O que é Fenilcetonúria: Diagnóstico e Tratamentos

A fenilcetonúria (PKU) é uma desordem hereditária do metabolismo, e que ocasiona um aumento da quantidade da fenilalanina, componente químico presente no sangue. A fenilalanina costuma estar presente em indivíduos que fazem uso de alguma dieta específica, tendo em vista que este produto é o que ajuda no processo de produção proteínas.

Quando não ocorre por dieta (como é o caso de quem possui a desordem), pode ocorrer o acúmulo de fenilalanina, ocasionando diversos problemas.

Gestantes podem ter problemas se desenvolverem a fenilcetonúria, tendo em vista que a desordem pode atingir o bebê em alguns aspectos, ocasionando riscos. Dentre os problemas que podem ser desenvolvidos pela grande quantidade de fenilalanina está a microcefalia, atrasos para o desenvolvimento, ou problemas no coração. Vejamos como ela funciona em detalhes.

O que caracteriza a fenilcetonúria?

A Fenilcetonúria é uma doença que afeta diretamente os aminoácidos essenciais do organismo, ainda no nascimento. Neste caso em específico, a Fenilanina. Sua função no corpo é de servir de base para a enzima hidroxilase, que ambas são sintetizadas na tirosina, aminoácido responsável pela produção de melanina.

A Fenilalanina em excesso é perigosa no organismo por ser um aminoácido tóxico fora de suas funções designadas. Ela precisa da hidroxilase para que seja transformada e regulada, e na falta provocada pela fenilcetonúria, acaba por liberar outras substâncias no sangue, como o ácido pirúvico, danoso ao organismo já que ele costuma ser expelido no suor e na urina.

As alterações provocadas pela fenilcetonúria impede a metabolização da fenilalanina, que se acumula na corrente sanguínea ou no cérebro, sendo este o caso mais raro e mais grave. Ambos os cenários causam uma série de distúrbios e alterações no crescimento da criança, já que a doença se manifesta ainda nos primeiros meses de vida.

Os grupos de risco

Por suas bases genéticas vem tanto de pai como de mãe que tenham histórico da doença em gerações passadas, o que torna essa condição um pouco mais rara. Não há casos mais evidentes em homens ou mulheres – ambos são afetados igualmente.

Uma vez que a doença é congênita, não há exatamente um grupo de risco real que possa contrair a doença a não ser a hereditariedade. Exames preventivos em que possui a condição podem oferecer auxílio para sua resolução, mas não impedem o surgimento da doença.

Pessoas que seguem uma dieta com excesso de fenilalanina também podem desenvolver a doença, mas esta condição é muito rara. O Brasil, apesar de ter casos raros de Fenilcetonúria, está longe da linha de risco causada pelo distúrbio. Os países que mais sofrem com a doença são a Turquia, Irlanda e Tailândia.

Tipos de Fenilcetonúria

Existem tipos específicos de Fenilcetonúria que cabem o discernimento, seja pela gravidade da doença, seja pelos fatores específicos que elas possuem. Dessa forma, o tratamento pode ser mais viável para quem foi diagnosticado, além de oferecer uma melhor qualidade de vida. Vejamos quais são esses tipos.

Fenilcetonúria PKU

É o tipo mais conhecido, e igualmente o mais perigoso. Aqui, os casos de deficiência na hidroxilase são altos, ocasionando níveis de plasma no sangue além do normal. Casos desse tipo fazem com que seus pacientes não devem ingerir mais do que 200 a 300 mg de fenilalanina em sua alimentação.
Fenilcetonúria Moderada, ou leve

Segue os mesmos padrões do tipo anterior, exceto que os níveis de fenilalanina são menores que os casos mais graves, o que permite uma maior tolerância na ingestão do aminoácido na alimentação, entre 400 até 600 mg diariamente.

Hiperfenilalaninemia transitória ou permanente

É a incidência que menos causa transtornos aos pacientes, embora não seja menos perigosa. Seus perigos são ínfimos a criança, não gerando nenhum tipo de sequela.

Porém, seu tratamento não deve ser deixado de lado ao entrar no período fértil, no caso das meninas: quanto mais cedo se iniciar o tratamento adequado para esse quadro, menores são as chances dos filhos desenvolverem a doença no futuro.

Quais são os sintomas da fenilcetonúria?

A fenilcetonúria possui sintomas que variam de acordo com o grau do problema, de origem familiar. O que dificulta a identificação da doença pelos médicos, quando estes realizam uma identificação prévia da desordem, está no fato de que, durante os primeiros meses de vida da criança, esse problema pode vir a não ser identificado.

Contudo, após certo período de desenvolvimento, que varia de 4 a 6 meses, as crianças passam a apresentar:

  • Atrasos mentais
  • Autismo
  • Convulsões
  • Eczema da pele
  • Hiperatividade
  • Mudanças abruptas no comportamento, principalmente ao ser agressivo
  • Náusea
  • Odor característico e muito diferente para sua idade
  • Pele e cabelo mais claros (algo fora do padrão para os membros da família), devido a falta de melanina sintetizada pela fenilalanina
  • Problemas comportamentais
  • Vômito

Ao perceber esses casos sem uma causa aparente, é crucial que seja marcado um pediatra com urgência, para que se realize os exames e confirme a presença ou não da doença.

Quais são as causas?

A Fenilcetonúria é uma doença genética. 1 em cada 10.000 pessoas podem desenvolver essa mutação em suas bases da cadeia de DNA, e que pode ser identificável caso haja histórico familiar recente da doença.

Em casos que se manifestam em uma dieta excessiva com fenilalanina ocorrem pelo paciente já ter a mutação genética no organismo. Nestes casos, é mais comum que sua manifestação seja a leve, o que exige o tratamento preventivo.

Fatores genéticos na fenilcetonúria

Seu nível é autossômico recessivo, o que significa que ambos os pais devem possuir os genes responsáveis por sua manifestação para serem transmitidos à criança. O que é uma das causas, apesar de não haver dados mais verídicos, de todos as incidências da doença ocorreram em casais caucasianos.

Como diagnosticar a fenilcetonúria?

Nos hospitais dos Estados Unidos, o diagnóstico da fenilcetonúria é realizado desde o ano de 1960, por meio da realização de exames com amostras de sangue. Os diagnósticos podem ser feitos por clínicos gerais, pediatras, neurologistas ou neurologistas infantis.

Aqui no Brasil, com recém-nascidos, a melhor forma de identificar a presença da doença é com o teste do pezinho. O exame é realizado quando o médico utiliza uma agulha (também conhecido como lanceta) para tirar algumas gotas de sangue do calcanhar do bebê, a fim de testar as taxas de PKU e outras doenças genéticas.

O exame é feito nos primeiros dias de vida do bebê, preferencialmente no hospital em que a criança nasceu. Além disso, testes adicionais podem ser realizados para confirmar os resultados iniciais. É muito importante que esse exame seja feito, para evitar complicações no futuro.

Ainda há casos em que o receio de “machucar” o bebê no exame impeça os pais de levarem o recém-nascido para o procedimento. Contudo, é uma atitude sadia não apenas se preocupar com o bebê em seus cuidados, como superar o próprio medo.

Medicamentos que podem afetar os exames

Um fator muito pertinente quando se trata do diagnóstico de fenilcetonúria é quando as medicações prévias tomadas pelo paciente. O uso frequente deles pode afetar os resultados dos exames e gerar um cenário perigoso aos pacientes, por isso é importante que, caso faça uso de um dos medicamentos a seguir, que você informe ao médico com antecedência.

Condroflex – Esse medicamento não é indicado para pessoas que possuam o quadro da doença, tal como na gravidez e na lactação. Caso os efeitos colaterais do medicamento surjam, considere uma consulta ao médico imediatamente, para confirmar se os efeitos são pela presença de fenilcetonúria.

Clorpromaz – além de indicar um falso quadro de gravidez, o Clorpromaz também causa alterações nos testes de exame de sangue responsáveis pela identificação da doença. A razão para isso é a presença de fenotizantes, usados para amenizar os efeitos tóxicos causados pela quimioterapia e tratamentos similares. Se você fizer uso desse medicamento, interrompa-o antes de realizar os exames de sangue para identificação de fenilcetonúria, para evitar más interpretações.

Feldene – Também não é indicado para pacientes que tenham a doença. O Feldene é indicado para os casos de tratamentos cardíacos. Contudo, com a presença de aspartame, que não pode ser consumido de forma alguma por quem tem fenilcetonúria, exige o uso de outro medicamento do tipo.

Artoglico – O Artoglico, utilizado no tratamento de artrose e outras disfunções de natureza óssea e articulatória, contém níveis elevados de fenilalanina. Logo, não deve ser usado em tratamentos para quem possui fenilcetonúria.

Diagnóstico pré-natal é possível?

É possível, desde que a identificação dos genes mutagênicos seja conhecida por um dos pais. Neste caso, os testes genéticos são feitos buscando o gene PAH na criança, a fim de descobrir se ela possui a possibilidade ou não de manifestar a doença. Com as condições mencionadas acima, isso dará mais tranquilidade aos pais, seja para garantir que não possui o distúrbio, como se preparar de acordo após o nascimento.

Os testes complementares para diagnóstico de Fenilcetonúria

Esses testes complementares auxiliam na busca para identificar se há a presença da mutação do gene PAH, que causa a fenilcetonúria.

Caso a desordem genética não tenha sido identificada nos primeiros dias de vida, mas que ainda assim exista a possibilidade, ela poderá ser percebida com os sintomas que serão apresentados no decorrer do desenvolvimento da criança, nos períodos mencionados anteriormente.

Os Exames de sangue recorrentes

Caso os genomas recessivos de ambos os pais tenham sido identificados, e a criança não tenha apresentado as alterações sanguíneas no teste do pezinho, a melhor forma de garantir que não há a chance de manifestação da doença é através de exames de sangue contínuos.

Essa análise sanguínea, ainda mais detalhada que o teste do pezinho, é feita semanalmente até o bebê completar um ano de vida. Essa frequência aumenta para quinzenalmente do primeiro até os 6 anos, e por fim mensalmente à partir dos 7 anos de idade.

Nesses exames, o pediatra avalia todas as variáveis nos níveis de fenilalanina, que vai identificar ou não a presença da doença. Nestes casos, é possível retardar ou diminuir os efeitos dos sintomas uma vez que seja manifestada.

Um outro cenário em que a doença pode se manifestar é no começo da adolescência, em que os distúrbios ocasionados pelo excessos de fenilalanina causam efeitos nocivos diretamente ao corpo. Isso caracteriza os casos mais leves de fenilcetonúria, e que pedem por tratamentos de acordo.

Existe tratamento para a fenilcetonúria?

É importante que a pessoa que possui o problema tenha consciência de que não há cura para a fenilcetonúria, uma vez que se trata de uma rara condição metabólica, gerada pela hereditariedade.. Podendo apresentar diferentes sinais, o tratamento de quem tem a PKU visa o alívio dos sintomas, e também evitar complicações causadas pelos níveis elevados de fenilalanina na corrente sanguínea.

