10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam

Olá pessoal, o artigo de hoje é sobre um exercício completo: o agachamento. Você vai saber porque o agachamento é importante, seu benefícios, maneira correta de executa-lo e cuidados que se deve tomar.

Por que o agachamento é importante?

O agachamento é um exercício muito importante para pessoas que querem bons resultados em seus treinamentos. Ele pode ser usado por grande parte das pessoas, desde que não tenham algum problema nas articulações que podem ser agravadas neste movimento. No geral, o agachamento bem executado só traz benefícios, independente de seu objetivo.

O agachamento é um exercício completo e atua em mais de um músculo. Como o movimento completo do agachamento é composto por uma flexão de joelho e uma flexão de quadril, seguidos por uma extensão, temos três grupos musculares que são altamente ativados, quando temos uma execução correta.

Até o momento em que o joelho vai a 90º temos uma ativação acentuada do quádriceps. Após os joelhos passarem da linha de 90º na parte excêntrica do movimento, teremos uma ativação muito mais elevada dos isquiotibiais e dos glúteos. Com isso, em apenas 1 movimento há uma ativação dos três maiores grupos musculares da parte inferior. Além disso, o agachamento também trabalha a parte do abdômen, e pode ser até mais efetivo do que o próprio abdominal tradicional.

O agachamento é o exercício com maior gasto calórico entre todos da musculação. Isso é visível quando observamos que praticamente todos os programas de emagrecimento que tem resultados positivos, incluem o agachamento e diversas variações dele nos treinos. Além disso, ele melhora a funcionalidade de qualquer pessoa,e ajuda no ganho de massa muscular, pois a sua prática libera hormônio do crescimento que é muito importante para quem deseja construir músculos. Então, se quer melhorar a sua qualidade de vida, comece agora a agachar!

Benefícios do agachamento

Esse exercício traz diversos benefícios para o corpo e saúde, veja a seguir 10 benefícios do agachamento:

  • Melhora a postura
  • Melhora o equilíbrio
  • Fortalece as coxas
  • Aumenta a capacidade física
  • Ajuda a ganhar músculos no corpo inteiro
  • Ajuda a melhorar o desempenho desportivo
  • Fortalece os ossos
  • Acelera o metabolismo
  • Gasto calórico elevado
  • Ajuda no ganho de massa muscular

Como fazer agachamento de forma correta

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam

O agachamento é um exercício extremamente funcional para o corpo, mas muitas vezes ele não é executado da forma correta. Veja a seguir como fazer agachamento de forma correta:

  1. Mantenha o corpo reto com as pernas abertas na largura dos ombros, a ponta dos pés tem que estarem retas.
  2. Agache o máximo que puder de maneira em que o joelho não ultrapasse a ponta dos pés, mantendo a coluna reta.
  3. Levante novamente para a posição inicial, conta como uma repetição.

OBS: Mantenha sempre a coluna reta e o calcanhar firme no chão.

Dicas:

  • Cabeça: Mantenha o olha sempre para frente, isso vai garantir que não haja mudanças no centro de força e também ajuda no equilíbrio.
  • Abdômen: Mantenha contraído a todo tempo durante a execução, isso vai trabalhar o abdômen e ajudar a manter a postura.
  • Quadril: Jogue os glúteos o máximo que conseguir para trás.
  • Joelhos: No momento do agachamento os joelhos não devem ultrapassar a ponta dos pés para não gerar desgaste.
  • Pés: Os pés devem estar abertos na largura dos ombros e paralelos. Desse modo você vai ter mais estabilidade.

Cuidados que se deve tomar

  • Mantenha o abdômen sempre contraído, Isso ajuda a proteger a coluna da sobrecarga gerada pelo exercício.
  • Outro ponto importante é o alinhamento articular, principalmente no que diz respeito aos joelhos. O correto é que eles se mantenham alinhados com a ponta dos pés, não pode ultrapassa-los, evitando que ocorra torção ou compressão.
  • Não exagere no peso, fazer a execução correta é mais importante que o peso.
  • Não olhe para baixo na execução do exercício, mantenha o olhar sempre para frente, vai ajudar a manter a postura.

Preferência nacional e internacional, o bumbum das brasileiras atrai olhares tanto de homens quanto de mulheres. Os biquínis brasileiros são muito disputados entre as celebridades e anônimas internacionais, as formas  curvilíneas e o bumbum avantajado levam muitas mulheres à academia, para terem o sonhado bumbum “brasileiro”. Já as brasileiras, procuram a academia para melhorar ainda mais o que a natureza já as favoreceu.

Existem alguns métodos para se ter o bumbum perfeito, como cirurgias para colocação de próteses ou aplicação de hormônios e suplementos. Mas nada é tão eficaz e duradouro quanto os exercícios físicos, porque além de mais saudável, trazem uma aparência mais natural e perfeita ao corpo.

Como Fazer Exercícios Para Levantar e Aumentar o Bumbum


Os exercícios são as técnicas que podem proporcionar um resultado satisfatório, eles não apenas trabalham com os glúteos, como também com vários músculos da perna, deixando o conjunto todo bonito e em harmonia. Eles trabalham em séries localizadas, onde os músculos são trabalhos de forma isolada, proporcionando o crescimento e definição da região. Para conseguir um resultado perfeito é necessário praticar exercícios que trabalhem as três áreas: glúteos máximo, médio e mínimo. O recomendado é fazer os exercícios 3 vezes por semana e  em dias intercalados. Com apenas 30 minutinhos por dia, já dá pra garantir um bumbum mais bonito.

As séries são diferentes para cada pessoa, mas o ideal é fazer 16 a 36 repetições de 3 a 5 séries. Ou seja, você repetirá os exercícios praticados 16 a 36 vezes – escolha qual a quantidade melhor para você, sendo séries de 3, 4 ou 5 vezes. Após terminar os exercícios de 16 a 36 vezes é necessário descansar o músculo de 30 a 60 segundos.

  • Iniciantes: 3x por semana / 2 séries
  • Intermediárias: 4x por semana / 3 séries
  • Avançadas: 5x por semana / 4 séries

Veja também os 10 exercícios que vão deixar seu bumbum durinho e empinado

1) Agachamento sumô (Sumo Squat) com sobrecarga

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Agachamento sumô (Sumo Squat) com sobrecarga

  1. Faça agachamento com pesos. Fique com os pés alinhados e separados por uma distância igual à largura dos ombros.
  2. Posicione os glúteos ligeiramente para trás.
  3. Segure um peso em cada mão e deixe os braços repousarem ao lado do corpo.
  4. Agache devagar, inclinando o peito para a frente para se equilibrar. Continue a descer até que suas pernas formem um ângulo de 90º.
  5. Mantenha-se nessa posição por alguns segundos e volte a ficar de pé, tentando usar os músculos dos glúteos para impulsionar o tronco para cima.
  6. Faça 3 repetições de 15 movimentos.

2) Faça o chute com quatro membros apoiados

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Faça o chute com quatro membros apoiados

  1. Fique de quatro, com as mãos separadas pela largura dos ombros.
  2. Coloque os joelhos um pouco à frente da linha da cintura.
  3. Mantenha um joelho no chão e eleve a perna oposta, o que deverá exigir esforço dos músculos abdominais.
  4. Suspenda a perna até que a planta do pé fique paralela ao teto e o joelho fique na mesma altura do resto do corpo.
  5. Mantenha essa posição por alguns instantes e lentamente devolva a perna ao chão.
  6. Faça 3 repetições de 20 movimentos com cada perna.

3) Faça o exercício da ponte

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Faça o exercício da ponte

  1. Deite-se de barriga para cima e com os braços ao lado do corpo.
  2. Dobre as pernas e coloque as plantas dos pés no chão, um pouco abaixo dos glúteos.
  3. As palmas da mão podem ficar viradas para cima ou para baixo, dependendo do que você achar mais confortável.
  4. Deixe as mãos bem apoiadas no chão e separadas por uma distância equivalente à largura dos ombros.
  5. Suspenda os quadris até que o tronco se alinhe as coxas ou fique um pouco acima delas.
  6. Mantenha-se assim por alguns segundos, tire um dos pés do chão e estique a perna, deixando o pé um pouco acima do corpo.
  7. Devolva o pé ao chão e abaixe o quadril para voltar à posição inicial.
  8. Repita o movimento de novo, desta vez, suspendendo a outra perna.
  9. Faça 3 repetições de 10 exercícios para cada lado.

4) Faça o agachamento plié

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Faça o agachamento plié

  1. O plié não é uma exclusividade das bailarinas.
  2. Primeiramente, deixe os pés separados por uma distância maior do que o tamanho dos ombros e virados para fora, formando um ângulo de aproximadamente 45º entre si.
  3. Para se equilibrar, coloque os braços para a frente e segure um peso na altura do peito com ambas mãos.
  4. Agora vem a parte em que esse exercício se distingue do agachamento convencional: suspenda os calcanhares, apoiando-se no chão apenas com as pontas dos pés.
  5. Equilibre-se bem e comece a se agachar, movendo os glúteos levemente para trás, como se você fosse se sentar numa cadeira invisível. Contraia os glúteos e as coxas e retome a posição inicial.

5) Stiff

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Stiff

  1. Para fazer esse exercício comece segurando o peso na frente das pernas, alinhado com os ombros.
  2. Flexione levemente os joelhos.
  3. Desça o peso em direção aos pés, levando seu quadril para trás, mantendo as costas eretas.
  4. Ao passar pelos joelhos (apenas um referência) volte para posição inicial. O movimento todo fica apenas no quadril.

6) Elevação da pelve unilateral

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Elevação da pelve unilateral

  1. A elevação da pelve unilateral consiste no movimento de extensão de quadril com a barriga voltada para cima.
  2. O músculo do bumbum é o principal responsável em elevar a pelve e freia-la até o retorno à posição inicial.
  3. Este exercício é muito prático e simples e pode ser feito em casa.

7) Abdução de quadril com borracha

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Abdução de quadril com borracha

Outro bom exercício para o fortalecimento dos músculos abdutores é a abdução de quadril unilateral com a borracha. Neste caso a maior tensão exercida nos músculos acontece na posição final onde os músculos tem uma menor capacidade de produzir força. Pode ser uma boa estratégia para desenvolver a força.

8) Avanço com barra e avanço com halteres

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Avanço com barra e avanço com halteres

No avanço com a barra sobre os ombros você dá um passo à frente e retorna para a posição inicial. Uma boa variação do avanço com a barra é a utilização de halteres para a execução do exercício.

