Faça o Teste e Descubra se Você é um Psicopata!

Estudos indicam que a cada 100 pessoas, 1 é psicopata. Isso mesmo, 1% da população mundial é psicopata. Isso significa que, provavelmente, você tenha cruzado com um psicopata hoje.

O problema e que eles aparentam agir naturalmente, e as vezes, eles mesmo não sabem que são. Será que você sabe? Tem coragem para testar e descobrir? Faça o teste a seguir.

Descubra se você é um psicopata

Dói Muito Tirar o Dente do Siso?

É fato que ouvir algo sobre o dente do siso e principalmente as dores que ele traz, é algo comum para grande parte das pessoas, principalmente quando o assunto está ligado com complicações que esses dentes trazem.

No entanto, antes de saber se realmente dói para tirar os famosos dentes do siso ou recorrer a um profissional para retirá-lo, é interessante obter mais informações, confira a seguir as principais questões sobre o dente do siso:

1) O que é dente do siso?

dente do siso

Trata-se dos terceiros molares, os últimos dentes de cada lado da arcada. É comum que a partir dos 16 anos as pessoas escutem falar sobre ele, pois é em torno desse período que ele costuma aparecer. Naturalmente, em algumas pessoas isso ocorre mais cedo ou bem mais tarde que essa idade.

2) Quais são os problemas causados pelos dentes do siso?

dente do siso 2

Os principais impasses relacionados com complicações e dores por conta do nascimento desses dentes giram em torno principalmente de espaço. A razão, é que quando eles nascem, os outros dentes já estão acomodados na boca e em muitos casos, não há espaço suficiente para o nascimento adequado e tranquilo, por isso que eles podem causar inflamações, dores e até mesmo inchaço. Nesses casos, a extração é necessária.

Outro problema que pode acontecer, é de empurrar os outros dentes, causando assim problemas mais graves. No entanto, nem todo mundo passa por problemas, pois em alguns casos, o siso consegue nascer adequadamente. Lembrando que cabe ao dentista avaliar o seu quadro para ver se é possível e necessário retirar e qual é a solução mais indicada para eliminá-lo.

3) Dói extrair o siso?

tirar o siso 1

Como dito anteriormente, extrair esses dentes pode ser a forma mais recomendada de tratar ou evitar problemas. Pode ser indicada pelo dentista uma anestesia geral ou local, pois é realmente uma extração realizada de maneira rotineira.

Tudo vai depender da situação dos seus dentes do siso, pois aqueles extraídos antes dos 20 anos, tem raízes menos desenvolvidas, dessa forma, a cirurgia pode acabar sendo mais simples. Esse processo consiste em uma incisão na gengiva, seguida pela remoção e finalizando com uma sutura. No entanto, tudo depende da posição do dente, condições do paciente e o quanto ele já nasceu, principalmente qual é o tipo de problemas que ele está causando.

Normalmente a extração dos dentes do siso da parte inferior doem mais do que a parte superior pelo fato dos dentes inferiores serem maiores do que os inferiores. Neste caso o processo de recuperação é maior. Além disso, inchaço no rosto, pescoço ou hematomas, podem aparecer após o processo. Por isso que o dentista ou cirurgião podem recomendar analgésicos, procedimentos que amenizem esses fatores, como o uso de bolsas de gelo e algumas mudanças de hábitos alimentares, optando por uma dieta mais leve, que contribua com a sua recuperação, contando com alimentos mais frios e líquidos.

Sendo assim, a extração em si, pode normalmente contar com a anestesia, não conta com muita dor, porém, no processo de recuperação, a dor pode aparecer, principalmente ao ingerir alimentos. Por isso que é importante obter informações e seguir as recomendações do dentista para que o processo de recuperação seja o mais tranquilo possível.

Fontes:

http://www.webmd.com/oral-health/wisdom-tooth-extraction

10 Coisas que Você Não Sabia Sobre o Sonho

Enquanto dormimos nossa mente costuma processar  o que aconteceu durante o dia. As respostas de nosso cérebro para tudo isso costumam se converter em sonhos. O sonho é um grande mistério desde o início dos tempos. Com o passar dos anos foram feitos estudos aprofundados  e se descobrindo algumas curiosidades sobre o assunto.

Veja a Seguir os 10 fatos interessantes:

1. Você sabe qual é o sonho mais comum?

sonho sozinho

Uma pesquisa recente realizada por Lauri Quinn Loewenberg, especialista em sono, revelou que o sonho mais tido pelas pessoas é o de traição. A pesquisa foi feita com 5.000 pessoas e revelou que a infidelidade é sonho que mais atormenta e com certa recorrência. Segundo Loewenberg, o sonho nada tem haver com a realidade, mas com o medo de que as pessoas têm de serem injustiçadas e de ficarem sozinhas.

2. Você pode ter vários sonhos no mesmo dia

varios sonhos

Quando sonhamos costumamos lembrar apenas de um, mas na verdade temos vários sonhos no decorrer das horas dormidas. O primeiro sonho dura menos, cerca de 5 minutos e o último pode durar entre 45 minutos e uma hora. No restante do tempo temos sonhos de aproximadamente 90 minutos, em que cada sonho é maior do que o anterior.

3. Você pode controlar seu sonho

controlar o sonho

Uma pesquisa revelou que a ideia de “sonhos lúcidos” é mesmo realidade. De 3.000 pessoas participantes da pesquisa, cerca de 65% relataram que estavam sonhando dentro de um sonho (como no filme A Origem de 2010)  e 34% das pessoas disseram que podem controlar os acontecimentos desse sonho. Alguns especialistas na área dizem que controlar o sono e sonho não é tarefa fácil, mas pode ser desenvolvida ao longo do tempo.

4. Sonhos repetitivos? Pode ser sua mente tentando lhe dizer algo

muitos sonhos

Muitas pessoas sonham a mesma coisa por várias noites. Esses sonhos podem conter mensagens que o nosso consciente ou até nosso subconsciente nos manda. Especialistas sugerem que essas mensagens devam ser descobertas o mais rápido possível para que os sonhos deixem de acontecer.

5. O sonho te ajuda a aprender

aprender sonho

Uma pesquisa publicada na revista Current Biology comprovou que os sonhos são formas de processamentos do cérebro, que auxiliam na integração e na compreensão de informações, ajudando na hora da aprendizagem e na solução de problemas.

6. Os sonhos mais estranhos podem ser interpretados

sonho estranho

A maioria dos sonhos possui seu significado, por mais bizarro que ele seja. Pode haver um simbolismo e um significado nele que muitas vezes ficam difíceis de serem encontrados justamente pelas coisas estranhas que tiram o nosso foco.

Especialistas dizem que é preciso tirar os componentes mais absurdos e focar apenas no sentimento que ele nos proporciona, através dos sentimentos o sonho pode ganhar um sentido.

7. Você pode ficar em um sonho depois de acordar

sonhor enquanto sonha

Existe uma técnica que faz com que você não esqueça o sonho ou que faça você permanecer nele por alguns minutos. A técnica bastante difundida pelos especialistas da área é a de que você não pode se mexer. Você deve ficar parado sem mexer nenhum músculo por alguns segundos na mesma posição que acordar para não se desligar do sonho.

  1. Premonições nos sonhos

futuro sonho

Os sonhos podem prever o futuro. Os chamados  “sonhos premonitórios” acontecem até que com frequencia nos dias atuais. Quem nunca sonhou com algo e isso realmente se concretizou? Um dos casos mais famosos é de Abraham Lincoln, que sonhou com a própria morte e que três dias depois foi assassinado.

9. Sonhar com queda

sonho cair

Os sonhos com queda acontecem mais no início da noite, no conhecido estágio 1. Eles estão relacionados aos movimentos bruscos realizados durante a hora de acordar, ou também, está relacionado a alguém que se sente fora de controle, e que não consegue controlar sua vida e as pessoas a sua volta.

10. Sonho em  Preto e Branco

sonho preto e branco

Cerca de 12% das pessoas sonham em preto e branco, elas não vêem qualquer coloração em seus sonhos. Especialistas afirmam que a cor dos sonhos têm relação com o emocional das pessoas e pode mudar a cada ciclo de sonhos.

