10 Principais Causas de Infertilidade Feminina

Seja por causas naturais, doenças ou complicações decorrente de outros quadros clínicos, infertilidade feminina é algo infelizmente comum nos tempos atuais. Exceto pelas ocorrências naturais do corpo feminino, a infertilidade pode ocorrer com qualquer uma. Identificar as causas não-naturais pode ajudar a atrasar ou mesmo evitá-la em casos de risco.

Por isso, apresentamos as principais causas que levam uma mulher a ficar infértil Junto a elas, vamos sugerir algumas dicas do que pode ser feito para driblar esses causos, e ter uma vida muito mais saudável nesse aspecto.

Veja os 10 Principais Causas de Infertilidade Feminina

10 Principais Causas de Infertilidade Feminina

1 – Idade

É a causa mais comum da infertilidade feminina. A conhecida menopausa ocorre quando a mulher passa a produzir menos óvulos, e com uma qualidade menor ao longo dos anos. Após os 30 anos de idade, a taxa de óvulos cai para menos de 10% do que a quantidade recebida ao nascer, cerca de 1 a 2 milhões de óvulos.

Uma vez que, a cada menstruação, pode ser utilizado 1 a cada 1000 solto pelos ovários, é comum que as chances de uma gravidez por meios naturais seja mais difícil acima dos 40 anos. Buscar estímulos hormonais, além de um acompanhamento regular em um ginecologista, pode ajudar a entender melhor esse período.

2 – Endometriose

É uma doença comum entre mulheres na faixa dos 30 anos. A Endometriose acontece quando a mulher desenvolve o tecido que envolve o útero, o endométrio, em outras regiões da pelve, como trompas, ovários, bexiga e intestino.

Por conta da alteração na anatomia local, a endometriose pode acarretar, além da possibilidade de infertilidade, problemas como cólicas menstruais mais intensas e dores na região pélvica. A endometriose pode ocorrer desde a primeira menstruação, e em alguns casos ela pode ser assintomática. A consulta médica é ainda mais importante para prevenir e lidar com o diagnóstico de forma mais direta.

3 – Mioma Uterino

Outra causa muito conhecida da infertilidade feminina. Trata-se de um tumor benigno que desenvolve nas camadas musculares do útero, que pode ser para dentro, para fora ou em áreas específicas do útero. Nem sempre eles são perigosos às mulheres, mas em casos mais graves, além da infertilidade, alguns procedimentos para a retirada do útero podem ser necessárias.

Existem tratamentos seguros para tratar dos miomas. Contudo, qualquer um deles precisa ser realizado com o acompanhamento clínico, o que é ainda mais necessário em casos cuja a alteração hormonal é necessária.

4 – Fatores Genéticos

É comum em mulheres com mais idade, e uma das causas que diminuem ainda mais a possibilidade de gravidez acima dos 40 anos. Por fatores genéticos, que podem ser de uma ou mais gerações para trás, a genética pode influenciar e muito na infertilidade feminina.

A predisposição genética também costuma ser um fator relevante nos casos de endometriose, o que pede algum tipo de acompanhamento para analisar suas possibilidades. Por fim, o fator genético também influencia nos casos de fecundação in vitro, reduzindo ainda mais as chances de sucesso no método.

5 – Obstrução das Trompas

Causada por algumas Doenças Sexualmente Transmissíveis (especificamente, a clamídia) e inflamações pélvicas, a obstrução das trompas causa a infertilidade feminina por impedir que os espermatozoides cheguem ao óvulo durante a fecundação, devido ao bloqueio causado pelas tubas uterinas. Uma vez que os sptzs não chegam ao útero, a fecundação não ocorre.

A obstrução das trompas pode ser tratada através de intervenções cirúrgicas quando são possíveis. Em casos cuja a cirurgia não for possível, por quaisquer motivos, é considerada a técnica de fecundação in vitro.

6 – Síndrome do Ovário Policístico

Causado por desequilíbrios hormonais, a síndrome do ovário policístico é uma das causas mais complicadas da infertilidade feminina. A SOP, como também é conhecida, causa pequenos cistos nos ovários, que dificultam a ovulação, ou mesmo a impedem por completo. Um dos sintomas mais evidentes da síndrome são os ciclos menstruais irregulares.

Em alguns casos, mesmo com a fecundação sendo bem sucedida, a mulher ainda corre riscos, como aborto espontâneo ou ainda a chance de sofrer diabetes gestacional. Depois de diagnosticado por um ginecologista, o tratamento é feito através de medicamentos que estimulam a ovulação e regulam o ciclo hormonal.

7 – Sinéquia Uterina

A sinéquia não é a causa em si, mas a consequência de outro problema que aflige as mulheres, a curetagem uterina. Sempre que são realizados procedimentos cirúrgicos, como retirada de miomas, por exemplo, são necessários exames para confirmar se não houve sinéquias, que são pequenas aderências formadas no tecido do útero.

Elas também podem ocorrer no processo de cicatrização da curetagem, o que intensifica a necessidade de consultas e exames constantes. O tratamento, além de um acompanhamento constante no ginecologista, pode ser feito durante as consultas ou também através de procedimentos cirúrgicos. A necessidade de cada tipo de tratamento depende de cada caso.

8 – Distúrbios Hormonais

A síndrome dos ovários policísticos não é a única doença causada por distúrbios hormonais. Existem outros tipos de distúrbios do tipo que podem levar a infertilidade feminina, nem sempre relacionados aos hormônios femininos. Doenças como hipotireoidismo e hiperprolactinemia são alguns exemplos de como esses distúrbios

O tratamento nesses casos variam de acordo com o tipo de distúrbio. No entanto, é muito importante considerar a origem dessas doenças, antes que elas afetem outras áreas do corpo, incluindo os períodos de fecundação.

9 – Fator Tuboperitoneal

A siquéria uterina também não é a única doença responsável por obstruir o caminho entre os espermatozóides ejaculados e o óvulo no útero. Qualquer tipo de entrave no tuboperitoneal, responsável por concluir o procedimento de fecundação, é um fator para a infertilidade feminina.

Doenças, procedimentos cirúrgicos, e outros tipos de intervenções na região uterina, podem ser responsáveis por esse bloqueio no tuboperitoneal. É extremamente importante, caso tenha algum tipo de histórico anterior, que sejam procurados os processos menos invasivos possíveis.

10 – Aderências pélvicas

Por fim, as alterações nas regiões pélvicas da mulher, causadas por infecções, cirurgias, ou as aderências, que são aglutinações de órgãos na região. Como essas interferências são responsáveis pelas constantes dores e alterações na anatomia, são uma das causas da infertilidade feminina mais difíceis de lidar.

Identificar as causas da infertilidade feminina, bem como realizar os tratamentos de acordo, é algo que deve ser feito de forma constante e disciplinado. O acompanhamento médico com um ginecologista, realizado desde a primeira menstruação, dará mais segurança para decisões importantes envolvendo a maternidade no futuro. Cuide-se bem, e até a próxima.

10 Benefícios Incríveis de Consumir Alimentos Orgânicos

Uma das vertentes alimentícias que está cada vez mais em voga atualmente é o uso de alimentos orgânicos. Em um primeiro momento, é estranho pensar no termo, uma vez que consumimos vegetais, legumes e frutas no dia a dia. Entretanto, o termo é relacionado justamente para uma categoria destes mesmos produtos que se destacam pelo detalhe original: todos eles seguem as formas clássicas de cultivo e cuidados.

Não é segredo para ninguém que os processos de cultivo de alimentos atualmente é feito com diversos procedimentos químicos para atender a alta demanda populacional. Embora esse objetivo seja atingido, as propriedades desses alimentos acabam sendo alteradas, o que aumenta a exposição do público a certos males que antes não eram comuns.

Os alimentos orgânicos vem justamente contra esses processos massificados. Com técnicas que respeitam os ciclos naturais, além de incentivar comunidades mais locais e específicas de cultivo, é possível encontrar esses alimentos em seus melhores estados, valorizando tudo o que é natural.

Se ainda tem dúvidas sobre os benefícios dos alimentos orgânicos, vamos listá-los para você.

10 Benefícios Incríveis de Consumir Alimentos Orgânicos

1 – Completa ausência de Agrotóxicos

Um dos grandes vilões de uma alimentação saudável atualmente é a presença de agrotóxicos nos alimentos cultivados, seja pela presença de fertilizantes, seja pelos pesticidas sintéticos. Os alimentos orgânicos tratam o solo, a fertilização e o cultivo dos alimentos através de técnicas não-agressivas aos próprios alimentos, respeitando o terreno onde se produz.

