10 Passos Eficientes Para Você Parar de Fumar

Quem tenta parar de fumar sabe que não é tarefa fácil. Mas, os dados do Ministério da Saúde apontam esperança, já que segundo a pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, Vigitel, o percentual correspondente aos fumantes no Brasil foi de 16,2% em 2006 para 14,8% no ano 2012.

I) Siga a seguir 10 Passos Para Você Parar de Fumar:

parar-fumar-técnicas

1. FAÇA UM CALENDÁRIO 

Planeje suas ações com os métodos disponíveis a você.

2. MANTENHA-SE OCUPADO

Com outras coisas para tirar o cigarro da cabeça. Remova todos os objetos que lembrem o cigarro, como cinzeiros e isqueiros.

3. BEBA BASTANTE LÍQUIDO

Tenha por perto água ou sucos para tomar constantemente.

4. SEJA ATIVO

Caminhe ao invés de dirigir ou pegar um ônibus. Suba de escada ao invés de pegar elevador. Exercícios podem ajudar a relaxar e aumentar a sua moral.

5. PENSE POSITIVO

No começo, parar de fumar pode ser desagradável, mas é um sinal de recuperação para o corpo. Falta de concentração e irritação também são comuns nesse estágio.

6. MUDE A ROTINA

Evite ir a padaria que você está acostumado a comprar cigarros. Evite lugares como bar e pub que estejam cercados de fumantes. Faça algo que surpreenda a si mesmo.

7. SEM DESCULPAS

Não use boas ou más notícias para arranjar desculpa para dizer “só um cigarrinho”. Você nunca irá parar de fumar.

8. DÊ UM TRATAMENTO ESPECIAL A SI MESMO

Quando puder, invista o seu dinheiro que você costumava comprar cigarro, em algo especial que você goste.

9. COMA SAUDAVELMENTE

Não coma comidas gordurosas. Se você precisar de um lanche coma frutas, verduras ou qualquer tipo de alimentos saudáveis.

10. UM DIA DE CADA VEZ

Um dia sem cigarro é uma vitória para a sua saúde, sua família e, claro, o seu bolso.

II) Métodos que Auxiliam a Parar de Fumar

Agora que você Já tem os 10 passos para parar de fumar, vamos entender ainda mais sobre os métodos para parar de fumar.

Existem muitas maneiras que auxiliam a largar o fumo, da parada repentina até suporte de produtos com base em nicotina, as denominadas terapias de reposição.

E muitos fatores têm influência na seleção do método, sendo exemplo motivação, medos acerca de parar de fumar e ansiedade. O tratamento efetivo abrange a abordagem de 3 fatores, o físico, o psicológico e o comportamental.

Já que além de vencer a abstinência, como fator físico, é necessário quebrar o vínculo do cigarro das emoções como estar alegre de fator psicológico, e destruir o vínculo com hábitos como beber café, em relação ao fator comportamental. E apenas uma avaliação médica com critério consegue mostrar o tratamento adequado para cada indivíduo.

Os métodos disponíveis são o chiclete de nicotina, a pastilha de nicotina, adesivo de nicotina, spray nasal de nicotina, bupropiona, parada de modo abrupto, parada gradualmente e cigarro eletrônico.

O que acontece em seu corpo quando você para de fumar? Veja a seguir:

parar de fumar

Fonte:

http://www.mayoclinic.org/healthy-lifestyle/quit-smoking/in-depth/nicotine-craving/art-20045454

Esclerose Multipla: Causas, Diagnostico e Tratamentos

Esclerose múltipla, é uma doença crônica em que as células de defesa do organismo agridem o sistema nervoso central. Por essa razão, é categorizada por muitos como uma doença autoimune, sendo também uma das razões mais comuns de incapacidade neurológica que acomete jovens adultos. Um de seus atributos mais preocupantes, além da causa ainda desconhecida, sem dúvidas, é a ocorrência dos surtos, que são imprevisíveis.

Além disso, outro fator que pode dificultar um diagnóstico precoce, é o fato de que comumente, a fase inicial dessa doença apresenta sinais sutis, que muitas vezes podem passar despercebidos. Neste artigo, você conhecerá mais aspectos em torno da doença, o que é, tratamento, sintomas e muito mais. Confira a seguir.

O que é esclerose múltipla?

De acordo com o que foi citado anteriormente, a esclerose múltipla, é uma doença classificada como autoimune. Ao falar de uma enfermidade autoimune, trata-se de casos em que o sistema imunológico ataca células saudáveis do organismo, é o que ocorre em doenças como artrite reumatoide, lúpus, anemia aplástica, entre outros tipos.

A doença, também abreviada como EM, é inflamatória e crônica. Antes de compreender o que é a esclerose múltipla, é interessante entender o que ocorre na doença para que, de forma geral, acometa as funções motoras e sensitivas. Ao falar de esclerose múltipla fisiopatologia, a bainha de mielina é agredida pelo sistema imunológico. No entanto, você conhece esses termos? Confira a seguir uma breve explicação, para que seja possível entender claramente:

1) Sistema imunológico:

Através do sistema imunológico, o organismo reage todos os dias de ataques virais, bacterianos e de micróbios. Trata-se de uma barreira complexa, composta por diversas células com funções distintas, que visam assegurar a defesa do organismo;

2) Bainha de mielina:

Refere-se a um tipo de capa, sendo chamada também de revestimento ou envoltório, que envolve os axônios, promovendo proteção e uma condução mais rápida dos impulsos elétricos;

3) Axônios:

Os axônios são prolongamentos finos dos neurônios, é basicamente responsável pela condução dos impulsos nervoso do corpo celular para outros neurônios;

4) Neurônios:

São uma parte fundamental do sistema nervoso, são formados por soma, dendritos e o já citado anteriormente, axônio. São caracterizados por estabelecer conexões entre si, quando ocorrem estímulos externos ou internos, além da função de conduzir os impulsos nervosos para o cérebro;

5) Sistema nervoso:

De forma extremamente resumida, o sistema nervoso corresponde a basicamente, uma rede de comunicações do organismo, ou seja, é o regulador das atividades corporais. Ele é subdividido em três partes, Sistema Nervoso Autônomo, Sistema Nervoso Periférico e Sistema Nervoso Central.

Agora que essas partes já foram esclarecidas, é possível compreender a gravidade da esclerose múltipla. Nessa doença, a bainha de mielina é agredida pelo sistema imunológico, como será visto a seguir, a razão para esse acontecimento no sistema imunológico, ainda é desconhecida.

Dessa forma, com essa agressão, o sistema nervoso é comprometido e como consequência, a doença evolui causando lesões medulares e cerebrais. Por essa razão, os principais sintomas que surgem no decorrer da evolução da doença, estão ligados com a função motora e sensitiva. Existe mais de uma forma de evolução da esclerose múltipla, tais como:

  • Esclerose Múltipla Remitente Recorrente (EMRR): também chamada de surto remissão, esse é o tipo mais comum de esclerose múltipla, onde sua evolução é marcada por surtos repentinos com chances de recuperação, seja parcial ou total;
  • Esclerose Múltipla Primária Progressiva (EMPP): é uma forma mais silenciosa, onde a evolução ocorre com ausência de surtos. No entanto, isso não anula os sintomas progressivos, que são acumulados ao longo do tempo;
  • Esclerose Múltipla Secundária Progressiva: neste caso, o progresso da doença ocorre com sintomas progressivos e lentos, em que pessoas que tenham a EMRR inicialmente, podem evoluir e obter mais sintomas sem surtos após anos com a doença.

Quais são as causas?

Por mais que a esclerose múltipla seja alvo de estudos ao redor do mundo, a causa da doença ainda é desconhecida. No entanto, os avanços devido às pesquisas, proporcionam cada vez mais que os portadores tenham uma qualidade de vida melhor.