FONTES:

http://www.webmd.com/balance/features/9-things-about-dreams

http://www.proibidoler.com/interessante/curiosidades-sobre-os-sonhos/

10 Países do Mundo Onde as Pessoas mais Chifram

A infidelidade é um tema recorrente, que vem sendo discutido há muito tempo, levando em consideração que vivemos em uma sociedade monogâmica. Uma curiosidade que muitas pessoas têm, é saber quais países mais chifram. Pensando nisso, a marca de preservativos Durex realizou um estudo para desvendar esta questão. Observando estes países, parece que a infidelidade tem influenciado a economia do continente destes países. =P

Conheça os 10 países do mundo que mais chifram:

10- Finlândia

chifram finlandia

Os Finlandeses estão no décimo lugar no ranking. A pesquisa diz que um em cada cinco homens casados, já tiveram casos com mais de 10 mulheres, ou seja, não permanecem com relações paralelas com somente duas pessoas.

9- Reino Unido

inglaterra

O Reino Unido não somente entra no ranking no nono lugar, como é o principal país em sentir culpa. Quase todos os entrevistados que assumiram já terem tido uma relação extraconjugal, mostram arrependimento de terem cometido a traição.

8- Espanha

espanha

Apesar do catolicismo ser a religião mais seguida do país e desaprovarem inevitavelmente o adultério, a traição tornou-se um fetiche secreto de algumas pessoas. Outro fato interessante é que mais da metade dos casais se separam algum dia.

7– Bélgica

belgica

Mais de um milhão de pessoas utilizam a rede social Gleeden no país. O site tem como objetivo unir pessoas casadas com outros parceiros que buscam uma aventura fora do matrimônio, ou seja, 10% da população está à procura de sexo ilícito.

6– Noruega

norway

Curiosamente, quando faz calor no país o número de traidores aumenta consideravelmente, levando-nos a concluir que existe um período de “acasalamento”.

5– França

france

Conhecidos pela paixão, o povo francês acredita que é plenamente possível amar uma pessoa durante a vida toda, sem necessariamente ser fiel a ela. É um dos poucos países que não repudia o adultério tanto assim. Paris, a cidade do amor, é a capital mundial onde foram registrados os maiores índices de traição.

4- Alemanha

alemanha

Apesar das mulheres alemãs estarem mais propensas ao adultério, a Alemanha é o país mais igualitário no assunto. Segundo uma pesquisa realizada, as mulheres da Alemanha, são as mais excitadas na União Européia.

3- Itália

italia

A Itália tem fama de possuir os homens mais galanteadores do mundo, entretanto, as taxas de divórcios são as mais baixas. Isso nos leva a acreditar que eles são muito bons em esconder suas infidelidades.

2- Dinamarca

dinamarca

Na Dinamarca, o site Victoria Milan – que possuí o mesmo propósito do Gleenden – possui mais cadastros femininos do que masculinos. Copenhagen já foi considerada a capital mundial do sexo, perdendo atualmente para Amsterdam e Hamburgo, entretanto, dentro do país, continua sendo conhecida como a cidade da infidelidade.

1- Tailândia

thailand

Finalmente em primeiro lugar no ranking está o povo tailandês. Na Tailândia, mais da metade da população é ou já foi infiel algum dia. O Patpong de Bangkok é conhecido como local com maiores índices de promiscuidade, além do comércio sexual ser bastante rentável no país. Além disso, a tradição milenar chamada Mia Nois faz com que homens – em sua maioria ricos – mantenham outras esposas, além da oficial.

Fontes:

Dados usados pelo Match.com, The Richest e Statista

10 Plantas Medicinais que Podem ser Cultivadas no seu Jardim

Apesar de existirem os antibióticos e os xaropes, os remédios feitos à base de plantas para a cura de doenças, não devem ser negligenciados. Em caso de emergência, um pequeno jardim de plantas medicinais sempre estará ao seu alcance. Por exemplo, se você tiver uma pequena queimadura na pele e não tiver quem o leve ao médico, qual planta usar?

Então, você está curioso para ter um pequeno jardim de plantas medicinais? Quais plantas são seguras?

Veja a seguir 10 Plantas Medicinais que Podem ser Cultivadas no seu Jardim

1) Aloe Vera (Babosa)

babosa plantas medicinais

Pode ser cultivada em condições normais, porque só precisa de solo úmido e exposição ao sol. As grandes folhas contêm seiva, que funciona surpreendentemente contra queimaduras, feridas, cortes, eczema e alergias de pele. Já a ingestão de suco de aloe vera (babosa) pode curar problemas digestivos e constipação crônica.

2) Raiz de MarshMallow

raiz de marshmallow

Para você ter uma ideia, é a mesma planta da qual são obtidos os marshmallows comestíveis. As raízes desta planta são extremamente benéficas, porque tratam picadas de inseto, hematomas, feridas, dores musculares, inflamações da pele, úlcera, ácidos do estômago e problemas para urinar.

3) Margarida

margarida plantas medicinais

Conhecida também como Calêndula, a melhor coisa sobre esta planta é que pode ser cultivada em condições climáticas normais. Possui grandes benefícios para a pele, picadas de insetos, dor nos olhos, feridas, infecções e varizes.

4) Inhame

inhame

O inhame pode ser consumido para curar efeitos no baço e estômago. Além disso, ele ajuda no tratamento de pulmões e rins. Você também pode tratar cansaço, diarreia, tosse seca, má digestão, ajuda na perda de peso, diabetes, picadas de cobra e escorpião.

5) Árvore do chá

arvore do cha plantas medicinais

Especialmente para o tratamento contra a perda de cabelo e dores de cabeça, a árvore do chá é uma planta antibacteriana, antifúngica e funciona melhor como um antisséptico. Além disso, o óleo extraído das folhas e galhos tem grandes propriedades curativas que são usadas para tratar queimaduras, febre, síndrome da fadiga, infecções vaginais, acne, verrugas e outros problemas de pele. Ótima para ter no jardim para tratar micoses!

6) Erva-cidreira

erva cidreira plantas medicionais

As folhas desta planta tem cheiro de hortelã e são muito nutritivas. Tem grandes flores no verão, que pode ser esfregadas contra a pele para mordidas de animais, picadas de mosquito, herpes. O néctar que é utilizado com água é benéfica para resfriados, tosse, depressão, dores de cabeça, dores de estômago e Insônia. Um chá antes de dormir é interessante!

Mesmo as pessoas que vivem em apartamentos podem ter algumas ervas, mas têm de escolher apenas as plantas que têm grande valor medicinal devido à falta de espaço.

7) Tomilho

tomilho

Ele é conhecido principalmente por ser um forte antisséptico. É excelente para o tratamento de gases no estômago e tosse.

8) Manjericão

basil

Você já deve ter usado manjericão muitas vezes na comida. Ele também tem o poder para tratar cortes, a falta de apetite, gases no estômago e arranhões.

9) Sálvia

salvia

Você já deve ter usado a sálvia na sua alimentação – mas curiosamente, ela tem a capacidade de tratar infecção da pele, da gengiva, ajuda na digestão e ajuda na menopausa.

10) Sementes de feno-grego

Sementes de feno-grego

São muito nutritivas e podem tratar a dor do parto, inflamações, resolvem problemas na digestão, diminuem os níveis de colesterol no sangue e ajudam na respiração.

Bônus:

11) Comfrei

comfrei

Ele contém alantoína, o que ajuda na substituição das células do corpo naturalmente. Além disso, pode tratar ossos fracos, artrite, queimaduras graves, cortes e acne.

12) Ruibarbo

ruibarbo

Ele funciona bem para manter o equilíbrio no sistema digestivo. Esta erva é muito usada para constipação, problemas menstruais, problema de bexiga, diarreia e hemorroidas.

É importante dedicar um pequeno espaço no seu jardim para as ervas medicinais, uma vez que podem vir a calhar durante emergências, especialmente em uma casa com crianças pequenas.

Fontes:

http://www.medplants.net/medicinal-herbs-to-grow-in-your-garden

Isquemia Cerebral: Causas, Sintomas, Consequências e Tratamentos

O cérebro é um órgão que necessita de constante fluxo sanguíneo para seu funcionamento, a isquemia cerebral acontece quando o cérebro não recebe sangue suficiente, diminuindo assim a alimentação de oxigênio ou à hipóxia cerebral, o que pode levar à morte do tecido cerebral, enfarte cerebral ou acidente vascular cerebral isquêmico.

Isquemia cerebral = redução ou impedimento da passagem do sangue para o cérebro.

Em adultos a isquemia cerebral pode provocar AVC (acidente vascular cerebral), lesão cerebral e morte, já em recém-nascidos, ela provoca paralisia, distúrbios do desenvolvimento, e distúrbios neurológicos. A doença é responsável por cerca de 85% dos casos de derrame no Brasil, que é a principal causa de morte e incapacidade do país.

A isquemia cerebral é classificada também como um subtipo do AVC (acidente vascular cerebral).