2 – Explora as características do Solo

Seguindo esse respeito e cuidado com a natureza na produção dos alimentos, as técnicas de cultivo dos alimentos orgânicos visam um cuidado mais apurado com o solo, valorizando principalmente sua fertilização por mais tempo. Isto inclui uso de adubos naturais, feitos dos próprios alimentos retirados delas, além de outras fontes como cascas de ovos e borra de café.

3 – Reduz os níveis de poluição ambiental

Os produtos químicos colocados com força no solo é prejudicial não apenas ao próprio local de cultivo e aos alimentos, mas a todo o meio ambiente. A água também é poluída, e mesmo o ar pode carregar esses materiais químicos, levados para outras regiões que sequer podem cultivar alimentos. Nisso, os alimentos orgânicos ajudam a restabelecer o equilíbrio, principalmente em comunidades com pequenos agricultores.

4 – Garante a qualidade da água

O que falamos sobre os fertilizantes sintéticos poluírem a água não é à toa. Estes compostos alcançam os lençóis freáticos, que por sua vez levam essas substâncias inadequadas para os rios, e estes para as chuvas. Como os processos naturais dos alimentos orgânicos não levam produtos químicos, os cuidados purificam a água que passam pelo solo.

5 – Reforça o comércio local dos pequenos produtores

Esse é um benefício não apenas para a saúde, como para a sociedade como um todo. A alimentação orgânica é vinda de pequenos produtores, ora independentes, ora unidos em cooperativas que visam uma partilha mais saudável dos ganhos. Quando se investe nesses pequenos produtores, toda a comunidade ganha.

6 – Facilitam a limpeza do organismo

Na teoria, os alimentos agroindustriais deveriam ter mais qualidade, preservando o sabor dos alimentos. Porém, além de perder boa parte do gosto original, muitas pessoas acabam contraindo outras doenças devido a presença de agrotóxicos. Os alimentos vindos de procedimentos orgânicos exploram, de verdade, os benefícios nutricionais para o nosso corpo.

7 – Aumenta a durabilidade dos alimentos

Alimentos orgânicos possuem maior durabilidade fora do ambiente in natura. Quando o cultivo é feito corretamente em todas as etapas, os produtores podem colhê-los no momento perfeito para oferecer aos clientes, e estes podem apreciar as opções por muito mais tempo. Dessa forma, é possível pensar em compras de feira para mais dias do que o costumeiro quando se trata das versões agroindustriais.

8 – Também contam com seus próprios selos de qualidade

Um dos preconceitos mais evidentes quando se trata de produção orgânica é a procedência dos alimentos. Muitos desconfiam dos pequenos produtores, de como eles cuidam dos alimentos, enquanto existem empresas de grande porte no segmento agroindustrial. Felizmente, para esses produtores também existem selos de qualidade que garantem a qualidade dos produtos orgânicos, gerando a confiança que precisam em suas vendas.

9 – Os sabores são mais intensos

Com a falta de fertilizantes e outros elementos que acabam por agredir os alimentos, suas versões orgânicas trazem todo o sabor em seu melhor potencial. Quando vendidos ainda frescos, é uma iguaria única, e chega a ser curioso que tenham se tornado mais raros. Se você busca pratos mais intensos, os alimentos orgânicos vão oferecer tudo o que precisam.

10 – Incentiva a Biodiversidade

Com maior incentivo aos cuidados com o solo, com a água, e com as próprias plantas em si, os ambientes orgânicos são ótimos para promover a fauna e flora local. Em comunidades com vários pequenos produtores, a biodiversidade deixa a região ainda mais bela e agradável de viver.

Que tal começar hoje a consumir alimentos orgânicos? Uma vez que eles não irão mudar sua rotina tradicional, seu consumo se torna ainda mais valioso e saboroso. Não deixe de colocá-los em sua dieta e compras mensais, e até a próxima!

Veja este vídeo que fala sobre os produtos orgânicos (7:42):

15 Doenças Mais Comuns em Idosos

Cada estágio da vida traz seus próprios desafios. À medida que vamos envelhecendo, é preciso estarmos cientes das doenças que podemos estar vulneráveis. Por esta razão, separamos as doenças mais comuns em idosos e o que fazermos caso tenhamos contraído a doença.

Veja a Seguir as 10 Doenças Mais Comuns em Idosos:

10 Doenças Mais Comuns em Idosos

1) Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)

A DPOC – como enfisema e bronquite crônica – é uma doença que dificulta a respiração e provoca falta de ar, tosse e aperto no peito.

  • O que fazer: A primeira maneira de prevenir a DPOC é parar de fumar e evitar poeira, o que podem irritar seus pulmões.

2) Doença de Alzheimer

É uma das doenças mais complicadas de se lidar na terceira idade. A doença de Alzheimer é um tipo específico de demência – uma condição que causa perda de memória e dificuldade de pensar ou resolução de problemas, a ponto de interferir nas atividades diárias. A demência não é uma parte normal do envelhecimento e é causada por mudanças no cérebro ao longo do tempo. Os maiores fatores de risco incluem idade, histórico familiar e a genética. Em casos mais avançados, a perda de movimentos, e demência, afetam de forma mais direta. Atividades e tarefas que estimulem as regiões responsáveis pela memória no cérebro são uma das formas mais eficientes de cuidar do alzheimer.

  • O que fazer: Realiar uma caminhada de curta duração lhe ajudará a permanecer ativo, o que não é apenas bom para o seu coração, mas, também é ótimo para o seu cérebro. Dormir é ótimo porque seu cérebro faz coisas importantes enquanto você está dormindo, então, ter pelo menos 7 horas de sono profundo é crucial e a dieta é importante porque alguns alimentos podem afetar negativamente seu cérebro.

3) Depressão

A depressão causa sentimentos persistentes de tristeza, pessimismo, desesperança, fadiga, dificuldade em tomar decisões, mudanças no apetite, perda de interesse em atividades e é muito comum em idosos.

  • O que fazer: Diminua o estresse. Faça uma dieta saudável. Realize caminhadas. E se você ou alguém que você ama teve pensamentos de suicídio, fale com o seu médico.

4) Insuficiência Cardíaca

É uma condição que ocorre quando o coração não consegue fornecer sangue e oxigênio adequadamente a todos os órgãos do corpo. O coração pode ficar inchado, desenvolver mais massa muscular ou bombear mais rápido para atender às necessidades do corpo, fazendo com que você se sinta cansado, com náuseas, confuso ou com falta de apetite.

  • O que fazer: A melhor prevenção é seguir as recomendações do médico.

5) Diabetes

Enquanto a Diabetes Tipo 1 é mais comuns em pessoas abaixo dos 30 anos, a Diabetes Tipo 2 é a terceira doença mais frequente entre os idosos no Brasil. O Tipo 2 cria uma rejeição do corpo a produção de insulina, impedindo o organismo de processar a glicose adequadamente. A insulina é o que seu corpo usa para obter energia de alimentos e distribuí-lo para suas células. Quando isso não acontece, você fica com alto nível de açúcar no sangue, o que pode levar a complicações como doença renal, lesões nervosas, doença cardíaca ou cegueira.

  • O que fazer: Monitore sua ingestão de carboidratos e calorias e fale com seu médico sobre o consumo de álcool. Exercite durante 30 minutos, cinco vezes por semana, para manter seus níveis de glicose no sangue e controlar o ganho de peso.

6) Artrite

Uma inflamação das articulações, que causa dor e rigidez e é mais comum nas mulheres.

  • O que fazer: Exercite por 30 minutos e tente incluir uma mistura de movimentos aeróbicos, de fortalecimento e alongamento. Mantenha-se dentro do peso recomendado para a sua altura. Tome precauções para evitar lesões articulares. Não fume.

7) Osteoartrose

A osteoartrose é uma doença óssea comum na terceira idade. Embora a osteoporose seja mais divulgada, o fato é que a osteoartrose causa muito mais efeitos negativos entre os idosos. A perda de massa óssea, devido principalmente a insuficiência de nutrientes na região, deixam os ossos mais frágeis e suscetíveis a fraturas.

E quando ocorre em ligamentos, é ainda mais perigoso. Para prevenir uma das principais doenças nos idosos como a osteoartrose, é ideal ter uma dieta com base em Vitamina D, cálcio, além de evitar hábitos como fumo.

8) Colesterol Alto

É uma condição que ocorre quando o seu corpo tem um excesso de gorduras ruins, resultando em obstruções das suas artérias, o que pode levar a uma doença cardíaca.

  • O que fazer: Pare de fumar e de beber álcool, faça caminhada, controle seu peso e não consuma gorduras trans.

9) Hipertensão (pressão alta)

É bem comum entre os idosos. A hipertensão é caracterizada pelo aumento expressivo da pressão arterial, que pode levar a outros problemas mais graves como infartos, complicações nos rins, entre outros problemas mais graves. A hipertensão é uma condição comum que envolve tanto a quantidade de sangue que seu coração bombeia quanto a resistência das artérias ao fluxo sanguíneo. Quando seu coração bombeia muito sangue e tem artérias estreitas que resistem ao fluxo, você sofre de hipertensão arterial, também conhecida como hipertensão arterial.