O especialista realizará uma dieta especial, baseada na necessidade de cada indivíduo e, no caso de das crianças recém-nascidas já identificadas com a desordem, o médico avalia a gravidade, para orientar sobre o aleitamento exclusivo.

Complicações da Fenilcetonúria

Apesar dos sintomas apresentados acima, as complicações geradas pelos casos de Fenilcetonúria variam de acordo com a gravidade em que a doença está. A importância no acompanhamento é essencial justamente para amenizar os efeitos mais graves, ou ainda impedir algumas de suas complicações. Para entender melhor esses quadros, separamos algumas das complicações mais conhecidas e comuns.

Deficiência Intelectual – a criança terá dificuldades de aprendizado, concentração, e reter novas informações devido aos danos cerebrais provocados pela Fenilalanina.

Disfunções comportamentais – a criança pode demonstrar um comportamento mais agressivo que o de costume, com rompantes de raiva sem critério algum.

Regressão do sistema neuropsicomotor – Embora não tenha dificuldades expressivas para andar ou segurar qualquer coisa, a criança demora mais, ou terá mais problemas para realizar movimentos mais voluntários, como mexer a cabeça, sorrir, ou mesmo sentar.

Microcefalia – O cérebro, devido às alterações provocadas pela presença massiva de fenilalanina, demora a se desenvolver, e por consequência traz as complicações geradas pela microcefalia, como o não desenvolvimento adequado da cabeça, e a dificuldade no desenvolvimento do corpo.

Nanismo – O atraso no crescimento provocado pelas alterações da fenilcetonúria provoca o nanismo proporcional, em que os membros não ficam disformes, porém a altura é abaixo da média padrão de uma pessoa adulta.

Como funciona a dieta para fenilcetonúria?

Basicamente, é regular todos os níveis de fenilalanina nos alimentos que a possuem, consumindo uma quantidade limitada por dia. Dessa forma, a doença, bem como suas complicações são atrasadas ou mesmo eliminadas em parte. Se o diagnóstico for feito ainda nos primeiros dias ou semanas de vida, as chances dos efeitos negativos provocados pela diminuírem são maiores.

Essa alimentação específica varia em quantidades, além de alimentos proibidos e permitidos. Para cada criança e adolescente, a quantidade também pode variar, e só pode ser definida de acordo por um nutricionista, acompanhado do médico responsável pelo acompanhamento da criança.

Basicamente, os seguintes alimentos devem ser evitados.

  • Todos os derivados de animais (o que inclui carnes brancas e vermelhas, ovos, leite e derivados, e embutidos)
  • Grãos e oleaginosas (o que inclui feijão, grão de bico, nozes, castanha, pinhão, amendoim, entre outras).

É importante ressaltar a proibição, pois todos esses alimentos possuem quantidades expressivas de fenilalanina, que mesmo controladas podem causar altos distúrbios quando ingeridos por alguém com fenilcetonúria.

Além disso, qualquer alimento que possua essa substância em sua fabricação, como adoçantes, bolos, bolachas e outros itens do tipo, devem ser evitados para não causar os efeitos colaterais.

Por ser uma dieta pobre em uma série de proteínas e sais minerais importantes para o funcionamento do corpo como um todo, o paciente deve tomar uma série de suplementos vitamínicos para suprir sua falta, sempre em quantidades definidas pelos médicos.

Quanto aos alimentos tolerados, ou seja, que podem ser ingeridos desde que em quantidades moderadas, podemos listar os seguintes.

  • Alguns alimentos com betacaroteno, como cenoura, tomate, morango, e uva;
  • Massas que não levam ovo ou leite em sua composição
  • Água de côco
  • Arroz

Por fim, os alimentos a seguir podem ser parte regular da dieta de uma pessoa com fenilcetonúria, já que eles não possuem níveis expressivos de fenilalanina.

Frutas

  • Limão
  • Laranja
  • Jabuticaba
  • Groselha
  • Acerola

Doces

  • Açúcar Mascavo
  • Geleias
  • Mel

Gorduras

  • Azeite de Oliva
  • Óleos vegetais em geral
  • Óleos que não possuam leite em sua composição
  • Medicamentos para lidar com a Fenilcetonúria

No Brasil, ainda não existem medicamentos aprovados para o tratamento de Fenilcetonúria. Nos Estados Unidos, foi aprovada em Junho de 2018 um novo medicamento para esses cuidados, o Palynziq. Como se trata de uma nova medicação, seu uso tem sido restrito a pacientes cadastrados em um programa de tratamento de riscos, e tem gerado resultados positivos.

O Palynziq, basicamente, atua repondo as enzimas que atuam junto a fenilalanina, e embora não tratem o caso por completo, conseguem regular os níveis do aminoácido com maior facilidade, o que permite aos pacientes buscar uma dieta mais variada.

Contudo, mesmo ele ainda não é garantido. Seus efeitos colaterais envolvem náuseas, vômitos, dores de cabeça, pruridos, e dores abdominais. Mas os casos mais graves, que ocorreram ainda no primeiro ano de tratamento antes de serem liberados, foi a anafilaxia. Por isso o controle de distribuição é tão rígido no exterior.

Referências da fenilcetonúria em pdf e além

Mais importante do que saber a presença da doença e o que ela causa, é pesquisar suas minúcias e os avanços nas pesquisas contra ela. A fenilcetonúria é amplamente pesquisada, tal como outras doenças congênitas, o que tem permitido não apenas a aplicação de medicamentos, como foi o caso citado acima, como uma dieta cada vez mais variada, o que é importante para quem convive com a doença.

Vejamos como alguns dos artigos mais importantes e detalhados sobre o tema que podem ajudá-lo a entender ainda mais o quadro e tomar as precauções de acordo.

Artigos sobre fenilcetonúria

Portal Anvisa

A anvisa possui uma boa quantidade de informações sobre todos os tipos de quadros clínicos, e com a fenilcetonúria não é diferente. Para ela, especificamente, existem várias referências de alimentos que possuem fenilalanina, que podem facilitar sua busca na hora de indicar um alimento para quem tem o quadro clínico ou não.

Mais sobre Fenilcetonúria na scielo

A Scielo é hoje um dos melhores portais para buscas de informações sobre doenças de todos os tipos, uma vez que ela reúne artigos com as últimas pesquisas a respeito de cada quadro. No link indicado, existem diversas informações, desde as novas descobertas sobre a doença, até o quadro atual no Brasil.

Tratamento e acompanhamento nutricional

Para quem precisa de referências visuais e mais diretas a respeito dos casos de Fenilcetonúria, o artigo em pdf da UMFG traz informações mais diretas e resumidas de tudo o que apresentamos aqui, compilando informações em forma de um slideshow e detalhando outros pontos, como o acompanhamento nutricional necessário para os casos já identificados.

Sugestões de receitas para fenilcetonúricos

Pelas limitações e opções disponíveis para quem tem o quadro de fenilcetonúria, a impressão possível é que não há uma alimentação variada ou saborosa. O que é um ledo engano: de forma criativa e versátil, é possível trazer ótimos sabores para quem tem uma alimentação mais limitada.

Seja para quem está começando a dieta, ou já a prática há tempos e precisa de algumas novas referências, separamos algumas opções de cardápios que podem tornar a dieta mais interessante para quem tem fenilcetonúria.

Mousse de Chocolate com inhame

Não se engane: apesar da sugestão, essa receita não leva nem ovo, leite ou soja, e é perfeito tanto para crianças como adolescentes que desejam aquela sobremesa especial no dia a dia. Veja como é fácil de fazer.

Ingredientes

  • 2 Colheres de chá de Açúcar Mascavo
  • Aproximadamente 75 ml da água do cozimento do inhame
  • 2 Inhames
  • ¼ de xícara de chá de Cacau em Pó
  • 1 colher de sopa de Extrato de Baunilha
  • ½ colher de chá de Ágar-ágar

Modo de Preparo

  • Descasque e cozinhe o inhame, mas não retire a água.
  • Bata em um míxer ¼ do açúcar mascavo, o inhame, o cacau em pó e o extrato de baunilha. Se preferir, pode mudar o açúcar aqui para o demerara. Bata tudo até ficar homogêneo. Caso não tenha o míxer, bata no liquidificador.
  • Peneire a mistura para tirar todos os grumos do inhame e reserve.
  • Em uma batedeira, adicione parte da água do cozimento do inhame e bata. Enquanto isso, adicione o restante do açúcar, sempre aos poucos para não dificultar a mistura.
  • Em outro recipiente, misture o ágar-ágar com o restante da água do cozimento do inhame e leve a um microondas. 30 segundos é o suficiente.
  • Assim que terminar, jogue na mistura que está na batedeira, sem parar de bater. Deixe por cerca de 3 a 4 minutos na batedeira.Cuidadosamente, adicione a mistura da batedeira ao creme de chocolate reservado, e una-os aos poucos.

Agora é só servir em potinhos. A receita dura alguns dias, então pode ser uma ótima sobremesa no almoço ou no jantar.

Pão de Mandioquinha

Também pode ser chamado de falso pão de queijo, e se torna uma ótima opção para quem tem e para quem não tem a doença. Embora leve o queijo no nome, é possível fazer a receita sem o mesmo, como vamos mostrar nos ingredientes adiante.

Ingredientes

  • 120 ml de água
  • 80 ml de óleo vegetal (de preferência óleo de girassol)
  • 150 g de polvilho doce
  • 150 g de polvilho azedo
  • 400 g de mandioquinha
  • Orégano e sal à gosto
  • Queijo parmesão ou essência de queijo

Modo de preparo

  • Em um panela pequena e funda, leve a água e o óleo vegetal em fogo baixo. Depois que ferver, reserve.
  • Em outro recipiente, misture os polvilhos, o sal, e a mistura que estava no fogo, ainda quente. Misture tudo até atingir um ponto de “farofa”, com a combinação desgrudando do fundo.
  • Nesse momento, adicione o queijo (ou a essência de queijo no caso de fenilcetonúricos), o orégano e outros temperos se preferir e deixe tudo homogêneo.
  • Por fim, adicione a mandioquinha e sove a massa até ficar homogênea também. Faça as bolinhas nos tamanhos e formatos que preferir.
  • Em uma forma untada com óleo, adicione as bolinhas já formadas, e leve ao forno já aquecido. Mantenha a 180 ºC, e deixe por cerca de 15 a 20 minutos, ou até dourar.

E está pronto para servir! Este é um lanche delicioso para adicionar a sua alimentação diária, ou como um bom lanche para a tarde ou para o café da manhã. E pode ser adicionados outros tipos de tempero e recheios, se preferir, desde que estejam dentro das especificações de saúde.

Levar a fenilcetonúria a sério, desde o diagnóstico até os tratamentos, é o primeiro passo para conseguir uma resolução ao problema. E mais importante do que esse reconhecimento, é saber que é um quadro a se lidar a vida inteira. Oferecer o máximo de conforto e qualidade de vida deixa de ser uma meta e passa a ser uma realidade importante para quem tem a doença, e para todos aqueles ao redor.

