Síndrome de Rett: Escola, Caracteristicas e Tratamento

A vida humana é cercada de incertezas e quando o assunto é síndrome, quando paramos para pesquisar e aprofundar um pouco mais nosso conhecimento nesse âmbito, o que acontece é justamente descobrir a imensidão de síndromes existentes, das quais muitas são raríssimas e que apresentam sinais que muitas vezes chamam atenção pela complexidade que a envolve.

Síndrome não se trata de doença, como muitas erroneamente a consideram. O termo médico também utilizado pelos profissionais da área psicológica, é usado como meio para se referir a uma combinação de sintomas e sinais que acabam determinando a existência de uma determinada condição ou situação patológica. Não podemos delineá-la como uma enfermidade, justamente pelo fato de que a doença apresenta na maioria dos casos, os fatores que promovem o aparecimento dos sintomas da mesma, enquanto que no caso da síndrome, esses fatores são desconhecidos.

Dentre as síndromes mais conhecidas mundialmente estão: A síndrome de Down, Síndrome de Estocolmo, Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, Síndrome de Angelman, Autismo e muitas outras. E hoje, no artigo em questão, iremos falar um pouco mais sobre a Síndrome de Rett, e iremos abordar sobre todos os pontos mais importantes da mesma. Mas antes de detalhar um pouco mais, cabe a nós explicar primeiramente sobre do que se trata a síndrome não é mesmo?

Pois bem, a Síndrome de Rett surge e afeta um indivíduo a partir do primeiro ano de vida. Porém, não afeta uma pessoa por conta de uma herança genética, muito pelo contrário, o seu surgimento se dá por conta da presença de um defeito de um gene que possuímos, conhecido como gene MECP2. Esse gene fica exatamente no cromossomo X do ser humano e em vista disso, ele acaba afetando de maneira diferente o homem e a mulher. Mais adiante você entenderá quais são os sintomas da síndrome, como ela é diagnosticada e muitas outras questões importantes a saber sobre o assunto.

1) Qual o histórico observado da síndrome?

É muito interessante entender como a história da síndrome se sucedeu desde os seus primórdios, para compreender melhor como ela afeta e com que frequência costuma surgir na vida de alguma pessoa. Em primeira instância, a Síndrome de Rett teve seu conhecimento efetivado por um doutor especializado na área de pediatria, chamado Andréas Rett e daí que podemos presumir o porquê do nome da síndrome ter sido este não é verdade? Durante alguns estudos, Rett observou indícios suspeitos durante a fase do desenvolvimento da parte neurológica em crianças, que se encontravam no momento indicado como primeira infância, pelos especialistas.

Nessa época, crianças do sexo feminino foram analisadas e identificou-se uma espécie de desaceleramento da região do perímetro cefálico, bem como a perda da função responsável por permitir o uso normal das mãos e de algumas habilidades ligadas à comunicação. Essa perda de movimentos mencionada promoveu nas crianças um comportamento anormal: bater, esfregar ou levar as mãos até a boca.

Foi posteriormente a esses estudos que o doutor mencionado anteriormente decidiu se deslocar para a Europa, como intuito de fazer uma apresentação sobre essa síndrome para outros profissionais também da área médica. Essa apresentação se deu através de encontros científicos e por ter sido redigida na língua alemã, o estudo não teve muita repercussão. Nesse mesmo período, um doutor chamado Bengt Hagberg, também promovia a observação de aspectos ligados ao mesmo foco inicialmente estudado por Rett. Entretanto, só foi no quase término da década de setenta, que ambos os médicos conseguiram se encontrar e desse modo discutir finalmente sobre o assunto. Foi nesse momento em que a atenção referente a síndrome ganhou destaque e a mesma começou a ser mais pesquisada e efetivamente diagnosticada.

No ano de 1986, o Brasil se deparou com os primeiros diagnósticos confirmados no país e exatamente quatro anos após esse período foi fundada a Associação Brasileira de Síndrome de Rett, que está localizada no Estado do Rio de Janeiro. No final do século XX ou mais precisamente no ano de 1999, que a associação relacionou a síndrome com anomalias existentes no gene MECP2 e depois disso, inúmeras pesquisas e estudos que foram realizados sobre o caso buscou identificar possíveis sintomas da mesma.

2) Quais os sintomas da síndrome de rett?

Quando o assunto se refere aos sintomas da Síndrome de Rett, podemos distribuí-los em três grupos de acordo com a frequência deles. Inicialmente temos o grupo dos sintomas mais comuns, que como o nome diz, são sintomas que aparecem na maioria dos indivíduos que apresentam a síndrome. O segundo grupo é o dos sintomas que ocorrem em alguns dos casos, o que significa que nem todo mundo irá tê-lo nesse contexto e por último, temos o terceiro grupo que é justamente o dos sintomas considerados raros.

1) Sintomas comuns:

  • A fase do pré-natal e do perinatal se desenvolve normalmente;
  • Quando o bebê nasce, a circunferência da cabeça também é normal;
  • A partir dos seis meses de vida começa o processo de desaceleração da região do perímetro cefálico;
  • O desenvolvimento psicomotor do bebê só ocorre até os seis meses de vida;
  • Nota-se que os movimentos manuais da criança ficam estereotipados;
  • As palavras que a criança já aprendeu acabam sendo desaprendidas. A capacidade de compreender as coisas e de raciocinar se reduz ao longo do tempo.

2) Sintomas menos comuns:

  • Confirmação do diagnóstico de bruxismo;
  • Os tônus dos músculos se apresentam de maneira anormal;
  • Problemas referentes a distúrbios do sono;
  • Problemas referentes a distúrbios respiratórios;
  • Nota-se o desenvolvimento de retardo durante o crescimento do indivíduo;
  • Problemas com Escoliose e cifose avançados;
  • O aspecto das mãos e dos pés do indivíduo se apresenta menor do que o normal.

3) Sintomas raros

  • Os órgãos se apresentam muito maiores do que o normal;
  • Antes ou depois do nascimento é possível notar algum tipo de dano no cérebro;
  • Existência de alguma doença ligada a parte neurológica e decorrente de alguma infecção grave ou até mesmo a existência de um traumatismo no crânio.
  • Problemas com retinopatia; com catarata ou com atrófica da parte óptica.

3) Possíveis causas da síndrome

Até o finalzinho do século XX, as verdadeiras causas da Síndrome de Rett ainda não eram conhecidas. Como a Síndrome apresentou maior frequência nos indivíduos do sexo feminino, constatou-se que se trata de um problema que afeta exatamente o cromossomo X e que por isso, quando atinge o sexo masculino torna-se extremamente fatal.  O gene que tanto mencionamos anteriormente, tem a capacidade de promover a codificação de uma proteína também chamada de MECP2 e também de fazer com que outros genes presentes fiquem inativos, por intermédio de métodos que promovem uma repressão da transcrição que envolve justamente a ligação existente entre as regiões CPG metiladas.

O estudo que de fato comprovou a alteração existente nesse gene, constatou que se tratam em mais de oitenta por cento dos casos avaliados, de Síndrome de Rett. Com relação ao nível de gravidade da síndrome, podemos afirmar que o mesmo pode ter relação com o tipo específico de alteração existente no gene. Tais possíveis alterações anormais caracterizam prontamente uma causa comprovada da ocorrência da Síndrome, contudo pode ser que existam outros fatores que justificam essa questão e que por ventura talvez ainda não tenham sido descobertos.

Antigamente era mais difícil diagnosticá-la, mas hoje é possível descobrir com antecedência se a criança terá ou não a Síndrome de Rett, uma vez que tornou-se mais simples identificar a existência de mutações presentes no gene.

4) Como o diagnóstico é realizado?

Para o preciso diagnóstico é necessário a palavra final de um profissional da área de medicina. A vantagem é que muitos profissionais de áreas distintas podem fazê-lo, dos quais destacamos o médico neurologista, geneticista, médico pediatra, psiquiatra ou psicólogo, médico da cardiologia ou pneumologia, médico da área ginecológica, reumatologista ou até mesmo um clínico geral.

E durante esse processo é extremamente importante que os pais da criança ou responsáveis, observem a mesma, visto que o médico precisará saber exatamente o que está acontecendo com ela e o que está de errado. Além disso, se existir mudanças que prejudiquem a capacidade motora da criança, bem como a habilidade de se comunicar é indispensável que se procure um profissional qualificado.

Quando os pais procuram o profissional da medicina, geralmente ele pede para que se faça alguns exames específicos que mostrem com detalhes tudo sobre o possível diagnóstico. Dentre tais exames podemos incluir os tradicionais exames de sangue e de urina, exame da parte auditiva e exame de imagem. Se o médico se aprofundar mais poderá pedir que se faça testes genéticos, pois os mesmos podem garantir com precisão o diagnóstico da criança. É justamente através dos testes genéticos que se analisam o DNA do indivíduo, onde se coleta um apequena amostra do sangue que vai para um laboratório também ser estudado.

Além disso, tem como se diagnosticar a exata forma variante da Síndrome através de outros métodos disponíveis. Na escala de grupos que foi anteriormente apresentada acerca dos sintomas da Síndrome, especialistas avaliam da seguinte maneira: Todo paciente precisa ter pelo menos três dos seis sintomas que são considerados mais comuns nos pacientes ou pelo menos cinco dos doze outros sintomas que incluem os menos comuns e raros, para que ele seja efetivamente diagnosticado com a Síndrome de Rett.

5) Principais características 

As características da Síndrome de Rett são uma junção dos sintomas inicialmente apresentados, mas ainda sim enfatizaremos para que você possa identificar alguém que possivelmente tenha a síndrome. Preste atenção a todas elas:

  • O crescimento da criança com Rett é bem lento;
  • A coordenação é perdida consideravelmente;
  • As mãos do paciente se mechem de forma estranha e anormal;
  • Os olhos apresentam um movimento também anormal;
  • Maior facilidade para se irritar;
  • Problemas envolvendo a capacidade respiratória;
  • Problemas com arritmia e prisão de ventre.

Nem todas as características são notáveis, mas a maioria já fica bem evidente logo após o primeiro ano de vida do indivíduo.

6) A sindrome de rett nos homens

De forma sucinta, já sabemos que a Síndrome de Rett decorre de uma mutação que atinge um cromossomo X. Visto que os homens só apresentam um cromossomo desse gênero, que inclusive faz par com um cromossomo Y, quando os mesmos são afetados por ela, acabam desencadeado a versão mais grave e fatal da síndrome. Dessa forma, a maior parte dos indivíduos do sexo masculinos diagnosticados com a Síndrome de Rett não ultrapassam dois anos de vida.

7) A sindrome de rett nas mulheres

No caso das mulheres, por apresentarem dois cromossomos X, acabam tendo mais chances de vida quando diagnosticadas com a síndrome. Geralmente elas conseguem viver em torno de sessenta anos de idade, podendo chegar até setenta. O que ocorre no caso do sexo feminino é que a mutação existente que afeta o cromossomo, na maioria dos casos afeta apenas um dos cromossomos. Desse modo, o outro se mantém intacto, preservando um certo equilíbrio que não existiria se os dois fossem atingidos.

Nesse caso as meninas se desenvolvem motoramente de forma normal e por isso se comportam similarmente com as outras crianças até completar o primeiro ano de idade. É a partir dessa fase da vida que é possível começar a notar os primeiros sinais da síndrome: as meninas começam a esquecer as palavras das quais elas já haviam aprendido, ficam mais introspectivas, perdem o interesse pelas coisas e não conseguem mais fazer movimentos simples que antes conseguiam.

Depois desse momento surge a fase em que elas ficam muito mais ansiosas e começam a apresentar estranhos movimentos com as mãos. Existe a possibilidade de recuperar parte das habilidades perdidas e conseguir novamente ter algum nível de interação com a sociedade, entretanto os problemas que costumas afetar a capacidade de se movimentar e falar são de níveis graves e deixam a pessoa com incapacidade de viver de maneira independente.

8) A síndrome de rett versus autismo

Inicialmente, confundia-se a síndrome em questão com o autismo. Contudo, ambas são distintas e nesse tópico você entenderá exatamente o que é o autismo.

No caso do autista, a sua perda da capacidade de interagir socialmente é prejudicada em decorrência dos males que a síndrome provoca e causa no seu processo de desenvolvimento. Seus sinais vão variar de acordo com a idade e desenvolvimento (o grau de desenvolvimento prejudicado irá determinar o surgimento variado de sinais distintos) da pessoa. Quando o assunto é socialização, o autista tem muitas dificuldades pois os problemas decorrentes da síndrome que afetam essa área podem ser bem extensos, atingindo também a parte de interação que depende da comunicação feita através de gestos verbalizados. Nesse contexto, aspectos tais como conseguir manter o contato visual de forma direta, se expressar por intermédio da face ou de gestos feitos com o próprio corpo são atingidos negativamente prejudicando ainda mais o autista na hora de conseguir manter alguma relação e contato social com as pessoas em sua volta.

Muitas crianças diagnosticadas como autistas, nem sempre entendem a verdadeira importância de interagir seus coleguinhas e por isso acabam ignorando outras crianças ao seu redor de forma inocente, o que prejudica ainda mais sua interação na sociedade. Além disso, a síndrome pode apresentar problemas ligados à comunicação verbal do paciente. Tem alguns que não conseguem se desenvolver falando eficientemente, apresentando algum tipo de retardo nesse processo ou até mesmo a falta de existência dele. Os pacientes que conseguem falar, geralmente não conseguem começar e ainda, manter uma conversa e ainda ter uma espécie de conversa modelo, que é usualmente repetida. Além disso, é possível perceber que nesses casos, muitos autistas falam várias palavras que eles mesmos desconhecem, deixando a conversa sem sentido.

Já nos casos de fala não desenvolvida, todos os aspectos ligados a ela, tais como timbre, entonação, até mesmo velocidade e ritmo apresentam-se nitidamente alterados de forma anormal. É nesse contexto que a imaturidade na estrutura gramatical prevalece, onde autista repete frequentemente as mesmas palavras ou frases ou até mesmo músicas curtas (jingles), não importando o que de fato aquilo significa (até porque eles não compreendem o verdadeiro significado).

Na capacidade de compreender uma linguagem é possível também ver que existe certo nível de perturbação e por isso o indivíduo não consegue entender facilmente quando as perguntas direcionadas para eles, as orientações a eles proferidas ou até mesmo as piadas que contam. A parte natural das crianças de desenvolver a imaginação na hora de brincar é afetada no autista, inexistindo. Além disso, no autismo é extremamente comum o indivíduo se apegar ou ter alguma fixação por seguir exatamente rotinas cotidianas.

