Saiba Tudo Sobre a Creatina

A creatina é um composto sintetizado a partir de aminoácidos, por isso, em alguns locais é possível ler que trata-se de um aminoácido, porém, é interessante ressaltar que dizer isso de forma direta pode ser um equívoco. Ela é apenas sintetizada a partir deles, que são três: arginina, metionina e glicina. Além disso, ela pode ser obtida através da alimentação, principalmente, por meio de carnes vermelhas e peixes.

O problema é que tais alimentos apresentam uma quantidade muito pequena de creatina. Para se ter uma ideia, só é possível atingir o mínimo necessário da dose recomendada se ingerirmos durante o dia cerca de um quilo de carne. Essa quantidade mínima gira em torno de cinco gramas da creatina. Pouquíssimo não é verdade? E é em vista disso que muitas pessoas vão em busca de suplementos que possam suprir à quantidade necessária para o organismo. E é sobre ela que o artigo de hoje irá enfatizar.

Para quem ainda desconhece, a creatina pode promover diversos benefícios para a saúde do ser humano e a seguir iremos esclarecer todas as dúvidas sobre o assunto, para que você e um profissional adequado possam escolher a melhor creatina e inseri-la na sua rotina diária, dependendo do seu objetivo.

1) Como funciona a creatina no organismo?

Para quem treina intensamente a creatina se faz necessária por n motivos e um deles iremos destacar neste tópico. A importância de se compreender o funcionamento dela no nosso organismo é evidente, uma vez que você poderá ter certeza de que irá tomar algo que trará pontos positivos para a sua vida e seus treinos.

Primeiramente, você deve entender o que é e para que serve um composto denominado de ATP (Trifosfato de Adenosina) e para isso é só se lembrar dos seus dias na academia. Lembra do momento em que os seus músculos começam a se contrair? Pois é, nesse exato instante que o corpo libera uma energia, e essa energia nada mais é do que o composto ATP.  Na verdade esse composto libera uma energia, e ele faz isso por intermédio da liberação de uma molécula chamada de fosfato. Quando essa liberação ocorre, o nosso composto ATP acaba se tornado um novo composto: o ADP (Adenosina Difosfato).

A desvantagem é que o nosso organismo possui uma quantidade muito insignificante de ATP, que é capaz de fornecer energia por apena um intervalo pequeno de dez segundos. Para quem treina frequentemente, é necessário estimular a produção de ATP, para que dessa forma, os músculos continuem sendo estimulados.

E é nesse contexto que falamos da creatina. A creatina auxilia na produção do ATP, uma vez que fornece ao ADP, toda a sua molécula de fosfato, e isso faz com que ele recrie o composto mencionado anteriormente. Dessa forma, o corpo recebe novo ATP que pode ser queimado novamente para transformar se transformar em energia, sendo dessa forma o combustível para a promoção de uma maior contração dos músculos.

Fazer com que o corpo estimule mais produção de ATP, impede que ele tente utilizar outros meios para fornecer energia aos músculos, como por exemplo, o sistema de glicólise, que também fornece energia, mas que possui ácido lático em sua composição. Se o organismo usa esse sistema para fornecer a energia para os músculos, certamente é o exato momento em que você acaba sentindo sensação de queimação toda vez que faz exercícios mais pesados e estimular a produção do ATP, faz com que você treine mais e de forma mais confortável, sem essa queimação que pode incomodar.

 2) Para o que serve a creatina?

A síntese desse composto está ligada aos rins e fígado. Uma de suas principais funções é armazenar energia temporariamente, para que seja utilizada pelo organismo quando necessário, por exemplo, quando ocorre a contração dos músculos durante exercícios que exigem muito o uso da força, por isso ela é muito usada por quem frequenta academias, em forma de suplemento.

Para exemplificar melhor sua função, é preciso ressaltar o mecanismo da ATP (adenosina trifosfato), pois no momento em que os músculos possuem a necessidade de energia para realizar algum movimento, um desses fosfatos é utilizado e a creatina, contribui com a recuperação mais aprimorada desse fosfato para formar um novo ATP.

2) Quais são os principais benefícios?

Como os músculos precisam de energia para ter um melhor desempenho, a creatina conta com um papel imprescindível nesse cenário. As principais vantagens estão ligadas justamente a massa muscular, pois acredita-se que ela tenha a força favorecida por conta da síntese das proteínas musculares promovidas pela creatina. Ela favorece a recuperação do combustível e até mesmo o ganho de massa.

No entanto, como será visto no próximo tópico, é um composto que pode trazer alguns malefícios, isso porque quando consumido de maneira inadequada, principalmente através de suplementos, pode contribuir com o ganho de peso e até mesmo problemas ligados à saúde.

Acredita-se que ela não esteja ligada de forma direta ao ganho de gordura, mas pode estar relacionada ao inchaço e retenção de líquido, por isso, torna-se ainda mais importante recorrer a um nutricionista para descobrir qual é a melhor forma de consumir, quantidade indicada, riscos, vantagens e como terá impacto em sua vida e objetivos, principalmente se o interesse na creatina tem a ver com o ganho de massa muscular ou para obter mais energia.

3) Como eu devo tomar a creatina?

Como vimos no início do artigo, a quantidade ideal de creatina diariamente para o ser humano que precisa de muita energia para treinar pesado é de cerca de cinco gramas. Desse modo, a maneira tradicional de tomar o suplemento é ingerir as cinco gramas diariamente por um período de dois meses (que é a quantidade de cápsulas que vem dentro de um pote). Depois de dois meses tomando, se faz mais um intervalo de dois meses sem tomar, para só depois voltar o consumo. E dessa forma o ciclo se reinicia e continua assim regularmente ou até você decidir não tomar mais.

Outro jeito de tomar creatina é fazendo o que chamamos de saturação. A saturação é um sistema elaborado para quem quer agilizar os efeitos da creatina no organismo, porém, de uma maneira geral, tanto a forma tradicional como esta, vão causar os mesmos benefícios no organismo. A saturação funciona da seguinte maneira: Primeiramente, o indivíduo começa tomando vinte gramas de creatina, todos os dias, por um intervalo de seis dias. Nesse caso, ele toma cinco gramas durante quatro vezes ao dia. Em seguida, continua-se tomando cinco gramas do composto até o pote acabar por completo.

Ambos métodos promovem aproximadamente um aumento de vinte por cento de creatinina no organismo, por isso, para quem quer economizar, o indicado é utilizar a forma tradicional, já que os efeitos são os mesmos.

4) Com que frequência devo tomar a creatina?

Não adianta querer obter os benefícios da creatina no organismo, sem tomar diariamente a dose minimamente recomendada todos os dias. A creatina tem seu efeito gradativo, então noção é de um dia para o outro que você consegue sentir a diferença que o suplemento pode causar na sua rotina de treinos. E sim, antes que você carregue essa dúvida, já iremos esclarecer: é importante tomar creatina até mesmo nos dias em que você não for treinar.

Existem alguns casos de pessoas que optam por diminuir a quantidade do suplemente nos dias que não se exercitam, diminuindo de cinco para três gramas, mas ainda sim tomam. Essa é sim uma opção válida, mas no geral, se toma cinco gramas independente do dia, se é de treino ou de apenas descanso, para que dessa forma possa se consumir o pote por dois meses cravados, visto que o consumo é de trezentas gramas durante 60 dias e após esse período é necessário um intervalo de mais 60 dias sem tomar, para só depois poder retomar o uso.

5) Qual é o melhor horário para tomar creatina? 

Quem está ansioso para tomar a creatina e ter resultados positivos no treino não deve se iludir tanto, porque o efeito do composto não é imediato. O café, por exemplo, ao entrar no organismo produz efeitos com poucos minutos. Contudo, a creatina acaba precisando de um tempo maior, ou seja, não espere que ela vá fazer efeito no mesmo dia em que você começar a tomá-la. É preciso ter paciência e dedicação.

O ideal insira a creatina para o seu pós-treino, juntamente com algum carboidrato. Estudos produzidos constataram que os carboidratos ajudam na absorção dela no organismo, por isso você pode optar tanto por um alimento desse gênero ou pode se utilizar do famoso Whey Proten.

6) Creatina engorda?

Existem muitas controvérsias quando o assunto é sobre a creatina engordar ou emagrecer uma pessoa. Primeiramente devemos ressaltar que não é esse o objetivo do composto. Ele vem simplesmente para auxiliar no processo de produção de energia no corpo, contribuindo para que uma pessoa consiga treinar por mais tempo.

Algumas pessoas dizem que emagreceram com o uso dela, mas não necessariamente isso quer dizer que foi a creatina que fez emagrecer. Claro que ela auxilia na produção de massa muscular e geralmente quem tem esse objetivo, acaba tendo uma dieta mais regrada, que pode ser o fator responsável pelo emagrecimento. Além disso, o ganho de massa muscular auxilia naturalmente a maior facilidade para queimar gorduras. Por isso a impressão de que se emagreceu por conta da creatina.

E nos casos das pessoas que alegaram ter engordado é o seguinte: a creatina pode causar retenção de líquido, então, o inchaço pode dar a sensação de que você engordou.

Como nós já vimos, através da produção de ATP estimulada pela creatina, que a energia é liberada durante a contração muscular. Entretanto, na medida que a energia é fornecida, também ocorre um processo chamado de osmose, que se inicia dentro da célula. Esse processo acaba promovendo a estabilização dos níveis de água dentro das células do músculo e com ele, a expansão da quantidade de água que se acumula. É nesse exato momento que acabamos tendo a falsa impressão de que a creatina promoveu aumento de peso, mas o que simplesmente aconteceu é que houve uma retenção de líquido no organismo, que acaba deixando a pessoa mais inchada e com sensação de que engordou.

De uma maneira geral, engordar ou emagrecer utilizando creatina vai depender de todos os outros aspectos da sua vida, desde alimentação, até rotinas de treino e cuidados com a saúde. A creatina em si não possui efeito emagrecedor ou engordativo isoladamente.

7) O café pode alterar o efeito da creatina? 

Geralmente, quem treina frequentemente gosta de consumir bastante café, pois a bebida pode trazer mais energia. E o grande questionamento que existe, quando o assunto é creatina é se beber o café pode prejudicar os efeitos que o suplemento deseja produzir no organismo e a partir de hoje você entenderá melhor e não restará nenhuma dúvida quanto a isso.

Foram realizados estudos pra poder comparar os efeitos da creatina utilizada pura ou aquela associada ao café, para descobrir se a bebida prejudica ou não os efeitos benéficos do composto no organismo e a grande surpresa é: Você não precisa abrir mão do seu cafezinho para começar a tomar creatina.

Constatou-se que a creatina pura pode aumentar em até vinte por cento a mais os níveis de energia produzidas pelo corpo. Mas no caso da creatina usada em conjunto com o café não apresentou nem uma modificação, ou seja, pode beber café que você continuará recebendo os benefícios da creatina.

Se no futuro você quiser aproveitar ao máximo a creatina e poder desfrutar do seu aumento de energia, aí sim você poderá abrir mão do café, mas de uma maneira geral deu para compreender que a cafeína não prejudica a absorção da creatina no organismo, a única coisa que acontece é não excedera produção de energia, como acontece na creatina utilizada pura.