9) Subida no banco

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Subida no banco

 

Um bom exercício para desenvolver o bumbum utilizando o peso do corpo é a subida no banco, na posição inicial você  coloca os pés sobre um banco e realiza a subida com a ação dos músculos do bumbum e da coxa, com o tempo de prática e com o aumento da força é provável que seja necessário adicionar mais peso para que a força continue melhorando.

10) Glúteo três apoios com caneleira e com os joelhos flexionados

10 Exercícios de Agachamento para Glúteos que Realmente Funcionam - Glúteo três apoios com caneleira e com os joelhos flexionados

Neste exercício clássico para o treinamento da força do bumbum, uma boa dica é tentar realizar o movimento em uma amplitude onde o músculo do bumbum nunca descanse totalmente. Por isso, para fazer uma série intensa, não desça totalmente a coxa. O glúteo três apoios cruzado é uma forma alternativa de executar este exercício, muito comum nas academias, que consiste em combinar o movimento de extensão com a rotação externa do quadril. Essa é uma boa opção para variar o exercício e fazer com que o recrutamento do músculo do bumbum seja modificado.

Veja também: 7 Exercícios para fortalecer o quadril

10 Alimentos mais Contaminados por Pesticidas

Quando imaginamos uma alimentação saudável, logo pensamos em opções variadas de frutas, legumes e verduras. Mas nem tudo o que compramos no mercado e em feiras é realmente saudável, uma vez que muitas dessas opções possuem alto nível de pesticidas, substâncias químicas usadas para combater pragas e doenças nas plantações (inseticidas, herbicidas e fungicidas).

Seu uso é necessário, em baixa quantidade e de forma controlada. Porém, muitos deles são proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e se utilizados em grande quantidade, os pesticidas podem causar problemas de saúde, como problemas cardiológicos, respiratórios e do sistema nervoso.

A melhor alternativa é sempre lavar muito bem os alimentos ou optar pelos orgânicos, que, mesmo sendo um pouco mais caros, são livres de agentes químicos e transgênicos.

Veja Abaixo os 10 Alimentos mais Contaminados por Pesticidas:

Confira os 10 Alimentos mais Contaminados por Agrotóxicos!

Cenoura

A cenoura é um alimento que possui antioxidantes, além de muitas vitaminas e minerais, capazes de prevenir doenças cardiovasculares, controlar o colesterol, melhorar a visão e dar bronzeamento na pele. De acordo com estudos realizados, seu nível de pesticidas foi medido em 49,6%.

Morango

O morango é uma fruta rica em fibras e vitaminas A, B e E, além de antioxidantes que retardam o envelhecimento, sendo também pouco calórico, fortalecendo o sistema imune, melhorando o funcionamento da digestão e atuando como antiinflamatório natural. Possui 63,4% de pesticidas.

Alface

A alface é uma planta rica em nutrientes como vitaminas A e C, fósforo, ferro e cálcio, ajudando a desintoxicar o fígado, com efeito calmante no organismo, e até a aliviar sintomas da ansiedade. Fornece também muitas fibras, o que melhora a digestão, podendo prevenir diabetes e baixar o colesterol. Porém, está entre os alimentos com mais pesticidas, em um índice de 54,2%.

Abacaxi

O abacaxi é uma fruta poderosa, rica em água e fibras, além de vitaminas A, B e C. Trata gripes, resfriados e inflamações, filtra o sangue, funciona como antiinflamatório, diminui a pressão alta, entre outros problemas de saúde. Mas quem o consome, pode ingerir 32,8% de pesticidas, o que dificulta a absorção de seus benefícios.

Pimentão

Seja qual for sua cor, o pimentão possui muitas vitaminas e fornece diversos benefícios, como, por exemplo, na prevenção da anemia, câncer, problemas oculares, gripes e resfriados, problemas nos cabelos e na pele, entre outros. Porém, é o campeão dos alimentos com mais pesticidas, segundo estudos, com 91,8%.

Pepino

Outro alimento rico em água e de baixa caloria é o pepino, com alta capacidade de hidratação do organismo, além de funcionar como antioxidante, retardando o envelhecimento, e como antiinflamatório e diurético. Mas seus 57,4% de pesticidas impedem sua correta absorção, diminuindo sua eficácia no organismo.

Mamão

O mamão é um dos alimentos mais conhecidos por controlar problemas digestivos e melhorar a mobilidade intestinal, devido à alta presença de fibras. Rico em vitaminas e minerais, fortalece a imunidade e os ossos, deixando a pele mais sedosa e bonita, controlando o colesterol etc, benefícios estes que se perdem devido aos 30,4% de pesticidas utilizados em seu cultivo.

Couve

A couve é uma verdura muito utilizada atualmente em sucos detox, devido ao seu poder de desintoxicar o organismo de toxinas prejudiciais. Além disso, regula os hormônios e ajuda no combate à ansiedade. Infelizmente, foram detectados 31,9% de pesticidas nas plantações.

Beterraba

A beterraba tem alto teor de ferro, o que ajuda a aumentar as células vermelhas do sangue, combatendo a anemia e oxigenando os tecidos do corpo. A presença de 32,6% de pesticidas reduz esses benefícios, diminuindo também a quantidade de vitaminas A, B e C, zinco, magnésio potássio e fósforo existentes em sua composição.

Tomate

Mesmo sendo utilizado mais em saladas e molhos, o tomate é uma fruta. Rico em vitamina C e E, o tomate combate gripes, inflamações e doenças cardiovasculares, ajudando na saúde dos olhos e funcionando como diurético, ou seja, é inimigo da retenção de líquidos. Estudos indicam 16,3% de pesticidas presentes no cultivo do tomate, necessitando de muitos cuidados ao ser consumido a fim de absorver todos os seus benefícios.

Fonte:

https://draxe.com/dirty-dozen/

Como Saber Se Estou Com Falta de Vitamina D?

Existem muitas doenças graves de saúde causados pela falta de Vitamina D. E por incrível que pareça, muitas vezes ela é sequer mencionada pelo grande público, quando se trata de buscar uma saúde mais adequada.

Mas o que a falta de um componente tão importante ao organismo pode causar? E tão importante quanto, é como descobrir se há de fato falta de vitamina D no organismo. Essas questões são relativamente simples de encontrar uma resposta. O que pode pegar muitos de surpresa, contudo, são os meios de adquirir a vitamina.

Vamos começar pelo mais importante nesse momento. Saber do que se trata a Vitamina D, bem como suas fontes mais importantes, facilitará tanto o entendimento como saber se ela está em falta no seu corpo.

1) O Que é Vitamina D?

A Vitamina D é um componente vital para a absorção de nutrientes para o organismo. Entre eles, o principal é o cálcio, regulando todas as atividades do corpo relacionadas a ele. Também conhecido como calciferol, ela possui subgrupos tais como as vitaminas do complexo B, de compostos que podem ser solúveis em lipídios.

Esse grupo contém as vitaminas D1, D2, D3, D4 e D5. E aqui que podemos perceber o quanto elas se fazem necessárias em nosso corpo. Cada uma destas variações ajudam em processos metabólicos e de regulação das atividades do nosso organismo.

Veja a seguir algumas de suas principais características:

  • Facilitar a captação de cálcio e fósforo no organismo
  • Fortalecer os sistemas muscular, ósseo e imunológico;
  • Prevenção de Câncer
  • Retarda o envelhecimento da pele
  • Promove o metabolismo, principalmente para o sistema cardiovascular
  • Previne quadros de câncer, doenças no sistema cardiovascular, e esclerose.

Com tantos benefícios, como ainda é possível que não hajam maiores iniciativas para adquiri-la, visto que a Vitamina D não é produzida diretamente pelo corpo? Existe tanto uma falta de informações mais claras de suas fontes, como as próprias formas de “despertá-la”.

As aspas acima se devem ao fato de, embora não tenhamos naturalmente, é possível incentivar uma produção e absorção mais efetiva da Vitamina D através de dois subgrupos específicos, a Vitamina D2 e a Vitamina D3, respectivamente ergocalciferol e colecalciferol. Mais adiante, mostraremos algumas opções de alimentos que possam ajudar em sua potencialização, e consequentemente no aumento de consumo na Vitamina D como um todo.

2) Superdosagem de Vitamina D. O que acontece?

Estes casos são muito raros com relação a Vitamina D. Como a armazenagem e o uso do nutriente é bem dinâmico no organismo, gastando o que precisa de forma controlada, as únicas situações em que ocorrem a superdosagem da vitamina se dão pelo seu consumo direto, com cápsulas de suplemento.

Por isso é tão importante que este tipo específico de consumo seja feito apenas com prescrição médica. Até pelo fato existirem fontes mais saudáveis e práticas do que utilizar suplementação direta e sem prescrição.

Estes são os sintomas mais evidentes de superdosagem por vitamina D.

Ao identificar a superdosagem, procure imediatamente um médico, para amenizar os sintomas mais grave, e seguir as indicações de acordo. Os mais indicados, além de um clínico geral, são nutricionistas ou endocrinologistas, para garantir que os cuidados e as indicações sejam as mais diretas e de acordo com a necessidade do momento.

3) Consequências da Falta de Vitamina D

Assim como o excesso pode causar problemas expressivos, a falta de Vitamina D também pode causar muitos problemas ao organismo. E ela pode ser tanto ser pela deficiência na absorção da mesma, como a falta de consumo de suas fontes.

Essas consequências se refletem tanto em pequenos distúrbios no organismo, como o aumento nas possibilidades de algumas doenças moderadas a gravíssimas. Comecemos pelos problemas mais evidentes, e então para os casos mais graves.

3.1) Falta de vitamina d engorda? E quanto queda de cabelo?

Respondendo ambas as perguntas: sim e não. Ou melhor, a falta de Vitamina D não aumenta o peso diretamente ou causa a queda de cabelo, mas sim pela falta de outros nutrientes de igual importância, dificultando a manutenção do corpo. E como as vitaminas desse grupo funcionam como catalisadores e potencializadores, essas são as consequências mais evidentes.

Ambos os quadros podem ser facilmente resolvidos com uma boa dieta com base na Vitamina D. Ou, para sermos mais específicos, melhor trabalhados à partir da Vitamina D. Caso ela esteja com algum tipo de déficit, os outros nutrientes terão mais dificuldade para serem absorvidos, o que torna o processo mais lento.

Vejamos alguns quadros reais de doenças que podem ser diagnosticadas devido a ausência de vitamina D no seu dia a dia.

