Diabetes Aumenta Perda Auditiva e/ou Zumbido

Diabetes aumenta perda auditiva e possivelmente o zumbido no ouvido. A perda auditiva é cerca de duas vezes mais comum em adultos com diabetes em comparação com aqueles que não possuem a doença. Segundo pesquisas, indivíduos que possuem diabetes e que não controlam seus níveis de glicose estão mais propensos a desenvolver algum tipo de deficiência auditiva. As mulheres são as que mais se destacam neste grupo de risco. Um estudo clínico realizado no Brasil mostrou que 90% dos indivíduos que se queixavam do zumbido também tinham diabete. Em 90% dos casos, o zumbido no ouvido está relacionado a perda auditiva.

Diabetes Aumenta Perda Auditiva e/ou Zumbido no Brasil

Cerca de 16% dos brasileiros (ou mais ou menos 12 milhões de indivíduos) possuem diabetes. Um dado muito preocupante é que apenas alguns médicos alertam os pacientes diabéticos de que eles podem sofrer perda auditiva devido a doença. Atualmente, menos de 15% deles fazem o alerta e recomendam algum tipo de acompanhamento.

Entre os pacientes diabéticos, os sinais da perda auditiva eram a dificuldade de ouvir barulhos ou de ouvir conversas em grandes grupos de pessoas, além de ter que aumentar o volume da televisão ou do rádio.

A pesquisa mostra que se as mulheres diabéticas são mais propensas a desenvolverem um maior grau de perda auditiva.

Níveis de glicose sanguínea devem ser tratados com medicação e uma dieta controlada, se você for diagnosticado com diabetes. A falta de tratamento pode levar a um maior risco de perda auditiva. Esses são os resultados de um estudo conduzido pelo Dr. Derek J. Handzo do Department of Otolaryngology-Head & Neck Surgery, em Detroit, EUA.

Através de pesquisa apresentada em Miami Beach na Reunião da Sociedade Triological de Seções combinadas, o Dr. Derek J. Handzo descobriu que as mulheres diabéticas entre as idades de 60 e 75 exibiam deficiência auditiva se os seus níveis de glicose sanguínea não fossem tratados. Enquanto isso, as mulheres que fizeram o controle seus níveis de glicose sanguínea mostraram níveis de audição semelhantes as não diabéticas da mesma idade.

“Certo grau de perda auditiva é uma parte normal do processo de envelhecimento para todos nós,” diz o Dr. Derek J. Handzo, “mas muitas vezes é acelerado em pacientes com diabetes, especialmente, se os seus níveis de glicose no sangue não estão sendo controlados com medicação e dieta”.

Aqueles com diabetes foram classificados quanto à sua condição se esta era bem controlada ou mal controlada. Esta foi avaliada com as diretrizes oficiais para os níveis sanguíneos da American Diabetes Association.

Focando sobre a frequência com que as pessoas tendem a falar e em altas frequências utilizadas na música e alarmes, os pesquisadores descobriram que mulheres diabéticas com níveis de glicose no sangue mal controlados eram mais propensas a experimentar um maior grau de perda auditiva do que qualquer outro grupo no estudo.

Como Tratar o Problema?

Apesar de estudos terem constatado que Diabetes Aumenta Perda Auditiva, nova pesquisa mostra que há possibilidade de diminuir os níveis da perda auditiva controlando-se a diabete.

Felizmente, este ruído pode ser evitado através da manutenção do níveis normais de açúcar. Com uma mudança na dieta e no estilo de vida. Neste estudo, dos 80 pacientes iniciais, 59 seguiram a dieta durante dois anos e o resultado mostrou que 39% tiveram melhoria significativa do seu zumbido no ouvido, 22% tinham alguma melhoria e em 15% seu zumbido desapareceu totalmente.

O primeiro grande passo para mudar o estilo de vida é começar a exercitar, e claro que consequentemente devemos cuidar na alimentação. Há diversas vitaminas que nos auxiliam na melhora ou diminuição do zumbido. Caso seja necessário começar algum tipo de complemento, o complexo de vitaminas B é uma boa indicação.

A vitamina B6 é encontrada em produtos, como grãos integrais, ovos, produtos lácteos e bananas. Curandeiro naturais dizem que esta vitamina ajuda a estabilizar os fluidos no interior do ouvidos.

Presbiacusia – Perda Auditiva Relacionada à Idade

Os sons quando passam pelo nosso ouvido são captados pelas células ciliadas. Com o passar do tempo, estas células vão se desgastando e isso faz com que a pessoa tenha perda auditiva, o que pode levar à presbiacusia. Esta é uma perda de audição lenta nas frequências agudas, a maioria das pessoas afetadas são acima de 60 anos.

O envelhecimento natural é uma das principais causas da perda auditiva. Uma hora ou outra a perda auditiva afeta todo e qualquer ser humano, trazendo diversas consequências geralmente inesperadas. O ouvido, além de ser responsável pela nossa audição, também é extremamente importante na manutenção do nosso equilíbrio e na nossa vida social. Quando um idoso começa a perder sua capacidade auditiva, é muito provável que isso acabe causando isolamento, frustração, depressão, entre outros problemas psicológicos. Tudo o que as pessoas à sua volta podem fazer é amenizar esses danos.

Presbiacusia no Idoso

Os distúrbios de comunicação gerados pela perda de audição torna a atividade de compartilhar pensamentos, ideias e informações uma tarefa árdua. É comum que o idoso, na maioria das vezes, finja compreender o que os outros estão falando e, consequentemente, desista de tentar interagir. A fala também acaba por ser afetada e a tendência é piorar cada vez mais, conforme a pessoa for perdendo a audição.

É comum que o idoso seja descrito com uma pessoa confusa e distraída, mas na verdade essas características são apenas consequências dos danos à sua capacidade auditiva. Também é importante perceber que a deficiência auditiva pode trazer problemas para a linguagem e a memória, resultando em uma complexa depreciação da qualidade de vida da pessoa idosa.

Pesquisadores britânicos conseguiram células-tronco que são necessárias para a audição normal. Este pode ser o primeiro passo para a cura da perda auditiva no idoso.

Cientistas da Keele University, em North Staffordshire, Reino Unido, revelaram uma das causas de porque perdemos nossa audição à medida que envelhecemos. Conforme envelhecemos, as células que gerenciam a composição do fluido(fybrocytes) envelhecem conosco. Os fibrócitos, em alguns casos, vão degenerar e vamos experimentar perda auditiva. “Estamos ainda em fase preliminar,” diz Dr. Furness Dave: “a segunda fase é crescer fibrócitos especificamente para tratar a perda auditiva no idoso”, completa.

Principais sintomas de presbiacusia nos idosos

As queixas mais comuns são:

  • zumbido
  • dificuldade de entender a fala
  • dificuldade de conversar em ambientes ruidosos
  • desconforto na presença de som alto
  • vozes masculinas são mais fáceis de ser entendidas do que vozes femininas

Perda auditiva em idosos

Quanto à possibilidade de os “baby boomers” sofrerem um aumento de perda auditiva devido à exposição ao volume alto. Dr. Branch apontou um estudo feito pela Universidade de Wisconsin em 2010, mostrando que as taxas de deficiência auditiva foi de 31% menor nos “baby boomers” do que em seus pais. O estudo acompanhou 5.275 adultos nascidos entre 1902 e 1962. Uma das razões para as baixas taxas de comprometimento pode ser por causa das normas da OSHA (órgão reguladora de segurança e saúde dos EUA) que diminuíram os níveis de ruído no local de trabalho.

Mais estudos devem ser realizados em relação ao “baby boomers”. Estima-se que daqui a dez anos a perda auditiva pode dobrar, e até lá as pessoas devem saber se prevenir e cuidar melhor de sua audição.

Existe prevenção?

Não há muito a se fazer para evitar a perda auditiva relacionada à idade, mas evitar ambientes barulhentos ou usar protetores auriculares pode ser uma alternativa. Muitas pessoas trabalham em fábricas que possuem máquinas barulhentas, é muito importante o uso de protetores nesse caso.

Outra maneira de evitar que a perda auditiva chegue tão cedo, é não se expor por muito tempo ao alto volume de música, por exemplo em shows, festas e baladas.

Há consequências?

Veja abaixo as possíveis consequências em pessoas da terceira idade:

  • irritação
  • medo
  • reduz a atenção
  • afeta coordenação motora
  • depressão

Como saber se estou com presbiacusia?

Quando há uma dificuldade de entender o que as pessoas dizem, pode ser que tenha algum grau de perda auditiva. Para confirmar, procure um especialista para a realização de um teste de audiometria e assim irá saber qual o grau da perda.

Clique aqui e faça esse teste para ver como está a sua audição, mas atenção: este não substitui a audiometria.

Tratamento para presbiacusia

O tratamento é variado de acordo com o grau da perda auditiva. Em caso de perda auditiva severa pode-se usar aparelhos auditivos ou cirurgia de implantes cocleares.

Em casos de perda auditiva leve a moderada, é possível usar a tecnologia da Biosom. Um software que atende pessoas com perda auditiva causadas por envelhecimento natural e excesso de barulho.

Como Ajudar um Idoso com presbiacusia?

Mas e os amigos e familiares, o que eles podem fazer para ajudar? É extremamente necessário ter muita paciência na hora de se comunicar com o idoso. Ouvir atentamente o que ele tem a dizer é o primeiro passo para tirá-lo do isolamento social. Ao falar, não é preciso aumentar o volume de sua voz, apenas converse pausadamente e pronuncie as palavras com clareza, repetindo as frases, se for necessário.