O que é isquemia cerebral?

Isquemia cerebrovascular ocorre quando o cérebro não recebe uma demanda suficiente de sangue pra continuar funcionando corretamente.

O sangue é responsável por transportar oxigênio para sustentar o cérebro. Quando esse suprimento é cortado não há uma segunda fonte para reabastecê-lo, e em menos de 10 segundos o cérebro entra no estado de perda de consciência.

O ataque pode ser parcial ou total, subdividido em dois tipos:

  • Isquemia focal: abrange uma região específica do cérebro e pode causar a morte de uma região celular específica. Esse tipo pode ser causado por uma trombose ou embolia.
  • Isquemia global: suspensão da circulação sanguínea em várias áreas do tecido cerebral. Pode ser total, geralmente, esse tipo é desencadeado por uma parada cardíaca. Ou parcial, quando ainda há passagem de sangue.

Isquemia cerebral, Infarto cerebral (AVC) e Derrame cerebral é a mesma coisa?

Apesar de serem bastante confundidas, existem algumas diferenças entre elas, confira abaixo:

  • Isquemia = falta de circulação sanguínea no cérebro, cujo sintomas podem ser reversíveis.
  • Infarto = é um tipo de isquemia irreversível no qual as células começam a morrer.
  • Derrame = é um nome popular para infarto ou AVC. Ele pode ser isquêmico (bloqueio do sangue) ou hemorrágico onde ocorre uma ruptura de uma artéria causando sangramento.

Efeitos da isquemia

O fato de o cérebro não conseguir dar continuidade ao seu processo metabólico anaeróbico, uma vez que a isquemia provoca uma perda de substrato e oxigênio, ele perde a sua capacidade de conseguir usar esse metabolismo e por não ter energia suficiente armazenada, acaba tendo seus níveis de ATP caindo significativamente.

Essa falta existente de energia acaba prejudicando as células, fazendo com que elas não consigam mais ser capazes de manter todos os gradientes eletroquímicos. Tais perdas mencionadas anteriormente podem prejudicar significativamente a saúde de um indivíduo, abrindo portas para processos de desenvolvimento desfavorável, dos quais podemos destacar:

  • Influxo massivo de cálcio na região interna do citosol;
  • Liberação excessiva de glutamato das vesículas sinápticas;
  • Lipólise;
  • Ativação Calpaína;
  • A síntese de proteínas sofre uma espécie de sequestro.

Além disso, pode haver um retardo no processo de remoção de dejetos provenientes do metabolismo. Inclusive, vale enfatizar que tanto a hipóxia do cérebro, como a própria isquemia no nível grave ou prolongado, pode deixar o indivíduo inconsciente, provocar danos na região do cérebro ou até mesmo ser fatal.

O que é isquemia cerebral silenciosa?

É uma variação de isquemia onde não são encontrados evidências ou sinais de ataque aparente. Normalmente essa condição afeta idosos acima de 60 anos, o que dificulta a identificação da doença que fica mascarada diante de outras patologias.

Isso mostra que nem todas as crises de isquemia podem vir acompanhadas de sintomas visíveis.

Tipos de Isquemia Silenciosa

A isquemia assintomática é dividida em três tipos básicos:

  • O tipo I é o de menor frequência e costuma atingir o indivíduo que apresenta uma ou mais lesões obstrutivas, e que inclusive jamais tiveram qualquer problema de caráter anginoso;
  • O tipo II da Isquemia Silenciosa costuma ser diagnostica posteriormente a ocorrência de um infarto agudo.
  • E o tipo III, que é inclusive o de maior frequência, acaba surgimento intercalado com a isquemia sintomática, independente se o tipo específico da angina, juntamente com a ocorrência de isquemia silenciosa.

Principais fatores que envolvem a Isquemia Silenciosa

Alguns dos principais aspectos que costumam caracterizar a presença da Isquemia assintomática estão:

  • A resistência à diversos tipos de dores ficam muito maior;
  • No caso de pessoas hipertensas, a produção de endorfina aumenta significativamente;

Nos casos em que a isquemia é silenciosa, pode-se afirmar que é bem menos grave do que episódios de angina. Além disso, com referência ao tratamento, em alguns casos são utilizados medicamentos voltados para enfermidades que atingem a região coronariana, com o aparecimento dos sintomas específicos, com o intuito principal de se prevenir um possível surgimento de casos esporádicos de Isquemia Silenciosa.

Além disso, a melhor modalidade de terapia para tratá-la ainda não foi determinada. Estão ocorrendo ainda processos de experimentos no decorrer de cursos, a fim de melhor orientar os futuros estudiosos da área. Clique aqui para ver o curso.

Isquemia cerebral transitória ou ataque isquêmico transitório

É a denominação para impedimento da passagem do sangue de forma mais rápida, com duração de 24 horas ou até mesmo alguns minutos.

Em muitos casos ela evolui para uma isquemia cerebral mais grave se não receber o tratamento adequado.

O uso de medicamentos vasodilatadores está entre os tratamentos mais comuns.

Pessoas de qualquer faixa etária estão em risco de sofrer uma crise, porém, existem condições mais propicias há um ataque.

Principais causas da isquemia na versão transitória

Com relação à isquemia transitória, podemos afirmar a sua causa principal está associada com uma formação de coágulos sanguíneos que acabam bloqueando o fluxo sanguíneo e dificultando sua chegada até determinadas regiões do nosso cérebro. Existem alguns fatores que acabam contribuindo para que se formem esses coágulos, dos quais ressaltamos:

  • Possíveis artérias que sofreram danos decorrentes de aterosclerose;
  • Hipertensão;
  • Problemas com diabetes Mellitus.

Mas os fatores causadores não param por aí. Em alguns casos a artéria pode acabar sofrendo um bloqueio parcial, causado por uma espécie de placa ateromatosa, que eventualmente pode provocar um espasmo de caráter transitório nela e contribuir também para promover seu bloqueio de forma integral.

Além disso, é possível se formar um coágulo distante e o mesmo se deslocar até uma artéria do cérebro, para bloqueá-la, por intermédio da corrente de sangue. Geralmente isso ocorre após a ocorrência de um infarto na região do coração ou em decorrência de outros fatores ligados a essa região, tais como fibrilação atrial, problema presenta na em algumas válvulas do miocárdio e assim por diante.

Existem alguns outros fatores que podem provocar a criação de coágulos, mas que são bem mais raros do que os citados um pouco anteriormente. Dentre essas causas destacamos:

  • Acumulação de bactérias;
  • Células de tumor;
  • Presença de bolhas de ar;
  • Enfermidades que provocam o aumento da coagulação sanguínea;
  • Vasos de sangue com problemas de inflamação;
  • Sífilis;
  • Tuberculose;
  • Doenças que provocam inflamação;
  • Lesão na região da cabeça ou do pescoço;
  • Ocorrência de algum rasgo na região da parede de algum vaso de sangue situado no pescoço.

Fatores de risco da isquemia transitória

Os aspectos mais comuns no desenvolvimento da isquemia na versão transitória estão associados às seguintes características:

  • Idade um pouco avançada;
  • Histórico familiar referentes a incidência de AVC ou doenças associadas ao coração;
  • Uso de nicotina;
  • Vida sedentária;
  • Problemas com diabetes;
  • Colesterol ou Triglicérides altos;
  • Enfermidades ou problemas com arritmia cardíaca;
  • Infarto do coração precoce.

As razões mais comuns que justificam o surgimento dessa isquemia no público juvenil estão ligadas a problemas com dissecção das artérias, problemas com persistência do forame oval, uso de remédios com nível tóxico significativo, uso ilícito de drogas e problemas com enxaqueca. A partir do instante em que essa doença atinge um jovem, o mais importante é investigar calmamente qual foi de fato a causa responsável pelo seu surgimento.

Sinais da Isquemia transitória

Já sabemos que nesse tipo de Isquemia do cérebro, acaba acontecendo uma obstrução em algum vaso responsável por irrigar a região, e essa obstrução não é permanente. Porém, independente do intervalo de tempo onde o sangue não consegue chegar na região irrigada pelo vaso que sofreu entupimento, o próprio local não consegue mais realizar sua devida função e é por isso que o indivíduo afetado já começa a apresentar alguns sintomas típicos da doença.