3.2) A falta de vitamina D enlouquece?

Indiretamente sim. Na verdade, a falta de vitamina D, sobretudo em idades mais avançadas, aumenta os riscos de demências e distúrbios psicológicos generalizados. Como a vitamina é uma das bases para manutenção e cuidados do corpo em todos os seus níveis, a sua falta pode ser sentida de maneira ainda mais pesada no organismo ao longo do tempo.

4) Como identificar se o corpo está com falta de Vitamina D?

As doenças mencionadas acima são alguns dos sintomas mais evidentes, e mais avançados, de falta de Vitamina D no organismo. Mas existem alguns outros, mais brandos, que podem facilitar essa identificação, ou ao menos se encaminhar para exames específicos que comprovem tal ausência, seja dela ou de outros nutrientes.

Vejamos em detalhes quais são os sinais que podem alertar a diminuição de Vitamina D:

  • Redução nos níveis de cálcio e fósforo no sangue – identificável através de exames de sangues específicos. Antes disso, o paciente sofre de uma fraqueza corporal generalizada.
  • Fadiga – é uma consequência tanto de problemas de sedentarismo, como a diminuição de vitamina D. Para o segundo caso, o corpo pode ficar cansado mais facilmente mesmo com atividades físicas constantes, de qualquer natureza.
  • Enfraquecimento dos ossos – este é o sintoma que antecede os problemas ósseos relacionados a falta de Vitamina D. Com os ossos enfraquecidos, o risco de acidentes leves e moderados causarem luxações, ou mesmo fraturas, é mais evidente, sobretudo em idosos.
  • Dificuldade de cicatrização –  a vitamina D desempenha importante papel para combater infecções e inflamações.
  • Queda de cabelo 
  • Distúrbios psicológicos (Depressão)
  • Dores musculares

Estes são os sintomas que podem abrir a possibilidade. Contudo, para certificar-se que está mesmo com problemas relacionados a essa diminuição do nutriente, é necessário um exame de sangue específico para esse fim, o 25(OH)D, que vai calcular os níveis de vitamina D no sangue de acordo com uma tabela já bem definida.

Os valores médios podem ser conferidos a seguir.

  • Crianças pequenas (até 1 ano): 10 mcg
  • Crianças maiores de 1 ano: 15 mcg
  • Idosos acima de 70 anos: 20 mcg
  • Gestantes: 15 mcg

Para jovens adultos, e adultos de meia idade, o valor ideal é de 30 mcg. Menos do que 20 na fase adulta implica em uma deficiência grave, enquanto uma média de 21 a 29 mcg indicam uma deficiência moderada. São à partir dessas informações que os médicos vão indicar suplementos ou não, ou mesmo os tipos de vitamina D  serem captados com mais necessidade.

Um médico geral é o responsável por esses exames, a serem encaminhados por profissionais mais específicos de saúde, como um nutricionista, por exemplo, em casos mais graves.

5) Quais são as outras doenças causadas pela falta de vitamina d?

Os problemas mais básicos que a falta de Vitamina D pode causar ao corpo estão no sistema ósseo. Casos de osteoporose, raquitismo e osteomalácia, são os mais frequentes. O raquitismo, especialmente, costuma vir nos primeiros meses de vida das crianças, o que pede uma prevenção adequada das mamães durante o período de gestação.

Dito isso, vejamos algumas doenças que podem aumentar o risco devido a falta de Vitamina D diariamente.

  • Diabetes
  • Esclerose Múltipla
  • Obesidade
  • Lúpus
  • Artrite Reumatoide
  • Asma
  • Depressão
  • Fraqueza Muscular
  • Esquizofrenia

Cabe ressaltar que estas são apenas algumas das doenças. Uma vez que a Vitamina D possui essas propriedades catalisadoras ao organismo, facilitando a absorção de nutrientes, outros problemas podem ser causados indiretamente por essa deficiência.

Por exemplo, a falta de Vitamina D na adolescência é um dos fatores determinantes para casos de depressão, enquanto os riscos de esquizofrenia podem ocorrer ainda na infância, quando o bebê não recebeu a fonte necessária do nutriente.

E com a baixa no sistema imunológico, existem chances mais evidentes de desenvolver distúrbios como a asma, lúpus e crises alérgicas generalizadas. É muito importante ficar atento quanto aos riscos que estas doenças causam, pois mesmo um tratamento bem direcionado não repõe diretamente as fontes de Vitamina D.

Mas para que isso seja possível, primeiro é preciso identificar como o corpo está em falta com a Vitamina D ou não.

 

6) Maneiras simples de Repor Vitamina D

Tanto uma alimentação adequada como suplementação e a exposição constante ao sol, são as melhores maneiras de repor vitamina D. O sol, especialmente, é uma das fontes mais simples e diretas. Não é à toa que, quem pega sol com frequência e de forma segura, dificilmente desenvolve problemas relacionados a falta dessa vitamina.

Quanto à suplementação, ela é mais indicada por médicos para pessoas que estão quadros graves de deficiência na vitamina. Elas estão disponíveis em farmácias e drogarias, com uso exclusivamente oral, podendo ser combinada a outras vitaminas.

Por fim, uma alimentação com base em oleaginosas e peixes pode ser a solução para repor a Vitamina D em casos de deficiências leves e moderadas, e completar o tratamento já iniciado pela exposição ao sol.

Aqui, é interessante combinar esses alimentos a outros cujas fontes sejam de nutrientes que potencializam as atividades relativas do organismo, visando uma manutenção completa do corpo.

Para tanto, oferecemos a seguir uma lista completa de alimentos que podem ajudá=la a repor tal vitamina, tanto separada em seus subgrupos mais importantes, como algumas combinações com outros alimentos a serem complementados.

7) As Fontes alimentares de Vitamina D

Como Saber Se Estou Com Falta de Vitamina D?

Como mencionamos antes, existem dois subgrupos de grande importância dentro da Vitamina D que podem ajudar e muito na reposição de todo o grupo em casos de deficiência da vitamina D: a D2 e a D3. A maior parte dos alimentos que os contém, também possuem todos os demais nutrientes da categoria; o que vai diferenciar um do outro é q quantidade mais expressiva de um em relação ao outro.

Com isso em mente, vejamos em detalhes quais alimentos cabe a sua necessidade para sanar essa dificuldade tão pertinente do corpo.

7.1) Vitamina D2

A Vitamina D2 é encontrada com mais facilidade em plantas e animais. Na verdade, nosso corpo não a produz naturalmente, logo essas fontes são necessárias para que possamos ter a melhor reposição de Vitamina D no corpo.

As fontes mais comuns são:

  • Ovos (quantidade: 1,1 mcg  por gema) – Para sermos mais precisos, a gema do ovo. É nela que está a maior quantidade de Vitamina D2, além de prevenir contra alguns tipos de câncer e reduzir os níveis de colesterol. Usá-los em gemadas, ou cozido, é uma ótima forma de manter os nutrientes.
  • Pão (quantidade: 2,24 mcg para cada 100 g) – Existe um tipo bem específico de pão que oferece a Vitamina D necessária para o corpo. O pão de alho caseiro, ou daqueles feitos de maneira artesanal, reúnem uma quantidade expressiva de Vitamina D, o que o torna uma opção interessante não apenas para repor a vitamina, como para incrementar o café da manhã.
  • Leite (quantidade:  0,025 mcg para cada 100 g; 0,749 no leite materno) – O leite não é só uma boa fonte de vitamina D2, como também é uma ótima fonte de cálcio, o que faz dele uma ótima opção para cuidar do corpo como um todo. O ideal é buscar por leites integrais, mais concentrados, que não sejam com embalagens UHT, o que garante mais absorção de nutrientes
  • Cereais (quantidade: média de 1,749 mcg para cada 100 g) – Os cereais englobam uma categoria vasta, com a aveia, o milho branco, e o sucrilhos como as principais fontes de Vitamina D. Uma combinação potente, tanto para a vitamina em questão como para nutrientes relacionados, é combinar os cereais no café da manhã com banana e leite, fazendo dela uma combinação incrível.
  • Sardinha (quantidade: 4,8 mcg para cada 100 g) – Os peixes, depois da própria exposição solar, é uma das fontes mais ricas de Vitamina D. Para manter o máximo do nutriente, as melhores formas de consumo dela está nos sanduíches, saladas, farofas, e quaisquer consumos frescos. Ela pode ser potencializada com o limão.
  • Atum (quantidade: 6,7 mcg para cada 100 g) –  O atum, em sua forma mais natural, é uma fonte ainda mais saborosa e rica de Vitamina D. Sua posta, quando bem preparada, retém a maior do nutriente. Fazê-la cozida, ou apenas selada na chapa, é um bom meio de manter suas propriedades enquanto aprecia uma ótima iguaria. Reserve para períodos bem específicos do mês, ou para tratamentos mais urgentes, já que seus custos, ainda frescos, são bem altos.
  • Salmão (quantidade: 13,1 mcg para cada 100 g) – De todos os peixes mencionados aqui, o Salmão sem dúvidas é a maior fonte de Vitamina D2 presente. É seu preparo é ainda mais delicado em comparação a sardinha e o atum para manter os nutrientes, e claro, ficar bem saborosos.

Para repor vitamina D com ela, uma das melhores formas é fazê-lo cozido, de preferência em fornos. O sushi, embora muito popular, tem um processo mais cirúrgico e complexo para manter a qualidade sem ficar perigoso ao consumir.

7.2) Vitamina D3

É produzida em uma quantidade muito pequena no organismo. Mas aqui, ela ganha seu principal catalisador no sol. Quando expomos a pele à luz solar, é a vitamina D3 que mais absorvemos e utilizamos no organismo. Não é a toa que ela costuma ser indicada para os casos de resfriados e doenças que necessitam de um reforço no sistema imunológico.

Basta um banho de sol, diariamente, entre 10 e 15 minutos, para que os efeitos sejam imediatos. Como o corpo não retém além do necessário, o tempo exposto é suficiente tanto para cuidar da saúde, como evitar os riscos de queimaduras solares, dependendo da temperatura em questão.

E para estes casos, não passe protetor solar. Embora eles sejam alternativas viáveis para se proteger em dias muito quentes, os protetores acabam por justamente diminuir a penetração dos raios ultravioletas no corpo, impedindo a absorção da vitamina. Para os dias em que o sol estiver muito forte, o ideal é diminuir o tempo de exposição, para causar os mesmos efeitos positivos.

Outras fontes animais e vegetais de Vitamina D3 estão disponíveis a seguir.