No entanto, nada disso pode ser eficaz se você estiver conversando com a pessoa em um ambiente muito ruidoso. Sempre que for interagir com um idoso, procure fazê-lo em um lugar silencioso, onde não seja necessário falar mais alto para se fazer ouvido. Além disso, também não se pode esquecer de que o fato de a pessoa possuir deficiência auditiva não quer dizer que ela deva ser poupada das atividades sociais, pois isso contribuirá para a sua frustração.

Como o Software Hearing Guardian Pode Tratar a Audição dos Idosos? 

Presbiacusia - Perda Auditiva Relacionada à Idade

Muitas pessoas acreditam que a deficiência auditiva causada pela idade não é irreversível, mas essa é uma afirmação do passado. Ajude o idoso a utilizar o Hearing Guardian V1 pelo tempo necessário e veja a melhora você mesmo. Aproveite e veja alguns depoimentos no site da Biosom. Caso não haja progresso, existem duas opções: ou a deficiência foi causada por excesso de cera no ouvido, ou o problema já avançou demais e está no grau de severidade. Portanto, lembre-se: o quanto antes a pessoa utilizar o software, menores são as chances da perda auditiva ser grave.

Fonte:

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/audicao_idoso.htm

Implante coclear para pessoas com deficiência auditiva

A surdez profunda é uma deficiência que afeta a personalidade e o convívio social do indivíduo. Incapacita a pessoa de escutar sons ambientes, além de não permitir a modulação vocal. Estima-se que no Brasil existam 31.000 indivíduos com perda de audição profunda que necessitam de implante coclear, sendo 13.950 indivíduos de 0 a 18 anos. A maioria dos pacientes com perda auditiva, incluindo casos de perda severa, é beneficiada com o uso de prótese convencional. Porém, por ser um amplificador sonoro, a prótese auditiva necessita de uma reserva coclear suficiente para que possa haver boa percepção do som e discriminação da fala.

Nos pacientes com pouca reserva coclear e que não conseguem boa discriminação mesmo com a amplificação sonora, o implante coclear é uma alternativa para reabilitação da deficiência auditiva.

O implante coclear através de um procedimento cirúrgico, é inserido no ouvido. O implante desse dispositivo é de grande importância para deficientes auditivos e surdos.

Quem pode se beneficiar?

cirurgia-implante-coclear

Há uma série de critérios quando se trata de implantes cocleares. De um modo geral o implante é indicado para pessoas que tem surdez sensorial e bilateral, que não conseguiram ter resultados positivos com o uso de aparelhos auditivos.

A qualidade de vida das pessoas pode melhorar através do implante coclear. Com a implante coclear as pessoas conseguem  aperfeiçoar a percepção da fala, compreensão de palavras e outras melhorias na audição.

Para Fabio Martins, um estudante de medicina, para ele a cirurgia de implante coclear foi algo muito satisfatório, a qual o motivou a realizar um sonho de infância que era ser médico. Estudar medicina era algo muito distante de sua realidade, veja seu depoimento:

“Eu tinha pensado em ingressar num curso de medicina há muito tempo, mas sabia que meu problema auditivo era um grande obstáculo para a realização desse projeto, no entanto, tudo se modificou depois que fui operado e o sonho do passado tornou-se uma realidade.”

Através do implante coclear, Fábio teve grandes melhorias em sua vida. Ele consegue estudar e quando tem tempo livre, pratica surfe. Além disso, Fábio conquistou outros benefícios, como experiência pessoal facilitou o diagnóstico de seus pacientes e maior capacidade auditiva em outros idiomas.

Como funciona o implante coclear?

implante coclear

O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta tecnologia que estimula eletricamente as fibras nervosas remanescentes, permitindo a transmissão do sinal elétrico para o nervo auditivo, a fim de ser decodificado pelo córtex cerebral.

O funcionamento do implante coclear é diferente do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI). Os Aparelhos de Amplificação Sonora Individual amplificam o som e o Implante Coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da Cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.

O Implante Coclear é constituído por dois componentes: componente interno e externo. O componente interno é inserido na parte interna do ouvido do indivíduo através de cirurgia e é composto por uma antena com um imã, um receptor estimulador e um cabo com um filamento que possui múltiplos eletrodos envolvidos por um tubo de silicone fino e flexível. O componente externo é composto por um microfone direcional, um processador de fala, uma antena transmissora e dois cabos.

A sensação auditiva ocorre em segundos. O processo se inicia no momento em que o microfone presente no componente externo capta o sinal acústico e o transmite para o processador da fala, por meio de um cabo. O processador de fala seleciona e codifica os elementos da fala, que serão reenviados pelos cabos para a antena transmissora, onde será analisado e codificado em impulsos elétricos. Por meio de radiofrequência, as informações são transmitidas através da pele (transcutaneamente), as quais serão captadas pelo receptor estimulador interno, que está sob a pele.

O receptor estimulador contém um “chip” que converte os códigos em sinais eletrônicos e libera os impulsos elétricos para os eletrodos intracocleares específicos, programados separadamente para transmitir sinais elétricos, que variam em intensidade e frequência para fibras nervosas específicas nas várias regiões da cóclea.

Após a interpretação da informação no cérebro, o usuário do Implante Coclear é capaz de experimentar sensações da audição. Quanto maior o número de eletrodos implantados, melhores serão as possibilidades de percepção dos sons. Os implantes cocleares podem ser monocanais ou multicanais.

Os implantes monocanais foram amplamente utilizados durante as décadas de 70 e 80. Este tipo de implante estimula o nervo auditivo através de um campo elétrico formado por dois eletrodos, um ativo na cóclea ou em sua superfície e outro na referência, localizado fora da cóclea. Este tipo de estimulação denominada monopolar, permite que a corrente elétrica se espalhe por uma área relativamente grande, possibilitando o estímulo de um grande número de elementos neurais, uma intensidade baixa de corrente elétrica. Eles capacitaram os pacientes ao reconhecimento de sons ambientais, facilitaram a leitura labial e proporcionaram uma melhora psicológica, porém falharam em permitir a discriminação e o reconhecimento de palavras e frases sem o auxílio de leitura labial.

Já os implantes multicanais, foram desenvolvidos com o objetivo de utilizar, além da estimulação monopolar, uma estimulação que proporciona um campo elétrico mais específico, usando propriedade tonotópica da cóclea. Desde 1994, os sistemas multicanais estão substituindo os monocanais quase que por completo. A maioria dos implantes que existem atualmente é multicanal.

A colocação de implante coclear o mais precocemente possível, é particularmente importante nos casos de surdez pós-meningite, devido à ossificação intracoclear que ocorre, impedindo a colocação dos eletrodos no lúmen da cóclea.

Microfone com acelerômetro poderia mudar a forma dos implantes cocleares

Os aparelhos auditivos não são as criações cibernéticas mais  discretas porque a necessidade de um microfone sem entupimento significa que eles necessitam geralmente de um componente externo. Engenheiros da Universidade de Utah e da Case Western Reserve University em Cleveland pretendem mudar tudo com um microfone muito menor que usa um acelerômetro para detectar vibrações do som – por isso não requer abertura e pode ser inserido diretamente no ouvido.

O hardware exterior será apenas o carregador – usado exclusivamente à noite. Os testes clínicos em seres humanos vivos começaram cerca de três anos. Se você está ansioso para usar este novo dispositivo, a remoção da bigorna (ou do osso bigorna) no ouvido médio deve primeiramente ter lugar para otimizar a eficácia do novo implante. Nunca foi dito que seria bonito. Mas se realmente funcionar, porque não?

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Fonte:

http://www.hear-it.org/pt/Implante-auditivo

http://www.hear-it.org/pt/O-implante-coclear-me-fez-realizar-um-sonho-de-infancia

http://www.implantecoclear.com.br/index.php?pagina=selecao

Entenda a Diferença entre Som, Barulho e Ruído

Já comentamos aqui como poluição sonora pode danificar a audição. Som alto, barulho da cidade e ruídos constantes que somos submetidos diariamente, sobrecarregam a audição, o que torna necessário cuidados específicos. Mas você sabe qual é a diferença entre som, barulho e ruído? Descubra abaixo!

Som

Entenda a Diferença entre Som, Barulho e Ruído

Todo fenômeno sonoro está relacionado à vibração de um objeto em um meio mecânico. Como um diapasão (objeto) vibrando no ar (meio mecânico). Sendo assim, o som é a onda resultante dessa vibração.

Ondas podem ter, ou não, periodicidade. Quando existe periodicidade entre duas ondas, temos harmonia. Quando as ondas não combinam acerca de seus períodos, temos dissonância .

Ruído

Entenda a Diferença entre Som, Barulho e Ruído

Após entender o que é o som e como funcionam as ondas, podemos dizer que ruído é a ausência de periodicidade das ondas sonoras.

Suas frequências e componentes não possuem relações harmônicas. Quando essa dissonância bate no ouvido, gera uma sensação de desconforto. Quanto mais dissonante, maior a estranheza. Vale pensar que, embora dissonante, a estranha possa se dar por um processo cultural.

Barulho

Entenda a Diferença entre Som, Barulho e Ruído

Já o barulho não deve ser confundido com ruído. Ruído, como vimos, está relacionado a física. Independe do receptor. A aceitação desse ruído pode ser uma questão cultural. Porém, barulho trata-se de uma opinião pessoal. Chamamos de barulho qualquer tipo de som indesejável.