8) Qual é e melhor marca de creatina? 

Existem diversas marcas de creatina disponíveis no mercado e falar sobre as melhores pode até ser uma opinião mais pessoal, mas você pode consultar o seu profissional indicado para que ele, de acordo com seu organismo e suas necessidades, recomende a marca mais apropriada para o seu caso. De maneira geral, podemos destacar algumas das marcas mais consumidas atualmente: A Prolab, a Universal e a Optimum Nutrition, que são marcas importadas. Para quem prefere o produto nacional pode confiar na creatina Probiótica e na Growth Supplements.

Pode sim acontecer de alguma creatina específica não lhe proporcionar os benefícios de que tanto se espera, por isso, na hora de compra-la é imprescindível pesquisar bastante e consultar um profissional da área, que o guie na hora de adquiri a sua creatina.  Dessa maneira, não haverá frustrações, pois você comprará aquilo que definitivamente se adequa eficientemente a você.

9) É seguro tomar creatina?

Para alguns atletas ou pessoas que realizam atividades de longa duração, a creatina pode não ser tão eficiente, isso porque dependendo do caso, como dito anteriormente, pode vir a causar retenção de líquido e aumento no peso. Dependendo do caso, seu uso prolongado pode causar problemas de saúde, como nos rins ou fígado.

Normalmente, é indicado que o uso de suplemento de creatina seja voltado apenas para os atletas profissionais, que utilizam muito a força, por isso, é importante consultar um médico antes de começar a consumi-la de uma maneira mais frequente e em mais quantidades.

A forma como ela vai atuar e seus efeitos, vai depender muito de pessoa para pessoa e a maneira de como é consumida, nenhum alimento é tão rico assim em creatina, porém, como foi citado, antes de recorrer aos suplementos, é imprescindível buscar um médico, pois apesar de ter o poder de trazer benefícios, quando utilizada de maneira incorreta e essencialmente de maneira abusiva, pode torna-se algo negativo.

10) Quais são os efeitos colaterais da creatina?

A creatina é sem dúvida uma das substâncias mais estudadas, até porque é sempre importante conhecer os verdadeiros riscos e benefícios que um composto pode provocar no nosso organismo. No geral, podemos sim afirmar que a creatina traz muitos benefícios para a saúde de um treinador, contudo, quanto aos prováveis efeitos negativos, pouco se pode falar, pois dos riscos à saúde, rem raros casos pôde-se constatar. Fato este que comprova que a grande maioria dos consumidores de creatina não sofre consequências negativas.

Mas dentre os poucos efeitos colaterais que são conhecidos e que podemos destacar estão:

  • Retenção de líquido no tecido dos músculos, que pode provocar desidratação e possíveis câimbras;
  • Possível alteração da produção natural da creatina (fígado e pâncreas);
  • Náusea;
  • Diarreia;
  • Dor no estômago;
  • Pressão alta.

O que se pode falar sobre isso é que todos esses efeitos colaterais são incertos. Até hoje não se pode afirmar com precisão que esses riscos podem de fato ocorrer. Além disso, há algumas desconfianças quanto à possibilidade da creatina promover a diminuição dos níveis de açúcar no nosso sangue e ainda ter uma interação com certos remédios, como por exemplo, aqueles que são usados para manter o controle da glicose no sangue. Em vista disso, que as pessoas que sofrem o diabetes, estão proibidas de consumir creatina, uma vez que o suplemento pode promover crises de hipoglicemia.

Veja este blogueiro que fala sobre a creatina (6:31): 

10 Melhores Aplicativos para Editar Fotos no Android (2016)

Atualmente, as pessoas têm se preocupado cada vez mais com as fotos que irão postar em suas redes sociais, devido a isso, houve uma grande procura por aplicativos de edição de fotos. Esses aplicativos para editar fotos, ao contrário do que muitos pensam, são muito fáceis de se utilizar. Eles oferecem ótimas ferramentas em que se é possível cortar, remover manchas, adicionar filtros e efeitos, entre outras funções.

Veja os 10 melhores aplicativos para editar fotos:

10) Photo Editor Pro

photo editor pro zentertain

O Photo Editor Pro é um aplicativo de editar fotos muito popular entre os usuários, assim como todo editor de imagem possui suas ferramentas básicas. Funciona como uma mistura de editor regular com editor de filtro, devido sua grande variedade. Com o Photo Editor Pro também é possível fazer colagens e adicionar textos às imagens.

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9) Photo Director

photodirector android

O Photo Director é um editor que abre espaço para a criatividade, pois é muito mais centrado em alterações manuais que automáticas, aspecto que dá mais liberdade ao usuário. No aplicativo, é possível adicionar sobreposições em suas fotos e possui uma variedade de efeitos para todos os gostos. O Photo Director também dispõe de uma ferramenta manual em que se pode alterar o tom, brilho, escuridão e exposição ao contraste. Ótimo para quem busca algo além de filtros.

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8) Airbrush

airbrush android photo editor

O Airbrush é perfeito para quem gosta de tirar aquela selfie. Especializado em soluções rápidas, este aplicativo de editar fotos detém recursos eficientes para remoção de imperfeições da face como inchaços de pele, manchas de espinhas, clareação dos dentes e ainda amenizar olheiras.

O aplicativo ainda oferece uma série de tutorias caso você tenha dificuldades, há cerca de 10 vídeos que irão auxilia-lo.

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7) Photo Editor Aviary

photo aviary

Além das funções básicas, o Photo Editor Aviary é um aplicativo muito popular e prático, as ferramentas possuem o modo de apenas um toque para serem feitas as reparações desejadas. Também como o Photo Director, esse aplicativo possui uma grande variedade de recursos manuais, mas também ótimos filtros e ferramentas de reparação.

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6) Adobe PhotoShop Lightroom

adobe lightroom android

Mais poderoso que a média, o Adobe PhotoShop Lightroom possui eficientes recursos de apenas um toque, além de um conjunto de ferramentas de ajuste de foto. Nele é possível reverter as alterações a todo momento, ou copiar edições já feitas para outras fotos. O aplicativo também possui sua própria câmera, o que facilita o usuário a tirar sua foto e logo edita-la sem precisar fechar o aplicativo.

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5) Adobe PhotoShop Express

adobe photoshop express

O Adobe PhotoShop Express figura entre os mais populares editores de fotos. Também da companhia Adobe, traz praticamente todas as ferramentas do software para o smartphone. O aplicativo dispõe de uma simples interface o que torna as ferramentas básicas fáceis de se utilizar.

Se caso você possuir um nível mais avançado de edição esse aplicativo será perfeito, pois será possível usufruir das ferramentas de design profissional, mas que também são muito fáceis de usar.

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4) Snapseed

snapseedCriado pela japonesa Nikon da Nik Software e posteriormente comprado pela Google, o Snapseed é bastante reconhecido. Se destaca como editor de fotos, principalmente, pela quantidade de ferramentas complexas, mas de ótima praticidade, o que agrada tanto principiantes quanto os que já possuem alguma experiência.

O aplicativo detém todas as tarefas padrões e ainda a eficiência da correção automática. Ele também oferece ferramentas de ajuste e reparo seletivo, o que facilita bastante na hora da edição. É engenhosamente leve e simples de utilizar e navegar.

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3) Pixlr

auto pixlr

Pixlr criado pela AutoDesk, conhecido também por Pixlr Express, é um editor que detém um vasto menu de ferramentas de ajuste. Muito prático assim como os outros, o Pixlr possui uma grande variedade de bordas e etiquetas. Não tem filtros, mas possui uma ferramenta que altera a tonalidade das cores. É ótimo em usabilidade e prático nas ferramentas básicas.

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2) VSCO Câmera

vsco camera

Popularmente conhecido como VSCO Cam, é o aplicativo preferido entre os usuários do Instagram. Seu grande diferencial é a variedade de filtros que oferece, são bastante diversificados e deixam a foto com um toque natural e nada grosseiro. A força de cada filtro pode ser ajustada manualmente para adequar aos mais diversos gostos. O VSCO Cam tem sua própria câmera, e a interface é mínima e muito prática, com apenas um clique sua foto estará com uma qualidade profissional.

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1) PicsArt

picsart

O famoso “faz tudo”. PicsArt é o aplicativo favorito entre as pessoas. Ele dispõe de todos os recursos que um editor de foto deve ter. Possui uma ótima eficiência e praticidade, graças a sua interface muito fácil de navegar. Há também uma ferramenta de colagem interna muito útil, assim como sua própria câmera.

Sem mencionar que detém uma plataforma social própria muito parecida com o Instagram, em que é possível compartilhar suas fotografias editadas com pessoas, parentes e amigos que possuírem o PicsArt.

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Bônus – CANVA

canva-webapp

O Canva é um software de design gráfico gratuito, fácil de usar e completamente online (não é necessário baixar nenhum programa). E já está fazendo bastante sucesso entre seus usuários! Foi criado há menos de 5 anos e já conta com 11,4 milhões de usuários em 179 países. Para se ter uma ideia, 4 designs são criados a cada segundo com a ferramenta. O site foi recentemente lançado no Brasil e parece que ele está tendo uma ótima aceitação.

Link para uso online: https://www.canva.com/pt_br/

Confira também: Conheça os melhores aplicativos para o Android segundo o Google

Veja mais sobre editores de foto neste vídeo (1:55): 

 

Fonte:

https://www.androidpit.com/best-android-photo-editing-apps

http://www.androidauthority.com/photo-editor-apps-for-android-337494/

http://www.androidheadlines.com/2015/11/featured-top-10-photo-editing-apps-for-android.html

15 Melhores Remédios Naturais para a Hipoglicemia

A hipoglicemia, do grego υπογλυκαιμία, de hypo-, glykys, haima, também chamada de glicose baixa no sangue ou baixa de açúcar no sangue, é uma condição em que os níveis de glicose ou açúcar no sangue estão baixos, geralmente menos de 70 mg / dl.

Existem dois tipos:

  • Hipoglicemia reativa, também chamada hipoglicemia pós-prandial, ocorre dentro de 4 horas após as refeições.
  • Hipoglicemia em jejum, também chamada hipoglicemia pós-absortivo, ocorre antes das refeições.

1) Fatos:

  • Outras pessoas podem começar a ter sintomas de hipoglicemia quando os seus níveis de glicose no sangue são mais elevadas do que 70 mg / dl. Isso pode acontecer quando os seus níveis de glicose no sangue são muito elevados e começam a descer rapidamente.
  • Muitas pessoas têm níveis de glicose no sangue baixos e não sentem nenhum sintoma. Isso é chamado de desconhecimento da hipoglicemia. Pessoas com desconhecimento deste problema também são menos propensas a serem despertadas do sono, quando a hipoglicemia ocorre durante a noite.
  • Muitas pessoas com diabetes, particularmente aquelas que usam insulina, devem ter uma identificação médica com eles em todos os momentos. Na eventualidade de um episódio grave de hipoglicemia, um acidente de carro ou outra emergência, a identificação médica pode fornecer informações importantes sobre o estado de saúde da pessoa. Conterá informações como o fato de que elas têm diabetes, utilizam ou não a insulina, se têm quaisquer alergias, etc.