  • O que fazer: Mantenha um peso saudável. Controle seus níveis de estresse. Limite o consumo de sal e álcool. Faça exercício físico. Verifique a pressão arterial regularmente – quanto mais rápido você evitar a pré-hipertensão, mais provável é prevenir a pressão arterial elevada.

10) Pneumonia

Conhecida como uma versão muito mais violenta da gripe, a pneumonia é uma das principais doenças nos idosos, sobretudo os que estão constantemente acamados. O vírus da pneumonia atacada os pulmões, enfraquecendo-os, e somado a falta de atividade no corpo, os sintomas se agravam ainda mais. Além de exercícios constantes, é possível prevenir a pneumonia com uma vacina contra a Dengue.

Seu sistema imunológico fica mais forte à medida que envelhece, no entanto, por volta dos 65 anos, ele começa a enfraquecer. Quando isso acontece, você se torna mais suscetível a doenças comuns como pneumonia. Na verdade, a maioria das mortes relacionadas com a pneumonia é em pacientes com mais de 65 anos.

  • O que fazer: Para se proteger, além de exercícios constantes, é possível prevenir com a vacina.

11) Problemas de visão

Como qualquer outra parte do seu corpo, a idade começa a afetar a sua visão já nos seus 40 anos. A catarata é uma das principais doenças causadas na visão dos idosos. Seus exames anuais devem incluir uma visita ao oftalmologista.

O que fazer: No entanto, certos sintomas indicam a necessidade de visitar imediatamente um oftalmologista, incluindo visão turva, distorcida, dupla ou perda, ver manchas ou dor e vermelhidão repentina em seus olhos.

Não importa a sua idade, programe sua visita anual ao médico, siga um estilo de vida saudável e as instruções médicas para melhorar tanto a qualidade de vida.

12) AVC (Acidente Vascular Cerebral)

É a segunda doença a atingir os idosos. O AVC (Acidente Vascular Cerebral) é uma lesão causada no cérebro, em que pode ocorrer um coágulo ou uma hemorragia. Um acidente desse tipo causa consequências gravíssimas aos seus afetados, quando causa mortes. Exames médicos regulares podem ajudar a prevenir as causas do AVC, também decorrentes de outros problemas relacionados a corrente sanguínea.

13) Parkinson

É mais comum em idosos acima dos 60 anos. Além da idade avançada, males como lesões na cabeça, histórico familiar e outros fatores de risco ao longo da vida podem intensificar o distúrbio, caracterizado por pequenos tremores nas mãos, movimentos bruscos ou movimentos muito rígidos. A melhor forma de prevenir o Parkinson é simplesmente estar atento a segurança no dia a dia, bem como realizar outros cuidados essenciais.

14) Perda Auditiva

Trata-se de uma condição crônica causada pela idade, e não necessariamente uma doença. A perda de audição pode ser causada naturalmente, com a perda dos cabelos dentro do ouvido responsáveis pelo processamento dos sons, ou por fatores externos ao longo da vida, dentre eles o tabagismo e a exposição exagerada a sons muito altos.

15) Câncer

Infelizmente é uma das principais doenças nos idosos. Os tumores, gerados pelo aumento excessivo de células em uma região específica. Uma alimentação mal regrada, bem como outras falhas nos cuidados com o corpo, podem aumentar os riscos de câncer. O ideal é sempre buscar uma saúde equilibrada ao longo da vida, bem como exames regulares, é o segredo para diminuir as possibilidades de câncer.

Agora que você sabe quais são as principais doenças nos idosos, que tal compartilhar nas redes sociais e ajudar aqueles que podem não estar cuidando tão bem da saúde. Até a próxima!

Veja também este vídeo com o médico geriatra falando sobre doenças em idosos (7:25):

10 Benefícios Incríveis do Alongamento para a Saúde

O alongamento é essencial para aumentar flexibilidade, melhorar a postura e prevenir lesões. Incorporar o alongamento em sua rotina diária é muito importante para melhorar funcionamento do corpo. Continue lendo a seguir para descobrir o quanto de benefícios o alongamento pode lhe proporcionar!

I) Aqui estão os 10 Principais Benefícios do Alongamento para a Saúde:

10 Benefícios Incríveis do Alongamento para a Saúde

1) Sono tranquilo

Um acúmulo de estresse faz com que seus músculos se contraiam, fazendo você se sentir tenso e desconfortável. Essa tensão pode levar a um impacto negativo na mente e no seu corpo. E esticar-se antes de ir para a cama lhe proporcionará uma experiência de sono mais confortável e tranquilo.

Dica: Deite de costas em um colchão fino e flexione os joelhos, permaneça por 30 segundos, dobrando uma perna de cada vez nesse tempo.

2) Garante a postura correta

Esticar os músculos da parte inferior das costas, do tórax e dos ombros ajuda a manter a coluna vertebral em melhor alinhamento e melhora a postura geral aliviando dores. Respire devagar e da forma certa.

3) Permite a flexibilidade

O benefício óbvio do alongamento é melhorar a flexibilidade. Alongamentos ajudam a melhorar a flexibilidade e amplitude do movimento. Quanto mais o corpo envelhece, mais os músculos minimizam a possibilidade de movimento nas articulações. A falta de flexibilidade torna o movimento mais lento e com menos fluidez, assim a pessoa fica mais susceptível às lesões e tensões musculares. Além de evitar tais problemas, uma melhor flexibilidade pode também proporcionar um melhor equilíbrio e coordenação.

Os alongamentos podem ajudar a garantir uma boa postura, para isso, é preciso alongar os músculos tensos que puxam áreas do corpo e forçam a má postura. Para melhorá-la alongue a parte inferior das costas, peitos e ombros, assim ter um melhor alinhamento e muitas dores serão sanadas.

Tem sido comprovada que alongamentos ajudam no aumento do fluxo sanguíneo nos músculos. Esse aumento proporciona um maior fornecimento de nutrientes para os músculos, assim reduzindo a dor muscular e ajudando a acelerar a recuperação de lesões musculares e articulares.

4) Alivia a fadiga

Esticar seus músculos e tendões alivia a fadiga muscular, atrasando seu aparecimento, aumentando assim a sua resistência para uma corrida, por exemplo.

5) Fornece nutrientes

O alongamento ajudará a fornecer um maior suprimento de nutrientes aos músculos, ajudando a acelerar a recuperação das lesões musculares e articulares. Use tênis e roupas confortáveis.

6) Aumenta a energia

Às vezes você pode ter problemas para ficar acordado durante um longo dia de trabalho. Ao fazer alongamento, você aumenta sua energia, ajudando sua mente e seu corpo a estarem mais alertas. Os músculos ficam contraídos quando nos cansamos e isso nos faz sentir ainda mais letárgicos ou lentos.

7) Melhora a pressão arterial

O alongamento aumenta o fluxo sanguíneo para os músculos. Isso ajudará no tempo de recuperação. E com uma maior circulação sanguínea, a pressão arterial ficará normal e estabilizada.

8) Reduz a dor

Alongar antes e depois de um treino dará aos músculos tempo para relaxar, aliviando a dor nos músculos. Beba muita água: antes, durante e depois do alongamento.

9) Afasta a depressão e estresse

O alongamento ajuda a produzir endorfinas, como a serotonina que ajuda a produzir sentimentos de alegria, felicidade e euforia. Não só a serotonina faz você se sentir mais feliz, mas também pode ajudá-lo a lidar com problemas de saúde mental, como depressão e ansiedade. Escolha um lugar tranquilo e livre de ruídos indesejáveis, como um parque, montanha ou perto de um lago, para sentir paz mental e ter contato com a natureza.

Além de depressão, todo mundo sofre com o estresse, agora o estresse acumulado e em excesso faz com que os músculos se contraiam e fiquem tensos. Exercícios de alongamento para aumentar a flexibilidade são muito eficazes para aliviar o estresse. Gastar 10-15 minutos para realizar alongamentos todos os dias, pode acalmar a mente e proporcionar uma chance para o seu corpo se recuperar e relaxar.

10) Coordenação motora

Finalmente, o alongamento o ajuda a melhorar sua capacidade de equilíbrio, aumentando a coordenação motora, principalmente se tiver escoliose, lordose, artrite, fibromialgia, osteoporose ou ter sofrido algum acidente grave.

II) Veja abaixo como ter um maior proveito

A) Aquecimento

Se for fazer sessões de alongamentos, é recomendado aquecer seus músculos antes. Quando for começar procure andar um pouco, em baixa intensidade entre 5 a 10 minutos. É muito importante se alongar depois do treino, enquanto os músculos ainda estão aquecidos.