Conforme estudos já realizados sobre esclerose múltipla causas, aponta-se que a incidência é maior em mulheres de 20 a 30 anos, sendo mais comum nas que possuem pele branca e vivem em zonas temperadas. De acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM), estima-se que cerca de 35 mil brasileiros sejam portadores da doença.

Por outro lado, diversas pesquisas apontam que são imprescindíveis para o aparecimento da doença, fatores ambientais e genéticos. No entanto, ainda não há um resultado conclusivo em torno da causa exata da esclerose múltipla, nem mesmo afirmando com exatidão se a esclerose múltipla é hereditária.

Conheça os sintomas da esclero múltipla

Esclerose Multipla: Causas, Diagnostico e Tratamentos

De forma geral, a principio os indícios da esclerose múltipla surgem de maneira sutil, podendo aparecer com durações distintas em cada pessoa e são transitórios. É uma característica muitas vezes preocupante, afinal, pode levar a falta de atenção às primeiras manifestações da doença, dificultando um diagnóstico precoce.

Os sintoma são variados, acometendo funções consideradas básicas para o dia a dia, principalmente motoras, entre outras. Caso queira saber sobre esclerose múltipla sintomas mais comuns, confira a seguir:

  • Disfagia: refere-se a dificuldade de deglutinação, ou seja, a dificuldade de processar e engolir alimentos, sejam eles sólidos, líquidos ou pastosos;
  • Alteraçes na fala: lentidão, voz trêmula, palavras mais arrastadas e disartria, que consiste na dificuldade de usar adequadamente os músculos, principalmente pela sensação de fraqueza que os acometem;
  • Espaticidade: a espasticidade é uma condição que acomete os músculos, envolvendo hiperreflexia e hipertonia. Dessa maneira, é basicamente categorizada de forma coloquial como uma rigidez muscular;
  • Transtornos emocionais: a esclerose múltipla é uma doença capaz de comprometer seriamente os indivíduos, esse fator, consequentemente, é capaz também que ocorram sintomas ansiosos, depressivos, além do transtorno bipolar;
  • Fadiga: é um sintoma comum nos mais variados tipos de doenças, que causa uma sensação muitas vezes debilitante. As principais características da fadiga, são um cansaço desproporcional às atividades realizadas e com grande intensidade momentânea;
  • Transtornos cognitivos: sinais cognitivos também podem surgir, principalmente no que diz respeito a execução de tarefas e o processamento da memória. Mais dificuldade nesses dois aspectos podem tornar a doença ainda mais incapacitante;
  • Sexualidade: indícios que podem comprometer a vida sexual dos portadores podem aparecer, como a disfunção erétil, disfunção na sensibilidade do períneo e redução da lubrificação vaginal;
  • Transtornos visuais: a diplopia, caracterizada pela visão dupla e a visão embaçada, fazem parte do conjunto de indícios que podem surgir em pacientes com esclerose múltipla;
  • Problemas ligados a coordenação e equilíbrio: os principais sinais relacionados a dificuldades motoras e de equilíbrio são a instabilidade para andar, tremores, perda de equilíbrio, náuseas, vertigens, fraqueza generalizada, falta de coordenação e debilidade, que se caracteriza pela redução da resistência;
  • Parestesia: é um sintoma comum em diversas doenças, que se refere a uma sensação anormal e incômoda na pele. Essa sensação é capaz de assumir formas distintas, por exemplo, coceira, queimação, formigamento e dormência.

É indispensável citar que apesar do tratamento, a característica transitória dos sintomas permanecem. Por essa razão, uma de suas formas é classificada como uma doença remitente-recorrente. O importante é assegurar um tratamento adequado, para que seja possível amenizar a gravidade dos surtos imprevisíveis e retardar a evolução da doença.

O que são os surtos?

Como citado nos tópicos anteriores, uma das principais preocupações em torno da esclerose múltipla, é a ocorrência repentina de surtos. São episódios caracterizados pela manifestação mais evidente dos sintomas neurológicos da doença. É possível que dure apenas alguns dias ou semanas.

Como é o diagnóstico?

Naturalmente, assim como em outras doenças, um diagnóstico precoce pode ser decisivo. No entanto, os sintomas iniciais da esclerose múltiplo, não favorecem essa ocorrência. Por essa razão, é importante ter consultas médicas de forma regular e dar atenção caso apareça qualquer tipo de indício. No caso o diagnóstico da esclerose múltipla, uma das melhores opções, é recorrer a um neurologista, que poderá auxiliar na investigação do diagnóstico e na implementação de um tratamento adequado para o seu quadro e estágio da doença.

Esclarecer esclerose múltipla diagnóstico é muito importante, principalmente quando se leva em consideração que existem diversas doenças infecciosas e inflamatórias que apresentam sintomas semelhantes aos de EM. Para um diagnóstico preciso, podem ser solicitados exames neurológicos, físicos e laboratoriais, como a ressonância magnética e potencial evocado, que consiste em um tipo de teste neurofisiológico do sistema nervoso para avaliar possíveis disfunções.

Existe tratamento?

Esclerose Multipla: Causas, Diagnostico e Tratamentos

Esclerose múltipla tem cura? Não, porém, se você quer saber sobre esclerose múltipla tratamento, é interessante ressaltar que por mais que não tenha cura. No entanto, o tratamento pode ocorrer de diversas maneiras, reunindo intervenções favoráveis para cada quadro. De forma geral, o tratamento busca aliviar os sintomas, prevenir novos surtos ou aumentar o espaço de tempo entre eles, entre outros.  A seguir, veja algumas das opções que podem ser exploradas.

1) Medicamentos

Em grande parte dos casos, o tratamento é essencialmente medicamentoso. Cada vez mais surgem opções de remédios para auxiliar nesse processos, como:

  • Imunossupressores: são medicamentos que visam amenizar a eficiência do funcionamento do sistema imunológico. Alguns exemplos são o gilenya, ciclofosfamida e a azatioprina;
  • Imunomoduladores: visam realizar “ajustes” em determinados aspectos do sistema imunológico, seja alterando a forma de comportamento, aumentando ou diminuindo. Dessa maneira, atua de formas específicas. O Copaxone e o Avonex, são dois medicamentos injetáveis dessa categoria. Acredita-se que os imunomoduladores tenham o potencial de influenciar na progressão da doença;
  • Pulsoterapia: é uma opção de tratamento para os surtos da esclerose múltipla. Nesse caso, são usados corticosteroides, sendo o mais comum a metilprednisolona. A administração do medicamento, geralmente é intravenosa com gotejamento, porém, pode ser recomendado após esse processo, o uso via oral da prednisona.

Efeitos colaterais

Sabe-se que muitos medicamentos apresentam efeitos colaterais. Não é diferente no que diz respeito às opções anteriormente citadas. É possível que no início ou durante a medicação, o paciente sinta dores musculares, fadiga, febre, entre outros efeitos colaterais. Por essa razão, é importante ficar atento e sempre conversar com o médico responsável pelo seu tratamento por esclarecer dúvidas e ver as opções de remédios.

2) Transplantes

Essa é uma opção menos comum, geralmente o transplante de medula óssea é recomendado em casos extremamente específicos. O transplante autológico de células-tronco consiste em reinfundir essas células, ajudando na recomposição do sistema imunológico. Um dos principais riscos que envolvem esse método, é o fato de que, para o transplante, é necessário que o sistema imunológico seja suprimido antes de se recompor, ou seja, há um risco grave de infecção.

3) Outras alternativas

Para complementar o processo de tratamento, principalmente visando o alívio dos sintomas que interferem na qualidade de vida, outras alternativas podem ser exploradas. Confira a seguir as principais:

  • Neurorreabilitação: visa amenizar os sintomas neurológicos e proporcionar um maior suporte na adaptação e recuperação de fatores como a espaticidade, que consiste na alteração que acomete os músculos, causando maior rigidez e dificuldade nos movimentos;
  • Psiquiatria: voltada para pacientes com sintomas depressivos, ansiosos e com o transtorno de humor. Em alguns casos, consultas com psicólogos também podem ser recomendadas e beneficiar os pacientes;
  • Fisioterapia: a fisioterapia pode ser vantajosa para diversos fatores, tanto para amenizar dores, quanto para a adaptação e recuperação ligados aos movimentos, já que a esclerose múltipla pode comprometê-los.