10 Alimentos Ricos em Gordura Saudável

Pensar em comer um alimento gorduroso pode não ser tão agradável, mas e se ele fizesse bem a sua saúde? A medicina atual descobriu que a gordura saudável participa ativamente na construção de novas células, viabiliza mais energia ao organismo e cria uma defesa nas camadas internas e superficiais da pele.

Erroneamente muitas pessoas evitam comer gordura pensando que é algo prejudicial á saúde. E até certo ponto isso está correto, gorduras do tipo trans é um veneno industrializado. No entanto, algo que é desconhecido das pessoas em geral é que existem gorduras animais e vegetais saudáveis. Devido ás diferentes estruturas químicas, ela são dividas em dois grupos:

  • Gordura saturada: é a gordura natural dos animais na forma sólida.
  • Gordura insaturada: ela se subdivide em monoinsaturada e poli-insaturada e é encontrada no estado líquido em alimentos como frutas, peixes e alguns óleos.

Seu consumo proporciona maior saciedade e consequentemente emagrece, além disso, equilibra os níveis de triglicérides e colesterol no sangue, fornece os ácidos graxos vitais, provê vitaminas solúveis em gordura e controla o sistema cardíaco.

Descubra 10 Alimentos Incríveis Ricos em Gordura Saudável:

10 Alimentos Ricos em Gordura Saudável

 

1) Peixe

Se você procura conciliar alimentação com baixo ganho de peso, o peixe deve fazer parte do seu cardápio pelo menos 2 vezes na semana.

Ele fornece ao ser humano, um tipo essencial de gordura ômega-3 de origem animal que atua na melhora cardíaca, na memória e arteriosclerose. Na hora de escolher, opte por peixes de água doce como: sardinhas, salmão, truta, bagre e anchova.

2) Linhaça e óleo de linhaça

Sementes como a de linhaça, abóbora, chia e outras, são excelentes fontes de gordura benéficas. Aqui falaremos sobre a linhaça, o que não rebaixa a qualidade e importância de outras sementes.

A linhaça juntamente com seu óleo é consumida em sua maior parte por ser uma incrível fonte de fibras. Mas eles também desfrutam de uma variedade de ômega 3 e 6, o ácido alfa-linolênico, sendo de origem vegetal e atua diretamente na visão e no tratamento de câncer.

3) Azeitona e azeite de oliva

Sabe aquela azeitona usada como decoração em um prato, sua função vai muito além disso. Tanto na fruta como no óleo está presente um ácido graxo diferente, o ômega 9 ou ácido oleico responsável pela regulação dos hormônios e por recuperar a pele de danos.

Além disso, eles fornecem ao corpo algumas vitaminas como a B9, que ajuda na formação celular e repara danos no DNA , já a vitamina E é muito usada em tratamentos estéticos.

4) Abacate

Outra riquíssima fonte de gordura saudável é o abacate, inclusive ele é indicado para veganos e vegetarianos.

O tipo de gordura presente é a monoinsaturada responsável por ajudar o corpo a diminuir o colesterol. Parece estranho, mas seu efeito controla o LDL (vilão) e ao mesmo tempo eleva o HDL (bom). Também, o abacate combate a inflamação que faz com que o colesterol entupa as veias sanguíneas.

O colesterol é perigoso quando, devido à inflamação ele começa a se armazenar nas veias, nesse caso o abacate atua como um anti-inflamatório potente.

5) Kefir

O kefir são “bichinhos” vivos num formato arredondado parecidos com a canjica grossa. Eles são carregados de boas bactérias que fermentam quando adicionado certas substâncias, como o leite.

O Kefir contém gordura saturada que age regulando os níveis de colesterol, pressão e batimentos cardíacos e ainda melhora o fluxo de sangue.

6) Carne de gado

Qualquer tipo de carne de gado, tanto os cortes magros como gordos podem ser consumidos. A presença de bons lipídios equilibrados com as proteína tornam a carne um dos alimentos mais saudáveis.

Não apenas a gordura monoinsaturada, mas a presença de minerais como ferro e zinco associado com vitamina B promovem o crescimento celular, desenvolvimento mental e aumenta da imunidade.

7) Óleo de coco e coco (fruta)

Coco é uma das poucas frutas que possibilitam várias formas de consumo e ainda mantém suas vantagens ativas. O ácido láurico aumenta a sensação de saciedade, pois realiza a quebra de fibras lipossolúveis, além de acelerar o metabolismo.

8) Chocolate 100% cacau

E quem disse que comer doce não é comida saudável? Chocolate 70% ou 100% cacau não fazem mal a saúde e ainda potencializam o funcionamento digestório.

A gordura do chocolate produz fitoquímicos anti-inflamatórios que formam uma barreira defensora no coração, provocando o aumento dos vasos sanguíneos o que permite uma boa circulação.

9) Ovo

Ovo é um dos poucos alimentos mais completos da natureza, a quantidade de nutrientes que fornece ao organismo é impressionante.

Sua combinação de gordura e proteína ajudam no aproveitamento máximo dos antioxidantes e vitaminas A, B e D.

10) Sementes oleaginosas

Mais do que um simples petisco entre as refeições, as oleaginosas fornecem 60% de bons lipídeos insaturados.

Essa gordura além de dar mais energia, defende as células contra o envelhecimento prematuro. As principais oleaginosas são:  macadâmia, nozes, amêndoas, pistache e outras.

Outros alimentos ricos em gordura são:

  • Amendoim (não faz parte das oleaginosas, pois é um tipo de raiz).
  • Banha de porco (pode ser usado no preparo dos alimentos e frituras).
  • Manteiga (natural ou caseira, não deve ser substituída por margarina).
  • Galinha (dê preferência para os tipos orgânicos ou caipira).
  • Ômega-3 (se preferir faça a suplementação em cápsulas).

 

Fontes:

https://www.healthline.com/nutrition/10-super-healthy-high-fat-foods#section10

https://www.self.com/story/9-high-fat-foods-actually-good-for-you

Menopausa – Causas, Sintomas, Tratamentos e Remédios Caseiros

Ao se falar de menopausa, estamos nos referindo a um episódio normal que acomete as mulheres, trata-se de um ciclo que corresponde a um ano após a última menstruação da mulher, ou seja, no momento em que já decorreu a finalização dos ciclos ovulatórios e menstruais, o que inclui a minimização do processo de produção dos hormônios progesterona e estrogênio, os hormônios sexuais femininos.

Todavia, existe um tempo de transição que acontece anteriormente ao que chamamos de menopausa. Trata-se do climatério, que marca a transição entre a vida reprodutiva da mulher e a não reprodutiva, esse é um que pode receber um nome diferente, como pré-menopausa, mas corresponde ao mesmo período. De qualquer forma, nesse momento, já ocorre um desequilíbrio dos níveis de progesterona e estrogênio, mas os sintomas nessa fase são sutis. A retirada dos ovários por meio de uma cirurgia ginecológica também está inclusa como uma das causas da menopausa.

É fundamental lembrar que não existe uma idade “padrão” e sim uma média, que corresponde dos 45 aos 55 anos. No entanto existe a possibilidade de ocorrer a menopausa precoce ou prematura, que no caso ocorre antes ou por volta dos 40 anos e a tardia, que ocorre subsequentemente aos 55 anos de idade. Apesar de não acontecer mudanças significativas nos sintomas entre a menopausa tardia e a prematura, a tardia pode acarretar em vantagens para a saúde, como um risco menor de ter doenças cardiovasculares.

Quais são os sintomas da menopausa?

13 Remédios Caseiros para a Menopausa

Em certos casos, tanto a menopausa, como o climatério, são assintomáticos. No entanto, algumas mulheres passam por períodos bem desconfortáveis com o surgimento dos sintomas que aparecem pela diminuição gradual dos hormônios sexuais.

Veja a seguir quais são os mais comuns:

  • Ondas de calor: também conhecidas como fogachos, geralmente são acompanhadas de sudorese e fadiga;
  • Menstruação irregular: tanto a duração como a quantidade do fluxo sanguíneo podem ocorrer com irregularidade;
  • Alteração do sono e humor: pode ocorrer insônia, descontrole emocional, irritabilidade e distúrbio ansioso por conta da influência dos níveis de estrogênio e progesterona na liberação de neurotransmissores;
  • Ressecamento vaginal;
  • Diminuição da libido;
  • Perda de memória: problemas com a memória de curto prazo ou em se focar podem aparecer.

Existe tratamento?

Apesar de ser uma fase natural da vida das mulheres, em alguns casos, os sintomas acabam comprometendo a qualidade de vida e por essa razão o tratamento é necessário. Um dos principais é o de terapia hormonal, que consiste na administração de substâncias que possuem semelhança com a atuação dos hormônios que o organismo parou de produzir.

No entanto, o procedimento não é recomendado para todas as mulheres, especialmente para as que já tiveram câncer de mama, entre outros casos de contraindicação. Apesar disso, há indicações de outros métodos para o alívio dos sintomas de forma individualizada, por exemplo, para o fogacho, antidepressivos podem ser uma indicação, já para o ressecamento vaginal, existem hidratantes próprios para essa área. Tudo vai depender do seu caso e da orientação médica que receber.

10 Remédios caseiros para a menopausa

Todas as mulheres passam pela menarca em suas vidas, que para quem não sabe, trata-se da primeira menstruação. Outro momento em que todas elas irão passar também algum dia é a chegada do período em que o corpo começa a se preparar para cessar aqueles períodos menstruais que as mulheres convivem por anos, ou o que chamamos de menopausa. A menopausa, na maioria das vezes, acaba trazendo incômodos para a vida feminina, uma vez que seus sintomas podem ou não acabar afetando a sua qualidade de vida.

Dentre os sintomas mais comuns relatados por mulheres de diversas regiões do mundo, podemos destacar a ocorrência de sensações de calor muito intenso, facilidade para se irritar, depressão, perda da libido e a região íntima acaba ficando mais seca. A boa notícia é que existem tratamentos que podem melhorar tais sintomas. Em muitos casos, as mulheres acabam fazendo aqueles que são à base de hormônios, mudam o cardápio alimentar e começam a praticar exercícios físicos, fatores estes que melhoram muito a qualidade de vida nesta época da vida, porém também existem remédios caseiros para auxiliar neste processo.

Pensando nisso, também preparamos a lista com os 10 melhores remédios naturais para quem está no período da menopausa ou quem já quer aprender a como driblá-la antes mesmo dela surgir.  Anote todas as dicas, que com certeza elas farão muita diferença nesse período importante que todas as mulheres passam ou ainda irão passar na vida.

1) Água

Apesar de não ser um alimento, a água recebe grande destaque por ser o líquido mais importante para o corpo humano. E não é para menos, o seu alto poder de hidratação alivia problemas de secura vaginal tão recorrente em mulheres no período de menopausa.

A água também previne e trata o inchaço provocado pela retenção de líquidos devido às variações hormonais.

Se você, assim como muitas mulheres tem dificuldade em beber água, uma boa opção é consumir a água saborizada ou comer alimentos ricos em água como pepino e melancia.

2) Amêndoas

Muitas mulheres sofrem as consequências do baixo nível de estrogênio (hormônio feminino), para amenizar esse problema é necessário ter uma dieta equilibrada a base de boas gorduras.