2) Quais são as principais causas da hipoglicemia?

a) Jejum – ficar longos períodos sem se alimentar é a causa mais comum, pois fará com que os níveis de glicose abaixem drasticamente.

b) Medicamentosalguns medicamentos que contêm insulina, utilizados para tratar a diabetes, abaixam a glicose no sangue.

c) Bebidas alcoólicas – a ingestão de bebidas alcoólicas em excessivo, pode causar hipoglicemia. A quebra de álcool no corpo interfere nos esforços do fígado para aumentar a glicose no sangue.

d) Doenças críticas – algumas doenças que afetam o fígado, coração ou rins podem causar hipoglicemia , como a sepse, que é uma infecção generalizada. Nestes casos, o tratamento da doença vai corrigir a hipoglicemia.

e) Deficiências hormonaisdeficiências hormonais podem ser as causas em crianças muito pequenas. A escassez de cortisol, do hormônio do crescimento (GH), glucagon ou epinefrina pode levar a hipoglicemia em jejum.

f) Tumores – insulinomas são tumores produtores de insulina no pâncreas. Podem causar hipoglicemia, elevando os níveis de insulina. Estes tumores são raros e normalmente não se espalham para outras partes do corpo. Os exames laboratoriais podem identificar a causa exata. O tratamento envolve duas etapas: uma para corrigir a hipoglicemia e a outra para remover o tumor.

3) Quais são os sintomas?

  • Tremores
  • Desejo por doces
  • Nervosismo ou ansiedade
  • Ansiedade
  • Sudorese e calafrios
  • Irritabilidade ou impaciência
  • Confusão, incluindo delírio
  • Batimento cardíaco rápido
  • Tontura ou vertigem
  • Fome e náuseas
  • Sono
  • Formigamento ou dormência nos lábios ou língua
  • Dores de cabeça
  • Fraqueza ou fadiga
  • Teimosia ou tristeza
  • Falta de coordenação
  • Dificuldade em falar
  • Pesadelos ou gritos durante o sono
  • Convulsões
  • Inconsciência

4) Existem tratamentos?

A) Consumir 15-20 gramas de glicose ou hidratos de carbono simples (suco, açúcar, mel, xarope de milho, leite desnatado, iogurte, balas ou jujubas).

B) Verificar novamente sua glicose no sangue após 15 minutos.

C) Se o sintoma continuar, repita.

D) Uma vez com os níveis de glicose no sangue normais, coma um pequeno lanche.

E) Injeções de glucagon (hormônio que faz subir o nível de glicose) são utilizadas como um medicamento para o tratamento de uma pessoa com diabetes, que perde a consciência devido a uma reação grave de insulina.

Se for necessário glucagon:

  • Injetar glucagon na nádega, braço ou coxa do indivíduo, seguindo as instruções do fabricante.
  • Quando o indivíduo recuperar a consciência (geralmente em 5-15 minutos), eles podem sentir náuseas e vômitos.

Não é recomendado:

  • Injetar insulina (vai baixar a glicemia ainda mais)
  • Fornecer alimentos ou líquidos (a pessoa pode sufocar)
  • Colocar as mãos na boca (indivíduo pode sufocar)

As pessoas que estão em contato frequente com membros da família e colegas de trabalho com hipoglicemia também devem ser instruídas sobre como administrar glucagon para tratar eventos mais graves.

Pessoas que sofrem de hipoglicemia várias vezes em uma semana devem recorrer ao médico. Vão precisar de uma mudança em seu plano de tratamento: menos medicação ou um medicamento diferente, um novo cronograma de refeição ou atividade física.

5) Como prevenir? 

  • Aprenda a detectar a hipoglicemia para que possa tratá-la antes que piore.
  • Pessoas com diabetes devem tomar medicamentos nas doses recomendadas e nos horários recomendados.
  • Coma refeições regulares e tente não pular as mesmas.
  • Verifique a glicose no sangue antes e depois de exercícios físicos, ao dirigir e ao fazer viagens longas.
  • Evite beber muito, especialmente com o estômago vazio, porque pode ser perigoso para as pessoas que tomam insulina ou medicamentos que aumentam a produção de insulina.
  • As bebidas alcoólicas devem sempre ser consumidas com um lanche ou uma refeição ao mesmo tempo.
  • Tenha o seu medidor de glicose do sangue disponível.
  • Sempre tenha lanche ou bebidas acessíveis.
  • Use uma identificação médica.
  • Diga a seus familiares, amigos e colegas de trabalho sobre os sintomas da hipoglicemia

 

Veja abaixo os 15 remédios naturais para hipoglicemia:

A hipoglicemia pode ocorrer de repente, mas é geralmente leve e pode ser tratada rapidamente comendo ou bebendo uma pequena quantidade de alimentos ricos em glicose. Se não tratada, a hipoglicemia pode se agravar e causar até convulsões, coma e até morte.

A hipoglicemia pode estar relacionadas a série de fatores que, às vezes, são difíceis de determinar. Porém, os sintomas de baixo nível de açúcar no sangue pode ser controlado com métodos naturais em que consiste uma dieta balanceada, controle de estresse e atividade física.

A melhor maneira para tratar o baixo nível de açúcar no sangue (hipoglicemia) está em alimentação. É recomendado pelos especialistas que a alimentação pode evitar ataques hipoglicêmicos.

raiz de alcaçuz

1) Raiz de alcaçuz

A raiz de alcaçuz é uma boa cura natural para aliviar os sintomas de baixa de açúcar no sangue porque aumenta os níveis de glicose. Corte a raiz em pedaços e adicione água fervente e deixe ferver por cinco minutos. O paciente pode beber uma vez por dia.

A alcaçuz também alivia o stress relacionado com baixos níveis de açúcar no sangue, porém, pessoas com pressão arterial alta devem evitar alcaçuz.

2) Maçã

As maçãs são ricas em cromo e magnésio, sendo que ambos são conhecidos por regular o nível de açúcar no sangue. Duas maçãs devem ser consumidas todos os dias, depois das refeições.

A reação de cada pessoa à hipoglicemia é diferente, por isso, é importante que você aprenda os seus próprios sinais e sintomas quando sua glicose no sangue é baixa.

3) Inhame selvagem

Inhame selvagem é uma cura natural muito eficaz para baixo nível de açúcar no sangue, uma vez que controla o nível de insulina no corpo, aumentando assim o nível de açúcar no sangue. Deve ser fervido em água e deixado por uma hora antes de beber. A raiz em pó pode ser adicionada ao leite ou um copo de água morna e consumida.

4) Melaço

Extrato de melaço fornece a glicose necessária durante um esforço necessário. Tome um pouco de melaço e adicione a um copo de água morna, beba pelo menos, duas vezes por dia para melhorar o nível de açúcar no sangue.

5) Raiz do Dandelion

Contém grandes quantidades de cálcio, o que ajuda no bom funcionamento do pâncreas e fígado, que ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue corretos. Misture o pó em um copo de leite ou água quente, tome esta mistura diariamente para obter melhores resultados.

6) Salsa

Salsa ajuda a melhorar as funções do fígado e pâncreas, tornando-se uma cura natural muito eficaz para a baixa de açúcar no sangue. Suco extraído a partir das folhas de salsa pode ser tomado diariamente para rejuvenescer o fígado e pâncreas. Folhas de salsa também podem ser mergulhadas em água quente e tomadas uma vez por dia para obter resultados benéficos.

7) Tomate

Tomate contém licopeno, que é um potente antioxidante que ajuda na melhora do funcionamento do fígado e pâncreas. Sumo de tomate, duas vezes por dia, durante duas semanas, é muito eficaz para aliviar desordens pancreáticas que causam o baixo açúcar no sangue. Tomates frescos também podem ser incluídos na dieta para obter melhores resultados.

8) Sementes de girassol

Sementes de girassol são uma rica fonte de polifenóis como o ácido clorogênico, ácido caféico e ácido quínico que ajudam a remover oxidantes destrutivas do fígado e pâncreas. Em particular, o ácido clorogênico promove a síntese de glicogênio no fígado e é muito benéfico na regulação dos níveis de açúcar no sangue. Sementes de girassol pode ser consumidas em forma bruta ou pode ser pulverizadas e adicionadas à água,uma vez por dia.

9) Semente de abóbora

As sementes de abóbora são uma fonte rica de vários micronutrientes como ferro, magnésio e manganês. Também ajuda na regulação do funcionamento do rim. Isso ajuda a regular o nível de açúcar no sangue e é eficaz no tratamento da hipoglicemia. Coloque sementes de abóbora em pó e misture em um copo de leite ou água morna e beba.

10) Raízes de genciana

É a cura natural muito útil para baixo açúcar no sangue, uma vez que aumenta o nível de açúcar no corpo. Pegue raízes de genciana e mergulhe em água fervente e beba duas vezes por dia.

11) Cevada

Cevada é um alimento de primeira linha para pacientes com diabetes tipo 2 ou pessoas diagnosticadas com baixa de açúcar no sangue. A cevada é uma fonte rica de minerais essenciais, vitaminas e fibras dietéticas. Contém magnésio e beta-glucano que ajudam na regulação da absorção de glicose no sangue.

12) Alimentos ricos em vitamina B3

A vitamina B3 (niacina) é benéfica na regulação do nível de açúcar no sangue em pessoas com hipoglicemia. Alimentos ricos em vitamina B3 incluem atum, salmão, carne de veado e peito de frango.

13) Alimentos ricos em fibras dietéticas

Fibras dietéticas permitem que os açúcares sejam absorvidos mais lentamente, o que regula a glicose no sangue. Pessoas com baixo açúcar no sangue devem consumir cerca de 25-40 g de fibra dietética por dia. Farelo de aveia, por exemplo, é rica em fibras.

14) Se existe uma forte vontade de comer açúcar

Leve sobremesas sem açúcar, iogurte natural, frutas doces, legumes frescos, sucos de vegetais.

15) Beba muita água

Pessoas com baixa de açúcar no sangue devem beber muita água para manter o corpo hidratado.

Extra:

16) Atividade física

Exercício e sono são boas maneiras de reduzir o estresse que é uma causa de hipoglicemia. Exercício promove liberação de adrenalina e outros hormônios vitais que ajudam a regular e controlar o açúcar no sangue. O exercício regular é recomendado. Evite exercícios extenuantes ou intensos.

Confira ainda: Saiba Tudo Sobre a Diabetes tipo 2

Veja também esta reportagem sobre hipoglicemia (12:00):

Fontes:

http://www.diabetes.org/living-with-diabetes/treatment-and-care/blood-glucose-control/hypoglycemia-low-blood.html

http://www.niddk.nih.gov/health-information/health-topics/Diabetes/hypoglycemia/Pages/index.aspx

http://home-cure.net/15-best-natural-cure-diet-low-blood-sugar-hypoglycemia/

Para Que Serve a Dipirona?

