção também contam com ausência de exatidão. No entanto, acredita-se que assim como nos casos de labirintite, é possível se prevenir da Síndrome de Ménière. Note que as maiorias dos diagnósticos estão relacionados com doenças que geralmente afetam o metabolismo de forma notável e o sistema de imunidade dos indivíduos.

Dessa maneira, o que pode ser feito, é buscar manter um bom controle de suas condições de saúde, para que no futuro, nem essa síndrome, nem outros problemas tenham chances de se desenvolver. Já notou que as formas de prevenção de diversas doenças envolvem hábitos saudáveis e a exclusão de ações que podem ser destrutivas, como o abuso do tabaco e do cigarro? Por mais que as causas e formas de prevenção ainda não sejam necessariamente exatas em torno dessa síndrome, se cuidar, já é um grande passo a ser tomado.

Claramente, entre essas doenças, podem existir formas distintas de prevenção, porém, de uma maneira geral, assim como no caso da Síndrome de Ménière, é importante lembrar-se de administrar e ficar atento sempre à ansiedade, estresse, refeições, atividades físicas e uma dieta saudável.

8) Não deixe de baixar o aplicativo Hearing Guardian no seu computador ou no seu mobile

Sem dúvidas, a alta exposição sonora tem sido uma das principais razões quando se trata da perda auditiva. Uma das consequências mais notáveis dessa condição tem sido o zumbido no ouvido. Baseado na tecnologia TSC, o programa Hearing Guardian é a oportunidade de cuidar da sua saúde auditiva de uma forma realmente prática. Com alguns minutos por dia, é possível não apenas aumentar sua capacidade auditiva, como também diagnosticar áreas danificadas e proteger a sua audição!

Tudo isso é realizado através da emissão de sinais acústicos, que são personalizados. Os usuários realizam um teste, onde as condições auditivas são analisadas para que dessa forma, seja possível que um sinal próprio para dar suporte ao seu problema seja enviado. Dessa maneira, você estará protegendo as áreas que estão com boa frequência e desenvolvendo áreas danificadas.

Além disso, visando que o usuário tenha a oportunidade de avaliar os resultados antes mesmo de fazer qualquer tipo de renovação, disponibilizamos 30 dias grátis do software, para que dessa forma, possa utilizar diariamente e possa perceber neste tempo as melhorias presentes em sua capacidade auditiva.

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9) Quais são outras doenças que podem afetar o labirinto?

Varias condições podem comprometer o labirinto, é importante observar que entre elas, existem sintomas, causas e tratamentos diferentes. Dessa forma, se informar é sempre importante, principalmente para se prevenir sempre que possível.

Como citado anteriormente, é interessante observar que muitas vezes o termo labirintite é empregado de forma equivocada, como quando algo acomete o labirinto, porém, como será visto adiante, existem diversas condições que podem acometer essa região, tais como:

1) Neurite vestibular:

Trata-se de uma doença que pode ocorrer de diversas formas, por exemplo, por meio de uma crise isolada de vertigem grave ou episódios de vertigem leve que podem ter outros sintomas acompanhando durante várias semanas, como vômitos, nistagmo e náuseas. Geralmente, é tratada com medicamentos para amenizar os sintomas ou anti-inflamatórios;

2) Cinetose:

Conhecida também como mal do movimento, a cinetose consiste em um tipo de enjoo causado por movimentações as quais o corpo não está habituado, por exemplo, em veículos em movimento. Geralmente, seus sintomas incluem tontura, náusea, palidez, sudorese, vômitos e fadiga;

3) Vertigem Posicional Paroxística Benigna:

Abreviada como VPPB, a condição caracteriza-se por episódios de tontura e vertigem, lembrando que são questões distintas, uma vez que a vertigem refere-se à sensação de que você ou o ambiente ao redor está girando, principalmente ao mover a cabeça. Apesar dos sintomas incômodos o seu tratamento costuma ser muito simples, contando com manobras realizadas pelo médico para normalizar o estado dos pacientes e combater a causa do problema;

É fundamental lembrar que diversas dessas doenças podem atingir tanto os adultos, como as crianças, o que só aumenta a necessidade de sempre estar atento caso algum sintoma apareça, afinal, tanto crianças, como jovens, adultos e idosos, podem sofrer com algum tipo de complicação.

Claramente, entre essas doenças, podem existir formas distintas de prevenção, porém, de uma maneira geral, assim como no caso da Síndrome de Ménière, é importante lembrar-se de administrar e ficar atento sempre à ansiedade, estresse, refeições, atividades físicas e uma dieta saudável.

Fontes:

http://www.mayoclinic.com/health/menieres-disease/DS00535

http://www.webmd.com/brain/tc/menieres-disease-topic-overview