Quando o assunto é movimento, vale enfatizar que existem alguns movimentos peculiares e pré-definidos entre as pessoas que apresentam autismo. As mãos por exemplo, costumar ficar se batendo uma contra a outra (bater palmas), pode-se também haver frequência no estalo dos dedos ou até mesmo com relação ao movimento do corpo, o autista tem o estereótipo de ficar balançando o mesmo, ou de repente ficar inclinando o corpo sem motivo aparente. A postura também é atingida, em vista disso percebe-se que os indivíduos costumam andar na pontinha dos pés ou fazer alguns movimentos bem estranhos com suas mãos.

Já no caso da Síndrome de Rett, de acordo com a medicina, pode ser dividida em quatro fases, a saber:

Fase 1:

É onde ocorre uma estagnação de forma antecipada, ou seja, é nessa fase que a criança dentre os seis primeiros meses de vida até o décimo oitavo começa a ter um desaceleramento do seu processo de crescimento referente a região do perímetro cefálico, e em vista disso o resultado comum é isolar-se da interação social;

Fase 2:

É onde ocorre a rápida destruição. No primeiro ano de vida até o terceiro é onde a parte psicomotora da criança começa a regredir, provocando choros injustificáveis sem nenhuma motivação, aumenta-se a facilidade para se irritar, perdem a capacidade de se comunicar verbalmente, apresentam comportamentos presentes em pessoas autistas e começam a apresentar movimentos repetitivos e estranhos com as mãos. Além disso, é nessa fase que o indivíduo começa a apresentar dificuldades na respiração e problemas com ataques epiléticos.

Fase 3:

Essa penúltima fase é a chamada fase pseudoestacionária. É onde dentre o período dos dois anos de idade até os dez, ocorre uma provável melhora referente aos sintomas da síndrome. Mas é nesse período que surgem problemas dos quais destacamos a ataxia, apraxia, escoliose, bruxismo e espasticidade. Além disso, o indivíduo pode sofrer com perdas do fôlego, aerofagia e expulsar inconscientemente o ar e a saliva de maneira forçada.

Fase 4:

É na última fase que ocorre o processo de deterioração da parte motora. É a partir dos dez anos de vida que a parte cognitiva começa a apresentar um desvio grave e a parte motora começa a progredir lentamente apresentando prejuízo, fazendo com que surge a provável necessidade de usar cadeira de rodas nessa fase.

Mesmo sabendo exatamente qual o gene atingido na Síndrome de Rett, muitos fatores que envolvem ela ainda não é conhecida.

9) Síndrome de rett na escola

Quando se fala em educação, não existe uma forma padrão de trabalha o aprendizado de um indivíduo especial, como é o caso das crianças diagnosticadas com Síndrome de
Rett, por exemplo. Mas apesar disso, é possível traçar alguns métodos estratégicos para que o processo de aprendizagem seja o mais eficiente possível. Dentre as dicas inúmeras para a área pedagógica destacamos:

  • Quando a criança tem sua rotina alterada, isso pode gerar certos níveis de ansiedade e insegurança. Para lidar com isso a escola pode aproveitar para consolidar uma rotina em seu ambiente e sempre que houver qualquer mudança, avisar ao aluno antecipadamente.
  • Existe dificuldades já conhecidas, que estão ligadas a capacidade de interagir socialmente e dessa forma estabelecer amizades. Essas dificuldades podem ser de certa forma protegidas pelas pessoas que são mais próximas a criança e para driblar isso a escola pode trabalhar no incentivo de formas de interação bidirecional e até mesmo no incentivo de se te ter pelo menos um amiguinho na sala de aula, para que o mesmo seja seu apoio tanto ai dentro como fora também.
  • Quando a criança acaba apresentando uma certa fixação por uma única matéria ou tem um interesse muito restrito sobre determinado assunto, a escola pode estabelecer limites no tempo para não falar demais sobre um único assunto.

Dentre muitas outras dicas podem ser destacadas, mas aqui só foi um exemplo de como existem técnicas que possibilitam um melhor ambiente de ensino para os portadores da Síndrome de Rett. Além disso, vale enfatizar a questão da educação física da criança. Nesse caso recomenda-se sempre começar trabalhando a parte da extensão da cabeça e do tronco, para só em seguida estimular a criança a fazer exercícios que envolvam rolar, se arrastar e até mesmo simplesmente sentar.

10) A síndrome de rett e o caso de Sophia 

Há aproximadamente um ano ocorreu um caso preocupante que atingiu a mãe Natalie Warver e toda a sua família. Casada Mark Weaver e residente na Carolina do Norte, localizada nos Estados Unidos, Natalie tem três filhos do casamento e sua filha mais velha, atualmente com nove anos de idade, sofre com a síndrome de Rett. Estamos falando da linda Sophia.

O que aconteceu é que a mãe descobriu a existência de um post nas redes sociais usando a foto da sua filha Sophia incentivando o aborto eugênico, que é a modalidade de aborto baseada em muitos fatores e um deles é má formação. A revolta da mãe foi grande e a mesma denunciou o posto do responsável, entretanto a rede social (Twitter) negou o pedido de banir o post, relatando não existir motivo justificável para isso.

Natalia, revoltada com a situação, publicou toda a história, que comoveu milhares de usuários e depois e tantos pedidos insistentes o Twitter finalmente baniu o post e cancelou a conta do usuário, pedindo desculpas a mãe pelo comportamento errôneo. Infelizmente o preconceito existe e assola a tantas pessoas espalhadas pelo mundo, e não podemos deixar que ela se desenvolve e ganhe força. Crianças como Sophia são tão humanas quanto qualquer outra e a Síndrome é apenas uma das várias características que a fazem ser tão especiais.

 

Barriga d’água ou Ascite: Quais são as Causas? Tem Cura?

Existe um problema muito comum e que provavelmente você ouvia muito falar quando ainda era criança: De acordo com o termo médico, a barriga d’água, como popularmente é conhecida, chama-se ascite. Apesar de ser popularmente falado, nem todo mundo sabe explicar exatamente sobre do que se trata, o que fazer para tratar e prevenir o problema e qual os verdadeiros riscos que ele traz a saúde. Mas a seguir iremos aprender cada pequeno detalhe envolvido sobre esse determinado assunto e te guiar melhor sobre os passos seguros que devem ser tomados em caso de existis a confirmação diagnosticada.

Explicando resumidamente, a barriga d’água consiste em um problema que reflete o acúmulo irregular de líquido na região abdominal. Formalmente falando, esse problema provoca uma acumulação irregular de líquidos na região do abdômen, mais precisamente na sua cavidade. Acúmulo este que não é normal e indica que a saúde do indivíduo provavelmente está desestabilizada.

Mas há uma curiosidade que provavelmente você não sabia acerca da anomalia: A barriga d’água não é propriamente considerada uma doença, mas sim um fator que expressa a possível existência de outro problema existente. Resumidamente, podemos relacionar a barriga d’água como um sintoma que surge devido alguma enfermidade que pode estar assolando alguma pessoa em alguma circunstância da sua vida e por isso podemos afirmar que a ascite está sempre relacionada a alguma doença.

Com relação ao liquido que fica acumulado em decorrência desse problema, ele pode originar-se de regiões como a bile, o plasma do sangue, do próprio sangue, do suco produzido no pâncreas, da linfa, da própria urina, até o líquido presente no intestino, podendo também surgir de outras regiões distintas. Quando o problema se desenvolve, significa que existe diversos distúrbios presentes na anatomia, fisiopatologia e bioquímica decorrente de muitas doenças distintas, das quais podemos destacar:

  • Doença de cirrose hepática;
  • Hepatite fulminante;
  • Trombose da veia porta;
  • Doença do pâncreas (pancreatite);
  • Insuficiência do miocárdio;
  • Pericardite Constritiva;
  • Insuficiência crônica dos rins;
  • Tuberculose;
  • Esquistossomose;
  • Infecção causada por fungo e por bactéria;
  • Alguns tipos de câncer, dos quais destacamos o mesotelioma e o linfoma;
  • Problemas com obstrução linfática no mesentério;
  • Problemas com endometriose;
  • Síndrome de Meigss;
  • Síndrome de Hiperestimulação dos ovários.

Além desses problemas que podem estar diretamente associados com a ocorrência da barriga d’água, vale saber que ela também pode surgir devido aos casos de lúpus eritematoso sistêmico, casos de angiodema hereditária, artrite reumatoide e de doenças da doença de Whipple, dentre muitas outras.

Em todo caso, é muito importante estar atento a esse problema que como vimos pode ser um alerta de que podemos estar sofrendo com algo mais grave não é verdade? Por isso, o artigo de hoje irá mostrar os principais sintomas da Barriga d’água e explicar muitas outras questões referentes ao assunto que com certeza irão te ajudar a prevenir o mal e ainda proceder da forma correta caso você ou alguém conhecido seja acometido pelo problema.

Como a ascite (barriga d’água) ocorre?

O corpo humano é constituído por variados canais responsáveis por manter o fluxo contínuo eficiente de líquidos presentes no organismo, evitando desse modo o acúmulo deles em regiões que não podem ter tais acúmulos. A ascite surge exatamente quando isso ocorre.

Todo o líquido acumulado em decorrência desse problema tem sua origem dos próprios vasos sanguíneos, onde por alguma razão perde a capacidade de fazer com que o sangue permaneça ali no local, fazendo com que ele vaze erroneamente para as regiões internas da cavidade abdominal. Geralmente isso acontece por conta de alguns fatores dos quais destacamos:

  • Aumento da pressão hidrostática;
  • Rins que retêm muito sal e água;
  • Escassez de proteína no sangue.

No caso das mulheres, é necessário ficar mais atento no período menstrual, onde é extremamente normal ocorrer um pequeno acúmulo de líquidos na região peritoneal e isso não significa que a mulher está necessariamente sofrendo com alguma enfermidade. Nessas situações, acumular até vinte mililitros de líquido já é o bastante para que seja notado um leve inchaço. Contudo é preciso de muito mais para se considerar de fato a possibilidade de existir alguma doença associada.

A seguir iremos explicar melhor sobre cada fator supracitado que pode contribuir para a ocorrência do acúmulo indevido de líquido.

1) Aumento da pressão hidrostática

Quando ocorre a elevação da pressão sanguínea na região das veias que tem passagem próxima pela região do peritônio, dando maior destaque aquelas que compõem o sistema porta hepático, faz com que tais vasos se dilatem de tal forma que promove o vazamento de um certo líquido que por ser filtrado, também denomina-se de soro.

2) Rins que acabam retendo muita água e sal

Agora você entenderá melhor porque em algumas pessoas, os rins tendem a reter muito mais água e sal. Lembra do aumento da pressão que citamos no item anterior? Pois bem, quando isso acontece o nosso organismo faz de tudo para conseguir equilibrar novamente essa pressão e mantê-la normal, e ele faz isso por intermédio da liberação de algumas substâncias, que inclusive tem a capacidade de promover dilatação dos vasos do sangue.

Quando essa pressão alta se concentra exatamente no sistema porta hepático, a quantidade que é liberada dessa substância vasodilatadora é muito maior o que faz com que os vasos presentes no nosso organismo em geral seja dilatado.

Na medida que isso ocorre, os nossos rins acabam entendo isso da forma errada, interpretando essa situação como uma necessidade de líquido para os vasos acreditando que há falta deles. E é a partir desse instante que os rins começam a reter todos os líquidos e sais que puderem, mas como os vasos estão dilatados, todo esse líquido retido acaba vasando para partes da cavidade do abdômen e por lá se acumulando irregularmente.

3) Escasses de proteína no sangue

Para quem não sabe, os vasos sanguíneos do corpo humano possuem diversos furinhos bem pequenos, chamados de poros. Contudo, a passagem do sangue pela região não é prejudicada em vista de tais poros, ocorrendo de forma eficiente.

E talvez é aí que você se pergunte porque o sangue não vasa por esses pequenos buraquinhos não mesmo? E a resposta é bem simples. Na nossa corrente de sangue existe a presença de proteínas que tapam esses poros a fim de que o fluxo passe de forma eficiente.

Quando a proteína começa a ficar escassa, os poros perdem a sua barreira e é nesse exato momento que o líquido filtrado do sangue vasa e se acumula em regiões como o abdômen.

Quais são os sintomas da Ascite (barriga d’água)?

Em seu estágio inicial, a Barriga D’água não apresenta sintomas, contudo, a passar do tempo e com o desenvolvimento do problema, o indivíduo poderá começar a sofrer com alguns sintomas que irão variar de acordo com a quantia de líquido acumulada na sua região abdominal. Dos sintomas a serem considerados estão:

  • Aumento de peso repentino sem motivo justificável;
  • Sensação de inchaço;
  • A região da barriga e da cintura acaba crescendo nitidamente;
  • Dores abdominais;
  • Falta de apetite;
  • Sensações de náuseas e possíveis vômitos;
  • Problemas para poder respirar.

E ainda, dependo do fator secundário que justifique o aparecimento da ascite, o paciente também pode sofrer com outros sintomas, desde o aumento do fígado até perda de peso repentina, surgimento de edemas nas regiões das pernas e dos pés, indisposição (fadiga) e outros que também valem a pena ser analisados.

Ascite (barriga d’água) e sua relaçao com a cirrose

Dentre uma das principais doenças ligadas diretamente ao aparecimento da barriga d’água está a cirrose hepática, ou simplesmente chamada de cirrose. A mesma trata-se de uma doença crônica que atinge o fígado e surge devido ao vírus B e C da própria hepatite e também pelo abuso no consumo de álcool. Quando um indivíduo é diagnosticado com cirrose, ele apresenta alguns nódulos que se formam devido a doença e algumas cicatrizes que acabam impedindo que o sangue circule eficientemente, fato este que promove a elevação da pressão sanguínea, fazendo surgir a hipertensão portal.

Além de tudo isso que a cirrose provoca, ela também é responsável por diminuir a produção de uma proteína presente no sangue, chamada de albumina. Como vimos, tal proteína tem a finalidade de tapar os buraquinhos existentes nos vasos do sangue e impedir que o líquido do mesmo vase por eles e se acumulem em regiões como a cavidade do abdômen. Quando a diminuição de produção dessa proteína ocorre, é justamente isso que acontece, fazendo surgir a ascite.

Ascite (barriga d’água) e sua relação com a esquistossomose

A esquistossomose, nada mais é do que a famosa doença do caramujo, transmitida por vários parasitas. No caso do Brasil, o Schistosoma Mansoni é o principal transmitidor da doença no país e já conseguiu afetar mais de oito milhões de pessoas.