A dipirona é um medicamento indicado como analgésico (medicamento utilizado para alívio da dor) e antitérmico (medicamento para controle da febre). Seu nome comercial, ou seja, como é popularmente chamada, pode variar entre:

  • Novalgina®
  • Anador®
  • Magnopyrol®
  • Nofebrin®

Pode ainda estar sob a forma de comprimidos, gotas, solução injetável ou supositório.

1) Perguntas frequentes:

Para Que Serve a Dipirona?

I) Novalgina® e dipirona são a mesma coisa?

Sim. A “dipirona” é o nome do princípio ativo do medicamento e “Novalgina®” é o nome comercial. Outras empresas fabricam a dipirona e utilizam outros nomes comerciais ou, no caso de ser um medicamento genérico, utiliza-se como nome comercial o próprio nome “dipirona”.

II) Para que serve um analgésico?

Os analgésicos servem para aliviar a dor, como por exemplo a dor de cabeça. Em geral eles agem bloqueando os estímulos dolorosos antes de chegarem ao cérebro ou interferindo na forma como o cérebro interpreta esses estímulos.

III) Idosos e crianças podem utilizar a dipirona?

O uso em idosos deve ser feito com cautela e de preferência com supervisão médica, visto que existe a possibilidade das funções do fígado e rins estarem prejudicadas.

Em crianças com menos de 3 meses ou com menos de 5 Kg não deve-se utilizar a dipirona. Para as demais, recomenda-se o uso sob supervisão médica.

2) Uso de remédio durante a gravidez

Grávidas e mulheres que amamentam devem se atentar para as seguintes recomendações para uso de dipirona:

  • 1º trimestre de gravidez: não é recomendado o uso.
  • 2º trimestre de gravidez: somente sob recomendação e avaliação médica.
  • Último trimestre de gravidez: não deve ser utilizada.

Embora os metabólitos da dipirona não sejam excretados no leite materno, a amamentação deve ser evitada durante e por até 48 horas após a tomada da dipirona.

3) As 7 principais contraindicações para o uso de dipirona:

  1. Alergia / intolerância a dipirona.
  2. Função da medula óssea prejudicada.
  3. Pessoas que já apresentaram broncoespasmo (contração dos brônquios levando ao chiado no peito), urticária e outras reações alérgicas a outros analgésicos, como AAS, paracetamol, diclofenaco, ibuprofeno, entre outros.
  4. Deficiência da enzima glicose-6-fosfato-desidrogenase (G6PD).
  5. Porfiria hepática (doença metabólica).
  6. Mulheres grávidas ou amamentando.
  7. Crianças menores de 3 meses ou que pesam menos de 5 Kg.

4) As 6 principais reações adversas (efeitos colaterais) da dipirona:

Para Que Serve a Dipirona?

  1. Problemas cardíacos.
  2. Choque anafilático ou reações anafiláticas/anafilactoides, como sintomas cutâneos ou nas mucosas (coceira, ardor, vermelhidão, urticária, inchaço), falta de ar e queixas gastrintestinais.
  3. Distúrbios no sangue, como anemia aplástica (doença onde a medula produz glóbulos vermelhos em quantidade insuficiente).
  4. Agranulocitose, pancitopenia e leucopenia (diminuição dos glóbulos brancos) e trombocitopenia (diminuição do número de plaquetas).
  5. Diminuição crítica da pressão sanguínea.
  6. Insuficiência renal aguda.

Lembre-se sempre:

  • Informe ao seu médico ou cirurgião dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
  • Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico sobre o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso da dipirona.
  • Em caso de dúvidas procure orientação do farmacêutico, médico ou cirurgião-dentista.
  • Não desaparecendo os sintomas procure orientação médica ou do cirurgião-dentista.

Leia ainda: O que é enxaqueca?

Fontes:

Bula da Novalgina:

https://www.medicalservices.com.br/media/257332/novalgina_com_ib140314_clean_anvisa.pdf

http://www.sbcefaleia.com.br/SBCe/index.php/pt-br/para-leigos/2-ter-dor-de-cabeca-e-comum-mas-nao-e-normal

Saiba Tudo Sobre a Hepatite E

Hepatite E é causada pelo vírus VHE, que assim como outras formas de hepatite provoca uma inflamação no fígado. Felizmente, os sintomas são mais brandos e não existe a fase crônica, de forma que o organismo se cura em pouco tempo.

Sua transmissão é por meio do consumo de água e alimentos contaminados. Apesar de não existir tratamento, dificilmente ela evolui para um quadro mais grave.

O vírus VHE pode ser detectado tanto em humanos, que são os hospedeiros naturais, quanto também pode ser achado em animais; esse fato foi comprovado por meio da análise de anticorpos anti-VHE encontrado no sangue de alguns primatas.

Pesquisas mostram que crianças e jovens entre 15 e 40 anos tem mais chances de ter a doença. No total cerca de 20 milhões de pessoas adquirem hepatite E por ano. Maiores casos da doença estão registrados em países do leste e sul da Ásia.

1) Causas da hepatite E

O que causa hepatite E é o vírus VHE ou vírus da hepatite E que pode provocar uma inflamação no fígado. Esse vírus leva cerca de 40 dias para demonstrar sinais, muitas vezes não há nenhuma evidência de infecção.

A forma mais comum de transmissão de hepatite E é pela via fecal-oral, ou seja, consumo de água ou comida contaminada por fezes. Muitas vezes esse tipo de contaminação se dá em regiões de muita pobreza e está relacionada com surtos, afetando toda população.

Outras maneiras de contaminação podem ser:

  • Contato com sangue contaminado
  • Transmissão de mãe para filho
  • Ingestão de alimentos crus como mariscos

2) Quais são os sintomas?

A hepatite E pode não apresentar sintomas, ou seja, pode ser assintomática. Porém, algumas pessoas têm relatado os seguintes sinais:

  • Icterícia ou amarelamento da pele e olhos
  • Falta de apetite
  • Náusea e vomito
  • Febre
  • Dor abdominal
  • Fezes claras
  • Urina escura

Dificilmente, o vírus VHE causa complicações, mas casos de insuficiência hepática e morte têm sido relatados. Mulheres grávidas estão em maior risco de mortalidade, por isso, é necessário acompanhamento médico durante toda essa fase.

3) Como diagnosticar? 

Caso haja suspeita de contaminação por hepatite E, seu médico solicitará exames de sangue para a devida confirmação da doença. Com essa amostra de sangue será verificado a presença de anticorpos que combatem a infecção viral. Em alguns casos, são necessários testes adicionais para verificar se seu fígado está comprometido.

Na consulta médica diga ao profissional de saúde, onde viajou e o que comeu nos últimos dias. Se houve surtos de hepatite na região onde mora, faça o teste o mais rápido possível.

4) Quais são os tratamentos?

Até o momento não existe tratamento disponível e nem vacinação para hepatite E, como veremos abaixo a prevenção é o melhor remédio.

Por não apresentar sintomas, em muitos casos não é necessário internação em um hospital ou até mesmo medicação. Porém, se há suspeita de insuficiência hepática ou se estiver grávida procure seu médico para uma melhor orientação.

Separamos 5 dicas para uma rápida recuperação:

  • Beba bastante água: nesse momento a hidratação é fundamental, então faça ingestão de líquidos como caldos e sucos naturais.
  • Descanse: diminua sua rotina atarefada e descanse. Isso te deixará mais animado.
  • Não consuma álcool ou drogas.
  • Tenha uma alimentação saudável: esse tipo de alimento fornece todos os nutrientes necessários para o seu corpo.
  • Informe ao médico todos os medicamentos que você está consumindo.

5) Como prevenir?

Existem algumas medidas que podem nos prevenir de contrair o vírus VHE, são elas:

  • Informe-se sobre a forma de tratamento de água de sua cidade e evite beber água de fonte duvidosa.
  • Cuide da higiene: lave as mãos após usar o banheiro e antes de se alimentar.
  • Tome medidas preventivas em casos de esgoto a céu aberto e informe ao governo responsável de sua cidade.

A primeira vacina contra hepatite E, surgiu na china no ano de 2011 e ainda não foi liberada para outros países do mundo.

Veja também: Saiba Tudo Sobre a Hepatite Alcoólica

Fontes:

http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs280/en/

http://www.webmd.com/hepatitis/tc/hepatitis-e-topic-overview

 

Saiba Tudo Sobre a Hepatite G

Hepatite G é uma inflamação no fígado causada pelo vírus VHG que não causa sérios danos ao organismo. O VHG foi descoberto no ano de 1995 e é responsável por 0,3% dos vários casos de hepatite.

Esse vírus é da mesma família do vírus da febre amarela, dengue e da hepatite C. Acredita-se que 20 a 30% dos usuários de drogas injetáveis e 10% das pessoas que necessitam de transfusão de sangue têm a doença.

Por ser ter sido descoberta recentemente não há muitas informações sobre o vírus até o momento, portanto as informações transmitidas por esse artigo são baseadas nos fatos atuais.

1) Causas da Hepatite G

Sua principal causa é o vírus VHG ou vírus da hepatite G. A transmissão de hepatite G se dá pelo contato com sangue contaminado.

Os seguintes grupos de pessoas estão em maior risco:

  • Pessoas que necessitam de transfusão de sangue constantemente: caso de pacientes hemolíticos ou que tem uma doença hemorrágica.
  • Pessoas que necessitam de hemodiálise – processo que filtra o sangue para quem tem problemas nos rins.
  • Mulher grávida pode transmitir ao seu filho pelo parto normal.
  • Relação sexual sem proteção com uma pessoa infectada.
  • Pessoas que usam drogas injetáveis.
  • Contato com materiais pessoais de alguém infectado como, por exemplo, escova de dente ou giletes.

*  Algo que devemos ressaltar é que saliva ou outros fluidos corporais não são contagiosos.

2) Sintomas de Hepatite G

Felizmente infecção por VHG não provoca nenhum sintoma. O que acontece muitas vezes é a pessoa ser infectada ao mesmo tempo pelo vírus da hepatite B ou C, nesse caso os sintomas dessas duas doenças vão surgir.

3) Diagnóstico para Hepatite G

O diagnóstico de hepatite G é realizado por meio de um exame de sangue. Nesse exame será identificado a presença do anticorpo anti-hepatite G. É recomendado procurar uma clínica ou consultório de sua confiança para realizar o procedimento.

4) Tratamentos para Hepatite G

Não existe tratamento para a hepatite G, o que não é muito problemático, já que o vírus não provoca lesões hepáticas, segundo os estudos divulgados até ao momento.

Em casos de insuficiência hepática, algo que é raro, pode se submeter ao tratamento normal. Porém, existem algumas medidas que devem ser seguidas pelo portador:

  • Evitar álcool
  • Ter uma alimentação saudável
  • Descansar o suficiente

Siga as instruções acima e procure manter a higiene e os devidos cuidados para não transmitir a doença a outros. Dentro de poucos meses seu próprio corpo se encarregará de expulsar o vírus do organismo.

6) Fatores de risco para Hepatite G

Além do grupo de pessoas citadas no modo de transmissão, ainda temos alguns fatores de riscos, são eles:

  • Profissionais da área da saúde
  • Fazer tatuagem ou colocar piercing com material não esterilizado
  • Prática de acupuntura com agulha reutilizada

7) Como prevenir? 

