Sobre Mariana de Andrade

Psicóloga E-mail: mary.drad@yahoo.com.br

10 Dicas para Identificar um Psicopata

Para os leigos, psicopata é sinônimo de assassino em série, que sai por aí matando todos que vê pela frente. Na verdade, a psicopatia é um Transtorno de Personalidade Antissocial, caracterizado por um comportamento manipulador, mentiroso, sedutor, egocêntrico, entre outros.

Em nosso meio, pode parecer uma pessoa totalmente tranqüila, que se dá bem com todos e convive bem em sociedade, porém, é um transtorno que não possui cura, mas sim controle a partir de um tratamento intensivo com medicamentos e psicoterapia.

Confira abaixo 10 dicas para identificar um psicopata:

10 Dicas para Identificar um Psicopata

1. É manipulador

Psicopatas são pessoas que manipulam situações para se beneficiar em proveito próprio. Podem fingir emoções facilmente a fim de serem vistos como vítimas e conseguirem atingir seus objetivos, por mais que ajam em desconforme com as normas da sociedade. Dessa forma, descobrem rapidamente as fraquezas da outra pessoa e as usa em prol de si mesmo.

2. Não tem empatia

Uma das principais características de um psicopata é ser uma pessoa falsa, indiferente e fria, que não se importa com os sentimentos dos outros, ou seja, não tem empatia, não se colocando no lugar do outro. Ele desconhece sentimentos como compaixão e confiança, por exemplo. E sabem muito bem como utilizar os pontos fracos da outra pessoa para manipulá-la e se satisfazer com o sofrimento alheio.

3. É impulsivo

A impulsividade fala mais alto nos psicopatas, uma vez que agem inconsequentemente sem pensar nas conseqüências que suas ações podem trazer. O mais importante para eles é satisfazer seus próprios desejos sem pensar em seus atos, além de não reconhecerem seus erros, culpando os outros pelas conseqüências que ele mesmo causou. Dessa forma, levam tudo ao extremo, como, por exemplo, dormir demais, fazer sexo demais, etc.

4. É egocêntrico

Egocentrismo nada mais é que se sentir o centro das atenções, e o psicopata é exatamente desta forma, sempre achando que é o melhor, que o que lhe importa é o mais valioso, que é o mais inteligente, ou seja, que o mundo gira ao seu redor. Mesmo fingindo que se importa com as outras pessoas, seus sentimentos e desejos são o que mais lhe interessa, colocando-os no topo da pirâmide. Para ele, as pessoas só são um meio de chegar onde ele quer.

5. É narcisista

Para um psicopata ele é o mais bonito, o mais esperto, o mais interessante, charmoso, engraçado etc. Ele realmente tem certeza de que é a pessoa mais poderosa no mundo todo, sendo indiferente aos outros, tendo sentimentos de que tudo pode e tudo consegue, ou seja, mania de grandeza. Seu desejo de poder e dominar tudo são maiores do que qualquer outra coisa.

6. Mente em prol de si mesmo

Como o psicopata é um ser manipulador, a mentira faz parte de sua rotina, pois é através dela que conseguirá conquistar seus objetivos. Muitas vezes, é visto como alguém bonzinho, neutro, que ameniza qualquer situação, mas, por detrás, está mentindo constantemente para conseguir mais “aliados” e chegar no “topo do mundo”. Porém, muitas vezes suas mentiras são descobertas e infundáveis.

7. Não sente remorso

Uma vez que não tem empatia, ou seja, a capacidade de se colocar no lugar do outro, o psicopata consequentemente não sente remorso. Mente impulsivamente, tenta controlar todas as situações, abusa das pessoas através de seus pontos fracos, sem ao menos sentir culpa e remorso por isso, já que não liga para o que os outros sentem. Assim, facilmente pode roubar, quebrar regras, mentir, tornando-se uma pessoa insensível e cínica.

8. Arrisca-se em situações perigosas

Já que são impulsivos por natureza, psicopatas se arriscam em situações perigosas, pois não estão nem aí para questões morais e éticas. Estão sempre em busca de coisas que aumentem a adrenalina, sem medir conseqüências, como dirigir em alta velocidade, embriagado, fazer sexo compulsivamente e sem proteção, de forma irresponsável e imprudente, etc.

9. Agride pessoas em benefício próprio

Encontrar o ponto fraco das pessoas, como já citado anteriormente, é uma das metas de um psicopata. Assim, ele utiliza isso para agredir verbalmente e até fisicamente suas vítimas. Criam dramas e brigam por qualquer motivo, sempre saindo dessas situações como vítimas. E por isso seus relacionamentos afetivos sempre terminam rapidamente, jogando a culpa para o outro.

10. É charmoso e sente-se poderoso

Psicopatas sempre são considerados pessoas charmosas, atraentes e inteligentes, já que sabem manipular muito bem os outros, conseguindo o que querem. Parecem pessoas calmas e amigáveis, que se dão bem com todos. Na verdade, sabem sempre o que falar e na hora certa, para depois atingirem suas vítimas da forma mais sórdida. É como um ator, que sabe muito bem desempenhar seus papéis na sociedade, mas que caracterizam uma doença psicológica, necessitando de ajuda profissional.

 

Às Vezes Fico muito Eufórica e Outras Vezes muito Deprimida. Por quê?

Às vezes você percebe que fica muito eufórica e outras vezes deprimida? Por que isso acontece? Atenção, pois pode indicar um distúrbio afetivo conhecido como Transtorno Bipolar. E como identificar se realmente você tem este problema ou não? Tudo depende dos sintomas, gravidade e freqüência com que eles ocorrem.

Confira agora o porquê isso acontece e como se tratar desse problema:

Às Vezes Fico muito Eufórica e Outras Vezes muito Deprimida. Por quê?

1. Oscilação de humor entre ficar eufórica e deprimida: o que significa?

Se você apresenta períodos alternados entre depressão e euforia (uma excitabilidade extrema, ou mania como é chamada pelos especialistas da área) pode ser uma forte indicação de um Transtorno Bipolar. Essas oscilações de humor podem ocorrer rapidamente, serem curtas ou longas, durando dias, semanas ou meses. Cada fase também pode durar entre 3 a 6 meses em média ou até se apresentarem ao mesmo tempo. Neste transtorno, pensamentos e comportamentos são intensos e mudam drasticamente.

Para exemplificar, uma pessoa na fase depressiva pode não querer sair da cama, punindo a si mesma, com falta de energia e frustrada sobre sua vida, enquanto na fase da mania, ela pode sentir uma grande excitação após dormir poucas horas e sair para fazer compras, gastando muito dinheiro de forma impulsiva. A pessoa gasta tanta energia na fase maníaca que se esgota, levando-a a um estado depressivo e gerando danos em todas as áreas da vida (pessoal, trabalho, etc).

2. Mas por que isso acontece comigo?

Se realmente seu problema for um transtorno bipolar, certas causas podem ter levado você a apresentar esse problema, que podem ser tanto externas (causas genéticas e biológicas) como internas (causas psicológicas e ambientais). Então fique atenta se você possui ou sofre de:

  • Predisposição genética, ou seja, parentes com histórico do transtorno bipolar;
  • Mudanças físicas no cérebro, neurotransmissores e hormônios em desequilíbrio;
  • Estresse excessivo;
  • Experiências traumáticas, como, por exemplo, abuso sexual, luto, mudanças repentinas na vida (mudar de casa, casar, perder um emprego etc);
  • Efeito colateral de certos medicamentos, como os antidepressivos, inibidores de apetite e cafeína em excesso, por exemplo;
  • Abuso de álcool e outras drogas (álcool e calmantes podem causar depressão; cocaína e ecstasy podem levar à euforia / mania).