Quando um ser humano é infectado, por exemplo, através do contato com água contaminada, ele pode acabar sofrendo com um quadro de Hipertensão Portal, na fase crônica do problema. Essa pressão alta, como vimos é um dos fatores que acarretam o surgimento da Ascite e é nesse ponto que amas enfermidades se correlacionam.

A ascite (barriga d’água) tem cura?

Essa questão de cura é bem relativa. Como aprendemos que a barriga d´água é na verdade um problema que sinaliza a existência de uma doença subjacente, na realidade não existe nada em questão que promova a cura da ascite por si só.

Os sintomas do problema podem desaparecer, à medida que a doença em questão seja tratada e curada, ou seja, a cura da ascite depende diretamente da cura da doença que a fez surgir.

Inclusive, se tratando de enfermidades crônicas ou de doenças que acabam não tendo uma resposta satisfatória ao tratamento utilizado, a probabilidade que a ascite volte é muito grande. Desse modo, se o indivíduo não faz o tratamento adequado da doença pela qual ele foi acometido, ele dificilmente conseguirá se livrar da Barriga D’água.

A ascite (barriga d’água) pode atingir os cachorros?

Barriga d'água ou Ascite: Quais são as Causas? Tem Cura?

Para quem desconhece, a Barriga D’água pode atingir sim o cachorro e inclusive os gatos. E da mesma forma que ela surge no ser humano em decorrência de escassez de proteína presente no fluxo sanguíneo, de problemas no fígado, funcionamento irregular do coração ou até pela existência de vermes e parasitas no organismo, da mesma forma pode ocorrer com esses bichinhos de estimação. Além disso, a ascite pode ser o produto resultando de determinados tipos de infecção, hemorragia interna e até mesma da ruptura nas vias do sistema urinário.

Na maioria dos casos, o dono desses animais só conseguem detectar que eles estão sofrendo de ascite, no momento em que notam que a barriga deles já está em um tamanho grande e desproporcional ao seu peso e corpo. Quando essa situação acontece, é muito importante levar o bichinho para um médico profissional da área, a fim de fazer um exame de ultrassom que detecte a existência de líquido acumulado na cavidade do abdômen e possibilite que possa ser feito uma retirada desse líquido, para que ele possa ser estudado e descoberto em seguida a verdadeira causa desse acúmulo e decidido quais as melhores formas de tratamento para ela.

Quem tem animal de estimação em casa deve se precaver e prevenir para que o mesmo não sofra com o problema. E dentre os mecanismos que podem ser utilizados para essa prevenção destacamos:

  • Passear junto com o animal, evitando deixar ele solto na rua;
  • Garantir sempre que a sua vacinação esteja em dia;
  • O ideal é alimentar o animal com ração apropriada, evitando dar comida humana para ele;
  • A vermifugação deve ser feita de forma período, de acordo com a recomendação e instrução do veterinário;

A ascite (barriga d’água) no animal tem cura?

Sim, felizmente, assim como em nós seres humanos, a ascite pode ser tratada quando atinge os cachorros e os gatos. Porém, como já vimos, a cura vem diretamente do tratamento eficiente do possível problema subjacente que o animalzinho possa estar sofrendo. Dentre os principais fatores que podem estar ligando a ocorrência de ascite no seu animalzinho estão a falta de vontade de comer, a letargia, presença de vômitos, ganho e peso inexplicável, sinais que justifiquem provável dor, gemer quando vai se deitar e dificuldade para respirar.

O ideal mesmo é que você cuide sempre muito bem do seu cachorro ou gato e promova todas as alterações necessárias para prevenir o aparecimento do problema, uma vez que isso causa sofrimento para o animal até o momento em que ele de fato conseguir obter melhora.

Como a ascite (barriga d’água) deve ser tratada?

Se por acaso você ou alguém que você conheça tenha recebido o diagnóstico de ascite, é extremamente importante saber o que deve ser feito para tratar o problema. Primeiramente, todo o tratamento se baseia precipuamente na utilização de paracentese, que nada mais é do que um método utilizado para drenar. Nesse contexto é ligado no abdômen uma punção, que através de um cateter, faz toda a drenagem do líquido acumulado para uma espécie de bolsa de coleta.

Não é preciso se preocupar pois todo esse procedimento, além de não causar dor no paciente, é super simples de ser feito. Aliás, é utilizada uma anestesia na região a ser tratada, o que justifica o fato do tratamento ser indolor.

Contudo, quem pensa que basta tirar o líquido do abdômen para ficar tudo certo está muito enganado, até porque não é a ascite que está sendo tratada de forma isolada. A atenção principal é da doença que promoveu o surgimento desse problema em questão e o tratamento dela é que vai definir a cura ou não da ascite propriamente dita. Em vista disso, dependendo do caso, as formas de tratamento podem variar bastante, sendo necessário as vezes utilizar-se de medicamentos diuréticos para auxiliar esse processo de cuidado, bem como alterações na dieta alimentar que incluem restrição quanto ao consumo do sal, uma vez que ajuda a evitar que a quantidade presente de sal no sangue seja elevada.

Já nos casos em que o indivíduo é diagnosticado com uma cirrose em estágio avançado, o método da paracentese pode ser necessário com mais periodicidade, visto que nesse quadro da doença já não se torna mais possível conseguir tratar e curar a Barriga D’água. Quando o paciente estiver sofrendo com alguma infecção, o procedimento mais indicado será oferta-lo no hospital, o uso de antibióticos que consigam combater os principais causadores da própria infecção.

Quais os medicamentos mais indicados para ascite (barriga d’água)?

Se o diagnóstico comprovar a ascite, existem os melhores remédios para auxiliar no tratamento do caso. E cm relação a eles é extremamente importante que tenham a capacidade de promover a drenagem dos líquidos que acabaram se acumulando indevidamente no organismo. Tais medicamentos são o que chamamos de diuréticos e que um pouco anteriormente mencionamos. E dentre a gama variada de diuréticos disponíveis, os melhores para esse caso são o Furosemida e o Espironolactona.

Lembrando que não pode tomar tais medicamentos por conta própria. Você deve ir a um profissional ideal e de acordo com suas recomendações tomar as providências necessárias para obter melhora.

Afinal, como prevení-la?

Afirmar que existe uma forma precisa de prevenir a possível e temida ascite é precipitar-se. Mas também não se pode negar que existem sim alguns cuidados que podem ser tomados para tentar evita-la da melhor maneira possível. Anote aí todas as dicas:

  • O ideal é não consumir bebida alcoólica, mas para quem não quer cortar da lista, pode reduzir significativamente esse consumo, evitando exageros, até porque isso prevenirá eficazmente uma possível cirrose futura;
  • Consumir diariamente pelo menos dois litros de água, para que os rins não fiquem sobrecarregados;
  • Mantenha sempre uma dieta bem equilibrada e se policie no consumo do sal;
  • Ficar em dia com as vacinas da hepatite A e B;

Quando for entrar em contato com água represada, use sempre botas e luvas, visto que nela se encontra o espaço perfeito para que parasitas transmissores da esquistossomose vivam e se proliferem. Com os cuidados necessários é possível sim não ter esse problema na sua vida, mas se tiver, lembre-se, é imprescindível ir em busca de um profissional qualificado para que ele diagnostique a verdadeira causa decorrente da ascite e lhe indique para o melhor tratamento do seu caso.

Sintomas de Pressão Alta: Como Identificar?

A pressão alta é um dos problemas de saúde mais complicados de lidar por diversos fatores: culturais, por saúde, por falta de informação, entre outros motivos. Mesmo que os sintomas de pressão alta sejam bem específicos, os meios que levam a eles não deixam a questão tão evidente. O que, por consequência, ficam ainda mais difíceis de lidar.

Saber como identificar os sintomas de pressão alta, suas origens, bem como discerni-los tanto da pressão baixa como de outras doenças, faz muita diferença para uma possível solução. Em alguns casos, até mesmo salvar vidas!

Vamos começar pelo básico. Para identificar os sintomas de pressão alta, primeiro é preciso entender do que ela se trata, e os motivos para que elas surjam.

O que caracteriza a Pressão Alta?

Também conhecida como hipertensão, a pressão alta é na verdade uma condição clínica, ao contrário de uma doença como muitos pensam. Ela pode ser temporária, decorrência de questões psicológicas, como permanentes, devido a histórico familiar, outras doenças, ou casos mais únicos.

Esse quadro ocorre com maior frequência à partir dos 18 anos. Quando decorre antes disso, é necessário um tratamento ainda mais urgente, devido aos riscos imediatos que os jovens apresentam em uma fase de vida em que o organismo ainda está em desenvolvimento.

A hipertensão é caracterizada quando os valores de pressão arterial ultrapassam a média ideal de 140 x 90 mmHg (ou milímetro por mercúrio), ou como é conhecida pelo grande público, 14 x 9. Esses números são relacionados, respectivamente, às pressões sistólica e diastólica.

Enquanto a sistólica está relacionado a força com que o coração bombeia o sangue, e este pressiona as artérias, a diastólica mostra como está a pressão arterial do coração em repouso, entre uma batida e outra. Logo, quando temos hipertensão, significa que o coração tem mais dificuldade em bombear o sangue, o que aumenta a força necessária para bombear o sangue a todo corpo.

Cabe aqui um fator importante: apesar deste ser o valor ideal, um paciente não se encontra em risco imediato caso eles sejam um pouco maiores ou menores. Contudo, é necessário ainda mais cautela, pois podem apresentar propensão a ter pressão alta ou baixa.

A pressão alta, por si só, pode não matar, mas ela é o fator agravante para casos de infartos, derrames e insuficiência renal. Atualmente, os mais afetados pela hipertensão no Brasil entre as mulheres adultas, com homens acima dos 50 anos em segundo lugar.

Qual é a diferença da pressão alta e baixa?

Esse é um tópico comum para leigos, uma vez que alguns sintomas são similares, bem como as formas a se lidar em diagnósticos. Assim como a pressão alta é perigosa devido aos riscos de doenças, a pressão baixa acarreta em problemas similares. E muitas vezes, a confusão entre um e outro dificulta os cuidados, isso quando não se coloca o paciente em risco.

Caso você tenha um aparelho para medir a pressão, os valores de pressão baixa são 90 x 60 mmHg, ou 9 por 6, o que já deixa bem clara a diferença entre ela, a pressão alta, e os valores ideais, como também veremos adiante.

Quanto aos sintomas, eles são de certa forma diferentes, até opostos, entre um tipo e outro. Veja as diferenças a seguir, respectivamente para pressão alta e pressão baixa:

  • Zumbido nos ouvidos x boca seca;
  • Visão duplicada ou embaçada x visão turva
  • Dor na nuca x sonolência

A  lista pode ir um pouco mais além, mas para facilitar a identificação de uma pressão alta com baixa, pense nos seguintes cenários. A pressão baixa significa um bombeamento mais fraco do sangue. Logo, o corpo fica mais lento, e mais fraco. A pressão alta, por outro lado, significa um bombeamento mais difícil, forçando as artérias, causando uma sensação leve de inchaço.

Com isso em mente, fica mais fácil diferenciar ambos os tipos, e as ações de emergência que devem ser tomadas em cada ocasião.

Quais são os tipos de pressão alta?

Como dissemos antes, a hipertensão pode ser ser causada por diversos fatores. Quanto a esses fatores, explicaremos mais adiante, até para facilitar os tipos de prevenção a se tomar uma vez que cada caso opera de uma forma diferente.

Esses tipos são denominados de acordo com a gravidade da pressão alta, e estão divididos da seguinte maneira:

  • Hipertensos Grau I – Pressão entre 14 por 9 e 15 por 9. Devem regular um pouco mais a alimentação e outras atividades, mas ainda não são dependentes de medicamentos.
  • Hipertensos Grau II – Pressão maior ou igual a 16 por 10. Necessitam de tratamento médico, tanto com medicação como outros cuidados, com perigo de desenvolver outras doenças.
  • Hipertensos Grau III – Pressão 18 por 11. Estão à beira de sofrer algum outro tipo de problema, como um AVC ou Infarto, quando já não o sofrem. Devem ser encaminhados imediatamente a um hospital.
  • Normotensos – Pressão arterial dentro da média, sendo menor ou igual a 12 por 8.
  • Pré-Hipertensos – Pressão entre 12 por 8 e 13 por 9. Podem apresentar um risco moderado de pressão alta, que pode ser controlada com tratamentos e exercícios simples.

Quais os sintomas de pressão alta e baixa?

Além dos sintomas mencionados anteriormente, quando comparados a pressão baixa, a pressão alta possui os seguintes sintomas. Alguns são mais generalizados, cuja frequência deve ser averiguada para que não acarrete em casos mais graves. Outros, por sua vez, são mais evidentes, e pedem por ações imediatas.

Para facilitar a identificação, vamos separar esses sintomas em dois grandes grupos: gerais e específicos.

Sintomas gerais:

  • Cansaço
  • Tontura
  • Náuseas
  • Vômitos

Sintomas Específicos:

Separar os tipos de sintomas permitem que os pacientes possam ter mais precisão no quadro antes de ir a um médico. Além disso, no caso dos sintomas gerais, é importante que sejam avaliadas as frequências, pois podem se tratar de outras doenças, ou ao menos distúrbios simples, que ao serem confundidos com pressão alta, geram outros problemas graves.

Para ambos os casos de identificação, sempre procure um clínico geral ou cardiologista, que irão diagnosticar esses distúrbios, ou qualquer outro caso do tipo, com maior precisão.

Quais são as causas da pressão alta?

Como mencionado antes, as causas da pressão alta podem variar tanto por fatores externos, os quais explicaremos adiante, como fatores internos, advindos de gerações anteriores ou falta de cuidado com o corpo.

Em qualquer uma delas, o resultado é o mesmo. Por conta do endurecimento e maior resistência dos vasos, o coração acaba por fazer mais força para bombear o sangue, dificultando sua circulação e provocando efeitos adversos.

Vejamos como elas se caracterizam, isto é, os seus fatores de risco, principalmente para saber quais as melhores decisões de tratamentos a se tomar, e mais ainda quando identificar os sintomas de pressão alta.

1) Genética

É a responsável pela maior parte dos casos. Ela pode se manifestar naturalmente mesmo em pessoas saudáveis à partir de uma certa idade, tal como outras questões relacionadas à hereditariedade, como a calvície, por exemplo. Ao manter uma boa saúde, essa predisposição é melhor controlada.

2) Obesidade

Uma das principais consequências da obesidade, quando não a primeira antes mesmo de atingir a esse ponto, é o aumento da pressão arterial. Somada a outros fatores ligados a obesidade, como o sedentarismo e o excesso de gordura, ela pode aumentar o risco de outros quadros graves de saúde.