Mesmo uma música erudita, repleta de harmonia e periodicidade, pode ser considerada um barulho para alguns. Principalmente se estiver em alto volume a ponto de prejudicar a audição.

Vamos agora entender mais sobre frequência. Sons variam muito em suas características. Sons simples como tons puros contém um componente de freqüência única, enquanto sons complexos como a fala ou ruído consiste de componentes de várias frequências. A maioria dos sons do cotidiano que ouvimos são sons complexos.

Frequência

frequência-som Entenda a Diferença entre Som, Barulho e Ruído

A frequência de um som é o número de ciclos de uma onda de som em um segundo. A unidade de medição é hertz (Hz).

A frequência de um som aumenta à medida que o número de ciclos por segundo aumenta. Vibrações entre 20 e 20.000 ciclos por segundo são interpretados como som por um indivíduo saudável. Um som agudo poderia ser uma flauta piccolo ou um pássaro cantando. Sons graves poderiam ser ouvido de uma longa distância como a do trovão ou tons de uma guitarra baixo.

Decibel (dB)

decibél-db-som-frequência Entenda a Diferença entre Som, Barulho e Ruído

O termo dB (decibéis) e a escala dB é utilizado em todo o mundo para a medição dos níveis sonoros. A escala de decibéis é uma escala logarítmica, onde uma duplicação da pressão do som corresponde a um aumento de 6 dB.

É muito importante entender que ‘dB’ tem significados diferentes e não é um valor fixo como o volt. O valor de um dB depende do contexto em que é usado.

É muito frequente a pressão do som ser expresso em dB SPL, onde o som mais fraco detectado por uma pessoa com audição normal é de 1000 Hz ou em dB HL que corresponde ao limiar de audição normal de um som específico (por exemplo, a partir de 125 Hz a 8000 Hz) , 0 dB SPL e 0 dB HL, portanto, não são o mesmo.

Exemplos de intensidades diferentes de som expressados em dB (HL)

  • 180 dB: Foguete na descolagem
  • 140 dB: Motor de um avião na decolagem
  • 120 dB: A banda de rock
  • 110 dB: Barulho de trovão
  • 90 dB: Trânsito da cidade
  • 80 dB: Rádio Alto
  • 60 dB: Conversa ordinária
  • 30 dB: Sussurro muito suave
  •   0 dB: Som mais suave que uma pessoa pode ouvir

Fontes:

http://www.hear-it.org/what-db-and-frequency

Síndrome de Ménière: Principais Causas, Remédios e Tratamentos

Quando se fala da Síndrome de Ménière, trata-se de um distúrbio originado pelo aumento da quantidade de fluídos da endolinfática na região do labirinto, ou seja, refere-se à pressão alta nessa área. A condição, habitualmente resulta em episódios espontâneos de vertigem – a sensação incômoda de movimento giratório – juntamente com outros sintomas, como a perda auditiva, zumbido nos ouvidos e, muitas vezes, o sentimento de pressão no ouvido ou plenitude.

Em muitos casos, a Síndrome de Ménière acomete apenas um ouvido. Acredita-se que, apesar de sua capacidade de acometer todas as idades, até mesmo as crianças, a síndrome apresente um maior número na faixa etária de 40 e 50 anos, sendo ainda mais incidente aos 50, ou seja, todo mundo deve tomar cuidado e estar atento aos sintomas. Dessa maneira, ao suspeitar de algum sintoma que pode estar relacionado a essa síndrome ou outra doença, por mais que seja considerada rara, é importante buscar por orientação médica sem hesitar.

O nome refere-se ao primeiro relato da condição, feito pelo médico francês Prosper Menière, no ano de 1861. Desde então, claramente, inúmeros estudos e indagações tem sido realizados em torno da doença, que afeta ambos os sexos, mas alguns estudiosos apontam as mulheres como número de maior incidência.

Outro nome normalmente utilizado para se referir a Síndrome de Ménière, é Hidropsia endolinfática, termo correspondente ao acréscimo da pressão e distensão da área endolinfática, que está presente na forma como a doença se estabelece nas pessoas. Essa condição está presente não apenas na síndrome de Ménière, como também em outros diversos tipos de problemas, como labirintites, sífilis e otites médias.

Até hoje, nota-se que essa síndrome ainda reúne diversas dúvidas a seu respeito, gerando muitas controvérsias, porém, algumas conclusões já foram levantadas por profissionais e estudiosos, principalmente em torno de suas causas e alguns sintomas que surgem. Além de outras características ressaltadas por estudos de casos e diagnósticos, por exemplo, a duração das crises, que pode levar de 30 minutos a 8 horas.

No artigo de hoje, você terá acesso às informações diversas e ricas em torno dessa Síndrome que ainda é pouco conhecida. De qualquer forma, você poderá ficar norteado de uma maneira mais clara em torno de seus sintomas, cuidados, causas, entre outros dados que serão vistos adiante.

Saiba Tudo Sobre a Síndrome de Ménière

1) Primeiros sinais e sintomas da síndrome de ménière

Para uma maior compressão acerca da doença, de como ela se desenvolve e dos seus sintomas, é interessante observar as funções do ouvido interno. Ele desempenha uma função essencial para o equilíbrio e localização espacial do corpo, por isso que quando essa estrutura é afetada, por exemplo, sintomas realmente incômodos, principalmente envolvendo a surdez e vertigem, costumam surgir. Confira a seguir os principais sintomas de síndrome de ménière:

A) Vertigem

Característica de diversas doenças vestibulares, a vertigem consiste em uma sensação forte de tontura, tendo início repentino. A pessoa tem a sensação de estar rodando em relação ao ambiente ao seu redor ou ao contrário. Ainda mais, no decorrer da crise, geralmente ocorre a perda de equilíbrio. Como citado anteriormente, as crises de vertigem podem durar de 30 minutos a 8 horas. Quando ocorre de maneira severa, pode provocar vômitos e náuseas;

B) Perda Auditiva

Especialmente quando levamos em conta o início do curso da doença, a perda auditiva é um sintoma de grandes chances de variação. Eventualmente, grande parte das pessoas chega a experimentar algum grau de perda auditiva permanente, principalmente durante ou após as crises, que geralmente reúnem diversos sintomas;

C) Zumbido no Ouvido

O zumbido trata-se de uma percepção de ruído no ouvido, podendo ser também semelhante ao som de assobio. Muitas vezes, na doença de Ménuère, o tom do zumbido presente chega a ser severo;

D) Plenitude Auricular

Ao falar de plenitude auricular, refere-se à sensação de pressão no ouvido. Um episódio típico da Síndrome de Ménière pode ter início com essa sensação, zumbido aumentando, a audição diminuindo seguido de vertigem severa, em diversas vezes, acompanhada de náuseas e vômitos. Tal episódio pode durar de duas a três horas, depois que sinais e sintomas melhoram. No entanto, também existem episódios em que a plenitude auricular surge apenas posteriormente.

A variedade dos sintomas, incluindo a gravidade, duração e frequência de cada um deles, é grande principalmente no começo da doença. Observe, por exemplo, você poderia ter episódios frequentes com vertigem severa e apenas distúrbios leves em outras sensações. Em outros casos, é possível sentir vertigens e perda auditiva leve, mas raramente têm perturbação no seu sono.

Apontam-se mudanças estruturais já notadas nos exames de imagem realizados com pacientes portadores dessa síndrome, tais como:

  • Redução da pneumatização periaquedutal;
  • Fibrose perissacular;
  • Mastóide hipocelular;
  • Atrofia sacular.

Apesar das dúvidas em torno da doença, a concordância em torno da tríade de sintomas é presente nos principais estudos e artigos. Trata-se dos sintomas auditivos, vestibulares e sensação de pressão aural, que habitualmente ocorrem de maneira conjunta. Por isso, observar a ocorrência para relatar ao médico é muito importante para um diagnóstico e tratamentos adequados.

Geralmente, os episódios que reúnem os sintomas, como perda de audição e zumbido aparecem em crises. Naturalmente, a constância das crises vai depender de cada caso, assim como a duração. Afinal, a condição também conta cm particularidades e depende de como a pessoa está sendo afetada.

2) Quais são as causas da Síndrome de Ménière?

Muitos aspectos dessa condição não são ainda compreendidos, alguns apontam como o resultado de um volume anormal ou composição do fluído no ouvido interno.

O ouvido interno refere-se a um conjunto de passagens conectadas e cavidades, que recebe o nome de labirinto. A parte exterior do ouvido interno é constituída de osso (labirinto ósseo). Dentro, a estrutura é diferente, sendo suave de membrana (labirinto membranoso), trata-se de basicamente uma versão menor da forma do labirinto ósseo. Nes labirinto membranoso contém um fluído, chamado de endolinfa e está alinhada com o cabelo, como sensores que reagem ao movimento do fluído.

Claramente, para que todos os sensores do ouvido interno possam funcionar de forma adequada, o fluído (endolinfa) necessita manter uma certa pressão, composição química e volume. Dessa maneira, fatores que alteram as propriedades do fluído do ouvido interno possuem a capacidade de contribuir com o desenvolvimento da síndrome de Ménière.

Algumas das causas em potencial, apontada por cientistas, incluem:

  • Drenagem do líquido, em potencial por causa de uma obstrução ou anormalidade;
  • Resposta imune anormal;
  • Alergias;
  • Infecção viral;
  • A predisposição genética;
  • Traumatismo craniano.