  • Ostras (quantidade: 20,2 mcg a cada 100 g) – Frutos do mar em geral são fontes excelentes de Vitamina D para serem adicionadas ao tratamento. As ostras, especialmente, guardam uma boa quantidade da D3, e são bem fáceis de conseguir em regiões litorâneas. Contudo, devido a pouca constância nos preparos, e por carregarem uma quantidade de gordura expressiva, seu uso deve ser alternado.-
  • Bife de Fígado (quantidade: 0,8 mcg a cada 100 g) – É uma peça pouco popular entre o grande público, mas trata-se de uma das melhores fontes bovinas de proteínas, e de vitamina D, sendo uma opção bem acessível e prática para adquirir os nutrientes com uma boa frequência. Faça-os sempre grelhados ou cozidos, para manter uma boa quantidade de gordura.
  • Óleo de Fígado de Bacalhau (quantidade: 250 mcg a cada 100 g) – Sim, essa é a fonte mais rica de vitamina D existente no mercado. Para quem precisa de uma reposição urgente, e não quer buscar por suplementos alimentares, é uma ótima opção para acrescentar na dieta. Uma cápsula do óleo, junto a um copo d’água, é suficiente para suprir suas necessidades nutricionais com a Vitamina D.

7.3) Outras fontes ricas de Vitamina D

Os alimentos a seguir são um complemento na alimentação para suprir a falta de Vitamina D no corpo. Na verdade, elas podem a sua base na reposição desse nutriente, aliado a exposição diária ao sol. Varie de acordo com suas preferências, e obviamente, com o déficit de Vitamina D.

  • Iogurte (quantidade: 0,1 mcg para cada 100 g) – servindo tanto como base para outras receitas, seja para o consumo direto, o iogurte é uma fonte não só de cálcio e da própria vitamina D, como também é uma ótima forma para manter o sistema digestivo em dia, o que por consequência melhora a absorção de nutrientes.
  • Manteiga (quantidade: 1,5 mcg para cada 100 g) – a manteiga, geralmente, é um complemento para outros pratos, como o conhecido pão na chapa. E embora essa característica auxiliar continue sendo a ideal para o consumo, esquentá-la ou derretê-la não vai prover a vitamina. Use-a in natura para conseguir seu nutriente..
  • Queijo Cheddar (quantidade: 0,6 mcg para cada 100 g) – suas versões muito industrializadas acabam não possuindo uma quantidade expressiva de vitamina D. Logo, buscar pelo queijo cheddar mais natural possível lhe dará toda a quantidade de vitamina D que precisa dele. Além de ser um ótimo acompanhamento para o café da manhã, também faz muita diferença no preparo de carnes e peixes.
  • Cogumelos brancos (quantidade: 0,17 mcg para cada 100 g) – os cogumelos são ótimas fontes de fibras para o organismo, o que já é um forte aliado para controlar tanto os níveis de gordura, como a sensação de saciedade. Com uma quantidade relativamente singela de vitamina D, ele pode ser um bom acompanhamento para jantares e almoços, desde que sejam cozidos ou salteados. Além do cogumelo branco, o shimeji, o champignion, e o shitake, são boas alternativas.

Como é possível perceber, a falta de vitamina D pode ser tanto bem identificada, como bem suprida com todos os nutrientes disponíveis na natureza. Mesmo o sol pode ser a melhor fonte de vitamina D possível para quem deseja cuidar bem da saúde. Então não deixe um componente tão importante para o corpo de lado, e até a próxima.

Como Fazer Óleo de Coco Caseiro?

Nos dias atuais o óleo de coco caseiro vem se tornando um dos queridinhos da mulherada quando o assunto é saúde e cuidado com a beleza. Isso porque a substância é ótima para quem quer emagrecer e ainda promove benefícios para aspectos externos do indivíduo, como no caso do nosso cabelo, por exemplo. Se for contar os benefícios que esse óleo proporciona, sem dúvida perderemos a conta, visto que a gama de variedades é bem vasta. E você pode tanto consumi-lo, como utilizá-lo diretamente na pele ou nos fios capilares.

Para quem procura desfrutar das vantagens do óleo de coco caseiro, precisa se lembrar que a melhor versão do óleo é o extra virgem produzindo de forma prensada e fria. E ainda melhor se o óleo for orgânico, pois dá para aproveitar ao máximo as suas propriedades naturais.

Nos casos das pessoas que deseja consumir o produto com o intuito de melhorar a saúde, é extremamente importante associar esse consumo com uma dieta equilibrada e exercícios físicos regulares. Se você aderir o óleo de coco em sua dieta, mas comer de tudo que fizer mal à saúde, seus efeitos benéficos consequentemente não produzirão efeito nenhum em seu organismo, por isso é fundamental ter cuidado e saber utilizar o óleo como seu aliado e não inimigo.

A seguir iremos destacar as principais vantagens de se utilizar o óleo de coco. Com certeza, a partir de hoje você irá se apaixonar por ele e passará a inseri-lo na sua rotina diária.

OS BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO CASEIRO:

Como Fazer Óleo de Coco Caseiro?

1) Fortalecimento do sistema imunológico

Por se tratar de um alimento classificado como funcional, o óleo é constituído por uma cadeia média de triglicerídeos, que na medida em que entra em contato com o nosso estômago, acaba se transformando em uma monolaurina. Para quem não sabe, a monolaurina trata-se de um antibactericida, antifúngico e antiviral muito fortes, e que por isso são extremamente eficazes ao agir de forma direta na nossa imunidade.

Além disso, ele é constituído também por várias vitaminas do tipo hipossolúveis, das quais destacamos as vitaminas A, D, E e K. Tais vitaminas possuem a capacidade de promover o controle dos níveis de colesterol, aumentar os níveis de gordura boa e ainda diminuem os níveis de gordura ruim (LDL). É em vista disso que o óleo de coco também tem o efeito anti-inflamatório e o antitrombótico.

2) Combina com qualquer alimento

Geralmente, quem nunca consumiu o óleo imagina que ele dá um sabor semelhante ao coco nos alimentos, mas isso é mito. O sabor do óleo de coco caseiro é completamente neutro e por isso, preparar qualquer tipo de alimento com ele não irá alterar o seu sabor, muito pelo contrário, irá deixa-lo ainda mais apetitoso. A maioria dos nutricionistas recomendam usar o óleo na preparação de saladas, verduras, legumes, arroz e alimentos proteicos.

Se quiser consumi-lo puro, também é possível através de acompanhamento para saladas feitas com frutas, tipos variados de vitaminas, café e diversos outros alimentos. A grande vantagem do óleo de coco, é que com ele você pode ousar nas receitas saudáveis, pois visto que ele é bastante resistente à temperaturas altas, você pode criar vários tipos de receitas utilizando-o, que as suas propriedades benéficas se manterão intactas.

3) Não existe nenhuma contraindicação para o uso

Claro que é muito importante pedir as recomendações de um profissional qualificado, antes de efetivamente inserir o óleo de coco em sua dieta, mas no geral ele não tem efeitos negativos que impeçam alguém de utilizá-lo, já que proporciona uma gama enorme de nutrientes que fazem muito bem à saúde. O que o profissional pode fazer mesmo é só orientá-lo com relação as melhoras formas de se consumir o óleo de coco e a quantidade recomendada para o seu caso.

4) Alternativa saudável

Por ser altamente nutritivo e suportar temperaturas altas, o ideal é que se cozinhe com o óleo de coco, por ser o mais saudável. Isso porque a maioria dos óleos, quando expostos à temperatura excessiva acabam se oxidando e consequentemente perdendo suas vitaminas e minerais, o que não ocorre com o óleo de coco.

5) Promove o emagrecimento

Por se tratar de um triglicerídeo que faz parte da cadeia média, o óleo de coco tem maior facilidade no seu processo de absorção e por isso acaba se transformando de maneira mais rápida em energia no fígado. E é por isso que não se acumula em forma de gordura e ainda promove a aceleração do metabolismo humano, ajudando ainda mais a queimar gordura.

6) Hidratação da pele e dos cabelos

Além de trazer benefícios para a saúde do ser humano, o óleo também promove benefícios na pele e no cabelo, podendo ser aplicado diretamente nessas regiões para aproveitar suas vantagens. Com base nas recomendações de nutricionistas, você pode sim aplicar o óleo de coco nos cabelos antes de dormir, pois a umectação que será realizada durante a noite fará com que os fios do cabelo fiquem com mais brilho e ainda contribui para a redução satisfatória de queda capilar

7) É um ótimo aliado no pré-treino

Quem pratica exercícios físicos com regularidade pode consumir o óleo antes dos seus treinos, pois o mesmo fornece energia de forma muito mais rápida, fazendo com que o indivíduo treine com maior disposição e ainda auxilia no aceleramento do processo metabólico. Isso quer dizer que ele é ótimo para quem deseja emagrecer, uma vez que produz a sensação de maior saciedade e ainda faz com que o indivíduo não sinta fome durante os seus treinos.

O acesso ao óleo de coco é bem fácil e você pode encontrar e qualquer supermercado próximo ao seu bairro. Com relação ao preço, se comparado aos outros tipos de óleos disponíveis, ele acaba sendo considerando um produto caro, mas em contrapartida, os benefícios que ele proporciona ao ser humano não compensa a economia que se faz ao comprar um óleo de preço mais acessível.

Aliás, é possível preparar o óleo de coco na sua casa é não é nenhum bicho de sete cabeças não. Fique atento que o artigo irá lhe ensinar as principais receitas e formas de se produzir o óleo de forma caseira e sem muitos gastos.

COMO FAZER ÓLEO DE COCO CASEIRO?

Como Fazer Óleo de Coco Caseiro?

Existem algumas formas distintas de se preparar o óleo caseiro e uma delas é através de fermentação. Para a receita será preciso separar de dois a três cocos.  Primeiramente você deverá tirar suas cascas e colocar sua água em um recipiente à parte. Depois você pegará aquela “carne” do fruto e irá ralar em um outro recipiente á parte. A partir daí é necessário pegar um pano e mergulhá-lo no pote onde está à agua do coco, com compressões fortes visto que o intuito é extrair ao máximo o leito do coco.

Com a água que sobrar, misture-a com o leite que você conseguir obter e deixe reservado em um recipiente de vidro, na temperatura do ambiente durante o período de vinte quatro horas. Posteriormente você irá observar que o óleo do coco começará a flutuar sobre o a água. E em cima dele se encontrará uma camada esbranquiçada rica em proteína.