De forma geral, esses sinais contribuem para a ocorrência de um AVC, ou o que chamamos de Acidente Vascular Cerebral e podem surgir de maneira repentina. Dentre os sintomas mais comuns estão:

  • Mudança repentina na fala;
  • Mudança repentina na força de algum braço ou alguma perna;
  • Alterações na sensibilidade de alguma região do corpo;
  • Desvio em algum lado da região da boca;
  • Mudanças no equilíbrio;
  • Mudança repentina na visão ou na audição (ou em ambos);
  • Problemas com náuseas;
  • Sonolência que surge do nada;
  • Possíveis convulsões;
  • Dor de cabeça muito intensa, que também surge repentinamente.

O que causa a isquemia cerebral de maneira geral?

1) Isquemia em bebê

A isquemia cerebral pode ocorrer no bebê ainda na gravidez da mãe. A mãe que possui pressão baixa ou pressão alta pode afetar a capacidade do bebê em fornecer sangue para o cérebro e causar a isquemia.

A placenta também pode ser uma das causas da isquemia, já que ela fornece oxigênio e nutrientes para o cérebro. Se existir uma anormalidade na placenta, ela pode obstruir e prejudicar a capacidade do feto de receber oxigênio.

Quando a criança nasce com problemas no coração ou no sistema circulatório a propensão dela possuir isquemia é grande.

2) Isquemia em adultos e idosos

Algumas pessoas possuem a doença devido aos defeitos congênitos, ou seja, algum tipo de anomalia genética nas artérias.

Doenças no cérebro, nos pulmões e no coração também podem causar a isquemia, como:

  1. Anemia falciforme: o sangue coagula mais facilmente.
  2. Taquicardia: batimentos do coração acelerados, o que pode ocasionar uma parada cardiorrespiratória.
  3. Acúmulo de placas nas artérias: a gordura se prende nas paredes das artérias e limita ou bloqueia a passagem de sangue.
  4. Estreitamento dos vasos sanguíneos
  5. Ataque cardíaco
  6. Pressão baixa
  7. Coágulo sanguíneo (trombose)
  8. Acidente vascular cerebral
  9. Dano cerebral permanente

Fatores de risco

Pessoas que sofrem de um ou mais sintomas descritos abaixo, estão em maior risco de adquirir a doença

  • Pressão alta
  • Diabetes
  • Aterosclerose
  • Colesterol alto
  • Fumar
  • Ataque cardíaco
  • Obesidade
  • Anemia falciforme
  • Consumir bebidas alcoólicas excessivamente
  • Defeitos no processo de coagulação
  • Defeitos cardíacos inerentes
  • Utilizar determinados remédios
  • Fazer uso de drogas alucinógenas

Quais são os sintomas ou sequelas isquêmicas?

Os principais sintomas da isquemia são:

  • Paralisia em apenas um lado do corpo
  • Lado direito ou esquerdo do rosto caído (parecido com o derrame)
  • Cegueira em um olho
  • Dificuldade de movimento do corpo
  • Incontinência urinária
  • Perda de consciência
  • Problemas de coordenação
  • Fraqueza em um braço ou uma perna
  • Fraqueza em todo um lado do corpo
  • Parada cardiorrespiratória
  • Tontura e vertigem
  • Dificuldades para engolir
  • Visão dupla
  • Fraqueza generalizada
  • Problema na fala
  • Perda de coordenação
  • Convulsões

Os sintomas podem durar segundos ou minutos. Se o cérebro for muito prejudicado pode haver complicações mais graves como demência vascular especialmente em idosos e morte.

Em alguns casos pode ocorrer uma lesão isquêmica por reperfusão, que nada mais é do que uma danificação do tecido cerebral quando o sangue volta a circular.

Ao perceber algum desses sinais procure imediatamente seu médico ou o pronto socorro mais próximo.

Diagnóstico

O clínico geral ou neurologista são os profissionais mais indicados para o diagnóstico. Para a consulta tenha bem em mente o histórico de sua família e se certifique de contar sobre todos os sintomas apresentados.

De início o médico realizará alguns testes para descartar outras doenças similares. Por exemplo, pode ser realizado o teste de glicose em pacientes com problemas de fala e desorientação para eliminar a possibilidade de glicose baixa.

Fazer um hemograma completo detecta a presença de colesterol ou anormalidades no sangue e seus componentes.

O eletro do coração avalia ritmos cardíacos anormais. Já a angiografia mostra qual artéria provocou a crise.

Tomografia e a ressonância magnética revelam quais áreas estão seriamente afetadas e qual é a gravidade do problema.

Após identificar o problema, o médico vai escolher a melhor forma de proceder com a situação.

Quais são os tratamentos?

O tratamento para isquemia cerebral pode ser dividido em 2 partes: o primeiro visa restaurar o funcionamento do cérebro e o segundo trata a sequelas.

A prioridade será restituir os batimentos cardíacos, normalizar a respiração e regular a pressão para que o sangue circule novamente. Agora, partiremos para o tratamento básico que consiste em um medicamento chamado de trombolítico (Alteplase), que normaliza o fluxo sanguíneo no cérebro.

O remédio deve ser usado em até quatro horas depois do início dos sintomas, porque assim minimiza as chances de sequelas.  Ele foi aprovado há 21 anos e é o único disponível para esse tipo de acidente cerebral. Apenas pacientes selecionados podem comprar o medicamento.

Ele pode ser injetado no coágulo, via cateterismo cerebral. O procedimento pode ser feito em até 6 horas do início dos sintomas.

Em pessoas com fibrilação atrial o uso de anticoagulantes como heparina, varfarina e aspirina evitam o surgimento de novos coágulos.

Já em pessoas que tiveram uma crise convulsiva terão de fazer uso de anticonvulsivos.

A cirurgia isquêmica é uma opção para liberar um coágulo que está obstruindo uma artéria.

Tratando as sequelas

Para normalizar as funções básicas do corpo podem ser indicadas algumas terapias como a física, ocupacional, da fala, etc.

São realizados alguns cuidados básicos em pacientes que quebraram algum membro do corpo.

E para evitar a desnutrição o paciente deve aprender a controlar os movimentos da mastigação.

Isquemia cerebral é o mesmo que hipóxia cerebral?

Hipóxia é a falta de oxigênio no cérebro, independente da presença de circulação sanguínea. Os sintomas são parecidos com os da isquemia e suas causas são originadas pelo uso de drogas alucinógenas, asfixia, anemia, afogamento, parada cardíaca, entre outras.

O tratamento visa curar as causas e os danos causados pela mesma. Sequelas da hipóxia incluem convulsões, coma e morte.

Pode-se fazer uso de terapias para normalizar as funções de coordenação.

Principais causas da Hipóxia Cerebral

Existem dois cenários que possibilitam a ocorrência de uma Hipóxia Cerebral: Quando o fluxo de sangue se mantêm ou normal ou quando por alguma razão ele sofre boqueio. Quando o fluxo é bloqueado, é onde pode ocorrer Isquemia no cérebro ou problemas com encefalopatia hipóxico-isquêmica.

Na primeira situação, a Hipóxia pode surgir no momento em que o indivíduo está sofrendo um afogamento, engasgo, sufocamento ou até mesmo uma parada cardiorrespiratória. Lesões na região do cérebro também podem contribuir para o seu surgimento. Já na segunda situação, onde o fluxo sofre bloqueio, a hipóxia pode surgir em decorrência de AVC, parada cardiorrespiratória ou em decorrência de irregularidades nos batimentos do coração, que acaba impedindo que o oxigênio consiga transportar os nutrientes importantes para o cérebro.

Além disso, outras razões que causam a falta de oxigênio na região cerebral são:

  • Pressão baixa;
  • Problemas com anestesias durante a realização de cirurgia (complicações);
  • Asfixia;
  • Ocorrência de envenenamento devido a excesso de inalação de monóxido de carbono;
  • Inalação de fumaça;
  • Deslocamento para regiões com altitudes maiores;
  • Estrangulamento;
  • Problemas clínicos que provem dificuldade no processo respiratório.

Como prevenir a Isquemia do Cérebro? 

A prevenção se dá em tomar algumas medidas para evitar as causas da doença, são elas:

  • Pessoas que apresentam algumas doenças como diabetes, problemas no coração, pressão baixa e colesterol devem consultar um especialista rotineiramente e fazer o acompanhamento necessário.
  • Praticar atividades físicas.
  • Ter uma alimentação balanceada.
  • Não fumar ou consumir bebidas alcoólicas excessivamente.

A prevenção se dá em tomar algumas medidas para evitar as causas da doença, são elas:

  • Pessoas que apresentam algumas doenças como diabetes, problemas no coração, pressão baixa e colesterol devem consultar um especialista rotineiramente e fazer o acompanhamento necessário.
  • Praticar atividades físicas.
  • Ter uma alimentação balanceada.
  • Não fumar ou consumir bebidas alcoólicas excessivamente.