Ao longo de todos esses anos, desde o primeiro relato da doença em 1861, diversas teorias surgiram não apenas sobre seus sintomas e causas, mas naturalmente, sobre tudo o que ela pode envolver, incluindo a razão de seu desenvolvimento. Entre essas teorias que envolvem as causas, podem-se notar fatores como os hormônios, alterações metabólicas e questões imunológicas. Como dito anteriormente, a doença ainda não é bem compreendida.

3) Como é feito o diagnóstico?

Observando que a Síndrome de Ménière apresenta diversos sintomas que podem facilmente serem confundidos com um simples mal-estar, é realmente necessário buscar por um profissional, para que ele, a partir de exames laboratoriais ou clínicos, como o hemograma e audiometria, possa diagnosticar com precisão a doença. Seu quadro clínico será analisado cautelosamente, principalmente para evitar equívocos.

Claramente, as pessoas que estão sofrendo com a síndrome, precisam ficar atentas aos fatores que podem ter desencadeado as crises, refletindo qual foi o período em que estão surgindo, tais como: uso de nicotina, mudanças repentinas ou drásticas na dieta ou o ciclo menstrual.

Outra questão importante ao se tratar desse tipo de síndrome, é essencial buscar por um profissional o mais rápido possível, especialmente pela possibilidade de evolução do problema, levando a uma perda auditiva, seja parcial ou total.

Sem dúvidas, um diagnóstico preciso, permite que o tratamento correto seja empregado na vida do portador. Além disso, pode ocorrer a identificação de alguma doença relacionada. A principal dificuldade ao se tratar do diagnóstico dessa doença, está relacionada com a remissão temporária de alguns dos sintomas que caracterizam a doença. Dessa maneira, é importante ficar atento e buscar por orientação médica assim que suspeitar de algo.

4) Quais são os tratamentos para síndrome de ménière?

Não se fala exatamente de uma cura para essa condição, mas sim em tratamentos voltados essencialmente para o combate dos sintomas, que geralmente atrapalham bastante a qualidade de vida dos portadores. Por meio de medicamentos adequados, é possível reduzir as crises de vertigem, amenizar o zumbido e melhorar a relação com o equilíbrio.

Sem dúvidas, um dos pontos mais importantes do tratamento além da amenização dos sintomas, é evitar que a doença evolua e comprometa completamente à audição das pessoas, já que é uma capacidade importante e pode impactar fortemente na forma de vida habitual.

Geralmente, o tratamento da Síndrome de Ménière é realizado por meio de um controle de sintomas e pode ser necessário por toda a vida dos portadores. Além disso, em casos de sintomas como a vertigem, pode-se exercer o controle através de medicamentos como a meclizina ediazepam (Valium), outra opção que também pode ser explorada, são diuréticos com hidroclorotiazida, que pode amenizar o edema/hipropisia, além dos remédios que visam amenizar a sensação de náusea.

No decorrer desse período, pode ser recomendado pelo médico, amenizar o consumo de sódio, geralmente presentes em itens como o sal de cozinha e refrigerantes. Outro ponto que pode ser importante é aumentar o consumo de potássio, que pode ser desfrutado por meio de grãos e frutas.

Acredita-se que uma série de tratamentos possam ser realizados para aliviar os sintomas, porém, não se esqueça de saber por meio do seu médico quais são os mais adequados para o seu caso. Confira:

  • Terapias Preventivas: pacientes fazem uma dieta. Pede-se para evitar a fadiga, o esforço e a ansiedade;
  • Medicamentos como Betahistine;
  • Tratamento para vertigem e náusea;
  • Tratamento de perda auditiva;
  • Tratamento com cirurgia: essas são recomendadas para casos severos.

É recomendado o acompanhamento de um especialista, para que ele possa dar mais detalhes sobre. Caso sinta sintomas similares, procure um especialista. Pois, se este for o caso, quanto antes descobrir melhor será para ter sucesso no tratamento e melhorar sua qualidade de vida, que pode estar sendo afetada por essa condição.

5) Quais os medicamentos mais utilizados no tratamento?

Sem dúvidas, é importante ter em mente que sem o tratamento adequado, a Síndrome de Ménière é uma condição que pode levar a perda progressiva de audição, ou seja, por mais que existam dicas e informações sobre medicamentos geralmente usados nesses casos, evite sempre se automedicar. Além de atrasar o início do tratamento adequado, você corre o risco de piorar o seu quadro com doses ou substâncias erradas.

Como foi visto nesse artigo, a Síndrome de Ménière pode deixar as pessoas em uma situação realmente incômoda, especialmente por causas das crises que reúnem geralmente os sintomas. Por isso, sempre que suspeitar de algo busque um médico e nãos e esqueça-se das consultas regulares.

Quando se trata dos tipos de medicamentos usados para casos de Síndrome de Ménière, geralmente, os remédicos de maior indício são o Betaserc e o Labirin. No entanto, claramente, apenas um profissional especializado é capaz de recomendar a dosagem ideal para a sua situação, tempo de uso e qual é o remédio específico que melhor se adequará ao seu caso.

Além disso, lembre-se: é importante sempre evitar se automedicar, afinal, uma dosagem ou substância errada, pode parecer algo banal, totalmente sem perigo algum. No entanto, apenas esses itens, uma vez errados, podem causar um grande problema, além da possibilidade de agravar o seu estado de saúde.

Caso você já esteja em tratamento, jamais deixe de tomar o medicamento por conta própria. Lembre-se sempre de seguir com disciplina as recomendações médicas, é a melhor forma de se tratar com segurança. Caso tenha interesse, por algum motivo, de interromper ou trocar de medicamento, sem dúvidas, deve consultar um médico especializado.

6) Como saber se é labirintite ou Síndrome de Ménière?

Ao falar da labirintite, é importante observar que muitas vezes esse termo é usado de forma errônea. Muitos profissionais apontam para esse equívoco ao se tratar de labirintite. Isso porque diversas outras complicações podem acometer a área do labirinto, ou seja, se referir a uma complicação no labirinto apenas como labirintite não é o correto.

Nota-se que ambas as doenças, apresentam sintomas e complicações similares, esse é um fator que já está claro. No entanto, nesse cenário cheio de confusões em potencial, é importante buscar por um profissional qualificado, para que dessa maneira, ele seja capaz de diagnosticar corretamente o seu problema.

Claramente, os profissionais especializados que procurar, apresentará as diferenças entre as doenças caso esse assunto entre em pauta. No entanto, neste artigo você pode observar algumas das diferenças, tais como:

É interessante também observar que a síndrome de Ménière pode ser uma das causas associadas a quem já sofre com a Labirintite. Basicamente, o que distingue uma da outra, é principalmente o fator que desencadeia cada uma dessas doenças.

Se por um lado na Labirintite, em decorrência da vertigem, as otocônias se deslocam e ficam livres circulando nos canais do labirinto, em conjunto com pequenos cristais que também acabam se soltando devido ao problema, na síndrome de Ménière, ocorre o aumento da pressão na endolinfa, ou melhor, enquanto a labirintite é causada por conta do acréscimo de pressão da endolinfa, entre outros fatores em potencial, geralmente o que caracterizam por labirintite, é originado por infecções, inflamações, entre outros fatores.

Por mais que ambas provoquem sensações de tontura, zumbido no ouvido e desequilíbrio é de extrema importância ir ao médico e investigar a verdadeira razão desses sintomas. Afinal, descobrir qual é o problema é o primeiro passo para um tratamento de fato adequado, combatendo assim corretamente o que está afetando a sua saúde.

7) Como prevenir da próxima vez?

Como a doença ainda não é muito bem compreendida, as informações em relação a sua prevenção também contam com ausência de exatidão. No entanto, acredita-se que assim como nos casos de labirintite, é possível se prevenir da Síndrome de Ménière. Note que as maiorias dos diagnósticos estão relacionados com doenças que geralmente afetam o metabolismo de forma notável e o sistema de imunidade dos indivíduos.

Dessa maneira, o que pode ser feito, é buscar manter um bom controle de suas condições de saúde, para que no futuro, nem essa síndrome, nem outros problemas tenham chances de se desenvolver. Já notou que as formas de prevenção de diversas doenças envolvem hábitos saudáveis e a exclusão de ações que podem ser destrutivas, como o abuso do tabaco e do cigarro? Por mais que as causas e formas de prevenção ainda não sejam necessariamente exatas em torno dessa síndrome, se cuidar, já é um grande passo a ser tomado.

Claramente, entre essas doenças, podem existir formas distintas de prevenção, porém, de uma maneira geral, assim como no caso da Síndrome de Ménière, é importante lembrar-se de administrar e ficar atento sempre à ansiedade, estresse, refeições, atividades físicas e uma dieta saudável.

8) Não deixe de baixar o aplicativo Hearing Guardian no seu computador ou no seu mobile

Sem dúvidas, a alta exposição sonora tem sido uma das principais razões quando se trata da perda auditiva. Uma das consequências mais notáveis dessa condição tem sido o zumbido no ouvido. Baseado na tecnologia TSC, o programa Hearing Guardian é a oportunidade de cuidar da sua saúde auditiva de uma forma realmente prática. Com alguns minutos por dia, é possível não apenas aumentar sua capacidade auditiva, como também diagnosticar áreas danificadas e proteger a sua audição!

