Presbiacusia – Perda Auditiva Relacionada à Idade

Os sons quando passam pelo nosso ouvido são captados pelas células ciliadas. Com o passar do tempo, estas células vão se desgastando e isso faz com que a pessoa tenha perda auditiva, o que pode levar à presbiacusia. Esta é uma perda de audição lenta nas frequências agudas, a maioria das pessoas afetadas são acima de 60 anos.

O envelhecimento natural é uma das principais causas da perda auditiva. Uma hora ou outra a perda auditiva afeta todo e qualquer ser humano, trazendo diversas consequências geralmente inesperadas. O ouvido, além de ser responsável pela nossa audição, também é extremamente importante na manutenção do nosso equilíbrio e na nossa vida social. Quando um idoso começa a perder sua capacidade auditiva, é muito provável que isso acabe causando isolamento, frustração, depressão, entre outros problemas psicológicos. Tudo o que as pessoas à sua volta podem fazer é amenizar esses danos.

Presbiacusia no Idoso

Os distúrbios de comunicação gerados pela perda de audição torna a atividade de compartilhar pensamentos, ideias e informações uma tarefa árdua. É comum que o idoso, na maioria das vezes, finja compreender o que os outros estão falando e, consequentemente, desista de tentar interagir. A fala também acaba por ser afetada e a tendência é piorar cada vez mais, conforme a pessoa for perdendo a audição.

É comum que o idoso seja descrito com uma pessoa confusa e distraída, mas na verdade essas características são apenas consequências dos danos à sua capacidade auditiva. Também é importante perceber que a deficiência auditiva pode trazer problemas para a linguagem e a memória, resultando em uma complexa depreciação da qualidade de vida da pessoa idosa.

Pesquisadores britânicos conseguiram células-tronco que são necessárias para a audição normal. Este pode ser o primeiro passo para a cura da perda auditiva no idoso.

Cientistas da Keele University, em North Staffordshire, Reino Unido, revelaram uma das causas de porque perdemos nossa audição à medida que envelhecemos. Conforme envelhecemos, as células que gerenciam a composição do fluido(fybrocytes) envelhecem conosco. Os fibrócitos, em alguns casos, vão degenerar e vamos experimentar perda auditiva. “Estamos ainda em fase preliminar,” diz Dr. Furness Dave: “a segunda fase é crescer fibrócitos especificamente para tratar a perda auditiva no idoso”, completa.

Principais sintomas de presbiacusia nos idosos

As queixas mais comuns são:

  • zumbido
  • dificuldade de entender a fala
  • dificuldade de conversar em ambientes ruidosos
  • desconforto na presença de som alto
  • vozes masculinas são mais fáceis de ser entendidas do que vozes femininas

Perda auditiva em idosos

Quanto à possibilidade de os “baby boomers” sofrerem um aumento de perda auditiva devido à exposição ao volume alto. Dr. Branch apontou um estudo feito pela Universidade de Wisconsin em 2010, mostrando que as taxas de deficiência auditiva foi de 31% menor nos “baby boomers” do que em seus pais. O estudo acompanhou 5.275 adultos nascidos entre 1902 e 1962. Uma das razões para as baixas taxas de comprometimento pode ser por causa das normas da OSHA (órgão reguladora de segurança e saúde dos EUA) que diminuíram os níveis de ruído no local de trabalho.

Mais estudos devem ser realizados em relação ao “baby boomers”. Estima-se que daqui a dez anos a perda auditiva pode dobrar, e até lá as pessoas devem saber se prevenir e cuidar melhor de sua audição.

Existe prevenção?

Não há muito a se fazer para evitar a perda auditiva relacionada à idade, mas evitar ambientes barulhentos ou usar protetores auriculares pode ser uma alternativa. Muitas pessoas trabalham em fábricas que possuem máquinas barulhentas, é muito importante o uso de protetores nesse caso.

Outra maneira de evitar que a perda auditiva chegue tão cedo, é não se expor por muito tempo ao alto volume de música, por exemplo em shows, festas e baladas.

Há consequências?

Veja abaixo as possíveis consequências em pessoas da terceira idade:

  • irritação
  • medo
  • reduz a atenção
  • afeta coordenação motora
  • depressão

Como saber se estou com presbiacusia?

Quando há uma dificuldade de entender o que as pessoas dizem, pode ser que tenha algum grau de perda auditiva. Para confirmar, procure um especialista para a realização de um teste de audiometria e assim irá saber qual o grau da perda.

Clique aqui e faça esse teste para ver como está a sua audição, mas atenção: este não substitui a audiometria.

Tratamento para presbiacusia

O tratamento é variado de acordo com o grau da perda auditiva. Em caso de perda auditiva severa pode-se usar aparelhos auditivos ou cirurgia de implantes cocleares.

Em casos de perda auditiva leve a moderada, é possível usar a tecnologia da Biosom. Um software que atende pessoas com perda auditiva causadas por envelhecimento natural e excesso de barulho.

Como Ajudar um Idoso com presbiacusia?

Mas e os amigos e familiares, o que eles podem fazer para ajudar? É extremamente necessário ter muita paciência na hora de se comunicar com o idoso. Ouvir atentamente o que ele tem a dizer é o primeiro passo para tirá-lo do isolamento social. Ao falar, não é preciso aumentar o volume de sua voz, apenas converse pausadamente e pronuncie as palavras com clareza, repetindo as frases, se for necessário.

No entanto, nada disso pode ser eficaz se você estiver conversando com a pessoa em um ambiente muito ruidoso. Sempre que for interagir com um idoso, procure fazê-lo em um lugar silencioso, onde não seja necessário falar mais alto para se fazer ouvido. Além disso, também não se pode esquecer de que o fato de a pessoa possuir deficiência auditiva não quer dizer que ela deva ser poupada das atividades sociais, pois isso contribuirá para a sua frustração.

Como o Software Hearing Guardian Pode Tratar a Audição dos Idosos? 

Presbiacusia - Perda Auditiva Relacionada à Idade

Muitas pessoas acreditam que a deficiência auditiva causada pela idade não é irreversível, mas essa é uma afirmação do passado. Ajude o idoso a utilizar o Hearing Guardian V1 pelo tempo necessário e veja a melhora você mesmo. Aproveite e veja alguns depoimentos no site da Biosom. Caso não haja progresso, existem duas opções: ou a deficiência foi causada por excesso de cera no ouvido, ou o problema já avançou demais e está no grau de severidade. Portanto, lembre-se: o quanto antes a pessoa utilizar o software, menores são as chances da perda auditiva ser grave.

Fonte:

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/audicao_idoso.htm

Audiometria: Como Funciona? Como Ler o Resultado?

A audiometria é um teste que mensura a audição do indivíduo de forma precisa e conta com o auxílio de um dispositivo eletrônico que produz sons em frequências (tons puros) e volumes específicos. O limiar auditivo para uma variedade de tons é determinada através da redução do volume de cada tom, até o indivíduo não conseguir mais ouvi-lo.

Para a realização deste teste, cada ouvido deve ser testado separadamente e para mensurar a condução aérea do som, são utilizados fones de ouvido. Tons altos podem ser percebidos pelo outro ouvido, portanto na hora de se aplicar o teste, o tom é mascarado pela apresentação de um tom diferente, normalmente um ruído. Assim, o indivíduo ouve somente o tom através do ouvido que está sendo testado.

Audiograma é uma representação, em formato de gráfico, da sua capacidade auditiva. Durante o teste de audiometria, o resultado é representado por uma curva neste gráfico. O audiograma define o nível da sua capacidade auditiva e pode sugerir que tipo de aparelho auditivo você poderá usar.

Em adultos, a audição também pode ser verificada por condução óssea. Neste exame, coloca-se a base de um diapasão (instrumento metálico que ao ser estimulado, produz som) que está vibrando, contra a cabeça do indivíduo. A vibração propaga-se por todo o crânio, incluindo a cóclea. Ela contém as células ciliadas que convertem as vibrações sonoras em impulsos nervosos, que são transmitidos ao longo do nervo auditivo. Para estes testes, são utilizados diapasões com diversas frequências, pois alguns indivíduos conseguem ouvir sons de determinadas frequências e de outras não.

Como funciona a audiometria?

Estes exames são feitos com o paciente dentro de uma cabine acústica, visando isolá-lo do ruído ambiental e utiliza o equipamento chamado audiômetro.

Durante o teste, o audiologista apresenta sons em uma freqüência de cada vez. O tom mais suave o qual uma pessoa pode ouvir de cada frequência é marcada no audiograma naquela frequência e intensidade. Este é o chamado “limiar de audição”.

Como ler um audiograma?

  • A linha vertical é a intensidade do som calculada em decibel (dB), quanto mais para baixo a linha se mover mais alto o ruído se torna.
  • A linha horizontal é a frequência do som calculada em hertz (Hz), avança gradualmente em direção para a direita.

No audiograma, o ouvido direito é identificado como OS e o esquerdo como XS

Faça o teste em casa com o software Hearing Guardian v1

O Hearing Guardian V1 não substitui a audiometria por não mostrar os números oficiais, mas pode te ajudar a ter uma ideia clara de como está a sua audição. O software não somente oferece o teste auditivo, mas ajuda a recuperar as piores frequências usando a tecnologia de condicionamento de som limiar. Acesse o website biosom.com.br, baixe o software em seu computador e faça o teste gratuitamente.

Fontes:

http://www.asha.org/public/hearing/Audiogram/

Como Aliviar a Dor nas Costas em um Instante?

Com a correria do dia-a-dia, que cresce cada vez mais, vem impedindo que as pessoas consigam se manter relaxadas e ao longo do tempo, vão surgindo diversos problemas que acabam afetando não só a saúde do indivíduo, como também a sua qualidade de vida. E dentre os problemas mais comuns, destacamos a dor nas costas, que pode surgir em decorrência de diversos fatores como o estresse, por exemplo, e inclusive seu início pode surgir não só da coluna vertebral, como também nos nervos, nos músculos ou de outras regiões que acabam promovendo o aparecimento da dor nessa região.

Dor nas costas é uma das queixas mais comuns no trabalho e nos hospitais. Embora ela possa afetar todas as idades, é muito mais comum afetar os adultos entre 35 a 55 anos de idade. Especialistas dizem que dor nas costas está associada ao jeito que os nossos ossos, músculos e ligamentos trabalham.

A coluna é responsável por sustentar e movimentar o nosso corpo. Entre as 33 vértebras passa a medula espinhal, que funciona com um canal de comunicação entre o cérebro e o resto do corpo.

O importante é que independente da causa que te fez sofrer com dores nas costas, existem diversos tratamentos e formas de prevenção, e dentre eles estão alguns exercícios de alongamento que ajudam não só aliviar o problema, como também, a fortalecer a região e consequentemente impedir que a dor surja novamente ou piore de intensidade. E se você sofre com dores nas costas, este artigo foi feito especialmente para você. A seguir iremos dar 10 dicas de exercícios para aliviar as dores na região.

O que causa a dor nas costas?

As causas são variadas, veja abaixo os fatores:

A) Problemas motores: a causa mais comum de problemas motores é uma condição chamada degeneração do disco intervertebral, que significa que os discos localizados entre as vértebras da coluna vertebral estão quebrando com o avanço da idade. Como eles estão desgastados perdem a capacidade de amortecimento, se essa região estiver estressada pode causar dor.