O transtorno bipolar pode acometer tanto homens como mulheres em qualquer idade, porém, é mais comum em adolescentes ou jovens adultos, geralmente entre 15 e 25 anos.

3. Às vezes você percebe que fica muito eufórica e outras vezes deprimida? Por que isso acontece?

Como já citado anteriormente, as duas fases, maníaca e depressiva, podem ocorrer simultaneamente ou rapidamente uma após a outra, durando dias, semanas ou meses.

Mas quais sinais indicam uma euforia (mania) e quais indicam depressão?

A) Fase da Mania (Euforia): dormir muito pouco; distrair-se com facilidade; perda de controle; impulsividade; compulsão por alimentos ou bebidas alcoólicas e drogas; gastos excessivos; ritmo enérgico exagerado; envolvimento em experiências perigosas / comportamentos de risco; discernimento diminuído; fala rápida e excessiva; hiperatividade; sentimento de poder e superioridade; agitação, agressividade, irritação e impaciência; delírios e alucinações (somente em casos graves).

B) Fase Depressiva: falta de energia, fadiga, desânimo e tristeza, com desinteresse nas atividades anteriormente prazerosas; isolamento; dificuldade de concentração e memória; perda ou alto ganho de apetite; sentimentos de: irritabilidade, inquietação, inutilidade, vazio, culpa e desesperança; pensamentos suicidas ou autodestrutivos; auto-estima baixa; problemas do sono (dormir demais ou insônia); diminuição da libido; lentidão física e mental; fala lenta, arrastada; dores sem explicação aparente.

4. Como saber se tenho ou não um transtorno bipolar?

O que diferencia uma euforia normal de uma patológica é que a normal é aquela sentida quando se está muito feliz, quando se conquistou algo, como um emprego, um prêmio ou uma festa muito esperada que está por vir, por exemplo. Já euforia patológica é desproporcional diante dos fatos, sem justificativa para agir daquela forma impulsiva e ilógica, onde há comprometimento dos pensamentos e do comportamento.

O mesmo vale para algumas situações onde parecemos deprimidos, tristes e cansados. É normal passarmos por isso em alguns momentos de nossas vidas, mas para ser considerado normal é necessário que haja um motivo real para que essa sensação ocorra e que seja de forma passageira. Do contrário, os sintomas persistem e se tornam parte de um transtorno afetivo.

Mudanças de humor podem ocorrer em qualquer fase da vida, porém, apenas um especialista poderá identificar o transtorno bipolar. Para diagnosticá-lo, é necessário procurar um médico psiquiatra. Ele solicitará alguns exames (físicos e laboratoriais, como de sangue, por exemplo) e fará alguns testes (análise psicológica) para confirmar o quadro psicopatológico e eliminar qualquer suspeita de outras doenças. Além disso, haverá uma análise de sua história familiar e de sua saúde durante a vida.

5. Como faço para me tratar deste problema?

Geralmente, o tratamento para transtorno bipolar é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médico psiquiatra, médico neurologista e psicólogo, e pode durar um longo tempo, até mesmo anos, dependendo da gravidade e da evolução de cada pessoa.

O tratamento então vai consistir em: uso de medicamentos para controlar as oscilações de humor (estabilizadores de humor, antipsicóticos, anticonvulsionantes, ansiolíticos e antidepressivos), psicoterapia (que te ajudará a lidar com este problema e mudar seu comportamento diante das crises de euforia e depressão), mudança de estilo de vida (ter relacionamentos saudáveis, procurar apoio, manter o estresse controlado, monitorar o humor, praticar exercícios físicos, ter uma dieta equilibrada, dormir bem e deixar vícios) e, em casos mais graves, hospitalização (indicada caso você possua comportamentos de risco para si mesma ou para outra pessoa) e reabilitação (indicada se você for dependente de álcool e outras drogas).

Se o médico então indicar medicamentos para seu caso, saiba que eles são controlados, sob prescrição médica. Portanto nunca se automedique e siga as orientações médicas corretamente.

Fonte:

https://www.nimh.nih.gov/health/topics/bipolar-disorder/index.shtml

Tenho muita Dificuldade em me Concentrar! O que Faço?

Concentrar é uma atividade mental muito importante para nossas vidas que utiliza toda energia necessária para se focar em uma determinada atividade. Porém, com a correria do dia-a-dia, às vezes repleta de estresse, tensão e acúmulo de tarefas, a falta de concentração leva a uma sensação de não rendimento, desequilibrando mente e corpo.

Porém, certas medidas e exercícios podem fazer com que se mantenha a concentração por mais tempo, uma vez que o cérebro necessita dessa atividade para se manter em forma, assim como nosso corpo.

Confira a seguir as 10 dicas para se concentrar melhor:

Tenho muita Dificuldade em me Concentrar! O que Faço?

1) Alimente-se corretamente durante o dia                           

Uma boa alimentação é necessária para manter o cérebro atento, uma vez que é utilizada muita energia no processo de concentração. Assim, ficar em jejum por muitas horas, além de ser prejudicial para o organismo, distrai facilmente o cérebro com a fome. A hidratação funciona da mesma maneira.

Então, procure ingerir mais água e alimentos ricos em fibras e antioxidantes, que retardam o envelhecimento, como frutas, cereais, vegetais e legumes, por exemplo. Cuidado somente para não comer em excesso, pois sobrecarrega o estômago e provoca sono. Ao precisar de mais concentração, você pode, por exemplo, ingerir uma barrinha de cereais sem açúcar ou tomar um suco natural.

2) Pratique exercícios físicos regularmente

Sabemos que quando o corpo está cansado é impossível se concentrar em algo por muito tempo. A concentração funciona muito melhor quando corpo e mente estão saudáveis. Como já falamos, o cérebro necessita ser exercitado para render mais, e o corpo também.

Exercícios físicos desenvolvem certas áreas do cérebro responsáveis pela atenção e memorização. O cérebro processa melhor as informações após a realização de alguma atividade aeróbica, como uma caminhada, por exemplo.

3) Tenha uma boa noite de sono

A ciência já identificou várias vezes que dormir pelo menos 7 horas por noite repõe todas as energias necessárias para o organismo obter boa produtividade durante o dia, inclusive a concentração. Pessoas que conseguem cochilar alguns minutos à tarde, principalmente após o almoço, também facilitam o cérebro a se focar por mais tempo em uma atividade.

Corpo e mente precisam, então, estar descansados para um melhor funcionamento. Só não durma demais, pois em excesso, o sono pode prejudicar o bom funcionamento do organismo e do cérebro.

4) Faça pausas ao realizar um trabalho ou ao se sentir cansado

É muito importante não ficar focado longas horas em uma atividade que exige grande concentração. Especialistas dizem que nosso cérebro consegue se fixar em algo por até uma hora, e depois a atenção é dispersada.

Dessa forma, realize pequenos intervalos (de 5 a 10 minutos) durante o trabalho ou alguma atividade e descanse a mente. Se não for no trabalho, e estiver muito cansado ou estressado, vá para um local aberto, como praças ou parques, para dar uma volta e espairecer, repondo as energias e aumentando o fluxo de oxigênio do cérebro para se concentrar melhor.

5) Faça uma coisa diferente todos os dias

A rotina sempre nos leva à zona de conforto, ao tédio e ao funcionamento de um cérebro automático. Mudar a execução das atividades todos os dias faz bem para a memória e sempre nos leva a novas experiências e novidades.