FONTES:

http://www.columbianeurosurgery.org/conditions/cerebral-ischemia/

https://en.wikipedia.org/wiki/Brain_ischemia

https://www.healthline.com/health/stroke/cerebral-ischemia#causes

Brain Ischemia Symptoms

https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4820884/

Como Tratar a Gengivite?

Não é surpresa alguma dizer que inúmeros problemas podem envolver a saúde bucal. Afinal, quando ela não é promovida de maneira correta, complicações podem aparecer, sendo uma delas a gengivite.

No entanto, você sabe o que é a gengivite, quais são os sintomas e os tratamentos? Confira a seguir mais informações. Você vai perceber que essa inflamação é um pouco diferente até de outras doenças periodontais, mais pela questão de cuidados pessoais do que fatores externos.

1) O que é gengivite?

A gengivite é a doença periodontal mais comum. Ela costuma ser o estágio inicial, pois caso não seja tratada corretamente, o quadro pode evoluir para outros estágios, como periodontite. Trata-se de uma inflamação da gengiva, que pode estar afetando um ou mais dentes.

Ela é causada pela placa bacteriana, que são microrganismos – na maior parte das vezes bactérias – que se acumulam na superfície da gengiva junto a restos de comida que não foram retirados com uma boa higiene. Com o passar do tempo, essas placas podem se instalar em

Um dos sinais mais comuns da gengivite em seus estágios iniciais é o sangramento nas regiões afetadas pela inflamação, seguida de vermelhidão e dores de níveis variados. Por esse e por diversos outros motivos que vamos mais adiante, que é importante manter uma boa higiene bucal.

Esse problema pode evoluir para outras questões mais complicadas, como o tártaro, que são as placas que prendem nos próprios dentes, e a periodontite, uma forma agravada da doença, que compromete os tecidos ao redor dos dentes, podendo resultar até mesmo na perda deles.

2) Gengivite pega? Quais são suas causas?

gengivite

Não se pega, mas já vamos explicar adiante. As causas, basicamente, envolvem a falta de cuidados na higiene bucal. A inflamação é iniciada pelo acúmulo de bactérias e sujeira entre os dentes, em áreas difíceis de alcançar sem a escovação ou o uso de fio dental.

Essas placas também são responsáveis por outras doenças periodontais, como as cáries e o tártaro que fica no esmalte dos dentes. Mas a falta de higiene bucal não é o único fator.

Outras causas incluem mudanças hormonais e no sistema imunológico, que deixam o corpo mais exposto a ações de bactérias e outros microrganismos; exposição a elementos como chumbo e bismuto; e uso de alguns medicamentos. Maus hábitos, como o tabagismo, também podem potencializar os casos de gengivite.

Até mesmo a escovação excessiva pode deixar a gengiva exposta a ação dessas placas bacterianas. Uma vez que se trata de uma inflamação, a gengivite também pode ocorrer devido a lesões nessa região. A atenção se deve tanto a falta como o exagero.

Além dessas questões, a gengivite pode ser um sinal de outras doenças que não estão relacionadas a saúde bucal. Nestes casos, a gengivite pode ser mais uma alerta do que o problema em si. Casos de doenças que podem ser alertadas com a presença de gengivite são herpes labial, diabetes, epilepsia, AIDS, e leucemia. Sempre que possível, faça acompanhamentos médicos para descartar possibilidades mais perigosas.

Gengivite é transmissível?

Não é, de maneira alguma. Lembre-se sempre de que a doença é uma inflamação na gengiva, não uma infecção. Mesmo que tenham agentes bactericidas que promovem a dor no local, elas se devem mais a falta de cuidado dos seus enfermos do que terem pego de uma outra pessoa.

Saber a diferença dessas questões facilitam o tratamento, inclusive. Como outras doenças bucais, como as cáries e aftas, podem ocorrer de maneira indireta por outras pessoas, saber o que está acontecendo em sua boca facilita a busca por cuidados. Então se está com gengivite, saiba que é por responsabilidade inteiramente pessoal.

3) Quais são os sintomas?

Algumas pessoas podem não sentir dor em relação com essa doença, mas tudo depende do seu quadro e da sua higiene bucal. Veja a seguir os principais sintomas, que são acompanhadas desses sangramentos no local da infecção:

  • Dente amolecido
  • Pus em torno dos dentes e gengiva
  • Aparência avermelhada na gengiva
  • Gengiva inchada, retraída ou dolorida
  • Dentes sensíveis
  • Mau hálito
  • Dores durante a mastigação

É bom lembrar que os sintomas não chegam todos ao mesmo tempo. Quanto mais demorado for o tratamento, mais sintomas podem surgir, e mais difícil pode ser de tratar a inflamação. Além do mais, essa falta de cuidado pode potencializar a evolução da doença.

Como é a Gengivite em bebê?

Crianças de qualquer idade podem desenvolver gengivite. De fato, a gengivite infantil é tão comum que possui suas próprias características. Entre os tipos de gengivite, a que mais afeta as crianças é a crônica, sendo um grande desafio para os pais não pelo tratamento em si, mas pelas formas de contrair a doença.

Tanto em bebês como em crianças, um dos principais motivos para haver casos de gengivite infantil, que na verdade é apenas uma variação etária para a gengivite crônica, é a falta de uma higiene bucal adequada. E isso se deve mais pelo fato delas não terem a técnica para isso, do que um descuido por si só.

Como uma das causas da gengivite infantil é o acúmulo enorme de bactérias nos dentes, não é raro que as crianças e os bebês entre 1 e 3 aninhos sofram dela. A importância dos pais para prevenir a gengivite é fundamental, tanto ajudando os pequenos na escovação dos dentes, como dando o exemplo também.

Sabemos que os casos de gengivite crônica também se devem a uma escovação ruim, o que pede por esse tipo de atenção. Vejamos algumas atitudes que podem fazer grande diferença nesses cuidados.

  • Ensinar, desde pequenos, a tomar as três atitudes mais importantes no cuidado bucal: passar fio dental, escovar bem os dentes, e usar um enxaguante bucal após a escovação. Como a gengiva é uma região ainda mais sensível na infância, tenha cuidado ao aplicar esses cuidados na criança.
  • Evite o consumo excessivo alimentos com alto teor de açúcar, massa e outros tipos de alimentos que podem deixar muitos resíduos entre os dentes, pois eles aumentam os riscos de uma gengivite.
  • Leve os pequenos com frequência ao odontologista, ao menos duas vezes ao ano, para fazer uma revisão nos cuidados e garantir se está tudo ok. É uma forma simples e prática de garantir a saúde dentária, e evitar problemas no futuro. O mesmo vale para os adultos, que podem fazer suas revisões no mesmo período.

Como vai ser possível perceber, essas atitudes não se diferem muito dos cuidados preventivos, então não deixe que esses casos de gengivite infantil, que são ainda mais nocivos nas crianças do que nos adultos que passam pelos casos de gengivite crônica, que passem pela mesma situação.

4) Gengivite pode se agravar? Quais são os estágios da doença periodontal?

Como dito anteriormente, a gengivite é o primeiro estágio dessa doença periodontal, que consiste na inflamação da gengiva, com origem na placa bacteriana. Nesse estágio ela pode ser tratada mais facilmente e revertida. Quando não é levada a sério, ela pode evoluir para outras doenças mais avançadas, e mais perigosas. Vejamos como funciona essa evolução.

  1. A) Tártaro: é quando a placa bacteriana que estava na gengiva se acumula nos dentes, e calcifica. Os sinais mais claros, além de uma sensibilidade maior na gengiva, é o amarelamento dos dentes. Quando não é tratada, além de enfraquecer a estrutura do dente, pode evoluir para outros problemas, como os mencionados abaixo.
  1. B) Periodontite: nesse caso, outros fatores fundamentais encontram-se comprometidos, como os tecidos responsáveis pela sustentação aos dentes, que são muito danificados. Nesse estágio, o crescimento da placa é favorecido pelo inchaço na gengiva, uma vez que os resíduos alimentares e a placa, que antes estava na superfície dos dentes, agora acumula-se em seu interior.
  1. C) Periodontite avançada: aqui, as fibras e ossos já encontram-se muito danificados, com o grande risco dos dentes ficarem moles e caírem devido a falta de cuidado. Naturalmente, isso pode afetar a mordida, a organização dos dentes, ou até mesmo dificuldades na fala. Se o tratamento não for capaz de reverter os danos, há um grande risco da perda dos dentes, por processo tanto odontológico como “natural”.

Gengivite dói?