B) Lesões: um trauma na coluna vertebral, como fraturas e entorses, pode causar dor crônica ou de curta duração. Entorses podem ocorrer ao torcer ou levantar de forma inadequada. A fratura muitas vezes é devido à osteoporose, causada pela fraqueza dos ossos. Lesões mais graves, como queda e acidentes podem causar dor também.

C) Doenças: escoliose, é uma curvatura na coluna devido à deformidade muscular ou à contração muscular desigual, espondilolistese, diferentes formas de artrite e estenose espinal. 

D) Infecções e tumores: osteomielite é uma infecção que envolve a vértebra e pode causar dor, assim como a discitis, que envolve os discos que amortecem as vértebras.

E) Emocional: geralmente, a dor é relacionada ao físico, mas o emocional também pode contribuir com a dor. O estresse pode afetar todo o corpo, inclusive com que os músculos das costas fiquem tensos. Depressão quando não tratada, ansiedade e insônia podem piorar a dor nas costas.

F) Outras causas: gravidez, pedra nos rins, infecções, endometriose que é o acúmulo de tecido uterino fora do útero e fibromialgia, causada pela fadiga e dor muscular. 

Como aliviar a dor nas costas em casa?

Como Aliviar a Dor nas Costas em um Instante?

Veja abaixo algumas técnicas e tratamentos que podem ajudar a amenizar a dor na coluna:

  • Bolsa de água quente: coloque uma bolsa de águe quente no local da dor para relaxar os músculos. Se a bolsa estiver morna deixe de 15 a 20 minutos, tome cuidado para não queimar a pele! Bolsas térmicas são vendidas em farmácias e lojas de produtos ortopédicos.
  • Banho quente: tomar um banho quente aumenta a circulação sanguínea e promove a vasodilatação, assim aliviando a dor.
  • Relaxe: tente ficar deitado ou sentar em uma cadeira, encoste suas costas totalmente no encosto da cadeira. Evite ficar muito tempo na mesma posição.
  • Emagreça: se você estiver acima do seu peso ideal, essa pode ser a causa da dor. O excesso de peso sobrecarrega as articulações.
  • Postura: melhore a sua postura! Ao sentar em uma cadeira tente se acostumar a não cruzar as pernas, isso é terrível para a coluna.
  • Alongamento: o alongamento vai ajudar no combate à dor, ajudando na circulação sanguínea e desenvolvendo um melhor alongamento.

Além desses, fazer sessões de fisioterapia para melhorar a sua postura é uma grande ajuda. Existe também um dispositivo que avisa quando sua postura está errada, para saber mais clique aqui.

Como aliviar dor nas costas no trabalho?

Como aliar o estresse da rotina multitarefa e melhorar a produtividade?

Como Manter o Foco no Trabalho é um assunto que realmente pode ajudar no aumento da produtividade. No entanto, é preciso muito mais para vencer as dificuldades do dia a dia. A rotina acaba sobrecarregando a mente e o corpo nos levando a fadiga e saturação.

Criamos este guia levando em conta que estamos no trabalho a maior parte do dia. Sendo assim, irá ajudar a aumentar a produtividade no trabalho e melhorar a qualidade de vida.

Exercícios para aliviar dor nas costas

Vamos mostrar alguns exercícios que irá aliviar a dor nas costas:

PRIMEIRO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas

Para quem deseja aliviar a dor nas costas, muitos exercícios de alongamento podem ajudar a resolver o problema, e a nossa primeira dica é simples e super fácil para você fazer em casa. Para realizá-lo você deverá separar um colchonete e em seguida ficar deitada de barriga para cima. Feito isso, traga suas pernas, de modo que seus joelhos fiquem os mais próximos possíveis do peito. Permaneça na posição por dez segundos e repita por mais duas ou três vezes. E lembre-se: fique atento para que a sua coluna esteja ereta ao chão.

SEGUNDO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 2

A ponte é um dos exercícios mais eficazes para promover o fortalecimento da região, então ele é ideal para quem está tratando a dor e precisa fortalecer o local para prevení-la futuramente. É muito simples: fique na posição de barriga para cima e levante o tronco, sempre prestando atenção na coluna, para que ela fique ereta. Você irá levantar e descer o tronco bem devagar, por dez vezes e ao longo do tempo pode ir aumentando a quantidade de repetições, conforme a sua evolução.

TERCEIRO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas

Para realizar o terceiro exercício, fique na posição de quatro apoios e em seguida, deite lentamente sobre seus pés, estendendo a sua coluna e seus braços de modo que fiquem o mais eretos possível. É só manter essa posição por no mínimo dez segundos, e repeti-la em três séries intervaladas.

QUARTO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 4

O quarto exercício da lista, também ajuda a aliviar as dores nas costas através do alongamento profundo na região. Para fazê-lo, deite em um colchonete o improvise com uma toalha que você tiver na sua casa. Na posição de barriga para cima, estenda os braços, como mostra a figura acima, dobre as pernas juntando os joelhos e gire para um dos lados. Depois é só manter a posição por dez segundos e girar para o outro lado e mantê-la por mais dez segundos. O ideal é repetir o exercício por no mínimo três vezes de cada lado da perna.

QUINTO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 5

O próximo exercício é para ajudar a fortalecer a região das costas, e também prevenir o agravamento da dor. Para realizá-lo, deite em um colchonete, com a barriga virada para baixo e em seguida, levante os braços e as pernas, de modo que não encostem mais no chão. Não precisa forçar a coluna para realizar o exercício, levante os membros só até onde a coluna se mantenha firme e ereta no chão.

SEXTO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 6

Para o próximo exercício é necessário uma bola de Pilates, mas fique tranquilo que é acessório muito fácil de encontrar. Com a bola em mãos, você deverá apoiar o seu corpo sobre ela, como se fosse deitar, mas sempre mantendo a coluna ereta. Com as mãos na nuca e os pés bem estabilizado no chão, leve a costas para atrás lentamente e volte com cuidado, como mostra a figura anterior, e repita o movimento calmamente por dez vezes no mínimo.

SÉTIMO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 7

O próximo exercício não requer atualização de nenhum acessório e por isso é muito simples.  Você precisará sentar no chão ou em um colchonete (escolha o lugar mais confortável para você) e deixar a pernas bem estendidas, de modo que as pontas dos pés fiquem voltadas para o teto. Em seguida você deve debruçar o seu tronco em cima de suas pernas até o máximo que suas mãos conseguirem tocarem nos pés e manter a posição por no mínimo dez segundos.

OITAVO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 8

Como mostra a figura, você pode adaptar o exercício de acordo com a sua capacidade. E o alongamento, além de ser bem simples é ótimo para quem sofre de dores nas costas. Primeiramente fique de pé e afastes as pernas, e tente encostar as pontas dos dedos no chão, permanecendo na posição por trinta segundos. Se desejar aumentar o nível de dificuldade do exercício, deixe as pernas alinhadas e juntas, tentando encostar as mãos nos calcanhares. E lembre-se: os joelhos devem estar estendidos durante o alongamento.

NONO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 9

Para esse exercício, sente no chão e com a coluna ereta, abras as pernas e como mostra a figura acima, leve uma em direção as suas partes íntimas, mantendo a outra bem estendida. Logo depois, leve o seu tronco em direção a perna estendida e mantenha a posição por no mínimo trinta segundos, repetindo o exercício para o lado esquerdo, quanto para o direito.

DÉCIMO EXERCÍCIO

Exercícios para aliviar dor nas costas 10

O último exercício da nossa lista de dicas para quem sofre de dor nas costas e quer muito combater esse mal, também é super simples, não precisa de acessórios e você pode fazer em sua casa. Para realizá-lo, deite em um colchonete e com a posição de barriga para baixo, levante o tronco, como mostra a figura acima e com a cabeça mirando o teto, mantenha a posição por no mínimo trinta segundos. Se você desejar, pode repetir por duas ou três vezes o exercício.

O ideal é que você pratique tais exercícios até começar a sentir melhoras nas dores, e com o tempo, ir dando prioridade aos exercícios que fortalecem a região, para prevenir que elas não voltem. Se você desejar, também pode fazer algumas compressas mornas e deixar nas regiões que mais doem para aliviar o desconforto. Além disso, não esqueça que é muito importante consultar um médico, para que você saiba exatamente as causas dessas dores e encontre os tratamentos indicados para o seu caso. E procure um profissional em fisioterapia, que irá orientá-lo melhor sobre quais exercícios são mais indicados para o seu perfil.

Veja também este vídeo que ensina exercícios para aliviar as dores nas costas (6:13): 

Fontes:

http://www.webmd.com/back-pain/features/manage-low-back-pain-home

Como Tratar Conjuntivite em um Instante?

A conjuntivite se resume à inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina, responsável por revestir a região da frente do globo ocular – o branco dos olhos – e a parte interior de pálpebras. Ela é uma doença que atinge, na maioria das vezes, os dois olhos. Embora seja contagiosa e passada de pessoa para pessoa, também pode se proliferar através de objetos contaminados ou água. Normalmente fica melhor em algumas semanas sem tratamento. A conjuntivite é a doença dos olhos mais comum que ocorre.

No geral, o problema ataca os dois olhos, pode ter duração de uma semana a 15 dias e não é comum deixar sequelas. A conjuntivite pode ser categorizada aguda ou crônica, com possibilidade de afetar um ou dois olhos do indivíduo.

Um primeiro adenovírus foi isolado por Rowe et al. em 1953. Dois anos depois, Jawetz et al. Publicou sobre uma ceratoconjuntivite epidêmica.

I) Quais são as principais causas de conjuntivite?

Primeiro por vírus seguido por bactérias, alergia e substância química:

1) Conjuntivite viral

É frequentemente associada a uma infecção do trato respiratório superior, uma gripe ou uma dor de garganta. O contágio geralmente começa com um olho, mas pode se espalhar com facilidade para o outro.

2) Conjuntivite bacteriana

Devido a bactérias comuns produtoras de pus provoca irritação e uma secreção cinza ou amarelada. Também podem nascer crostas severas no olho infectado e na pele ao redor. Bactérias comuns responsáveis ​​pela conjuntivite bacteriana são Staphylococcus aureus, Staphylococcus spp., coagulase negativa, Streptococcus pneumoniae, Streptococcus spp. do grupo viridans, Pseudomonas aeruginosa e Moraxella spp. Menos comumente Chlamydia trachomatis está envolvida.

A conjuntivite bacteriana pode causar a produção de membranas ou pseudomembranas que cobrem a conjuntiva. As pseudomembranas consistem em uma união de células inflamatórias e não são grudadas na conjuntiva, enquanto as membranas verdadeiras são mais bem grudadas e não podem ser facilmente removidas. Os antibióticos tópicos podem ser necessários somente se nenhuma melhoria for observada após três dias.

Conuntivite viral como conjuntivite bacteriana são facilmente espalhados entre pessoas.  Nestas situações, a conjuntivite se resume à contagiosa e pode ter transmissão por contato direto com secreção, objetos contaminados ou mãos.

3) Conjuntivite alérgica

É a inflamação da conjuntiva (a membrana que cobre a parte branca do olho) por alergia. As alergias diferem entre os pacientes, como pólen, fumaça, poluição, produtos de limpeza, maquiagem, cosméticos, cloro de piscinas, perfumes, cabelo animal, pó e colírios.