Tente mudar o caminho do trabalho, desça um ponto de ônibus antes daquele que você sempre desce, escove os dentes com a mão oposta, mude o local onde almoça, enfim, faça coisas diferentes todos os dias para aumentar a atividade cerebral e a motivação.

6) Faça a técnica do ponto fixo

A técnica do ponto fixo consiste em segurar algum objeto, colocá-lo diante de seus olhos (aproximadamente 5 centímetros) e fixar-se atentamente à ele, pois isso mantém a concentração por mais tempo ao retornar para a atividade que a pessoa estava realizando antes.

Ao se sentir cansado ou disperso, você pode, por exemplo, pegar um lápis, garfo, copo ou qualquer objeto pequeno, e se fixar somente nele em silêncio, permanecendo calmo e deixando de lado qualquer pensamento intruso (não pense como comprou ou ganhou esse objeto, o que já fez com ele antes, etc). Depois retorne ao que estava fazendo antes e sinta sua concentração muito mais vigorosa.

7) Realize associações verbais

Assim como a técnica do ponto fixo, associações verbais também funcionam muito bem para melhorar a concentração, e, por conseqüência, a memorização. Se você não consegue lembrar o nome de uma pessoa, por exemplo, tente associá-lo com o rosto dela ou com o rosto de algum conhecido com o mesmo nome, ou até com a cena de como se conheceram.

Outro exercício poderia ser escrever ou pensar mentalmente em 4 palavras distintas; depois monte uma história que contenha cada palavra na sequência que você pensou ou escreveu. Isso ajuda a organizar melhor as informações e gravá-las.

8) Fale em voz alta consigo mesmo

Falar em voz alta aumenta a capacidade de concentração e a memorizar algo que você precisa recuperar posteriormente, como, por exemplo, se já desligou o gás, trancou uma porta ou tomou seu remédio.

Por exemplo, se você trancou toda a casa antes de sair, fale em voz alta para você mesmo “já tranquei toda a casa”. Isso faz você guardar na memória que já realizou aquela ação. Você também pode começar a soletrar uma palavra de trás para frente mentalmente, ou sempre que perder o foco, fale em voz alta “foco, foco, foco” ou “concentre-se” para retomar a atividade.

9) Fala exercícios visuais de olhos fechados

Da mesma forma que falar em voz alta ajuda na concentração, usar a imaginação de olhos fechados também. Pegue novamente aquele lápis, garfo, copo ou objeto usado na técnica do ponto fixo. Faça esse exercício novamente e depois feche os olhos, imaginando aquele objeto. Tente pensar nele, imaginando tocá-lo, sua textura, seu tamanho, sua cor, etc. Esqueça de tudo o que estiver imaginando ao redor deste objeto. É como colocá-lo diante de uma tela em branco. Abra os olhos e retorne para a atividade que você estava fazendo antes. Sua concentração estará bem melhor.

10) Esvazie sua mente

Esvaziar a mente melhora potencialmente o poder da concentração, além da memória. Esse é o exercício mais difícil de executar, pois sempre estamos pensando ou nos distraindo com alguma coisa. Então tente fazer primeiramente os exercícios anteriores para desenvolver sua concentração e depois esvaziar a mente por último.

É como meditar: esteja sozinho em um local silencioso, calmo e confortável, sem distrações (como TV, música, trânsito etc) e tente não pensar em nada. Esvazie a mente de qualquer pensamento, principalmente aqueles que remetem a mágoas, raiva, traumas (já que ter um lado emocional fragilizado prejudica consequentemente o cérebro).

Pratique esta meditação todos os dias por pelo menos 20 minutos. Esse exercício, além de ajudar na concentração, alivia o estresse e a ansiedade.

Fonte:

https://www.mindtools.com/pages/article/newHTE_78.htm

Ciúme Patológico: Causas e Como Lidar com o Ciúme de Forma Correta

Quem nunca ouviu o seguinte ditado “quem ama cuida”? Impossível não é? Em um relacionamento afetivo é comum experimentarmos sentimentos que vão desde uma sensação de felicidade extrema até uma sensação de desconforto, como, por exemplo, o ciúme. O ciúme é um sentimento comum e todos nós já experenciamos na vida essa emoção. Ele ocorre quando queremos zelar por alguém, demonstrar nossa preocupação, respeito, proteção e zelo pela pessoa amada. Porém, quando o grau de ciúme se torna exagerado e irracional, pode trazer sérios problemas para o relacionamento e para o próprio ciumento que sofre com esse sentimento.

Saiba mais a seguir sobre o ciúme patológico, causas, sintomas, tratamento e como lidar com o ciúme de forma correta:

1) Ciúme patológico X normal

O ciúme é caracterizado pelo medo de perder aquela pessoa amada por alguma razão ou para uma outra pessoa, ou seja, é um conjunto de emoções que aparecem diante de alguma ameaça ou instabilidade no relacionamento. O ciúme pode ocorrer também onde se existe uma relação afetiva intensa, como, por exemplo, entre pais e filhos, irmãos, amigos etc, e não somente na relação entre um homem e uma mulher.

No ciúme normal, o que se deseja em uma relação é preservá-la e muitos demonstram ciúme como forma de provar o amor que sentem, além de querer mostrar que valoriza o outro, mas também pode ser visto como baixa auto-estima e insegurança.

Quando o ciúme ultrapassa um grau onde começam a existir prejuízos na vida da pessoa, ele passa a ser considerado patológico, ou seja, é um ciúme doentio, um transtorno afetivo grave, onde a pessoa:

  • Possui suposições infundáveis, desconfiando de tudo e da pessoa amada;
  • Destrói o relacionamento, corroendo todos os bons sentimentos antes envolvidos, tendo sempre a sensação de estar ameaçada;
  • Passa a ser possessiva, repleta de emoções negativas, pensamentos irracionais, dúvidas, ideias delirantes de infidelidade e ações inaceitáveis, como, por exemplo, seguir o outro; controlar as ações da outra pessoa; revirar roupas, bolsas, carteiras; checar emails, ligações, mensagens e redes sociais do parceiro buscando por indícios de traição; implicar com roupas, penteados, perfumes do parceiro; discutir por horas o amor que pensa não ser correspondido; observar constantemente para onde e para quem o parceiro está olhando, etc.

2) Causas do ciúme patológico

Ciúme Patológico

Os pesquisadores sobre o tema tem dificuldades em encontrar a causa real que leva uma pessoa ao ciúme patológico, porém alguns fatores que pioram o ciúme doentio indicam presença de:

  • Traumas na infância (como, por exemplo, problemas de relacionamento entre os pais, e rejeição dos pais com a criança);
  • Modelo aprendido com os pais (comportamento de pais ciumentos, excesso de zelo e cuidados, preocupação e controle excessivo sobre os filhos, etc);
  • Predisposição emocional a sentimentos de inferioridade e insegurança;
  • Experiências anteriores de traição, separação, divórcio, etc;
  • Estresse excessivo, perdas, frustrações e mudanças ocorridas durante a vida;
  • Parceiro (a) que possui comportamentos provocativos (ou seja, fica provocando a pessoa para “testar” seu grau de ciúme e o quanto ela se importa com o relacionamento);
  • Problemas com álcool e outras drogas;
  • Depressão e Transtorno de Ansiedade;
  • Transtorno Obssessivo-Compulsivo;
  • Psicopatias e personalidades inseguras;
  • Psicoses, como, por exemplo, esquizofrenia.

Muitos ciumentos patológicos não apresentam outros transtornos mentais ou problemas com drogas, mas mesmo assim possuem a doença afetiva. Por isso o ciúme doentio ainda é um foco de estudo importante para os profissionais que investigam os casos.