Na amêndoa encontramos uma das melhores fontes de gordura saudável, além de minerais essenciais como magnésio e cobre. A presença de vitamina E atua entre tantas funções na boa manutenção da pele, algo muito difícil de fazer depois dos 40 anos.

3) Brócolis

Você talvez não saiba, porém mulheres na pós-menopausa possuem mais chances de desenvolver osteoporose. Isso ocorre devido à queda na produção de hormônios sexuais que são responsáveis por regular as quantidades de cálcio no organismo.

Fazer o consumo regular de brócolis pode compensar essa dificuldade de absorver cálcio devido à presença de vitamina D.

4) Frutas

Depois de certa idade ganhar volume em volta da cintura se torna mais fácil e muito mais difícil de perder. O maior problema está no acúmulo de gordura em volta de órgãos vitais, que pode se transformar em problemas sérios na pós-menopausa como níveis elevados de colesterol, diabetes e câncer.

Comer frutas ricas em fibras faz parte de uma boa alimentação, principalmente se combinado com água e boas fontes de proteínas.

Suco de maracujá

Essa receita é ótima e bem simples, pois ao suco normal que você prepara aí na sua casa utilizando o maracujá, você só irá acrescentar a lecitina. Eles possuem a capacidade de acalmar naturalmente e auxiliar no controle das sensações de calor que a mulher acaba sentindo respectivamente.

Para preparar o suco basta separar duas folhas de couve, meia colher da lecitina da própria soja, a polpa de um maracujá, duas colheres do mel, se você necessitar adoçar, e aproximadamente três copos com água. Em seguida é só batê-los em um liquidificador que você tenha em casa e consumir normalmente.

O ideal é que se tome do suco por cerca de duas ou três vezes durante o dia, atenção: Quem sofre de hipotensão (pressão arterial baixa) deve evitar consumir esse suco.

Suco de maracujá com mel

Para fazer esse suco, você não irá precisar de muita coisa. Basta separar duas folhas de couve bem higienizadas, uma polpa de um maracujá, duas colheres de mel, e aproximadamente seiscentos mililitros de água. Posteriormente é só batê-los em um aparelho liquidificador e dividi-lo, posteriormente, em pelo menos três porções, para que você possa beber durante o dia.

Suco de cenoura, maça e banana

O grande diferencial desse suco é o ingrediente surpresa: a castanha do Pará, que é ótimo para combater a depressão e deixa o suco muito mais saboroso. Separa aí duas castanhas, com metade de uma banana, de uma cenoura e de uma maça. Para essa receita você pode utilizar um copo de água ou de coco natural. Depois é só juntar tudo e bater no liquidificador e beber pelo menos duas vezes ao dia. E você pode adoçar à gosto.

Suco de couve com limão

Pode até parecer que essa mistura não vai ficar tão saborosa, mas acredite se quiser: fica uma delícia, além dos ingredientes serem superacessíveis. Separe metade de um limão e uma folha de couve bem higienizada. Bata tudo com aproximadamente um copo de água de duzentos mililitros, até que toda a mistura fique com uma cor bem mais uniforme. Se quiser você pode coar antes de bebê-lo.

Suco de laranja com couve e gengibre

Para a nossa antepenúltima receita você deverá ter duas laranjas, uma porção bem pequena de gengibre (ao seu gosto), três folhas de couve bem lavadas e cerca de um litro de água. Para preparar descasque as laranjas e retire todas as suas sementes.

Depois misture os ingredientes restantes, batendo-os em um liquidificador. O ideal é que não coe, mas se não conseguir ingeri-lo sem coar, não tem problema algum.

Suco de laranja com maça

Pegue uma maça, uma laranja e uma xícara de extrato de soja. Na hora do preparo descasque a laranja e retire suas sementes, e com a maça basta retirar as sementes. Em seguida pode bater tudo no liquidificador e está pronto para o consumo.

Suco de amora

A nossa última dica é bem acessível também e bem fácil de fazer. Para fazer o chá de amora, será necessário apenas de duas a cinco folhas dela com cerca de um litro de água.

Não se preocupe que essas folhinhas são vendidas em lojas de produtos naturais, então não é difícil de encontrá-las. E o ideal é que você consuma o chá por pelo menos quatro vezes ao dia, para que assim ele possa eficientemente melhorar os sintomas causados pela menopausa.

5) Inhame

Inhame é um tubérculo com ricas propriedades repositoras de estrogênio, sendo ideal para quem sofre com a menopausa. Você pode escolher consumi-lo na forma de suco, cozido ou até como suplemento alimentar.

A ingestão regular de inhame aumenta a libido, trata a secura vaginal e previne a osteoporose.

6) Ômega 3

Um dos ácidos graxos essenciais, ômega 3, é fundamental para saúde física e mental da mulher em um dos seus períodos mais difíceis – a menopausa. O consumo regular do mesmo mostra uma capacidade incrível de aumentar os níveis de serotonina, isso ajuda no controle de emoções negativas como depressão e ansiedade.

Para o organismo, ele atua como uma excelente fonte de energia, reduz significativamente o mau colesterol e mantêm o coração saudável.

Uma pesquisa apontou que consumir EPA (um tipo de gordura presente no ômega 3) diminui a intensidade e frequência dos fogachos durante a menopausa.

A suplementação de ômega 3 pode ser feita através de cápsulas ou por ingerir peixes do tipo salmão, cavala, bacalhau e sardinha.

7) Fígado de boi

Fígado pode não agradar o paladar da maioria das pessoas, porém suas propriedades nutricionais superam muitos alimentos. O consumo diário de fígado pode suprir as necessidades básicas que o organismo tem de vitamina B-9 ou ácido fólico, isso ajuda a controlar o calorão que muitas mulheres sofrem.

Esse calor do corpo provoca uma disfunção nas transmissões cerebrais devido á queda de estrogênio. O ácido fólico é capaz de aumentar os níveis de produção de estrogênio e evita a anemia.

8) Tipos de chás

Chá verde

Dados apontam que a causa número um de mortes depois da menopausa é devido a algum problema cardíaco. Uma possível explicação está nas constantes ondas de calor, que afetam as paredes do coração causando bloqueios ou acúmulo de gordura.

O chá verde tem a capacidade de tratar diferentes doenças cardíacas, devido ao vários tipos de antioxidantes presentes em sua composição.

Chá de folha da damiana

Se você nunca ouviu falar em uma planta muito utilizada para fins medicinais, e que é excelente no combate aos sintomas que surgem no período do climatério, principalmente quando falamos sobre a região vaginal e a sensação de secura que surge por lá, bem como a perda de libido.

Para preparar o chá da folha da Damiana não tem segredo: separe cerca de dez ou quinze gramas da planta e junte com um litro de água, tendo que fervê-la previamente. O ideal é que se tome o chá pelo menos uma vez por dia.

Chá de verbena

Outro chá que vale a pena ser incluído na rotina alimentar é o chá da Verbena, que embora já seja bastante conhecido por atuar eficientemente na digestão, ele também é ótimo para combater à Depressão e auxilia no controle do humor.

Então é só separar cerca de cinquenta gramas de folhas da planta e fazer a infusão em um litro de água. Lembre-se de deixá-las pelo menos dez minutos na água, e assim em seguida coe para tomar. O recomendado é que se tome do chá pelo menos três vezes ao dia para sentir os efeitos.

Chá de cinco ervas

Uma dica muito boa é fazer o chá misturando ervas eficazes para o combate aos sintomas provocados pela chegada do climatério. Nesse caso, iremos ensinar misturando cinco ervas muito excelentes: verbena, ginseng siberiano, gotu kola, rosa e verbena. Esse chá é uma ótima maneira para se repor hormônios naturalmente, promovendo benefícios para a vida feminina.

Na hora do preparo é só separar uma colher de sopa de cada erva e fazer a infusão em um litro de água. É essencial deixar as ervas por pelo menos cinco minutinhos na água e você pode ir tomando ao longo do dia, seja ele frio ou quente, mas lembre-se, se preferir adoçar, opte por mel ou stevia, pois são bem mais saudáveis.

9) Leite de soja

Você deve consumir leite de soja se estiver na menopausa. Ele funciona como um suplemento de estrogênio, pois contém fitoestrógenios – substância capaz de imitar o hormônio feminino e diminuir os efeitos da menopausa.

Opte por alimentos de soja na versão integral, como o leite de soja e tofu.

10) Iogurte

O iogurte entrou nessa lista por ser uma fonte saudável de cálcio. Como vimos o cálcio é essencial para manutenção de ossos fortes e saudáveis e evita a osteoporose. Entretanto, outra função importante que o cálcio exerce é a limpeza do excesso de estrogênio no fígado e consequentemente isso diminui os fogachos.

Fontes:

https://www.everydayhealth.com/hs/guide-to-managing-menopause/the-optimal-menopause-diet/

https://www.womenshealth.gov/menopause

10 Benefícios Incríveis de Semente de Funcho para a Saúde

Conhecido cientificamente como Foeniculum vulgare, a semente de funcho é de origem africana, encontrada no norte da África com o oeste da Ásia. Nela cresce uma erva perene (plantas que possuem um ciclo longo de anos), tem um cheiro bom e flores amareladas, é rica em nutriente e usada para medicamentos. É idêntica a erva-doce, consideramos o bulbo como erva-doce e as folhas como funcho.

O funcho surgiu no Brasil, quando os colonizadores europeus descobriram os imensos benefícios medicinais que ela pode proporcionar ao ser humano e as trouxe com eles. ­O poder de semente de funcho é incrível, pode ser usado para eliminar a azia, cólicas, infecções respiratórias e até mesmo para aumentar o fluxo do leite maternal.

Abaixo mostraremos alguns benefícios essenciais que ela proporciona ao corpo humano como usá-la e onde encontrar.

I) Conheça 10 Benefícios Incríveis de Semente de Funcho para a Saúde:

10 Benefícios Incríveis de Semente de Funcho para a Saúde

1) Ajuda na redução de obesidade:

O funcho serve como gordura magra, indica quando estamos perdendo peso. É uma semente rica em nutrientes, além de ferro, cálcio, entre outros, é sempre indicado nas dietas de baixa caloria, é recomendável tomar duas vezes ao dia, só moer a semente de funcho e ingerir com meia colher de chá de água morna, faça todos os dias com uma dieta balanceada e obterá um bom resultado.

2) Ajuda o sistema imunológico:

Algum dia ouviu dizer que você precisa muito de vitamina C? O funcho possuí e ainda pode servir para muitas situações, protege as artérias, combate os radicais livres, cuida da pele, é um ótimo ativador para o nosso sistema imunológico funcionar bem e ainda permanecer saudável.

3) Diminui a retenção de liquido:

O funcho possuí fontes diaforéticas, serve como medicamento diurético, ingerir o chá regularmente pode causar a vontade de ir ao banheiro e ainda elimina as toxinas ruins da urina, não só serve para ir ao banheiro, como ao praticar exercícios, a transpiração pode ser maior.