4) Conjuntivite química ou tóxica

Deve-se a uma substância ácida ou alcalina que atinge o olho. As queimaduras leves produzirão conjuntivite, enquanto as queimaduras mais graves podem fazer com que a córnea fique branca. Apresenta sinais principalmente avermelhados. Com alguns produtos químicos, como o hidróxido de sódio, pode haver morte da conjuntiva com um olho branco devido ao fechamento vascular.

A conjuntivite do recém nascido é uma conjuntivite que pode ser causada pela bactéria Chlamydia trachomatis e pode levar a conjuntivite aguda e purulenta. No entanto, geralmente se cura sozinha.

II) Quais são os Sintomas? 

Segue a lista dos sintomas:

  • Coceira
  • Visão borrada,
  • Fotofobia (dor ao olhar para luz).
  • Pálpebras inchadas
  • Olhos vermelhos e lacrimejantes, principalmente devido à vasodilatação dos pequenos vasos sanguíneos.
  • Pálpebras grudadas ao acordar.
  • Um olho com aspecto pegajoso produzindo pus que adere aos cílios
  • Olho lacrimejando (fabricação de lágrimas) ou estar “fechado” na parte da manhã
  • Dor nos olhos
  • Impressão de queimação ou arranhão
  • O inchaço da parte branca do olho
  • Mudanças na sua visão, como linhas onduladas ou piscando

Nos adultos, as causas virais são mais comuns, enquanto nas crianças as bacterianas são mais comuns.

Além desses, também a sensação de areia ou de ciscos pelos olhos, secreção esbranquiçada relacionada à conjuntivite viral e secreção purulenta relacionada à conjuntivite bacteriana.

III) Como Tratar?

Como Tratar Conjuntivite em um Instante?

O tratamento para o problema é determinado conforme o por agente causador. Em relação à conjuntivite viral não há medicamentos específicos. O tratamento de conjuntivite bacteriana inclui a indicação dos colírios antibióticos, que devem ter prescrição pelo médico.

Tendo qualquer dos sintomas a primeira recomendação é procurar um médio oftalmologista, que irá coletar a secreção ocular e analisar a causa da conjuntivite, para assim recomendar o melhor tratamento.

1) Conjuntivite causada por bactérias: 

A maioria dos casos devido a uma infecção bacteriana também se resolverá sem tratamento; no entanto, os antibióticos podem encurtar a doença.

Mas também pode ser relacionada também a doenças sexualmente transmissíveis (DST), e o tratamento é realizado através de antibióticos em gotas, pomadas ou comprimidos. Demora, em média, sete dias para o término do tratamento.

2) Conjuntivite causada por vírus: 

Na maioria dos casos virais, não há tratamento específico. Algumas Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST) podem causar conjuntivite. Aqueles que usam lentes de contato e/ou com gonorreia ou clamídia como causas, devem ser tratados. Requerem antibióticos orais e tópicos.

Se é decorrente de um resfriado, e da mesma forma que o próprio resfriado, não passará de uma semana. Entretanto a conjuntivite viral exige cuidados mais específicos, porque sua transmissão é extremamente fácil. Deve-se evitar o uso de maquiagens e lentes de contato, e suspender o compartilhamento de objetos.

3) Conjuntivite causada por irritação: 

Ocasionada por fluídos que caem sobre os olhos. O tratamento desta é mais simples, basta lavar os olhos com água abundante durante cinco minutos. Em quatro horas a irritação já deve começar a melhorar. Se a irritação for causada por algum ácido ou alcalino é necessário lavar imediatamente com água e contatar um médico o mais rápido possível.

4) Conjuntivite causada por alergia: 

Nos casos alérgicos, um teste é usado o diagnóstico e identificação da causa. Água fria derramada sobre o rosto com a cabeça inclinada para baixo, constrói os capilares e lágrimas artificiais às vezes aliviam o desconforto em casos leves. Assim que a alergia estiver curada, a inflamação também estará, mas é necessária a visita ao médico oftalmologista. Em casos mais graves, medicamentos podem ser prescritos, como os anti – histamínicos.

5) Lesões químicas (particularmente queimaduras alcalinas):

Estes são emergências médicas, pois podem levar a cicatrizes severas e danos dentro do olho. As pessoas com conjuntivite quimicamente induzida não devem tocar nos olhos, independentemente de suas mãos estarem ou não limpas, pois correm o risco de espalhar a doença para outro olho. A conjuntivite é tratada através da irrigação com a Solução Fisiológica de Ringer com Lactato. As gotas anestésicas locais podem ser usadas para diminuir a dor.

A conjuntivite em um recém-nascido, conhecida como conjuntivite neonatal, também exige tratamento específico.

IV) Tratamentos caseiros para a conjuntivite:

Como Tratar Conjuntivite em um Instante?

Em caso de conjuntivite causada por vírus ou irritação é possível resolver em casa. Aprenda como aliviar os sintomas:

1) Compressa:

Alterne entre compressa fria e compressa quente. Deixe 5 minutos cada uma sobre os olhos.

2) Lavagem:

Mergulho o rosto em uma bacia com uma colher com sopa de sal. Pisque os olhos enquanto estiver com a cabeça submersa para efetivar a lavagem.

3) Suco de cenoura:

Tome suco de cenoura 2 vezes ao dia. Meio copo é o suficiente.

4) Chá de chicória:

Faça um chá com as folhas de chicória. Deixe esfriar e aplique uma compressa fria nos olhos.

5) Suco de maçã:

Faça uma compressa com suco de maçã e, com o uso de algodão, aplique aos olhos duas vezes ao dia.

6) Colírios:

Podem ser usados, mas somente no olho já infectado e com receita médica (muitos colírios podem piorar a conjuntivite)

7) Uso de óculos: 

Usar óculos ou proteções para proteger os olhos de poeira e sujeira

8) Uso de maquiagem:

Evitar o uso de maquiagens e lentes de contato

V) Vá ao médico se:

  • Seu recém-nascido tem olhos vermelhos – principalmente se seu neném tiver menos de 28 dias.
  • Você usa lentes e tem sinais de conjuntivite, bem como manchas nas pálpebras – você pode ser alérgico às lentes.
  • Se esses sintomas forem combinados com rinite, a condição é denominada “rinoconjuntivite alérgica”.

VI) Método de diagnóstico:

O diagnóstico geralmente é baseado em sinais e sintomas e na cultura microbiana. A conjuntivite é identificada por irritação e vermelhidão da conjuntiva. E uma lâmpada de fenda (biomicroscópio) é necessária para ter confiança no diagnóstico.

A blefaroconjuntivite é a junção dupla de conjuntivite com blefarite (inflamação das pálpebras).

VII) Precauções:

Em relação à prevenção é fundamental que sejam evitadas aglomerações ou frequentar piscinas de clubes ou academias. É indicado não coçar olhos, não dividir a utilização das esponjas, delineadores, rímel ou qualquer item de beleza e não se automedicar.

É importante a lavagem com frequência as mãos e o rosto, já que estes são veículos de importância para transmitir micro-organismos patogênicos. Também faz parte da prevenção trocar fronhas de travesseiros todos os dias, enquanto durar a crise, e o uso de toalhas de papel para que o rosto e mãos sejam enxugados ou lavagem diária das toalhas de tecido.

Principais precauções são:

  • Use um algodão limpo para cada olho. Ferva a água e esfrie antes.
  • Esfregue devagar os cílios dos olhos para limpar as crostas.
  • Mantenha uma flanela fria nos seus olhos durante alguns minutos.
  • Lave as mãos regularmente com água e sabão.
  • Não use lentes de contato até que seus olhos estejam melhores.
  • Não compartilhe toalhas e travesseiros.
  • Lave travesseiros e panos para o rosto em água quente e detergente.
  • Fique longe de lugares públicos
  • A vacinação contra adenovírus, haemophilus influenzae, pneumococcus e neisseria meningitidis também é eficaz.
  • Normalmente, as pessoas melhoram em uma ou duas semanas.
  • Se houver perda visual, muita dor, fotofobia, sinais de herpes ou se uma pessoa não está melhorando após 7 dias, pode ser necessário um diagnóstico e tratamento adicionais.
  • Sempre vá a um oftalmologista qualificado para tratar a conjutivite.

Veja também este vídeo da doutora explicando sobre a conjuntivite (6:00):

Fonte:

http://www.webmd.com/eye-health/eye-health-conjunctivitis

https://www.nhs.uk/conditions/conjunctivitis/

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros

Você não sabe onde ir nas próximas férias? Não se preocupe porque separei a lista das 10 cidades do mundo mais visitadas por nós brasileiros. Por sorte, muitas delas já tinham na minha lista de visitadas. Assim, eu consegui colocar alguma das dicas da minha própria experiência.

Confira a Lista das 10 Cidades do Mundo e as Minhas Dicas Pessoais:

1) Roma, Itália:

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Roma

Essa é uma das cidades do mundo que você precisará contratar um guia para contar toda a história rica em detalhes desde a época de Jesus. Aqui você poderá ver muitos locais turísticos famosos, como Coliseu, Panteão e catedrais. As artes famosas da época do renascimento representado por Michelangelo, Leonardo Da Vinci e Rafael Sanzio ocupam a cidade.

Um dia de passeio no Vaticano é fantástico pelas histórias marcantes. Além das artes, você também poderá desfrutar a culinária italiana e Gelato que é considerado um dos sorvetes mais deliciosos do mundo.

Leia também >> 13 lugares para se visitar em Roma

2) Londres, Inglaterra:

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Londres

Eu considero Londres uma das cidades mais estilosas da Europa. Aqui você irá ver as pessoas de várias etnias mais bem vestidas do mundo. O Big Ben que fica localizada no Palácio de Westminster e Palácio de Buckingham, onde reside a Rainha Elizabeth II são duas das principais ponto turísticos de Londres.

Para quem gosta de cenários deslumbrantes, a London Eye que é uma das maiores rodas gigantes do mundo é a opção principal. Ainda mais, parques, museus e monumentos fazem parte de roteiros dessa bela viagem.

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3) Los Angeles, Estados Unidos:

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Los Angeles

A cidade dos anjos é conhecida como a cidade de entretenimento nos Estados Unidos. Só para você ter uma ideia, Universal Studios e Disneyland saíram daqui para o Orlando e Hollywood fica localizada bem perto do centro da cidade.

Aqui você poderá visitar o bairro Beverly Hills, onde muitos artistas residem e poderá visitar um pátio chamado The Grove onde, você poderá passar a tarde em um ambiente agradável com fontes de águas, cinemas e restaurantes. Além disso, dirigindo 20 minutos de Los Angeles, está a Santa Monica que é uma cidade linda com praias e atrações super lindos.

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4) Santiago, Chile

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Santiago

Vamos falar do Santiago, a cidade reformada depois da era do Pinochet me fez pensar, que quando um país passa por um sofrimento, o potencial para o país crescer é muito maior. Esse é o resultado do Chile que representa a maior qualidade de vida da América Latina.

Você poderá desfrutar o cenário lindo do Santiago no Morro Santa Lucia e no Morro San Cristóbal. E não deixe de comer os frutos do mar no Mercado Central. No inverno, as estações de esquis são as principais atrações e você não pode perder.

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5) Paris, França

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Paris

Quando você quiser propor o casamento para a sua namorada, Paris é uma das principais cidades do mundo para fazer isso. Paris é considerada por muitos, a cidade mais romântica do mundo. A capital francesa é conhecida assim pelos belos monumentos, como Torre Eiffel e Arca do Triunfo, e além dos lindos cenários, como Pont Neuf dão um charme diferente na cidade.