Tudo isso é realizado através da emissão de sinais acústicos, que são personalizados. Os usuários realizam um teste, onde as condições auditivas são analisadas para que dessa forma, seja possível que um sinal próprio para dar suporte ao seu problema seja enviado. Dessa maneira, você estará protegendo as áreas que estão com boa frequência e desenvolvendo áreas danificadas.

Além disso, visando que o usuário tenha a oportunidade de avaliar os resultados antes mesmo de fazer qualquer tipo de renovação, disponibilizamos 30 dias grátis do software, para que dessa forma, possa utilizar diariamente e possa perceber neste tempo as melhorias presentes em sua capacidade auditiva.

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9) Quais são outras doenças que podem afetar o labirinto?

Varias condições podem comprometer o labirinto, é importante observar que entre elas, existem sintomas, causas e tratamentos diferentes. Dessa forma, se informar é sempre importante, principalmente para se prevenir sempre que possível.

Como citado anteriormente, é interessante observar que muitas vezes o termo labirintite é empregado de forma equivocada, como quando algo acomete o labirinto, porém, como será visto adiante, existem diversas condições que podem acometer essa região, tais como:

1) Neurite vestibular:

Trata-se de uma doença que pode ocorrer de diversas formas, por exemplo, por meio de uma crise isolada de vertigem grave ou episódios de vertigem leve que podem ter outros sintomas acompanhando durante várias semanas, como vômitos, nistagmo e náuseas. Geralmente, é tratada com medicamentos para amenizar os sintomas ou anti-inflamatórios;

2) Cinetose:

Conhecida também como mal do movimento, a cinetose consiste em um tipo de enjoo causado por movimentações as quais o corpo não está habituado, por exemplo, em veículos em movimento. Geralmente, seus sintomas incluem tontura, náusea, palidez, sudorese, vômitos e fadiga;

3) Vertigem Posicional Paroxística Benigna:

Abreviada como VPPB, a condição caracteriza-se por episódios de tontura e vertigem, lembrando que são questões distintas, uma vez que a vertigem refere-se à sensação de que você ou o ambiente ao redor está girando, principalmente ao mover a cabeça. Apesar dos sintomas incômodos o seu tratamento costuma ser muito simples, contando com manobras realizadas pelo médico para normalizar o estado dos pacientes e combater a causa do problema;

É fundamental lembrar que diversas dessas doenças podem atingir tanto os adultos, como as crianças, o que só aumenta a necessidade de sempre estar atento caso algum sintoma apareça, afinal, tanto crianças, como jovens, adultos e idosos, podem sofrer com algum tipo de complicação.

Claramente, entre essas doenças, podem existir formas distintas de prevenção, porém, de uma maneira geral, assim como no caso da Síndrome de Ménière, é importante lembrar-se de administrar e ficar atento sempre à ansiedade, estresse, refeições, atividades físicas e uma dieta saudável.

Fontes:

http://www.mayoclinic.com/health/menieres-disease/DS00535

http://www.webmd.com/brain/tc/menieres-disease-topic-overview

Sinusite – Causas, Sintomas, Tratamentos e Remédios Caseiros

Sinusite é uma inflamação responsável pelos danos a mucosa dos seios paranasais. As cavidades, basicamente estão repletas de ar, porém, no momento em que são imobilizadas por causa do fluído, o cenário fica favorável para agentes como vírus e bactérias. Dessa maneira, uma inflamação como a sinusite pode acabar surgindo. Algumas pessoas podem pensar que se trata de um problema corriqueiro ou nem sabem que possuem a sinusite, mas é importante buscar pelo tratamento adequado,  e recorrer às orientações médicas. Neste artigo, você conhecerá os tipos de sinusite, remédios caseiros, sintomas e tratamentos. Confira a seguir!

O que é sinusite?

Sinusite - Causas, Sintomas, Tratamentos e Prevenção

O termo sinusite refere-se a uma inflamação que afeta as cavidades ao redor das vias nasais, chamados também de seios paranasais. Ela pode acometer qualquer um dos quatro grupos dos seios paranasais: esfenoidais, frontais, maxilares e etmoidais. Na maioria dos casos, a doença se estabelece juntamente com a inflamação dos canais nasais e alguns médicos podem utilizar o termo rinossinusite nessas situações.

Existem dois tipos principais, mas há mais 2 formas da condição ocorrer, tais como:

  • Aguda: Tem as características semelhantes a um resfriado, podendo ser desencadeada por um ou por uma alergia. Dura em torno de 3 semanas ou menos. Normalmente, ocorre no inverno, que é um período onde os resfriados costumam surgir com mais facilidade;
  • Crônica: Os sintomas são mais persistentes, durando em torno ou mais de 8 semanas. Geralmente, o caso da sinusite crônica é desencadeado por uma infecção;

A condição ainda pode afetar as pessoas das seguintes formas:

  • Subaguda: A inflamação dura de 4 a 8 semanas;
  • Recorrente: Refere-se à ocorrência da condição várias vezes ao ano.

Quem mora em grandes cidades, como São Paulo, frequentemente sofre pelas mudanças repentinas na temperatura, ora calor de 35 graus, ora frio ou ventania. Nesse contexto, as mudanças bruscas de temperatura e principalmente, o uso do ar condicionado no escritório, poluição, calor intenso em muitos dias, podem contribuir para as crises de sinusite.

A sinusite, seja causada por reações alérgicas como a pó ou originada de infecções virais e bacterianas, pode atingir todas as idades, especialmente pessoas acima de 20 anos. Por isso, é essencial buscar sempre o auxílio médico e ficar de olho nos sintomas, que podem parecer um resfriado comum a principio, mas se trata de algo mais grave e que merece atenção médica, além de um tratamento adequado.

Quais são as causas de sinusite?

Milhões de brasileiros são acometidos pela sinusite por ano. Nas crianças, o ambiente pode ser um dos fatores principais para o desenvolvimento da inflamação, incluindo alergias e doenças transmitidas por outras crianças, o que geralmente ocorre em ambientes cheios e fechados. Nos adultos, a sinusite pode ocorrer por reações alérgicas, infecções virais ou bacterianas e tabagismo. Abaixo, você pode conferir uma lista com as principais causas:

  • Reações alérgicas: Causas ocasionadas pelo ar como poeira, pólen, poluição, pelos, mofo, cigarros e etc. São agentes que geralmente estão fortemente presentes no dia a dia de grande parte das pessoas;
  • Desvio de septo nasal: Acontece quando a parede entre as narinas estão tortas e causam um desvio nos seios podendo bloqueá-los, isso pode propiciar o surgimento da rinite;
  • Trauma na face: Quando um osso do rosto é fraturado pode causar obstrução das passagens das vias nasais;
  • Infecções respiratórias: Os mais comuns são a gripe e o resfriado, que inflamam e bloqueiam a drenagem de muco. Dessa forma, condições favoráveis para o crescimento de bactérias são criadas. Essas infecções podem ser virais, bacterianas ou causadas por fungos. Outras doenças respiratórias como rinite e asma, podem favorecer a origem de sinusite;
  • Doenças ou até remédios que enfraquecem a imunidade: complicações de fibrose cística, refluxo gastroesofágico, AIDS e outras complicações que acometem o sistema imunológico e possuem a capacidade favorecer o estabelecimento de uma inflamação como a sinusite;
  • Células do sistema imunológico: as células do sistema imunológico, que recebem o nome de eosinófilos podem resultar na inflamação do seio nasal;
  • Pólipos nasais: refere-se ao acréscimo do tecido que reprime as passagens nasais.

Qual é a ligação entre sinusite e dor de ouvido? 

Você provavelmente já ouviu falar da relação da dor de cabeça com a sinusite. No entanto, sabia que também existe uma ligação entre essa condição e a dor de ouvido? Afinal, tanto a sinusite, quando a dor de ouvido, são complicações que estão associadas à congestão nasal. Nesse cenário, as pessoas acabam tendo dificuldade de ouvir corretamente e também para respirar.

O motivo, é que as orelhas estão ligadas à parte traseira da cavidade nasal, por meio da trompa de Eustáquio. Estes “tubos” tem o propósito de manter uma pressão adequada, entre o nariz e a orelha. Nas pessoas infectadas pela sinusite, a trompa de Eustáquio é bloqueada através do fluído acumulado na zona do ouvido médio.

Dependendo do grau de intensidade da infecção causada dentro da orelha, a sinusite, juntamente da dor no ouvido, podem ser repletamente maçantes, ardentes ou afiadas. Certas vezes, o líquido que está dentro da trompa de Eustáquio não é infectado, porém, ainda assim coloca pressão sob o tímpano, causando dessa forma, inchaço e vermelhidão. Além disso, possui um impacto direto em relação ao nervo auditivo, tendo assim, chances de bloquear a capacidade de audição.

A retirada do muco por meio dos “tubos” não é uma tarefa fácil. O motivo, é que se trata de um líquido espesso, gerando assim maiores dificuldades na hora de ser drenado. Em casos muito severos, o tímpano pode ficar inflado e surgir uma dor grave de ouvido.

Existem alguns medicamentos indicados para impedir a retenção de líquido e, portanto, contribuem com a prevenção dos principais problemas de audição ou dores no ouvido que costumam surgir. No entanto, é sempre válido lembrar-se da importância de receber orientações médicas para cuidar da sua saúde e utilizar medicamentos, não se esqueça!