4) Diminui o mau hálito:

Provavelmente, você já passou por alguma situação constrangedora com alguém que tem mau hálito, de certa forma, às vezes, pode até ser comum, mas outras, não. O funcho contém propriedades antibacterianas que podem salvar aquela pessoa com o hálito ruim, além dessas também possuem propriedades anti-inflamatórias que podem ajudar se a pessoa estiver com gengivite.

5) Evita problemas menstruais:

Há diversas razões que podem atrapalhar o ciclo menstrual da mulher, portanto, há alimentos que podem ser saudáveis o suficiente para ajudar na regularização e melhorar, é o caso do funcho. Nele foi encontrada uma propriedade chamada emenagoga que é uma substância que aumenta e regula o fluxo menstrual sem causar efeitos colaterais.

6) Excelente anti-inflamatório:

Se você abrir as sementes encontrará um óleo, este óleo pode ser considerado um medicamento milagroso, pois ele serve como um anti-inflamatório excelente, diminuindo e acabando com qualquer tipo de inflamação presente no corpo.

7) Mantém o bom funcionamento do cérebro:

As sementes de funcho são ricas em nutrientes, como já visto, portanto há um teor alto de potássio que é um eletrólito que serve para fornecer o oxigênio para o cérebro e melhorar as habilidades cognitivas, tornando um cérebro mais saudável e com menos risco dele parar.

8) Melhora a digestão:

As sementes de funcho possuem uma fonte conhecida como carminativas, que serve para prevenir ou até mesmo remover as doenças digestivas, o chá não contém efeitos colaterais, por isso, é indicada até por doutores.

9) Prevenção do câncer:

Foi realizado um estudo que mostra um anti-inflamatório que ajuda a prevenir o câncer, o anetol, esse anti-inflamatório também considerado como extrato metanólico, além de diminuir o colesterol e impedir o crescimento do câncer de cólon, ele pode servir contra a radiação no tratamento cancerígeno.

10) Reduz os sintomas da menopausa:

Se você está entrando nesse período chato, ingerir o funcho pode ser um alívio, os extratos que são encontrados nele, contém propriedades fitoestrogénios, são considerados estrogênios naturais que aliviam os hormônios e ainda pode ajudar a diminuir a ansiedade e depressão.

II) Como usar as sementes de funcho?

As sementes de funcho são usadas tanto para medicamentos como para culinária. Portanto, feito para culinária, os efeitos podem não ser os mesmos, caso queira algum benefício citado acima, até porque irá usar as sementes moídas e provavelmente com outros temperos. Para ter um resultado real e melhor, é indicado fazer a semente como um chá e tomar regularmente e logo alcançará o resultado que tanto espera.

III) Precauções que deve tomar:

O funcho é totalmente seguro caso tome em doses corretas. Não tomar em casos de gravidez e algumas pessoas podem ter reações alérgicas, se isso acontecer, pare de tomar. Em crianças, só é recomendado quando estão com cólica, se não, evite usar.

IV) Onde encontrar a semente de Funcho?

As sementes podem ser encontradas em mercados ou até mesmo em sites online.

Fontes:

­https://www.ecowatch.com/6-incredible-health-benefits-of-fennel-1882180768.html

­https://drhealthbenefits.com/food-bevarages/grains/health-benefits-of-fennel-seed

­https://blog.getgrowfit.com/10-incredible-health-benefits-fennel-seeds/

10 Principais Causas da Boca Seca

A xerostomia se caracteriza pela diminuição ou interrupção da produção de saliva. E apesar de atingir com mais frequência as mulheres idosas, pode ocorrer com qualquer pessoa e em qualquer idade. Existem diversos fatores que podem ser causadores deste mal. Se você acorda todos os dias com a boca seca, por exemplo, pode ser sinal de desidratação e por isso é recomendado que você passe a beber mais água, entretanto, em alguns casos o sintoma continua persistindo, e se isso estiver ocorrendo com você é necessário consultar um médico.

O tratamento para casos de boca seca não possui muito mistério nem complicação, só irá variar um pouco dependendo do fator causador do problema. Se a boca seca for causada pelo uso de medicamentos, por exemplo, o médico poderá trocá-lo ou promover alterações na dosagem; se as suas glândulas responsáveis pela produção de saliva não estiverem funcionando bem, seu médico ou dentista poderá receitar o uso de algum medicamento de uso livre ou que estimule a produção de saliva; ou ainda ele poderá sugerir que você use saliva artificial para manter a boca úmida.

Desse modo, é importantíssimo consultar algum profissional da área, para que ele saiba o que precisa ser feito para solucionar essa condição que em alguns casos pode ser bastante incômoda. E se você está achando que está com a boca seca, a seguir iremos lhe mostrar as principais causas que podem promover essa condição, mas lembre-se: Não deixe de consultar um médico para tomar as devidas providências.

Confira Abaixo as 10 Principais Causas da Boca Seca:

Boca seca: 10 Principais Causas por trás do Problema 

1) DESIDRATAÇÃO:

Quando uma pessoa deixa de consumir bastante líquido pode acabar sofrendo de desidratação. Entretanto, este problema não surge apenas com a escassez de água no corpo, existem outras condições que também podem promover o seu desenvolvimento, tais como a febre, a diarréia, vômitos excessivos, sudorese excessiva, perda de sangue ou queimaduras, que consequentemente também podem levar à boca seca. Independentemente do motivo te levou a se desidratar ou sofrer com a sensação de boca seca, não deixe de começar a beber muito mais líquidos diariamente. É extremamente importante beber bastante água não só para evitar a ocorrência das condições citadas anteriormente, mas para prevenir o aparecimento de diversos outros problemas que podem prejudicar a sua saúde.

2) PROBLEMAS EMOCIONAIS OU DESORDENS PSICOLÓGICAS

Acredite: As alterações emocionais é um problema que vem se tornando cada vez mais comum entre pessoas de diversas idades, classe sociais e inclusive distintas religiões. Em decorrência da agitação do dia-a-dia, onde a maldade, a competitividade e a velocidade das informações colaboram para que surjam inúmeros problemas causadores de desordens emocionais, os mesmos acabam comprometendo a produção salivar. E dentre estas alterações, encontramos desde estresse altíssimo, até depressão, cansaço físico e mental, desordens afetivas e a desnutrição que pode ser causada tanto pela Bulimia como pela Anemia.

3) O ENVELHECIMENTO

Como já foi citado anteriormente, a boca seca atinge com mais frequência a parcela de idosos e isso ocorre visto que é nessa fase da vida que ocorre uma diminuição significativa da produção de saliva. E na maioria das vezes, o problema se justifica pelo efeito de remédios, que nesse momento da vida, geralmente são utilizados com maior constância. E o efeito colateral das doenças e dos remédios, que são os maiores causadores da xerostomia, principalmente durante a velhice, são os fatores responsáveis pelo surgimento da sensação de boca seca em mulheres e homens idosos.

4) EFEITO COLATERAL DE VARIADAS DOENÇAS

Existem diversas doenças que apresentam como efeito colateral a boca seca e dentre as mais comuns destacamos: Diabetes Miellitus, Hipertensão arterial, as doenças autoimunes, Síndrome de Down, Alcoolismo, Sarcoidose, Tuberculose, AIDS, Hepatite C, Fibrose cística, Paralisia de Bell, Amiloidose, Doença de Parkinson, AVC e Caxumba.

5) ESTILO DE VIDA

A forma de vida que uma pessoa leva, pode interferir diretamente na questão da boca seca. E esse aspecto serve de aviso, principalmente para fumantes, que possuem mais chance de apresentar uma diminuição da produção de saliva na boca. Em vista disso, o ideal é cessar com tais hábitos ruins, não só para evitar a xerostomia, como também diversos outros males a sua saúde que afetam diretamente a sua qualidade de vida.

6) RESPIRAÇÃO BUCAL E RONCO

Respirar pela boca ou roncar, podem propiciar o surgimento da sensação de boca seca em um indivíduo. Além disso, podem agravar essa sensação, sem necessariamente diminuir a produção salivar de uma pessoa. E se esse for o seu caso, não se assuste, pois, o seu médico com certeza irá lhe indicar o melhor tratamento para o seu caso.

7) BAIXA INGESTÃO DE LÍQUIDOS

Como vimos no item sobre desidratação, ingerir pouco líquido pode causar problemas no funcionamento das glândulas salivares, fazendo com que a produção normal da mesma diminua e em vista disso, também é responsável pelo surgimento da xerostomia. Além disso, é fundamental que se saiba o quão importante é a ingestão equilibrada de líquidos diariamente, portanto lembre-se: beba bastante água, que a sua saúde agradece!

8) EFEITO COLATERAL DE CERTAS MEDICAÇÕES

Se você está tomando algum medicamento, talvez o seu problema com boca seca se encaixe nessa situação. Acontece que alguns tratamentos médicos como a Radioterapia de cabeça e pescoço e a Quimioterapia, podem causar danos às glândulas salivares, que podem levar à redução da produção salivar. Nesse caso, ao prejudicar a produção de saliva, esses medicamentos acabam apresentando um efeito adverso em comum: a sensação de boca seca.

9) LESÃO NOS NERVOS

Para quem nunca imaginou, sim, qualquer lesão ocasionada no nervo da região da cabeça ou pescoço, decorrente de uma cirurgia ou de algum ferimento, é capaz de produzir os sintomas de boca seca e isso ocorre porque a lesão altera a produção eficaz das glândulas salivares do indivíduo.

10) AUSÊNCIA DE DENTES

O que pode ocorrer nesse caso, é que quando uma pessoa por algum motivo apresenta uma certa ausência de dentes, seja ela total ou parcial, consequentemente começa a enfrentar dificuldades para mastigar os alimentos. Uma vez que o indivíduo não mastiga corretamente os alimentos, isso pode influir em uma diminuição da produção de saliva, promovendo, portanto, o surgimento do problema.

10 Remédios Caseiros para Impotência Sexual Feminina

Impotência sexual abrange qualquer disfunção relacionada com as fases que levam ao ato sexual (desejo, excitação, orgasmo e a relação em si). Dados revelam que 43% das mulheres sofrem de impotência sexual, dentre os quais a maioria tem entre 45 e 65 anos.

Veja a partir de agora 10 remédios caseiros para impotência sexual feminina:

1- Raiz da Maca peruana

Está comprovado que o mau funcionamento de outros órgãos do corpo pode levar a disfunções sexuais. Diabetes e problemas do coração são os que causam maior risco já que interferem na boa circulação do sangue.

A raiz da maca além de resolver esses problemas pode também melhorar diretamente à produção de libido feminina.

Preparo: em um copo de água adicione uma colher de pó de  maca, ferva, coe e beba no máximo 3 vezes por dia.

2- Erva-Mate

Erva-mate tem ação dupla para quem sofre de impotência sexual.

Primeiramente ela serve como estimulante e fornece energia ao organismo. Já sua função vasodilatadora melhora o fluxo sanguíneo potencializando o funcionamento de todos os órgãos.

Preparo: Em uma vasilha com água, adicione algumas folhas de erva-mate e espere ferver. Quando o chá começar a tomar cor desligue o fogo, coe e beba.