B) Foco nos músculos

Além de querer se alongar por inteiro, foque em músculos que você sabe que precisam de mais atenção. Alongue parte por parte, não alongue somente uma área.

C) Movimentos dos alongamentos

Alongamentos não bruscos podem aumentar a flexibilidade em movimentos específicos. Os movimentos de tai chi, yoga ou pilates podem ser bom jeito de alongamento. Esta prática é muito importante para movimentos, como um chute de artes marciais ou futebol e outros exercícios de campo. No começo, podem ser movimentos bruscos, por isso, alongue-se e procure começar lentamente.

D) Alongamento específico

Não alongue tudo, mas se for praticar uma atividade física, alongue os músculos que serão mais trabalhados. Se for jogar futebol, foque mais nas pernas ou se for puxar pesos, alongue os músculos que irá trabalhar mais.

Veja este vídeo que ensina como alongar em 10 minutos

5 Chás para Descer a Menstruação Atrasada

Se você já passou por essa situação sabe o quanto pode ser desesperador ter uma menstruação atrasada, principalmente quando se é sexualmente ativa.

Mulheres que desejam engravidar veem esse atraso como sinal de esperança, por outro lado quem não quer ter filho, pode ficar tenso e desesperado com a possibilidade de uma gravidez não planejada.

Mas o que é menstruação? Todo mês, no corpo da mulher, ocorre um processo chamado ovulação. Quando a fecundação não acontece, é necessário que esse óvulo seja descartado ou eliminado. Então, as paredes do útero que estavam preparadas pra receber o bebê começam a descamar, e isso resulta no sangramento. De forma simples, menstruação é a mistura de sangue com restos de tecido do interior do útero.

I) Quais são as causas mais comuns para menstruação atrasada?

5 Chás para Descer a Menstruação Atrasada

Existem alguns fatores responsáveis por essa desordem:

1) Estresse

Você já sabe que o estresse pode ter uma série de efeitos desagradáveis, como dores de cabeça, ganho de peso, acne e outros problemas de pele – e isso também pode afetar o seu período menstrual.

Quando você está sob estresse físico ou emocional, seu corpo produz adrenalina, hormônios do estresse e cortisol.

Em níveis elevados, forçam o cérebro a decidir quais as funções corporais que são essenciais e as que não são até que o evento estressante passe. Coisas como o fluxo sanguíneo para os músculos, oxigênio para o aumento pulmões, digestão e sistema reprodutivo podem parar temporariamente em casos extremos.

2) Transtornos Alimentares

Seu peso pode afetar o hipotálamo, uma glândula no cérebro, responsável por vários processos no corpo – incluindo o seu ciclo menstrual. A perda extrema de peso ou a ingestão calórica baixa fará com que seu corpo não libere o estrogênio necessário para construir o revestimento do útero.

O mesmo acontece com transtornos alimentares como bulimia e anorexia, que também causam níveis de estrogênio baixos. Por outro lado, o excesso de peso ou ganhar muito em um curto período de tempo, poderá fazer com que o seu corpo produza excesso de estrogênio.

A sobrecarga poderá fazer com que você passe meses sem ovular ou faça com que o revestimento do endométrio cresça e se torne instável, resultando em períodos irregulares. Normalmente, ao ganhar ou perder peso, seus períodos voltarão ao normal.

3) Gravidez

Às vezes, um período tardio significa exatamente o que você pensa. Porque a gravidez precoce tem sintomas como cólicas abdominais, inchaço e sensibilidade nos seios, que são semelhantes ao que você pode enfrentar nos dias antes da menstruação.

Se a sua menstruação está atrasada e você teve relações sexuais desprotegidas, faça um teste de gravidez em casa. Caso o teste detecte Gonadotrofina Coriônica humana (mais conhecido como hCG, hormônio liberado durante a gravidez), será sinal de que um bebê está a caminho.

4) Excesso de exercícios

É claro que fazer exercícios é bom para você. No entanto, quando você exagera (e possivelmente também restringe as refeições para perder peso), o seu corpo não produz estrogênio suficiente para completar o ciclo menstrual.

Algumas mulheres – tais como bailarinas, ginastas e atletas profissionais – estão em maior risco de amenorreia (falta de menstruação de três ou mais meses em seguida). Mas você não tem que ser uma profissional em exercícios para influenciar os seus períodos.

Trabalhar fora excessivamente sem absorver calorias suficientes pode causar interrupções. Alguns sinais de que você está exagerando incluem perda de peso extremo ou rápido e diminuição do desempenho físico. Abrandar um pouco nos exercícios e, se você precisar, ganhar peso, devem fazer as coisas voltarem ao normal.

O ciclo menstrual ocorre em todas as mulheres a partir da puberdade (idade média de 11 ou 12 anos) e continua até a menopausa na meia-idade. A cada mês, o útero se prepara para receber um bebê. Se a gravidez não ocorrer, ocorre o sangramento vaginal (menstruação).

5) Mudanças no estilo de vida

Acredite ou não, mudar as coisas – por exemplo, trabalhar no turno da noite em vez do dia ou vice-versa – pode mudar seu relógio biológico, que regula os hormônios (incluindo os responsáveis por seu período). Às vezes, isso resulta em um período atrasado, mas ele deve retornar quando seu corpo se acostumar com a mudança ou sua programação voltar ao normal.

6) Amamentação

Se você está amamentando você não terá seu período certinho durante algum tempo, uma vez que a prolactina – hormônio responsável pela produção de leite materno – também suprime a ovulação.

Muitas mães não têm um período de meses (ou em todos) durante a amamentação. Mas a falta de um período não significa que você não pode engravidar. Lembre-se, a ovulação ocorre antes que você comece o seu período.

É possível que você ovule e engravide antes que você tenha seu período. Então, se você não quer um novo bebê, use proteção. O período deve retornar dentro de cerca de seis a oito semanas após o desmame. Se você não tiver sua menstruação dentro de três meses depois de parar de amamentar, fale com o seu médico.

7) Medicação

Provavelmente, o medicamento mais comum para causar alterações menstruais são os contraceptivos hormonais, como a pílula. Porque o corpo “para” de ovular – e sem a ovulação, não tem menstruação.

A “pílula do dia seguinte” também pode influenciar na ovulação, então se você tiver tomado recentemente, pode ocorrer um atraso no período. Alguns outros medicamentos que podem causar um período atrasado são os antidepressivos, alguns antipsicóticos, corticosteroides e as drogas da quimioterapia.

Caso você tenha largado a pílula na esperança de engravidar, poderá notar que pode demorar um mês ou mais para o seu ciclo voltar ao normal.

8) Desequilíbrio Hormonal

Síndrome do Ovário Policístico (SOP) é uma condição onde os hormônios sexuais femininos estão em desequilíbrio. Ela pode causar cistos nos ovários e impedir que ovulação ocorra regularmente.

Além de períodos perdidos ou irregulares, a SOP também pode causar o crescimento excessivo de cabelo, acne, ganho de peso e, possivelmente, a infertilidade. O seu médico poderá fazer um exame de sangue para verificar os níveis de hormônios, se você acha que a SOP pode ser a razão para seus problemas menstruais.

Os períodos menstruais duram de dois a sete dias e ocorrem a cada 28 dias, embora possa variar.

9) Distúrbio da Tiroide

Quando a tireoide – a glândula responsável pelo metabolismo do seu corpo – não funciona adequadamente, poderá causar alterações menstruais anormais. Uma tireoide hiperativa (chamada hipertireoidismo) pode causar períodos menstruais mais leves e menos frequentes; sintomas adicionais incluem perda de peso, taquicardia, aumento da sudorese e problemas para dormir.

Uma disfunção da tiroide (chamado hipotiroidismo) também pode causar períodos menos frequentes, mas, mais pesados; também pode causar ganho de peso, fadiga, pele seca e perda de cabelo. Um exame de sangue pode ajudar o médico a determinar se você tem um distúrbio da tiroide.

10) Perimenopausa

A idade média da menopausa é 51 anos. Uns dois a oito anos antes da menopausa, a mulher sente o que é conhecido como perimenopausa, período em que o corpo gradualmente tem menos estrogênio e se move em direção á menopausa.

Durante este tempo, não é incomum ter mudanças no ciclo menstrual – períodos podem vir em um mês e noutro não, serem mais curtos ou mais longos ou mais leves ou mais pesados. Mas você também pode experimentar ondas de calor e suores noturnos, dificuldade em dormir, secura vaginal e alterações de humor.

Se você está preocupada com os seus sintomas, o seu médico pode verificar seus níveis hormonais com um exame de sangue. Tente não tirar conclusões precipitadas até que você descubra o que está realmente acontecendo.