O museu do Louvre armazena artes incrivelmente famosas, como Monalisa. A Catedral de Notre Dame foi o cenário do filme Corcunda de Notre Dame também está entre as principais atrações da cidade.

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6) Las Vegas, Estados Unidos

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Las Vegas

A cidade que tem como apelido a Cidade do Pecado e, ainda, o seu slogan “O que acontece em Vegas, fica em Vegas” deve dar uma ideia de quão badalada é a vida noturna lá. Cada cassino representa um conceito e atrai público de todas as idades.

Embora os cassinos não possam ser frequentados por menores de 21 anos, a cidade foi decorada para que a família inteira possa desfrutar. As luzes iluminam a cidade por 24 horas e atrações mostradas pelo Treasure Island, Bellagio e Venetian chamam atenção dos que a visitam. Quem gosta de comer, os Buffet são as principais opções de culinária.

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7) Buenos Aires, Argentina

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Buenos Aires

Buenos Aires é a cidade mais europeia da América Latina. Buenos Aires preserva a cultura tradicional para todas as idades. A avenida “9 de Julio” que é representada por um obelisco é uma das principais atrações. Também têm como opções, as calçadas Lavalle e Florida que estão cercadas por restaurantes e lojas.

Quem curte uma vida noturna, o bairro Palermo é a principal atração. Fora isso, você poderá ver a dança tradicional “Tango” nos teatros e desfrutar a melhor carne do mundo nos restaurantes de todo o país. Leia também >> 12 lugares imperdíveis para visitar em Buenos Aires

8) Nova York, Estados Unidos

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Nova York

Ela é a cidade mais populosa dos EUA. Ela exerce um impacto significativo sobre o comércio, finanças, mídia, arte, moda, pesquisa, tecnologia, educação e entretenimento de todo o planeta. A cidade simplesmente abriga a sede da ONU, Wallstreet e Time Square.

Além disso, você poderá curtir os musicais famosos da Broadway e visitar Yankees Stadium para ver um jogo de Baseball do New York Yankees e ver jogo de basquete com New York Knicks no Time Square Garden. É importante você checar os horários da temporada.

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9) Miami, Estados Unidos

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Miami

Ela fica localizada há três horas e meia do Orlando. Para quem vai visitar Orlando, vale a pena alugar um carro (média de 50 dólares diários) e visitar a cidade. O bairro South Beach é um dos bairros mais badalados. Nesse bairro, existe uma calçada que reúne bares, restaurantes e lojas que iluminam a noite.

Se você tiver tempo, visite Key West que é uma ilha localizada no Sul da Flórida que é interligada por uma estrada ponte com o continente. Você chegando no Key West, você estará a 150 kilometros do Cuba.

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10) Orlando, Estados Unidos

10 Cidades do Mundo mais Visitadas por Brasileiros - Orlando

Enfim! A número 1 de todas as cidades do mundo mais visitadas por brasileiros. Os mais famosos parques temáticos do mundo fazem de Orlando, a cidade mais desejada dos brasileiros. Disney World que é formado por quatro parques temáticos: Magic Kingdom, Epcot Center, MGM e Animal Kingdom. Além da Disney, você poderá visitar o Universal Studios que lançou o parque chamado Mundo de Harry Potter.

Outro parque que deve visitar é Seaworld que é um parque temático e zoológico dedicado aos animais marinhos. Visitando esses três, você já irá gastar pelo menos 9 dias. Existem diversos hotéis que você e a sua família podem se hospedar ao redor desses parques temáticos. Aqueles que querem economizar dinheiro, existem hotéis um pouco afastado que são muito mais baratos.

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Fonte:

http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/top-10-cidades-mais-visitadas-do-mundo.html

http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/album-de-fotos/as-10-cidades-mais-visitadas-por-turistas-no-mundo

Teste de Personalidade com o Teste das Cores

Nossa mente é um universo complexo e, em muitos casos, misterioso. Este teste de personalidade irá te ajudar a se entender melhor. Existem outras questões profundas como o transtorno de personalidade, o qual você poderá entender mais clicando no link acima.

Aqui, iremos utilizar uma importante ferramenta de avaliação: O teste das cores. A psicologia diz que sua percepção sobre as cores pode revelar muito sobre sua personalidade. Ele consiste em adquirir informações sobre sua personalidade com base nas suas preferências e rejeições às cores e suas combinações.

Esta avaliação é situacional, ou seja, o resultado dependerá exclusivamente das suas opções. Por tanto, é preciso se concentrar e responder com sinceridade para que o resultado traduza sua situação atual.

Vamos começar o seu teste de personalidade

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Se você gostou do teste de personalidade, não esqueça de curtir, compartilhar ou deixar comentários! Contamos com você! 

Veja também:

Transtorno de personalidade >> http://biosom.com.br/blog/bem-estar/identificando-o-transtorno-de-personalidade/

Teste e Inteligência >> http://biosom.com.br/blog/curiosidades/teste-descubra-o-tipo-de-inteligencia-que-predomina-em-voce/

Quais são as Principais Causas de Problemas Respiratórios?

Se você tem alergias, asma ou outros problemas respiratórios, sabe o quão é importante ter uma maior compreensão dos seus problemas respiratórios, juntamente com um diagnóstico médico e um tratamento eficaz, você consegue manter o controle. Não importa qual o tipo de problema de respiração que você tem. Controle diário é vital para a vida, uma vida produtiva e ativa.

I) O que causa problemas respiratórios?

Existem muitas causas de problemas respiratórios. Algumas pessoas têm dificuldade em respirar quando ficam resfriadas. Outras têm dificuldade para respirar por causa de eventuais crises de sinusite, a qual pode dificultar a respiração pelo nariz por cerca de uma a duas semanas.

Grande parte dos problemas respiratórios são crônicos ou de longo prazo. Estes problemas respiratórios comuns incluem sinusite crônica, alergias e asma. Estes problemas podem causar uma série de sintomas, como congestão nasal, coriza, coceira nos olhos, congestão no peito, tosse, chiado no peito, respiração difícil e respiração superficial.

Por ser um dos principais caminhos usados por vírus e alérgenos para chegarem até os pulmões, a via nasal é frequentemente associada a muitas doenças pulmonares. Uma inflamação na via nasal, por exemplo, pode contribuir para ataques de asma. E o motivo mais comum para a asma é alergia. Problemas respiratórios também podem resultar de outros problemas graves, como câncer de pulmão, tuberculose, pneumonia e doenças pulmonares relacionadas ao HIV / AIDS.

II) Quais testes são usados para diagnosticar problemas respiratórios?

problemas respiratórios

Os médicos realizam exames físico para poder diagnosticar um problema respiratório, além de analisar o histórico familiar do paciente. Somado isso, irá realizar testes específicos como a espirometria, metacolina e testes de função pulmonar, frequentemente utilizado para avaliar situação de pessoas com asma.

A espirometria é um teste simples de respiração. Basicamente, ele mede a quantidade e velocidade do ar que o seu pulmão consegue jogar para fora. Este teste de respiração tem como principal objetivo determinar a quantidade de obstrução de das vias respiratórias. Um teste de estímulo com metacolina, pode ser realizado para ajudar a estabelecer um diagnóstico de asma. O seu médico vai saber qual teste é melhor para sua situação.

Em alguns casos, o médico pode tirar um raio-X para ver as estruturas do peito, incluindo o coração, pulmões e ossos. A radiografia do tórax é um excelente teste para diagnosticar pneumonia. Não pode, no entanto, identificar a maioria dos problemas respiratórios. Para algumas pessoas com problemas respiratórios, é necessária uma tomografia computadorizada do tórax. Este tipo de exame procura por quaisquer problemas nos pulmões. A tomografia computadorizada usa raios-X e um computador para criar imagens detalhadas.

Se você sofre com sinusite crônica, o médico pode solicitar um exame especial CT do seio paranasais. Esta verificação será utilizada para avaliar seus seios. Uma vez que o problema é diagnosticado, o médico pode prescrever um tratamento eficaz para ajudar a resolver a dificuldade em respirar

III) Teste de alergia pode determinar a causa de problemas respiratórios?

Testes de alergia podem ajudar o médico a identificar a causa dos seus problemas respiratórios. Há vários tipos de testes de alergia que o médico pode usar. Um deles é a técnica de pau. Neste teste, o médico primeiro coloca uma pequena gota de alérgeno em sua pele. Em seguida, o médico faz uma punção com uma agulha diretamente na gota de extrato de alérgeno. Se você é alérgico ao alérgeno específico, seu corpo vai reagir a ela, assim, a pele ficará avermelhada no local. Além disso, é possível que você sinta coceiras e inchaço na região onde foi colocado o alérgeno.

Existem ainda testes cutâneo que se utilizam de uma seringa para a injeção de extrato de alérgeno diretamente sob a pele. Outros testes, porém menos comuns, podem ser usados como submeter o paciente a contrair um alérgeno por vias respiratórias.

Depois de realizar testes de alergia, o médico pode saber o que está acionando seus problemas respiratórios. Em seguida, o médico será capaz de tratar os sintomas de alergia de forma mais eficiente.

IV) Quais são os tratamentos para problemas respiratórios?

Substâncias que causam problemas respiratórios são conhecidas como gatilhos. Prevenção de gatilhos é a principal maneira para controlar alergias e asma. Por exemplo, usar uma máscara para evitar a poeira ao fazer trabalhos domésticos, ou mesmo no trabalho, pode reduzir a sua exposição a gatilhos de alergia. Evitar animais de de estimação que tenham muito pelos, lavar as roupa de cama pelo menos uma vez por semana e trocar o filtro do ar condicionado (do trabalho ou de casa), são práticas que podem ajudar a evitar problemas graves, se você tem alergias.

Medicamentos também são importantes no tratamento de problemas respiratórios. Remédios como anti-histamínicos e descongestionantes podem tornar mais fácil a respiração de algumas pessoas que sofrem de alergias. Estes medicamentos podem ser ingeridos através de via oral ou através de vias nasais, por meio de sprays. Além disso, corticóides inalatórios podem dar alívio para quem sofre de alergia crônica e sinusite. Estes remédios trabalham para reduzir a inflamação nas vias aéreas.

A asma é tratada com medicamentos administrado por via inalatória ou oral, com o objetivo de ajudar na redução da inflamação primária nas vias aéreas. Pessoas com asma devem controlar a inflamação, a fim de desobstruir as vias aéreas e reduzir sensibilidades. Gatilhos da asma podem incluir:

  • Infecções virais (resfriado ou gripe)
  • Pólen
  • Pelos de animais
  • Ácaros
  • Baratas
  • Poluentes no ar
  • Fumaça de cigarro
  • Fumaça diversas
  • Alergias a certas comida
  • Exercício físico (em algumas pessoas)

V) Quando procurar um médico para tratar um problema respiratório?

Comumente, as pessoas procuram um médico apenas depois de já ter tido problemas respiratórios por semanas ou meses. O problema é que quanto mais demorar para ver um médico, mais poderá demorar para encontrar uma cura, ou para conseguir diminuir os sintomas.

Cada um de nós somos diferentes. Um método de tratamento específico que funciona para um membro da família ou amigo pode não ser o correto para o seu problema. Na verdade, é difícil para realmente entender o seu problema respiratório, sem uma compreensão clara do seu caso.