3) Diabetes

Também está relacionada diretamente a pressão alta. Com os níveis de insulina irregulares, o açúcar em excesso acaba por dificultar a circulação sanguínea, o que diretamente contribuir para o aumento da pressão arterial. Os tratamentos para estes casos são fundamentais, para evitar uma consequência tão direta quanto a hipertensão.

4) Consumo de sal acima do ideal

Depois dos fatores genéticos e a faixa etária, essa é outra das causas mais comuns para o aumento de pressão. O motivo é similar ao diabetes: enquanto a falta de insulina contribui para o aumento do açúcar no sangue, o sal em excesso, ou melhor, os níveis de sódio, aumentam o volume do sangue. E com ele mais “grosso”, devido a retenção maior de líquido, torna-se mais difícil de circular.

5) Excesso de Gordura no sangue

Está relacionado a outros vários fatores vistos aqui, como o consumo excessivo de sódio, açúcar, sedentarismo e obesidade. Quando consumimos alimentos com muita gordura saturada, que são aquelas encontradas em origem animal, o colesterol ruim vai direto para as artérias, obstruindo a passagem do sangue. À longo prazo, elas podem travar totalmente a circulação, o que acarreta em casos gravíssimo de pressão alta.

6) Sedentarismo

É uma causa gerado a médio e longo prazo. O sedentarismo é a completamente falta de exercícios e atividades físicas que estimulem o sistema circulatório, ou ao menos o metabolismo do corpo. O resultado é, além de dificuldades na concentração e até mesmo no sono, está a hipertensão. De todas as causas, é uma das mais simples de ser resolvida, embora envolva mais esforço.

7) Hipertensão de avental branco

É uma condição única e momentânea, mas que ainda assim gera mal estar. É caracterizada por crises de ansiedade, especificamente em consultórios médicos e hospitais, e costuma ocorrer apenas com pessoas predispostas a terem pressão alta. O tratamento está mais relacionado a ansiedade em si do que a hipertensão, mas é passível de ser trabalhada.

Quais os ambientes propícios a desenvolver a pressão alta?

Por falar em ambientes, um dos fatores determinantes para os problemas de pressão alta são justamente os locais em que os enfermos se encontram, seja no aspecto físico ou psicológico. Ao se atentar com os sintomas de pressão alta, a primeira coisa a perceber é o ambiente em que se encontram. a influência dele é perceptível.

Por padrão, todo ambiente estressante é propício ao desenvolvimento de hipertensão. Ele pode ser tanto um ambiente familiar, como profissional, em que as dificuldades e cobranças geradas pelo local podem gerar, como consequência, crises moderadas e severas de ansiedade, e por consequência a pressão alta, quando expostas a estes locais por muito tempo.

Mas esses não são os únicos exemplos. Existem locais cujas cobranças não são excessivas ou pesadas, porém as sutilezas, gradativamente, podem aumentar as chances de uma hipertensão. O exemplo mais evidente são locais em que uma alimentação pobre em nutrientes é incentivado.

Gravidez e Pressão Alta: o que eles têm em comum?

Seja por predisposição, ou por algum agravante durante o período de gestação, a pressão alta na gravidez envolve um sério risco para a mãe e para o bebê. Durante os meses iniciais de crescimento do bebê, é de suma importância que as mães busquem um direcionamento alimentar e de exercícios, para evitar os riscos trazidos nos estágios mais avançados.

Com a dificuldade de bombeamento do sangue, a placenta é uma das áreas mais prejudicadas no processo, diminuindo os níveis de oxigênio para o bebê, e que leva tanto ao risco do pequeno desenvolver problemas no nascimento, ou mesmo levá-lo a morte.

Para as gestantes, o risco se dá pelo desenvolvimento de eclâmpsia, isto é, o risco de convulsões durante o parto. Por isso é importante não apenas mudar os hábitos alimentares, como toda a rotina durante o período de gravidez, para evitar riscos desnecessários.

O que fazer quando tiver pressão alta?

A pressão alta tem consequências gravíssimas ao corpo. Para deixar claro seus riscos, vamos listar a seguir os tipos de doenças e problemas que podem ser causados quando os índices acima da média não são devidamente controlados.

  • Acidente Vascular Cerebral, tanto hemorrágico como isquêmico
  • Aneurismas
  • Arteriosclerose
  • Cegueira
  • Demência, devido aos micro infartos cerebrais
  • Infarto
  • Insuficiência Cardíaca
  • Insuficiência Renal Crônica

Muitas vezes, esses riscos não são levados a sério, ou não se possui um incentivo real para controlar os sintomas de pressão alta e buscar uma vida mais saudável. Mas existem saídas práticas tanto para prevenir como controlar a pressão alta. O segredo está na moderação de opções alimentares, hábitos simples no dia a dia, e buscar o apoio médico constante, para ter um controle da pressão arterial.

Para tanto, vamos começar com algumas perguntas simples.

Como identificar os sintomas de pressão alta?

Existem procedimentos médicos utilizados para a identificação da hipertensão, e possivelmente as causas dela. Além dos exames básicos durante a triagem clínica, são realizados os seguintes procedimentos médicos:

  • MAPA – sigla para Monitorização Ambulatorial de Pressão Arterial. É feito dentro de um ambiente hospitalar, em que o paciente fica com um aparelho para medição de pressão durante 24 horas, para determinar exatamente os fatores que levam a pressão alta.
  • MRPA – sigla para Monitorização Residencial de Pressão Arterial que nada mais é do que medir os níveis de pressão em casa.

Quanto ao método caseiro, siga os seguintes passos, uma vez que tenha apresentado alguns dos sintomas de pressão alta já mencionados acima.

  1. Sente-se, e fique em repouso por no mínimo 2 minutos;
  2. Evite medir em casos de ansiedade, bexiga cheia, ou com algum tipo de dor, para não alterar os resultados;
  3. Coloque o braço na altura do coração, e apoiado em alguma superfície;
  4. Coloque o aparelho de medição de pressão, sem apertar ou folgar demais. Deixe confortável no braço;
  5. Durante o período de medição, não fale. Meça duas vezes, com um intervalo de 5 minutos entre uma e outra, para ter certeza do resultado.

Alguns utilizam aplicativos para medir a pressão arterial através de toques com o dedo, medindo a sensibilidade do toque. Apesar de populares, estas são medidas que ainda carecem de pesquisas mais aprofundadas. Portanto, utilize apenas para ter uma noção, mas sem levar o resultado ao pé da letra.

Como baixar a pressão alta?

Agora que você sabe as causas, os sintomas, e até mesmo como identificar, pode ser um pouco preocupante lidar com a hipertensão, não é mesmo? Com tantas rotas para desenvolver o quadro, é relativamente preocupante que não haja algum tipo de consentimento geral quanto às medidas preventivas.

Mas isso é um assunto para outra ocasião. Aqui, vamos buscar meios mais simples de lidar com a pressão alta, seja para os sintomas mais graves, como para os sintomas mais simples e generalizados, de certa forma.

A) Como baixar a pressão alta no sintomas graves e imediatos?

Subdivididos em emergência hipertensiva, e urgência hipertensiva. são respectivamente, casos em que é preciso e não é preciso levar o paciente a um hospital. Em ambos, contudo, são necessários medicamentos que ajudem a diminuir a pressão arterial, para que seja possível realizar os tratamentos adequados.

Na emergência hipertensiva, os sintomas são claros, específicos e graves, como os mencionados acima. Para estes casos, devem ser encaminhados ao hospital o quanto antes, para que seus quadros sejam estabilizados. Já na urgência hipertensiva, causada por sintomas mais leves e descompensações, o paciente pode ser tratado em casa, ficando em repouso.

B) Como baixar a pressão alta no sintomas mais leves?

Caso o paciente apresente um dos sintomas de pressão alta moderada, o ideal é buscar por soluções que ajudem a estabilizar o quadro. Por exemplo, para casos de pressão alta por ansiedade, controlar os sintomas da ansiedade pode ser mais viável, como exercícios de respiração, por exemplo.

Quanto a outras causas, como vindas de sedentarismo ou de uma má alimentação, temos algumas outras soluções a seguir.

Como prevenir a hipertensão?

Independente de quadros anteriores, ou de um desenvolvimento por atitudes atuais, existem uma série de atividades e práticas que ajudam a diminuir e até mesmo evitar a hipertensão. Ao final, você vai perceber que tudo não passa de atividades simples para tornar no dia a dia, como qualquer outra para uma saúde adequada.

Vamos a elas.

  • Diminua o uso de sal na cozinha. Com uma quantidade mínima, somado a outros temperos, facilitam a prevenção;
  • Pratique atividades físicas com frequência. Estimular tanto o metabolismo como a própria circulação sanguínea ajuda a manter os níveis de pressão arterial nivelados.
  • Ria mais. Ou melhor, aprecie mais momentos felizes. A liberação de serotonina traz, entre outros benefícios, uma melhor circulação sanguínea. Além de reduzir os níveis de ansiedade.
  • Diminuir ou parar hábitos como o tabagismo e o alcoolismo. Estes, por interferirem diretamente na circulação sanguínea aumentam os níveis de pressão arterial.
  • Evite ou diminua alimentos com altos índices de gorduras. Frituras, carnes mal-passadas, e outros alimentos que dificultam a circulação não precisam ser base da alimentação diária.

Remédios caseiros para lidar com a pressão alta

Sintomas de Pressão Alta: Como Identificar?

A melhor maneira de lidar com a pressão alta diretamente, além dos hábitos recomendados acima, é através de líquidos. Aqueles com altas propriedades diuréticas ajudam a eliminar quaisquer resíduos nas artérias, além de facilitar o circulação sanguínea e o transporte de nutrientes.

Aqui vão excelentes indicações de remédios caseiros que podem ajudar a diminuir os altos índices de pressão arterial no organismo.

  • Limonada – Com uma boa quantidade de vitamina C, é uma das soluções mais simples para lidar com a pressão alta, já que também é um forte diurético.
  • Água de coco – É o melhor diurético entre as opções disponíveis aqui, e ainda pode ser combinada com o limão. A água de coco também ajuda a repor nutrientes perdidos com atividades físicas, sendo um complemento interessante após as mesmas;
  • Chá de gengibre – Uma infusão de gengibre, combinada com mel e umas gotas de limão, tem funções tanto diuréticas como energéticas, acelerando o metabolismo.
  • Suco de Laranja Lima – Esse tipo específico de laranja auxilia diretamente no controle de pressão arterial, mais até do que o limão. Alternar entre ambas faz toda a diferença para uma alimentação saudável.
  • Alho

Saber e controlar os sintomas de pressão alta facilita a buscar uma vida saudável  Ao mudar gradativamente os hábitos de saúde, e ao mesmo tempo buscar por soluções em casos já diagnosticados, você estende sua vida de forma saudável, e garante um futuro mais tranquilo para você e suas gerações posteriores. Não deixe de cuidar bem da saúde, e até a próxima!

Como Saber Se Estou Com Falta de Vitamina D?

Existem muitas doenças graves de saúde causados pela falta de Vitamina D. E por incrível que pareça, muitas vezes ela é sequer mencionada pelo grande público, quando se trata de buscar uma saúde mais adequada.

Mas o que a falta de um componente tão importante ao organismo pode causar? E tão importante quanto, é como descobrir se há de fato falta de vitamina D no organismo. Essas questões são relativamente simples de encontrar uma resposta. O que pode pegar muitos de surpresa, contudo, são os meios de adquirir a vitamina.

Vamos começar pelo mais importante nesse momento. Saber do que se trata a Vitamina D, bem como suas fontes mais importantes, facilitará tanto o entendimento como saber se ela está em falta no seu corpo.

1) O Que é Vitamina D?

A Vitamina D é um componente vital para a absorção de nutrientes para o organismo. Entre eles, o principal é o cálcio, regulando todas as atividades do corpo relacionadas a ele. Também conhecido como calciferol, ela possui subgrupos tais como as vitaminas do complexo B, de compostos que podem ser solúveis em lipídios.

Esse grupo contém as vitaminas D1, D2, D3, D4 e D5. E aqui que podemos perceber o quanto elas se fazem necessárias em nosso corpo. Cada uma destas variações ajudam em processos metabólicos e de regulação das atividades do nosso organismo.

Veja a seguir algumas de suas principais características:

  • Facilitar a captação de cálcio e fósforo no organismo
  • Fortalecer os sistemas muscular, ósseo e imunológico;
  • Prevenção de Câncer
  • Retarda o envelhecimento da pele
  • Promove o metabolismo, principalmente para o sistema cardiovascular
  • Previne quadros de câncer, doenças no sistema cardiovascular, e esclerose.

Com tantos benefícios, como ainda é possível que não hajam maiores iniciativas para adquiri-la, visto que a Vitamina D não é produzida diretamente pelo corpo? Existe tanto uma falta de informações mais claras de suas fontes, como as próprias formas de “despertá-la”.

As aspas acima se devem ao fato de, embora não tenhamos naturalmente, é possível incentivar uma produção e absorção mais efetiva da Vitamina D através de dois subgrupos específicos, a Vitamina D2 e a Vitamina D3, respectivamente ergocalciferol e colecalciferol. Mais adiante, mostraremos algumas opções de alimentos que possam ajudar em sua potencialização, e consequentemente no aumento de consumo na Vitamina D como um todo.

2) Superdosagem de Vitamina D. O que acontece?

Estes casos são muito raros com relação a Vitamina D. Como a armazenagem e o uso do nutriente é bem dinâmico no organismo, gastando o que precisa de forma controlada, as únicas situações em que ocorrem a superdosagem da vitamina se dão pelo seu consumo direto, com cápsulas de suplemento.

Por isso é tão importante que este tipo específico de consumo seja feito apenas com prescrição médica. Até pelo fato existirem fontes mais saudáveis e práticas do que utilizar suplementação direta e sem prescrição.

Estes são os sintomas mais evidentes de superdosagem por vitamina D.

Ao identificar a superdosagem, procure imediatamente um médico, para amenizar os sintomas mais grave, e seguir as indicações de acordo. Os mais indicados, além de um clínico geral, são nutricionistas ou endocrinologistas, para garantir que os cuidados e as indicações sejam as mais diretas e de acordo com a necessidade do momento.

3) Consequências da Falta de Vitamina D

Assim como o excesso pode causar problemas expressivos, a falta de Vitamina D também pode causar muitos problemas ao organismo. E ela pode ser tanto ser pela deficiência na absorção da mesma, como a falta de consumo de suas fontes.

Essas consequências se refletem tanto em pequenos distúrbios no organismo, como o aumento nas possibilidades de algumas doenças moderadas a gravíssimas. Comecemos pelos problemas mais evidentes, e então para os casos mais graves.