Sim. A intensidade varia de caso para caso, mas a dor constante é um dos sintomas e um dos problemas mais frequentes de quem tem gengivite. Mas é importante considerar um fator: sozinha, a dor na gengiva pode não categorizar como gengivite, pois ela sempre é acompanhada de outros sintomas, como já vimos antes.

Cáries, por exemplo, são um problema cujos sintomas são bem parecidos com a Gengivite, principalmente quanto a dor localizada. O que separa uma de outra são justamente a combinação de outros fatores pertinentes. Por isso a importância tanto da escovação, como a visita regular ao dentista. Com a ajuda dele, é possível dissociar os seus sintomas, até para realizar tratamentos de contenção mais adequados.

Por isso é bom que não saia por aí tomando remédios caseiros ou realizando atitudes impensadas sem saber exatamente o que está sentindo, certo?

5) Quais são os fatores de risco?

Existem uma série de fatores que podem aumentar o risco de gengivite, que vão desde os maus hábitos até fatores genéticos ou mesmo do ambiente. Vejamos em maiores detalhes a seguir.

  • Hábitos de saúde oral deficiente
  • Uso do tabaco
  • Diabetes A
  • Idade avançada
  • Diminuição da imunidade como resultado de leucemia
  • Certos medicamentos
  • Determinadas infecções virais e fúngicas
  • Boca seca
  • Alterações hormonais durante seu ciclo menstrual ou gravidez
  • Má nutrição
  • Abuso de substâncias
  • Restaurações dentárias mal feitas

Alguns dos fatores já mencionados conversam com as causas mencionadas mais acima. Portanto, cuidar de si mesmo, em todos os detalhes, não é apenas essencial como o básico para evitar dificuldades desnecessárias, sobretudo em momentos mais intensos.

6) Existem tratamentos?

gengivite3

Existe tratamento para remover os quadros citados anteriormente, bem como impedir que os tecidos de sustentação e a arcada dentária sejam comprometidos, chegando ao ponto de precisar da extração dos dentes.

Nos primeiros estágios, é possível tratar com uma boa escovação, fio dental e um maior cuidado da saúde bucal. No entanto, quando trata-se de algo mais avançado, pode ser recomendado outros procedimentos como a remoção da placa ou raspagem para remover o tártaro pode ser, juntamente com medicamentos e instruções sobre higiene, visando reverter totalmente esse problema.

É importante ter todo o auxílio de profissionais para que o problema não se agrave e lembrar sempre de manter uma boa higiene bucal, prevenindo assim, impasses que podem gerar a extração dos dentes, dores e incômodos.

As visitas ao odontologista são imprescindíveis para prevenir e cuidar da gengivite. Ao menos duas vezes ao ano, é necessária uma visita médica, para garantir que tudo esteja dentro dos cuidados, bem como buscar encaminhamentos caso já esteja sofrendo de gengivite e suas doenças relacionadas.

Antisséptico tópico para Gengivite

Os enxaguantes bucais são uma forma direta e prática de tratar a gengivite antes que ela piore para algo mais grave. Com o “buchecho”, ou mesmo a ingestão direta, os enxaguantes retiram a sujeira presente na gengiva de forma não invasiva, isto é, sem a necessidade de utilizar a escova de dentes ou o fio dental, tornando o processo praticamente indolor.

Para que dê certo, é preciso escolher o antisséptico correto, tanto para trazer os resultados de maneira rápida e eficiente, como para evitar efeitos colaterais que prejudicam a recuperação da gengiva.

O odontologista pode indicar alguns enxaguantes bucais, de acordo com a gravidade da gengivite. Porém, esteja ciente de que não será apenas ele o responsável por recuperar sua boca. Os demais tipos de tratamentos continuam valendo, bem como os mesmos cuidados após a resolução.

Para soluções caseiras, que podem resolver os casos de gengivite sem precisar do auxílio de enxaguantes, você pode conferir na seção de acordo, mais adiante.

Antiinflamatório para gengivite

Para casos mais graves de gengivite, ou ainda de periodontite em seus estágios iniciais, o uso de antiinflamatórios ou mesmo antibióticos se faz necessária, uma vez que seus sintomas e complicadores estão afetando outras regiões do corpo, ou o próprio sistema digestivo.

Enquanto os antibióticos são para casos mais graves, os antiinflamatórios auxiliam a amenizar os sintomas enquanto a ajuda real é buscada, ou ao menos oferecer alívio paciente enquanto ele não é devidamente atendido pelo dentista.

Os antiinflamatórios mais comuns a serem usados nesse caso, sem a necessidade clínica e com poucas contra-indicações, são o nimesulida e diclofenaco sódico. Seguindo a posologia indicada na bula, o paciente pode utilizá-la até que seja devidamente atendido, e com os cuidados encaminhados.

Nunca se automedique sem conhecimento de causa! Apesar de algumas vezes sabermos do que se trata cada dor, a gengivite pode se confundir com outros tipos de doenças bucais, então só utilize outros medicamentos com acompanhamento médico. O mesmo vale para soluções caseiras, embora elas sejam mais comuns para prevenção e recuperação do enfermo.

7) Veja estes tratamentos caseiros

sal gengivite

Estes tratamentos caseiros tem curado as doenças gengivais por séculos. Segue a lista de alguns remédios que você pode usar agora, caso sinta os sintomas mais intensos.

A) Sal – O sal é um remédio muito eficiente contra a gengivite devido às propriedades antissépticas e antibacterianas. O sal trata as gengivas inchadas e elimina as infecções das bactérias na boca.

  1. Coloque uma colher de sopa em um copo de água e misture-o bem. Gargareje a solução diariamente pela manhã e noite até que o sintoma desapareça.
  2. Coloque o sal na escova de dente e escove como se fosse uma pasta de dente pela manhã e noite.

B) Terapia do Óleo – Esta terapia é popular na prática ayurvédica, que reduz as bactérias causadoras de gengivite. Esta prática pode reduzir placas, fortalecer as gengivas e manter a saúde bucal saudável.

  1. Coloque em 1 colher de sopa de óleo de gergelim ou óleo de coco.
  2. Coloque na boca e entre os dentes por 15 a 20 minutos. (Não gargareje e não engula)
  3. Cuspa e lave a boca com uma água morna.
  4. Faça este procedimento diariamente pela manhã por 30 dias.

C) Babosa – Esta planta tem propriedades antibacterianas e antifúngicas, que são muito eficientes contra a gengivite. Ela pode prevenir contra o acúmulo de bactérias. E não só isso: a babosa alivia a dor e a inflamação dos dentes e gengivas.

  1. Corte a babosa e extraia a polpa.
  2. Esfregue a polpa na gengiva afetada.
  3. Deixe na boca por 10 minutos e depois gargareje com água gelada.
  4. Repita este procedimento várias vezes ao dia.

8) Gengivite fotos

Para mostrar de uma forma mais clara como a gengivite ataca seus grupos de risco, seguem algumas fotos exemplificando a seguir. Como ela é comum tanto em crianças como em adultos, vamos variar as opções, para que fique claro o quanto elas podem causar um transtorno a seu dia a dia. Então cuide bem.

Gengivite

Gengivite

Gengivite

Veja a seguir um vídeo sobre a gengivite (2:10):

A Gengitive é uma doença terrível quando chega em seus estágios mais avançados, mas que pode ser evitada através de atitudes muito simples. Ainda que existam pacientes que atribuam a falta de cuidados à falta de tempo, tudo pode ser facilmente resolvido com organização e disciplina. Dê-se o seu devido tempo, e pode aproveitar tudo que uma boa alimentação tem a oferecer, e com ainda mais saúde. Se cuide bem, e até a próxima!

10 Principais Doenças Tropicais

Você conhece e sabe identificar quais são as doenças tropicais? Apesar de pouco conhecida, há uma lista de doenças que são características do clima tropical e que, muitas vezes, possuem sintomas parecidos.

Como, no Brasil, vivemos em um clica tropical, é importante conhecer quais são essas doenças bem como ter conhecimento de quais são os meios de prevenção e tratamento de cada uma delas.

A) Clima tropical:

Clima tropical é um clima quente que cobre as regiões próximas aos trópicos de Câncer e de Capricórnio. É caracterizado por altas temperaturas, média de 20ºC, bem como uma amplitude que geralmente não ultrapasse os 10ºC. Os climas tropicais são divididos em dois tipos:

B) Clima tropical úmido:

Em algumas regiões tropicais, o clima apresenta estações equilibradas quanto á distribuição das chuvas. À medida que a estação úmida superar a seca cada vez mais, o clima é caracterizado como tropical úmido.