EXTRA:

11) Começo dos períodos

Se você é uma pré-adolescente que acabou de começar a menstruar, é normal ter períodos em atraso ou até mesmo em intervalos, porque pode levar vários meses para seu corpo “entrar no ritmo”.

Uma visita ao seu médico poderá ajudá-la a identificar a causa da sua menstruação atrasada, e se você não estiver grávida, a fazer as coisas voltarem ao normal.

II) Conheça agora 5 chás mais eficientes para descer a menstruação atrasada

5 Chás para Descer a Menstruação Atrasada

1- Chá de gengibre

O gengibre é uma erva vasodilatadora, capaz de estimular o organismo e sistema nervoso. Algumas mulheres relatam que ele tende a aumentar o fluxo menstrual.

Além disso, sua eficácia também é comprovada pela capacidade de aliviar a dor, sendo comparado a medicamentos como ibuprofeno.

Modo de preparo: Com o gengibre em mãos corte a raiz em pedaços. Deixe ferver na água por 20 mim e desligue o fogo. Espere esfriar, coe e beba até no máximo duas xícaras por dia. Adicione um pouco de mel se preferir.

2- Chá de angélica

A raiz de angélica é uma das plantas mais potentes para estimular a descamação do útero. Ela age como um emenagogo, ou seja, provoca o fluxo de sangue no interior do útero resultando na menstruação.

Modo de preparo: Utilize 10 gramas de raiz de angélica pra meio lito de água fervente. Deixe esfriar e tome o chá três vezes ao dia após as refeições.

3- Chá de Salsa

Salsa é reconhecida como um dos alimentos mais benéficos para saúde. Considerada uma erva suave, ela possui um sabor diferenciado, porém sutil. Como consequência ela é capaz de acabar com a menstruação atrasada e regular esse ciclo.

Modo de preparo: Para o chá você pode usar salsa fresca ou seca. Ferva por aproximadamente 20 mim e deixe esfriar. Você pode consumir 3 ou 4 xícaras por dia. Geralmente, o resultado é imediato.

4- Chá da Flor de Agoniada

Apesar do nome estranho, o chá é extremamente eficaz. A agoniada intensifica a ação dos hormônios ligados à menstruação, sendo capaz de controla-los. Também, ela diminui as cólicas e os sintomas da TPM.

Modo de preparo: Para o chá a proporção é de 5 gramas de flores de agoniada pra 500 ml de água. Faca infusão das flores em água quente por alguns minutos, espere esfriar e depois beba.

5- Chá de canela

A canela é uma iguaria, repleta de benefícios para a saúde em geral. Sua ação é estimulante, elevando a pressão sanguínea o que consequentemente resulta na chegada da menstruação.

Modo de preparo: Você pode usar a canela em pau ou pó e ferver por alguns minutos.

Se desejar poderá consumir também com leite quente. Entretanto, o recomendado é não adicionar açúcar.

Vale ressaltar que os chás descritos acima não podem ser consumidos por mulheres grávidas, pois podem acarretar abortos.

III) Você sabia?

A menstruação pode sofrer vários distúrbios ao longo da vida, são eles:

  • Metrorragia: ciclos mensais irregulares. Podendo ser menores ou maiores.
  • Menorragia: fluxo menstrual exagerado.
  • Oligomenorreia: fluxo menstrual limitado ou escasso.
  • Poligomenorrea: menstruação frequente, mais de uma vez ao mês.

A menstruação é algo natural na vida de uma mulher, mas que muitas vezes é mitificada, sem os conhecimentos necessários acerca do assunto. Por isso é importante entender que certos tabus impostos pela sociedade ao longo dos anos são puramente crendices populares, enquanto outros realmente são verdadeiros, com argumentação científica para justificá-los.

IV) Saiba a seguir os principais mitos e verdades sobre a menstruação:

1) “É indicado não lavar o cabelo menstruada”

Muito pelo contrário, o correto é manter a higienização normal mesmo menstruada, levando uma rotina normal. Este hábito inclusive deixa a mulher mais leve e mais relaxada. Antigamente, não era aconselhável lavar o cabelo durante o período menstrual devido ao receio que se tinha da mulher permanecer com o cabelo úmido por muito tempo e ficar exposta à friagem, o que poderia acarretar mais cólicas.

O ideal é realmente não se expor à friagem de cabeça molhada, para evitar gripes e resfriados, mas isso vale para qualquer dia, independente de estar menstruada ou não.

2) “Pisar ou sentar no chão frio pode piorar a cólica”

Essa afirmação é muito relativa. Alguns especialistas dizem que a baixa temperatura não intensifica qualquer tipo de dor e que a causa da cólica, na verdade, é um hormônio (prostaglandina) que quando está em excesso causa as dores.

Porém, outros profissionais concluem que, durante a menstruação, o sistema imunológico recai, estando mais propenso a gripes e resfriados, além do frio estreitar os vasos sanguíneos e consequentemente intensificar as cólicas.

3) “Mulheres muito próximas menstruam ao mesmo tempo”

Da mesma forma como a questão da friagem, certos profissionais garantem que não há estudos científicos suficientes que concluem isso, além de cada mulher ter seu próprio ciclo menstrual, porém, outros especialistas dizem que fatores externos podem alterar os hormônios, como, por exemplo, mulheres que vivem no mesmo ambiente e passam pelo mesmo estresse, rotina e alimentação.

Mas se você menstruou hoje e sua mãe, por exemplo, vai menstruar daqui duas semanas, não quer dizer que você estará menstruada novamente junto com ela, contudo, segundo estes especialistas que acreditam nesta afirmação, os hormônios de ambas irão se regular igualmente depois e vocês acabarão por menstruar na mesma época.

4) “Durante a menstruação a mulher engorda”

Durante o período menstrual a mulher na verdade não engorda, mas sim incha. Os hormônios nesta época causam edemas em certos locais do organismo, levando à retenção de líquido e, consequentemente, ao inchaço. Por isso há uma sensação de ganho de peso. Assim, é necessário ingerir bastante líquido e fazer exercícios para eliminar o excesso de líquido do corpo.

5) “Deve-se evitar atividades físicas neste período”

De forma alguma os exercícios prejudicam o período menstrual em algo. Na verdade eles até ajudam a controlar a cólica e outros sintomas da TPM (através da liberação de endorfina, que leva à sensação de prazer e bem-estar), além de melhorar a circulação do sangue no organismo.

Porém, alguns especialistas em educação física alertam tomar cuidado para não fazer atividades que sobrecarregam ou que exijam uso de muita força do abdome, já que podem levar ao aumento das contrações. Prefira então realizar outros exercícios.

6) “A TPM é puramente psicológica”

Nem toda mulher apresenta a tensão pré-menstrual, mas esse papo de que TPM é frescura já está no passado. Neste período ocorre uma variação hormonal (estrogênio, progesterona e hormônio luteinizante), que pode levar à instabilidade de humor (ansiedade e irritabilidade), fortes dores de cabeça e inchaço abdominal, por exemplo. Porém, a TPM tem tratamento e pode ser controlada com medicamentos receitados pelo ginecologista.

7) “A mulher não pode engravidar quando estiver menstruada”

Uma gravidez, para ocorrer, precisa que o embrião se implante na camada interna do útero. Se o útero estiver descamando, como acontece quando se está menstruada, o embrião não consegue se implantar.

Além disso, a fertilização do embrião só ocorre quando a mulher ovula, ou seja, em torno de 14 dias após o início da menstruação, ou seja, as chances de se engravidar durante o período menstrual são mínimas. Claro que existem exceções, mas que devem ser avaliadas pelo médico. De qualquer forma, é importante se prevenir para evitar a gravidez indesejada.

8) “Pode ocorrer transmissão de doenças durante a menstruação”

Durante a relação sexual com a mulher menstruada, se não houver prevenção, o sangue pode sim transmitir DSTs e também funcionar como um canal que recebe as bactérias, vírus e fungos, favorecendo sua proliferação e levando-as ao endométrio (útero).

Dessa forma, isso pode causar infecções nesta região, nas tubas uterinas ou até mesmo no abdome. Lembre-se então de sempre utilizar camisinha em qualquer relação sexual, estando menstruada ou não.

9) “A menstruação aumenta a oleosidade da pele”

No período menstrual, como já falamos, ocorrem alterações hormonais, principalmente do hormônio luteinizante (LH) e da progesterona, que ficam em alta nesta fase e levam a um aumento da secreção das glândulas sebáceas, ou seja, uma maior oleosidade da pele.

Isso tudo inclusive favorece o aparecimento ou a piora da acne (espinhas). Além disso, o estresse presenciado na TPM contribui ainda mais para que as espinhas surjam, tudo por conta da variação hormonal.