3- Chocolate escuro

Apesar de não ser um remédio, está comprovado que chocolate 70% cacau aumenta os níveis de dopamina (hormônio da felicidade). Esse hormônio é responsável por relaxar o corpo e aumentar a sensação de prazer.

Também ocorre a liberação de feniletilamina que possui função afrodisíaca. Consuma no máximo 15g por dia.

4- Chá de raízes de Catuaba

Catuaba é conhecida por ser um afrodisíaco natural. Uma de suas propriedades aumenta a libido, a intensidade do orgasmo e a satisfação sexual.

Preparo: Numa proporção de 40g de raízes de catuaba para 750ml de água fervente, prepare o chá. Beba um copo por dia.

5- Melancia

Um estudo realizado em 2008 comparou o efeito que a melancia causa nos órgãos sexuais ao do Viagra.

Beta-caroteno, citrulina e licopeno aumentam os vasos  e melhoram a circulação além de aumentar a libido.

Coma pelo menos uma fatia de melancia por dia.

6- Noz-moscada e cravo

Essas especiarias possuem aminoácidos e antioxidantes que promovem a regeneração dos órgãos.

Elas aumentam a libido e a excitação, além de estimular o apetite sexual.

Preparo: use ½ noz moscada para 1 litro de água, acrescente os cravos e finalize o chá.

 

7- Chá de raiz de Ginseng

Ginseng é um afrodisíaco natural, muitos confirmaram o aumento da libido e do prazer sexual no período de menopausa, após o consumo regular.

A explicação está no fato dele ter ação vasodilatadora. Com um fluxo sanguíneo aumentado há melhora na lubrificação da vagina.

Corte o ginseng e coloque em uma jarra de vidro que já contenha 1 litro de água. Ferva por 30 minutos, espere esfriar e coe. Beba apenas um copo por dia, mas não exceda o período de 6 semanas seguidas.

8- Marapuama

Algumas pessoas tem relatado melhora na área sexual após o consumo de marapuama. Aumento do prazer, da quantidade de orgasmos e na libido estão entre os principais benefícios.

Até mesmo antes e depois da menopausa tem se constatado grande evolução.

Preparo: Utilize 2 colheres de Marapuama para 1 litro de água. Espere ferver, coe e beba.

9- Xarope natural com Mel, Guaraná e Ginseng

A mistura desses 3 ingredientes fornecem energia e força para o corpo, além de dar mais vigor no ato sexual.

Preparo: As quantidades de cada ingrediente é a seguinte:

  • 1 colher de ginseng em pó
  • 1 colher de guaraná em pó
  • 1 xícara e meia ( ou 16 colheres de sopa) de mel de abelhas

Beba 1 colher por dia na parte da manhã. Esse remédio é contraindicado para gestantes, mulheres no período de amamentação, diabéticos e hipertensos.

10- Tribulus terrestris

Essa erva aumenta a produção do hormônio testosterona responsável pela formação dos órgãos reprodutores. Ela também é responsável por aumentar o apetite sexual.

Preparo: para cada 2 colheres da erva use 500ml de água. Espere ferver e deixe em infusão por cerca de 10 min. Beba 2 vezes por dia.

Fonte:

https://www.globalhealingcenter.com/natural-health/10-best-herbs-boosting-female-sex-drive/

10 Super Alimentos Ricos em Aminoácidos e os Principais Alimentos

Os aminoácidos são moléculas consideradas unidades básicas da composição de uma proteína, são apontados como a base elementar da formação delas. Eles possuem um carbono com quatro ligantes diferentes: amina, carboxila, hidrogênio e o radical que determina o tipo de aminoácido.

1) Classificação dos aminoácidos

Além das características citadas acima, eles são classificados de acordo com a capacidade do organismo de sintetizá-los:

  • Não essenciais: São considerados aqueles que o organismo consegue sintetizar através da alimentação. Por isso, é possível ler em alguns lugares que eles são aqueles que o nosso organismo tem a capacidade de produzir, alguns deles são a cisteína e a alanina.
  • Essenciais: São aqueles não sintetizados pelo organismo, mas ainda sim são importantes para um bom funcionamento do organismo, por conta disso, são consumidos por meio de suplementos ou alguns alimentos.
  • Condicionalmente essenciais:  São considerados aqueles que, apesar de serem produzidos pelo corpo, em determinadas condições patológicas, como disfunção metabólica intestinal ou prematuridade, eles não se apresentam em quantidade suficiente, a glutamina é um deles.

2) Quais são as funções e os benefícios dos aminoácidos?

10 Super Alimentos Ricos em Aminoácidos e os Principais Alimentos

Os aminoácidos estão ligados às diversas funções e, é claro, que como são diversos tipos, as características podem ser distintas, é possível citar alguns exemplos como a glicina, que é um aminoácido não essencial e acredita-se que ela contribua não só com a energia, como também os tecidos musculares.

Além disso, existem os compostos de aminoácidos, como a glutationa, que é considerado um dos principais antioxidantes para o corpo, lembrando que, os antioxidantes, são as substâncias que têm capacidade de assegurar uma maior proteção as células sadias do nosso organismo.

Na área esportiva, principalmente no que diz respeito a quem frequenta academia, suplementos a base de aminoácidos são bem conhecidos e utilizados visando o ganho da massa muscular, que são considerados benéficos na recuperação de lesões musculares.

Sendo assim, eles desempenham diversos papéis importantes para o metabolismo, proteção, contribuem também com os tecidos, processo de cicatrização, construção muscular, formação de células do sistema imunológica, além de funções que têm relação com a síntese de proteínas. Vale ressaltar que as proteínas são compostas por cadeias de aminoácidos, é um fator importante já que trata-se de macromoléculas imprescindíveis para os órgãos e tecidos do corpo.

Dessa forma, alguns dos benefícios ligados aos diferentes tipos de aminoácidos são:

  • Cicatrização favorecida;
  • Recuperação de lesões musculares;
  • Alívio do estresse e hiperatividade (ligados principalmente ao aminoácido triptofano);
  • Fortalecimento do sistema imunológico;
  • Ação antioxidante;
  • Contribui com a energia e o combate à fadiga.

3) Conheça abaixo 10 incríveis alimentos ricos em aminoácidos:

1- Banana

Além de ser a preferida de muitos a banana contém triptofano, um aminoácido que regula o sono.

Essa boa fonte de carboidratos fornece energia ao corpo, sendo ideal para um pré-treino. Além de prevenir câimbras já que contém potássio.

2- Folhas verdes

Folhas verdes como couve, espinafre e alface possuem boas quantidades de aminoácidos. Além destes alimentos, o brócolis é a maior fonte de aminoácidos.

Dentre os quais fenilalanina, valina, leucina e lisina são os principais. E por ter a presença de várias vitaminas a ingestão de folhas verdes é essencial para o corpo.

3- Quinoa

Quinoa é considerada uma das melhores fontes de aminoácidos para veganos e vegetarianos. Ela é uma excelente opção de proteína vegetal.

As fibras fazem com que a quinoa auxilie na digestão e no bom funcionamento do intestino.

4- Feijão

Feijão não só é uma ótima fonte de aminoácido (lisina) como também possui boas quantidades de proteínas, mais ou menos 15 gramas em uma xícara.

Combinando isso com as boas quantidades de ferro encontradas nele, o feijão pode ajudar no tratamento de anemia.

5- Soja

Se você está procurando uma excelente fonte vegetal de aminoácidos consuma soja. Ela dispõe de todos os 9 tipos essenciais e tem baixo teor de gordura.

Além disso, estudiosos confirmam que ela possui vitamina E e minerais como zinco, potássio e ferro.

6- Peixe

Peixe é uma ótima fonte de gorduras saudáveis. Atum e salmão são os principais fontes para repor proteína no nosso organismo.

7- Camarão

Ideal para uma alimentação saudável, o camarão tem poucas calorias devido ás poucas quantidades de gordura.

Também, ele merece destaque porque possui uma quantidade considerável de aminoácidos.

8- Ovo

O ovo é conhecido como uma das melhores proteínas para o corpo, o que automaticamente faz com que ele seja uma fonte incrível de aminoácidos. Pesquisas mostram que um ovo possui 6,3 gramas de proteína, 10% da quantidade diária ideal para o corpo.

9- Carnes

Carnes de frango, peru, porco e boi são considerados proteínas completas.

Opte por cortes magros com poucas quantidades de gordura para evitar problemas cardiovasculares.

10- Leite

No leite encontramos uma boa fonte de proteínas, cerca de 8g em uma xícara.

Também sua gordura saudável ajuda na sintetização de vitamina D.

Fontes:

https://www.livestrong.com/article/249606-foods-high-in-essential-amino-acids/

https://www.myprotein.com/thezone/supplements/protein-foods-high-amino-acids/

13 Principais Tipos de Sais Minerais no Nosso Corpo

No contexto da nutrição, um mineral é um elemento químico que desempenha funções necessárias para a vida. Os sais minerais são originários da Terra e não podem ser criados por organismos vivos. Cada vez mais fica evidente a importância de certos sais minerais para o metabolismo humano.

Veja abaixo os Principais Tipos de Sais Minerais no Nosso Corpo:

13 Principais Tipos de Sais Minerais no Nosso Corpo

 

1) Cálcio

Fortalece os ossos, atua na coagulação do sangue, na contração muscular, saúde do coração e do sistema digestivo. Sua deficiência pode causar doenças da pele, tais como, Escabiose, Eczema e doenças como Asma. Deve-se tomar 1,0 g de cálcio por dia na dieta. O cálcio compõe 920 a 1200 gramas de peso corporal adulto, com 99% nos ossos e dentes.

Fontes: Leite, queijo, ovos, peixes enlatados com ossos (salmão, sardinha), vegetais de folhas verdes, nozes, sementes, tofu, tomilho, orégano, canela, manteiga, laranja e cenoura.

2) Fósforo

Constitui o DNA. Uma pessoa deve cconsumir 0.88 mg de fósforo por dia na dieta. O fósforo compõe cerca de 1% do peso corporal de uma pessoa.

Fontes: leite, a gema de ovo, o queijo, a carne, o peixe e certos cereais e vegetais.

3) Cromo

Atua no metabolismo da glicose (açúcar no sangue).

Fontes: Brócolis, suco de uva, carne, produtos integrais.

4) Cobalto

Essencial para a síntese da Vitamina B12 e para a formação de glóbulos vermelhos.

Fontes: Comer animais e alimentos de origem animal.

5) Cobre

Produção de hemoglobina (proteína presente no sangue).

6) Iodo

Componente dos hormônios da tireoide, para evitar o bócio. As mulheres que sofrem desta doença dão à luz crianças que são mentalmente deficientes. O iodo, portanto, é extremamente útil para o funcionamento do cérebro,

Fontes: Algas, grãos, ovos, sal iodado.

7) Flúor

Fortalece os dentes e previne as cáries.