Saiba mais sobre as doenças autoimunes

Conforme citado anteriormente, a esclerose múltipla é considerada uma doença autoimune, que é caracterizada pelo ataque do sistema imunológico ao organismo. Para ressaltar e proporcionar um melhor esclarecimento, o sistema imunológico é composto por diversas células com funções distintas de proteção contra ações bacterianas, virais e de micróbios.

Por essa razão, doenças autoimunes podem comprometer seriamente os portadores e em muitos casos, deixar sequelas que comprometem o dia a dia.  Em relação ao diagnóstico, muitas vezes é preciso realizar mais de um tipo de exame, principalmente quando se leva em consideração que podem ser confundidas com outros tipos de doenças e até mesmo com outras enfermidades autoimunes.

Ainda mais, a mesma doença pode se apresentar de forma distinta em cada pessoa, algumas delas são assintomáticas, o que só reforça a necessidade de realizar exames médicos regulares. Mesmo entre todas as distinções, algo é comum nessas doenças: o sistema imunológico sofre uma disfunção, que faz com que ele ataque o próprio corpo ou células de um órgão específico que deveria proteger.

Para a maioria dos casos, as causas são desconhecidas e são condições sem cura. No entanto, ainda assim é indispensável ter um tratamento adequado, principalmente para que seja possível regredir a evolução da doença e amenizar os sintomas que estão presentes. A seguir, conheça as doenças mais comuns que possuem essa característica:

1) Lúpus

O nome completo dessa doença, é lúpus eritematoso sistêmico, trata-se de um distúrbio crônico, onde o sistema imunológico agride os tecidos do organismo, acometendo diversas áreas, como rins, cérebro, pulmão, pele e articulações. A maior incidência dessa doença, é a partir dos 20 anos e estima-se que as mulheres sejam as mais afetadas.

As pessoas acometidas, dependendo do quadro e tipo de tratamento realizado, em geral, conseguem ter condições razoavelmente normais de vida, por isso que é fundamental sempre ter acompanhamento médico e não negligenciar os sintomas. Os indícios do lúpus são variados, podendo incluir fadiga, febre, dores nas articulações, úlceras, perda de peso, sensibilidade à luz, entre outros.

2) Doença de Crohn

Trata-se de uma enfermidade que acomete severamente o sistema digestivo, em especial, o cólon e a parte inferior do intestino delgado. Todas as camadas que se referem a parede intestinal são comprometidas, por exemplo, a mucosa e a submucosa. Assim como em diversas doenças autoimunes, a causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que fatores genéticos e ambientes estejam envolvidos na desregulação do sistema imunológico.

Apesar da possibilidade de atingir qualquer idade, aponta-se que a incidência da doença de Crohn seja maior entre os 20 e 40 anos, além disso, acredita-se que afeta os dois sexos igualmente, diferentemente de outras doenças, como o lúpus, onde as mulheres são mais acometidas. Os principais sinais que surgem devido à esta doença, são dores abdominais, diarreia, perda de peso, espasmos, inchaço, perda de apetite e anemia. Medicamentos são utilizados visando retardar a evolução da doença, já que não tem cura.

3) Psoríase

Trata-se de uma doença que acomete essencialmente a pele, onde se aponta também uma disfunção no sistema imunológico. É uma enfermidade que pode afetar todas as idades, porém, é mais incidente antes dos 30 anos e após os 50 anos. A ocorrência em crianças fica em torno de 15%. Como dito anteriormente, a pele é afetada, dessa forma, a doença se caracteriza principalmente por lesões avermelhadas e a presença de descamação.

A psoríase é classificada de acordo com os atributos e regiões afetadas pelas lesões, podendo ser vulgar, invertida, eritrodérmica, gutata, artropática, postulosa, inguel e palmo plantar. A principal variação é no tamanho das lesões, algumas, como a psoríase vulgar, apresentam lesões de tamanhos variados, já em outras, há ocorrência de lesões com pus (postulosa), pequenas (gutata), em formas de fissura (palmo-plantar) e úmidas (invertida).

4) Vasculite

Primeiramente, é importante citar que o termo vasculite, é utilizado para se referir a um grupo de doenças distintas, mas que possuem algo em comum: um processo inflamatório que acomete a parede dos vasos sanguíneos. As principais complicações são o enfraquecimento da parede, alterações na estrutura, formação de hemorragias e a ausência do sangue necessário para os órgãos que são irrigados pelos vasos que foram acometidos.

As vasculites primárias são mais raras e apresentam uma agressão direta dos vasos sanguíneos, acredita-se que a disfunção dos sistema imune esteja envolvida. Já as vasculites secundárias, apresentam uma doença base como desencadeadora, por exemplo, a artrite reumatoide, esclerodermia e o lúpus. Lembrando que pode acometer qualquer vaso do organismo, seja de mulheres ou homens. Os sintomas, dependem da localização afetada, podendo incluir de forma geral, fadiga, febre, dores nas articulações e irritação na pele.

5) Doença de Graves

A doença de Graves, também conhecida como doença de Basedow-Graves, é caracterizada por um distúrbio do sistema imunológico que acomete a glândula tireoide, resultando na produção excessiva de hormônios. É interessante ressaltar que essa glândula, é indispensável para promover um maior equilíbrio das funções do organismo.

Apesar da possibilidade de acometer todas as idades, essa doença é mais incidente em mulheres com menos de 40 anos. Os sintomas, geralmente incluem tremores, sensibilidade ao calor, ansiedade, perda de peso, aumento da tireoide, olhos inchados, entre outros. Geralmente, é diagnosticado por alterações no volume da tireoide e pela quantidade excessiva de hormônios, por isso que exames laboratoriais são necessários nesses casos.

6) Artrite Reumatoide

Essa enfermidade também é conhecida por poliartrite crônica evolutiva e acomete principalmente as articulações. Dessa maneira, os sinais que acompanham a doença, são principalmente rigidez, dores nas juntas e inchaço. As áreas mais afetadas são os tornozelos, joelhos e as mãos. Por essa razão, é uma doença com potencial incapacitante, pois pode resultar em limitações na movimentação.

Aponta-se que seja uma doença de maior incidência em mulheres na faixa dos 30 aos 50 anos. O diagnóstico precoce e tratamento adequado são indispensáveis, pois aumentam as chances de evitar complicações como o retardamento da degeneração que pode acometer as artérias e até mesmo os ossos. Para “frear” o progresso, geralmente são utilizados medicamentos e a fisioterapia.

7) Diabetes tipo 1

Sabe-se que o termo diabetes refere-se a um grupo de doenças, no caso do diabetes tipo 1, a produção de insulina pelo pâncreas é pouca ou ausente. A incidência é maior na adolescência, mas pode acometer todas as idades, principalmente entre os 15 aos 60 anos. Apesar de não ter cura, assim como diversas outras doenças apresentadas neste artigo, o tratamento visa amenizar o quadro, com a manutenção dos níveis de açúcar no sangue, que pode incluir insulinoterapia e mudanças de hábitos.

De forma geral, os sintomas geralmente incluem náuseas, vômitos, dor de cabeça, sonolência, fadiga, visão turva, fome excessiva e micção frequente. Como foi visto, os sintomas são diversos, podem parecer simples e são comuns em diversas condições, desde resfriados e gripes, até outras doenças mais sérias. Por essa razão, é importante não negligenciá-los e buscar sempre orientação médica.