Feito tudo isso é só filtrar o óleo e para isso você poderá utilizar tanto uma seringa, como também poderá fazer o processo de separação de forma manual.

COMO FAZER ÓLEO CASEIRO POR COMPRESSÃO FRIA?

No preparo do óleo nessa modalidade você terá que fazer outros procedimentos. Inicialmente é preciso tirar todas as cascas de dois ou três cocos, dependendo da sua preferência. Quanto a carne, basta picá-la em pedaços pequenos e deixá-los torrar no fogo, em uma panela ou forno (a depender de sua escolha). Esse processo terá duração mínima de oito horas.

  • Posteriormente você poderá retirar os pedaços, mas certificando-se que eles estão com uma aparência mais dourada. E você também pode realizar esse processo com o auxílio de um desidratador.
  • Depois, será preciso pegar tais pedaços e processá-los em um aparelho espremedor, justamente para conseguir tirar todo o óleo presente neles. E para fazer isso o ideal é que você vá colocando quantidades pequenas dos pedações, visto que o aparelho pode acabar ficando entupido. Durante esse processo você conseguirá ver que o aparelho vai separar não só o óleo do coco, como também todo o creme existente nas fibras secas e é a partir daí que você deve separá-los e coloca-los cada um em um recipiente específico.
  • Pegue as fibras que restarem e passe elas novamente no espremedor, para conseguir extrair todo o óleo que ainda reste nelas. Fazendo isso, é só misturar depois o óleo com o creme obtido e deixá-los embaixo de sol por um período mínimo de vinte quatro horas.
  • Logo após você conseguirá notar o óleo subindo para a superfície do recipiente e para retirá-lo é bem simples. Já que o óleo estará no estado sólido, com o auxílio de uma colher você já irá conseguir separá-lo do creme de fibras.

COMO FAZER ÓLEO DE COCO CASEIRO PARA EMAGRECER?

Como vimos, o óleo de coco pode se tornar um ótimo aliado para quem quer melhorar a saúde, e principalmente para quem está querendo perder alguns quilinhos indesejados. E é super fácil de fazer o óleo na sua casa e consumi-lo para este fim. Anote aí todos os ingredientes e utensílios que você irá precisar:

Ingredientes

  • 1 jarra de plástico ou vidro;
  • 1 pano novo ou bem limpo para poder coar;
  • O liquidificador;
  • 1 recipiente grande com tampa;
  • 1 garrafa de plástico PET (tradicional de água);
  • 2 cocos bem maduros e com casca marrom (dê preferência aquele que tenha muita água);
  • 3 xícaras aproximadas de água dos próprios cocos;

Modo de preparar

  • O modo de preparo é simples. Pegue a polpa dos cocos e pique-a bem picadinha.
  • Em seguida bata ela com a água dos cocos durantes alguns minutos, até que você note a formação de um creme de aspecto liso. Caso o creme fica ainda muito denso, o recomendado é que se adicione mais um pouco de água, até que ele efetivamente fique com uma aparência lisa e bem uniforme.
  • Aquele pano que você separou inicialmente, deverá ser usado para poder pegar o creme e espreme-lo até conseguir obter o leite do coco. Todo o bagaço que sobra pode ser reaproveitado se você o congelar e posteriormente utilizar para a produção de doces.
  • Quando você finalizar esse processo, pegue todo o leite obtido, coloque-o na jarra, feche-a bem e deixe em um ambiente escuro por um período mínimo de quarenta e oito horas. Logo após esse período, pegue o leite e o transfira para a garrafa de plástico, deixando-a em um ambiente fresco e de boa ventilação, com temperatura máxima de vinte e cinco graus celsius.
  • O óleo do coco em si, só começa a se separar do leite após um intervalo de tempo de seis e oito horas aproximadamente. Para facilitar a sua vida, basta colocar a garrafa de leite na geladeira para congelar por no mínimo três horas. Dessa forma, o óleo irá ficar sólido e será muito mais fácil separá-lo do leite. A grande vantagem de prepara-lo é também a sua durabilidade. Guardando o óleo em um pote bem fechado (não precisa necessariamente colocá-lo na geladeira), ele poderá ser utilizado por um período de até dois anos.

COMO FAZER ÓLEO DE COCO CASEIRO PARA CABELO CACHEADO?

A mesma forma que você utiliza para fazer óleo de coco para o consumo, pode ser utilizada para fazer o óleo que você usará na umectação dos seus cabelos. No caso das cacheadas, este é um processo decisivo para a saúde e beleza dos fios, definido os cachos e deixando o cabelo com aspecto brilhoso e hidratado.

Existem muitas maneiras diferentes que as mulheres com cabelos cacheados podem utilizar para aproveitar os benefícios que o óleo de coco produzirá no cabelo e dentre eles destacamos a mais comum: A umectação durante o período da noite.

A umectação é essencial para repor os nutrientes que o cabelo acaba perdendo durante o dia a dia, em decorrência do uso de secadores, chapinhas, exposição ao sol e babyliss e no caso de cabelos cacheados, esse é um processo fundamental uma vez que é responsável por garantir o volume e a definição dos cachos. E quem não quer ter os cachinhos bem definidos e brilhosos não é verdade?

Para fazer isso é bem simples: antes de dormir passe o óleo de coco caseiro por todo o cabelo (preservando a raiz). E coloque uma touca térmica para dormir. Não precisa ter dó ou medo de molhar os fios com o óleo, o objetivo é deixar eles cheios dos produtos mesmo para que a umectação seja feita de forma eficiente.

No dia seguinte, lave os cachos normalmente, com o seu shampoo e condicionador favoritos. E se preferir, seque eles com o difusor para ressaltar ainda mais o formato dos cachos. É imediatamente nítido a nutrição que o óleo promove no cabelo e o custo benefício vale muito a pena.

ÓLEO DE COCO CASEIRO PARA ALISAR O CABELO

Outra utilidade do óleo de coco caseiro é na hora de promover o alisamento dos fios, ou seja, ele é capaz de atender as necessidades de todos os tipos de fios. Incrível não é mesmo? Para fazer isso separe o óleo de coco caseiro e junte azeite de oliva extravirgem, amido de milho e um limão.

  • Primeiro misture o suco do limão com o amido, até que você adquira uma mistura bem uniforme e densa.
  • Em seguida, leve ao fogo com o óleo de coco e o azeite, até que a mistura fique cremosa.
  • Depois de esfriar você pode aplicar nos fios e deixar agir por meia hora no mínimo.
  • Se você preferir não levar a mistura ao fogo, pode batê-la em um liquidificador e aplicar diretamente no cabelo, que o efeito será o mesmo. Faça de acordo com a sua preferência.

COMO FAZER LEITE DE COCO CASEIRO?

Outra Forma bem legal de aproveitar os benefícios do coco é produzindo o leite caseiro. Para isso basta ter uma polpa de coco e cerca de setecentos milímetros de água mineral em temperatura morna.

Pegue a polpa e pique ela em pequenos pedaços, batendo-as em seguida em um liquidificador junto com a água anteriormente citada, por no mínimo três minutinhos. Quando você bater, pegue a mistura e coe com o auxílio de uma peneira, transferindo-a do liquidificador para um recipiente de sua preferência.

E acredite se quiser: seu leite de coco está prontíssimo. Para o consumo ele é super saudável.

RECEITA DE ÓLEO DE ABACATE CASEIRO

Uma receita extra para você também fazer em sua casa é o óleo de abacate caseiro. Com ele, você também poderá obter inúmeros benefícios para a sua saúde. Anote aí a receita: Pegue dois abacates e retire suas polpas. Bata elas em um liquidificador, até obter a consistência de um purê. Depois, espalhe a mistura em formas. O ideal é deixar uma camada bem fina, para que o abacate seque bem mais rápido.

Pronto. Deixe as formas com o abacate no sol para secar por um ou dois dias, mas se não tiver paciência pode colocar no forno para que o processo seja mais rápido. Depois é só enrolar as raspas do abacate em uma gaze e espremer com bastante força para extrair o máximo de óleo que conseguir. Com essa receita você consegue até vinte e cinco milímetros de óleo.

COMO FAZER O ÓLEO DE COCO CASEIRO?

Como fazer óleo de coco em casa. Método tradicional Prático e econômico. Óleo de coco no fogo não perde os benefícios, ele suporta temperatura superior a 100º. Saiba mais aqui!

10 Tipos de Dança para Emagrecer e Perder Barriga

Para quem quer emagrecer, cuidar da saúde e busca por algo diferente, saiba que existem diversos tipos de dança que contribuem com esses objetivos, muitas oferecidas em estúdios ou academias com profissionais capacitados.

Já pensou em combinar dança com emagrecimento? Perder peso é uma das maiores procuras das pessoas, seja por questões estéticas ou de saúde. Neste contexto, é fundamental não se esquecer de cuidar sempre da saúde.

Engana-se quem pensa que apenas musculação nas academias podem proporcionar a tonificação e perda de peso, hoje em dia, as opções são realmente variadas.  A seguir, veja os principais tipos de dança, descrições, os benefícios que oferecem e aproveite para escolher aquela que mais te agrade!

Confira Abaixo os 10 Tipos de Dança que Ajudam a Emagrecer em um Instante:

10 Tipos de Dança que Ajudam a Emagrecer

Fitdance

Trata-se de uma modalidade que surgiu nos últimos anos, que reúne passos descontraídos, em diversos tipos de ritmos, com movimentos de fácil assimilação. A didática, pode ser semelhante ao de outras danças, por exemplo, a zumba, que também tem ganhado grande espaço. O Fitdance é voltado essencialmente para a diversão, porém, dependendo da intensidade dos passos e de cada aula, é possível ajudar na perda de peso.

Samba de gafieira

O samba de gafieira é uma modalidade em que em torno de uma hora, a queima calórica pode chegar em cerca de 600 calorias. É um ritmo estimulante, que trabalha bem os músculos do corpo, principalmente as pernas. Ainda mais, ajuda a tonificar o abdômen, que também é muito trabalhado por causa dos passos praticados.

Aponta-se que o samba de gafieira tenha origens que contam desde os batuques africanos, com o samba de raiz. O sangue de gafieira propriamente dito, se firmou na década de 1940 e tem sua origem relacionada aos subúrbios e zonas portuárias no Rio de Janeiro. Naturalmente, ao longo dos anos, a dança sofreu algumas mudanças, principalmente em relação aos passos praticados, com características do tango, rock, maxixe, entre outros ritmos.