3.1) Falta de vitamina d engorda? E quanto queda de cabelo?

Respondendo ambas as perguntas: sim e não. Ou melhor, a falta de Vitamina D não aumenta o peso diretamente ou causa a queda de cabelo, mas sim pela falta de outros nutrientes de igual importância, dificultando a manutenção do corpo. E como as vitaminas desse grupo funcionam como catalisadores e potencializadores, essas são as consequências mais evidentes.

Ambos os quadros podem ser facilmente resolvidos com uma boa dieta com base na Vitamina D. Ou, para sermos mais específicos, melhor trabalhados à partir da Vitamina D. Caso ela esteja com algum tipo de déficit, os outros nutrientes terão mais dificuldade para serem absorvidos, o que torna o processo mais lento.

Vejamos alguns quadros reais de doenças que podem ser diagnosticadas devido a ausência de vitamina D no seu dia a dia.

3.2) A falta de vitamina D enlouquece?

Indiretamente sim. Na verdade, a falta de vitamina D, sobretudo em idades mais avançadas, aumenta os riscos de demências e distúrbios psicológicos generalizados. Como a vitamina é uma das bases para manutenção e cuidados do corpo em todos os seus níveis, a sua falta pode ser sentida de maneira ainda mais pesada no organismo ao longo do tempo.

4) Como identificar se o corpo está com falta de Vitamina D?

As doenças mencionadas acima são alguns dos sintomas mais evidentes, e mais avançados, de falta de Vitamina D no organismo. Mas existem alguns outros, mais brandos, que podem facilitar essa identificação, ou ao menos se encaminhar para exames específicos que comprovem tal ausência, seja dela ou de outros nutrientes.

Vejamos em detalhes quais são os sinais que podem alertar a diminuição de Vitamina D:

  • Redução nos níveis de cálcio e fósforo no sangue – identificável através de exames de sangues específicos. Antes disso, o paciente sofre de uma fraqueza corporal generalizada.
  • Fadiga – é uma consequência tanto de problemas de sedentarismo, como a diminuição de vitamina D. Para o segundo caso, o corpo pode ficar cansado mais facilmente mesmo com atividades físicas constantes, de qualquer natureza.
  • Enfraquecimento dos ossos – este é o sintoma que antecede os problemas ósseos relacionados a falta de Vitamina D. Com os ossos enfraquecidos, o risco de acidentes leves e moderados causarem luxações, ou mesmo fraturas, é mais evidente, sobretudo em idosos.
  • Dificuldade de cicatrização –  a vitamina D desempenha importante papel para combater infecções e inflamações.
  • Queda de cabelo 
  • Distúrbios psicológicos (Depressão)
  • Dores musculares

Estes são os sintomas que podem abrir a possibilidade. Contudo, para certificar-se que está mesmo com problemas relacionados a essa diminuição do nutriente, é necessário um exame de sangue específico para esse fim, o 25(OH)D, que vai calcular os níveis de vitamina D no sangue de acordo com uma tabela já bem definida.

Os valores médios podem ser conferidos a seguir.

  • Crianças pequenas (até 1 ano): 10 mcg
  • Crianças maiores de 1 ano: 15 mcg
  • Idosos acima de 70 anos: 20 mcg
  • Gestantes: 15 mcg

Para jovens adultos, e adultos de meia idade, o valor ideal é de 30 mcg. Menos do que 20 na fase adulta implica em uma deficiência grave, enquanto uma média de 21 a 29 mcg indicam uma deficiência moderada. São à partir dessas informações que os médicos vão indicar suplementos ou não, ou mesmo os tipos de vitamina D  serem captados com mais necessidade.

Um médico geral é o responsável por esses exames, a serem encaminhados por profissionais mais específicos de saúde, como um nutricionista, por exemplo, em casos mais graves.

5) Quais são as outras doenças causadas pela falta de vitamina d?

Os problemas mais básicos que a falta de Vitamina D pode causar ao corpo estão no sistema ósseo. Casos de osteoporose, raquitismo e osteomalácia, são os mais frequentes. O raquitismo, especialmente, costuma vir nos primeiros meses de vida das crianças, o que pede uma prevenção adequada das mamães durante o período de gestação.

Dito isso, vejamos algumas doenças que podem aumentar o risco devido a falta de Vitamina D diariamente.

  • Diabetes
  • Esclerose Múltipla
  • Obesidade
  • Lúpus
  • Artrite Reumatoide
  • Asma
  • Depressão
  • Fraqueza Muscular
  • Esquizofrenia

Cabe ressaltar que estas são apenas algumas das doenças. Uma vez que a Vitamina D possui essas propriedades catalisadoras ao organismo, facilitando a absorção de nutrientes, outros problemas podem ser causados indiretamente por essa deficiência.

Por exemplo, a falta de Vitamina D na adolescência é um dos fatores determinantes para casos de depressão, enquanto os riscos de esquizofrenia podem ocorrer ainda na infância, quando o bebê não recebeu a fonte necessária do nutriente.

E com a baixa no sistema imunológico, existem chances mais evidentes de desenvolver distúrbios como a asma, lúpus e crises alérgicas generalizadas. É muito importante ficar atento quanto aos riscos que estas doenças causam, pois mesmo um tratamento bem direcionado não repõe diretamente as fontes de Vitamina D.

Mas para que isso seja possível, primeiro é preciso identificar como o corpo está em falta com a Vitamina D ou não.

 

6) Maneiras simples de Repor Vitamina D

Tanto uma alimentação adequada como suplementação e a exposição constante ao sol, são as melhores maneiras de repor vitamina D. O sol, especialmente, é uma das fontes mais simples e diretas. Não é à toa que, quem pega sol com frequência e de forma segura, dificilmente desenvolve problemas relacionados a falta dessa vitamina.

Quanto à suplementação, ela é mais indicada por médicos para pessoas que estão quadros graves de deficiência na vitamina. Elas estão disponíveis em farmácias e drogarias, com uso exclusivamente oral, podendo ser combinada a outras vitaminas.

Por fim, uma alimentação com base em oleaginosas e peixes pode ser a solução para repor a Vitamina D em casos de deficiências leves e moderadas, e completar o tratamento já iniciado pela exposição ao sol.

Aqui, é interessante combinar esses alimentos a outros cujas fontes sejam de nutrientes que potencializam as atividades relativas do organismo, visando uma manutenção completa do corpo.

Para tanto, oferecemos a seguir uma lista completa de alimentos que podem ajudá=la a repor tal vitamina, tanto separada em seus subgrupos mais importantes, como algumas combinações com outros alimentos a serem complementados.

7) As Fontes alimentares de Vitamina D

Como Saber Se Estou Com Falta de Vitamina D?

Como mencionamos antes, existem dois subgrupos de grande importância dentro da Vitamina D que podem ajudar e muito na reposição de todo o grupo em casos de deficiência da vitamina D: a D2 e a D3. A maior parte dos alimentos que os contém, também possuem todos os demais nutrientes da categoria; o que vai diferenciar um do outro é q quantidade mais expressiva de um em relação ao outro.

Com isso em mente, vejamos em detalhes quais alimentos cabe a sua necessidade para sanar essa dificuldade tão pertinente do corpo.

7.1) Vitamina D2

A Vitamina D2 é encontrada com mais facilidade em plantas e animais. Na verdade, nosso corpo não a produz naturalmente, logo essas fontes são necessárias para que possamos ter a melhor reposição de Vitamina D no corpo.

As fontes mais comuns são:

  • Ovos (quantidade: 1,1 mcg  por gema) – Para sermos mais precisos, a gema do ovo. É nela que está a maior quantidade de Vitamina D2, além de prevenir contra alguns tipos de câncer e reduzir os níveis de colesterol. Usá-los em gemadas, ou cozido, é uma ótima forma de manter os nutrientes.
  • Pão (quantidade: 2,24 mcg para cada 100 g) – Existe um tipo bem específico de pão que oferece a Vitamina D necessária para o corpo. O pão de alho caseiro, ou daqueles feitos de maneira artesanal, reúnem uma quantidade expressiva de Vitamina D, o que o torna uma opção interessante não apenas para repor a vitamina, como para incrementar o café da manhã.
  • Leite (quantidade:  0,025 mcg para cada 100 g; 0,749 no leite materno) – O leite não é só uma boa fonte de vitamina D2, como também é uma ótima fonte de cálcio, o que faz dele uma ótima opção para cuidar do corpo como um todo. O ideal é buscar por leites integrais, mais concentrados, que não sejam com embalagens UHT, o que garante mais absorção de nutrientes
  • Cereais (quantidade: média de 1,749 mcg para cada 100 g) – Os cereais englobam uma categoria vasta, com a aveia, o milho branco, e o sucrilhos como as principais fontes de Vitamina D. Uma combinação potente, tanto para a vitamina em questão como para nutrientes relacionados, é combinar os cereais no café da manhã com banana e leite, fazendo dela uma combinação incrível.
  • Sardinha (quantidade: 4,8 mcg para cada 100 g) – Os peixes, depois da própria exposição solar, é uma das fontes mais ricas de Vitamina D. Para manter o máximo do nutriente, as melhores formas de consumo dela está nos sanduíches, saladas, farofas, e quaisquer consumos frescos. Ela pode ser potencializada com o limão.
  • Atum (quantidade: 6,7 mcg para cada 100 g) –  O atum, em sua forma mais natural, é uma fonte ainda mais saborosa e rica de Vitamina D. Sua posta, quando bem preparada, retém a maior do nutriente. Fazê-la cozida, ou apenas selada na chapa, é um bom meio de manter suas propriedades enquanto aprecia uma ótima iguaria. Reserve para períodos bem específicos do mês, ou para tratamentos mais urgentes, já que seus custos, ainda frescos, são bem altos.
  • Salmão (quantidade: 13,1 mcg para cada 100 g) – De todos os peixes mencionados aqui, o Salmão sem dúvidas é a maior fonte de Vitamina D2 presente. É seu preparo é ainda mais delicado em comparação a sardinha e o atum para manter os nutrientes, e claro, ficar bem saborosos.

Para repor vitamina D com ela, uma das melhores formas é fazê-lo cozido, de preferência em fornos. O sushi, embora muito popular, tem um processo mais cirúrgico e complexo para manter a qualidade sem ficar perigoso ao consumir.

7.2) Vitamina D3

É produzida em uma quantidade muito pequena no organismo. Mas aqui, ela ganha seu principal catalisador no sol. Quando expomos a pele à luz solar, é a vitamina D3 que mais absorvemos e utilizamos no organismo. Não é a toa que ela costuma ser indicada para os casos de resfriados e doenças que necessitam de um reforço no sistema imunológico.

Basta um banho de sol, diariamente, entre 10 e 15 minutos, para que os efeitos sejam imediatos. Como o corpo não retém além do necessário, o tempo exposto é suficiente tanto para cuidar da saúde, como evitar os riscos de queimaduras solares, dependendo da temperatura em questão.

E para estes casos, não passe protetor solar. Embora eles sejam alternativas viáveis para se proteger em dias muito quentes, os protetores acabam por justamente diminuir a penetração dos raios ultravioletas no corpo, impedindo a absorção da vitamina. Para os dias em que o sol estiver muito forte, o ideal é diminuir o tempo de exposição, para causar os mesmos efeitos positivos.

Outras fontes animais e vegetais de Vitamina D3 estão disponíveis a seguir.

  • Ostras (quantidade: 20,2 mcg a cada 100 g) – Frutos do mar em geral são fontes excelentes de Vitamina D para serem adicionadas ao tratamento. As ostras, especialmente, guardam uma boa quantidade da D3, e são bem fáceis de conseguir em regiões litorâneas. Contudo, devido a pouca constância nos preparos, e por carregarem uma quantidade de gordura expressiva, seu uso deve ser alternado.-
  • Bife de Fígado (quantidade: 0,8 mcg a cada 100 g) – É uma peça pouco popular entre o grande público, mas trata-se de uma das melhores fontes bovinas de proteínas, e de vitamina D, sendo uma opção bem acessível e prática para adquirir os nutrientes com uma boa frequência. Faça-os sempre grelhados ou cozidos, para manter uma boa quantidade de gordura.
  • Óleo de Fígado de Bacalhau (quantidade: 250 mcg a cada 100 g) – Sim, essa é a fonte mais rica de vitamina D existente no mercado. Para quem precisa de uma reposição urgente, e não quer buscar por suplementos alimentares, é uma ótima opção para acrescentar na dieta. Uma cápsula do óleo, junto a um copo d’água, é suficiente para suprir suas necessidades nutricionais com a Vitamina D.

7.3) Outras fontes ricas de Vitamina D

Os alimentos a seguir são um complemento na alimentação para suprir a falta de Vitamina D no corpo. Na verdade, elas podem a sua base na reposição desse nutriente, aliado a exposição diária ao sol. Varie de acordo com suas preferências, e obviamente, com o déficit de Vitamina D.

  • Iogurte (quantidade: 0,1 mcg para cada 100 g) – servindo tanto como base para outras receitas, seja para o consumo direto, o iogurte é uma fonte não só de cálcio e da própria vitamina D, como também é uma ótima forma para manter o sistema digestivo em dia, o que por consequência melhora a absorção de nutrientes.
  • Manteiga (quantidade: 1,5 mcg para cada 100 g) – a manteiga, geralmente, é um complemento para outros pratos, como o conhecido pão na chapa. E embora essa característica auxiliar continue sendo a ideal para o consumo, esquentá-la ou derretê-la não vai prover a vitamina. Use-a in natura para conseguir seu nutriente..
  • Queijo Cheddar (quantidade: 0,6 mcg para cada 100 g) – suas versões muito industrializadas acabam não possuindo uma quantidade expressiva de vitamina D. Logo, buscar pelo queijo cheddar mais natural possível lhe dará toda a quantidade de vitamina D que precisa dele. Além de ser um ótimo acompanhamento para o café da manhã, também faz muita diferença no preparo de carnes e peixes.
  • Cogumelos brancos (quantidade: 0,17 mcg para cada 100 g) – os cogumelos são ótimas fontes de fibras para o organismo, o que já é um forte aliado para controlar tanto os níveis de gordura, como a sensação de saciedade. Com uma quantidade relativamente singela de vitamina D, ele pode ser um bom acompanhamento para jantares e almoços, desde que sejam cozidos ou salteados. Além do cogumelo branco, o shimeji, o champignion, e o shitake, são boas alternativas.