8) Tireoidite de Hashimoto

A tireoidite de Hashimoto, também é uma doença que recebe o nome de tireoidite linfocítica crônica. Ela também faz parte da lista de doenças autoimunes, nesse caso, a disfunção do sistema imunológico, acomete a tireoide, onde anticorpos agem contra as células dessa importante glândula, provocando graves agressões que comprometem a sua atividade parcialmente ou totalmente.

Por observar uma maior ocorrência em pacientes com essa enfermidade no histórico familiar, acredita-se que fatores genéticos estejam envolvidos. A maior incidência é notada em mulheres e todas as idades podem ser afetadas. Os sinais geralmente envolvem fatores como a fadiga, ganho de peso, rigidez nas articulações, maior ritmo cardíaco, aumento da tireoide, secura na pele e constipação.

Geralmente, o tratamento incluem principalmente hormônios, acredita-se que para maior eficácia, é importante ter um acompanhamento médico regular, para medir os níveis dos hormônios. A quantidade da suplementação dependerá do quadro da doença, principalmente do estágio em que está.

9) Síndrome de Goodpasture

A sindrome de Goodpasture, também é chamada de Síndrome de anticorpo antimembrana basal. É uma doença rara e muito específica, onde ocorre basicamente uma hemorragia que acomete os pulmões e insuficiência renal progressiva. Para o diagnóstico, geralmente são necessários exames laboratoriais de amostras de sangue e urina, além de uma radiografia torácica.

Em relação aos sintomas, englobam a falta de ar, fadiga, febre, expectoração de sangue e uma perda de peso inexplicável. É indispensável buscar orientação médica o mais rápido possível, pois os sintomas podem se agravar de forma rápida, além de seres indícios graves. O tratamento visa amenizar os sintomas e regredir o estágio da lesão que acomete os rins e os pulmões, para isso, normalmente são utilizados ciclofosfamida e corticosteroides.

10) Miastenia grave

Trata-se de uma condição rara, que também recebe o nome de Myasthenia gravis. Existem duas formas da doença, a autoimune e a congênita. No caso da autoimune, o distúrbio que acomete o sistema imunológico acomete a placa motora que desempenha a importante função de transmitir os estímulos nervosos que fazem com que o músculo se contraia.

Dessa maneira, uma das principais características da doença, é o enfraquecimentos dos músculos, já que a transmissão dos impulsos nervosos é acometida. Os principais sintomas, além da fraqueza muscular, envolve dificuldade para mastigar e engolir, pálpebras caídas, visão dupla (diplopia), fadiga extrema e falta de ar. Os sintomas podem variar de intensidade, dependendo do quadro de cada paciente.

As formas de tratamento podem ser distintas, dependendo do estágio da doença e a forma em que ela está se desenvolvendo e afetando cada indivíduo. Geralmente, pode envolver o uso de corticoides, fortalecedores musculares, transfusão de sangue e em alguns casos, uma cirurgia chamada timectomia.

11) Penfigoide bolhoso

No caso do penfigoide bolhoso, a disfunção do sistema imunológico consiste na agressão da pele, tendo como consequência, o surgimento de bolhas, geralmente grandes e áreas inflamadas na pele. Outros sintomas que podem surgir, são a coceira e vermelhidão.

Para o diagnóstico, os médicos examinam amostras da pele para ter um resultado preciso e estabelecer o tratamento mais adequado. Normalmente, o tratamento inclui cremes corticoides e medicamentos que reduzem a atividade do sistema imunológico, que são chamados de imunossupressores.

12) Síndrome de Sjögren

Essa doença também é conhecida como síndrome seca, exocrinopatia autoimune e Síndrome de Goujerot-Sjögren. Sua principal característica é a secura, pois o distúrbio que afeta o sistema imunológico, faz com que as glândulas exócrinas sejam acometidas. Essas glândulas são responsáveis por secretar fluídos para o exterior ou interior do corpo.

Aponta-se que a princípio, as células epiteliais das glândulas salivares e lacrimais são afetadas, geralmente, a progressão é lenta e contínua. Dessa maneira, é importante ter um tratamento adequado para retardar o agravamento do processo inflamatório, que pode acometer diversos órgãos e complicações graves, como o surgimento de linfomas.

Por mais que casos em crianças e adolescentes sejam mais raros, a doença pode acometer todas as idades, porém, a incidência é maior em mulheres acima dos 40 anos. O tratamento, em grande parte dos casos, é sintomático e dependerá de cada médico avaliar o quadro dos pacientes para estabelecer o que é mais indicado, geralmente incluem corticosteroides, uso de colírios, analgésicos, entre outras opções.

13) Doença celíaca

Conhecida também como enteropatia sensível ao glúten, trata-se de uma doença comum, que se caracteriza pela reação imunológica à ingestão de glúten, que está presente em diversos tipos de alimentos. Nesse caso, a parede interna do intestino delgado é acometida, levando a redução da capacidade de absorção dos nutrientes.

Os sintmas geralmente envolvem prisão de ventre, anemia, sensação de estufamento, desconforto, diarreia e dores. Pode acometer todas as idades, apresentando sintomas iniciais na infância. O tratamento, geralmente consiste em uma mudança na dieta, para controlar o progresso da doença e sintomas, auxiliando, dessa forma, em uma possível recuperação intestinal.

14) Anemias

A anemia é um termo que se refere à uma variedade de doenças que são caracterizadas por valores abaixo do normal da concentração de hemoglobina, causando a redução no fluxo de oxigênio para os órgãos. Dessa maneira, existem tipos variados de anemia, duas das consideradas autoimunes, são a anemia aplástica e a anemia hemolítica autoimune, que serão apresentadas a seguir:

Anemia aplástica: é uma condição muito rara, onde se aponta que a disfunção do sistema imunológico acomete a medula óssea, causando redução na quantidade de células sanguíneas novas. É um quadro potencialmente fatal, que pode incluir em seus indícios sangramento, aceleração no ritmo cardíaco, fadiga e infecções frequentes;

Anemia Hemolítica autoimune: nesse tipo de enfermidade, o sistema imunológico produz anticorpos que agem contra os glóbulos vermelhos. Acredita-se que as mulheres sejam mais afetadas por essa condição, que se divide principalmente em dois grupos, a anemia hemolítica por anticorpos quentes e a anemia hemolítica por anticorpos frios. Em ambos os casos é possível que não ocorram indícios, porém, em outros, as pessoas podem ter palidez, falta de ar e desconforto.

15) Alopecia areata

Aponta-se a alopecia areata como uma enfermidade autoimune, onde o sistema imunológico age contra os folículos pilosos. A principal característica dessa condição é a queda repentina de cabelo, com uma ou mais áreas calvas, geralmente com formas circulares. Normalmente, as áreas são bem delimitadas e por mais que em diversos casos sejam assintomáticas, algumas pessoas podem ter a sensação de queimação.

O tratamento pode envolver injeções de derivados de cortisona, mas vária muito de cada caso, podendo ser necessário também o uso de cremes. No entanto, em alguns casos, pode não ocorrer resposta e a doença pode regredir de forma espontânea, mesmo que seja algo mais incomum.

16) Febre reumática

Trata-se de uma doença de caráter autoimune, que pode acometer todas as idades, apresentando uma maior incidência em crianças e jovens. É provocada pela bactéria estreptococo e tem caráter autoimune, acredita-se que quanto mais jovem o portador, maiores são as chances de a enfermidade deixar sequelas severas.

Os sintomas, geralmente envolvem dor nas juntas, manchas com aspecto avermelhado, inflamação no músculo do coração, nódulos subcutâneos, febre baixa, entre outros. O tratamento pode incluir repouso absoluto e uso de medicamentos, porém, quando ocorre o acometimento severo cardíaco, as intervenções médicas de tratamento podem ser mais agressivas.