10 Benefícios Incríveis de Pêssego para a Saúde

O pêssego começou a ser cultivado há séculos pela primeira vez na China e é considerado um símbolo de imortalidade e da amizade. Quem hoje não ama essa fruta suculenta e tão delicada?

Aqui estão os 10 Principais Benefícios do Pêssego para a Saúde:

10 Benefícios Incríveis de Pêssego para a Saúde

1) Protege a visão

O betacaroteno é responsável pela saúde ocular e os pêssegos contêm uma boa quantidade deste antioxidante. O betacaroteno também nutre e protege as retinas em seus olhos dos radicais livres, além de ajudar a prevenir cataratas e degeneração macular relacionada com a idade.

2) Previne rugas

A vitamina A fornece umidade à pele, o que melhora a textura tornando-a macia e flexível. A vitamina C é um poderoso antioxidante que protege a pele do dano dos radicais livres. Fontes de tais vitaminas, apenas um grande pêssego por dia mantém sua pele brilhante e perfeita. Você também pode esfregar pêssegos diretamente em sua pele para ajudar a se livrar das rugas.

3) Substitui lanches processados

Os pêssegos são livres de gordura e contêm uma média de apenas 68 calorias. A quantidade elevada de açúcar nos pêssegos é natural e, portanto, não tem um efeito ruim na saúde. Se você estiver em uma missão de perda de peso, comer pêssegos ajudará você a evitar lanches processados.

4) Controla o colesterol alto

Comer pêssegos regularmente ajuda a controlar o colesterol alto e os problemas que levam ao diabetes e doenças cardíacas. Além disso, os alimentos ricos em betacaroteno como pêssegos são bons para baixar o nível de colesterol na corrente sanguínea.

5) Destrói os radicais livres

Os antioxidantes em pêssegos beneficiam seu coração, destruindo radicais livres que iniciam reações dentro do corpo e podem danificar ou matar células. O consumo regular de pêssegos ajudará a protegê-lo de ataques cardíacos e derrames.

6) Reduz úlceras

O alto conteúdo de fibra impede qualquer excesso de matéria tóxica no seu cólon e a quantidade elevada de potássio reduz doenças renais e reduz suas chances de desenvolver úlceras. Os pêssegos geralmente não causam desconforto no estômago.

7) Controla a pressão sanguínea

Um grande pêssego contém uma quantidade elevada de potássio e baixo teor de sódio, o que pode ajudá-lo a manter a pressão arterial saudável. O potássio junto com o sódio regula a quantidade de água no corpo que por sua vez, ajuda a manter a pressão arterial normal. Se você tem pressão alta, comer um pêssego diariamente ajuda a combater o problema.

8) Elimina a anemia

Para aqueles com anemia ferropriva, especialistas em saúde sugerem aumentar a quantidade de alimentos ricos em ferro, como pêssegos. O ferro ajuda a aumentar a produção de hemoglobina, minimizando e prevenindo a anemia. Os pêssegos também têm uma grande quantidade de vitamina C que ajuda o corpo a absorver melhor o ferro.

9) Reduz a inflamação

Os pêssegos possuem excelentes propriedades anti-inflamatórias, antimicrobianas e antioxidantes. A vitamina A nos pêssegos também ajuda a tratar o reumatismo. Para obter os melhores benefícios para a saúde, coma-os crus com a pele. Apenas coma um pêssego fresco diariamente como parte de uma dieta de estilo de vida saudável.

10) Substitui o óleo de amêndoa

Parentes próximos das amêndoas, as sementes de pêssego são usadas como um substituto do óleo de amêndoa em preparações cosméticas.

Veja também esta reportagem sobre os pêssegos (17:27): 

Fontes:

http://www.care2.com/greenliving/16-health-benefits-of-peaches.html

http://www.top10homeremedies.com/kitchen-ingredients/top-10-health-benefits-of-peaches.html

Saiba Tudo Sobre a Enterite (Inflamação no Intestino)

Enterite é a inflamação do intestino delgado como um todo ou de parte dele como no caso do duodeno, íleo e jejuno. Geralmente, essa inflamação pode acometer órgãos vizinhos como estômago (gastrite) e intestino grosso (colite).

Existem vários tipos de enterite. Os mais comuns são:

  • Por infecção viral ou bacteriana
  • Por radiação
  • Ingestão de certos medicamentos
  • Ingestão excessiva de álcool
  • Causadas por doenças inflamatórias ou autoimunes como doença de Crohn ou colite ulcerativa
  • Trauma no intestino
  • Síndrome da má absorção (alimentos)
  • Hipertireoidismo
  • Intolerância a alguns alimentos

1) Quais são as Principais Causas da Enterite (Inflamação no intestino) e fatores de risco

Saiba Tudo Sobre a Enterite (Inflamação no Intestino)

1) Bactéria ou vírus – esse é o tipo mais comum de enterite e também pode ocorrer por meio de intoxicação alimentar. Consumir alimentos ou água contaminada por vírus ou bactérias pode levá-las a se hospedar no intestino provocando gases e inflamação.

Principais causadores de intoxicação:

  • Alimentos: Carne ou frango cru, produtos perecíveis, leite não pasteurizado.
  • Falta de higiene ao processar alimentos.
  • Comer comida de rua ou lugares sem saneamento básico.
  • Bactérias mais comuns que causam enterite incluem:
  • Salmonella
  • Escherichia coli (E. coli)
  • Staphylococcus aureus (S. aureus)
  • Campylobacter jejuni (C. jejuni)
  • Espécies de Bacillus

2) Radiação  durante o tratamento com radiação ocorre a morte de células defeituosas e saudáveis provocando a inflamação. Normalmente, após o tratamento essa condição se reverte.

3) Medicamentos  – certos medicamentos quando usados por um longo tempo podem provocar enterite, são eles:

  • Ibuprofeno (Advil)
  • Naproxeno (Aleve)
  • Uso de drogas, como a cocaína estão ente as causas mais comuns.

4) Doenças autoimunes e inflamatórias

  • Doença de Crohn: inflamação e cicatrizes no intestino.
  • Colite ulcerativa: inflamação na mucosa do intestino.

5) Trauma  uma lesão no intestino, o torna vulnerável á uma infecção, o que leva a inflamação.

6) Ingestão excessiva de álcool

7) Síndrome da má absorção – são um conjunto de sinais e sintomas secundários de um ou mais nutrientes.

8) Hipertireoidismo – quantidades anormais do nível de hormônio da tireoide.

9) Intolerância alimentar – problemas na digestão de certos alimentos. Crianças, pessoas que viajam muito e presos possuem mais chances de adquirir a doença.

2) Sintomas da enterite

Os principais sintomas de inflamação do intestino são dor abdominal, diarreia, febre, náuseas e vômito. Os sintomas surgem em poucas horas após a infecção mas em alguns casos pode demorar dias para a manifestação da doença. Se os sinais citados permanecer por mais de três dias ou se você tem suspeita de intoxicação alimentar, procure o pronto socorro. Os sintomas incluem:

  • Febre (acima de 38°C)
  • Dor ou cólica no abdômen
  • Falta de apetite
  • Diarreia
  • Náusea
  • Vômito
  • Perda de peso
  • Dermatite perianal (pele ao redor do ânus)
  • Hemorragia
  • Sangue nas fezes

O sintoma mais grave é a desidratação que pode ocorrer devido a perda de líquido durante o suor, diarreia e vômito. Os sintomas incluem:

  • Sede severa
  • Fadiga
  • Fraqueza
  • Letargia
  • Tontura
  • Falta de urina ou coloração escura

3) Quais são os tratamento?

O tratamento consiste em medicamentos para tratar os sintomas da inflamação. Os mais comuns são:

  • Cefalotina
  • Prednisolona
  • Norfloxacino

Em casos leves, não há necessidade de nenhum tipo de tratamento médico porque o nosso corpo é capaz de curar a infecção.

Em pacientes com diarreia é recomendado restabelecer os fluidos corporais. O mais indicado são as soluções eletrolíticas: água com sal e açúcar (soro).

Você pode preparar em casa por misturar todos os ingredientes e fazer a ingestão. Ou em casos graves pode administrar de forma intravenosa em um hospital, especialmente em crianças. Lembre-se de não fazer uso de diuréticos nesse período.

Na enterite por radiação, o mais indicado é parar com as sessões de radiação por um tempo. Em algumas situações, há a necessidade fazer o corte de parte do intestino que foi danificado, por meio de cirurgia.

Durante o tratamento, a alimentação deve se manter normalmente, porém opte por alimentos que são fáceis de digerir. Veja a lista de alimentos liberados:

1) Alimentos que tratam enterite e são fáceis de digerir: Água, sucos e chás sem açúcar e aveia

2) Frutas: Abacate, ameixa, laranja, uva, coco, manga, mamão, abacaxi

3) Legumes e vegetais: Beterraba, cenoura, brócolis, alface, abóbora, tomate.