3) Sintomas do ciúme patológico

As conclusões de pesquisas sobre o ciúme patológico indicam que as pessoas acometidas possuem os seguintes sintomas:

  • Ansiedade e angústia;
  • Sensibilidade extrema;
  • Sentimento de inferioridade, insegurança, baixa auto-estima, humilhação e vergonha;
  • Raiva excessiva;
  • Culpa e remorso;
  • Medo de perder o parceiro;
  • Grande preocupação com os relacionamentos anteriores e amizades do parceiro;
  • Pensamentos repetitivos e imagens infundáveis sobre os relacionamentos passados do parceiro;
  • Busca constante de evidências, desconfiança excessiva, desejo de vingança e rejeição com o parceiro;
  • Sentimento de possessividade e desejo de controle sobre os sentimentos e ações do outro;
  • Abandono de seu próprio desenvolvimento pessoal para viver literalmente a vida do outro.

É comum vermos casos policiais de homicídios seguidos de suicídio causados por pessoas que sofrem de ciúme patológico, uma vez que elas possuem comportamentos criminais, repletos de impulsividade, egoísmo e agressividade. Inclusive uma frase comum desses pacientes é “se não vai ficar comigo, não vai ficar com mais ninguém”.

4) Existe tratamento para ciúme patológico?

Diante do grande sofrimento causado, o tratamento para ciúme patológico geralmente é:

  • Psiquiátrico: o psiquiatra vai receitar medicamentos (antidepressivos e/ou antipsicóticos caso haja outros transtornos por detrás) para controlar os sintomas da doença.
  • Psicológico: o psicólogo, através da psicoterapia, vai ajudar o paciente a admitir seu problema, ressignificar o ciúme patológico, encontrar suas reais causas e como lidar com ele de maneira saudável, reaprendendo a se relacionar sem o excesso de controle e a angústia da dúvida constante, além de promover o autoconhecimento.

5) Como lidar com o ciúme de forma correta?

Diante de uma situação de ciúme, em que você desconfia de algo ou do amor que seu parceiro sente:

  • Admita o ciúme para si mesmo;
  • Fale abertamente com seu parceiro sobre o que está sentindo, questione o que realmente está te afligindo, revendo suas ações e as palavras ditas;
  • Coloque-se no lugar do outro, imaginando como seria se a situação fosse contrária (se ele estivesse também com ciúme de você e viesse discutir), avaliando se a situação é mesmo real ou não;
  • Lembre-se do que levou seu parceiro a estar com você, suas qualidades, pensamentos etc, e de tudo o que vocês já passaram juntos, para evitar que este ciúme desabe seu relacionamento;
  • Dê mais valor para você e tenha mais segurança em si e em sua relação com ele;
  • Procure ajuda profissional se perceber que o ciúme está evoluindo para um quadro patológico.

Fonte:

http://www.freethoughtlebanon.net/2012/10/pathological-jealousy-its-symptoms-and-definition/

Memória de Curto e Longo Prazo: Como Funcionam?

A memória é a capacidade psíquica de armazenar informações através de fatos e experiências obtidas ao longo da vida. Ela resulta das conexões realizadas entre nossos neurônios e está relacionada à aprendizagem de novos conhecimentos que são retidos no cérebro.

Assim, é a memória que nos dá a sensação de continuidade da qual depende nossa própria noção de existir no mundo. Os pesquisadores dividem a memória em unidades gerenciáveis, como a memória de curto prazo e de longo prazo, que se referem ao tipo de armazenamento de informações. Veja a seguir a diferença entre memória de curto e de longo prazo:

1) Como Funciona a Memória?

Memória de Curto e Longo Prazo

1.1) Primeiro

Existe informação por toda parte. Constantemente existe algo chamando nossa atenção. Se não existe nenhum filtro, nosso cérebro irá absorver muita coisa de que não precisamos. Este filtro se chama codificação que tem como função, escolher o que entra e o que fica fora de nossa mente.

1.2) Segundo

Tudo que inicialmente damos um certo nível de atenção, passa pelo lobo frontal que é a memória de curta duração ou memória operacional.  Armazenamento é a parte responsável por armazenar dados, podendo ser de curto ou longo prazo. Por exemplo: reter o nome daquela pessoa nova que você conheceu ou lembrar quem é o atual presidente de nosso país;

1.3) Terceiro

O lobo frontal, responsável por essa memória “transitória”, tem capacidade limitada. Tudo que imprimimos mais relevância, ou seja, damos mais atenção, sai do lobo frontal e vai para o hipocampo, memória permanente.

As informações no hipocampo podem ser acessadas a qualquer momento. São aquelas que realmente tiveram uma atenção maior. Fica consolidado para que possamos usar, como aprender um idioma.

1.4) Quarto

É importante saber que o cérebro não “salva” informações como em um HD de computador. O que o cérebro registra são sensações. Os dados passaram por um processo chamado sinapse, como explicamos no artigo 5 Dicas Para Memorizar Novas Informações, que funciona basicamente por “repetição”.

Para memorizar algo é necessário foco. Mantenha a concentração e irá conseguir imprimir a atenção necessária para conseguir memorizar de forma permanente determinada informação.

2) Como Funcionam a Memória de Curto e Longo Prazo?

2.1) O que é memória de curto prazo?

A memória de curto prazo, também chamada de memória de operação, é quando armazenamos uma informação por alguns segundos, ou seja, consiste em memórias que são armazenadas por apenas alguns segundos.

Vamos supor que você acabou de conhecer uma pessoa chamada Maria. Um amigo chega e pergunta se você já conheceu Maria. Você logo recupera o nome dela rapidamente, em um ou dois segundos. Isso é memória de curto prazo, pois a recuperação da informação ocorreu apenas em alguns segundos.

A memória de curto prazo funciona conforme dois tipos de codificação, a fonológica (que armazena informações brevemente em um código acústico, ou seja, auditiva, por sons) e a visual (que armazena brevemente informações em um código visual ou espacial, ou seja, por imagens).

2.2) O que é memória de longo prazo?

A memória de longo prazo é quando armazenamos uma informação por intervalos mais longos, por muitos minutos ou anos para que seja resgatada a qualquer momento, ou seja, está envolvida quando a informação precisa ser armazenada por intervalos curtos quanto alguns minutos (como algo dito anteriormente em uma conversa) ou durante uma vida inteira (como as memórias de infância de um adulto).

Vamos usar o mesmo exemplo da memória de curto prazo sobre conhecer Maria. Caso você a encontre outras vezes depois, por exemplo, daqui uma semana, e logo você se lembrar do nome dela, isso é memória de longo prazo, pois a recuperação da informação ocorreu horas, dias ou meses depois que o nome “Maria” foi codificado e armazenado.

A informação da memória de longo prazo geralmente é codificada conforme o seu significado. Assim, quanto mais significativas forem as informações lembradas, melhor será a memória delas.

3) Como melhorar a memória?

Durante nossa vida, já tivemos experiências de não conseguir lembrar algum fato e depois vê-lo surgir na mente. Quantas vezes você já fez uma prova e não conseguiu se lembrar de um nome específico, lembrando-se dele só depois da prova? Ou quando uma palavra está na “ponta da língua” e não consegue lembrá-la?

Porém, saiba que a memória de curto prazo pode ser transformada em longo prazo através de ensaio, que é a repetição consciente de informações na memória de curto prazo, posteriormente gravadas na memória e transferidas para a memória de longo prazo. Assim, quanto mais você reproduzir uma informação, mais ela será relembrada posteriormente e gravada até mesmo por anos.