Outros tipos de doenças autoimunes são degeneração cerebelosa paraneoplásica, bronquiolite obliterante idiopática, artrite reactiva, cirrose biliar primária, colangite esclerosante primária, colite ulcerativa, fibrose pulmonar idiopática, granulomatose de Wegener, entre muitos outros tipos. Estima-se que a lista seja extensa, por esse motivo, ter um médico de confiança e obter um diagnóstico preciso é tão importante para ter o tratamento certo.

Por mais que as principais causas não sejam conhecidas em diversos quadros de doenças autoimunes, é interessante observar que fatores hereditários são apontados e levados em consideração em alguns casos. Dessa maneira, ao ter no histórico familiar uma doença autoimune, é importante relatar ao médico, principalmente se ocorrer dificuldade para esclarecer e encontrar um diagnóstico.

O uso de imunossupressores, que reduzem a eficiência das atividades desempenhadas pelo sistema imunológico, são geralmente usados para o tratamento dessas doenças. No entanto, é interessante ressaltar que é preciso ter cautela, pois esses tipos de remédios podem causar efeitos secundários, deixando o organismo mais vulnerável a processos infecciosos.

Outro fator importante a ser citado, é que geralmente, as doenças autoimunes são categorizadas como específicas de órgão e como não específicas de órgão. Sendo assim, em alguns casos o processo autoimune originado da disfunção do sistema imunológico acomete apenas um único órgão, por exemplo, na tireoidite de Hashimoto, onde que o a tireoide é acometida. Já em outros casos, o sistema imunológico agride e gera lesões em diversos tecidos e órgãos.

Principais pontos a serem ressaltados sobre a Esclerose Múltipla

De acordo com o que foi apresentado neste artigo, a esclerose múltipla é uma doença inflamatória crônica, categorizada como autoimune, já que se caracteriza pela agressão do sistema imunológico a fatores relacionados com o sistema nervoso. Dessa forma, os principais sintomas que surgem, estão ligados a problemas de coordenação, visão e equilíbrio.

Por ser uma doença com potencial alto de severidade, muito se especula a respeito, o que só reforça a necessidade de se informar corretamente, evitando assim, pensamentos equivocados e compartilhamento de informações falsas. Sendo, nesse contexto é indispensável reforçar algumas informações a respeito da doença, desmitificando alguns desses pensamentos equivocados que já surgiram a respeito, tais como:

A esclerose múltipla pode matar? Sim, mas apesar de ser muitas vezes grave e ter a possibilidade de levar a óbito, a esclerose múltipla não é necessariamente uma doença mortal;

Não se trata de uma doença mental;

A esclerose múltipla não é uma doença contagiosa, por isso, ao se relacionar com um portador ou falar a respeito, não há motivos para demonstrar medo de contágio;

Algumas pessoas acreditam que os portadores de esclerose múltipla automaticamente estão condenados ao uso da cadeira de rodas. Não é dessa forma que funciona, é verdade que problemas na mobilidade podem surgir, mas não são todos os portadores que chegam a necessitar no decorrer da doença;

Uma vez que não se sabe ao certo as causas da doença, não são considerados meios exatos de prevenção;

Portadores da doença podem trabalhar,ao contrário do que muitos pensam, muitos conseguem ter qualidade de vida após o diagnóstico, porém, para isso, o tratamento e adaptação são necessários;

Conforme foi apresentado no texto, ainda não tem cura, porém, o tratamento é capaz de desacelerar a evolução da doença e amenizar os sintomas presentes. É indispensável se ater as orientações médicas para assegurar as chances de levar uma vida o mais normal possível.

Convivendo com a Esclerose Múltipla

Tanto a Esclerose Múltipla, como outras doenças, em especial as autoimunes, são capazes de causar um grande impacto no dia a dia dos portadores. Muitas vezes, o bem-estar psicológico e principais limitações que surgem, não são levados em consideração. Afinal, o portador, muitas vezes tem sua vida completamente mudada, em prol de se adaptar e recuperar o que for possível de sua saúde e funções desempenhadas.

No caso da EM, os indivíduos podem sofrer grande influência não apenas pela doença, como também pelos fortes efeitos colaterais que podem acompanhar os medicamentos consumidos para o tratamento da doença. Dessa maneira, não só a área física, como também a psicológica e como consequência a social e econômica podem ser afetadas.

A depressão, por exemplo, pode surgir no início ou nos anos posteriores ao diagnóstico de esclerose múltipla. Acredita-se que os quadros depressivos estejam mais ligados a incapacidade funcional que acomete parte dos portadores da doença, não ao sexo, idade ou ao tempo de convívio com a esclerose múltipla.

Naturalmente, a forma como a depressão surge nos portadores de EM pode apresentar certas peculiaridades, por essa razão, pode ser confundida por causa de fadiga e alterações cognitivas. A atenção aos sintomas e principalmente, intensidade deles, tanto físicos quanto psicológicos deve existir, para que o tratamento realizado busque abranger o que de fato está ocorrendo.

Os estudos sobre os impactos psicológicos, como a depressão ou transtornos de humor, ainda são escassos. No entanto, há muitos anos sabe-se que a doença acaba por estar correlacionada com esses distúrbios. Por essa razão, um acompanhamento médico frequente e completo, é indispensável para que seja possível amenizar os sintomas e tratar de forma eficaz distúrbios subjacentes que possam surgir.

É preciso não apenas dar suporte ao ter portadores próximos, por exemplo, na família, como também buscar informação da melhor forma possível, evitando principalmente os pensamentos errôneos que foram citados no tópico anterior. Afinal, esses julgamentos errados, podem piorar o quadro psicológico do portador e facilitar o compartilhamento de informações falsas.

Fonte:

http://www.webmd.com/multiple-sclerosis/

Saiba Tudo Sobre a Asma

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias respiratórias, que se caracteriza pela redução ou obstrução no fluxo respiratório. Geralmente, tal redução é reversível de forma espontânea ou em alguns casos é necessária à utilização de medicações, porém ela pode se tornar irreversível.

Basicamente, o pulmão de um asmático é muito mais sensível do que um pulmão saudável, ou seja, ele reage aos menores fatores de irritações. Por exemplo, pulmões saudáveis sofrem falta de ar quando estão expostos a um grande fator de irritação, como um incêndio, o organismo desta pessoa identifica os agentes causadores fazendo com que a musculatura que existe em volta do brônquio se contraia, impedindo assim a passagem do ar. O mesmo acontece com o pulmão asmático, porém os gatinhos causadores são menos intensos, como a poeira.

1) Quais são as causas da Asma?

Asma – Causas, Sintomas e Tratamento 1

A) Substâncias e agentes alérgenos – uma grande parte dos asmáticos sofre com crises por conta da exposição a alguma substância, normalmente, transportada pelo ar, como poeira, ácaros, mofo entre outras. Substâncias químicas, como tintas para cabelo e desinfetantes também podem desencadear uma crise.

B) Alimentação – há determinados tipos de alimentos que podem causar crises de asma, nesses casos é fundamental observar quais são e eliminar ou reduzir drasticamente o consumo destes. Os alimentos mais comuns são: ovos, leite de vaca, soja, trigo, peixe, camarão entre outros.

C) Asma induzida por exercícios – é muito normal, pessoas que possuem asma sentir certa dificuldade para realizar exercícios, porém algumas pessoas que não possuem histórico asmático pode apresentar os sintomas durante a execução dos exercícios. Nesse caso, é muito comum o médico receitar um broncodilatador para evitar que tais sintomas apareçam.

D) Asma ocupacional – esse tipo de asma se caracteriza pela reação ao local de trabalho, normalmente o ambiente possui exposição a agentes químicos ou substâncias alérgenas, como por exemplo, usinas, criadores de animais, pintores, marceneiros entre outros. Em situações como essa, a asma só se manifesta nos dias em que se frequentou o local de trabalho.