  • Para profissionais da área de saúde, o uso de luvas é essencial
  • Não use drogas injetáveis
  • Não partilhe escova de dente
  • Não faça sexo sem proteção

Veja também: Saiba Tudo Sobre a Hepatite E

Fontes:

http://www.phac-aspc.gc.ca/hcai-iamss/bbp-pts/hepatitis/hep_g-eng.php

http://medical-dictionary.thefreedictionary.com/hepatitis+G

5 Técnicas Para Acabar Com o Soluço

Você com certeza já deve ter soluçado em algum momento de sua vida. E deve saber como é horrível esta situação, senão perigosa, do refluxo atrapalhar sua digestão, respiração e outros processos. Isto sem contar o constrangimento que o soluço causa em algumas situações.

Mas o que de fato causa o soluço? Ele é bom ou ruim? E mais importante, como resolvê-lo? Estas são as dúvidas que vamos procurar o esclarecimento hoje e de forma prática.

1) Por que soluçamos?

o que é soluço

O soluço basicamente é um espasmo ocorrido no diafragma ao mesmo tempo em que a glote, órgão que ajuda no controle da saída de ar dos pulmões, se fecha abruptamente, levando ao movimento involuntário. O diafragma também auxilia no processo respiratório e divide o tórax do abdômen, estando praticamente colado ao estômago.

O soluço se inicia no diafragma, pois os nervos que o controlam, chamados nervos frênicos, são apertados pela ação do estômago, levando ao descontrole e a reação em cadeia na glote. Contudo, para que chegue a este entrave, o estômago precisa ser muito forçado.

Graças a este esforço, acabamos por sofrer estes soluços e, muitas vezes, se dá durante as refeições. Mas nem sempre é assim, pois algumas situações específicas, que afetem diretamente o diafragma e os frênicos também levam ao soluço. Além disso, doenças que afetam o pulmão, o esôfago ou vesícula também podem levar a soluços, inclusive mais longos do que o período de digestão.

Para estes casos, é preciso um tratamento específico, mas entraremos neste detalhe mais adiante.

2) Quais são as situações que levam ao soluço?

Porque soluçamos - soluço 2

Entre as situações mais comuns que levam a tal esforço do estômago e, por consequência, ao soluço, estão algumas as seguintes:

  • Comer em grandes quantidades, até estufar o estômago
  • Ingerir bebidas com gás em uma quantidade exagerada
  • Beber em muitos goles seguidos, forçando o diafragma

Além disso, existem outras circunstâncias que não envolvem diretamente o estômago, mas que afetam os nervos frênicos da mesma forma. Entre alguns exemplos, estão os seguintes:

  • Fumar descontroladamente
  • Mudanças bruscas de temperatura
  • Estresse
  • Consumo de bebidas alcoólicas

E temos ainda as questões de saúde vistas anteriormente, que envolvem doenças específicas e, pedem por um tratamento de acordo. Independente do que levou ao soluço, temos algumas ideias que podem ajudá-lo e uma ideia que não funciona de jeito algum.

3) Quais são as técnicas para acabar com o soluço?

As técnicas a seguir combinam a base científica com pensamentos populares, e que possuem sua parcela de verdade para acabar com o soluço nos casos mais simples. Porém, para todas as circunstâncias vistas acima, uma mudança simples de hábitos é mais do que suficiente para terminar de vez com este problema. Vamos às técnicas.

1. Beba 200ml d’água “de uma vez”

Porque soluçamos soluço 3

Há quem recomende gargarejar um pouco de água também. Em ambos os casos, se não for feito no momento exato do soluço, ele irá diminuí-lo o suficiente, pois os nervos frênicos serão acalmados e o diafragma voltará ao seu ritmo normal. Mas vá com calma: beba devagar, e de uma vez, assim os efeitos serão garantidos.

2. Prender a Respiração

Porque soluçamos soluço 4

Assim como respirar em um saco, que podemos ver adiante, prender a respiração aumenta a quantidade de CO2 no sangue, fazendo com que o organismo reconheça como um problema e direcione o seu foco a ele. Com isso, os nervos frênicos também são acalmados, ou melhor, com um direcionamento mais “forçado”.

3. Tampe os Ouvidos

Porque soluçamos soluço 4

Esta é um pouco controversa, mas em vários casos, funciona muito bem. Ao tampar os ouvidos, as ramificações do nervo frênico existentes na região são estimulados, o que também ajuda a acalmá-lo e assim acabar com o soluço. Se preferir, pode combinar com a pressão da respiração interrompida, apenas não exagere.

4. Ria Bastante

Porque soluçamos soluço 5

Rir em grande intensidade estimula tanto os nervos frênicos como o o próprio diafragma, ajudando a diminuir os espasmos, e por fim acabando com o soluço. Quanto a maneira de dar risadas, depende unicamente de você: cócegas num ritmo certo, ver um vídeo engraçado, ou mesmo situações simples do dia a dia despertam estas risadas.

5. Engula uma colher de chá de açúcar

Porque soluçamos soluço 5

Uma sobrecarga de açúcar pode ser um remédio contra o soluço. Com a quantidade extra de glicose, o organismo se concentrará em controlar seus níveis de glicose extra que estão entrando, diminuindo a reação do nervo frênico. Porém, assim como beber bastante água, pegue leve: uma quantidade abusiva de açúcar pode levar a problemas ainda piores do que um simples soluço. Uma colher de chá é mais do que suficiente.

6. Dica bônus: E quanto ao susto, não funciona?

Porque soluçamos soluço 7

Em teoria sim…. Sua funcionalidade é similar ao riso, pois envia outro estímulo ao cérebro. Mas sejamos sinceros: quem gosta de levar um susto? A menos que você possua uma intimidade que permita o uso com aqueles que estão sofrendo o soluço, não recomendamos esta técnica.

7. Em caso de doenças

Aqui, apenas um tratamento clínico é recomendado, pois os soluços estão relacionados aos sintomas destas doenças, pedindo por um direcionamento adequado. Ainda assim, você pode buscar alimentos e que sejam capazes de cuidar de órgãos como estômago, vesícula e pulmões da melhor forma.

Veja o nosso infográfico:

soluço infografico

Veja também este vídeo que mostra como acabar com o soluço (3:02)

https://www.youtube.com/watch?v=noGsYuN1BSE

Saiba Tudo Sobre os Nevos (Pintas na Pele)

As pintas na pele, normalmente de cor marrom, são cientificamente chamada de nevos. Eles são tumores benignos formados por melanócitos, células que produzem a melanina, pigmento responsável pela coloração da pele. Estes são os nevos, ou pintas na pele, normais.

Os nevos normalmente são benignos. No entanto, alguns podem se transformar em câncer de pele. Por isso as pintas na pele devem ser sempre observadas por um dermatologista. Assim, existem dois tipos de nevos:

  • Nevos normais
  • Nevos displástico

1) Nevos, ou pintas na pele, normais.

Saiba Tudo Sobre os Nevos (Pintas na Pele)

Um adulto possui em média de 10 a 40 pintas na pele ou manchas elevadas. Estes nevos normais (nevos melanocíticos) têm as seguintes características:

  • FORMATO: simétrico, arredondado ou oval.
  • BORDA: regular, bem delimitada e bem definida.
  • COR: uniforme, castanha, marrom ou cor de pele.
  • DIÂMETRO: 6 mm ou menor.
  • LOCAL: Normalmente, em áreas expostas ao Sol, como rosto, tronco, braços e pernas.

Importante também se atentar a quantidade. Pode até chegar a 100 pintas na pele, porém, quanto mais pinta maior a atenção que se deve tomar. Visite sempre um dermatologista.

2) Nevo displásico – pintas na pele preocupantes

Saiba Tudo Sobre os Nevos (Pintas na Pele)

Basicamente, ela é uma pequena mancha que pode aparecer em qualquer parte do corpo. Suas características podem não se diferenciar de uma pintinha comum, mas basta uma pequena análise de um dermatologista para se definir como tal. A este pequeno teste, se dá o nome de ABCD, já que são avaliadas quatro características.

  • ASSIMETRIA – Nevos Displásicos possuem formas diferentes de um nevo normal, saindo de um círculo padrão.
  • BORDAS – Suas bordas apresentam irregularidades de tamanho, ou mesmo não existem.
  • COR – Ao contrário de uma pintinha padrão, que pode ser castanha ou preta, um nevo displásico mistura ambas as cores, com tons de vermelho e até mesmo azul atrelado a elas.
  • DIÂMETRO – Costuma ser maior do que 6 mm, o que já é maior do qualquer nevo.

Quando apenas um destes nevos aparece, pode se tratar apenas de uma pequena anomalia, é algo a se despreocupar. Porém, caso ela apresente pruridas (coceira), pequenos sangramentos, ou ainda surgirem outros deles pelo corpo, as chances de um melanoma são grandes…

4) Diferença entre nevo displásico e uma Melanoma

Saiba Tudo Sobre os Nevos (Pintas na Pele)

A princípio, não há uma diferença expressiva entre um nevo displásico e uma Melanoma quanto a aparência. Porém, enquanto o nevo sozinho não representa uma ameaça, por ser uma anomalia benigna, uma porção deles pelo corpo pode ser um sinal claro de uma Melanoma. Mas o que de fato seria esta doença?

A Melanoma é um tipo de câncer de pele. Apresentando-se da mesma forma que um nevo displásico, sua mancha cresce ao longo do tempo, expandindo as características da mancha apresentada mais acima. E tenha em mente que, sendo um ou outro, o dermatologista deve ser procurado imediatamente. A melanoma pode ser mortal, e uma vez que a olho nu é impossível distingui-la de um nevo displásico, prevenir uma possível doença é essencial.

5) Qual a Origem de um Nevo Displásico?

Saiba Tudo Sobre os Nevos (Pintas na Pele)

A hereditariedade é o principal causador de um nevo displásico. Geralmente, eles aparecem durante a puberdade e podem aparecer e desaparecer em pouco tempo, mas sempre estão presentes. Costumam aparecer principalmente no dorso e nas pernas. A menos que já tenha aparecido em algum parente no mesmo período, é essencial que se busque um médico para ter certeza do que houve.

O fator hereditário dos Nevos Displásicos pode levar a um outro problema à parte da Melanoma. A Síndrome do Nevo Displásico Familiar acontece quando uma grande quantidade de nevos aparece subitamente e existam parentes de primeiro ou segundo grau que tenham melanoma. Neste caso, apenas o tratamento com um dermatologista é o recomendado.

6) Como combater um Nevo Displásico?

Uma consulta a um dermatologista é a atitude mais importante a se tomar quando um mancha fora do normal aparece no corpo. E cabe ressaltar um ponto importante: apesar de alguns casos cuidados diários serem tomados, como veremos adiante, eles não curam a doença. Sem bem tratado, um nevo displásico se torna inofensivo.

Mesmo que não exista uma cura, você pode tomar algumas atitudes simples para garantir um bem estar mesmo com a presença do nevo – que dependendo de onde estiver, não causarão problemas sequer no nível estético.

a) Proteja sua pele do sol.