4) Lactobacilos para melhorar o trânsito e a flora intestinal. Iogurte e leite sem lactose ou fermentado

5) Alimentos ricos em carboidratos: por ter uma digestão rápida reduzem a dor, gases e diarreia. Isso permite que o intestino se recupere da inflamação. Arroz é um grande alimento.

6) Carnes: Frango, ovos, peru, porco

4) Como Prevenir? 

Umas das formas mais práticas de prevenção é manter uma boa higiene ao manusear alimentos.

  • Sempre lave suas mãos com água e sabão, principalmente depois de usar o banheiro e antes de comer ou preparar alimentos.
  • Use álcool em gel após cumprimentar outros.
  • Não beba água, sem se certificar de que esteja limpa ou fervida.
  • Evite carnes mal passadas ou cruas.
  • Certifique-se de armazenar corretamente alimentos perecíveis.
  • Sempre observe a data de validade dos alimentos.
  • Evite fumo e álcool.
  • Evite o uso prolongado de medicamentos.
  • Mantenha a cozinha e os utensílios sempre limpos.

Fontes:

https://www.healthline.com/health/enteritis#overview1

http://www.nytimes.com/health/guides/disease/enteritis/overview.html?mcubz=0

10 Principais Causas de Sangramento na Gengiva e Tratamentos

Sangramento na gengiva muitas vezes pode ser um sinal de problemas mais graves e nunca deve ser ignorado. Esse sangramento pode ser causado pela falta de higiene, por escovar os dentes com força ou por utilizar próteses pequenas, que ficam mal encaixadas nos dentes.

Mas basicamente, o sangramento é resultado de uma lesão ou de uma infecção nos dentes. Podendo ser temporário ou crônico, o que implicaria num caso grave.

Principais doenças graves, provenientes do sangramento gengival:

  • Gengivite
  • Deficiência de vitaminas
  • Câncer no sangue (leucemia)
  • Periodontite
  • Problemas de coagulação

Os tratamentos variam conforme a causa, entretanto uma limpeza completa pode resolver os problemas mais simples.

1) Conheça a partir de agora 10 causas de sangramento na gengiva

Sangramento na gengiva

1- Gengivite

Gengivite é a inflamação da gengiva e o primeiro estágio das doenças. Isso acontece pelo acúmulo prolongado de placas ou sujeira, como resto de comida, bactérias e germes, nos dentes. O sangramento acontece durante a escovação e ao usar o fio dental. Outros sintomas são:

  • Sangramento das gengivas
  • Inchaço
  • Dor (em casos de gengivite avançada)
  • Mau hálito
  • Dentes soltos

Na maioria das pessoas a gengivite pode não apresentar dor sendo o sangramento o único sintoma.

Remover a placa por meio da escovação previne a gengivite e a cárie.

2- Genética

Existem pessoas que já nasceram com predisposição genética para adquirir problemas na saúde das gengivas. Nesse caso, o sangramento tem como causa a própria genética. Para saber se você se encaixa nessa condição, pode ser feito um teste genético simples.

3- Deficiências vitamínicas

Quem não possui quantidades suficientes de vitaminas C e K no organismo pode sangrar as gengivas mais facilmente. A vitamina K ajuda na coagulação do sangue, a já a vitamina C promove a recuperação dos dentes e facilita a cura de feridas.

Fazer suplementação ou ter uma dieta equilibrada pode reverter essa condição.

4- Próteses ou dentaduras mal encaixadas

Pessoas que necessitam desses aparelhos possuem maior risco de provocar lesões nas gengivas. Muitas vezes as próteses dentárias são muito pequenas e além de causar desconforto pode provocar sangramento.

Para resolver esse problema o ideal é usar próteses feita sob medida.

5- Gengivite de gravidez

Pesquisadores apontam que a gravidez é uma das causas mais comuns de sangramento da gengiva em mulheres.

Nesse período, ocorrem várias alterações hormonais o que deixa as gengivas mais sensíveis. Também, ocorre uma mudança na forma em que o organismo combate as bactérias e ele fica mais suscetível.

Porém, todos esses sintomas desaparecem durante a gravidez.

6- Distúrbios de sangramento ou coagulação

Disfunções hemorrágicas com baixa produção de plaquetas compromete a capacidade do corpo de fazer a coagulação e aumenta as possibilidades de sangramento na gengiva. Doenças como hemofilia (falta de proteínas capazes de realizar a coagulação) e anemia (deficiência de ferro) estão entre as principais causadoras.

7- Medicamentos

Existem certos tipos de medicamentos que são capazes de dissolver o sangue, usá-los com frequência pode diminuir a capacidade de coagulação.

Os principais remédios causadores são aspirina, antidepressivos, anticoncepcional e remédios para o coração.

8- Estresse

O estresse altera a forma de o corpo reagir ao controle de infecção, todo o nosso corpo incluído a saúde dentária fica vulnerável.

Além disso, ele é retratado como um dos maiores causadores da doença periodontal.

9- Periodontite

Periodontite é a forma mais grave de gengivite. Nesse estágio, as placas se transformam em tártaro. Isso por sua vez provoca a infecção da gengiva, mandíbula e dos tecidos que sustentam os dentes, causando a perda de alguns dentes.

10- Câncer e quimioterapia

Leucemia ou câncer nos sangue pode comprometer os tecidos formadores de sangue, o que integra o sistema linfático e medula óssea.

Em pessoas com estomatite (câncer de boca), tratar com quimioterapia pode causar feridas nas gengivas e levar ao sangramento na gengiva.

2) Tratamento para o sangramento nas gengivas

Antes de iniciar qualquer tratamento dentário é preciso passar pela avaliação médica de um dentista. Por meio de um exame físico cabal será determinada a causa do sangramento e então, o tratamento varia conforme sua condição.

Na maioria dos casos, uma limpeza com remoção total das placas pode melhorar o sangramento.

Se o médico suspeitar que a causa é devido a outra patologia será solicitado exames específicos, para a devida confirmação. O tratamento se dá por curar primeiramente a doença causadora. Em casos graves a cirurgia pode ser necessária.

Lembre-se de visitar seu dentista pelo menos uma vez a cada seis meses.

3) Tratamentos caseiros

Os tratamentos caseiros são paliativos e geralmente requerem acompanhamento médico.

  • Faça uma solução de água com sal e enxague para reduzir o inchaço e sangramento. Se desejar potencializar a mistura, adicione bicarbonato de sódio e peróxido de hidrogênio.
  • Com uma compressa fria em mãos pressione o local do sangramento.
  • Tenha uma dieta equilibrada e evite o consumo de açúcar e carboidratos.
  • Faça uso de spray de ervas como menta, calêndula, eucalipto e canela. Que ajudam na redução da inflamação das placas e gengivas.

Não deixe de procurar o dentista, principalmente em casos de hemorragias contínuas e pra descobrir qual é o melhor tratamento.

4) Como prevenir a gengivite e periodontite?

Existem medidas simples que se realizadas diariamente pode evitar o aparecimento de doenças. São elas:

  • Escovar os dentes corretamente, com o uso de escova adequada. Nas gengivas inflamadas utilize escovas suaves.
  • Faça uso do fio dental pelo menos uma vez por dia.
  • Use um enxaguatório bucal após a escovação.

Você sabia? As chances de desenvolver doenças na gengivas aumenta de acordo com a idade.

  • 30 anos: 50% dos das pessoas
  • 65 anos: mais de 70% das pessoas

Veja este dentista falando sobre o sangramento na gengiva:

Fontes:

https://www.healthline.com/symptom/bleeding-gums

http://www.bleedinggums.com/bleeding-gums/causes-and-effects/

https://www.1800dentist.com/bleeding-gums/

Saiba Tudo Sobre a Artrose (Osteoartrite)

A artrose ou também chamada de osteoartrite é uma doença nas articulações que acontece quando a cartilagem que reveste a junta começa a se corroer com o tempo. Ela é considerada uma doença degenerativa e diferentemente da artrite, não é uma doença inflamatória.

Com o enfraquecimento natural, pedaços de cartilagem se rompem e flutuam no espaço articulatório. O tecido ósseo fica exposto ao mesmo desgaste que a cartilagem articular, mas sem a flexibilidade e capacidade regenerativa. A artrose costuma afetar as articulações dos ombros, costas, quadris, joelhos e tornozelos.

1) Quais são as causas da artrose (osteoartrite)?

Saiba Tudo Sobre a Artrose (Osteoartrite)

Na doença, ocorre insuficiência da cartilagem, ocasionada por um desequilíbrio entre a formação e a destruição dos seus principais elementos, associada a uma variedade de condições, como sobrecarga mecânica, alterações bioquímicas da cartilagem e membrana sinovial e fatores genéticos. Tendo como principais regiões atingidas as articulações das mãos, dos joelhos, coxofemurais e da coluna.