Zumba

A Zumba é um tipo de dança que ganhou grande popularidade nas academias nos últimos anos. O motivo? Além de proporcionar o emagrecimento, o exercício aeróbico mistura diversos ritmos nas aulas, por exemplo, merengue, mambo e sala. Aponta-se que em uma aula completa da modalidade, que conta com aproximadamente 45 minutos, é possível perder de 600 a 1000 calorias. No entanto, claramente isso dependerá da intensidade da aula e movimentos realizados.

Dança do ventre

Algumas pessoas acreditam que a dança do ventre causa flacidez na barriga, porém, é importante citar que isso não passa de um mito. Quando a postura e movimentação durante a dança é correta, a modalidade torna-se capaz de ajudar na perda de peso, enrijecer a barriga e definir o abdômen.

Embora algumas divergências apareçam em torno de suas origens, uma das principais raízes relacionada com a Dança do Ventre, é a oriental. Os movimentos geralmente são ondulatórios, desenvolvidos com batidas no quadril, entre outras formas de se movimentar que ajudam a trabalhar o corpo todo.

Balé

Comumente o fato de o balé ser categorizado como uma dança clássica, a associação desse tipo de dança com a perda de peso é deixada de lado. No entanto, trata-se de uma modalidade que exige precisão, concentração e dedicação. Todo esse conjunto resulta não apenas no aprendizado, mas na tonificação de músculos do corpo e contribui com a perda de peso.

Algumas crianças praticam balé e geralmente param ao seguir para outras escolas, entre razões diferentes. Às vezes, após crescerem, podem achar que não é possível retornar. No entanto, para os jovens e adultos que desejam praticar, é possível encontrar orientações precisas e profissionais capacitados em diversas escolas de música. Basta procurar um lugar de confiança.

Hip-hop

Essa é uma modalidade muito dinâmica, com movimentos sincronizados e geralmente intensos. Suas técnicas são muito utilizadas também para perder peso e tonificação muscular, já que os movimentos trabalham o corpo como um todo, principalmente os membros inferiores, como os glúteos e panturrilhas. Existem diversos grupos que praticam essa modalidade, para encontrar orientações profissionais, busque por uma escola de música ou centros culturais que contam com professores capacitados.

Pole Dance

Os movimentos praticados no pole dance, proporcionam a tonificação dos músculos, melhora da flexibilidade e queima calórica de aproximadamente 500 calorias em cada aula. A modalidade refere-se a um conjunto de misturas, que envolvem movimentos do balé, dança moderna e de ginástica. Algumas pessoas podem julgar de forma equivocada esse tipo de dança, porém, o pole dança pode trazer diversos benefícios para o seu corpo e bem-estar! Além de ser, assim como diversas formas de dança neste artigo, uma experiência inovadora.

Salsa

A salsa movimenta o corpo todo, principalmente os membros inferiores, proporcionando melhoras na flexibilidade e na tonificação muscular. Com sensualidade, intensidade e diversão, é possível obter a queima de aproximadamente 594 calorias a cada hora da aula, dependendo da intensidade dos exercícios realizados.

Jazz

O jazz é um estilo musical que reúne origens populares, como a dança contemporânea, danças africanas e até mesmo o balé. Aponta-se que em uma aula, é possível ter uma perda calórica de cerca de 500 calorias. Todas as partes do corpo são trabalhadas, dependendo da intensidade dos movimentos praticados em cada aula.  Não se esqueça de contar com um profissional capacitado e um lugar de confiança. Apesar de o jazz ter sofrido diversas influências e mudanças ao longo do tempo, em diversos locais é possível encontrar formas mais tradicionais do ritmo.

Bolero

No bolero, o corpo todo acaba entrando na dança. Dessa forma, com aproximadamente uma hora de aula, é possível perder em torno de 350 calorias. Acredita-se que tenha raízes essencialmente espanholas com influências de vários outros locais. Com o passar do tempo, o bolero evoluiu de maneiras distintas com as influências locais presentes em cada país, mas de forma geral, ainda possui características românticas, sensuais e atualmente seus passos são mais ritmados e rápidos.

Tango

O tango tem a sensualidade e a elegância como duas características muito fortes. No entanto, a modalidade não se resume a apenas isso, com aproximadamente uma hora da dança, é possível eliminar em torno de 474 calorias, além de ajudar no fortalecimento corporal e na postura. A dança promove o bem- estar e pode contribuir de forma significativa para vencer a timidez, já que é realizada geralmente em duplas.

Sertanejo

Acredita-se que em uma hora de aula dessa famosa modalidade, é possível perder em torno de 350 calorias. Diversas academias oferecem aulas semanais, basta procurar uma em que se sinta confortável e atenda adequadamente às suas necessidades. O sertanejo é um ritmo que sofreu muitas mudanças ao longo dos anos, hoje em dia, o de maior fama e ensinado em várias academias é o sertanejo universitário, porém, ainda é possível encontrar artistas, fãs e aulas voltadas para o sertanejo mais antigo.

Zouk

Aponta-se que a origem do Zouk esteja ligada com o Caribe e antigas colônias francesas das regiões de Guadalupe e Martinica. Essa modalidade que se caracteriza pelas batidas fortes, é praticada principalmente no Norte do Brasil. No entanto, em academias de diversas regiões é possível encontrar aulas para movimentar o corpo, se divertir com sua turma de dança e emagrecer. Acredita-se que a cada aula, com duração média de uma hora, é possível ter queima de até 600 calorias, além de se divertir com esse ritmo animado!

Forró

O forró é um ritmo animado, com forte presença no Nordeste, entre outras regiões. Acredita-se que a cada hora praticando essa modalidade, é possível eliminar 400 calorias. A dança também é chamada de arrasta-pé, e apesar de ter sofrido algumas mudanças no que diz respeito aos passos, continua animada e sendo tradicionalmente dançada em vários locais, principalmente em festas juninas e outras festas mais típicas.

Dança contemporânea

A dança contemporânea exige mais esforço, pois trabalha a flexibilidade e força muscular. Apesar de exigir tanto esforço, dependendo dos movimentos escolhidos, é capaz de fazer emocionar, pois em diversas combinações, passa leveza, entre outras emoções.  É um gênero essencialmente teatral, que conquistou diversos locais ao redor do mundo. Aponta-se que em torno de uma hora da aula, é possível queimar 450 calorias, além de promover o relaxamento e benefícios para o corpo todo.

Conforme foi visto neste artigo, uma das partes mais importantes das danças para emagrecer, é que são tantas possibilidades que cada um pode encontrar a que prefere e mais se diverte. A quantidade de calorias perdidas, claramente, depende da altura, peso e ritmo escolhido.

Outro grande benefício além da diversão e queima calórica, é a possibilidade de melhorar a sociabilidade e a memória, em especial quando se leva em consideração que grande parte das aulas são dinâmicas, com a formação de pares e ajudam as pessoas a perder a timidez.

A forma como as aulas são desenvolvidas também pode variar de acordo com cada ritmo e instrutores. Algumas academias oferecem pacotes com mais de um tipo de dança semanalmente, por isso, é indispensável buscar a opção mais adequada para se divertir, perder peso e cuidar da sua saúde!

Dicas

É iniciante no universo da dança? Deseja emagrecer aproveitando essa área? Confira algumas dicas simples, mas poderosas que podem te ajudar a perder peso dançando, com segurança, diversão e conforto!

Priorize o conforto

Ao praticar dança, assim como qualquer outro tipo de exercício físico, busque estar vestido adequadamente, afinal, as roupas e calçados errados podem te prejudicar durante as aulas. Os calçados devem ser bem escolhidos, pois dependendo do ritmo, podem causar grandes dores e desconfortos se forem escolhidos errados.

Escolha bem o seu ritmo

É fundamental escolher um ritmo que se identifique e que te ajude a alcançar seus objetivos. Afinal, ter aulas de uma modalidade em que não se sente bem praticando, pode ser realmente incômodo, levando até mesmo à desistência das aulas.

Opte por um lugar de confiança

Neste artigo já foi citada a importância de escolher adequadamente o local para ter as aulas, seja uma academia de dança, aulas particulares ou em uma academia. No entanto, não se esqueça de conferir o conteúdo programático, os recursos oferecidos, horários, pacotes oferecidos e os instrutores.

TOP 20 Alimentos Viciantes e Como Fugir do Vício

É fato que o desequilíbrio na alimentação, pode gerar consequências que atuam de maneira negativa na saúde. Existem alguns alimentos viciantes e é necessário tomar cuidado com eles, buscando cada vez mais por hábitos alimentares saudáveis. Não são só refrigerantes, café e hambúrguer que geram vício, a lista pode ser realmente extensa.

O vício alimenta a compulsão e pode gerar um descontrole notável. Não se preocupe, existem maneiras de obter um maior controle e descobrir como melhorar o equilíbrio alimentar.

Confira a seguir 20 alimentos viciantes e como fugir do vício:

TOP 20 Alimentos Viciantes e Como Fugir do Vício

Chocolate

O alto consumo de chocolate não é só na páscoa, muito pelo contrário, algumas pessoas realmente alimentam esse vício o ano todo. Este alimento possui seus benefícios para a saúde, porém, a compulsão pelo doce, pode acarretar em problemas no peso, na pele, gordura nas artérias e até mesmo socialmente, em momentos de consumir ou de sentir falta extrema do chocolate.

Pizza

Hoje em dia, dependendo do lugar, não é difícil encontrar opções variadas de pizzarias. Principalmente nas grandes cidades, elas estão por todo o lugar. Acredita-se, especialmente de acordo com estudos realizados, que a pizza é um dos alimentos mais difíceis de se combater o vício.

Sorvete

Já ouviu algum amigo brincando que é viciado em sorvete? Assim como todos os alimentos deste artigo, é possível se viciar também em sorvete! Em 2012, o Instituto de Pesquisa do Oregon analisou o perigo que alimentos muito doces e gordurosos trazem para os humanos.

Um dos fatores observados em relação ao vício, foi um grau maior do sentimento de satisfação em pessoas que não haviam consumido sorvete em dias anteriores, do que naqueles que haviam consumido.

Cheeseburger

O cheeseburger está na lista de lanches mais encontrados e procurados em fast foods. Assim como outros alimentos citados neste texto sobre 20 alimentos viciantes e como fugir do vício, o cheeseburger, quando consumido frequentemente e em excesso, pode acarretar em danos para a saúde, principalmente para o peso e saúde arterial.