Como é possível perceber, a falta de vitamina D pode ser tanto bem identificada, como bem suprida com todos os nutrientes disponíveis na natureza. Mesmo o sol pode ser a melhor fonte de vitamina D possível para quem deseja cuidar bem da saúde. Então não deixe um componente tão importante para o corpo de lado, e até a próxima.

10 Benefícios Incríveis do Mamão para a Saúde 

Nutricionistas e nutrólogos estão sempre preparados para indiciar o mamão para seus pacientes, isso porque a fruta é muito conhecida por seus benefícios a saúde e por isso é sempre recomendada em casos de dietas especificas e para pacientes com doenças crônicas.

Um dos benefícios do mamão é o de que a fruta ajuda a tratar de doenças como artrite, além de fazer bem para o coração e para a pele.

Confira Abaixo os 10 Benefícios Incríveis do Mamão para a Saúde:

10 Benefícios Incríveis do Mamão para a Saúde 

1) Protege contra doenças cardíacas

Estudos sugerem que o consumo do mamão pode prevenir a doença cardíaca e  ainda o diabetes. Além disso, eles são uma excelente fonte de vitaminas A, C e E, todos eles antioxidantes que fazem bem para o coração. Esses nutrientes ajudam a prevenir a oxidação do colesterol, uma das principais causas de ataques cardíacos e derrames.

2) Melhora a digestão

O mamão tem muitas enzimas digestivas que ajudam no processo natural de digestão. A alta quantidade dessas enzimas ajudam a quebrar as fibras proteicas mais duras, tornando o processo de digestão ainda mais rápido.

A presença de água e fibra solúvel na futa também auxilia no processo da digestão e ajuda a prevenir a constipação. Ainda pelo fato da presença de folato, beta-caroteno e vitaminas C e E, os mamões podem ajudar a reduzir o risco de câncer de cólon.

3) Protege a visão

Um estudo publicado no Archives of Ophthalmology comprovou que  comer três ou mais porções de mamão por dia pode ajudar a reduzir em 36% o risco de degeneração macular relacionada à idade. Essa degeneração é a principal causa de perda de visão em adultos mais velhos.

Além disso, o mamão pode ser considerado bom para a visão devido  à presença de vitaminas antioxidantes A, C e E. Ele também contém carotenóides, luteína e zeaxantina que protegem contra a luz azul que pode danificar a retina. Essas vitaminas também protegem contra o desenvolvimento de catarata, glaucoma e algumas outras doenças oculares.

4) Ajuda a tratar a artrite

O mamão possui inúmeras enzimas anti-inflamatórias que  podem ajudam a aliviar as dores musculares causadas pela artrite. As suas duas principais enzimas (papaína e a quimopapaína) reduzem a inflamação, um dos principais sintomas da artrite. Outras vitaminas que podem ajudar na redução das dores são as vitaminas A, C e E e beta-caroteno.

Estudos do Annals of the Rheumatic Diseases comporvou que pessoas que não consomem mamão regularmente têm mais chances de desenvolverem artrite do que aquelas que sempre colocam a fruta no cardápio.

5) Nutre o cabelo

Um outro benefício do mamão é que a fruta também ajuda na saúde do seu cabelo. Cheio de minerais, vitaminas e enzimas, a ingestão do mamão ajuda o seu acabelo a crescer e fiar ainda mais forte. A nutrição das madeixas são consequência disso tudo e o que o mamão pode ajudar também é no aumento do volume e no controle de caspas.

Os benefícios para o cabelo podem ser obtidos se a fruta foi ingerida ou aplicada nos fios. Você também pode usar os extratos da folha da fruta como condicionar para dar brilho e deixar os cabelos com mais vida.

6) Ajuda na diminuição do colesterol

O mamão é sinônimo de fibra. Estudos dizem que quanto mais você comer alimentos com fibras menor será seu nível de colesterol no sangue. A vitamina lipossolúvel, presente no mamão, também ajuda na redução do colesterol. Outro componente da fruta que contribui é a grande quantidade de vitamina C, que impedem a oxidação do colesterol, diminuindo assim seus níveis.

 7) Ajuda a cuidar da pele

Comendo o mamão todos os dias, você pode ficar sempre com a pele mais jovem e com brilho. O mamão possui a papaína uma enzima que faz com que a fruta ajude o organismo no combate ao envelhecimento da pele e sua reparação. Os processos de cicatrização e a prevenção das rugas também são possíveis através da papaína, assim como a prevenção da acne.

Muitas pessoas usam máscaras de mamão justamente por conta do seu super efeito em peles acneicas. Para fazer as máscaras por conta própria é muito fácil !  Para fazer, pegue um mamão e corte em pedaços pequenos. Adicione uma colher de mel e meia colher de sopa de limão. Depois misture bem e aplique a pasta no seu rosto. Remova depois de 15 minutos.

8) Previne o câncer

Os antioxidantes presentes no mamão podem prevenir inúmeras doenças, entre elas o câncer. Além da prevenção, a papaína pode reduzir os efeitos colaterais causados pelos tratamentos de câncer. O mamão também melhora o sistema imunológico e contém vitaminas e nutrientes extremamente saudáveis para dar mais força aos pacientes com câncer e prevenir da doença, como beta-caroteno, vitamina A, E, K.

9) Acelera a perda de peso

Consumir mamão pode emagrecer. A fruta, que é rica em fibras irá queimar as gorduras mais rapidamente e assim fazer com que você perda peso. É claro que só o consumo da fruta não adianta se seu objetivo é perder muitos quilos, além de uma alimentação balanceada você deve praticar exercícios e não exagerar nas besteiras.

10) Auxilia na saúde da mulher

As mulheres costumam sentir dores musculares quando estão no período da menstruação. O mamão pode ajudar a aliviar essas dores, principalmente intestinais, devido as fibras e nutrientes. As folhas da fruta também são bastante benéficas.

A dica aqui é aquecer um pote de água com folhas de mamão e colocar um pouco de sal. Espere esfriar por 15 minutos e beba esse líquido. Isso poderá reduzir todos as dores durante a menstruação.

Como Fazer Óleo de Coco Caseiro?

Nos dias atuais o óleo de coco caseiro vem se tornando um dos queridinhos da mulherada quando o assunto é saúde e cuidado com a beleza. Isso porque a substância é ótima para quem quer emagrecer e ainda promove benefícios para aspectos externos do indivíduo, como no caso do nosso cabelo, por exemplo. Se for contar os benefícios que esse óleo proporciona, sem dúvida perderemos a conta, visto que a gama de variedades é bem vasta. E você pode tanto consumi-lo, como utilizá-lo diretamente na pele ou nos fios capilares.

Para quem procura desfrutar das vantagens do óleo de coco caseiro, precisa se lembrar que a melhor versão do óleo é o extra virgem produzindo de forma prensada e fria. E ainda melhor se o óleo for orgânico, pois dá para aproveitar ao máximo as suas propriedades naturais.

Nos casos das pessoas que deseja consumir o produto com o intuito de melhorar a saúde, é extremamente importante associar esse consumo com uma dieta equilibrada e exercícios físicos regulares. Se você aderir o óleo de coco em sua dieta, mas comer de tudo que fizer mal à saúde, seus efeitos benéficos consequentemente não produzirão efeito nenhum em seu organismo, por isso é fundamental ter cuidado e saber utilizar o óleo como seu aliado e não inimigo.

A seguir iremos destacar as principais vantagens de se utilizar o óleo de coco. Com certeza, a partir de hoje você irá se apaixonar por ele e passará a inseri-lo na sua rotina diária.

OS BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO CASEIRO:

Como Fazer Óleo de Coco Caseiro?

1) Fortalecimento do sistema imunológico

Por se tratar de um alimento classificado como funcional, o óleo é constituído por uma cadeia média de triglicerídeos, que na medida em que entra em contato com o nosso estômago, acaba se transformando em uma monolaurina. Para quem não sabe, a monolaurina trata-se de um antibactericida, antifúngico e antiviral muito fortes, e que por isso são extremamente eficazes ao agir de forma direta na nossa imunidade.

Além disso, ele é constituído também por várias vitaminas do tipo hipossolúveis, das quais destacamos as vitaminas A, D, E e K. Tais vitaminas possuem a capacidade de promover o controle dos níveis de colesterol, aumentar os níveis de gordura boa e ainda diminuem os níveis de gordura ruim (LDL). É em vista disso que o óleo de coco também tem o efeito anti-inflamatório e o antitrombótico.

2) Combina com qualquer alimento

Geralmente, quem nunca consumiu o óleo imagina que ele dá um sabor semelhante ao coco nos alimentos, mas isso é mito. O sabor do óleo de coco caseiro é completamente neutro e por isso, preparar qualquer tipo de alimento com ele não irá alterar o seu sabor, muito pelo contrário, irá deixa-lo ainda mais apetitoso. A maioria dos nutricionistas recomendam usar o óleo na preparação de saladas, verduras, legumes, arroz e alimentos proteicos.

Se quiser consumi-lo puro, também é possível através de acompanhamento para saladas feitas com frutas, tipos variados de vitaminas, café e diversos outros alimentos. A grande vantagem do óleo de coco, é que com ele você pode ousar nas receitas saudáveis, pois visto que ele é bastante resistente à temperaturas altas, você pode criar vários tipos de receitas utilizando-o, que as suas propriedades benéficas se manterão intactas.

3) Não existe nenhuma contraindicação para o uso

Claro que é muito importante pedir as recomendações de um profissional qualificado, antes de efetivamente inserir o óleo de coco em sua dieta, mas no geral ele não tem efeitos negativos que impeçam alguém de utilizá-lo, já que proporciona uma gama enorme de nutrientes que fazem muito bem à saúde. O que o profissional pode fazer mesmo é só orientá-lo com relação as melhoras formas de se consumir o óleo de coco e a quantidade recomendada para o seu caso.

4) Alternativa saudável

Por ser altamente nutritivo e suportar temperaturas altas, o ideal é que se cozinhe com o óleo de coco, por ser o mais saudável. Isso porque a maioria dos óleos, quando expostos à temperatura excessiva acabam se oxidando e consequentemente perdendo suas vitaminas e minerais, o que não ocorre com o óleo de coco.

5) Promove o emagrecimento

Por se tratar de um triglicerídeo que faz parte da cadeia média, o óleo de coco tem maior facilidade no seu processo de absorção e por isso acaba se transformando de maneira mais rápida em energia no fígado. E é por isso que não se acumula em forma de gordura e ainda promove a aceleração do metabolismo humano, ajudando ainda mais a queimar gordura.

6) Hidratação da pele e dos cabelos

Além de trazer benefícios para a saúde do ser humano, o óleo também promove benefícios na pele e no cabelo, podendo ser aplicado diretamente nessas regiões para aproveitar suas vantagens. Com base nas recomendações de nutricionistas, você pode sim aplicar o óleo de coco nos cabelos antes de dormir, pois a umectação que será realizada durante a noite fará com que os fios do cabelo fiquem com mais brilho e ainda contribui para a redução satisfatória de queda capilar

7) É um ótimo aliado no pré-treino

Quem pratica exercícios físicos com regularidade pode consumir o óleo antes dos seus treinos, pois o mesmo fornece energia de forma muito mais rápida, fazendo com que o indivíduo treine com maior disposição e ainda auxilia no aceleramento do processo metabólico. Isso quer dizer que ele é ótimo para quem deseja emagrecer, uma vez que produz a sensação de maior saciedade e ainda faz com que o indivíduo não sinta fome durante os seus treinos.

O acesso ao óleo de coco é bem fácil e você pode encontrar e qualquer supermercado próximo ao seu bairro. Com relação ao preço, se comparado aos outros tipos de óleos disponíveis, ele acaba sendo considerando um produto caro, mas em contrapartida, os benefícios que ele proporciona ao ser humano não compensa a economia que se faz ao comprar um óleo de preço mais acessível.

Aliás, é possível preparar o óleo de coco na sua casa é não é nenhum bicho de sete cabeças não. Fique atento que o artigo irá lhe ensinar as principais receitas e formas de se produzir o óleo de forma caseira e sem muitos gastos.

COMO FAZER ÓLEO DE COCO CASEIRO?

Como Fazer Óleo de Coco Caseiro?

Existem algumas formas distintas de se preparar o óleo caseiro e uma delas é através de fermentação. Para a receita será preciso separar de dois a três cocos.  Primeiramente você deverá tirar suas cascas e colocar sua água em um recipiente à parte. Depois você pegará aquela “carne” do fruto e irá ralar em um outro recipiente á parte. A partir daí é necessário pegar um pano e mergulhá-lo no pote onde está à agua do coco, com compressões fortes visto que o intuito é extrair ao máximo o leito do coco.

Com a água que sobrar, misture-a com o leite que você conseguir obter e deixe reservado em um recipiente de vidro, na temperatura do ambiente durante o período de vinte quatro horas. Posteriormente você irá observar que o óleo do coco começará a flutuar sobre o a água. E em cima dele se encontrará uma camada esbranquiçada rica em proteína.

Feito tudo isso é só filtrar o óleo e para isso você poderá utilizar tanto uma seringa, como também poderá fazer o processo de separação de forma manual.

COMO FAZER ÓLEO CASEIRO POR COMPRESSÃO FRIA?

No preparo do óleo nessa modalidade você terá que fazer outros procedimentos. Inicialmente é preciso tirar todas as cascas de dois ou três cocos, dependendo da sua preferência. Quanto a carne, basta picá-la em pedaços pequenos e deixá-los torrar no fogo, em uma panela ou forno (a depender de sua escolha). Esse processo terá duração mínima de oito horas.

  • Posteriormente você poderá retirar os pedaços, mas certificando-se que eles estão com uma aparência mais dourada. E você também pode realizar esse processo com o auxílio de um desidratador.
  • Depois, será preciso pegar tais pedaços e processá-los em um aparelho espremedor, justamente para conseguir tirar todo o óleo presente neles. E para fazer isso o ideal é que você vá colocando quantidades pequenas dos pedações, visto que o aparelho pode acabar ficando entupido. Durante esse processo você conseguirá ver que o aparelho vai separar não só o óleo do coco, como também todo o creme existente nas fibras secas e é a partir daí que você deve separá-los e coloca-los cada um em um recipiente específico.
  • Pegue as fibras que restarem e passe elas novamente no espremedor, para conseguir extrair todo o óleo que ainda reste nelas. Fazendo isso, é só misturar depois o óleo com o creme obtido e deixá-los embaixo de sol por um período mínimo de vinte quatro horas.
  • Logo após você conseguirá notar o óleo subindo para a superfície do recipiente e para retirá-lo é bem simples. Já que o óleo estará no estado sólido, com o auxílio de uma colher você já irá conseguir separá-lo do creme de fibras.