Outras dicas de como melhorar a memória são:

  • Busque associar a informação que você quer lembrar a uma imagem, como alguma pessoa ou coisas (objetos, por exemplo).
  • Faça exercícios mentais, como, por exemplo, mudando o caminho para o trabalho, fazendo palavras-cruzadas, aprendendo a tocar um instrumento musical, uma nova língua etc.
  • Tenha uma alimentação balanceada, com muitos vegetais e alimentos ricos em vitamina E (sementes e óleos vegetais), ômega 3 e 6 (como peixes) e ácido fólico (como feijão).
  • Evite o álcool, cigarro e outras drogas, que trazem prejuízo cognitivo.
  • Faça exercícios físicos, pois são importantíssimos para manter o cérebro em ordem, liberando substâncias necessárias ao bom funcionamento do organismo, como a função cardiovascular, aumento do fluxo sanguíneo e das conexões realizadas pelo cérebro.
  • Tenha uma boa noite de sono, pois se recupera as informações do cérebro e evita os males causados pelo estresse. Além disso, faça atividades que sinta prazer e que possibilita o bom humor.
  • Tenha uma vida social ativa, pois o contato com outras pessoas mantem, além da boa qualidade de vida, uma boa memória, principalmente na velhice (geralmente os idosos preferem se isolar ao manter amizades, e conexões com outras pessoas é muito importante).

Leia também »» 10 Super Alimentos que Melhoram a Memória

Veja este vídeo interessante do canal Nerdologia sobre a memória (5:25):

Fonte:

https://www.unforgettable.org/blog/short-term-vs-long-term-memory-loss-whats-the-difference/

Complexo de Inferioridade: O que Fazer Quando se Tem?

O complexo de inferioridade é um problema de ordem psicológica expressada inconscientemente, levando a pessoa ao isolamento, comportamentos antissociais, busca excessiva de atenção dos outros, sensibilidade extrema em relação a críticas, busca frequente de reconhecimento, incapacidade de resolver problemas, comparação freqüente com os outros, sentimento de fracasso, críticas constantes às pessoas, perfeccionismo, dificuldades de relacionamento, baixa auto-estima etc.

Este complexo pode ter causas na infância (por exemplo, rejeição, excesso de mimo, quando fazem comentários negativos sobre os pais, comparações entre os irmãos, deficiência física, da fala, preconceitos sobre raça, classe social etc) ou na fase adulta (por exemplo, quando a pessoa não consegue conquistar um objetivo, morte dos pais, depressão, etc).

Confira agora o que fazer quando se tem complexo de inferioridade:

I) O que fazer quando se tem complexo de inferioridade?

Veja também esta reportagem que aborda sobre como superar o complexo de inferioridade (31:36):

Há sempre maneiras de aprender e saber lidar com o problema. Algumas dicas importantes sobre o que fazer são:

1. Entenda sua condição

É necessário ter consciência que você possui o complexo de inferioridade para assim conseguir buscar ajuda profissional, a fim de superar o problema ou conviver melhor com ele.

2. Pare de se comparar às outras pessoas

Cada pessoa é diferente, com suas conquistas, frustrações, fracassos, ideais, história de vida, necessidades, desejos etc, ou seja, ninguém é melhor ou pior que você! Você é bom no que sabe fazer e não é no que não sabe. Toda pessoa tem coisas positivas e com você não é diferente.

3. Dê mais valor a você e às suas conquistas

Tenha mais consciência do potencial que você possui. Pense nas coisas boas que você acha sobre si mesmo. Sempre que você se lembrar de algo negativo sobre si, pense nas qualidades positivas. Pense em tudo o que já conquistou até hoje e veja que você é capaz de superar mais este obstáculo.

4. Busque compreender seus sentimentos

Tenha um momento com você mesmo e avalie o que está sentindo naquele momento. Busque lembrar como o seu complexo de inferioridade começou e o que te levou a isso. Tente não pensar que você não tem serventia para nada. Entenda melhor seus sentimentos e aprenda com eles. Reveja as coisas boas que você conquistou e que ainda pode conseguir, para assim encontrar internamente um bem-estar.

5. Passe por cima dos seus medos

Pensar só no que já passou, no que te levou ao complexo, ou nas dificuldades que estão por vir só vão piorar sua condição. O passado não pode ser alterado, mas você pode mudar o presente para poder transformar seu futuro. Encare desafios e caso fracasse, entenda que é algo totalmente normal, pois assim aprendemos com nossos erros.

6. Não ligue para o que os outros pensam sobre você

Geralmente ligamos para o que os outros pensam sobre nós, o que faz com que a gente crie defeitos e julgamentos que não existem. Não se preocupe mais com críticas, pois só você sabe o que é bom ou não para sua vida. Somente a sua opinião sobre si é o que importa. Além disso, afaste-se de pessoas que te deixam para baixo e te rebaixam, aprendendo a conviver mais com pessoas que te valorizam e te deixam entusiasmado.

7. Pense de forma positiva

Já ouviu falar que quanto mais positivamente pensamos, mais atraímos coisas boas? Esse pensamento realmente transforma vidas. Isso ajuda a melhorar sua auto-estima e autoconfiança, superando os desafios da vida. Então comece a reconhecer seus pontos fortes, colocando-os em primeiro lugar, ao invés de só pensar nos pontos fracos.

8. Faça psicoterapia

Buscar um psicólogo é, na verdade, a primeira dica a ser seguida quando você não consegue lidar com seu complexo de inferioridade. É através da psicoterapia que você obterá autoconhecimento, entendendo como sua mente funciona, seus sentimentos, seus reais valores, separando o que é real do que é imaginário.

II) Como ajudar alguém com complexo de inferioridade?

Complexo de Inferioridade: O que Fazer Quando se Tem?

Se você não possui complexo de inferioridade, mas conhece alguém próximo que tenha e quer ajudá-lo, seguem algumas orientações:

  • Tenha paciência com essa pessoa, pois este complexo pode levar a problemas mais sérios que exigem atenção;
  • Tente conversar com ela sobre este problema, compreendendo seus sentimentos e os motivos que levaram a isso, para assim poder ajudá-la com mais facilidade;
  • Relembre-a de que cada pessoa é de um jeito e são diferentes, únicas e especiais, cada uma com seus talentos e problemas;
  • Tente mostrar para esta pessoa que os sentimentos que a levam à inferioridade estão na sua mente e que é possível mudar essas crenças;
  • Valorize os potenciais dela, elogie-a, mostre que ela é capaz, pedindo, por exemplo, sua opinião sobre alguma coisa e leve as ideias dela em consideração;
  • Faça atividades diferentes junto com ela, pedindo para que se responsabilize por alguma tarefa e assim ela possa aprender a tomar decisões. Assim, faça ela perceber que foi ela quem realizou aquilo e que possa somar essa tarefa às suas conquistas.

 

O que Cada Cor Significa no Mundo no Marketing?

No mundo do business e marketing, as cores escolhidas, sejam para um site, loja ou materiais publicitários (como banners, folders, cartões de visita, etc), são importantes, principalmente para quem está pensando em começar um novo negócio. O uso eficaz das cores é uma forma de chamar a sua atenção e, segundo alguns estudos, a maioria dos consumidores considera que a cor é o fator mais importante do que outros ao escolher um produto.

Inconscientemente não percebemos como isso pode influenciar em nossas vidas, mas a própria Psicologia das Cores diz como cada cor pode ser poderosa na criação de um negócio bem sucedido.

Veja agora o que cada cor significa no mundo do marketing:

O que Cada Cor Significa no Mundo do Business e Marketing?