E) Asma Noturna – a asma por ser fortemente influenciada pelo ritmo circadiano, portanto durante o sono as chances de sofrer uma crise de asma são muito maiores. Podendo ser causada até pelo resfriamento das vias aéreas.

F) Mudanças de temperatura – a mudança de temperatura é muito agressiva para quem tem problemas respiratórios, além da asma outras doenças se agravam, como a renite ou a tosse.

2) Quais são os sintomas da doença inflamatória crônica?

Asma – Causas, Sintomas e Tratamento 2A maioria dos indivíduos com a doença podem passar longas fases sem nenhum sinal de sintoma, intervaladas com crises em situações de exposição ao determinado agente. Porém, algumas pessoas apresentam a deficiência respiratória quase de forma crônica, com certos episódios de maior gravidade em alguns períodos.

Há uma classificação nos níveis de asma conforme a sua frequência, de casos onde existem crises uma vez ao mês até pessoas que sofrem com elas durante todo o dia, e principalmente a noite.

Os ataques da doença podem ter duração de minutos ou dias e podem ser perigosos se o fluxo de ar permanecer bastante restrito. São sintomas a deficiência respiratória que fica pior com exercícios ou atividades, a tosse com ou sem produção de escarro que é o muco, e ainda o repuxar da pele entre costelas quando se respira, as retrações intercostais.

A respiração ofegante surge em episódios com fases intercaladas sem sintomas; pode ser pior pela noite ou no começo da manhã. Pode desaparecer por si; melhora na situação de uso de medicamentos que abrem as vias respiratórias. E piora com azia, refluxo, exercício e quando se inspira ar frio. E no geral, inicia repentinamente.

3) Existem tratamentos para asma?

Asma – Causas, Sintomas e Tratamento 3

A prevenção e controle são o segredo para impedir que ataques da doença iniciem. As medicações de utilização contínua têm função para minimizar sensibilidade e inflamação, que são sujeitos os brônquios do indivíduo asmático, fazendo com que haja reação dos pulmões com menos intensidade para agentes irritantes, sendo exemplo ácaros e poeira.

E não como os broncodilatadores, que somente revertem o quadro da contração do brônquio, os medicamentos contínuos têm funcionamento para evitar que tais reações ocorram.

Para classificação da gravidade da própria asma, o médico leva em conta a análise clínica junto com resultados dos exames. Apontar a gravidade da asma ajuda o médico a selecionar o tratamento ideal. A doença tem classificação em 4 categorias gerais.

Porém, o indivíduo asmático precisa saber que há uma necessidade de cuidados maiores com o ambiente onde este passa mais tempo, já que muitos agentes causadores podem ser eliminados com uma limpeza constante.

Outro ponto importante para o tratamento da asma, é a identificação dos agentes causadores, pois nada mais eficiente do que a prevenção e a redução de contato com tais agentes, diminuindo assim as chances de crises.

 

Fonte

http://www.webmd.com/asthma/ss/slideshow-asthma-overview

Anorexia – Saiba as Causas, Sintomas e Tratamentos para Recuperar!

Anorexia se resume ao distúrbio alimentar que gera perda de peso acima do que é compatível à idade e altura. Trata-se de um problema que gera distorção da autoimagem, fazendo com que o indivíduo não se aceite e entre numa batalha infindável contra o seu próprio peso. Nesse caso, o anorexo não consegue se enxergar verdadeiramente como ele é, e acaba se vendo muito mais gordinho do que a realidade de fato se mostra.

E é justamente o fato de acreditar que é necessário emagrecer, quando na verdade não existe essa necessidade, que leva o indivíduo a sofrer distúrbios na alimentação que o leva a perder muito peso, deixando de ser saudável. Essa situação também pode provocar quando de estresse na pessoa que acaba sofrendo com essa doença.

A complexidade da Anorexia é tamanha. O distúrbio está ligado com diversos fatores que vão desde a problemas ligados ao psicológico, até problemas fisiológicos e sociais. Em alguns casos, o anorexo acaba desenvolvendo também problemas com bulimia, que consiste no ato de comer e logo em seguida estimular o vômito, com a mesma intenção da anorexia: Não engordar.

Para se ter uma ideia, o medo existente de ganhar peso no caso dessas pessoas é muito grande. E é tão grande que elas são capazes de fazer qualquer coisa para não engordarem, o que leva a diminuição total ou parcial da alimentação.

Os riscos que a enfermidade pode proporcionar são sérios, uma vez que o organismo passa a sofrer com deficiência de nutrientes e inclusive de calorias. Dessa forma, o paciente diagnosticado pode chegar a um quadro de desnutrição e desidratação graves, correndo risco grave de perder a própria vida.

O que Causa Anorexia?

A anorexia se resume ao distúrbio de imagem, em que o paciente não é capaz de aceitar o próprio corpo da maneira como ele é. A pessoa tem a impressão de que se encontra acima do peso, em categorias acima da realidade. Esta situação pode ocasionar quadro de ansiedade, que leva o indivíduo a procurar formas bruscas e rápidas de emagrecer.

O motivo exato da anorexia é ainda não conhecido, porém é tido que fatores biológicos, ambientais e psicológicos estejam relacionados em causas possíveis para o problema. Para que você possa ter conhecimento dos principais fatores ligados ao desenvolvimento da anorexia, destacamos a seguir os mais comuns:

  • Hábitos de dietas constantes e malucas ou problemas com transtornos alimentares;
  • Doenças psicológicas das quais enfatizamos: a ansiedade, a depressão, o transtorno de bipolaridade, de personalidade e o transtorno obsessivo compulsivo;
  • Casos de anorexia registrados na família ou de qualquer outro transtorno alimentar (lembrando que os adolescentes têm maior tendência a desenvolver distúrbios na alimentação;
  • Casos de abuso sexual e físico registrados no histórico do indivíduo, ou recentes traumas e estresses pós-traumáticos. Poucos sabem que quando o estresse se desenvolve para um nível crônico, ou alguns acontecimentos geradores de trauma, podem contribuir significativamente para o surgimento de problemas que abalem a autoestima e a socialização de uma pessoa, provocando o aparecimento de Depressão, sentimentos de vergonha, falta de segurança e muitos outros aspectos negativos que podem induzir ao desenvolvimento de uma anorexia;
  • Uso abusivo de substâncias prejudiciais das quais damos destaca as bebidas alcoólicas, drogas como a maconha, medicamentos de caráter controlado e diversas outras drogas ilícitas.

Quais são os Sintomas?

Os sintomas principais que a pessoa com anorexia apresenta são recusa a manter o peso que é recomendado ou aceitável em relação à própria idade e altura. No geral, indivíduos com anorexia estão ao mínimo, 15% para baixo do peso normal. Além disso, as mulheres podem ter o fluxo menstrual interrompido por 3 ou mais ciclos.

O indivíduo apresenta grande medo de ganhar peso, ou estar acima do peso adequado, mesmo estando abaixo do peso ideal. Possuir imagem corporal bastante distorcida, ter muito foco no peso ou na forma corporal, e a recusa para admitir a gravidade do emagrecimento compõem outro sintoma.

Outros sintomas:

  • Perda excessiva de peso
  • Aparência fina
  • Contagens de sangue anormais
  • Fadiga
  • Insônia
  • Tonturas ou desmaios
  • Cabelo desnutrido e quebradiços
  • Constipação
  • Pele seca ou amarelada
  • Sensibilidade ao frio
  • Batimento cardíaco irregular
  • Pressão sanguínea baixa
  • Desidratação
  • Osteoporose
  • Inchaço dos braços ou pernas

Qual o profissional indicado para a realização do diagnóstico?

Como estamos lidando com um distúrbio de caráter complexo, para que o paciente receba o melhor tratamento e um diagnóstico preciso é necessário um grupo composto por profissionais de diversas áreas. Em primeira instância o indicado é ir em busca de um médico endocrinologista. Quem de fato irá fazer o diagnóstico e orientar quanto ao tratamento adequado será:

  • O psicólogo;
  • O nutricionista;
  • E os profissionais que possuam especialidade na questão de problemas com distúrbios ligados a alimentação.