COMO FAZER ÓLEO DE COCO CASEIRO PARA EMAGRECER?

Como vimos, o óleo de coco pode se tornar um ótimo aliado para quem quer melhorar a saúde, e principalmente para quem está querendo perder alguns quilinhos indesejados. E é super fácil de fazer o óleo na sua casa e consumi-lo para este fim. Anote aí todos os ingredientes e utensílios que você irá precisar:

Ingredientes

  • 1 jarra de plástico ou vidro;
  • 1 pano novo ou bem limpo para poder coar;
  • O liquidificador;
  • 1 recipiente grande com tampa;
  • 1 garrafa de plástico PET (tradicional de água);
  • 2 cocos bem maduros e com casca marrom (dê preferência aquele que tenha muita água);
  • 3 xícaras aproximadas de água dos próprios cocos;

Modo de preparar

  • O modo de preparo é simples. Pegue a polpa dos cocos e pique-a bem picadinha.
  • Em seguida bata ela com a água dos cocos durantes alguns minutos, até que você note a formação de um creme de aspecto liso. Caso o creme fica ainda muito denso, o recomendado é que se adicione mais um pouco de água, até que ele efetivamente fique com uma aparência lisa e bem uniforme.
  • Aquele pano que você separou inicialmente, deverá ser usado para poder pegar o creme e espreme-lo até conseguir obter o leite do coco. Todo o bagaço que sobra pode ser reaproveitado se você o congelar e posteriormente utilizar para a produção de doces.
  • Quando você finalizar esse processo, pegue todo o leite obtido, coloque-o na jarra, feche-a bem e deixe em um ambiente escuro por um período mínimo de quarenta e oito horas. Logo após esse período, pegue o leite e o transfira para a garrafa de plástico, deixando-a em um ambiente fresco e de boa ventilação, com temperatura máxima de vinte e cinco graus celsius.
  • O óleo do coco em si, só começa a se separar do leite após um intervalo de tempo de seis e oito horas aproximadamente. Para facilitar a sua vida, basta colocar a garrafa de leite na geladeira para congelar por no mínimo três horas. Dessa forma, o óleo irá ficar sólido e será muito mais fácil separá-lo do leite. A grande vantagem de prepara-lo é também a sua durabilidade. Guardando o óleo em um pote bem fechado (não precisa necessariamente colocá-lo na geladeira), ele poderá ser utilizado por um período de até dois anos.

COMO FAZER ÓLEO DE COCO CASEIRO PARA CABELO CACHEADO?

A mesma forma que você utiliza para fazer óleo de coco para o consumo, pode ser utilizada para fazer o óleo que você usará na umectação dos seus cabelos. No caso das cacheadas, este é um processo decisivo para a saúde e beleza dos fios, definido os cachos e deixando o cabelo com aspecto brilhoso e hidratado.

Existem muitas maneiras diferentes que as mulheres com cabelos cacheados podem utilizar para aproveitar os benefícios que o óleo de coco produzirá no cabelo e dentre eles destacamos a mais comum: A umectação durante o período da noite.

A umectação é essencial para repor os nutrientes que o cabelo acaba perdendo durante o dia a dia, em decorrência do uso de secadores, chapinhas, exposição ao sol e babyliss e no caso de cabelos cacheados, esse é um processo fundamental uma vez que é responsável por garantir o volume e a definição dos cachos. E quem não quer ter os cachinhos bem definidos e brilhosos não é verdade?

Para fazer isso é bem simples: antes de dormir passe o óleo de coco caseiro por todo o cabelo (preservando a raiz). E coloque uma touca térmica para dormir. Não precisa ter dó ou medo de molhar os fios com o óleo, o objetivo é deixar eles cheios dos produtos mesmo para que a umectação seja feita de forma eficiente.

No dia seguinte, lave os cachos normalmente, com o seu shampoo e condicionador favoritos. E se preferir, seque eles com o difusor para ressaltar ainda mais o formato dos cachos. É imediatamente nítido a nutrição que o óleo promove no cabelo e o custo benefício vale muito a pena.

ÓLEO DE COCO CASEIRO PARA ALISAR O CABELO

Outra utilidade do óleo de coco caseiro é na hora de promover o alisamento dos fios, ou seja, ele é capaz de atender as necessidades de todos os tipos de fios. Incrível não é mesmo? Para fazer isso separe o óleo de coco caseiro e junte azeite de oliva extravirgem, amido de milho e um limão.

  • Primeiro misture o suco do limão com o amido, até que você adquira uma mistura bem uniforme e densa.
  • Em seguida, leve ao fogo com o óleo de coco e o azeite, até que a mistura fique cremosa.
  • Depois de esfriar você pode aplicar nos fios e deixar agir por meia hora no mínimo.
  • Se você preferir não levar a mistura ao fogo, pode batê-la em um liquidificador e aplicar diretamente no cabelo, que o efeito será o mesmo. Faça de acordo com a sua preferência.

COMO FAZER LEITE DE COCO CASEIRO?

Outra Forma bem legal de aproveitar os benefícios do coco é produzindo o leite caseiro. Para isso basta ter uma polpa de coco e cerca de setecentos milímetros de água mineral em temperatura morna.

Pegue a polpa e pique ela em pequenos pedaços, batendo-as em seguida em um liquidificador junto com a água anteriormente citada, por no mínimo três minutinhos. Quando você bater, pegue a mistura e coe com o auxílio de uma peneira, transferindo-a do liquidificador para um recipiente de sua preferência.

E acredite se quiser: seu leite de coco está prontíssimo. Para o consumo ele é super saudável.

RECEITA DE ÓLEO DE ABACATE CASEIRO

Uma receita extra para você também fazer em sua casa é o óleo de abacate caseiro. Com ele, você também poderá obter inúmeros benefícios para a sua saúde. Anote aí a receita: Pegue dois abacates e retire suas polpas. Bata elas em um liquidificador, até obter a consistência de um purê. Depois, espalhe a mistura em formas. O ideal é deixar uma camada bem fina, para que o abacate seque bem mais rápido.

Pronto. Deixe as formas com o abacate no sol para secar por um ou dois dias, mas se não tiver paciência pode colocar no forno para que o processo seja mais rápido. Depois é só enrolar as raspas do abacate em uma gaze e espremer com bastante força para extrair o máximo de óleo que conseguir. Com essa receita você consegue até vinte e cinco milímetros de óleo.

COMO FAZER O ÓLEO DE COCO CASEIRO?

Como fazer óleo de coco em casa. Método tradicional Prático e econômico. Óleo de coco no fogo não perde os benefícios, ele suporta temperatura superior a 100º. Saiba mais aqui!

10 Receitas Simples e Deliciosas de Sopa Detox para Você Emagrecer

Com a chegada do outono, as temperaturas caem e essa é uma boa chance de aproveitar para perder medidas por meio das sopas detox. No clima mais frio, as sopas são uma boa opção, além da sensação de conforto e aquecimento. Veja a seguir 10 receitas de sopa detox para emagrecer e aposte na variação das alternativas:

Confira Abaixo as 10 Receitas Deliciosas de Sopa Detox para Emagrecer:

10 Receitas de Sopa Detox para Emagrecer

1) Sopa com nabo, repolho e abóbora

Ingredientes

  • 1 pitada de sal marinho
  • 1 cebola cortada
  • 1/2 repolho pequeno picado
  • Pimenta e salsa a seu gosto
  • 1 litro de água fervente
  • 1 nabo médio picado em cubos
  • 1/2 abóbora japonesa em cubos
  • 1/2 talo de salsão ou aipo picado
  • 2 cenouras em cubos
  • 1 xícara de vagem cortada
  • 2 colheres de cebolinha cortada

Como preparar?

Em uma panela funda, cubra os itens com água. Deixe efervescer em torno de 10 minutos, diminua o fogo. Busque manter o ponto de fervura em torno de 40 minutos. Espere amornar um pouco e use o liquidificador para bater. É possível servir ou congelar em porções separadas para comer posteriormente.

2) Sopa com abóbora, gengibre e maçã verde

Ingredientes

  • 1/2 cebola cortada em pequenos pedaços
  • Semente de abóbora ou girassol (apenas para polvilhar)
  • Gengibre (1 rodela fina ralada)
  • 4 xícaras (chá) de abóbora japonesa em cubos
  • 1 colher de azeite extra virgem
  • 2 dentes de alho amassado
  • 1 pitada de sal marinho
  • 1 litro de água fervente
  • 1 maçã verde grande picada sem casca

Como preparar?

Comece refogando no azeite, a cebola e o alho, utilizando uma panela funda. Adicione a maçã e comece a refogar até que doure. Ponha a abóbora e o gengibre. Junte a água aos poucos, a cada dois minutos. Posteriormente, deixe cozinhando um pouco mais de 15 minutos. Deixando amornar um pouco e ponha no liquidificador para bater. Coloque na panela novamente e coloque o sal. Após esses passos, basta aproveitar a refeição, sendo boas opções de complementos a semente de abóbora, girassol e a salsa para decorar.

3) Sopa detox fria de pepino

Ingredientes

  • 2 colheres de suco de limão
  • 1/2 copo de água
  • 1/2 xícara (chá) de hortelã picada
  • 3/4 de xícara de chá de caldo de legumes
  • 2 colheres de maionese
  • 1/2 cebola roxa
  • 2 pepinos descascados
  • 1/2 dente de alho cortado
  • Sal
  • 1 pote de iogurte desnatado

Como preparar?

Em um liquidificador, acrescente o pepino sem sementes, suco de limão, caldo de legumes, hortelã e o alho. Despeje a mistura em uma travessa funda, misture com o iogurte e a maionese. Adicione sal a seu gosto. O ideal é servir gelada, caso queira decorar, utilize folhas de hortelã.

4) Sopa detox de legumes

Ingredientes

  • 1 cebola ralada
  • Linhaça, gergelim branco e pimenta rosa a gosto
  • 1 colher de azeite
  • 2 xícaras de rúcula picada
  • 1 e 1/2 dente de alho triturado
  • 2 xícaras de ervilha fresca
  • 2 inhames médios picados
  • 2 cenouras médias picadas
  • 1 xícara (chá) de abobrinha cortada em cubos
  • 2 colheres de manjericão fresco
  • 2 tomates cortados
  • Água fervente

Como preparar?

Escolha uma panela funda e aqueça meia colher de azeite, acrescentando o alho e a cebola. Seguidamente, insira a cenoura, abobrinha, o manjericão, inhame e o tomate, deixando refogar durante poucos minutos. Una a água fervente até que todos os legumes sejam cobertos e deixe em cozimento até que apresentem maciez.  Desligue o fogo e permita que esfrie um pouco.

Após bater no liquidificador, reserve em um recipiente. Na mesma panela, coloque o restante do azeite e comece a refogar as ervilhas. Mexa com a sopa, acrescentando sal e fervendo por apenas dois minutos. Seguidamente basta colocar à mesa com gergelim, pimenta e linhaça a seu gosto!

5) Sopa detox com couve e repolho

Ingredientes

  • 100g de brócolis ninja
  • 100 de couve-flor
  • 50g de repolho verde picado
  • 2 dentes de alho
  • 1 chuchu picado em cubos
  • 2 talos de salsão
  • 2 folhas de couve cortadas em tiras finas
  • 1 colher de gengibre ralado
  • 1 colher de óleo de coco
  • 1 cebola ralada
  • 1/2 xícara de salsinha picada
  • Água fervente
  • Pimenta do reino e/ou sal a seu gosto

Como preparar?

Use o óleo de coco para refogar a cebola, o gengibre e o alho na panela. Posteriormente, coloque o brócolis, o repolho, a couve, o chuchu e a couve-flor. Insira água fervente, cobrindo os alimentos e deixe que cozinhe até que apresentem certa maciez, sem perder a consistência. Tire do fogão e deixe esfriar.

Tudo deve ser batido no liquidificador e ao voltar com a mistura para o fogo, tempere a  seu gosto com sal e a pimenta do reino.  Em seguida, basta retirar e se deliciar com a sopa.

6) Sopa detox batata doce e lentilha

Ingredientes

  • 1 colher (chá) de castanha-do-pará picada
  • 1 cebola pequena ralada
  • 3 xícaras (chá) de lentilha cozida
  • 1 colher (sopa) de azeite extra virgem
  • 2 xícaras (chá) de batata doce em cubos
  • Água fervente
  • 1 e 1/2 dente de alho triturado
  • 1 xícara (chá) de agrião picado
  • 1 abobrinha em cubos
  • Sal, cúrcuma e pimenta a seu gosto
  • 1 xícara (chá) de salsa picada

Como preparar?

Opte por uma panela funda, coloque o azeite e comece refogando o alho, a abobrinha, a batata doce e a cebola. Insira a água (fervente) e deixe cozinhando até que a batata doce esteja amolecida. Posteriormente, desligue o fogo e deixe esfriar, para que possa bater no liquidificador e a mistura ganhar consistência.

Coloque novamente a mistura na panela e misture a salsa, lentilha, sal, cúrcuma e pimenta, sendo esses três últimos itens a seu gosto. Aqueça no fogo, em seguida basta complementar com o agrião e a castanha para servir!

7) Sopa detox de cenoura e abobrinha

Ingredientes

  • 2 abobrinhas pequenas
  • 2 cenouras médias
  • 1 xícara (café) de manjericão picado
  • 1/2 dente de alho
  • 1/2 cebola ralada
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 1 xícara (chá) de couve manteiga
  • Sal e pimenta branca a gosto

Como preparar?

Adicione água fervente em uma panela, o suficiente para cobrir e cozinhar a abobrinha, o brócolis e a cenoura. Enquanto cozinha, use outra panela para refogar o alho, manjericão e a cebola. No liquidificador, você deve bater a abobrinha e o brócolis cozido com a couve e o azeite.  Coloque esta mistura na panela com os itens refogados e inclua pimenta e sal a seu gosto.

8) Sopa detox de aspargo

Ingredientes

  • 6 aspargos
  • 6 inhames cortados em rodelas
  • Pimenta, sal e ervas desidratadas a gosto
  • 1 e 1/2 xícara de água

Como preparar?

Cozinhe os aspargos no vapor em torno de 5 minutos. Depois, será necessário cozinhar  inhame, para posteriormente bater tudo no liquidificador junto com a água e a cebola. Tempere a gosto com o sal, pimenta e ervas desidratadas.

9) Sopa detox de alho poró

Ingredientes

  • 1/2 abobrinha em cubos
  • 1/2 cebola cortada
  • 1 colher (chá) de chia
  • 500 ml de água
  • Pimenta do reino e sal a gosto
  • 1 e 1/2 talo de alho poró
  • 1 colher (sopa) de azeite

Como preparar?