1) Vermelho

O vermelho é uma cor quente, que representa ação, emoção e paixão. Ela estimula a energia e aumenta a respiração e a pressão. Propicia ações e a confiança. Sua mistura com o roxo (cor secundária) gera o “vermelho arroxeado” e com o laranja (também secundária) gera o “vermelho alaranjado”.

Como é aplicado: É muito usado em restaurantes, principalmente os fast-food (para estimular o apetite, criando urgência no consumidor), liquidações em lojas e ações promocionais (para atrair pessoas mais impulsivas a comprá-las), placas e sinalizações de urgência.

2) Amarelo

Outra cor quente, o amarelo é a que mais demonstra valor, luxúria, prestígio, energia, brilho, felicidade, acolhimento e torna a pessoa mais estimulada ao otimismo e a esperança. Sua mistura com o laranja (cor secundária) gera o “amarelo alaranjado” e com o verde (também secundária) gera o “amarelo esverdeado”.

Como é aplicado: Ele faz com que o consumidor mantenha sua atenção. Normalmente o amarelo prende a atenção nas vitrines, mostrando clareza em detalhes importantes e indicando também cautela.

3) Azul

Considerado uma cor fria, o azul representa a calma, segurança, higiene e frescor, além de estimular a criatividade e a espiritualidade. Sua mistura com o roxo (cor secundária) gera o “azul arroxeado” e com o verde (também secundária) gera o “azul esverdeado”.

Como é aplicado: É usado em negócios corporativos, principalmente o azul-escuro, que não é invasivo e indica produtividade, passando a sensação de segurança, poder e confiança que o consumidor pode ter naquela empresa ou marca.

4) Verde

O verde, também uma cor fria, é uma cor secundária, originada da mistura do azul e amarelo, considerado fonte de harmonia, rejuvenescimento, tranqüilidade e equilíbrio, além de possibilitar crescimento, dinheiro e estabilidade.

Como é aplicado: Geralmente é associado a empresas da área da saúde, que a utilizam para demonstrar sensações de vitalidade, fertilidade, efeito calmante sob o estresse, abundância e natureza. Usada também em lojas que querem relaxar os clientes e empresas que promovem a sustentabilidade.

5) Roxo

Resultante da mistura de azul com vermelho, o roxo é uma cor fria que indica intuição, sucesso, riqueza, resolução de problemas e sabedoria.

Como é aplicado: Normalmente é usado em produtos de beleza (como antiidade, cremes, shampoos) e bem-estar, demonstrando uma marca ou serviço inteligente, ágil e criativo.

6) Laranja

O laranja surge da mescla de amarelo com vermelho. É uma cor quente que representa equilíbrio, energia e vibração. Também reflete o calor, estímulo, entusiasmo, alegria e socialização.

Como é aplicado: É usado nos negócios que querem chamar atenção, mostrar urgência, amizade e confiança, preferida pelos consumidores compulsivos.

7) Rosa

Mistura das cores vermelha e branca, o rosa demonstra o romantismo, delicadeza, inocência, suavidade e proteção. Seu tom mais forte, o pink, desperta atenção e desejo.

Como é aplicado: As empresas utilizam o rosa para indicar um local jovem, como, por exemplo, docerias. É também usado em produtos e ações delicados, femininos e artefatos infantis.

8) Marrom

O marrom, mistura de laranja com azul, indica estabilidade, sofisticação, segurança, comprometimento e seriedade.

Como é aplicado: É muito usado por empresas de móveis, pisos e decoração de ambientes, para demonstrar elegância e boa qualidade dos produtos. Também é utilizado por empresas do ramo alimentício, de bebidas, além de produtos orgânicos.

9) Preto

A cor preta pode ser obtida através da mistura das cores vermelha, amarela e azul-escuro, indicando elegância, formalidade, força, respeito, mistério, impessoalidade e curiosidade.

Como é aplicado: É usado por empresas que querem mostrar facilidade na interpretação das informações. Dependendo da cor que o acompanhar, pode ser moderno ou conservador, mas sempre sofisticado.

10) Branco

O branco é a mistura de todas as cores luminosas, demonstrando limpeza, tranqüilidade, paz, harmonia, luminosidade, pureza, calma, simplicidade e inovação. Tem alto poder de comunicação e pensamento lógico.

Como é aplicado: O branco é usado sempre que se quer ressaltar alguma informação (seja uma escrita ou uma imagem) que gera contraste, como o conceito de “figura e fundo”.

11) Cinza

O cinza é uma cor neutra, resultante da mistura de preto com branco. Indica conservadorismo, solidez, formalidade, suavidade, leveza e é uma cor muito agradável.

Como é aplicado: É associado a empresas de tecnologia e ao universo corporativo, com produtos inovadores e criativos, que querem demonstrar profissionalismo e conhecimento.

O que Cada Cor Significa no Mundo do Business e Marketing?

Fonte:

http://www.empower-yourself-with-color-psychology.com/color-meanings-in-business.html

Realmente Usamos Somente 10% do Nosso Cérebro?

O cérebro é um órgão complexo, responsável por nossos movimentos, raciocínio, inteligência, controle das emoções, do sono, da fome e de todas as atividades necessárias para nossa sobrevivência, interpretando os sinais que nosso organismo dá e os recebidos pelo ambiente. Mas diante de suas inúmeras funções, será que só usamos 10% do nosso cérebro como dizem por aí?

Vamos conferir a seguir se realmente usamos somente 10% do nosso cérebro:

1) A teoria dos “10% do cérebro”?

Muitas teorias sobre o ser humano utilizar somente 10% de seu cérebro foram criadas ao longo dos anos. Alguns indícios dessa teoria foram:

  • Inicialmente, um dos fundadores da ciência cognitiva moderna, Jean Pierre Flourens, demonstrou como funcionava os hemisférios cerebrais, chamando a massa cinzenta do cérebro de “córtex silencioso”, o que fez muitos outros pesquisadores acreditarem que essa região não tinha nenhuma função.
  • Posteriormente, os psicólogos William James e Boris Sidis, na década de 1890, em seus estudos informaram que todo ser humano tinha reservas escondidas de recursos mentais e físicos, desenvolvendo apenas 10% de sua habilidade mental.
  • Karl Lashley, também psicólogo americano, entre 1920 e 1930, realizou pesquisas sobre o cérebro onde sugeriu que o aprendizado é governado exclusivamente pelo córtex cerebral, não existindo regiões específicas para este aprendizado adquirido, o que pôde ter dado origem à teoria dos 10%.
  • Especialistas em fenômenos paranormais defendem que o cérebro só usa 10% de sua capacidade, pois se usasse mais do que isso o ser humano seria capaz de se teletransportar, levitar, ler mentes, entortar talheres com o pensamento, etc. Porém, a ciência nunca comprovou a existência desses fenômenos.

O entendimento sobre o cérebro naquela época era muito inconstante, em que se conhecia muito pouco sobre como investigá-lo, mas a teoria dos 10% era e ainda é atraente para muitas pessoas, uma vez que diz que poderíamos ser muito mais inteligentes e criativos se usássemos os outros 90% do cérebro.

2) A plasticidade de nosso cérebro

Realmente Usamos Somente 10% do Nosso Cérebro?

Conforme foram avançando novos estudos sobre o cérebro, descobriu-se sua plasticidade, ou seja, a capacidade dele em se remodelar de acordo com as experiências, necessidades, percepções, ações e aspectos do ambiente do ser humano. Ele é maleável e possível de se regenerar quando uma área é lesada, substituindo as funções afetadas pelas células vizinhas.

O sistema nervoso é plástico e quanto mais estimulado for, mais se aumenta seu potencial, ou seja, todas as pessoas podem usar o cérebro para fazer mais coisas do que já se sabe fazer, permitindo adaptações e aprendizagens ao longo da vida, o que torna o ser humano mais eficaz.