Além disso, vale enfatizar que o clínico geral também tem a capacidade de diagnosticar a anorexia e quanto mais cedo for esse diagnóstico, maiores são as chances do paciente conseguir melhorar.

Como o diagnóstico é feito?

Com relação ao processo de diagnóstico, primeiramente o profissional costuma realizar um exame físico no indivíduo, onde se avalia fatores como altura e peso, sinais vitais e investiga-se um possível quadro de desnutrição, avaliando se existem sinais aparentes na região das unhas e da pele.

Depois desse primeiro passo, é solicitado a realização de exames laboratoriais, que objetivam analisar se o fígado, os rins e a tireoide estão funcionando de forma eficiente. Orienta-se também iniciar-se um acompanhamento regular com um profissional da área psicológica.

Os aspectos ligados ao emagrecimento e possíveis atrofias nos músculos não são condições isoladas para se diagnosticar uma anorexia. Tais fatores também podem ser sinais da existência de problemas como:

  • Doença de Addison;
  • Doença Celíaca;
  • Doenças que provocam inflamação na Região do intestino.

Existem também outros tipos de exames que podem contribuir ainda mais para descobrir possíveis causas que justifiquem a perda de peso ou ainda a analisar os danos possíveis que o acontecido provocou na saúde de uma pessoa. Além disso, tais exames podem ser realizados com periodicidade, a fim de acompanhar o quadro clínico do indivíduo. Dentre tais exames estão: a albumina. A densitometria dos ossos (que permite descobrir se existe um quadro de osteoporose), exame de sangue completo, eletrocardiograma, eletrólitos, teste para verificação do bom funcionamento dos rins, teste de função hepática, de tireoide, exame de urina e proteína total.

Além disso, sempre é observado os usuais comportamentos do indivíduo, desde os seus hábitos de alimentação prejudiciais, prática excessiva de atividade física, obsessão por dieta, casos eventuais de compulsão por alimentos e possível consumo de purgantes.

Anorexia Pode Causar Sintomas Emocionais e Comportamentais?

Sintomas comportamentais de anorexia podem incluir tentativas de perder peso restringindo severamente a ingestão de alimentos através de dieta ou jejum e exercício excessivo. O indivíduo pode causar vômitos e usar laxantes para se livrar dos alimentos.

Outros sinais e sintomas emocionais comportamentais relacionadas à este distúrbio podem incluir:

  • Preocupação com alimentos
  • Recusa a comer
  • Ignora a fome
  • Medo de ganhar peso
  • Mentir sobre quanto alimento foi comido
  • Falta de emoção
  • Anti-social
  • Irritabilidade
  • Diminuição do interesse sexual
  • Depressão
  • Pensamentos suicidas

Existem tratamentos?

O grande desafio para tratar a anorexia é fazer a pessoa ter o reconhecimento que sofre de uma doença. A maioria dos indivíduos com anorexia faz a negação que possui um distúrbio alimentar. Geralmente, as pessoas apenas iniciam tratamento na situação de a doença já ter atingido o estado grave.

No geral, um indivíduo com este distúrbio alimentar necessita de muitos tipos de tratamento. O foco do tratamento para anorexia está na recuperação do peso corporal e hábitos alimentares padrões. Ganhar peso de 0.5 a 1.4 kg semanalmente é determinado um objetivo com segurança por médicos.

Muitos programas tiveram desenvolvimento para tratamento da anorexia. Em alguns casos, o indivíduo pode engordar com redução da atividade física, aumento das atividades sociais, utilizando programas para alimentação.

E ainda muitos pacientes iniciam com permanência breve em hospital para acompanhamento através de programa de tratamento todos os dias. Geralmente, o tratamento para este distúrbio alimentar é muito difícil, e requer trabalho duro dos pacientes e familiares. E pode haver tentativa com várias terapias, até a pessoa apresentar superação do distúrbio.

Os medicamentos, sendo exemplo antipsicóticos, estabilizadores de humor, e antidepressivos, podem auxiliar determinados pacientes, mas devem ser utilizados com a orientação médica adequada.

Possíveis complicações decorrentes da doença

Quando a Anorexia se desenvolve, todas as suas complicações possíveis se apresentam de forma grave e isso na maioria dos casos acaba levando o indivíduo para ser internado em um hospital, correndo o risco maior de perder a vida. Das complicações mais comuns destacamos:

  • Problemas com arritmia cardíaca;
  • Surgimento de problemas psicológico adicionais, como o caso da Depressão;
  • Problemas com desnutrição;
  • Problemas com desidratação;
  • Perda de equilíbrio dos eletrolíticos, acompanhada de níveis baixos de potássio;
  • Os ossos ficam mais fracos;
  • A região das pernas e dos braços podem ficar inchadas;
  • A quantidade de glóbulos brancos é reduzida e isso eleva as chances de se contrair alguma infecção;
  • Diarreias constantes, acompanhada de vômitos frequentes ocasionam perda significativa de líquido que promove grandes chances de incidência de convulsões;
  • Alterações problemáticas na região da tireoide, que acaba deixando o indivíduo mais intolerante ao frio e com problemas mais frequentes com constipação;
  • Os níveis de testosterona caem significativamente;
  • Alterações durante a menstruação;
  • Fatores problemáticos ligados a personalidade;
  • Problemas com ansiedade;
  • Transtorno Obsessivo Compulsivo;
  • Problemas com osteoporose.

Além disso, uma observação importante a se fazer é que na maioria dos casos o indivíduo que está sofrendo com a anorexia não enxerga que existe algo errado com ele. E inicialmente, a família do mesmo não costuma associar seus comportamentos estranhos com a possível existência de uma doença como essa, até mesmo porque poucos sabem de fato sobre tudo o que permeia esse assunto.

Essa falta de conhecimento por parte das pessoas acaba aumentando os casos de morte entre pessoas anorexias, tanto por inanição quanto por suicídio decorrente dos casos de Depressão que costuma se desenvolver junto com a doença.

Quais os reais fatores de risco?

Como ocorre com outras enfermidades, existem aspectos que acabam contribuindo para o aumento de chance de se desenvolver a anorexia, é o que chamamos de fatores de risco. O estimado é que noventa e cinco por cento dos anorexo são mulheres e jovens adolescentes.

No caso das mulheres, o risco de ter anorexia é muito maior, embora a classe masculina esteja sofrendo caída vez mais com ela, independente da faixa etária. Para se ter uma ideia, só nos Estados Unidos, estimou-se que pelo menos um por cento da população feminina foi diagnosticada com a doença, sendo também cada vez mais comum sua incidência entre os jovens.

Esse cenário vem se justificando pelo fato das mulheres consumirem muito mais produtos de beleza ofertados pela mídia, que acabou estimulando com o passar do tempo a uma padronização de beleza que pressionou as mulheres do mundo todo a buscarem a perfeição pregada.

Já no caso dos adolescentes, essa doença é ainda mais frequente, e isso se justifica também pela existência de uma grande pressão exercida pela sociedade nesse período da vida em conjunto com diversas mudanças que costuma acontecer tanto no corpo como na mente do jovem.

Algumas pesquisas realizadas verificaram que a existência de determinados genes ligados a anorexia e seu desenvolvimento e o histórico familiar registrado na família põem aumentar ainda mais o risco de o indivíduo sofrer com o distúrbio. Mas apesar disso, não podemos negar que os maiores influenciadores no processo de desenvolvimento da anorexia são sem dúvida a sociedade em conjunto com as ações da mídia. A padronização de certos comportamentos e da própria beleza fazem com que as pessoas fiquem obcecadas pela procura da perfeição, para serem aceitas e amadas por um perfil que a sociedade idealizou, e não por serem elas mesmas.