Esta é a atitude mais simples e mais direta a se tomar para que doenças de pele não se alastrem. Além de uma boa alimentação, como iremos indicar a seguir, passar cremes para evitar que a pele resseque, e e protetor solar caso fiquei muito tempo exposto ao sol, são essenciais.

b) Busque alimentos ricos em vitaminas para pele.

Uma alimentação a base de vitaminas, fibras e sais minerais é muito importante para ter uma pele saudável e bem protegida de quaisquer efeitos climáticos. Betacaroteno, Vitaminas C e D, Zinco e Magnésio estão entre os nutrientes. Entre os exemplos, podemos citar os seguintes:

  • Maçã
  • Castanha
  • Morango
  • Brócolis
  • Laranja
  • Tomate
  • Gelatina
  • Ovos
  • Peixes (salmão, atum, sardinha)

c) Vá com frequência ao Dermatologista.

Uma vez identificado como um nevo displásico, manter uma frequência no dermatologista irá ajudá-lo a se prevenir de eventuais mudanças nas manchas. E quando dizemos frequência, não é necessariamente toda semana: uma visita ao mês, ou a cada dois meses, será o suficiente para manter sua saúde.

Avalie se há mudança nas manchas – com o tempo, você mesmo será capaz de notar quaisquer mudanças nas manchas , e não será necessário ir ao médico. Ainda assim, procure ficar sempre atento aos sinais, pois uma coceira mínima pode ser algum sinal mais grave de mudança.

Um nevo displásico pode ficar fora de alcance de melanomas se bem cuidado. Com uma boa alimentação e direcionamentos clínicos, ela pode se tornar apenas mais um charme como qualquer outra pintinha no corpo. Portanto, procure se cuidar bem.

Confira ainda: Câncer de Pele – Causas, Sintomas e Tratamentos

Veja também este vídeo sobre analisar os nevos – pintas na pele (8:33)

O que é Abscesso? Perianal, Dentário, etc.

abscesso é o acúmulo de pele que envolve pus e outros detritos, resultando em uma inflamação. Ele pode se desenvolver em qualquer região do corpo e geralmente é causado por organismos infecciosos, como bactérias e parasitas.

A área atingida é facilmente identificada, pois se percebe uma alteração na região, onde a mesma fica dolorida, apresenta uma tonalidade diferente e a pele tem uma elevação no local. De forma geral o abscesso provoca sensações de dor, temperatura da região é mais quente e sua aparência tem aspecto avermelhado. Sua ocorrência pode atingir diversas partes do corpo, desde a própria pele e os tecidos que se localizam embaixo dela, até órgãos em geral. Contudo, tem mais incidência nas regiões onde existe dobras, visto que apresentam gânglios linfáticos em maior quantidade concentrada. Para quem não sabe, esses gânglios combatem a invasão de microrganismo causadores de infecções. Além da axila e da virilha, é bem frequente que o abscesso atinja a região anal, podendo se consequência também de um problema com cisto pilonidal, localizado no que chamamos de base espinhal.

Inclusive, para cuidar e se curar de um abscesso é fundamental que seja feito drenagens, pois eles não se reabsorvem. Se o indivíduo não seguir as recomendações de tratamento nesse caso, pode acabar prejudicando ainda mais a sua saúde, uma vez que o problema pode se expandir e atingir outros locais do organismo, provocando inúmeros tipos de complicações de nível grave e dificultando cada vez mais o processo de tratamento. E para evitar isso, o artigo de hoje irá explicar todos os questionamentos que envolvem o tema, ajudá-lo a identificar o abscesso e guiá-lo para saber como cuidar e impedir que novos problemas surjam em decorrência dele, além de dicas caseiras que daremos, para você fazer e ajudar a cuidar do problema. Anote todas as recomendações e fique a tento a todas as informações a seguir. Tenha uma boa e proveitosa leitura!

1. Como surge o abscesso?

Quando alguma região do nosso corpo é infectada, o sistema imunológico é acionado e trabalha para combater esta infecção. Os glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo, entram pela circulação sanguínea e chegam até o local de infecção e ali se instalam para o combate e se acumulam, resultando no acúmulo de glóbulos brancos vivos e mortos, líquidos, bactérias e outras substâncias que formam o que chamamos de pus.

O corpo cria uma camada de pele, normalmente de coloração entre rosa e vermelho escuro, que irá envolver este pus e outros detritos. Essa camada de pele é o chamado abscesso.

A) Os sintomas podem incluir:

  • Febre alta;
  • Mal-estar;
  • Calafrios;
  • Suores;
  • Sensibilidade ao local afetado.

B) Os tipos mais comumente são:

  • Gengivais;
  • Vaginais;
  • Abdominais;
  • Nas axilas.

Podem existir casos de abscessos mais complicados, exigindo que a pessoa visite um médico para a verificação e até mesmo podem existir alguns onde há a necessidade de uma intervenção cirúrgica.

2. Saiba um pouco mais sobre os tipos

Como o abscesso é capaz de surgir e atingir todas as regiões possíveis do nosso organismo, seja ela interna ou externa, existe diversos tipos para identificar a área atingida pela enfermidade. A seguir iremos explicar um pouquinho sobre cada um dos mais conhecidos popularmente:

Abcesso no abdômen: Geralmente surge em decorrência de traumas, cirurgias ou até mesmos por conta de alguma infecção que tenha atingindo o abdômen do indivíduo. Quando om abscesso é intra-abdominal, por exemplo, significa que ele aconteceu na parte interna da região e ele surge quando algum órgão da parte interna desse local sofre infecção ou ruptura.

Amebiano: Esse tipo de abcesso acontece na medida em que o parasita Entamoeba Histolytica consegue se disseminar para regiões que ultrapassem a parte do trato gastrointestinal. Nesse caso eles podem alcançar o fígado do indivíduo, provocando desse modo a formação de abscessos nas regiões do baço ou cerebral, que podem vir associadas a complicações graves, que apesar e mais raras, são perigosíssimas.

Anorretal ( perianal): Nesse tipo de abscesso, o pus que se forma costuma ficar mais acumulado nas regiões do reto e do ânus. E isso geralmente ocorre em decorrência de alguma infecção de caráter sexualmente transmissivo, de alguma glândula que sofreu bloqueio ou ainda em decorrência de alguma infecção que atingiu a arte da fissura do ânus.

De Bartholin: Na região da vagina, mais precisamente na parte lateral de sua abertura, existem glândulas das quais são chamadas de glândulas de Bartholin. Quando elas sofrem alguma obstrução ou são atingidas por alguma infecção acaba surgindo esse tipo de abscesso, que inclusive também pode ocorrer se algum cisto na região também ficar inflamado.

No cérebro: Abscessos no cérebro é algo bastante raro, mas quando ocorre pode-se ficar ciente de que a doença é de nível fatal. Essa situação costuma se desenvolver em vista de pus que começa a se acumular desordenadamente na região. Esse pus é justificado pelas bactérias que costumam entrar no organismo devido a traumas, lesões que acometem o crânio do indivíduo, intervenções cirúrgicas ou ainda por causa de algum tipo de infecção que tenha atingido o local antecipadamente.

Na região dentária (abscesso periapical): O abscesso na região dos dentes provoca lesões dotadas de pus nas suas raízes, fato este que provoca sensações dolorosas no paciente de forma constante. Além disso, diante dessa situação, os dentes ficam bem mais sensíveis, tanto ao ter contato com temperaturas quentes ou frias, como também na hora de mastigar os alimentos. Vele enfatizar que nesse caso, também pode ocorrer sintomas incomuns à enfermidade dos quais podemos destacar a febre e além disso os gânglios linfáticos presentes no maxilar, no pescoço ou na região fácil do paciente podem apresentar inchaço. É muito importante acompanhar o quadro com o profissional da área, que inclusive deve realizar a drenagem na lesão, como forma de impedir que outras partes de organismo sejam afetadas também pela doença.

No fígado: A doença que acaba atingindo a região do fígado, também conhecida como abscesso hepático, geralmente se desenvolve em decorrência de infecções que atingem o abdômen, o sangue ou ainda as vias da região biliar.

Do tipo esplênico: Esse tipo afeta a região do baço e sua ocorrência tem bases em cima do possível surgimento de problemas com bacteremia, que nada mais é quando o sangue do paciente acaba ficando com uma quantidade significativa de bactérias, que acaba surgindo posteriormente a ocorrência de infarto do tipo esplênico.

Na região da medula espinhal: Quando a espinha da medula fica inflamada, acaba provocando um tipo de infecção que a tinge a coluna vertebral do indivíduo e é nesse contexto que os abscessos podem surgir.

Do tipo cutâneo: Esse tipo é bem comum, pois abscessos podem facilmente atingir a região cutânea e isso ocorre relevantemente quando nos referimos a região em volta do ânus, da virilha, e das axilas, como por exemplo. Inclusive, se algum local onde produz-se pelos, que é o que chamamos de folículo piloso, se for atingido com infecção também pode desenvolver o abscesso do tipo furúnculo.

Do tipo peritonsilar: o abscesso que afeta o pescoço e a cabeça do paciente é conhecido como abscesso do tipo peritonsilar e o problema é desencadeado por conta de infecções que afetam a região das amígdalas.

Do tipo pilonidal: Existe uma espécie de cisto, conhecido como pilonidal, que pode acabar se desenvolvendo no final da região da coluna vertebral, terminando um pouco antes do ânus, bem no local onde as nádegas são separadas. Quando esse local costuma acumular alguns conteúdos, desde pequenos fragmentos de epiderme, até glândulas que produzem suor ou que secretem sebo para promover a lubrificação da região cutânea, pode acabar gerando inflamação que é o que chamamos de abscesso pilonidal.

No pulmão: Abscessos nesse local tem derivação de um quadro de infecções que costuma surgir depois da ocorrência de uma pneumonia.

Na virilha: Também chamado de abscesso inguinal, esse tipo afeta a virilha provocando a formação e a acumulação de pus no local situado entre as regiões da coxa e do tronco. O seu surgimento se dá por conta de alguma infecção que atinge a virilha e se não for bem tratado pode crescer e piorar a gravidade ficando cada vez mais inflamado.

3. Causas mais frequentes

 A maior causa de abscesso no geral, sem dúvida é o surgimento de infecção provocada por bactérias decorrentes de microrganismos dos quais destacamos o streptococcus, o gonococos e também o estafilococos que é o mais predominante nesse quesito. A bactéria que invade o corpo do indivíduo, faz essa invasão com o auxílio de portas de entrada que se localizam na epiderme, e que variam desde perfuração até obstrução feitas nas glândulas sudoríparas e sebáceas ou ainda inflamando os folículos pilosos da região.

O abscesso acontece efetivamente quando a pele é atingida pela infecção e quando isso ocorre, as nossas células responsáveis por defender o nosso organismo contra-atacam, saindo dos nossos vasos de sangue e indo em direção a região que sofreu a infecção, com o intuito de destruir todas as bactérias que invadiram o organismo. Toda essa etapa acaba gerando uma espécie de bolsa constituída por tecidos inflamados cobertas por uma espécie de pus. Esse pus trata-se de uma junção de bactéria, célula e tecido morto que se aglomeram.