A infecção pode levar a uma extrema dor de ouvido, o que geralmente é difícil de tolerar, seja por crianças ou até mesmo adultos. É algo, de fato, muito incômodo. Esse cenário acaba criando um grande problema e aumentando a necessidade da busca por um médico especializado para realizar adequadamente o diagnóstico e o tratamento.

Estudos têm demonstrado que a sinusite e a dor no ouvido podem ser o efeito colateral de medicação prolongada de anti-histamínicos e antibióticos fortes. Outras razões para o aparecimento dessas complicações podem ser reações alérgicas, poluição do ar, pele de animais, poeira, fumaça ou mudança sazonal súbita. Pode começar com um corrimento nasal e pressão na testa ou área dos olhos o qual leva a infecção no ouvido. É claro que cada caso pode se desenvolver de maneira distinta, ocorrendo assim, divergências em cada tratamento prescrito.

Quais são os sintomas da sinusite?

A sinusite crônica e a sinusite aguda têm sintomas parecidos, mas sinusite aguda é temporária e muitas vezes associadas a um resfriado. Por exemplo, febre é apenas um sintoma comum de sinusite aguda e não de uma sinusite crônica. Pelo menos dois dos seguintes sintomas devem estar presentes para o diagnóstico de sinusite crônica:

  • Catarro mucoso, amarelo esverdeado no nariz ou na garganta
  • Obstrução ou congestionamento nasal que causa dificuldade na hora de respirar pelo nariz
  • Dor, sensibilidade e inchaço ao redor dos olhos, bochechas, nariz ou na testa
  • Redução ou perda de olfato e paladar
  • Duração de mais de 12 semanas.

Outros sintomas podem incluir:

  • Dor de ouvido
  • Dores no maxilar superior e dentes;
  • Inflamação do ouvido;
  • Tosse;
  • Dor de garganta;
  • Dor de cabeça;
  • Mal-estar;
  • Inchaço no rosto;
  • Sensibilidade facial;
  • Mau hálito;
  • Fadiga ou irritabilidade;
  • Náusea.

Como é feito o diagnóstico?

A realização de exames laboratoriais ou de imagem é algo difícil de ocorrer em consultórios para diagnosticar a sinusite, porém, não é impossível que o médico solicite uma tomografia computadorizada ou outros testes de imagem. Lembrando que essa também é uma forma de descartar outros problemas de saúde.

Mesmo com o tratamento em casa, a pessoa deve consultar um especialista para obter o melhor diagnóstico, tratamento e remédio para o processo. O motivo principal é erradicar a mucosa infectada e permitir a passagem para a trompa de Eustáquio.

Os médicos costumam sugerir antibióticos, analgésicos e descongestionantes para eliminar a infecção e criar uma passagem livre dentro da trompa de Eustáquio. A sinusite e a dor de ouvido podem ser diagnosticadas e tratadas com precisão, é claro, se você fizer o indicado pelo seu médico. Há muitas pessoas que têm medo de mostrar doenças de orelha para os médicos e os casos não tratados podem se tornar ainda piores.

O ouvido é uma parte do corpo sensível e você deve começar o tratamento o quanto antes. Não hesite em consultar um especialista, pois essa é uma forma de evitar complicações futuras que podem ter como consequências grandes impactos em sua vida.

Quais são os tratamentos?

A) O tratamento da sinusite crônica visa:

  • Reduzir a inflamação de seios nasais;
  • Manter a passagem nasal aberta;
  • Eliminar a causa subjacente;
  • Reduzir os sintomas.

É importante notar que em alguns casos, a sinusite aguda não necessita de tratamento, a não serem medidas tomadas para o alívio dos sintomas presentes, como medicamentos para a dor, soro ou solução salina para as lavagens nasais e descongestionantes. Ao contrário da sinusite crônica, que geralmente requer o uso de antibióticos, entre outros medicamentos. Naturalmente, a necessidade dos métodos a serem seguidos, será avaliada pelo seu médico e dependerá muito de qual é o seu estado.

B) Pode ser recomendado pelo médico:

  • Solução salina: A mistura de água e sal ajuda a limpar as secreções nasais. Você pode inserir no seu nariz diretamente, mas existem sprays nasais que facilitam a inserção no nariz. Para preparar essa solução em casa, basta aquecer 1 litro de água quente e misturar com uma colher de chá de açúcar e uma colher na mesma medida de sal. Espere esfriar um pouco e goteje de duas a três gotas nas narinas;
  • Corticosteroides orais ou injetáveis: Estes medicamentos são usados normalmente para aliviar inflamações mais graves de sinusite, especialmente para aqueles que têm pólipos nasais. Corticosteroides podem causar sérios efeitos colaterais quando usados durante longos períodos, por isso, eles são indicados apenas para tratar sintomas graves. Não use nem esse, nem nenhum outro tipo de remédio sem prescrição médica;
  • Descongestionantes: Estes medicamentos estão disponíveis nas drogarias em forma de líquidos, comprimidos ou spray nasais. Esses medicamentos são normalmente tomados somente por alguns dias, caso contrário podem causar um efeito colateral, levando ao reaparecimento de um congestionamento mais grave;
  • Antibióticos: são necessários para as sinusites se você tiver uma infecção bacteriana. No entanto, as sinusites crônicas são causadas por algo mais do que bactérias, por exemplo, fatores externos, por isso, somente o uso dos antibióticos nem sempre ajudam. Dessa forma, eles acabam servindo para complementar o tratamento, afinal, dificilmente um tratamento contará apenas com um tipo de recomendação médica;
  • Imunoterapia: se alergia está contribuindo a sua sinusite, injeção de imunoterapia pode ajudar a abaixar os sintomas causados pela alergia;
  • Cirurgia: Nos casos em que a sinusite continua resistindo aos tratamentos, a cirurgia pode ser uma solução. Para este procedimento, o médico usa um endoscópio fino que examina as passagens nasais. Dependendo da causa de obstrução, o médico pode utilizar os instrumentos adequados para remover o tecido ou raspar um pólipo que está obstruindo e causando o problema.

10 remédios caseiros para sinusite

 

Sinusite - Causas, Sintomas, Tratamentos e Prevenção - Remédios Caseiros

Algumas vezes, descobrir meios de lidar com algum problema de saúde com métodos caseiros, pode ajudar de uma forma significativa. Não se esqueça de pesquisar bem a respeito e se possível, perguntar a opinião do seu médico, para não ter complicações futuras.

Em algumas circunstâncias, é difícil ou até mesmo inevitável fugir dos fatores que podem agravar ainda mais a sinusite, como a mudança brusca de temperatura, Sendo assim, vale a pena conferir algumas dicas da medicina alternativa e tratamentos naturais que podem ser aplicados no dia a dia.

1) Vinagre de maça

É conhecido por ser muito eficiente no tratamento da sinusite. O que você precisa fazer é misturar com água quente e mel. Você pode beber um chácara de chá diariamente.

2) Inalação feita em casa

Respirar no vapor ajuda a descongestionar a mucosa nasal. O que você precisa fazer é misturar água e menta e ferver a solução. Respire o vapor.  

3) Extrato de semente de uva

O líquido formado no extrato é conhecido como um dos remédios caseiros mais eficientes. Você pode simplesmente espremer as sementes com um espremedor caseiro e usar um conta gostas para aplicar o líquido dentro do nariz. 

4) Compressa de gengibre

Ferva raiz de gengibre por 15 minutos. Molhe uma toalha com o líquido quente, cubra o rosto com uma toalha molhada, pois isso pode ajudá-lo a obter alívio rápido de drenagem nasal e sinusite.

5) Aumento de ingestão de água

Aumentar a quantidade de água é uma grande ajuda no tratamento contra a sinusite. A água irá hidratar o corpo e assim reduzindo os bloqueios da sinusite. 

6) Suco de espinafre com hortelã

Ambos possuem capacidade de diminuir possíveis inflamações nasais.

7) Folhas de chá

um popular remédio caseiro contra a infecção do sinus, pois além de sua eficácia na cura da doença, ele ajuda também no alivio, além de ser fácil de usar. Tudo que você precisa é aquecer as folhas em uma chaleira chaleira quente, em seguida, beber normalmente.

8) Água do mar

Você precisa apenas aquecer água comum (água potável) juntamente com água do mar, na mesma quantidade. Goteje dentro da narina. A solução da água do mar irá ajudar na descongestionar as narinas.

9) Suco de Cenoura

Beber esse suco diariamente por um período de pelo menos um mês pode ajudar a tratar o problema. Para obter um melhor resultado, beba o suco de manhã.

10) Eucalipto

É eficiente para curar resfriado comum e dor de garganta. Também tem funções antissépticas que evitam a inflamação de suas cavidades nasais. Basta fazer um chá usando as folhas e consumi-lo diariamente.

Outra opção interessante envolvendo o eucalipto, é inalar o vapor dele, através de uma nebulização. Esse processo consiste em simplesmente inspirar o vapor de 15 a 20 minutos.

Dicas caseiras para aliviar a sinusite

Sinusite - Causas, Sintomas, Tratamentos e Prevenção - Guia de Lavagem Nasal

Por meio de algumas dicas simples, é possível tornar o tratamento ainda melhor em casos de sinusite. Não se esqueça da prioridade da sua saúde e seguir os passos indicados por seu médico, é a melhor maneira de alcançar bons resultados e ficar livre dessa condição tão incômoda. Confira as dicas:

1) Descansar

Isto ajuda o seu corpo a reagir contra inflamação e a se recuperar rapidamente. Um repouso adequado é uma ótima forma de complementar o seu tratamento, especialmente para evitar complicações futuras.