Primeiramente, é necessário dourar a cebola no azeite, complementar com o alho poró picado em rodelas e refogar por cerca de 10 minutos. Em seguida, inclua a água e deixe efervescer. Inclua a abobrinha e deixe efervescer por mais 15 minutos aproximadamente. Após deixar esfriar um pouco, coloque para bater no liquidificador. Em seguida, será necessário retornar a mistura para o fogo novamente e complementar com pimenta, sal e chia. Deixe por 5 minutos e em seguida basta se deliciar.

10) Sopa detox com inhame

Ingredientes

  • 2 colheres (sopa) de farinha de linhaça dourada
  • 1 cebola média picada
  • 200 ml de água
  • 1 colher (café) de gengibre em cubos
  • Pimenta-do-reino a gosto
  • 1 colher (chá) de tomilho e alecrim triturados
  • 5 inhames médios sem casca
  • 2 dentes de alho

Como preparar?

Em uma panela antiaderente, refogue o alho e a cebola. Em seguida, junte o inhame e a farinha de linhaça. Você pode temperar com pimenta a gosto.  Inclua a água e iniciar a fervura, acrescente o gengibre. Ao notar que o inhame está macio, amasse-o com uma concha. Acrescente o espinafre e permita efervescer por dois minutos, até amolecer as folhas. Posteriormente, basta servir e acrescentar o alecrim e o tomilho.

Saiba onde deixar seus pertences quando fizer um intercâmbio

O intercâmbio é uma viagem que costuma estar como meta de muitas pessoas. Além de conhecer outro país, como a cultura e os costumes, é uma ótima oportunidade de aprender ou aprimorar outro idioma. No entanto, é necessário decidir e resolver muitas coisas antes de chegar o dia da tão esperada viagem. Muita burocracia, pesquisas, planejamento, visto etc. Para quem mora sozinho, ainda resta uma questão que muitas pessoas esquecem que é importante e necessária. Geralmente, os pacotes de intercâmbio chegam a durar um ano. Isso quer dizer que o imóvel aqui no Brasil ficará exposto a riscos, como roubos (os criminosos costumam ficar atentos às casas vazias) e mofos, já que a casa ficará fechada por muito tempo. Para quem paga aluguel, deve analisar que continuar pagando uma despesa alta de um imóvel vazio, comprometeria a renda durante a viagem. Então surge a pergunta: Onde colocar meus pertences durante esse período?

Armazenar suas coisas na casa de parentes, como seus pais, não é a melhor opção, muito menos deixar o imóvel sozinho, exposto a assaltos, além de gerar custos extras.

Se você for uma pessoa desapegada, pode aproveitar este momento para separar alguns itens que deseja se desfazer. Mesmo assim, ainda está em dúvida do que fazer com seus pertences?

A resposta é o guarda móveis. Para quem não conhece, os guarda móveis são espaços que você aluga por um certo período para armazenar os seus pertences. Ao contrário do que o nome sugere, também é possível guardar documentos, bicicletas, objetos de decoração, roupas etc. As pessoas costumam procurar esse serviço quando têm pouco espaço disponível em casa ou quando precisam armazenar itens por um determinado período. Pessoas jurídicas, como lojas online ou empresas com pouco espaço também procuram o serviço para armazenar seus estoque e arquivos mortos.

A facilidade de alugar um box também é um ponto positivo, já que não é preciso muita burocracia. Basta fornecer alguns dados pessoais e um comprovante de residência para fechar negócio. Você escolhe o tamanho do box de acordo com a quantidade e o tamanho das coisas que vai armazenar. Você mesmo leva suas coisas até o box e as organiza da maneira que preferir. Depois disso, basta trancar com cadeado e levar a chave embora. Ninguém mais tem acesso ao local, a não ser você.

No quesito segurança, você também pode ficar tranquilo. As empresas de armazenamento possuem câmeras de monitoramento 24 horas por dia. Além disso, essas unidades ficam localizadas em pontos estratégicos, geralmente em centros urbanos, para que o cliente tenha fácil acesso ao local.

O preço é acessível, seus pertences ficam armazenados em condições adequadas e só você fica com a chave do box, ou seja, procurar esse tipo de serviço acaba sendo a melhor opção para quem vai viajar. Ao retornar, o cliente encontrará tudo no mesmo lugar que deixou, em um local arejado e sem mofos, além de não correr o risco de ter seus itens roubados.

10 Tipos de Dança para Emagrecer e Perder Barriga

Para quem quer emagrecer, cuidar da saúde e busca por algo diferente, saiba que existem diversos tipos de dança que contribuem com esses objetivos, muitas oferecidas em estúdios ou academias com profissionais capacitados.

Já pensou em combinar dança com emagrecimento? Perder peso é uma das maiores procuras das pessoas, seja por questões estéticas ou de saúde. Neste contexto, é fundamental não se esquecer de cuidar sempre da saúde.

Engana-se quem pensa que apenas musculação nas academias podem proporcionar a tonificação e perda de peso, hoje em dia, as opções são realmente variadas.  A seguir, veja os principais tipos de dança, descrições, os benefícios que oferecem e aproveite para escolher aquela que mais te agrade!

Confira Abaixo os 10 Tipos de Dança que Ajudam a Emagrecer em um Instante:

10 Tipos de Dança que Ajudam a Emagrecer

Fitdance

Trata-se de uma modalidade que surgiu nos últimos anos, que reúne passos descontraídos, em diversos tipos de ritmos, com movimentos de fácil assimilação. A didática, pode ser semelhante ao de outras danças, por exemplo, a zumba, que também tem ganhado grande espaço. O Fitdance é voltado essencialmente para a diversão, porém, dependendo da intensidade dos passos e de cada aula, é possível ajudar na perda de peso.

Samba de gafieira

O samba de gafieira é uma modalidade em que em torno de uma hora, a queima calórica pode chegar em cerca de 600 calorias. É um ritmo estimulante, que trabalha bem os músculos do corpo, principalmente as pernas. Ainda mais, ajuda a tonificar o abdômen, que também é muito trabalhado por causa dos passos praticados.

Aponta-se que o samba de gafieira tenha origens que contam desde os batuques africanos, com o samba de raiz. O sangue de gafieira propriamente dito, se firmou na década de 1940 e tem sua origem relacionada aos subúrbios e zonas portuárias no Rio de Janeiro. Naturalmente, ao longo dos anos, a dança sofreu algumas mudanças, principalmente em relação aos passos praticados, com características do tango, rock, maxixe, entre outros ritmos.

Zumba

A Zumba é um tipo de dança que ganhou grande popularidade nas academias nos últimos anos. O motivo? Além de proporcionar o emagrecimento, o exercício aeróbico mistura diversos ritmos nas aulas, por exemplo, merengue, mambo e sala. Aponta-se que em uma aula completa da modalidade, que conta com aproximadamente 45 minutos, é possível perder de 600 a 1000 calorias. No entanto, claramente isso dependerá da intensidade da aula e movimentos realizados.

Dança do ventre

Algumas pessoas acreditam que a dança do ventre causa flacidez na barriga, porém, é importante citar que isso não passa de um mito. Quando a postura e movimentação durante a dança é correta, a modalidade torna-se capaz de ajudar na perda de peso, enrijecer a barriga e definir o abdômen.

Embora algumas divergências apareçam em torno de suas origens, uma das principais raízes relacionada com a Dança do Ventre, é a oriental. Os movimentos geralmente são ondulatórios, desenvolvidos com batidas no quadril, entre outras formas de se movimentar que ajudam a trabalhar o corpo todo.

Balé

Comumente o fato de o balé ser categorizado como uma dança clássica, a associação desse tipo de dança com a perda de peso é deixada de lado. No entanto, trata-se de uma modalidade que exige precisão, concentração e dedicação. Todo esse conjunto resulta não apenas no aprendizado, mas na tonificação de músculos do corpo e contribui com a perda de peso.

Algumas crianças praticam balé e geralmente param ao seguir para outras escolas, entre razões diferentes. Às vezes, após crescerem, podem achar que não é possível retornar. No entanto, para os jovens e adultos que desejam praticar, é possível encontrar orientações precisas e profissionais capacitados em diversas escolas de música. Basta procurar um lugar de confiança.

Hip-hop

Essa é uma modalidade muito dinâmica, com movimentos sincronizados e geralmente intensos. Suas técnicas são muito utilizadas também para perder peso e tonificação muscular, já que os movimentos trabalham o corpo como um todo, principalmente os membros inferiores, como os glúteos e panturrilhas. Existem diversos grupos que praticam essa modalidade, para encontrar orientações profissionais, busque por uma escola de música ou centros culturais que contam com professores capacitados.

Pole Dance

Os movimentos praticados no pole dance, proporcionam a tonificação dos músculos, melhora da flexibilidade e queima calórica de aproximadamente 500 calorias em cada aula. A modalidade refere-se a um conjunto de misturas, que envolvem movimentos do balé, dança moderna e de ginástica. Algumas pessoas podem julgar de forma equivocada esse tipo de dança, porém, o pole dança pode trazer diversos benefícios para o seu corpo e bem-estar! Além de ser, assim como diversas formas de dança neste artigo, uma experiência inovadora.

Salsa

A salsa movimenta o corpo todo, principalmente os membros inferiores, proporcionando melhoras na flexibilidade e na tonificação muscular. Com sensualidade, intensidade e diversão, é possível obter a queima de aproximadamente 594 calorias a cada hora da aula, dependendo da intensidade dos exercícios realizados.

Jazz

O jazz é um estilo musical que reúne origens populares, como a dança contemporânea, danças africanas e até mesmo o balé. Aponta-se que em uma aula, é possível ter uma perda calórica de cerca de 500 calorias. Todas as partes do corpo são trabalhadas, dependendo da intensidade dos movimentos praticados em cada aula.  Não se esqueça de contar com um profissional capacitado e um lugar de confiança. Apesar de o jazz ter sofrido diversas influências e mudanças ao longo do tempo, em diversos locais é possível encontrar formas mais tradicionais do ritmo.

Bolero

No bolero, o corpo todo acaba entrando na dança. Dessa forma, com aproximadamente uma hora de aula, é possível perder em torno de 350 calorias. Acredita-se que tenha raízes essencialmente espanholas com influências de vários outros locais. Com o passar do tempo, o bolero evoluiu de maneiras distintas com as influências locais presentes em cada país, mas de forma geral, ainda possui características românticas, sensuais e atualmente seus passos são mais ritmados e rápidos.

Tango

O tango tem a sensualidade e a elegância como duas características muito fortes. No entanto, a modalidade não se resume a apenas isso, com aproximadamente uma hora da dança, é possível eliminar em torno de 474 calorias, além de ajudar no fortalecimento corporal e na postura. A dança promove o bem- estar e pode contribuir de forma significativa para vencer a timidez, já que é realizada geralmente em duplas.

Sertanejo

Acredita-se que em uma hora de aula dessa famosa modalidade, é possível perder em torno de 350 calorias. Diversas academias oferecem aulas semanais, basta procurar uma em que se sinta confortável e atenda adequadamente às suas necessidades. O sertanejo é um ritmo que sofreu muitas mudanças ao longo dos anos, hoje em dia, o de maior fama e ensinado em várias academias é o sertanejo universitário, porém, ainda é possível encontrar artistas, fãs e aulas voltadas para o sertanejo mais antigo.

Zouk

Aponta-se que a origem do Zouk esteja ligada com o Caribe e antigas colônias francesas das regiões de Guadalupe e Martinica. Essa modalidade que se caracteriza pelas batidas fortes, é praticada principalmente no Norte do Brasil. No entanto, em academias de diversas regiões é possível encontrar aulas para movimentar o corpo, se divertir com sua turma de dança e emagrecer. Acredita-se que a cada aula, com duração média de uma hora, é possível ter queima de até 600 calorias, além de se divertir com esse ritmo animado!

Forró

O forró é um ritmo animado, com forte presença no Nordeste, entre outras regiões. Acredita-se que a cada hora praticando essa modalidade, é possível eliminar 400 calorias. A dança também é chamada de arrasta-pé, e apesar de ter sofrido algumas mudanças no que diz respeito aos passos, continua animada e sendo tradicionalmente dançada em vários locais, principalmente em festas juninas e outras festas mais típicas.

Dança contemporânea

A dança contemporânea exige mais esforço, pois trabalha a flexibilidade e força muscular. Apesar de exigir tanto esforço, dependendo dos movimentos escolhidos, é capaz de fazer emocionar, pois em diversas combinações, passa leveza, entre outras emoções.  É um gênero essencialmente teatral, que conquistou diversos locais ao redor do mundo. Aponta-se que em torno de uma hora da aula, é possível queimar 450 calorias, além de promover o relaxamento e benefícios para o corpo todo.

Conforme foi visto neste artigo, uma das partes mais importantes das danças para emagrecer, é que são tantas possibilidades que cada um pode encontrar a que prefere e mais se diverte. A quantidade de calorias perdidas, claramente, depende da altura, peso e ritmo escolhido.

Outro grande benefício além da diversão e queima calórica, é a possibilidade de melhorar a sociabilidade e a memória, em especial quando se leva em consideração que grande parte das aulas são dinâmicas, com a formação de pares e ajudam as pessoas a perder a timidez.

A forma como as aulas são desenvolvidas também pode variar de acordo com cada ritmo e instrutores. Algumas academias oferecem pacotes com mais de um tipo de dança semanalmente, por isso, é indispensável buscar a opção mais adequada para se divertir, perder peso e cuidar da sua saúde!

Dicas

É iniciante no universo da dança? Deseja emagrecer aproveitando essa área? Confira algumas dicas simples, mas poderosas que podem te ajudar a perder peso dançando, com segurança, diversão e conforto!

Priorize o conforto

Ao praticar dança, assim como qualquer outro tipo de exercício físico, busque estar vestido adequadamente, afinal, as roupas e calçados errados podem te prejudicar durante as aulas. Os calçados devem ser bem escolhidos, pois dependendo do ritmo, podem causar grandes dores e desconfortos se forem escolhidos errados.

Escolha bem o seu ritmo

É fundamental escolher um ritmo que se identifique e que te ajude a alcançar seus objetivos. Afinal, ter aulas de uma modalidade em que não se sente bem praticando, pode ser realmente incômodo, levando até mesmo à desistência das aulas.

Opte por um lugar de confiança

Neste artigo já foi citada a importância de escolher adequadamente o local para ter as aulas, seja uma academia de dança, aulas particulares ou em uma academia. No entanto, não se esqueça de conferir o conteúdo programático, os recursos oferecidos, horários, pacotes oferecidos e os instrutores.