Em suma, podemos afirmar que o abscesso se trata de uma constante de reações provenientes do nosso sistema de imunidade, como método de defesa objetivado impedir que certos tipos de problemas com infecção acabem afetando tecidos importantes do nosso organismo.

Além disso, existe algumas situações em que a bactéria do tipo estafilococos acaba produzindo toxinas capazes de matar células brancas presentes no sangue e que inclusive fazem parte do nosso sistema de defesa. É justamente isso que estimula o nosso corpo a produzir cada vez mais leucócitos com o intuito de conseguir destruir a invasão das bactérias, porém em contrapartida isso promove o surgimento de novos abscessos. Aliás, existem outros fatores que podem provocar o seu surgimento. Veja alguns deles mais adiante:

Através de microrganismos aleatórios: Já vimos que o abscesso é provocado pela infecção causada por certas bactérias, mas existem também outros tipos de microrganismos, dos quais podemos destacar o fungo e a ameba. Para quem não sabe a ameba é nada mais nada menos do que um parasita que causa abscessos na região do fígado de uma pessoa, quando ela de fato consegue se infestar. Vale enfatizar que a enfermidade não só os tecidos da nossa pele, como também os órgãos da parte interna do nosso organismo, por intermédio da nossa corrente de sangue.

Por intermédio de substância química: A terebintina, por exemplo, é uma substância produzida por intermédio do processo de destilação de árvores, realizada para mistura de tinta, verniz e polidor. Trata-se de um líquido de caráter químico, e assim como ele, muitos outros tipos de substâncias desse gênero podem sim provocar a ocorrência de abscessos no organismo humano.

Por intermédio de Bacilos de Koch: Existe uma bactéria que provoca o que conhecemos como tuberculose, e ela é justamente o bacilo de Kohn, que inclusive também tem a capacidade de provocar abscesso.

4. Quem tem mais chances de ser afetado pela doença?

É importante deixar bem claro que qualquer indivíduo tem a capacidade de ser atingido pelo abscesso, porém ainda sim existem aqueles que tem maior probabilidade, e é o que chamamos então de grupo de risco. Nesse grupo damos destaque aos indivíduos que sofrem de baixa imunidade, dos quais destacamos os:

  • Que sofrem de Diabetes;
  • Que estão acima do peso, em nível de obesidade;
  • Que fumam;
  • Que sofrem com o alcoolismo;
  • Que usam drogas ilícitas;
  • Que vivem em ambientes onde a higiene é muito escassa;
  • Que sofrem com imunodeficiência;
  • Que consomem muitos alimentos gordurosos (dando ênfase a carne suína);
  • Que sofrem com HIV;
  • Quem apresentam problemas com circulação;
  • Que sofrem de Síndrome metabólica;
  • Que passam por tratamentos de corticoterapia ou quimioterapia.

5. De que forma o diagnóstico é feito?

Quando se trata de um abscesso localizado na região externa, geralmente o diagnóstico é feito basicamente através de uma observação sob o local, que é realizada por um profissional da área dermatológica, uma vez que esse tipo é nítido e pode ser detectado com muito mais facilidade. Contudo, se o abscesso for interno, precisa ser realizado alguns tipos de exames de imagem, que ajude a de fato descobrir o verdadeiro problema de forma segura e precisa. É nessa circunstância que o profissional clínico geral acaba tendo contato com o indivíduo em primeira instância, e é a partir de sua avaliação que ele direciona o paciente ao profissional especializado na região onde o possível abscesso está instalado.

Dentre os exames mais solicitados destacamos o processo de recolhimento de uma pequena parcela de pus presente no abscesso do indivíduo para analisá-lo. Esse processo ajuda a identificar quais são especificamente, o tipo de bactéria que provocou a origem da doença. No caso de o indivíduo acabar tendo a presença de vários abscessos na epiderme, o profissional responsável pelo quadro normalmente também solicita exame de urina, com o intuito de verificar o nível de glicose, a fim de fazer o possível diagnóstico de diabetes.  E isso ocorre porque as pessoas que sofrem com diabetes, como vimos no item de grupos de risco, acabando sendo mais suscetíveis a ter o problema com abscesso e quando isso acontecem elas precisam imediatamente de tratamento.

E se o indivíduo acaba tendo constantemente quadros de abscesso, o profissional também pode acabar solicitando a realização de exames de laboratório, objetivando fazer testes que ajudem a descobrir se a bactéria causadora da doença produz toxina capaz de atingir as células brancas presentes no nosso corpo, e assim consequentemente impedir que o paciente se cure por completo.

6. Qual o tratamento indicado nesses casos?

Como já deu para perceber ao longo do artigo, o abscesso é um problema que pode ser curado e o desaparecimento da doença ocorre quando se esvazia todo o conteúdo de caráter infeccioso e ainda com a lavagem da região afetada com o intuito de retirar todo o pus e tecidos mortos, valendo ressaltar que dificilmente eles sofrem reabsorção.

Além disso é importante saber que os nódulos provenientes da doença não podem em circunstância nenhuma ser espremidos pelo paciente. Esse processo deve ser realizado com a ajuda de um profissional qualificado, uma vez que o ato pode acabar provocando traumas nos tecidos que se localizam ao redor do abscesso e consequentemente fazer com que a infecção acaba se propagando para outras regiões. E inclusive, visando impedir que a infecção atinja os tecidos que ficam debaixo do local lesionado, é preciso fazer uma espécie de furo no local para que se faça o processo de drenagem. Depois dessa etapa, muitas vezes o pus coletado vai para um laboratório, para ser avaliado, justamente para que se possa descobrir a verdadeira causa da enfermidade.

A seguir separamos as formas de tratamento mais condizentes para cada tipo de lesão:

Quando a lesão é superficial: Inicialmente, a lesão que surge costuma ser pequena e bem superficial. Nesse caso, cuidar delas é bem mais fácil e isso pode ser feito simplesmente com a utilização de compressas com água quente na região. Esse método é eficiente, pois quando o abscesso entra em contato com temperaturas mais quentes, ele acaba se rompendo, além do fato de que o conteúdo localizado em sua parte interna sai com muito mais facilidade. Tais compressas precisam ser feitas periodicamente, entre quinze e vinte minutos a cada hora decorrida.

Quando a lesão é grave: São nos casos mais graves que é necessário drenar cirurgicamente o problema para tratá-lo. Desse modo, o médico especialista do quadro utiliza uma agulha mais grossa ou até mesmo um bisturi para conseguir fazer essa drenagem do conteúdo presente na infecção. No procedimento ele pode solicitar também a tomografia computadorizada ou outros exames como o ultrassom, para que possa ajudá-lo a levar a agulha no local afetado de forma eficaz. O processo cirúrgico é feito com anestesia na região a ser operada, impedindo que o indivíduo sinta dores, mesmo que o local esteja muito inflamado. O procedimento é simples e por isso os pacientes recebem alta no mesmo dia, fazendo o processo de recuperação em suas casas e o local drenado acaba ficando com uma cicatriz, porém pequena.

Quais os cuidados que precisa ter depois da drenagem?

Posteriormente o processo de drenagem, a ferida permanece aberta, uma vez que se aplica um dreno para que a região infectada continue sendo drenada. Nessa etapa é importante fazer o curativo de forma correta, pois é ele, associado a cremes e pomadas específicas que manterá a lesão protegida e coberta até de fato cicatrizar. O aparelhinho responsável pela drenagem durante essa etapa só é tirado quando se passa de dois até três dias depois da realização da intervenção cirúrgica.

7. Quais os remédios mais usados para o tratamento?

Uma curiosidade sobre drenagem é se ela de fato ajuda no alívio das dores provocadas pelo abscesso, e a resposta é sim. A dor melhora de forma imediata e se de repente ela não melhorar, o médico do caso pode solicitar o uso de alguns remédios tanto para dor como para inflamação (analgésico e anti-inflamatório). Além disso, dependendo do tipo de bactéria ou até parasita que provocou a enfermidade, é necessário que o paciente utilize algum tipo de antibiótico, antifúngico ou anteamebiano, que ajude a tirar de vez qualquer microrganismo que ainda tenha restado no organismo.

Dentre os remédios mais utilizados destacamos:

  • Avalox;
  • Bacteracin;
  • Bactrim;
  • Bi Profenid;
  • Nebacetin.

E é importante ficar atento, pois quando o abscesso não melhora e some depois da drenagem, é porque o processo de cuidado é mais complicado e também precisa de remédios voltados para auxiliar a etapa de cura efetiva. Alguns dos casos se caracterizam pela doença afetar órgãos muito relevantes, como o nosso cérebro, por exemplo, se não for devidamente tratado, os tecidos do local podem sofrer danificação e o indivíduo pode vir a ter algum tipo de perda funcional.

8. Como conviver o prognóstico?

Não há muito com o que se preocupar nesse caso, pois quando o abscesso é diagnosticado de forma correta, trata-lo é bem simples e se o paciente seguir todas as recomendações de seu médico pode se curar bem rápido do problema. Em vista disso, além das recomendações, o indivíduo precisa ir a todas as consultas para que seja monitorado e certificar-se de avisar ao médico se qualquer alteração venha a ocorrer nessa etapa de cuidado. Fazendo tudo isso e tendo cuidado certo o abscesso desaparece o o problema consequentemente é solucionado.

Depois do procedimento de drenagem, inclusive, é preciso o consumo frequente de água, uma vez que o líquido auxilia na eliminação de conteúdos da infecção que acabam ficando no organismo. E com a alimentação não seria diferente. O ideal é cuidar desse aspecto também, dando preferência para alimentos naturais, desde verdura até os mais variados tipos de frutas. Na listinha de itens a evitar destacamos:

  • Manteiga;
  • Fritura em geral;
  • Ovo;
  • Queijo;
  • Alimentos enlatados;
  • Carne de porco.

Vale lembrar também que é proibido tentar espremer de qualquer forma o pus originado do abscesso. Esse procedimento só pode ser feito com o auxílio de um profissional qualificado, uma vez que com o já vimos, se mal realizado, esse ato pode provocar danos que projetam a infecção para outras regiões do organismo. Outra dica importante a ser levada em consideração, é que se o indivíduo decidir utilizar alguma toalhinha ou lenço para fazer a limpeza do pus, em seguida ele deve jogá-los for a e higienizar a mão de maneira correta. Aconselha-se também que se espere que o problema de fato seja solucionado, para depois continuar com o cotidiano de vida normal e começar a voltar a frequentar locais abertos ao público onde equipamentos são compartilhados, dos quais exemplificamos: academia, sauna, piscina e assim por diante.

9. Quais as possíveis complicações?

O tratamento nesse em qualquer caso que afete a saúde é imprescindível, principalmente por que o abscesso em si pode acabar se rompendo por si só, visto que sua espessura pode aumentar com o tempo. Se isso acontecer, o local lesionado começa a soltar um pus mais amarelo ou verde, que vem com a presença de um odor desagradável.