8) Selênio

Selênio é um mineral, um elemento muito importante que o nosso corpo precisa, pois ele tem uma alta quantidade de antioxidante, assim, podendo ajudar em algumas situações do nosso corpo, como no fortalecimento do sistema imunológico, na prevenção do câncer, entre outros. O selênio serve para proteger o organismo, formação da tireoide, manter os vasos sanguíneos saudáveis e melhorar a circulação do sangue.

Fontes: Nozes do Brasil, frutos do mar, carnes de órgãos, carnes, grãos, produtos lácteos, ovos.

9) Ferro

Constitui a hemoglobina, ajudando na prevenção da anemia. E o sangue é vermelho por causa do ferro.

Fontes: Fígado de boi, frutos do mar, nozes, feijão, chocolate escuro.

10) Zinco

O zinco tem um papel importante para o nosso organismo. Ele promove a síntese das prteínas e ajuda na regulação da produção de células do sistema imunológico do corpo. No organismo participa do metabolismo do insulina e se concentra nos músculos, nas células brancas e vermelhas do sangue, retina do olho, pele, fígado, rins, ossos e pâncreas. Alguns orgãos do nosso corpo como glândulas salivares, glândula da próstata e pâncreas secretam zinco.

Fontes: Frutos do mar, como as ostras e lagostas, nas carnes, especialmente nas vermelhas, nas gemas dos ovos e nos laticínios, feijões, amendoins, amêndoas e o chocolate escuro também possuem zinco, mas em quantidades menores.

11) Potássio

Sua deficiência leva a distúrbios nervosos, batimentos cardíacos irregulares e controle muscular fraco.

Fontes: Tomate, batata, feijão, lentilhas, produtos lácteos, frutos do mar, banana, ameixa seca, cenoura.

12) Sódio

É tecnicamente chamado Cloreto de Sódio e é o principal constituinte de vários fluidos do nosso corpo, como suor, lágrimas, sangue, plasma, urina, etc.

Sua perda é compensada pela adição de sal aos alimentos. Ele regula o fornecimento de água aos tecidos do corpo e ajuda a produzir vários sucos digestivos. Sua deficiência leva ao distúrbio nervoso.

Fontes: O sal de mesa (cloreto de sódio)

13) Enxofre

Este é também um sal mineral, que é essencial para cada célula do corpo; mantém e ajuda a manter a saúde do cérebro, cabelo e unhas.

Os sais minerais podem estar naturalmente presentes no alimento (por exemplo, cálcio no leite) ou adicionados no mesmo (por exemplo, suco de laranja fortificado com cálcio, sal fortificado com iodo). Para preservar nossa saúde sempre se deve consumir tais alimentos.

Fontes: O enxofre está disponível nos ovos, carnes, nozes, laticínios, cebola, alho, cereais, repolho, feijão, etc.

http://www.publishyourarticles.net/knowledge-hub/articles/12-important-functions-of-mineral-salts/5812/

http://www.preservearticles.com/201107309553/what-are-various-kinds-and-types-of-minerals.html

Tudo Sobre a Brucelose

Em 1887, o médico David Bruce descobriu essa zoonose (doença transmitida dos animais para os humanos) quando isolou bactérias pequenas e gram-negativas de pacientes que viviam na ilha de Malta e essa doença acabou por ser nomeada após ele, daí o nome brucelose. Essa moléstia foi encontrada em todo o mundo e as áreas de alto risco incluem os países do Mediterrâneo, América do Sul e Central, Europa Oriental, África, Ásia, Oriente Médio e Caribe.

Causas de Brucelose

A causa da brucelose é bacteriana. A bactéria Brucella pode entrar no corpo humano e podem sobreviver razoavelmente bem dentro das células do corpo, incluindo diferentes tipos de células.
Estas bactérias podem ser transportadas dentro das células humanas através do sistema linfático ou na corrente sanguínea para outros órgãos. Qualquer sistema orgânico pode estar envolvido e podem ocorrer infecções localizadas e sistêmicas (em todo o corpo). As bactérias também podem se replicar dentro das células do hospedeiro e depois serem liberadas quando a célula morre. Essas bactérias espalham a infecção para outras células humanas.

A brucelose afeta também muitos animais silvestres e domésticos. Bovinos, cabras, ovelhas, porcos, cães, camelos, javalis e renas são especialmente propensos à doença. Uma forma de brucelose também afeta focas, botos e certas baleias.
As bactérias podem se espalhar de animais para pessoas de três maneiras principais:

Produtos lácteos crus: Bactérias Brucella no leite de animais infectados podem se espalhar para os seres humanos em leite não pasteurizado, sorvete, manteiga e queijos. As bactérias também podem ser transmitidas em carne crua ou mal cozida de animais infectados.

Inalação: Bactérias Brucella se espalham facilmente no ar. Agricultores, técnicos de laboratório e trabalhadores de matadouros podem inalar as bactérias.

Contato direto: Bactérias no sangue, sêmen ou placenta de um animal infectado podem entrar na corrente sanguínea através de um corte ou outro ferimento. Como o contato normal com animais – tocar, escovar ou brincar – não causa infecção, as pessoas raramente recebem brucelose de seus animais de estimação. Mesmo assim, pessoas com sistema imunológico debilitado devem evitar o manejo de cães com a doença. Raramente, a brucelose pode se espalhar através da atividade sexual ou através de transfusões de sangue ou medula óssea contaminada.

Sintomas de Brucelose

Os sintomas da brucelose podem aparecer a qualquer momento, de alguns dias a alguns meses após a infecção. Sinais e sintomas são semelhantes aos da gripe e incluem:

  • Febre
  • Arrepios
  • Perda de apetite
  • Suores (geralmente com cheiro característico de mofo, às vezes comparado a feno úmido)
  • Fraqueza
  • Fadiga
  • Dores na articulação, dores musculares e nas costas
  • Dor de cabeça
  • Perda de peso
  • Tosse
  • Gânglios linfáticos inchados.

 

Infecção do revestimento interno do coração (endocardite). Esta é uma das complicações mais graves da brucelose. A endocardite não tratada pode danificar ou destruir as válvulas cardíacas e é a principal causa de mortes relacionadas à brucelose.

Artrite. Infecção comum é marcada por dor, rigidez e inchaço nas articulações, especialmente os joelhos, quadris, tornozelos, pulsos e coluna vertebral.

Espondilite – inflamação das articulações entre os ossos (vértebras) da coluna ou entre a coluna e a pélvis – pode ser particularmente difícil de tratar e pode causar danos permanentes.

Inflamação e infecção dos testículos (epididimo-orquite). As bactérias que causam a brucelose podem infectar o epidídimo, o tubo espiralado que conecta o ducto deferente e o testículo. A partir daí, a infecção pode se espalhar para o próprio testículo, causando inchaço e dor, que pode ser grave.
Inflamação e infecção do baço e fígado. A brucelose também pode afetar o baço e o fígado, fazendo com que eles aumentem além do seu tamanho normal.

Infecções do sistema nervoso central. Estes incluem doenças potencialmente fatais, como meningite, inflamação das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal e encefalite, inflamação do próprio cérebro.

Demora cerca de duas a quatro semanas (período latente) após a exposição inicial para a maioria das pessoas começarem a apresentar sintomas.

Os sintomas da brucelose podem desaparecer por semanas ou meses e depois retornar. Em algumas pessoas, a brucelose se torna crônica, com sintomas persistindo por anos, mesmo após o tratamento.

Diagnóstico de Brucelose

Os médicos geralmente confirmam um diagnóstico de brucelose testando uma amostra de sangue ou medula óssea para encontrar bactéria brucella ou anticorpos contra a bactéria. Para ajudar a detectar complicações da brucelose, você pode fazer testes adicionais, incluindo:

Raios X – Raios-X podem revelar mudanças em seus ossos e articulações.

Tomografia computadorizada ou Ressonância Magnética – Esses exames de imagem ajudam a identificar inflamações ou abscessos no cérebro ou outros tecidos.

Cultura do líquido cefalorraquidiano – Isso verifica uma pequena amostra do fluido que envolve o cérebro e a medula espinhal em busca de infecções, como meningite e encefalite.

Ecocardiografia – Este teste usa ondas sonoras para criar imagens do seu coração para verificar sinais de infecção ou danos ao seu coração.

Tratamento de Brucelose

O tratamento para a brucelose visa aliviar os sintomas, prevenir uma possível volta da doença e evitar complicações. Você precisará tomar antibióticos por pelo menos seis semanas, e seus sintomas podem não desaparecer completamente por vários meses.

Fatores de risco de Brucelose

Pessoas que trabalham com animais ou entram em contato com sangue infectado estão sob maior risco de brucelose. Exemplos incluem veterinários, agricultores, leiteiros, pecuaristas, trabalhadores de matadouro, caçadores e microbiologistas.

Prevenção para Brucelose

Para reduzir o risco de contrair a brucelose, tome estas precauções:

1) Evite alimentos lácteos não pasteurizados. É melhor evitar leite não pasteurizado, queijo e sorvete, não importa qual seja sua origem. Se você estiver viajando para outros países, evite todos os alimentos lácteos crus.

2) Cozinhe a carne completamente. Cozinhe COMPLETAMENTE toda a carne. Ao comer fora, peça carne bovina e suína bem passada e ao viajar para o exterior, evite comprar carne de vendedores de rua.

3) Use luvas. Se você é um veterinário, fazendeiro, caçador ou trabalhador de matadouro, use luvas de borracha ao manusear animais doentes ou mortos ou tecido animal ou ao assistir um animal dando à luz.

4) Tome precauções de segurança em locais de trabalho de alto risco. Se você é um trabalhador de laboratório, manipule todos os espécimes sob condições de biossegurança apropriadas. Trate todos os trabalhadores que foram expostos imediatamente. Os matadouros também devem seguir medidas de proteção, como a separação do chão de extermínio de outras áreas de processamento e o uso de roupas de proteção.

5) Vacine os animais domésticos.

Tratamento natural para Brucelose

Você deve ingerir alimentos que possam restaurar o equilíbrio natural do seu corpo, pois dessa forma você pode encontrar um remédio natural eficaz para a sua doença.

Alho: Este vegetal é uma das curas naturais mais utilizadas para muitos tipos de doenças e também é muito recomendado como remédio natural para a brucelose. É um dos melhores remédios antibacterianos que têm sido usados na medicina natural por décadas.

Há uma receita deste vegetal que é recomendada para ser usada no tratamento natural da brucelose. Em ½ xícaras de água você deve ferver um dente de alho. Este é o chá de alho. Você deve tomar este chá várias vezes por dia até sentir-se melhor e seus sintomas desaparecerem. Depois de ter feito este tratamento, você deve continuar seu tratamento com sopa de alho. Você deve consumir esta sopa uma a duas vezes por semana. Além disso, você pode adicionar alho cru em seu tratamento. Se você decidiu adicionar alho cru em sua dieta, então você deve usar alho três vezes por dia.

Brucelose em animais

A brucelose é uma doença que pode causar perda econômica severa para propriedades pecuárias afetadas. Os sinais mais comuns nos animais são o aborto, geralmente durante o último terço da gravidez e a inflamação do epidídimo (o vaso que transporta o sêmen dos testículos) no macho.