Refrigerante

O que boa parte dos alimentos deste artigo têm em comum, além de serem viciantes? Muitas pessoas consomem eles com refrigerante! No entanto, a bebida não leva benefícios à saúde e constantemente é relacionada com a obesidade por causa do excesso de calorias e sensação de fome que pode surgir ao ingerir.

Bife

Em estudos realizados sobre os alimentos mais viciantes, o bife está fortemente presente. O vício em carne é muito ressaltado especialmente pelos veganos. No entanto, é interessante notar que qualquer tipo de exagero na alimentação, pode causar um desequilíbrio que não favoreça a saúde, nem cultive hábitos favoráveis.

Salgadinhos

Os salgadinhos, muitas vezes, são apresentados nos primeiros anos da infância. O problema, é que em alguns casos, um vício acaba surgindo e causando problemas, especialmente de hábitos alimentares ruins e de peso.

Batata Frita

Com composição repleta de carboidratos e gorduras, a batata frita promove a sensação de prazer,  o que acaba contribuindo para um alto consumo e até mesmo o vício. Em uma universidade na Alemanha, um estudo associou o alimento à ativação de um mecanismo de recompensa no cérebro de ratos.

Com uma produção maior de serotonina, a sensação de bem-estar é promovida, mas isso não significa que o alimento seja saudável, muito menos o vício nele.

Bolo

A compulsão também pode estar ligada aos bolos. A cada dia mais, novos tipos e combinações de sabores com coberturas são criadas. Nem todo mundo reserva a hora de comer bolo só para datas especiais, muito pelo contrário, algumas pessoas contam com um verdadeiro vício.

Cupcakes

Os cupcakes são basicamente pequenos bolos, muitas vezes recheados e/ou com cobertura. Quantas pessoas conseguem comer apenas um? O problema vai além disso, este é um dos alimentos que aparecem nas listas de mais viciantes. É importante manter o equilíbrio e evitar uma má nutrição.

Ovos

Apesar de contribuir com benefícios na saúde, até mesmo para quem quer perder peso, o ovo é um dos alimentos que entram para a lista de viciantes. Para quem não dosa bem a quantidade de sal, o vício piora ainda mais.

Biscoitos recheados

Uma pesquisa americana realizada por um professor e alunos da Conecticut College, indica que o biscoito da marca Oreo, que tornou-se famoso nos últimos anos, estimula o cérebro, promovendo sensações de prazer. No entanto, outras marcas também são altamente consumidas e podem levar ao vício.

Doces no geral

Várias pesquisas já apontaram e continuam apontando como o alto teor de açúcar e gordura causam efeitos cerebrais relacionados muitas vezes com as drogas. Por isso, que é fundamental tomar cuidado com a alimentação, não apenas com os alimentos doces e os outros citados neste artigo, como também nos excessos. A compulsão por doces pode ser muito forte e deve ser levada a sério.

Café

O café não necessariamente traz malefícios à saúde, a não ser para quem possui problemas no estômago, osteoporose avançada ou insônia. No entanto, a bebida pode levar ao vício e é importante manter o equilíbrio.

Pipoca amanteigada

A pipoca amanteigada não faz parte da preferência de algumas pessoas apenas no cinema. Esse é mais um dos itens presentes em listas de alimentos viciantes, com o qual também se deve ter cautela para consumir de forma consciente, especialmente pela gordura presente na manteiga.

Salgados Assados

Os alimentos processados, como os salgados assados que muitas vezes são comprados congelados para fritar ou apresentam um alto teor de gordura, entre outros componentes, podem viciar. Além disso, podem contribuir com o aumento de peso.

Pão francês

O carboidrato presente no pão, apesar de ser simples, conta com uma rápida digestão, o que pode acabar promovendo a sensação de falta de saciedade. Dessa maneira, as pessoas podem acabar consumindo mais do que o necessário.

Frango Frito

Sal e gordura? São dois componentes presentes em boa parte dos alimentos desse artigo e essa combinação é capaz de ser adorada por muitas pessoas. No entanto, além de adorada, é uma combinação que a adoração chega ao nível do vício. Um vício que pode causar sérios problemas de saúde, especialmente cardiovasculares.

Bacon

Por mais que tenha um grande número de fãs, o bacon – alimento gorduroso presente em diversos lanches e até mesmo em cafés da manhã ou lanches da tarde-, pode trazer malefícios para a saúde ao ser consumido com frequência, incluindo a pré disposição a complicações envolvendo o excesso de gordura.

Queijo

Um estudo realizado pela Universidade do Michigan, nos Estados Unidos afirmou que o queijo é um dos alimentos viciantes. Um dos motivos, é a presença de caseína, encontrada em produtos originados do leite. Além disso, o queijo está presente em diversos alimentos, incluindo em pizzas e cheeseburgers, por essa razão, o cuidado deve ser redobrado.

Como se livrar dos vícios?

Agora que você já viu quais são 20 alimentos viciantes, está na hora de descobrir algumas dicas para se livrar desses vícios e obter uma alimentação mais equilibrada, longe dos exagerados que podem ser tão maléficos para a sua saúde. Confira a seguir:

  • É fundamental, a princípio, identificar quais são seus vícios, observar a frequência, quantidade de consumo e como se sente ao ficar sem;
  • Não adianta querer cortar de vez cada vício, é fundamental substituir pouco a pouco um hábito por vez. Dê a chance do seu corpo se adaptar e recuperar;
  • Busque sensações de bem-estar por meio de outras coisas, faça exercícíos, escute músicas, entre outras diversas opções, mantenha-se ativo;
  • Procure por opções mais nutritivas, que possam contribuir com a sua saúde;
  • Busque orientação médica para obter direções de quais alimentos são mais favoráveis para as suas necessidades;
  • Não se esqueça, principalmente por causa do refrigerante, de tomar água, outra opção boa também são os sucos naturais para a substituição da bebida gaseificada.

12 Benefícios Incríveis de Óleo de Rícino para a Saúde

Nos últimos anos, o poder do óleo de rícino tem sido cada vez mais explorado para a saúde e estética. São fáceis de serem encontrados e possuem vantagens diversas, sendo possível, dessa forma, adquirir o melhor para atender suas necessidades. Além do óleo de coco, o de rícino também virou um grande queridinho das pessoas.

Quais são os motivos dessa preferência? Como será visto neste artigo sobre os benefícios do óleo de rícino para a saúde, ele atua de forma vantajosa para a pele, cabelo, unhas e muito mais. Entre seus componentes vantajosos estão ácidos graxos, sais minerais e vitamina E.

I) Confira a Seguir quais são suas Vantagens de Óleo de Rícino para a Saúde:

12 Benefícios Incríveis de Óleo de Rícino para a Saúde

1) Combate a pele ressecada

O óleo de rícino contribui com uma melhor hidratação da pele, colaborando principalmente em casos em que o aspecto da pele está ressecado e envelhecido. Muitas vezes, uma pele ressecada apresenta irritação, nesses casos, o óleo de rícino também pode ser muito benéfico.

2) Ajuda no tratamento da caspa

As propriedades antifúngicas do óleo de rícinio, contribuem para a limpeza do couro cabeludo, o que por sua vez, ajuda no combate a caspa.  A oleosidade excessiva também é um aspecto notavelmente melhorado com o uso do óleo.

3) Mantém a pele hidratada

Para quem já tem uma boa pele ou deseja melhorar a pele ressecada, o óleo de rícino, cria uma película na pele, fazendo com que ela não perca tanta água como normalmente, mantendo-se assim, mais hidratada. Além de ser uma boa opção para quem tem pele oleosa.

4) Auxilia no combate ao acne

Por possuir efeito adstringente, o óleo de rícino promove a redução da proliferação bacteriana, que pode ser uma das causas de acne, um problema que atinge e incomoda diversas pessoas. Ainda mais,  este óleo tem comedogenicidade nível 1, o que favorece o seu uso por quem possui sinais de acne ou a pele oleosa.

5) É um laxante natural

Por estimular o sistema intestinal, o óleo de rícino geralmente é uma das recomendações ao tratar-se de constipação. Ele é considerado um laxante natural, por essa razão, o cuidado deve ser redobrado com as doses ingeridas, não se esquecendo jamais de obter a orientação médica adequada para o seu caso.

6) Melhora o aspecto das estrias

Acredita-se que por causa de seus componentes vantajosos, especialmente no que diz respeito a pele, o óleo de rícino tem um potencial favorável para quem deseja melhorar o aspecto das estrias, principalmente as avermelhadas. Não se esqueça, ele apenas contribui para melhorar o aspecto, por isso, assim como em outros casos, é importante aliar seu uso com um tratamento médico.

Além de contribuir para melhorar o aspecto das estrias avermelhadas, o óleo de rícino auxilia também para o aspecto da celulite. É importante observar que ele não resolve o problema, mas ajuda a melhorar a aparência da pele, especialmente por suas propriedades hidratantes.

7) Contribui no crescimento capilar

Em seus componentes, o óleo de rícino contem agentes que contribuem com que as cutículas capilares sejam seladas, conferindo assim um aspecto mais sedoso e afastando o ressecamento. Dessa forma, o cabelo fica mais encorpado e brilhoso. Além disso, ele pode ser utilizado em umectações noturnas ou hidratações para promover um maior cuidado com o couro cabeludo e um melhor crescimento capilar.

Ainda mais, para fortalecer os fios, o óleo de ricino também pode se tornar um ótimo aliado, favorecendo um crescimento mais saudável, até mesmo em casos de uso de química ou cabelos tingidos. Para isso, ele pode ser usado puro ao longo dos fios ou misturado com máscaras de hidratação.

8) Colabora no tratamento de inflamações

O óleo de rícino também pode ser utilizado para elaborar massagens que promovam o relaxamento com o objetivo de amenizar inflamações. Dessa forma, ele se torna um grande aliado também para o alívio de dores musculares e nas articulações.

9) Ameniza coceiras no couro cabeludo

O óleo de rícino ajuda a amenizar a descamação do couro cabeludo, o que também evita coceiras e o aparecimento das pequenas casquinhas brancas. O ideal é complementar o tratamento indicado pelo dermatologista com o óleo.

10) Possui ação cicatrizante

A vitamina E presente no óleo de rícino, contribui com a cicatrização. Especialmente por ter forte ligação com uma melhor hidratação da pele, por isso que este óleo é um grande aliado ao tratar-se de saúde e estética.

11) Ajuda no tratamento das micoses

As micoses são causadas geralmente por fungos e geralmente são muito resistentes a tratamentos. No entanto, o óleo de rícino possui propriedades antifúngicas, o que é muito vantajoso para evitar ou ser complementar no tratamento de complicações causadas por fungos.