Por isso, um diagnóstico preciso é importante para que você possa tratar e prevenir problemas respiratórios. Logo, se você tiver sintomas de um ou mais dos problemas respiratórios comuns discutidos neste artigo, consulte o seu médico imediatamente para um diagnóstico preciso. Anote todas as perguntas que você tem e mostre a ele. Medidas de prevenção e tratamento pode ajudar a aliviar dramaticamente e possivelmente acabar ou diminuir seus problemas respiratórios.

tempo seco é um vilão de pessoas que sofrem de problemas respiratórios. Os sintomas geralmente são irritações nos olhos, dores de cabeça, inflamação na garganta e dermatites. Nas grandes metrópoles o tempo seco é ainda mais comum devido à poluição que também contribui para má qualidade do ar.

Para manter o corpo e o organismo livres dos transtornos causados pelo tempo seco é importante manter alguns cuidados no dia a dia.

VI) Confira as 5 dicas para combater problemas respiratórios:

Quais são as Principais Causas de Problemas Respiratórios?

1) Beber água é essencial

É sempre valioso lembrar a importância de manter o corpo hidratado e a melhor forma é através da ingestão de água. Mesmo sabendo da importância desse líquido para saúde muitas pessoas acabam não lembrando de beber os dois litros necessários. Outras formas de hidratação são também válidas como a ingestão de sucos de frutas naturais, água de coco, frutas e verduras também contribuem para manter o organismo saudável.

2) Mantenha os ambientes higienizados

No escritório ou em casa, é importante certificar de que os ambientes estão livres de poeira. Passar um pano úmido nos móveis em dias alternados é essencial para combater aos ácaros, fungos e evitar o acúmulo de poeira responsável por doenças respiratórias. Em dias secos, esses cuidados são ainda mais requisitados para a saúde.

3) Umidifique os locais de dormir

Crianças e idosos são os que mais sentem quando o ar está seco. Mantenha a hidratação das crianças, principalmente, que não se lembram de beber água. Antes de dormir uma dica simples e válida é deixar um balde com água no quarto, toalha molhada ou mesmo um umidificador de ar.

4) Cuide da alimentação

Opte pelo consumo de alimentos frescos, como frutas, verduras, legumes. Não abuse da ingestão de frituras e substitua essas opções por alimentos cozidos ou assados.

5) Mantenha a pele hidratada

Dermatites e alergias na pele são também sintomas comuns decorrentes da má qualidade do ar. Para evitar implicações com a pele evite banhos quentes e passe diariamente cremes hidratantes. Ao sentir os olhos e narinas secas pode ser aplicado algumas gotas de soro fisiológico para hidratação dessas regiões.

VII) Dicas para melhorar o ar com o óleo essencial de Eucalipto

Quais são as Principais Causas de Problemas Respiratórios?

O Eucalipto é uma erva muito indicada para tratar infecções e problemas respiratórios, como bronquite e asma. É também usado no combate à inflamação na garganta, dores musculares, má circulação e até preventivo contra picadas de mosquitos.

O óleo essencial de eucalipto além de melhorar a respiração deixa aquele cheirinho bom de menta e o ar fresco.

Ótimo para tratar gripe, sinusite, resfriados pneumonia, dor de garganta, otite e asma. Como usar: basta pingar cinco gotas do óleo essencial de eucalipto no difusor elétrico e deixar no ambiente. Há também a alternativa de pingar uma gota no inalador utilizado pela pessoa.

O óleo de eucalipto além de melhorar a qualidade do ar e ser benéfico para saúde, é ótimo para purificar e higienizar a casa. Pingue de cinco a dez gotas num balde com água e limpe o piso. Para tirar a poeira o pano úmido com eucalipto também é uma sugestão para combater os ácaros.

Veja também esta reportagem sobre os problemas respiratórios no frio (6:22)

Fonte

http://www.webmd.com/lung/

http://tabletopwhale.com/2014/10/24/3-different-ways-to-breathe.html

www.ativasonline.com.br

10 Passos Eficientes Para Você Parar de Fumar

Quem tenta parar de fumar sabe que não é tarefa fácil. Mas, os dados do Ministério da Saúde apontam esperança, já que segundo a pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, Vigitel, o percentual correspondente aos fumantes no Brasil foi de 16,2% em 2006 para 14,8% no ano 2012.

I) Siga a seguir 10 Passos Para Você Parar de Fumar:

parar-fumar-técnicas

1. FAÇA UM CALENDÁRIO 

Planeje suas ações com os métodos disponíveis a você.

2. MANTENHA-SE OCUPADO

Com outras coisas para tirar o cigarro da cabeça. Remova todos os objetos que lembrem o cigarro, como cinzeiros e isqueiros.

3. BEBA BASTANTE LÍQUIDO

Tenha por perto água ou sucos para tomar constantemente.

4. SEJA ATIVO

Caminhe ao invés de dirigir ou pegar um ônibus. Suba de escada ao invés de pegar elevador. Exercícios podem ajudar a relaxar e aumentar a sua moral.

5. PENSE POSITIVO

No começo, parar de fumar pode ser desagradável, mas é um sinal de recuperação para o corpo. Falta de concentração e irritação também são comuns nesse estágio.

6. MUDE A ROTINA

Evite ir a padaria que você está acostumado a comprar cigarros. Evite lugares como bar e pub que estejam cercados de fumantes. Faça algo que surpreenda a si mesmo.

7. SEM DESCULPAS

Não use boas ou más notícias para arranjar desculpa para dizer “só um cigarrinho”. Você nunca irá parar de fumar.

8. DÊ UM TRATAMENTO ESPECIAL A SI MESMO

Quando puder, invista o seu dinheiro que você costumava comprar cigarro, em algo especial que você goste.

9. COMA SAUDAVELMENTE

Não coma comidas gordurosas. Se você precisar de um lanche coma frutas, verduras ou qualquer tipo de alimentos saudáveis.

10. UM DIA DE CADA VEZ

Um dia sem cigarro é uma vitória para a sua saúde, sua família e, claro, o seu bolso.

II) Métodos que Auxiliam a Parar de Fumar

Agora que você Já tem os 10 passos para parar de fumar, vamos entender ainda mais sobre os métodos para parar de fumar.

Existem muitas maneiras que auxiliam a largar o fumo, da parada repentina até suporte de produtos com base em nicotina, as denominadas terapias de reposição.

E muitos fatores têm influência na seleção do método, sendo exemplo motivação, medos acerca de parar de fumar e ansiedade. O tratamento efetivo abrange a abordagem de 3 fatores, o físico, o psicológico e o comportamental.

Já que além de vencer a abstinência, como fator físico, é necessário quebrar o vínculo do cigarro das emoções como estar alegre de fator psicológico, e destruir o vínculo com hábitos como beber café, em relação ao fator comportamental. E apenas uma avaliação médica com critério consegue mostrar o tratamento adequado para cada indivíduo.

Os métodos disponíveis são o chiclete de nicotina, a pastilha de nicotina, adesivo de nicotina, spray nasal de nicotina, bupropiona, parada de modo abrupto, parada gradualmente e cigarro eletrônico.

O que acontece em seu corpo quando você para de fumar? Veja a seguir:

parar de fumar

Fonte:

http://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/quit-smoking/in-depth/nicotine-craving/art-20045454

Esclerose Multipla: Causas, Diagnostico e Tratamentos

Esclerose múltipla, é uma doença crônica em que as células de defesa do organismo agridem o sistema nervoso central. Por essa razão, é categorizada por muitos como uma doença autoimune, sendo também uma das razões mais comuns de incapacidade neurológica que acomete jovens adultos. Um de seus atributos mais preocupantes, além da causa ainda desconhecida, sem dúvidas, é a ocorrência dos surtos, que são imprevisíveis.

Além disso, outro fator que pode dificultar um diagnóstico precoce, é o fato de que comumente, a fase inicial dessa doença apresenta sinais sutis, que muitas vezes podem passar despercebidos. Neste artigo, você conhecerá mais aspectos em torno da doença, o que é, tratamento, sintomas e muito mais. Confira a seguir.

O que é esclerose múltipla?

De acordo com o que foi citado anteriormente, a esclerose múltipla, é uma doença classificada como autoimune. Ao falar de uma enfermidade autoimune, trata-se de casos em que o sistema imunológico ataca células saudáveis do organismo, é o que ocorre em doenças como artrite reumatoide, lúpus, anemia aplástica, entre outros tipos.

A doença, também abreviada como EM, é inflamatória e crônica. Antes de compreender o que é a esclerose múltipla, é interessante entender o que ocorre na doença para que, de forma geral, acometa as funções motoras e sensitivas. Ao falar de esclerose múltipla fisiopatologia, a bainha de mielina é agredida pelo sistema imunológico. No entanto, você conhece esses termos? Confira a seguir uma breve explicação, para que seja possível entender claramente:

1) Sistema imunológico:

Através do sistema imunológico, o organismo reage todos os dias de ataques virais, bacterianos e de micróbios. Trata-se de uma barreira complexa, composta por diversas células com funções distintas, que visam assegurar a defesa do organismo;

2) Bainha de mielina:

Refere-se a um tipo de capa, sendo chamada também de revestimento ou envoltório, que envolve os axônios, promovendo proteção e uma condução mais rápida dos impulsos elétricos;

3) Axônios:

Os axônios são prolongamentos finos dos neurônios, é basicamente responsável pela condução dos impulsos nervoso do corpo celular para outros neurônios;

4) Neurônios:

São uma parte fundamental do sistema nervoso, são formados por soma, dendritos e o já citado anteriormente, axônio. São caracterizados por estabelecer conexões entre si, quando ocorrem estímulos externos ou internos, além da função de conduzir os impulsos nervosos para o cérebro;

5) Sistema nervoso:

De forma extremamente resumida, o sistema nervoso corresponde a basicamente, uma rede de comunicações do organismo, ou seja, é o regulador das atividades corporais. Ele é subdividido em três partes, Sistema Nervoso Autônomo, Sistema Nervoso Periférico e Sistema Nervoso Central.

Agora que essas partes já foram esclarecidas, é possível compreender a gravidade da esclerose múltipla. Nessa doença, a bainha de mielina é agredida pelo sistema imunológico, como será visto a seguir, a razão para esse acontecimento no sistema imunológico, ainda é desconhecida.

Dessa forma, com essa agressão, o sistema nervoso é comprometido e como consequência, a doença evolui causando lesões medulares e cerebrais. Por essa razão, os principais sintomas que surgem no decorrer da evolução da doença, estão ligados com a função motora e sensitiva. Existe mais de uma forma de evolução da esclerose múltipla, tais como:

  • Esclerose Múltipla Remitente Recorrente (EMRR): também chamada de surto remissão, esse é o tipo mais comum de esclerose múltipla, onde sua evolução é marcada por surtos repentinos com chances de recuperação, seja parcial ou total;
  • Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP): é uma forma mais silenciosa, onde a evolução ocorre com ausência de surtos. No entanto, isso não anula os sintomas progressivos, que são acumulados ao longo do tempo;
  • Esclerose Múltipla Secundária Progressiva: neste caso, o progresso da doença ocorre com sintomas progressivos e lentos, em que pessoas que tenham a EMRR inicialmente, podem evoluir e obter mais sintomas sem surtos após anos com a doença.

Quais são as causas?