C) Clima tropical seco:

Em regiões cada vez mais próximas aos trópicos, a seca tende a aumentar, caracterizando o clima tropical seco, ou seja, quando a estação seca é mais prolongada que a estação úmida.

As regiões que compreendem o clima tropical são:

  • América do Sul (incluindo grande parte do território brasileiro).
  • África Oriental.
  • Parte da África do Sul.
  • Sul da Ásia (Índia e Indochina), onde o clima tropical é condicionado pelas monções.
  • Norte da Austrália.

Sabendo o que é o clima tropical, veja a seguir as dicas a cerca das doenças que são comuns nestas regiões.

2) Prevenção e Tratamento das 10 Principais Doenças Tropicais

1) Cólera

doenças tropicais colera 1

Entre as doenças tropicais, a cólera é uma das que mais se caracteriza pela pobreza. A cólera é uma enfermidade que pode ser acometida, na maioria dos casos, pela ingestão de água contaminada por fezes ou vômito de portador da doença. Também pode ocorrer pelo consumo de alimentos contaminados. Por muitas vezes está ligada às condições sanitárias do local.

a) Prevenção:

A prevenção tem por base a higiene, por meio da ampliação do sistema sanitário. As pessoas que ainda não possuem acesso ao um sistema sanitário de qualidade podem prevenir o problema ao ferver ou clorar a água e lavar muito bem os alimentos crus.

b) Tratamento:

Já as que foram contaminadas pela cólera precisam realizar um tratamento de hidratação, que ocorre por via oral e endovenosa (aplicação na veia). Além disso, há o uso de antibióticos para eliminar a bactéria.

2) Dengue

doenças tropicais dengue

A dengue está entre as doenças tropicais mais conhecidas. É ocasionada pela picada da fêmea do mosquito Aedes aegypti, e ocasiona uma debilitação do organismo, fazendo com que o copo fique cansando, com febre e baixa imunidade.  

a) Prevenção:

Entre as doenças tropicais, a dengue é uma das mais simples de se combater, pois sua prevenção consiste em apenas não deixar recipientes com água parada, já que a criação do mosquito transmissor da doença bem como sua prolifera, tem como principal fonte a água parada.

b) Tratamento:

Para as pessoas que já estão com a doença, o tratamento consiste em remédios à base de dipirona e paracetamol, a fim de diminuir as dores. É importante também que o paciente ingira bastante líquido.

3) Doença de Chagas

doenças tropicais chagas

A doença de chagas é transmitida por meio do contato das fezes do trypanossoma cruzi, também conhecido como barbeiro, com a pele ferida ou com a mucosa do olho. Há também a possibilidade de ocorrer por meio da ingestão de alimentos contaminados. Entre pessoas, a transmissão pode ocorrer por transfusão de sangue ou transplante de órgãos de portadores da doença.

a) Prevenção:

Para prevenir-se da doença é importante usar telas, repelentes e mosquiteiros nas suas casas e lavar bem os alimentos antes do consumo.

b) Tratamento:

Já o tratamento ocorre com o remédio Benzonidazol, que é fornecido gratuitamente pelas Secretarias Estaduais de Saúde. O tratamento dura, em média, 60 dias.

4) Esquistossomose

doenças tropicais esquistossomose

A esquistossomose ocorre da seguinte maneira: Os ovos do verme são eliminados pelas fezes humanas e, em contato com a água, os ovos liberam larvas que infectam caramujos hospedeiros de água doce. Após quatro semanas, as larvas ficam livres nas águas. O contágio desta doença ocorre quando a pessoa consome essa água contaminada.

a) Prevenção:

Para a prevenção, é importante como boa parte das doenças tropicais, evitar o contato com águas contaminadas pelos caramujos hospedeiros, já que não existe uma vacina contra a esquistossomose.

b) Tratamento:

O tratamento para a doença consiste em remédios à base de Praziquantel e Oxamniquine. Em casos mais graves, é necessário que o paciente fique internado, ou submetido a uma cirurgia.

5) Febre Amarela

doenças tropicais febre amarela

A febre amarela é uma doença que ocorre por meio da picada dos mosquitos transmissores infectados.

a) Prevenção:

Está é uma das doenças tropicais que possuem vacinas especificas para sua prevenção. Existe vacinação gratuita disponível nos postos de saúde. Essa vacina é administrada em dose única a partir dos nove meses de idade e tem validade de 10 anos. Pessoas que viajam para áreas de risco devem aplicar a vacina com 10 dias de antecedência.

c) Tratamento:

O tratamento para a febre amarela é sintomático e o paciente deve ficar de repouso, repondo líquidos.

6) Hanseníase

doenças tropicais

A hanseníase é uma doença causada pelo contato com o bacilo mycobacterium leprae, através das vias respiratórias, seja por secreções nasais, tosse e espirro.

a) Prevenção:

Para se prevenir contra a hanseníase é importante o diagnóstico precoce, que implicará na aplicação da vacina BCG em todas as pessoas que convivem com o portador da doença. É importante enfatizar que a hanseníase tem cura.

b) Tratamento:

O tratamento é disponibilizado pelos serviços públicos de saúde e combina três medicamentos (rifampicina, dapsona e clofazimina) em um tratamento denominado de poliquimioterapia.

7) Leishmaniose

doenças tropicais 7

A leishmaniose ocorre pela picada das fêmeas de Flebotomíneos infectadas, que circulam com maior intensidade na parte do crepúsculo e à noite.

a) Prevenção:

É importante utilizar mosquiteiros e repelentes, evitar a exposição nos horários de maior atividade do vetor, como noite e crepúsculo, bem como limpar quintais e terrenos, para evitar possíveis criadouros do mosquito.

b) Tratamento:

É possível encontrar tratamento gratuito para a leishmaniose nos postos de saúde. O paciente costuma ingerir remédios à base de antimônio, e ficar em repouso, além de manter uma boa alimentação.

8) Malária

doenças tropicais malária

A malária é uma doença que ocorre por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada por Plasmodium.

a) Prevenção:

Para prevenir é importante fazer o uso de repelentes, mosquiteiros e telas em portas e janelas.

b) Tratamento:

O tratamento para as pessoas infectadas com a doença consiste em remédios à base de quinina.

9) HTLV- 1

doenças tropicais htlv

Apesar de pouco conhecido, o HTLV-1 (Vírus Linfotrópico da Célula Humana do Tipo 1) é um vírus pertencente a família retroviridae. Esta doença é associada à Paraparesia Espástica Tropical/Mielopatia.

a) Prevenção:

Para a prevenção é necessário se proteger durante relação sexual, consultar um médico antes de amamentar, não compartilhar seringas entre outros.

b) Tratamento:

O tratamento consiste em fisioterapia para fortalecimento dos membros superiores bem como do tronco.

10) Vírus Zika

doenças tropicais zika

O vírus Zika ocasiona uma doença que possui sintomas bem parecidos com a dengue, incluindo manchas vermelhas pelo corpo. Os principais sintomas são febre mais baixa que a da dengue e chikungunya, olhos avermelhados e coceira característica.

a) Prevenção:

Para se prevenir, é importante evitar água parada. As precauções são as mesmas da dengue, já que o vírus é transmitido pelo mesmo mosquito.

b) Tratamento:

O tratamento da doença consiste em repouso e ingestão de bastante líquido. No caso de o paciente sentir muita dor, alguns medicamentos podem ser receitados.

Veja este documentário interessante sobre doenças tropicais  (10:00)

Fontes

https://www.niaid.nih.gov/topics/tropicaldiseases/pages/default.aspx

http://www.who.int/neglected_diseases/diseases/en/

10 Dicas Incríveis para Organizar a Casa em um Instante

Diversos afazeres do dia a dia, incluindo trabalhos, estudos e outros compromissos, nos impedem até de ter uma alimentação saudável, o que é o primordial para uma vida com saúde, quem dirá conseguir tempo para organizar a casa? O tempo parece cada vez menor para dedicar à sua casa, não é? Os cuidados com a casa muitas vezes parecem tomar um tempo maior do que temos. Mas saiba que conseguir organizar a casa é uma tarefa importantíssima para o bem estar e produtividade.

Marie Kondo, guru da organização, é uma das 100 pessoas mais influentes do mundo, segundo a Time. Ela lançou diversos livros especializados em organização. Grande parte desses livros logo viraram best seller. Nos baseamos em suas dicas e listamos dez principais para você. Veja a seguir.