2) Beba água

Beber água ou suco ajuda a diluir e eliminar as secreções do corpo. Evite beber café ou bebidas alcoólicas que possuem a capacidade de aumentar o inchaço da sinusite e deixar desidratado.

3) Hidrate as cavidades nasais

Bloqueie com uma toalha em cima da cabeça e respire o vapor de uma tigela de água quente. Mantenha o vapor subir ao rosto. Ou tome um banho quente, para respirar o vapor.

4) Durma com a cabeça elevada

Isto ajuda a drenar e reduz o congestionamento.

5) Lavagem nasal com solução salina

Use as garrafinhas que podem ser espremidas. Encha a solução salina e aperte lentamente dentro do nariz para limpar bem a passagem nasal. Ainda mais, há outra opção, de utilizar uma seringa com água morna e sal, para eliminar os agentes irritantes e até mesmo o excesso do muco;

6) Lavagem nasal com soro fisiológico

Outra forma interessante e prática de eliminar os fatores irritantes, realizando uma boa limpeza das narinas, é usar soro fisiológico de cinco a seis vezes por dia.

Não deixe de baixar o aplicativo Hearing Guardian no seu mobile!

Você já conhece o aplicativo Hearing Guardian? Imagina cuidar da sua saúde auditiva por meio do seu celular? Com esse aplicativo, é possível! A alta exposição sonora tem sido uma das principais razões da perda auditiva e o zumbido no ouvido tem sido uma das principais consequências.

Para que o usuário possa avaliar os resultados antes de fazer qualquer renovação, disponibilizamos 30 dias grátis do software para que utilize diariamente e sinta as melhorias em sua capacidade auditiva. Caso prefira, o aplicativo também está disponível para ser usado em mobiles, tablets e computadores!

Você já teve algum sintoma da sinusite? Não se esqueça de buscar por um médico especializado, como um otorrinolaringologista para obter as informações mais precisas sobre o caso em questão. Além disso, é a forma de receber o tratamento certo e melhorar dessa condição, que muitas vezes é realmente incômoda.

Veja também o vídeo que ensina os tratamentos caseiros para a sinusite (10:21):

Fonte:

http://www.articlesworthreading.com/sinus-remedies-that-you-can-find-at-home.html

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmedhealth/PMH0072669/

10 Dicas Infalíveis para se Proteger da Poluição Sonora

A poluição sonora é caracterizada quando a quantidade de ruído é superior ao que é considerado normal para o ser humano. Infelizmente, hoje em dia nas grandes cidades está difícil escapar dela.

Ver pessoas ouvindo música alta, assistir televisão com o volume alto, barulho de trânsito, até cachorro latindo no meio da noite. Tudo isso já faz parte do nosso cotidiano, mas quando o som da televisão nos impede de dormir ou o barulho do trânsito faz a cabeça doer, começa a virar poluição sonora. Saber reconhecer um ambiente propenso a poluição sonora ajuda na escolha de onde não ir para evitar problemas auditivos.

Veja 3 dicas para reconhecer um ambiente que pode danificar a audição.

  1.  Há necessidade de gritar em um determinado ambiente para se fazer ouvir?
  2.  Zumbidos ocorrem após você visitar este ambiente?
  3.  Você tem a sensação de ouvidos cheios ou de diminuição de audição após a visita?

Caso alguma dessas opções aconteça, não frequente esses lugares sem proteção auditiva. Veja mais a seguir.

I) Algumas Causas da Poluição Sonora

Poluição sonora

1) Transportes:

Grande número de veículos nas ruas, aviões voando por cima das casas, trens e metrôs produzem ruído em excesso. Pessoas não se acostumam facilmente com isto, barulhos altos levam a pessoa a perder a qualidade de sua audição. Uma pesquisa realizada há vários anos entre os moradores de Curitiba, com a população de 1,7 milhões, mostrou que o tráfego foi o principal responsável (73%), seguido por vizinhos barulhentos (38%). Não é de se estranhar que os participantes da pesquisa foram mais impactados pelo tráfego, pois a maioria dos sons urbanos excedem em muito o limite de 80 dB. Por exemplo, um caminhão de lixo registra 100 dB, uma buzina de carro a 110dB, e uma sirene de ambulância a 120.

2) Construções:

Construção de prédios, estações de metrô, obras nas ruas, acontecem em todos os lugares. Essas construções são necessárias o crescimento da cidade, mas os equipamentos e máquinas que são usadas causam muita poluição sonora.

3) Domicílio:

No geral, o ruído de vizinhança foi citado como o tipo mais preocupante de ruído. Para as pessoas que ficam em suas casas também têm aparelhos que podem piorar sua audição, por exemplo: casas noturnas, televisão, rádio, celular, aspirador de pó, panela de pressão. Esses eletrônicos podem trazer malefícios à sua qualidade de vida.

II) Efeitos da Poluição Sonora

1) Problemas Auditivos:

Qualquer tipo de som em excesso pode causar problemas em nosso corpo. No nosso dia-a-dia virou normal ter que ouvir barulhos de buzinas, sirenes, britadeiras, máquinas e outros. Mas a exposição a esses ruídos pode facilmente danificar nossa audição, causar zumbido, e reduzir nossa sensibilidade aos sons que nos rodeiam.

2) Problemas de Saúde:

a poluição sonora em escritórios, locais de construção, bares e outros, podem influenciar em nossa saúde. Estudos nos mostram que o comportamento agressivo, não conseguir dormir, stress, fadiga e hipertensão pode ter ligação com o excesso de ruído, estes podem causar problema mais graves, como doença crônica na vida adulta.

3) Problemas de Comunicação:

um ruído de alto decibéis, pode afetar na comunicação das pessoas, não permitindo a boa qualidade comunicação. Pode-se causar mal entendimento e dificulta na compreensão das outras pessoas. Ruído agudo pode causar dor de cabeça, afetando sua emoção.

 

III) 10 dicas para você se proteger da poluição sonora:

poluição-sonora-perda-auditiva

  1. O volume dos aparelhos de MP3 e celulares com fones de ouvido não podem passar de 60 decibéis.
  2. Use protetores auditivos sempre que for exposto a sons altos.
  3. Tente deixar as janelas do carro fechadas ao transitar pelas ruas, o barulho externo pode danificar o ouvido e também causar estresse.
  4. Opte por fones de conchas, eles distribuem melhor o som e prejudicam menos a audição.
  5. Os sintomas da perda auditiva são quase imperceptíveis, por isso, fique atento a quaisquer mudanças na capacidade auditiva.
  6. Na suspeita de perda de audição e/ou zumbido visite um otorrinolaringologista.
  7. Evite ficar perto de caixas de som.
  8. Fique em silêncio sempre que possível depois de dias agitados para dar descanso aos ouvidos.
  9. Não ligue o rádio, a TV, máquina de lavar, liquidificador e outros eletrônicos de uma só vez.
  10. Use o software Hearing Guardian v1 para prevenir e melhorar a sua capacidade auditiva.

Assista esse vídeo e veja mais sobre a poluição sonora:

Fontes

http://www.suapesquisa.com/pesquisa/poluicao_sonora.htm

http://www.conserve-energy-future.com/causes-and-effects-of-noise-pollution.php

http://www.healthyhearing.com/content/articles/Hearing-loss/Causes/47496-Noise-pollution-hearing-loss

Depressão Pode Causar Zumbido no Ouvido

Segundo a otorrinolaringologista Fernanda Fiorese Philippi, o zumbido no ouvido pode ter origem psicogênica e as duas principais manifestações são a ansiedade e a depressão, sendo que ambas podem ser anteriores ou posteriores ao zumbido.

A ansiedade parece intensificar a percepção do zumbido do ouvido, enquanto a depressão faz com que o mesmo passe a ter maior importância para o indivíduo. Vários autores relatam entre 20 e 50% de depressão clínica, sendo que em metade destes casos já havia história prolongada de depressão antes do início do zumbido.

A pesquisa feita na USP sobre a depressão e o zumbido

Uma pesquisa da USP – Universidade de São Paulo feita com pacientes que são portadores de zumbido no ouvido relacionou o sintoma com aspectos psicológicos, sobretudo entre idosos. O estudo realizado pela psicóloga Rosa Maria Rodrigues dos Santos, assinala que a percepção de sons sem fonte sonora externa, classificada como fenômenos alucinatórios, típico do zumbido, está associada não apenas às questões orgânicas, como a perda de audição, mas também com aspectos emocionais dos pacientes, como a depressão.

Segundo a pesquisa, todos os participantes apresentaram alguma questão relacionada à depressão, que se manifestava em diferentes níveis, seja leve, moderado ou grave.

Remédios antidepressivos podem causar o zumbido no ouvido

Muitas pessoas que tomam antidepressivos podem perceber um zumbido nos ouvidos. Este tipo de zumbido é geralmente temporário e pode ser consequência de mudanças nos níveis de neurotransmissores, como a serotonina. Em alguns casos, o zumbido pode ter surgido de uma reação ototóxica por um antidepressivo específico. A ototoxicidade é um termo médico que é usado para caracterizar os danos causados pelos tratamentos farmacológicos no ouvido interno.