Brucella abortus

Causa uma doença altamente contagiosa no gado, resultando em aborto tardio e infertilidade. Geralmente é transmitida entre os animais e as pessoas por contato com a placenta, fetos, fluidos fetais e corrimentos vaginais de animais infectados.

Brucella melitensis

Pode afetar a maioria dos animais domésticos, mas cabras e ovelhas são especialmente suscetíveis. Ela causa principalmente abortos, natimortos e filhos fracos. Ela ocorre em toda a América Latina, no sul da Europa, no Oriente Médio, na Ásia Central e na África. Os produtores e veterinários são aconselhados a investigar abortos e natimortos para que essa doença possa ser excluída como causa. As pessoas também podem ser afetadas. A maioria dos casos resulta do manejo de animais infectados, mas também podem ocorrer infecções pelo consumo de produtos lácteos não pasteurizados em países onde ocorre a brucelose.

Brucella suis

Causa sinais variáveis da doença em porcos, pois a bactéria pode localizar-se em muitas partes do corpo, incluindo órgãos reprodutivos. Os sinais mais óbvios são o fracasso reprodutivo, como abortos, natimortos e leitões fracos. Os porcos também podem se tornar coxos com articulações inchadas e / ou patas traseiras descoordenadas ou paralisadas. Essa doença pode causar uma doença séria, debilitante e às vezes crônica em pessoas que podem afetar uma variedade de órgãos. A infecção geralmente ocorre através do contato com os tecidos ou fluidos corporais de um porco infectado, por exemplo, sangue, urina, descargas uterinas e fetos abortados.

Brucella canis

É conhecida por causar doença apenas em cães, embora anticorpos para este organismo tenham sido encontrados em outros carnívoros. Ela causa abortos, natimortos e inflamação do epidídimo (o vaso que transporta o sêmen dos testículos). Embora os cães que foram esterilizados não possuam sinais reprodutivos, eles ocasionalmente desenvolvem outras condições, como doença ocular e uma infecção do osso e do espaço em disco da coluna (discordecidite).

Brucella ovis

B. ovis causa doença reprodutiva em ovelhas e principalmente em carneiros, resultando em inflamação do epidídimo (o vaso que transporta o sêmen dos testículos). Em ovelhas prenhes, esta enfermidade pode causar morte embrionária precoce sem sinais clínicos ou, menos comumente, pode causar aborto tardio. A doença pode causar perda econômica em bandos, reduzindo as porcentagens de parição, estendendo as estações de parto e aumentando o abate de carneiros.

Brucelose e gravidez

A brucelose é uma das infecções bacterianas mais raras relatadas na gravidez. Os testes de brucelose durante a gravidez podem ser solicitados se as pacientes apresentarem risco aumentado de infecção. Devido à raridade da infecção e à natureza geral dos sintomas, os testes de brucelose normalmente não são solicitados a menos que haja fatores de risco. Os testes para a infecção podem ser realizados com sangue, urina, medula óssea e líquido cefalorraquidiano.

Estudos clínicos e relatos notaram um risco aumentado de aborto espontâneo, morte fetal e materna / neonatal, ruptura prematura de membranas, parto prematuro, baixo peso ao nascer e retardo de crescimento intrauterino e endometrite.

Uma das formas de se infectar com a brucelose é através do consumo de leite animal. As bactérias estão presentes no leite materno e podem ser passadas para o bebê durante a amamentação. Infecções por brucelose são tipicamente tratadas com antibióticos para combater a infecção, embora alguns médicos e pesquisadores sugiram que agentes antimicrobianos sejam usados em mulheres grávidas.

A brucelose é uma doença de longa duração, semelhante à tuberculose. A condição pode permanecer por muitos anos e aumentar a qualquer momento. Converse com seu médico e pediatra sobre o risco de transmissão e métodos alternativos de alimentação se a amamentação for considerada insegura.

Qual o período de incubação da brucelose?

O período de incubação (tempo entre a infecção e o desenvolvimento da doença) para a brucelose é considerado altamente variável, com um intervalo de cinco dias a cinco meses, com alguns pacientes relatando períodos de incubação de até um ano; o período médio de incubação é de cerca de duas a quatro semanas.

Quando ver um médico

A brucelose pode ser difícil de identificar, especialmente nos estágios iniciais, quando muitas vezes se assemelha a muitas outras doenças, como a gripe. Consulte o seu médico se você desenvolver uma febre rapidamente crescente, dores musculares ou fraqueza incomum e tiver quaisquer fatores de risco para a doença, ou se você tiver febre persistente.

Preparando-se para sua consulta

Se você suspeitar que tenha brucelose deve falar com seu médico de família ou com um clínico geral. Você pode ser encaminhado a um especialista em doenças infecciosas. Antes da sua consulta, você pode escrever uma lista de respostas para as seguintes perguntas: “Quando você começou a sentir os sintomas? Você comeu laticínios crus (não pasteurizados), como queijo de cabra? O seu trabalho envolve contato com animais ou tecidos animais? Você viajou para fora do país durante o ano passado? Você trabalha em um laboratório onde organismos infecciosos estão presentes? Você foi caçar recentemente?”
Durante o exame físico, seu médico pode:

  • Pedir para mover as articulações, para verificar a dor e rigidez
  • Verificar seus reflexos e a força de seus músculos
  • Pressionar no seu abdômen para determinar se os órgãos estão dilatados ou sensíveis

Qual é o prognóstico da brucelose?

Em geral, o prognóstico para pacientes infectados com Brucella é muito bom. Se os indivíduos são tratados adequadamente nos primeiros meses do início dos sintomas, eles são curáveis com antibióticos e geralmente não desenvolvem doenças crônicas. Os sintomas geralmente melhoram e desaparecem completamente dentro de dois a seis meses.

No entanto, o prognóstico é ruim em pessoas que desenvolvem alterações ou complicações nos órgãos, como problemas cardíacos, neurológicos ou geniturinários causados pela infecção crônica por Brucella.

Fatores de risco

Pessoas que trabalham com animais ou entram em contato com sangue infectado estão sob maior risco de brucelose. Exemplos incluem veterinários, agricultores, leiteiros, pecuaristas, trabalhadores de matadouro, caçadores e microbiologistas.

CURIOSIDADES:

  • A brucelose já foi descrita há 2.000 anos e os organismos finalmente foram identificados em 1887; a doença é mundial e geralmente confinada aos animais. Como as bactérias podem ser aerossolizadas, elas foram designadas como uma arma biológica em potencial. Atualmente, nenhuma vacina eficaz está disponível para seres humanos.
  • A brucelose é causada por bactérias do gênero Brucella. A brucelose tem sido conhecida por vários nomes, como febre do Mediterrâneo, febre de Malta, febre ondulante, febre da Criméia, doença de Bang e febre remitente gástrica.
  • Foi documentado que as bactérias sobrevivem no meio ambiente por até dois anos sob condições favoráveis (escuridão, temperaturas baixas e concentrações relativamente altas de CO2). Brucella em animais não pode ser curada.
  • Pacientes que tiveram brucelose devem ser excluídos da doação de sangue ou órgãos.

Tudo o que Você Precisa Saber Sobre o Tétano

O tétano é uma infecção bacteriana causada pela Clostridium tetani, a bactéria que produz toxina, no qual, afeta o cérebro e o sistema nervoso causando a rigidez nos músculos. Está infecção pode causar espasmos musculares graves e dificultar a respiração, pode ser até fatal. Para evitar a infecção, há tratamento, portanto, nada igual e melhor como a vacina.

A Clostridium tetani, bactéria que causa o tétano está presente, geralmente no solo, estrumes humano ou animal e ou em outros agentes ambientais. É uma bactéria que paralisa o sistema nervoso, às vezes, ela pode ficar adormecida por anos em forma de esporos antes de se ativar e se desenvolver regularmente.

Tipos de Tétanos

  • Tétano Cefálico: É raro, quando ocorre infecções no ouvido. A bactéria está presente na flora da orelha ou ao redor da cabeça e afeta os nervos cranianos e os nervos faciais.
  • Tétano Generalizado: Este é o mais comum, representa cerca de 80% de todo o tétano. Começa no topo do corpo e move-se para baixo, o primeiro sinal é o bloqueio do maxilar e o espasmo facial, conhecido como risus sardonicus. Os sintomas apresentados são coração acelerado, pressão alta e dificuldade de respirar.
  • Tétano Local: Local onde esta localizado os espasmos e as contrações. Pode durar algumas semanas antes de diminuir e é mais leve. É importante que o paciente cuide corretamente no tempo certo, pois pode ser fatal.
  • Tétano Neonatal: Neonato é relacionado a uma criança recém-nascida, acontece muito por conta do cordão umbilical infectado. O período de incubação leva em cerca de quatro dias. Neste caso, se a mãe tomou a vacina, as chances de seu filho nascer com está infecção, são mínimas.

1) Como é Causado o Tétano?

Tudo o que Você Precisa Saber Sobre o Tétano

Quando há uma ferida e a bactéria entra, os esporos crescem, e a Clostridium tetani produz uma toxina muito forte, a tetanospasmina, tal prejudica os nervos que controlam os músculos do corpo humano, ela pode causar a rigidez e espasmos, os principais sintomas desta infecção.

2) Fatores de risco

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento do tétano são:

  • Pessoas não vacinadas
  • Pessoas que sofrem de úlceras varicosas
  • Jardineiros e construtores (Que trabalham ao redor de terra e objetos enferrujados)
  • Pessoas infectada com outra bactéria
  • Ter se ferido com objeto enferrujado e sujo

2) Quais são os sintomas?

Há diversos sintomas, portanto, o principal é no músculo. Esses sintomas, geralmente, levam em cerca de uma semana a 10 dias ou até mesmo demorar meses, tudo depende do nível da infecção.

A rigidez começa com os músculos de mastigação, conhecido como lockjaw. Os espasmos musculares se espalham para o pescoço e garganta. Em outros casos mais graves, a coluna vertebral pode se arquear para trás.

O maior período de incubação é em relação ao sistema nervoso central, já os pacientes com tempo de incubação mais curto, tendem a ter sintomas mais graves.

Além dos sintomas principais, o paciente pode ter:

  • Coração acelerado
  • Diarreia
  • Dor de cabeça
  • Dor de garganta
  • Febre
  • Fezes com sangue
  • Entre outros

3) Quais são os tratamentos?

O tratamento é com antibióticos e drenagens, são realizados no hospital com a supervisão de um médico, para ele detectar sinais dos músculos respiratórios.

O tratamento é direcionado para as toxinas, para neutralizar os efeitos dos espasmos musculares. Em caso mais graves, pode ser necessário utilizar uma máquina respiratória artificial.

4) Como prevenir?

A prevenção depende da vacina. Vacina contra o tétano e acelular (DTaP) é primária, tomar quando criança, ela protege contra três doenças: garganta e infecção respiratória, tosse convulsa e tétano.

Essa vacina deve ser tomada com essas idades:

  • 2 meses
  • 4 meses
  • 6 meses
  • 15 a 18 meses
  • 4 a 6 anos

É um reforço da vacina contra o tétano e uma combinação com a vacina da difteria (Td).