Assim, pode-se afirmar que o cérebro está em constante mudança. Porém, não significa que estamos explorando novas áreas do cérebro, mas sim realizando novas conexões entre as células nervosas e perdendo as velhas quando não precisamos mais delas.

3) Usamos ou não somente 10% do nosso cérebro?

Os estudos sobre o cérebro se aprofundaram mais nos últimos 30 anos, principalmente quando exames de imagens mostraram como ele funciona. Então, os indícios que provam que usamos mais do que 10% do nosso cérebro são:

  • A ressonância magnética, por exemplo, é a melhor forma de investigar como o cérebro funciona, mostrando quais áreas dele estão ativas quando pensamos ou fazemos algo, como as áreas da linguagem, raciocínio, leitura, repouso, etc.
  • Cada neurônio faz 20 mil contatos com outros neurônios e recebe 20 mil também de outras células, somando 40 mil envolvimentos entre eles no total.
  • Para realizar coisas simples no dia-a-dia, como, por exemplo, falar poucas palavras, o cérebro faz uma grande integração de diferentes áreas, ou seja, isso requer muito mais do que 10% de uso do cérebro.
  • Até mesmo quando estamos em repouso, o cérebro trabalha constantemente, controlando nossa respiração, memória e atividades do coração.
  • Quando uma célula nervosa deixa de funcionar, ela morre e é colonizada por outras áreas próximas, ou seja, o cérebro nunca fica ocioso.
  • O cérebro constitui 1/40 da massa total do ser humano e o seu tecido consome 20% de todo o oxigênio que respiramos, ou seja, usa 20% da energia do corpo, o que torna impossível dizer que só usamos 10% dele.
  • Vários estudos de imagem sobre o cérebro mostram que nenhuma área do cérebro é totalmente silenciosa ou inativa, ou seja, todo o cérebro está ativo o tempo todo, até mesmo durante o sono.

Com tudo isso, conclui-se que a gente usa bastante nosso cérebro para tudo o que fazemos, ou seja, é impossível que os outros 90% não sejam usados, tornando a “teoria dos 10%” um mito.

4) E se só usássemos 10% do cérebro?

Realmente Usamos Somente 10% do Nosso Cérebro?

Vamos pensar na possibilidade de retirar os outros 90% de nosso cérebro. O que aconteceria? Se 90% fosse removido, sobraria cerca de 140 gramas de tecido cerebral, equivalente ao cérebro de uma ovelha, por exemplo. Isso causaria vários tipos de deficiências.

Mas e as doenças degenerativas, como a doença de Parkinson, por exemplo, que afetam áreas específicas do cérebro? Também não impede o cérebro de funcionar corretamente? Sim, mas esse dano é bem menor do que remover 90% dele.

Assim, sem os 90%, seríamos incapazes de fazer atividades simples, como falar, pensar, processar informações, andar, etc. Diante disso, é uma ideia equivocada pensar em usar somente os 10% do cérebro, uma vez que ele está em constante atividade e mudanças.

Fonte:

https://faculty.washington.edu/chudler/tenper.html

10 Dicas Imperdíveis para Ganhar Autoconfiança

A autoconfiança é uma peça essencial para se obter uma vida plena e satisfatória. Através dela, somos capazes de perceber o quanto podemos aprender a gostar de nós mesmos, da forma como somos, que é possível realizar qualquer coisa ao longo da vida para alcançar nossas metas pessoais e profissionais, e pensar de forma positiva sobre nosso futuro.

Veja a seguir 10 dicas para ganhar autoconfiança:

10 Dicas para Ganhar Autoconfiança

1) Corra riscos e busque novos desafios

Tudo que é novo e diferente em nossas vidas causa ansiedade e desconfiança, pensando se é a melhor escolha a fazer. Mas isso é completamente normal. Se você fugir sem correr este risco é pior, pois ficará remoendo a perda de uma oportunidade em obter sucesso, que poderia ter mudado sua vida.

Busque entrar de cabeça em novos desafios, pois só assim provará se algo é bom ou não para você. E esforce-se mais para conseguir coisas melhores para sua vida, seja um novo curso, uma meta em perder peso, uma corrida com um percurso longo nunca realizado antes, um novo emprego, etc.

2) Deixe para trás experiências ruins ou frustrações

Situações passadas como rejeições, perdas, conflitos, crises, frustrações (por não ter conseguido algo ou ser como gostaria) devem ser deixadas para trás o mais rápido possível.

Tudo isso está no passado e você deve se focar no presente e planejar seu futuro. Vença seus medos e supere suas fragilidades, pensando sempre positivamente, e com isso aumentando a confiança em si mesmo.

3) Aprenda com seus erros

Para acertar em suas escolhas é necessário primeiramente cometer erros. Sem eles não sabemos distinguir o que realmente é certo ou errado.

Se você agiu de alguma forma que não te agradou, seja com você mesmo ou com os outros, repense na forma como você se comportou para consertar o que fez e aja de maneira diferente para que isso não ocorra de novo no futuro, redimindo-se, sendo gentil e generoso.

4) Não desista de seus objetivos

Conquistar objetivos nem sempre é uma tarefa fácil. Você terá que ultrapassar muitas barreiras e dificuldades. Você é o protagonista de sua história, então corra atrás daquilo que quer.

Lute pelos seus sonhos e caso algo não saia como planejado, mas ainda assim é uma coisa que você quer muito, levante-se e tente de novo até conseguir. A pessoa que confia em si mesmo nunca desiste de suas metas até conquistá-las.

5) Afaste-se de coisas ou pessoas que fazem você se sentir mal

Há coisas ou pessoas que “sugam” nossas energias, deixando-nos desanimados, sem vontade de correr atrás do que realmente queremos.

Procure ter ao seu lado pessoas positivas, que apóiem seus planos e estejam próximas sempre que você precisar, sejam elas familiares ou amigos. Isso só te deixará mais animado e autoconfiante.

6) Descubra quais são os seus talentos

As pessoas negativas geralmente acham que não são boas em algo e que não sabem fazer nada. Dentro de qualquer pessoa há talentos que devem ser descobertos.

Encontre algo que te dê prazer de verdade ou em que você é bom, como cantar, dançar, uma atividade no trabalho, um hobbie diferente, etc. Encontrar seu talento fará você muito mais autoconfiante, sentindo-se firme e orgulhoso.

7) Sinta orgulho de quem você é e seja grato pelo o que tem

Não se compare às outras pessoas. Ninguém é igual a ninguém. Você é único, com seus defeitos, qualidades, pensamentos, comportamentos, personalidade, etc.

Pense na sua própria vida e em tudo o que conseguiu de bom até agora. Procure qualidades que fazem você e as outras pessoas se admirarem. Orgulhe-se de quem você é e agradeça todos os dias por tudo o que você possui, conquistou, lutou, até mesmo nos erros que cometeu, pois isso faz você amadurecer e aprender mais sobre sua própria vida.

8) Não se cobre tanto

Conformar-se com tudo ou só relembrar dos fracassos não fará você desenvolver autoconfiança como gostaria. Quando você exige demais de si mesmo há uma sensação de impotência para alcançar seus objetivos.

Nada ou ninguém é perfeito e o que importa é se aquilo dará certo no final. E se não der, qual o problema? Levante e recomece sua batalha. Continue se esforçando mais, sem se cobrar tanto, afinal erros e fracassos sempre acontecem, então aprenda com eles.