Por mais que a esclerose múltipla seja alvo de estudos ao redor do mundo, a causa da doença ainda é desconhecida. No entanto, os avanços devido às pesquisas, proporcionam cada vez mais que os portadores tenham uma qualidade de vida melhor.

Conforme estudos já realizados sobre esclerose múltipla causas, aponta-se que a incidência é maior em mulheres de 20 a 30 anos, sendo mais comum nas que possuem pele branca e vivem em zonas temperadas. De acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), estima-se que cerca de 35 mil brasileiros sejam portadores da doença.

Por outro lado, diversas pesquisas apontam que são imprescindíveis para o aparecimento da doença, fatores ambientais e genéticos. No entanto, ainda não há um resultado conclusivo em torno da causa exata da esclerose múltipla, nem mesmo afirmando com exatidão se a esclerose múltipla é hereditária.

Conheça os sintomas da esclero múltipla

Esclerose Multipla: Causas, Diagnostico e Tratamentos

De forma geral, a principio os indícios da esclerose múltipla surgem de maneira sutil, podendo aparecer com durações distintas em cada pessoa e são transitórios. É uma característica muitas vezes preocupante, afinal, pode levar a falta de atenção às primeiras manifestações da doença, dificultando um diagnóstico precoce.

Os sintoma são variados, acometendo funções consideradas básicas para o dia a dia, principalmente motoras, entre outras. Caso queira saber sobre esclerose múltipla sintomas mais comuns, confira a seguir:

  • Disfagia: refere-se a dificuldade de deglutinação, ou seja, a dificuldade de processar e engolir alimentos, sejam eles sólidos, líquidos ou pastosos;
  • Alteraçes na fala: lentidão, voz trêmula, palavras mais arrastadas e disartria, que consiste na dificuldade de usar adequadamente os músculos, principalmente pela sensação de fraqueza que os acometem;
  • Espaticidade: a espasticidade é uma condição que acomete os músculos, envolvendo hiperreflexia e hipertonia. Dessa maneira, é basicamente categorizada de forma coloquial como uma rigidez muscular;
  • Transtornos emocionais: a esclerose múltipla é uma doença capaz de comprometer seriamente os indivíduos, esse fator, consequentemente, é capaz também que ocorram sintomas ansiosos, depressivos, além do transtorno bipolar;
  • Fadiga: é um sintoma comum nos mais variados tipos de doenças, que causa uma sensação muitas vezes debilitante. As principais características da fadiga, são um cansaço desproporcional às atividades realizadas e com grande intensidade momentânea;
  • Transtornos cognitivos: sinais cognitivos também podem surgir, principalmente no que diz respeito a execução de tarefas e o processamento da memória. Mais dificuldade nesses dois aspectos podem tornar a doença ainda mais incapacitante;
  • Sexualidade: indícios que podem comprometer a vida sexual dos portadores podem aparecer, como a disfunção erétil, disfunção na sensibilidade do períneo e redução da lubrificação vaginal;
  • Transtornos visuais: a diplopia, caracterizada pela visão dupla e a visão embaçada, fazem parte do conjunto de indícios que podem surgir em pacientes com esclerose múltipla;
  • Problemas ligados a coordenação e equilíbrio: os principais sinais relacionados a dificuldades motoras e de equilíbrio são a instabilidade para andar, tremores, perda de equilíbrio, náuseas, vertigens, fraqueza generalizada, falta de coordenação e debilidade, que se caracteriza pela redução da resistência;
  • Parestesia: é um sintoma comum em diversas doenças, que se refere a uma sensação anormal e incômoda na pele. Essa sensação é capaz de assumir formas distintas, por exemplo, coceira, queimação, formigamento e dormência.

É indispensável citar que apesar do tratamento, a característica transitória dos sintomas permanecem. Por essa razão, uma de suas formas é classificada como uma doença remitente-recorrente. O importante é assegurar um tratamento adequado, para que seja possível amenizar a gravidade dos surtos imprevisíveis e retardar a evolução da doença.

O que são os surtos?

Como citado nos tópicos anteriores, uma das principais preocupações em torno da esclerose múltipla, é a ocorrência repentina de surtos. São episódios caracterizados pela manifestação mais evidente dos sintomas neurológicos da doença. É possível que dure apenas alguns dias ou semanas.

Como é o diagnóstico?

Naturalmente, assim como em outras doenças, um diagnóstico precoce pode ser decisivo. No entanto, os sintomas iniciais da esclerose múltiplo, não favorecem essa ocorrência. Por essa razão, é importante ter consultas médicas de forma regular e dar atenção caso apareça qualquer tipo de indício. No caso o diagnóstico da esclerose múltipla, uma das melhores opções, é recorrer a um neurologista, que poderá auxiliar na investigação do diagnóstico e na implementação de um tratamento adequado para o seu quadro e estágio da doença.

Esclarecer esclerose múltipla diagnóstico é muito importante, principalmente quando se leva em consideração que existem diversas doenças infecciosas e inflamatórias que apresentam sintomas semelhantes aos de EM. Para um diagnóstico preciso, podem ser solicitados exames neurológicos, físicos e laboratoriais, como a ressonância magnética e potencial evocado, que consiste em um tipo de teste neurofisiológico do sistema nervoso para avaliar possíveis disfunções.

Existe tratamento?

Esclerose Multipla: Causas, Diagnostico e Tratamentos

Esclerose múltipla tem cura? Não, porém, se você quer saber sobre esclerose múltipla tratamento, é interessante ressaltar que por mais que não tenha cura. No entanto, o tratamento pode ocorrer de diversas maneiras, reunindo intervenções favoráveis para cada quadro. De forma geral, o tratamento busca aliviar os sintomas, prevenir novos surtos ou aumentar o espaço de tempo entre eles, entre outros.  A seguir, veja algumas das opções que podem ser exploradas.

1) Medicamentos

Em grande parte dos casos, o tratamento é essencialmente medicamentoso. Cada vez mais surgem opções de remédios para auxiliar nesse processos, como:

  • Imunossupressores: são medicamentos que visam amenizar a eficiência do funcionamento do sistema imunológico. Alguns exemplos são o gilenya, ciclofosfamida e a azatioprina;
  • Imunomoduladores: visam realizar “ajustes” em determinados aspectos do sistema imunológico, seja alterando a forma de comportamento, aumentando ou diminuindo. Dessa maneira, atua de formas específicas. O Copaxone e o Avonex, são dois medicamentos injetáveis dessa categoria. Acredita-se que os imunomoduladores tenham o potencial de influenciar na progressão da doença;
  • Pulsoterapia: é uma opção de tratamento para os surtos da esclerose múltipla. Nesse caso, são usados corticosteroides, sendo o mais comum a metilprednisolona. A administração do medicamento, geralmente é intravenosa com gotejamento, porém, pode ser recomendado após esse processo, o uso via oral da prednisona.

Efeitos colaterais

Sabe-se que muitos medicamentos apresentam efeitos colaterais. Não é diferente no que diz respeito às opções anteriormente citadas. É possível que no início ou durante a medicação, o paciente sinta dores musculares, fadiga, febre, entre outros efeitos colaterais. Por essa razão, é importante ficar atento e sempre conversar com o médico responsável pelo seu tratamento por esclarecer dúvidas e ver as opções de remédios.

2) Transplantes

Essa é uma opção menos comum, geralmente o transplante de medula óssea é recomendado em casos extremamente específicos. O transplante autológico de células-tronco consiste em reinfundir essas células, ajudando na recomposição do sistema imunológico. Um dos principais riscos que envolvem esse método, é o fato de que, para o transplante, é necessário que o sistema imunológico seja suprimido antes de se recompor, ou seja, há um risco grave de infecção.

3) Outras alternativas

Para complementar o processo de tratamento, principalmente visando o alívio dos sintomas que interferem na qualidade de vida, outras alternativas podem ser exploradas. Confira a seguir as principais:

  • Neurorreabilitação: visa amenizar os sintomas neurológicos e proporcionar um maior suporte na adaptação e recuperação de fatores como a espaticidade, que consiste na alteração que acomete os músculos, causando maior rigidez e dificuldade nos movimentos;
  • Psiquiatria: voltada para pacientes com sintomas depressivos, ansiosos e com o transtorno de humor. Em alguns casos, consultas com psicólogos também podem ser recomendadas e beneficiar os pacientes;
  • Fisioterapia: a fisioterapia pode ser vantajosa para diversos fatores, tanto para amenizar dores, quanto para a adaptação e recuperação ligados aos movimentos, já que a esclerose múltipla pode comprometê-los.

Saiba mais sobre as doenças autoimunes

Conforme citado anteriormente, a esclerose múltipla é considerada uma doença autoimune, que é caracterizada pelo ataque do sistema imunológico ao organismo. Para ressaltar e proporcionar um melhor esclarecimento, o sistema imunológico é composto por diversas células com funções distintas de proteção contra ações bacterianas, virais e de micróbios.

Por essa razão, doenças autoimunes podem comprometer seriamente os portadores e em muitos casos, deixar sequelas que comprometem o dia a dia.  Em relação ao diagnóstico, muitas vezes é preciso realizar mais de um tipo de exame, principalmente quando se leva em consideração que podem ser confundidas com outros tipos de doenças e até mesmo com outras enfermidades autoimunes.

Ainda mais, a mesma doença pode se apresentar de forma distinta em cada pessoa, algumas delas são assintomáticas, o que só reforça a necessidade de realizar exames médicos regulares. Mesmo entre todas as distinções, algo é comum nessas doenças: o sistema imunológico sofre uma disfunção, que faz com que ele ataque o próprio corpo ou células de um órgão específico que deveria proteger.

Para a maioria dos casos, as causas são desconhecidas e são condições sem cura. No entanto, ainda assim é indispensável ter um tratamento adequado, principalmente para que seja possível regredir a evolução da doença e amenizar os sintomas que estão presentes. A seguir, conheça as doenças mais comuns que possuem essa característica:

1) Lúpus

O nome completo dessa doença, é lúpus eritematoso sistêmico, trata-se de um distúrbio crônico, onde o sistema imunológico agride os tecidos do organismo, acometendo diversas áreas, como rins, cérebro, pulmão, pele e articulações. A maior incidência dessa doença, é a partir dos 20 anos e estima-se que as mulheres sejam as mais afetadas.

As pessoas acometidas, dependendo do quadro e tipo de tratamento realizado, em geral, conseguem ter condições razoavelmente normais de vida, por isso que é fundamental sempre ter acompanhamento médico e não negligenciar os sintomas. Os indícios do lúpus são variados, podendo incluir fadiga, febre, dores nas articulações, úlceras, perda de peso, sensibilidade à luz, entre outros.

2) Doença de Crohn

Trata-se de uma enfermidade que acomete severamente o sistema digestivo, em especial, o cólon e a parte inferior do intestino delgado. Todas as camadas que se referem a parede intestinal são comprometidas, por exemplo, a mucosa e a submucosa. Assim como em diversas doenças autoimunes, a causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientes estejam envolvidos na desregulação do sistema imunológico.

Apesar da possibilidade de atingir qualquer idade, aponta-se que a incidência da doença de Crohn seja maior entre os 20 e 40 anos, além disso, acredita-se que afeta os dois sexos igualmente, diferentemente de outras doenças, como o lúpus, onde as mulheres são mais acometidas. Os principais sinais que surgem devido à esta doença, são dores abdominais, diarreia, perda de peso, espasmos, inchaço, perda de apetite e anemia. Medicamentos são utilizados visando retardar a evolução da doença, já que não tem cura.