Reações ototóxicos são geralmente raras, mas podem ocorrer após um tratamento em longo prazo ou como o resultado de uma combinação com um outro medicamento. Além disso, deve notar-se que, em alguns casos os antidepressivos podem causar hipersensibilidade auditiva. Em geral, é difícil identificar quais os antidepressivos que causam o zumbido no ouvido.

De qualquer forma, se você estiver sofrendo de zumbido no ouvido causado pela medicação antidepressiva, procure um otorrinolaringologista.

Como tratar o zumbido no ouvido causado pela depressão?

É importante você verificar o seu estado geral de saúde. Qualquer anormalidade pode ser a causa do seu zumbido.  Mantenha uma dieta saudável, faça atividade física, durma o suficiente e mantenha o nível de estresse baixo.

Tome medidas para melhorar a sua qualidade de vida. Assim você será capaz de se recuperar dos problemas psicológicos, como depressão, ansiedade  e insônia, consequentemente, livrar-se do zumbido no ouvido.

Fontes:

http://mentalhealthdaily.com/2014/10/28/can-antidepressants-cause-tinnitus-ringing-in-the-ears/

Distúrbios Metabólicos Podem Causar Zumbido no Ouvido

A causa do zumbido no ouvido pode estar relacionada ao distúrbios metabólicos. O sistema ou aparelho vestibular (conjunto de órgãos do ouvido interno responsáveis pelo equilíbrio) é sensível e, por isso, é comum a relação de sintomas vestibulares com alterações específicas em outros órgãos ou sistemas, principalmente com o sistema metabólico, já que a orelha interna gasta muita energia para seu funcionamento.

Tipos de distúrbios metabólicos

Os distúrbios metabólicos relacionados ao zumbido no ouvido podem ser hiperinsulinemia, hipoglicemia, hipertireoidismo, hipotireoidismo, além de também ocorrerem maus hábitos alimentares, como ingestão em excesso de cafeína (refrigerantes, café, chá preto), chocolates, outros doces e alimentos gordurosos, além de deficiência de zinco e de vitaminas, principalmente A e B.

A deficiência hormonal tireoidiana reduz toda a produção energética celular, prejudicando a microcirculação, oxigenação e metabolismo dos órgãos neuro-sensoriais, podendo desencadear ou agravar distúrbios da audição, inclusive zumbido.

O hipotireoidismo

No hipotireoidismo costumamos encontrar sintomas e sinais, discretos nas fases iniciais e intensos quando há grande deficiência do hormônio, sem reposição: maior sensibilidade ao frio, pele seca e áspera, aumento de peso sem aumento de apetite, pernas e pálpebras inchadas, intestino lento, desânimo, fadiga, tristeza, apatia, sonolência excessiva, perda de memória, dificuldade de raciocínio, voz rouca ou arrastada, dores nas articulações, câimbras, alterações menstruais, infertilidade, disfunção sexual.

Chamamos de hipotireoidismo primário quando a causa está na tireóide, e secundário quando é conseqüência  de uma deficiência na hipófise ou no hipotálamo (no último caso também chamado de terciário).

Em 99% dos casos em adultos, o hipotireoidismo é irreversível, sendo compensado com adequada reposição hormonal. No 1% dos casos reversíveis, em que podemos falar em cura, estão as tireoidites sub-agudas que são formas dolorosas, resultantes de infecções, e também o hipotireoidismo secundário, que pode ocorrer nos distúrbios que aumentam a prolactina.

Quais são as causas dos distúrbios metabólicos?

A  causa mais frequente em adultos é uma forma auto-imune, de evolução lenta e crônica, onde o organismo forma anticorpos contra a própria glândula, destruindo gradualmente as suas células produtoras de hormônio. É conhecida por Tireoidite de Hashimoto. Bloquear o sistema imunológico para interromper a produção dos anticorpos seria muito pior do que a própria tireoidite.

Em primeiro lugar, devem ser feitas as dosagens do T4 livre, T3 livre, prolactina (pode estar elevada no hipotireoidismo), anticorpos anti-tireoperoxidase e anti-tireoglobulina (elevados na Tireoidite de Hashimoto).

É considerado um nível de TSH acima de 4 µU/ml. suspeito de hipotireoidismo. Pode estar em fase inicial ou ser uma forma sub-clínica (sem sinais evidentes). Existem exames sofisticados para detectar essas alterações, como o teste de  estímulo do TSH com administração de TRH (hormônio hipotalâmico liberador do TSH). Uma resposta exagerada sugere hipotireoidismo.

A maioria dos casos a tireóide não está tão aumentada a ponto de  chamar a  atenção, podendo até estar com o volume reduzido. Um exame físico minucioso geralmente detecta alguma alteração, seja na consistência, no formato, na sensibilidade, ou presença de nódulos.

A ultra-sonografia e/ou cintilografia com radio-isótopos fornecem os detalhes mais finos do tecido tireoidiano.  Para os nódulos suspeitos de malignidade está indicada a punção-biópsia aspirativa com agulha fina.

Quais os tratamentos?

No hipotireoidismo é feito com a L-Tiroxina, também chamada de levotiroxina. É sintética e exatamente igual ao T4 (tiroxina) produzida pela glândula, podendo ser considerada natural. As necessidades do organismo não são constantes, podendo variar com a idade, peso e situação clínica. Exemplo: Aumentam na gestação, necessitando elevação gradual da dose.

O T3 é formado pela metabolização do T4 nos tecidos, não sendo necessário tomá-lo. Vai ser detectado e medido nas dosagens. É usado apenas nos raros casos de déficit da enzima periférica que converte o T4 em T3. Devem ser feitos  exames clínicos e laboratoriais periódicos para manter a dose bem ajustada.

É uma sintonia fina e importante para a saúde e qualidade de vida.

Fontes:

http://www.arquivosdeorl.org.br/conteudo/acervo_port.asp?id=283

Viagra Pode Causar Perda Auditiva

Viagra e vários outros medicamentos para a disfunção erétil (DE) têm sido investigados, há algum tempo, como uma potencial causa de perda auditiva, mas ainda é apenas uma suspeita, pois os estudos ainda não foram concluídos.

Na época que o Viagra foi aprovado, em 1998, o “Food and Drug Administration (FDA)” dos EUA descobriram que cinco pessoas, de um total de 25.000 que utilizavam o Viagra desenvolveram perda auditiva. Este é um número relativamente pequeno, por isso que o alerta sobre a perda auditiva não era tão proeminente no momento da aprovação.

No entanto, no final de 2007, o FDA começou a notar mais casos de perda auditiva em pessoas que tomam Viagra e outras drogas DE.

Buscando em seu sistema de relatórios de eventos adversos, a FDA descobriu 29 casos de surdez súbita dentro de três dias de dose de um inibidor de PDE5 dos últimos pacientes. Em geral, o tipo de perda auditiva relatado foi neurossensorial unilateral com perda parcial ou total. Às vezes, zumbido e tontura estavam envolvidos.

15 dos 29 eventos adversos relatados foram relacionadas ao Viagra especificamente. Em cinco casos, a perda súbita de audição aconteceu após a primeira dose do medicamento. Nove pessoas tiveram perda auditiva unilateral e uma teve bilateral. Oito das 15 pessoas apresentaram perda auditiva “em curso” e quatro tiveram temporária.

Esses casos não podem ser diretamente ligados a inibidores da PDE5, devido à possível presença de outros fatores, como a idade do paciente e uso de outras medicações. No entanto, a FDA está em alerta e exigiu mudanças na bula para chamar mais a atenção para o potencial de perda auditiva.

A FDA adverte que, se alguém começar a sentir perda de audição, enquanto estiver usando Viagra ou um medicamento similar, deve parar imediatamente de tomar e contatar o médico.

Estudos de Laboratório

Pode ser provado que o Viagra causa perda auditiva em pessoas? Alguns pesquisadores estão tentando descobrir. Pesquisadores da Coréia do Sul fizeram um estudo com ratos machos que tinham sete semanas de idade. Por 105 dias alguns dos ratos receberam altas doses de Viagra, enquanto que outros não receberam, para que servissem como grupo de controle para comparação. Ambos os grupos tinham testes auditivos antes do estudo e, novamente, no dia cinco, 10, 15, 25, 35, 105 e 135 do estudo.

A audição foi testada em várias formas, incluindo respostas auditivas do tronco cerebral e emissões otoacústicas. Uma audiometria de tronco encefálico mede como o cérebro responde a soar. As emissões otoacústicas são os ecos fracos produzidos pelo ouvido depois que ouve um som. Os resultados mostraram que doses elevadas de Viagra aumentaram o limiar do deslocamento das respostas auditivas do tronco cerebral. Isto é, o som deveria ser mais alto para evocar uma resposta. Além disso, as emissões otoacústicas foram diferentes entre os ratos com altas doses e os ratinhos de controle, quando o tratamento foi administrado durante um longo período de tempo.

Os investigadores concluíram que o tratamento de alta dose a longo prazo pode causar perda de audição em ratinhos. Há a possibilidade de acontecer resultados semelhantes em humanos? Os pesquisadores citaram um exemplo de um homem de 44 anos de idade que desenvolveu surdez profunda depois de tomar Viagra em 50 miligramas por dia durante 15 dias.

Embora não tenha sido provado que o Viagra e outros medicamentos PDE5 podem causar perda de audição em humanos, a evidência está por vir. A associação é apoiada apenas em estudos com animais, mas até agora, a evidência disponível sugere que a incidência ainda é baixa.

 

Fonte:

http://deafness.about.com/od/medicalcauses/a/viagra_hearing_loss.htm