9) Cuide melhor de você e se ame mais

A autoconfiança só é possível quando você está bem consigo mesmo, ou seja, quando sua auto-estima está bem. Centre-se naquilo que você mais gosta em você, seja na aparência física ou numa característica comportamental, e altere um mau hábito, pratique exercícios físicos, coma melhor, durma melhor, faça um check-up para cuidar da saúde, tenha um hobbie que goste, vista-se melhor, maquie-se; resumindo, cuide melhor de você como um todo e ame a pessoa quem você é.

10) Comemore cada conquista obtida

Cada vitória conquistada transforma nossas vidas, deixando-nos mais fortes e autoconfiantes para buscar novas conquistas. Comemore mesmo que seja o início de um degrau alcançado, pois assim você estará mais perto de conseguir o quer, avançando os degraus seguintes.

Você pode festejar quando tirar uma boa nota numa prova, ao conseguir mais tempo com sua família e amigos, uma promoção no trabalho, enfim, comemore cada passo dado e conquistado e veja sua autoconfiança ganhar mais forma.

Fonte:

http://www.positivityblog.com/index.php/2007/08/14/top-24-tips-for-making-your-self-confidence-soar/

10 Dicas Eficientes para Falar Bem em Público

Você já sentiu ansiedade diante de uma apresentação na escola, ter que fazer uma leitura em voz alta para uma sala cheia ou falar em público? Com certeza sim.

O medo de falar em público é algo que acompanha qualquer pessoa em algum momento de sua vida. E esse medo vem acompanhado de diversas sensações, como coração acelerado, suor das mãos, tremedeira, perda de memória, etc, que não são tão prazerosos de sentir.

Confira agora estas 10 dicas eficientes para falar bem em público:

10 Dicas Eficientes para Falar Bem em Público

1) Pratique sua fala em voz alta e diante de um espelho

Antes de enfrentar uma platéia cheia, pronuncie todo seu discurso em voz alta do começo ao fim. Isso ajuda você a memorizar e rever se falta algum ponto. Você pode treinar sozinho diante de um espelho a fim de observar bem sua postura, como pronuncia as palavras, suas expressões faciais e gestos.

Caso não se sinta tão nervoso, faça um teste apresentando seu discurso para um grupo pequeno de pessoas que você se sinta mais à vontade, como familiares e amigos próximos. Assim, eles poderão te dar um retorno de como você se saiu e novas ideias para ajudar na sua apresentação. Ou até faça uma gravação de sua fala e escute-a para possíveis revisões.

2) Respire de forma correta

Uma boa apresentação inicia com uma boa respiração, a fim de pronunciar melhor os sons das palavras sem haver gagueira e perda de memória. Respire profundamente e solte o ar devagar pelo nariz ao falar. Evite falar frases muito longas sem respirar ou acelerar a fala para não se cansar.

Treine essas técnicas de respiração anteriormente. Caso contrário as pessoas podem achar que você está ansioso, inseguro e ofegante.

3) Estude bastante o conteúdo de sua apresentação

É essencial saber o assunto que se quer falar e que tipo de público você irá se apresentar. Ao treinar anteriormente, leia todo seu discurso e depois deixe o papel de lado e fale sem ler nada. Isso ajuda na memorização das palavras, esclarece as ideias e desenvolve seu vocabulário.

Estude também possíveis respostas para perguntas que o público poderá fazer acerca do assunto. Busque outras fontes, livros, revistas e matérias na internet sobre o que vai falar. Uma boa preparação evita possíveis falhas de execução e não deixará você sem saber o que responder para seu público.

4) Organize seu discurso

Toda apresentação deve ter seu início, meio e fim. Organize o que você vai falar sempre conectando uma fala na outra. Evite falar sobre um assunto no começo e completá-lo só ao final. Claro que algumas ideias ressurgem em um debate ou em um questionamento do público, mas se você não ligar uma ideia na outra, vai parecer artificial ou que não sabe do que está falando.

Primeiramente, cumprimente o público e se apresente. Fale rapidamente sobre você e qual é o seu objetivo ali. Depois, vá desenvolvendo o conteúdo do tema abordado passando informações encontradas. Após isso, mostre quais as conclusões você tem sobre o tema e o que quis transmitir com ele. E por fim, deixe aberto ao público possibilidades de tirar dúvidas ou mostrar sua opinião. Esse é o melhor retorno que você pode ter sobre seu discurso.

5) Utilize recursos de apoio

Contar com a “sorte” de que a memória vai funcionar o tempo todo na apresentação não é uma boa ideia. Além disso, um discurso baseado somente em palavras fica cansativo e o público pode não mostrar interesse. As pessoas gostam, além de ouvir, visualizar imagens ou vídeos sobre o tema abordado.

Utilize, por exemplo, slides, fotos ou vídeos curtos para exemplificar o que você quer transmitir. Isso faz com que o público mantenha o foco nesses recursos e você possa dar uma respirada e uma aliviada na tensão, já que todos os olhares estavam focados em você. Além disso, ajuda você a recordar alguma informação ao visualizar a sequência dos tópicos nos slides.

6) Preste atenção nos seus gestos

Quando estiver se apresentando em público, sempre preste atenção no seu corpo como um todo: sua respiração, sua postura, a clareza com que as palavras saem, seus gestos e expressões faciais. O excesso ou falta de gestos fará com que você não tenha a atenção necessária.

Ande de forma calma entre um lado e outro para manter a atenção das pessoas, seja cauteloso nos gestos com as mãos, respire devagar e pausadamente, busque olhar de um lado a outro para mostrar que você também está atento a todas as pessoas presentes.

7) Aja naturalmente

Se você se mostrar de forma artificial, o público poderá duvidar do que está falando. Falar baixo demais ou para dentro demonstra insegurança. Você deve acreditar fortemente naquilo que está falando e mostrar ao público que eles também podem acreditar.

Procure falar de forma natural e espontânea a fim de mostrar que você sabe do que está falando. Mesmo que você esqueça alguma informação ou erre sobre algo, mantenha-se tranqüilo e natural. Não tente imitar a forma como uma outra pessoa fala. Você tem seu próprio jeito de falar e é isso que o público está interessado em ver.

8) Fale pausadamente e com clareza

Falar rápido demais ou muito devagar fará com que o público peça para você repetir as informações ou fique entediado. Uma boa comunicação levará a um bom entendimento do seu discurso.

Fale sempre de forma pausada, respeitando sua respiração, e com clareza, transmitindo as informações sem que haja rodeios ou repetição de ideias. Tenha um tom de voz firme, com entusiasmo e energia, que demonstra veracidade nas informações.

9) Olhe para o seu público

Como já foi citado, é importante utilizar recursos como slides, imagens ou vídeos para esclarecer as idéias e deixar a apresentação mais dinâmica. Mas se você só fizer seu discurso olhando para estes recursos sem ter contato visual direto com o público, vai parecer nervoso ou que não está interessado nas pessoas que estão ali ouvindo.

Preste atenção em todos, de um lado a outro, volte sua atenção aos slides e novamente para o público, e veja a reação que as pessoas estão tendo diante de sua fala. Assim, você terá um retorno de sua apresentação, se está interessante ou não.

10) Demonstre tranquilidade

É sempre desconfortante ver o público perceber que você está nervoso ou tremendo, e não prestar atenção na sua fala. O nervosismo faz parte de qualquer apresentação, mas é importante não transparecer essa sensação às pessoas.

Para não demonstrar que está ansioso, fale com bom humor e com tranquilidade, de forma controlada, para convencer o público de que está tudo bem, dar mais credibilidade e manter sua atenção com mais facilidade.

Fonte:

http://www.techrepublic.com/blog/10-things/10-easy-ways-to-improve-your-public-speaking/