3) Psoríase

Trata-se de uma doença que acomete essencialmente a pele, onde se aponta também uma disfunção no sistema imunológico. É uma enfermidade que pode afetar todas as idades, porém, é mais incidente antes dos 30 anos e após os 50 anos. A ocorrência em crianças fica em torno de 15%. Como dito anteriormente, a pele é afetada, dessa forma, a doença se caracteriza principalmente por lesões avermelhadas e a presença de descamação.

A psoríase é classificada de acordo com os atributos e regiões afetadas pelas lesões, podendo ser vulgar, invertida, eritrodérmica, gutata, artropática, postulosa, inguel e palmo plantar. A principal variação é no tamanho das lesões, algumas, como a psoríase vulgar, apresentam lesões de tamanhos variados, já em outras, há ocorrência de lesões com pus (postulosa), pequenas (gutata), em formas de fissura (palmo-plantar) e úmidas (invertida).

4) Vasculite

Primeiramente, é importante citar que o termo vasculite, é utilizado para se referir a um grupo de doenças distintas, mas que possuem algo em comum: um processo inflamatório que acomete a parede dos vasos sanguíneos. As principais complicações são o enfraquecimento da parede, alterações na estrutura, formação de hemorragias e a ausência do sangue necessário para os órgãos que são irrigados pelos vasos que foram acometidos.

As vasculites primárias são mais raras e apresentam uma agressão direta dos vasos sanguíneos, acredita-se que a disfunção dos sistema imune esteja envolvida. Já as vasculites secundárias, apresentam uma doença base como desencadeadora, por exemplo, a artrite reumatoide, esclerodermia e o lúpus. Lembrando que pode acometer qualquer vaso do organismo, seja de mulheres ou homens. Os sintomas, dependem da localização afetada, podendo incluir de forma geral, fadiga, febre, dores nas articulações e irritação na pele.

5) Doença de Graves

A doença de Graves, também conhecida como doença de Basedow-Graves, é caracterizada por um distúrbio do sistema imunológico que acomete a glândula tireoide, resultando na produção excessiva de hormônios. É interessante ressaltar que essa glândula, é indispensável para promover um maior equilíbrio das funções do organismo.

Apesar da possibilidade de acometer todas as idades, essa doença é mais incidente em mulheres com menos de 40 anos. Os sintomas, geralmente incluem tremores, sensibilidade ao calor, ansiedade, perda de peso, aumento da tireoide, olhos inchados, entre outros. Geralmente, é diagnosticado por alterações no volume da tireoide e pela quantidade excessiva de hormônios, por isso que exames laboratoriais são necessários nesses casos.

6) Artrite Reumatoide

Essa enfermidade também é conhecida por poliartrite crônica evolutiva e acomete principalmente as articulações. Dessa maneira, os sinais que acompanham a doença, são principalmente rigidez, dores nas juntas e inchaço. As áreas mais afetadas são os tornozelos, joelhos e as mãos. Por essa razão, é uma doença com potencial incapacitante, pois pode resultar em limitações na movimentação.

Aponta-se que seja uma doença de maior incidência em mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos. O diagnóstico precoce e tratamento adequado são indispensáveis, pois aumentam as chances de evitar complicações como o retardamento da degeneração que pode acometer as artérias e até mesmo os ossos. Para “frear” o progresso, geralmente são utilizados medicamentos e a fisioterapia.

7) Diabetes tipo 1

Sabe-se que o termo diabetes refere-se a um grupo de doenças, no caso do diabetes tipo 1, a produção de insulina pelo pâncreas é pouca ou ausente. A incidência é maior na adolescência, mas pode acometer todas as idades, principalmente entre os 15 aos 60 anos. Apesar de não ter cura, assim como diversas outras doenças apresentadas neste artigo, o tratamento visa amenizar o quadro, com a manutenção dos níveis de açúcar no sangue, que pode incluir insulinoterapia e mudanças de hábitos.

De forma geral, os sintomas geralmente incluem náuseas, vômitos, dor de cabeça, sonolência, fadiga, visão turva, fome excessiva e micção frequente. Como foi visto, os sintomas são diversos, podem parecer simples e são comuns em diversas condições, desde resfriados e gripes, até outras doenças mais sérias. Por essa razão, é importante não negligenciá-los e buscar sempre orientação médica.

8) Tireoidite de Hashimoto

A tireoidite de Hashimoto, também é uma doença que recebe o nome de tireoidite linfocítica crônica. Ela também faz parte da lista de doenças autoimunes, nesse caso, a disfunção do sistema imunológico, acomete a tireoide, onde anticorpos agem contra as células dessa importante glândula, provocando graves agressões que comprometem a sua atividade parcialmente ou totalmente.

Por observar uma maior ocorrência em pacientes com essa enfermidade no histórico familiar, acredita-se que fatores genéticos estejam envolvidos. A maior incidência é notada em mulheres e todas as idades podem ser afetadas. Os sinais geralmente envolvem fatores como a fadiga, ganho de peso, rigidez nas articulações, maior ritmo cardíaco, aumento da tireoide, secura na pele e constipação.

Geralmente, o tratamento incluem principalmente hormônios, acredita-se que para maior eficácia, é importante ter um acompanhamento médico regular, para medir os níveis dos hormônios. A quantidade da suplementação dependerá do quadro da doença, principalmente do estágio em que está.

9) Síndrome de Goodpasture

A sindrome de Goodpasture, também é chamada de Síndrome de anticorpo antimembrana basal. É uma doença rara e muito específica, onde ocorre basicamente uma hemorragia que acomete os pulmões e insuficiência renal progressiva. Para o diagnóstico, geralmente são necessários exames laboratoriais de amostras de sangue e urina, além de uma radiografia torácica.

Em relação aos sintomas, englobam a falta de ar, fadiga, febre, expectoração de sangue e uma perda de peso inexplicável. É indispensável buscar orientação médica o mais rápido possível, pois os sintomas podem se agravar de forma rápida, além de seres indícios graves. O tratamento visa amenizar os sintomas e regredir o estágio da lesão que acomete os rins e os pulmões, para isso, normalmente são utilizados ciclofosfamida e corticosteroides.

10) Miastenia grave

Trata-se de uma condição rara, que também recebe o nome de Myasthenia gravis. Existem duas formas da doença, a autoimune e a congênita. No caso da autoimune, o distúrbio que acomete o sistema imunológico acomete a placa motora que desempenha a importante função de transmitir os estímulos nervosos que fazem com que o músculo se contraia.

Dessa maneira, uma das principais características da doença, é o enfraquecimentos dos músculos, já que a transmissão dos impulsos nervosos é acometida. Os principais sintomas, além da fraqueza muscular, envolve dificuldade para mastigar e engolir, pálpebras caídas, visão dupla (diplopia), fadiga extrema e falta de ar. Os sintomas podem variar de intensidade, dependendo do quadro de cada paciente.

As formas de tratamento podem ser distintas, dependendo do estágio da doença e a forma em que ela está se desenvolvendo e afetando cada indivíduo. Geralmente, pode envolver o uso de corticoides, fortalecedores musculares, transfusão de sangue e em alguns casos, uma cirurgia chamada timectomia.

11) Penfigoide bolhoso

No caso do penfigoide bolhoso, a disfunção do sistema imunológico consiste na agressão da pele, tendo como consequência, o surgimento de bolhas, geralmente grandes e áreas inflamadas na pele. Outros sintomas que podem surgir, são a coceira e vermelhidão.

Para o diagnóstico, os médicos examinam amostras da pele para ter um resultado preciso e estabelecer o tratamento mais adequado. Normalmente, o tratamento inclui cremes corticoides e medicamentos que reduzem a atividade do sistema imunológico, que são chamados de imunossupressores.

12) Síndrome de Sjögren

Essa doença também é conhecida como síndrome seca, exocrinopatia autoimune e Síndrome de Goujerot-Sjögren. Sua principal característica é a secura, pois o distúrbio que afeta o sistema imunológico, faz com que as glândulas exócrinas sejam acometidas. Essas glândulas são responsáveis por secretar fluídos para o exterior ou interior do corpo.

Aponta-se que a princípio, as células epiteliais das glândulas salivares e lacrimais são afetadas, geralmente, a progressão é lenta e contínua. Dessa maneira, é importante ter um tratamento adequado para retardar o agravamento do processo inflamatório, que pode acometer diversos órgãos e complicações graves, como o surgimento de linfomas.

Por mais que casos em crianças e adolescentes sejam mais raros, a doença pode acometer todas as idades, porém, a incidência é maior em mulheres acima dos 40 anos. O tratamento, em grande parte dos casos, é sintomático e dependerá de cada médico avaliar o quadro dos pacientes para estabelecer o que é mais indicado, geralmente incluem corticosteroides, uso de colírios, analgésicos, entre outras opções.

13) Doença celíaca

Conhecida também como enteropatia sensível ao glúten, trata-se de uma doença comum, que se caracteriza pela reação imunológica à ingestão de glúten, que está presente em diversos tipos de alimentos. Nesse caso, a parede interna do intestino delgado é acometida, levando a redução da capacidade de absorção dos nutrientes.

Os sintmas geralmente envolvem prisão de ventre, anemia, sensação de estufamento, desconforto, diarreia e dores. Pode acometer todas as idades, apresentando sintomas iniciais na infância. O tratamento, geralmente consiste em uma mudança na dieta, para controlar o progresso da doença e sintomas, auxiliando, dessa forma, em uma possível recuperação intestinal.

14) Anemias

A anemia é um termo que se refere à uma variedade de doenças que são caracterizadas por valores abaixo do normal da concentração de hemoglobina, causando a redução no fluxo de oxigênio para os órgãos. Dessa maneira, existem tipos variados de anemia, duas das consideradas autoimunes, são a anemia aplástica e a anemia hemolítica autoimune, que serão apresentadas a seguir:

Anemia aplástica: é uma condição muito rara, onde se aponta que a disfunção do sistema imunológico acomete a medula óssea, causando redução na quantidade de células sanguíneas novas. É um quadro potencialmente fatal, que pode incluir em seus indícios sangramento, aceleração no ritmo cardíaco, fadiga e infecções frequentes;

Anemia Hemolítica autoimune: nesse tipo de enfermidade, o sistema imunológico produz anticorpos que agem contra os glóbulos vermelhos. Acredita-se que as mulheres sejam mais afetadas por essa condição, que se divide principalmente em dois grupos, a anemia hemolítica por anticorpos quentes e a anemia hemolítica por anticorpos frios. Em ambos os casos é possível que não ocorram indícios, porém, em outros, as pessoas podem ter palidez, falta de ar e desconforto.

15) Alopecia areata

Aponta-se a alopecia areata como uma enfermidade autoimune, onde o sistema imunológico age contra os folículos pilosos. A principal característica dessa condição é a queda repentina de cabelo, com uma ou mais áreas calvas, geralmente com formas circulares. Normalmente, as áreas são bem delimitadas e por mais que em diversos casos sejam assintomáticas, algumas pessoas podem ter a sensação de queimação.

O tratamento pode envolver injeções de derivados de cortisona, mas vária muito de cada caso, podendo ser necessário também o uso de cremes. No entanto, em alguns casos, pode não ocorrer resposta e a doença pode regredir de forma espontânea, mesmo que seja algo mais incomum.