Veja as 10 Dicas Incríveis para Organizar a Casa

1 – Faça um cronograma

organizar a casa 1
É importante começar de algum lugar. Obviamente, a casa não fica organizada sozinha e nem de uma hora para outra. Mas organizar começa com pequenos passos. Dedique alguns minutos e realize um cronograma de tudo que precisa ser feito no seu lar, e dedique algumas horas para isso.

2 – Doe o que não precisa

organizar a casa 1

Parece fácil, mas não é. A maioria das pessoas deixa inúmeros objetos que poderiam ser doados. Além de ajudar a quem precisa, é uma ótima dica para organizar a casa. Dê uma conferida no guarda-roupa, junte sapatos e brinquedos e entregue para alguém que fará um maior e melhor uso!

3 – Tire um dia para organizar cada cômodo

organizar a casa 1

Após realizar o cronograma, é importante concretizá-lo. Dedique um dia na semana para cada cômodo da casa. É importante não se distrair e passar mais tempo do que realmente precisa em algum lugar, já que você tem outras atividades para realizar durante o dia. Também é importante não passar muito tempo, pois você pode ficar enjoado de arrumar a casa.

4 – Divida tarefas

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A bagunça não aparece sozinha, certo? Na hora da arrumação, a família precisa estar unida. Além de ser um momento para estarem juntos, é importante a cooperação da família para que se estabeleça uma rotina saudável de organização na família.

5 – Utilize um cardápio semanal

organizar a casa cozinha

Anotar os cardápios que serão utilizados durante a semana é um bom passo para preparar as refeições e organizar sua cozinha. Uma boa ideia é anotar na primeira semana todas as refeições para que, nas próximas, você consiga organizar e lembrar todas as utilizadas.

6 – Livrem-se do que é lixo

organizar a casa 6

Em toda casa há aquela gaveta cheia de objetos que poderiam ir imediatamente para o lixo. Notas fiscais, manuais de produtos que não existem mais, comprovantes, meias que estão furadas, roupa íntima que não se usa mais… Jogar fora o que não é útil para você (e nem para ser doado) ajuda a organizar a casa.

7 – Não acumule tarefas

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Os cronogramas são importantes – como citamos em alguns itens – porque assim não é preciso acumular tantas tarefas. Lavar logo a louça que está na pia, jogar os papéis que não são mais úteis fora ajuda a organizar a casa.

8 – Faça um cronograma de limpeza

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Assim como o cronograma de alimentação, o de limpeza ajuda a determinar uma rotina de limpeza. Esta dica é incrível, principalmente, para as pessoas que trabalham o dia todo fora e que possuem pouco tempo para cuidar da casa.

9 – Verifique os pontos de bagunça

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Toda casa possui o cantinho da bagunça. As vezes, mais de um cantinho. Mapear os locais que são mais difíceis de organizar ajuda a evitar as possíveis desorganizações. Se, mesmo assim, elas continuarem a ocorrer, o mapeio ajuda a organizar de maneira mais rápida.

10 – Não tenha medo da rotina

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É preciso adequar o nosso cérebro para as mudanças. E se adequar em uma rotina de arrumação é realmente um grande desafio, mas será necessário mudar sua rotina, se o seu objetivo é manter a casa organizada. Ou seja, criar novos hábitos.

Para criar um novo habito, neurocientistas afirmam que é preciso repetir o ato por 21 vezes consecutivas. Por isso, procure investir na arrumação todos os dias, para se acostumar com isso e depois irá fazer naturalmente.

Será preciso disposição, para isso, escrevi também o artigo Como adquirir disposição em apenas 5 minutos. Confira e comece hoje mesmo.

Veja este vídeo com dicas da Marie kondo, você pode usar legendas automáticas em português (3:16)

Fonte

http://www.realsimple.com/home-organizing/organizing/marie-kondo-organizational-tips-for-kids-room

http://www.vogue.com/13394333/marie-kondo-closet-organizing-cleaning-konmari-spark-joy/

http://www.today.com/series/one-small-thing/life-changing-magic-tidying-testing-marie-kondos-method-t21356

Como Limpar os Pelos de Cachorro em Casa?

Se você possui um cachorro ou qualquer outro tipo de animal de estimação com pelos, já deve estar sofrendo com grande problema que atormenta a maioria das pessoas, que é ter de lidar com os pelos de cachorro espalhados por toda casa.

O jeito habitual de se fazer faxina já não surti tanto efeito quanto antes, e tem se tornado cada vez mais maçante. Desde então leva um pouco mais de esforço para retirar a maioria dos pelos de cachorro que se encontram nos pisos, mobílias ou até mesmo em suas próprias roupas.

Então para que você não sofra tanto nas atividades domésticas, listamos algumas dicas que você pode seguir e que o ajudará a remover os pelos mais facilmente dos lugares.

1) Como remover os pelos de cachorro?

escova

Sim, ele mesmo. Se você escovar o pelo de seu cachorro no mínimo dois dias por semana, irá reduzir drasticamente a quantidade de cabelos que você encontrará espalhados por sua casa.

Procure escová-lo ao ar livre, para evitar que os pelos fiquem dentro de casa. Caso não puder, coloque uma toalha embaixo, para prender os pelos no tecido e evitar que entrem em contato com o chão.

É aconselhável também, dar banho nele no mínimo uma vez ao mês, fazendo isso você irá se livrar de uma grande quantidade de pelos também, e aparentemente esses procedimentos produzem resultados excepcionais.

2) Pelos de cachorro no piso duro

piso duro

Quando você adquire um cachorro de estimação, consequentemente acaba tornando a faxina doméstica um hábito mais frequente. Isso acontece devido a quantidade de sujeira e pelos que soltam, porém, a vassoura já não remove completamente os pelos do piso, só acaba espalhando para outros lugares durante a limpeza.

Com isso é aconselhável utilizar um espanador eletrostático, este método é muito eficiente. O espanador capturará os pelos e os pós evitando que se espalhem, ele facilita a limpeza e a remoção dos pelos e você ainda pode reutilizá-los mais de uma vez.

3) Pelos de cachorro nos carpetes e tapetes de área

bicarbonato de sodio

Geralmente carpetes e tapetes são um problema quando se trata do assunto, pois os pelos acabam grudando de um jeito que removê-los torna-se quase que impossível.

A dica nesse caso é que antes de fazer a limpeza dos tapetes ou carpetes, aplique neles bicarbonato de sódio. O bicarbonato fará com que os pelos do cachorro se desprendem das fibras, além de também desinfetar o local aplicado ao mesmo tempo.

Você ainda pode optar pela maneira tradicional, o bom e velho aspirador. O aspirador também consegue remover uma quantidade considerável de pelos que ficarem nos carpetes e tapetes.

Outra opção é usar rodos, vassouras, ou luvas de borracha, eles também costumam ser bastante eficazes para esse tipo de limpeza. Basta esfregar que eles removerão os pelos do cachorro com muita facilidade.

4) Pelos de cachorro na mobília

pano microfibra

Para lidar com a remoção dos pelos nas mobílias não-estofadas, tais como mobílias de madeira, laminado ou vidro, o método mais eficaz é a utilização de um pano de microfibra levemente umedecido com água.

Este tipo de pano possui uma carga eletrostática que irá atrair o cabelo, e o uso da água ajudará a torná-lo pegajoso, o que facilitará ainda mais. Quando o pano ficar cheio de pelo, você deve limpa-lo e repetir o processo até que tudo esteja limpo.

Mas não esqueça que é necessário umedecer o pano, se você utilizar muita água não irá funcionar, só vai deixar trilhas molhadas de cabelo espalhados pela mobília.

5) Pelos de cachorro nos móveis estofados

sofa

Já os móveis estofados você pode usar um item comum da limpeza doméstica, mas claro que você também ainda poderá utilizar o aspirador de pó, mas este outro método é ainda mais eficaz.

Geralmente uma esponja ou uma luva de borracha umedecida, ou até mesmo uma escova servirão. Basta esfregar o item na mobília para remover os pelos e ficar impressionado com o resultado.

6) Pelos de cachorro nos cobertores e camas do cachorro

cobertores

A cama do cachorro é um lugar onde ele fica na grande maioria do tempo, a dica para remover os pelos de lá é lavá-la regularmente, isso se aplica também aos cobertores. Fazendo isso você evitará o acumulo excessivo de pelos, além de sempre deixar o lugar de seu cachorro limpo.

Cada cama possui cuidados diferentes de lavar, basta olhar na etiqueta e seguir as instruções.

Conheça mais dicas para remover os pelos espalhados pela casa no vídeo a seguir (1:16):

 

Fonte:

http://cleanmyspace.com/pet-hair/