Mas e se o indivíduo rejeitar o tratamento? Simples: a infecção pode se propagar e se tornar de fato generalizada. Não drenar o conteúdo infectado da lesão pode fazer com que o pus atinja outras regiões da epiderme, até diversos órgãos e tecidos localizados na parte interna do organismo, deixando cada vez mais difícil o processo para tratar e curar a doença. Quando o abscesso não cuidado de forma correta, ele pode se resolver espontaneamente, quando raramente for reabsorvido, porém isto acaba formando cistos ou fístulas, na medida em que a lesão fica aberta e acaba criando um novo caminho responsável por unir algum orifício na parte externa da pele a alguma outra cavidade da parte interna do corpo. Exatamente isso que acaba fazendo com que o pus entre e se acumule ainda mais. Além do mais, abscessos que acabam produzindo essas fístulas, podem gerar um problema chamado epiema, ou ainda se a substância infectada entrar em contato com o sangue do paciente pode ocasionar problemas como a bacteremia e a sepse.

Dentre as complicações mais comuns nos casos de abscesso que não recebem tratamento podemos citar:

  • A infecção pode se alastrar e atingir outros locais que podem ser fatais para a vida do paciente: o cérebro e a medula espinhal;
  • O revestimento da parte interna do coração pode sofrer infecção (endocardite);
  • O tecido do local atingido pode morrer (gangrena);
  • Abcessos novos podem aparecer;
  • Os ossos podem se infeccionar de forma aguda (osteomielite).

10. Tem como se prevenir?

Quando o nosso sistema de imunidade sofre algum déficit ou quando mantemos uma rotina diária de alimentação precária, pode ocasionar o que chamamos de abscesso. Dentre os métodos mais seguros para se evitar que isso aconteça estão:

  • Começar a cultivar rotinas saudáveis de alimentação;
  • Se reeducar no aspecto de alimentação é fundamental nos casos de excesso de peso, além de aliar essa nova vida com a prática regular de atividade física;
  • Diminuir ou deixar de consumir drogas lícitas e evitar ao máximo as ilícitas;
  • A higiene é imprescindível: lavar a pele com água e sabão deve fazer parte da rotina;
  • Não dividir as toalhas de banho com outras pessoas da família: cada um deve ter a sua;
  • Ter muito cuidado na hora de se depilar, para não acabar se machucando.

Veja no tópico a seguir algumas dicas caseiras para usar e cuidar do abscesso em casa também. Aproveite a anote todas as dicas.

11. 10 remédios naturais para combater o abscesso

1 – Batata

A batata tem um enorme valor nutricional. É rica em potássio cálcio, ferro e fósforo. Além disse é uma ótima fonte de vitamina C juntamente com as vitaminas A, B, P e K. Além de ser rica em amido, com cerca de 20% desse carboidrato.

Modo de uso:

Cozinhe e amasse a batata e em seguida coloque essa massa entre dois panos finos, este procedimento é chamado de cataplasma. Aplique este cataplasma no local onde há o abscesso sempre que desejar.

2 – Inhame

Os principais componentes do inhame são: vitamina A, B e C, além de amido, cálcio, carboidrato, proteína, potássio, ferro, fósforo e fibra dietética. Inhame também é conhecido por ser uma das mais poderosas fontes para aumentar a imunidade do corpo.

Modo de uso:

Faça uma compressa de inhame cru e ralado 4 vezes ao dia sobre o local. Também é indicada a ingestão do inhame cozido durante a refeição.

3 – Bardana

Maceres as folhas e faça compressas no local onde está instalado o abscesso. Substitua a compressa a cada 30 minutos e repita o procedimento por quantos dias achar necessário.

4 – Cebola

Ótimo tempero e condimento e vai bem na salada. Além das contribuições culinárias, a cebola tem benefícios para saúde, pois é rica em alicina, potássio e nitrogênio. Faça um cataplasma de cebola crua ralada.

Modo de uso:

Aplique sobre a região e deixe agir por cerca de meia hora. Repita o procedimento algumas vezes ao dia.

5 – Alecrim

Faça um chá com 20 gramas de folhas de alecrim com um litro de água. Tome este chá ao longo do dia e repita o procedimento de 3 a 4 vezes durante a semana.

6 – Cúrcuma

Misture um pouco de cúrcuma com aloe vera e faça uma pomada. Aplique essa mistura sobre a região com abscesso, cubra com um pano e mantenha por toda a noite. Pode ser utilizado por vários dias consecutivos.

7 – Repolho

Abra as folhas de repolho sobre uma superfície plana e amasse-as com o auxílio de um rolo de massa. Após isto, basta aplicar as folhas diretamente sobre a superfície afetada. Deixe agir por cerca de meia hora.

8 – Jurubeba

Com as folhas e a raiz, faça uma compressa no local a cada trinta minutos. Este procedimento pode ser realizado de 2 a 3 vezes ao dia, fazendo a substituição de compressa a cada meia hora.

9 – Mel de abelhas

Uma colher de sopa de mel cru possui 64 calorias, é livre de gordura, não tem colesterol e nem sódio, segundo o Conselho Nacional do Mel. É composto por aproximadamente 80% de carboidratos, 18% de água e 2% de vitaminas, minerais e aminoácidos.

Modo de uso:

Faça um cataplasma quente utilizando mel, farinha de mandioca e cebola ralada e deixe agir durante uma hora sobre o local.

10 – Calêndula

Ferva as folhas de calêndula em 250ml de água e deixe em infusão por 15 minutos. Após, coe e misture. Faça compressas no local afetado com o auxílio de um pano limpo ou uma gaze.

 

Dieta da Sopa – Receitas e Dicas para o Sucesso

Quando se trata de dietas, muita gente já corre pra testar, não é? Então, lá vai mais uma: A dieta da sopa. O que mais chama atenção, sem dúvida alguma, é a rapidez na redução de peso que ela promete. Só que é importante informar-se direito e introduzi-la com cuidado no seu dia a dia, sem abusar.

É uma ótima opção para quem quer perder alguns quilos rapidamente tomando sopas quentinhas, porém, a dieta não é uma das mais recomendadas por nutricionistas, porque dependendo da forma que ela é feita,  pode se tornar muito monótona e com baixo valor de nutrientes necessários para seu organismo. Só que ela pode sim ser feita de forma saudável! Descubra mais sobre a dieta da sopa a seguir:

1) Como funciona a dieta da sopa?

Basicamente, como o nome já diz, ela consiste em substituir algumas refeições por sopa. Caldos nutritivos e deliciosos podem entrar no seu cardápio, mas nem todo mundo toma cuidado na hora de preparar as sopas, deixando de lado a preocupação com nutrientes essenciais para uma boa saúde. O normal dela é não durar muito, pode ser feita de 2 a 30 dias, depende da pessoa. O prato pode entrar no almoço e no jantar, com receitas de sopas variadas.dieta-da-sopa1

Você não precisa necessariamente tomar as sopas em absolutamente todas as refeições, mas para quem quer adotar algo mais leve e saudável substituir a refeição da noite por uma sopa, é uma boa opção.

Há quem siga uma forma mais radical da dieta alimentando-se só com sopa de repolho, porém, fazer as sopas com base em legumes e verduras ou até mesmo misturar legumes com carne ou frango, são boas pedidas para não ter um prejuízo nutricional muito grande.

2) Quais são as principais vantagens da dieta da sopa?

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Como todas as dietas, algumas coisas podem mudar de pessoa para pessoa, de acordo com o modo de preparo dos alimentos e necessidades do corpo. As principais vantagens envolvem a redução de calorias, principalmente, quando hábitos alimentares são alterados e melhorados, porque dessa forma o resultado é mais satisfatório de forma geral.

Afinal, não adianta passar dos limites o dia todo e só de noite pegar leve com uma sopa, não é mesmo? Seguindo de forma saudável e com disciplina, você pode até perder aproximadamente 5 kg em um mês!

3) Quais são os riscos da dieta da sopa?

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Como dito anteriormente, quando essa dieta é seguida de forma radical, sem se preocupar com as necessidades do corpo incluindo os nutrientes essenciais, podem existir alguns riscos. Fraqueza, tontura e indisposição, são três exemplos de riscos que pode ocorrer, mas a longo prazo outros problemas podem surgir pela alimentação não balanceada. Além disso, ao seguir somente a dieta da sopa por alguns dias e não mudar os hábitos alimentares, pode ocorrer o famoso efeito sanfona, em que a pessoa emagrece, engorda, emagrece e engorda de novo.

4) Receitas da dieta da sopa:

Ao preparar as sopas, é importante não exagerar no sal. Coloque somente para dar um gosto leve.

A) Dieta da Sopa Receita 1

1 Berinjela +3 Pimentões coloridos + 1 Molho de tomate + 2 Nabos + 2 Cenouras + 1 xíc. (chá) de vagem picada + 1 sopa de cebola + 1 Tablete de caldo light de galinha + ½ repolho roxo

Para preparar, é necessário cozinhar os legumes e separar, depois adicionar um litro e meio de água em outra panela e então diluir a sopa e o molho. Depois de ferver, acrescente os legumes.

B) Dieta da Sopa Receita 2

2 col. (sopa) de óleo + 2 cebolas médias fatiadas + 2 cenouras fatiadas + 1 xíc. (chá) de salsão + ½ quilo de lentilha seca + 1 colher (chá) de tomilho + 2 folhas de louro + 8 xíc. (chá) de água quente

Parar preparar, doure as cebolas no óleo, adicione o salsão e as cenouras para cozinhar por 5 minutos. Depois junte todos os outros ingredientes. Coloque a água e cozinhe por mais 1 hora, se for necessário para a lentilha ficar macia, deixe mais alguns minutos.

C) Dieta da Sopa Receita 3

½ kg de peito de frango sem pele e ossos +  1 cebola picada + caldo de galinha + 350 g de cenoura picada + sal 

Cozinhe os ingredientes até o peito de frango ficar macio.

Para um caldo básico você pode seguir a receita 3 acrescentando água, salsão e diminuir um pouco a quantidade da cenoura, para depois cozinhar todos os ingredientes.

Uma dica é variar a alimentação para acompanhar a dieta da sopa de forma mais nutritiva, comendo frutas, queijo branco, bebendo chá e água à vontade.  Não é recomendado que pães, bebidas alcoólicas, frituras e refrigerantes estejam no seu dia a dia. E claro, não esqueça da variação de receitas para que a dieta não se torne muito monótona e prejudicial a sua saúde.

5) Dicas para o sucesso

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  1. Beba bastante água.
  2. Evite pães, bebidas alcoólicas, frituras e refrigerantes
  3. Faça diariamente um leve exercício como andar ou correr.
  4. Faça durante 7 dias seguindo os passos rigidamente.
  5. Tome suplementos de vitamina, com orientação de um nutricionista, para complementar a sua alimentação.
  6. Tome sopa várias vezes ao dia. Só não deixe passar fome.

Veja também: 20 Alimentos que Podem ser Consumidos na Dieta sem Carboidrato

Fontes:

http://www.food.com/recipe/7-day-soup-diet-recipe-215370

http://www.livestrong.com/article/539016-how-to-lose-20-pounds-by-eating-soup/