16) Febre reumática

Trata-se de uma doença de caráter autoimune, que pode acometer todas as idades, apresentando uma maior incidência em crianças e jovens. É provocada pela bactéria estreptococo e tem caráter autoimune, acredita-se que quanto mais jovem o portador, maiores são as chances de a enfermidade deixar sequelas severas.

Os sintomas, geralmente envolvem dor nas juntas, manchas com aspecto avermelhado, inflamação no músculo do coração, nódulos subcutâneos, febre baixa, entre outros. O tratamento pode incluir repouso absoluto e uso de medicamentos, porém, quando ocorre o acometimento severo cardíaco, as intervenções médicas de tratamento podem ser mais agressivas.

Outros tipos de doenças autoimunes são degeneração cerebelosa paraneoplásica, bronquiolite obliterante idiopática, artrite reactiva, cirrose biliar primária, colangite esclerosante primária, colite ulcerativa, fibrose pulmonar idiopática, granulomatose de Wegener, entre muitos outros tipos. Estima-se que a lista seja extensa, por esse motivo, ter um médico de confiança e obter um diagnóstico preciso é tão importante para ter o tratamento certo.

Por mais que as principais causas não sejam conhecidas em diversos quadros de doenças autoimunes, é interessante observar que fatores hereditários são apontados e levados em consideração em alguns casos. Dessa maneira, ao ter no histórico familiar uma doença autoimune, é importante relatar ao médico, principalmente se ocorrer dificuldade para esclarecer e encontrar um diagnóstico.

O uso de imunossupressores, que reduzem a eficiência das atividades desempenhadas pelo sistema imunológico, são geralmente usados para o tratamento dessas doenças. No entanto, é interessante ressaltar que é preciso ter cautela, pois esses tipos de remédios podem causar efeitos secundários, deixando o organismo mais vulnerável a processos infecciosos.

Outro fator importante a ser citado, é que geralmente, as doenças autoimunes são categorizadas como específicas de órgão e como não específicas de órgão. Sendo assim, em alguns casos o processo autoimune originado da disfunção do sistema imunológico acomete apenas um único órgão, por exemplo, na tireoidite de Hashimoto, onde que o a tireoide é acometida. Já em outros casos, o sistema imunológico agride e gera lesões em diversos tecidos e órgãos.

Principais pontos a serem ressaltados sobre a Esclerose Múltipla

De acordo com o que foi apresentado neste artigo, a esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica, categorizada como autoimune, já que se caracteriza pela agressão do sistema imunológico a fatores relacionados com o sistema nervoso. Dessa forma, os principais sintomas que surgem, estão ligados a problemas de coordenação, visão e equilíbrio.

Por ser uma doença com potencial alto de severidade, muito se especula a respeito, o que só reforça a necessidade de se informar corretamente, evitando assim, pensamentos equivocados e compartilhamento de informações falsas. Sendo, nesse contexto é indispensável reforçar algumas informações a respeito da doença, desmitificando alguns desses pensamentos equivocados que já surgiram a respeito, tais como:

A esclerose múltipla pode matar? Sim, mas apesar de ser muitas vezes grave e ter a possibilidade de levar a óbito, a esclerose múltipla não é necessariamente uma doença mortal;

Não se trata de uma doença mental;

A esclerose múltipla não é uma doença contagiosa, por isso, ao se relacionar com um portador ou falar a respeito, não há motivos para demonstrar medo de contágio;

Algumas pessoas acreditam que os portadores de esclerose múltipla automaticamente estão condenados ao uso da cadeira de rodas. Não é dessa forma que funciona, é verdade que problemas na mobilidade podem surgir, mas não são todos os portadores que chegam a necessitar no decorrer da doença;

Uma vez que não se sabe ao certo as causas da doença, não são considerados meios exatos de prevenção;

Portadores da doença podem trabalhar,ao contrário do que muitos pensam, muitos conseguem ter qualidade de vida após o diagnóstico, porém, para isso, o tratamento e adaptação são necessários;

Conforme foi apresentado no texto, ainda não tem cura, porém, o tratamento é capaz de desacelerar a evolução da doença e amenizar os sintomas presentes. É indispensável se ater as orientações médicas para assegurar as chances de levar uma vida o mais normal possível.

Convivendo com a Esclerose Múltipla

Tanto a Esclerose Múltipla, como outras doenças, em especial as autoimunes, são capazes de causar um grande impacto no dia a dia dos portadores. Muitas vezes, o bem-estar psicológico e principais limitações que surgem, não são levados em consideração. Afinal, o portador, muitas vezes tem sua vida completamente mudada, em prol de se adaptar e recuperar o que for possível de sua saúde e funções desempenhadas.

No caso da EM, os indivíduos podem sofrer grande influência não apenas pela doença, como também pelos fortes efeitos colaterais que podem acompanhar os medicamentos consumidos para o tratamento da doença. Dessa maneira, não só a área física, como também a psicológica e como consequência a social e econômica podem ser afetadas.

A depressão, por exemplo, pode surgir no início ou nos anos posteriores ao diagnóstico de esclerose múltipla. Acredita-se que os quadros depressivos estejam mais ligados a incapacidade funcional que acomete parte dos portadores da doença, não ao sexo, idade ou ao tempo de convívio com a esclerose múltipla.

Naturalmente, a forma como a depressão surge nos portadores de EM pode apresentar certas peculiaridades, por essa razão, pode ser confundida por causa de fadiga e alterações cognitivas. A atenção aos sintomas e principalmente, intensidade deles, tanto físicos quanto psicológicos deve existir, para que o tratamento realizado busque abranger o que de fato está ocorrendo.

Os estudos sobre os impactos psicológicos, como a depressão ou transtornos de humor, ainda são escassos. No entanto, há muitos anos sabe-se que a doença acaba por estar correlacionada com esses distúrbios. Por essa razão, um acompanhamento médico frequente e completo, é indispensável para que seja possível amenizar os sintomas e tratar de forma eficaz distúrbios subjacentes que possam surgir.

É preciso não apenas dar suporte ao ter portadores próximos, por exemplo, na família, como também buscar informação da melhor forma possível, evitando principalmente os pensamentos errôneos que foram citados no tópico anterior. Afinal, esses julgamentos errados, podem piorar o quadro psicológico do portador e facilitar o compartilhamento de informações falsas.

Fonte:

http://www.webmd.com/multiple-sclerosis/

Saiba Tudo Sobre a Asma

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias respiratórias, que se caracteriza pela redução ou obstrução no fluxo respiratório. Geralmente, tal redução é reversível de forma espontânea ou em alguns casos é necessária à utilização de medicações, porém ela pode se tornar irreversível.

Basicamente, o pulmão de um asmático é muito mais sensível do que um pulmão saudável, ou seja, ele reage aos menores fatores de irritações. Por exemplo, pulmões saudáveis sofrem falta de ar quando estão expostos a um grande fator de irritação, como um incêndio, o organismo desta pessoa identifica os agentes causadores fazendo com que a musculatura que existe em volta do brônquio se contraia, impedindo assim a passagem do ar. O mesmo acontece com o pulmão asmático, porém os gatinhos causadores são menos intensos, como a poeira.

1) Quais são as causas da Asma?

Asma – Causas, Sintomas e Tratamento 1

A) Substâncias e agentes alérgenos – uma grande parte dos asmáticos sofre com crises por conta da exposição a alguma substância, normalmente, transportada pelo ar, como poeira, ácaros, mofo entre outras. Substâncias químicas, como tintas para cabelo e desinfetantes também podem desencadear uma crise.

B) Alimentação – há determinados tipos de alimentos que podem causar crises de asma, nesses casos é fundamental observar quais são e eliminar ou reduzir drasticamente o consumo destes. Os alimentos mais comuns são: ovos, leite de vaca, soja, trigo, peixe, camarão entre outros.

C) Asma induzida por exercícios – é muito normal, pessoas que possuem asma sentir certa dificuldade para realizar exercícios, porém algumas pessoas que não possuem histórico asmático pode apresentar os sintomas durante a execução dos exercícios. Nesse caso, é muito comum o médico receitar um broncodilatador para evitar que tais sintomas apareçam.

D) Asma ocupacional – esse tipo de asma se caracteriza pela reação ao local de trabalho, normalmente o ambiente possui exposição a agentes químicos ou substâncias alérgenas, como por exemplo, usinas, criadores de animais, pintores, marceneiros entre outros. Em situações como essa, a asma só se manifesta nos dias em que se frequentou o local de trabalho.

E) Asma Noturna – a asma por ser fortemente influenciada pelo ritmo circadiano, portanto durante o sono as chances de sofrer uma crise de asma são muito maiores. Podendo ser causada até pelo resfriamento das vias aéreas.

F) Mudanças de temperatura – a mudança de temperatura é muito agressiva para quem tem problemas respiratórios, além da asma outras doenças se agravam, como a renite ou a tosse.

2) Quais são os sintomas da doença inflamatória crônica?

Asma – Causas, Sintomas e Tratamento 2A maioria dos indivíduos com a doença podem passar longas fases sem nenhum sinal de sintoma, intervaladas com crises em situações de exposição ao determinado agente. Porém, algumas pessoas apresentam a deficiência respiratória quase de forma crônica, com certos episódios de maior gravidade em alguns períodos.

Há uma classificação nos níveis de asma conforme a sua frequência, de casos onde existem crises uma vez ao mês até pessoas que sofrem com elas durante todo o dia, e principalmente a noite.

Os ataques da doença podem ter duração de minutos ou dias e podem ser perigosos se o fluxo de ar permanecer bastante restrito. São sintomas a deficiência respiratória que fica pior com exercícios ou atividades, a tosse com ou sem produção de escarro que é o muco, e ainda o repuxar da pele entre costelas quando se respira, as retrações intercostais.

A respiração ofegante surge em episódios com fases intercaladas sem sintomas; pode ser pior pela noite ou no começo da manhã. Pode desaparecer por si; melhora na situação de uso de medicamentos que abrem as vias respiratórias. E piora com azia, refluxo, exercício e quando se inspira ar frio. E no geral, inicia repentinamente.

3) Existem tratamentos para asma?

Asma – Causas, Sintomas e Tratamento 3

A prevenção e controle são o segredo para impedir que ataques da doença iniciem. As medicações de utilização contínua têm função para minimizar sensibilidade e inflamação, que são sujeitos os brônquios do indivíduo asmático, fazendo com que haja reação dos pulmões com menos intensidade para agentes irritantes, sendo exemplo ácaros e poeira.

E não como os broncodilatadores, que somente revertem o quadro da contração do brônquio, os medicamentos contínuos têm funcionamento para evitar que tais reações ocorram.

Para classificação da gravidade da própria asma, o médico leva em conta a análise clínica junto com resultados dos exames. Apontar a gravidade da asma ajuda o médico a selecionar o tratamento ideal. A doença tem classificação em 4 categorias gerais.

Porém, o indivíduo asmático precisa saber que há uma necessidade de cuidados maiores com o ambiente onde este passa mais tempo, já que muitos agentes causadores podem ser eliminados com uma limpeza constante.

Outro ponto importante para o tratamento da asma, é a identificação dos agentes causadores, pois nada mais eficiente do que a prevenção e a redução de contato com tais agentes, diminuindo assim as chances de crises.

 

Fonte

http://www.webmd.com/asthma/ss/slideshow-asthma-overview