As causas estão divididas em duas categorias: primária e secúndaria. A primária acontece com o uso excessivo de uma articulação, mas também pelo envelhecimento natural da pessoa. O uso repetitivo ao longo período dos anos pode causar dados à cartilagem das articulações. A secúndaria acontece com a condição física do indivíduo como:

Outros fatores que contribuem para a doença são:

  • Hereditariedade
  • Obesidade (nos membros inferiores, a probabilidade é maior de acontecer)
  • Desequilíbrio hormonal (A falta de estrogênio pode facilitar o aparecimento da doença)
  • Ambiente de trabalho (Alguns trabalhos fazem com que artrose se desenvolva mais rapidamente, porém em geral, quando o corpo permanece em uma mesma posição ou em posições incorretas, a chance de adquirir a doença aumenta.)

2) Quais são os sintomas?

Os sintomas costumam se desenvolver lentamente. Quando a doença está no início (ou seja, quando o desgaste na cartilagem está começando) os sintomas são praticamente nulos. Os sinais só começam a aparecer depois de certo tempo. São eles:

  • Dor – a dor se concentra na articulação afetada. Ela aumenta no momento do movimento, a maior diferença entre os sintomas da artrite é que na artrose não acontecem as inflamações.
  • Rigidez  a rigidez da articulação acontece principalmente ao acordar. Esse sintoma tende a piorar conforme o avanço da doença, além da perda de flexibilidade.
  • Ruído no momento do movimento  Dependendo do lugar afetado é possível ouvir um som que vem da articulação. Mais parecido com um ruído, o som pode se modificar conforme o local afetado e o nível de progressão da doença.

3) Como diagnosticar?

O diagnóstico é feito através de exames objetivos e pelo diagnóstico instrumental. Os médicos devem avaliar a postura, o alinhamento dos membros do corpo, e avaliar cuidadosamente as articulações doloridas e se apresentam ou não, inchaço.

A Radiografia tradicional mostra também as alterações nos ossos e a presença de  osteófitos ou esclerose, além das áreas de reabsorção óssea. Em últimos casos são usadas a ressonância magnética ou a tomografia computadorizada.

4) Existem tratamentos? 

Atualmente, não há tratamento algum para retardar ou reverter a evolução da doença. Contudo, o condicionamento físico por meio de exercícios aeróbicos é uma medida importante para controle dos sintomas.

Pensando em levar à sociedade melhores condições de saúde, diversas universidades do país realizam estudos na área. A Universidade Federal do Maranhão, por exemplo, é uma delas e conta, inclusive, com um Laboratório de Estudo Experimental da Dor (LEED). Nele, é desenvolvido o projeto de pesquisa “Avaliação dos efeitos de medicamentos alopáticos e fitoterápicos em modelo experimental de osteoartrite”, que objetiva avaliar o efeito da cetamina e do cloreto de magnésio por via intra-articular em ratos, um modo eficaz para o tratamento da doença.

O Projeto é desenvolvido desde o ano de 2011, avalia os medicamentos fitoterápicos e alopáticos como uma alternativa no tratamento da doença, onde são realizados testes pré-clínicos em ratos, através da indução da osteoartrite nestes animais e avaliados. A partir disto, os parâmetros clínicos, como a deambulação – colocar o animal para andar – a analgesia – com estimulação de dor – e avaliação dos mediadores da dor.

Como a artrose é geralmente uma doença que atinge os idosos, os tratamentos devem ser feitos com muito cuidado e de forma limitada.

  • A fisioterapia é a forma mais utilizada para aliviar a dor e reduzir o estresse, como um todo.
  • Alguns medicamentos para a dor, como o ibuprofeno, são receitados e causam o efeito desejado.
  • Outras terapias utilizadas são a cortisona e a ingestão de lubrificantes nas articulações.
  • A substituição da articulação só é realizada em casos mais graves, em que os ossos foram corroídos.

5) Quais são os tratamentos caseiros?

É importante que a pessoa que possui osteoartrite tenha uma vida normal, sem sentir dor e tendo domínio dos movimentos. Por isso, é importante estar atento à pequenas atividades que contribuem para o alívio dos sintomas. Confira:

  • Repousar durante o dia, em pequenos períodos;
  • Ter cuidado ao levantar, sentar, carregar objetos e, também, ao andar, evitando posições que sobrecarreguem as articulações;
  • Praticar exercícios a fim de fortalecer os músculos;
  • Realizar atividades que confiram estabilidade para as articulações
  • Evitar exercícios que carreguem peso;
  • Controlar o peso.

Veja também este vídeo que mostra os exercícios para combater o artrose (32:29)

Fontes:

http://www.healthhype.com/arthrosis-define-causes-symptoms-treatment-difference.html

http://www.medicinenet.com/script/main/art.asp?articlekey=8747

4 Ervas Temperos que Beneficiam a Saúde

Ervas temperos podem transformar um alimento sem graça em um prato delicioso, mas além do sabor, existem diversos benefícios para a saúde. Essas ervas comuns têm a possível proteção contra algumas das mais graves doenças crônicas, como o câncer, diabetes e doenças cardíacas.

Vejam os 4 Ervas Temperos que Beneficiam a Saúde

4 Ervas Temperos que Beneficiam a Saúde

1- Alecrim

Usado em aplicações medicinais e culinárias durante milhares de anos, o alecrim contém antioxidantes e compostos com propriedades anti-inflamatórios. Além disso, ele é usado há séculos como um remédio natural para a enxaqueca, o óleo essencial pode ser usado como um tratamento natural da artrite e dores musculares e  é indicado para o bom funcionamento do sistema digestivo.

Um estudo de 2013, Saint Louis University of Medicine conduzido por Susan Farr, Ph.D. descobriu que o extrato de alecrim melhorou a memória de ratos e poderia ser usado para ajudar com o declínio cognitivo relacionado à idade.

Alecrim pode ser usado em frango, peixe, em sopas e molhos, ou mesmo ser misturado no azeite.

2- Menta (hortelã)

Há muitos tipos de hortelã como hortelã-pimenta, hortelã-selvagem entre outras. Seu uso ajuda no tratamento de gases, indigestão, náuseas, diarréia, síndrome do intestino irritável, do duto biliar, edema da vesícula biliar e cálculos biliares.

Assim como o alecrim, o óleo de hortelã ajudou a melhorar a memória de ratos. Também foi constatado que hortelã pode reduzir e controlar o crescimento excessivo de pelos em mulheres, de acordo com um estudo da Turquia em 2007.

Hortelã-pimenta é útil para o tratamento de resfriados, inflamação da garganta, sinusites e infecções respiratórias. De acordo com a Harvard Medical School e da Universidade de Maryland Medical Center, hortelã-pimenta tem se saído bem nos ensaios clínicos e pode ser usado para problemas digestivos, como a síndrome do intestino irritável.

3- Orégano

Este é o mais comum em comidas italianas. Um estudo da USDA revelou que o orégano tem a maior atividade antioxidante de 27 tipos de ervas comuns. Também foi encontrado propriedades antibacterianas e antifúngicas, o que o torna eficaz contra doenças e infecções de origem alimentar.

Orégano é muito versátil e pode ser usado em sopa, guisado, pizza, massas, e vai muito bem com qualquer alimento à base de tomate.

4- Gengibre

O gengibre é uma raiz que tradicionalmente é usada para aliviar resfriados e problemas de estômagos. Ele também contém propriedades que podem ajudar a combater alguns tipos de câncer e reduzir as dores da artrite. Também tem sido usado para ajudar com dor muscular, cólicas menstruais, infecções do trato respiratório superior e bronquite.

Gengibre tem um grande efeito para tratar diversos tipos de náuseas. De acordo com a Universidade de Maryland, alguns estudos sugerem que pode ajudar a tratar os gases e diarreia.

O gengibre pode ser usado em muitos alimentos diferentes. Tente ralar gengibre fresco sobre legumes ou macarrão ou mesmo usando um pouco com um chá. Se você costuma cozinhar apenas com sal e pimenta, talvez, seja hora de começar a adicionar algumas dessas ervas comuns e especiarias para suas refeições. Procure por uma série de receitas que utilizam uma grande variedade de ingredientes naturais.

Há um imenso estudo lá fora apoiando os benefícios para a saúde que muitas ervas e especiarias causam, mas nada é totalmente conclusivo. No entanto, diante de todos os estudos, é possível concluir que as ervas comuns não irão magicamente fazer-lhe uma pessoa saudável, mas é apenas mais um motivo que vale a pena tentar, além do sabor que deixam no alimento.

Fonte

http://www.webmd.com/food-recipes/features/spices-and-herbs-health-benefits