12) É benéfico para as cutículas

Apesar de muitas pessoas optarem por tirar as cutículas, essa pele protege a base da unha. A película protetora criada pelo óleo de rícino, ajuda a hidratar também as cutículas, o que por consequência, faz com que sua função de proteger as unhas, seja aprimorada. Em alguns casos, pode até mesmo contribuir com o fortalecimento das unhas.

II) Dicas

É importante lembrar que não se recomenda passar o óleo de rícino diretamente na pele, ele pode ser misturado com um creme. Já no cabelo, e possível aplicar o óleo no couro cabeludo e massagear, não se esqueça sempre de tirar para que ao invés de trazer vantagens o resultado seja ao contrário. Outro fator importante, é que a exposição ao sol após o uso do óleo também não é recomendada.

10 Remédios Caseiros para Impotência Sexual Feminina

Impotência sexual abrange qualquer disfunção relacionada com as fases que levam ao ato sexual (desejo, excitação, orgasmo e a relação em si). Dados revelam que 43% das mulheres sofrem de impotência sexual, dentre os quais a maioria tem entre 45 e 65 anos.

Veja a partir de agora 10 remédios caseiros para impotência sexual feminina:

1- Raiz da Maca peruana

Está comprovado que o mau funcionamento de outros órgãos do corpo pode levar a disfunções sexuais. Diabetes e problemas do coração são os que causam maior risco já que interferem na boa circulação do sangue.

A raiz da maca além de resolver esses problemas pode também melhorar diretamente à produção de libido feminina.

Preparo: em um copo de água adicione uma colher de pó de  maca, ferva, coe e beba no máximo 3 vezes por dia.

2- Erva-Mate

Erva-mate tem ação dupla para quem sofre de impotência sexual.

Primeiramente ela serve como estimulante e fornece energia ao organismo. Já sua função vasodilatadora melhora o fluxo sanguíneo potencializando o funcionamento de todos os órgãos.

Preparo: Em uma vasilha com água, adicione algumas folhas de erva-mate e espere ferver. Quando o chá começar a tomar cor desligue o fogo, coe e beba.

3- Chocolate escuro

Apesar de não ser um remédio, está comprovado que chocolate 70% cacau aumenta os níveis de dopamina (hormônio da felicidade). Esse hormônio é responsável por relaxar o corpo e aumentar a sensação de prazer.

Também ocorre a liberação de feniletilamina que possui função afrodisíaca. Consuma no máximo 15g por dia.

4- Chá de raízes de Catuaba

Catuaba é conhecida por ser um afrodisíaco natural. Uma de suas propriedades aumenta a libido, a intensidade do orgasmo e a satisfação sexual.

Preparo: Numa proporção de 40g de raízes de catuaba para 750ml de água fervente, prepare o chá. Beba um copo por dia.

5- Melancia

Um estudo realizado em 2008 comparou o efeito que a melancia causa nos órgãos sexuais ao do Viagra.

Beta-caroteno, citrulina e licopeno aumentam os vasos  e melhoram a circulação além de aumentar a libido.

Coma pelo menos uma fatia de melancia por dia.

6- Noz-moscada e cravo

Essas especiarias possuem aminoácidos e antioxidantes que promovem a regeneração dos órgãos.

Elas aumentam a libido e a excitação, além de estimular o apetite sexual.

Preparo: use ½ noz moscada para 1 litro de água, acrescente os cravos e finalize o chá.

 

7- Chá de raiz de Ginseng

Ginseng é um afrodisíaco natural, muitos confirmaram o aumento da libido e do prazer sexual no período de menopausa, após o consumo regular.

A explicação está no fato dele ter ação vasodilatadora. Com um fluxo sanguíneo aumentado há melhora na lubrificação da vagina.

Corte o ginseng e coloque em uma jarra de vidro que já contenha 1 litro de água. Ferva por 30 minutos, espere esfriar e coe. Beba apenas um copo por dia, mas não exceda o período de 6 semanas seguidas.

8- Marapuama

Algumas pessoas tem relatado melhora na área sexual após o consumo de marapuama. Aumento do prazer, da quantidade de orgasmos e na libido estão entre os principais benefícios.

Até mesmo antes e depois da menopausa tem se constatado grande evolução.

Preparo: Utilize 2 colheres de Marapuama para 1 litro de água. Espere ferver, coe e beba.

9- Xarope natural com Mel, Guaraná e Ginseng

A mistura desses 3 ingredientes fornecem energia e força para o corpo, além de dar mais vigor no ato sexual.

Preparo: As quantidades de cada ingrediente é a seguinte:

  • 1 colher de ginseng em pó
  • 1 colher de guaraná em pó
  • 1 xícara e meia ( ou 16 colheres de sopa) de mel de abelhas

Beba 1 colher por dia na parte da manhã. Esse remédio é contraindicado para gestantes, mulheres no período de amamentação, diabéticos e hipertensos.

10- Tribulus terrestris

Essa erva aumenta a produção do hormônio testosterona responsável pela formação dos órgãos reprodutores. Ela também é responsável por aumentar o apetite sexual.

Preparo: para cada 2 colheres da erva use 500ml de água. Espere ferver e deixe em infusão por cerca de 10 min. Beba 2 vezes por dia.

Fonte:

https://www.globalhealingcenter.com/natural-health/10-best-herbs-boosting-female-sex-drive/

13 Principais Tipos de Sais Minerais no Nosso Corpo

No contexto da nutrição, um mineral é um elemento químico que desempenha funções necessárias para a vida. Os sais minerais são originários da Terra e não podem ser criados por organismos vivos. Cada vez mais fica evidente a importância de certos sais minerais para o metabolismo humano.

Veja abaixo os Principais Tipos de Sais Minerais no Nosso Corpo:

13 Principais Tipos de Sais Minerais no Nosso Corpo

 

1) Cálcio

Fortalece os ossos, atua na coagulação do sangue, na contração muscular, saúde do coração e do sistema digestivo. Sua deficiência pode causar doenças da pele, tais como, Escabiose, Eczema e doenças como Asma. Deve-se tomar 1,0 g de cálcio por dia na dieta. O cálcio compõe 920 a 1200 gramas de peso corporal adulto, com 99% nos ossos e dentes.

Fontes: Leite, queijo, ovos, peixes enlatados com ossos (salmão, sardinha), vegetais de folhas verdes, nozes, sementes, tofu, tomilho, orégano, canela, manteiga, laranja e cenoura.

2) Fósforo

Constitui o DNA. Uma pessoa deve cconsumir 0.88 mg de fósforo por dia na dieta. O fósforo compõe cerca de 1% do peso corporal de uma pessoa.

Fontes: leite, a gema de ovo, o queijo, a carne, o peixe e certos cereais e vegetais.

3) Cromo

Atua no metabolismo da glicose (açúcar no sangue).

Fontes: Brócolis, suco de uva, carne, produtos integrais.

4) Cobalto

Essencial para a síntese da Vitamina B12 e para a formação de glóbulos vermelhos.

Fontes: Comer animais e alimentos de origem animal.

5) Cobre

Produção de hemoglobina (proteína presente no sangue).

6) Iodo

Componente dos hormônios da tireoide, para evitar o bócio. As mulheres que sofrem desta doença dão à luz crianças que são mentalmente deficientes. O iodo, portanto, é extremamente útil para o funcionamento do cérebro,

Fontes: Algas, grãos, ovos, sal iodado.

7) Flúor

Fortalece os dentes e previne as cáries.

8) Selênio

Selênio é um mineral, um elemento muito importante que o nosso corpo precisa, pois ele tem uma alta quantidade de antioxidante, assim, podendo ajudar em algumas situações do nosso corpo, como no fortalecimento do sistema imunológico, na prevenção do câncer, entre outros. O selênio serve para proteger o organismo, formação da tireoide, manter os vasos sanguíneos saudáveis e melhorar a circulação do sangue.

Fontes: Nozes do Brasil, frutos do mar, carnes de órgãos, carnes, grãos, produtos lácteos, ovos.

9) Ferro

Constitui a hemoglobina, ajudando na prevenção da anemia. E o sangue é vermelho por causa do ferro.

Fontes: Fígado de boi, frutos do mar, nozes, feijão, chocolate escuro.

10) Zinco

O zinco tem um papel importante para o nosso organismo. Ele promove a síntese das prteínas e ajuda na regulação da produção de células do sistema imunológico do corpo. No organismo participa do metabolismo do insulina e se concentra nos músculos, nas células brancas e vermelhas do sangue, retina do olho, pele, fígado, rins, ossos e pâncreas. Alguns orgãos do nosso corpo como glândulas salivares, glândula da próstata e pâncreas secretam zinco.

Fontes: Frutos do mar, como as ostras e lagostas, nas carnes, especialmente nas vermelhas, nas gemas dos ovos e nos laticínios, feijões, amendoins, amêndoas e o chocolate escuro também possuem zinco, mas em quantidades menores.

11) Potássio

Sua deficiência leva a distúrbios nervosos, batimentos cardíacos irregulares e controle muscular fraco.

Fontes: Tomate, batata, feijão, lentilhas, produtos lácteos, frutos do mar, banana, ameixa seca, cenoura.

12) Sódio

É tecnicamente chamado Cloreto de Sódio e é o principal constituinte de vários fluidos do nosso corpo, como suor, lágrimas, sangue, plasma, urina, etc.

Sua perda é compensada pela adição de sal aos alimentos. Ele regula o fornecimento de água aos tecidos do corpo e ajuda a produzir vários sucos digestivos. Sua deficiência leva ao distúrbio nervoso.

Fontes: O sal de mesa (cloreto de sódio)

13) Enxofre

Este é também um sal mineral, que é essencial para cada célula do corpo; mantém e ajuda a manter a saúde do cérebro, cabelo e unhas.

Os sais minerais podem estar naturalmente presentes no alimento (por exemplo, cálcio no leite) ou adicionados no mesmo (por exemplo, suco de laranja fortificado com cálcio, sal fortificado com iodo). Para preservar nossa saúde sempre se deve consumir tais alimentos.

Fontes: O enxofre está disponível nos ovos, carnes, nozes, laticínios, cebola, alho, cereais, repolho, feijão, etc.

http://www.publishyourarticles.net/knowledge-hub/articles/12-important-functions-of-mineral-salts/5812/

http://www.preservearticles.com/201107309553/what-are-various-kinds-and-types-of-minerals.html