Diante desse cenário o maior desafio é conseguir manter a autoestima e amor próprio. Estudos realizados provaram que cerca de metade dos casos de anorexia acabam sendo fatais, onde o indivíduo, apesar de lutar não consegue sobreviver.

Anorexia pode ser curada?

Sabemos que a Anorexia é muito grave e que pode tirar a vida de quem a desenvolve, dependendo do seu estágio. Existem alguns métodos voltados para o tratamento de quadros da doença que ajudam os indivíduos a conseguirem recuperar o peso saudável. Entretanto é preciso estar sempre atento, pois a anorexia pode retornar a qualquer momento.

No caso da mulher que acaba desenvolvendo o distúrbio em uma idade mais precoce, as chances de cura são bem maiores, mas infelizmente, boa parte dos anorexo mantem a preferência por manter um peso abaixo do indicado e ficam sempre atentos a quantidade de calorias consumidas, o que dificulta de fato o processo de recuperação total.

Controlar o peso sem dúvida é o maior desafio e por isso, em muitos casos recomenda-se ter um acompanhamento mais prolongado a fim de conseguir continuar com o peso no nível saudável.

Separamos 5 formas para se recuperar esse distúrbio alimentar:

A busca pelo corpo perfeito muitas vezes pode resultar em consequências sérias e até risco de vida. Devemos lembrar que os padrões de beleza impostos mudam de tempos em tempos. Então, é importante aceitar nossas imperfeições, para evitar maiores problemas de saúde, entre eles, a anorexia. É um distúrbio alimentar que faz com que o paciente se enxergue sempre acima do peso, e assim, emagrecer se torna uma obsessão.

A pessoa deixa de se alimentar corretamente e busca as mais variadas formas de emagrecer. Doenças como a anorexia e a bulimia já atingem cerca de 4 a cada 100 pessoas e, a maioria é mulher. É uma doença que afeta muito o psicológico de quem a tem e pode levar até ao suicídio.

1) Reconhecer-se como anoréxico

Muitas vezes, as pessoas não reconhecem o próprio distúrbio, dificultando a recuperação. O primeiro passo é a conscientização do próprio paciente de que está doente. É necessário o reconhecimento e disposição para buscar uma solução.

Quanto mais cedo identificada, mais chances o paciente tem de se recuperar totalmente da anorexia.

2) Iniciativa

Muitos médicos afirmam que é quase impossível se recuperar da anorexia sem um tratamento adequado. Para isso, umas das primeiras medidas a serem tomadas após a descoberta e aceitação da doença, é procurar um médico e um psicólogo, para manter um acompanhamento regular.

3) Perseverança

O tratamento muitas vezes pode ser demorado, então, exige que o paciente tenha muita paciência e força de vontade, para que não desista. O apoio de familiares e amigos, assim como as visitas regulares ao psicólogo são essenciais para que o tratamento obtenha o resultado esperado.

Manter-se rodeados de pessoas que desejam o seu bem neste momento de recuperação é de grande importância.

4) Não contar calorias

Os anoréxicos costumam avaliar cada alimento antes de ingeri-lo, conferindo seus valores calóricos, quantidade de carboidratos, etc. Para a recuperação, é necessário que o paciente tente ao máximo ignorar esses valores, assim como o pensamento de que tudo que ingerir irá engordar. É preciso entender que o corpo precisa, sim, de calorias e carboidratos e que não lhe farão engordar.

5) Alimentar-se corretamente

Manter uma alimentação balanceada, quando está se recuperando de uma doença, como a anorexia, não é uma tarefa nada fácil. Sua mente está acostumada a pensar que tudo que ingerir irá aumentar o seu peso e que isso é errado.

É preciso encontrar uma maneira, juntamente, com o seu psicólogo, de que esses pensamentos não tomem conta de você, e que não se deixe levar pela obsessão de ser magro.

Como prevenir o surgimento da Anorexia?

Infelizmente, em alguns indivíduos é impossível conseguir prevenir seu surgimento. Mas de maneira geral o indicado é cultuar hábitos saudáveis e se manter racional quanto ao peso e dieta adotada. O acompanhamento psicoterápico muitas vezes também é muito importante. Além disso, há algumas atitudes que você pode ter no dia a dia:

  • Sempre cultivar pensamentos com seu filho, a respeito do verdadeiro conceito e corpo saudável;
  • Sempre conversar com o pediatra de seus filhos, visto que eles conseguem desde cedo identificar alguns sinais possíveis de distúrbios na alimentação e assim orientar como evitar o seu efetivo desenvolvimento;
  • Conversar com o profissional sobre algum caso na família que já sofreu com a doença ou que ainda sofre. Dessa forma é possível aprender precocemente sobre como lidar de forma correta com a situação e o que fazer para impedir que ela agrave com o passar do tempo.

Qualquer sinal que você perceba em alguém próximo, não eixe de buscar ajuda. As pessoas com o distúrbio demoram muito para entender que estão passando por um problema, e sem a ajuda de que de fato está ao seu redor, as chances de recuperação diminuem significativamente.

Veja também esta reportagem interessante sobre este distúrbio alimentar (39:16):

Fonte:

WebMD – http://www.webmd.com/mental-health/eating-disorders/anorexia-nervosa/understanding-anorexia-basics

http://www.webmd.com/mental-health/eating-disorders/anorexia-nervosa/

Ouvido humano – Para que serve e como funciona?

O Ouvido humano é o responsável pelo nosso sentido auditivo. Ele é composto por um incrível conjunto de órgãos avançados e sensíveis do corpo humano.

Sua função é captar os sons e transmitir para o cérebro. Outra função muito importante é nos dar equilíbrio através do líquido chamado perilinfa, que se encontra na cóclea.

3 Partes do ouvido humano

Saiba as funções de cada parte:

como funciona o ouvido humano

  • Ouvido externo: capta o som e envia ao ouvido médio
  • Ouvido médio: constitui-se de três ossículos, o martelo, a bigorna e o estribo.
  • Ouvido interno: é composto pela cóclea e pelo aparato vestibular

Quando o som atinge nosso ouvido externo, as ondas sonoras percorrem o canal auditivo até chegar no tímpano. Este, por sua vez, vibra quando identifica variações de pressões mesmo muito pequenas, causadas pelas ondas sonoras.

As vibrações do tímpano avisam a dois ossos da cavidade timpânica (martelo e bigorna) que existe um som e estes, então, acionam outro osso (o estribo) que repassa essa informação ao ouvido interno. Os três ossos atuam como alavancas, aumentando cerca de vinte e duas vezes a força da vibração inicial recebida pelo tímpano. Esse estímulo ampliado é conduzido à membrana que cobre a janela oval. Ao passarem por cada um desses obstáculos, as ondas sonoras são amplificadas e chegam a cóclea.

O ouvido interno é composto por cóclea que tem um formato de caracol. A cóclea é formada por mais de 15.000 células ciliadas que vibram de acordo com o som. Essa propagação ocorre de forma fácil em virtude de um líquido existente dentro do ouvido interno, que estimula as células nervosas do nervo auditivo enviando esses sinais ao cérebro, fazendo com que tenhamos a percepção do som.

5 fatos sobre o ouvido

Veja no infográfico abaixo, 5 principais fatos para aprendermos sobre o nosso ouvido.

infográfico-fatos-interessantes-ouvido

 

 

Fontes

http://www.hear-it.org/pt/Ouvido-um-org-o-fantastico

http://www.hear-it.org/pt/O-ouvido-interno-

http://www.mundoeducacao.com/fisica/o-ouvido-humano.htm

Qual a Diferença entre Decibel e Frequência?

Sempre teve dúvida sobre decibel e frequência? Agora, vamos esclarecer o que é cada um deles. A nomenclatura de decibel é dB, essa escala é usada para medir o nível de som e a frequência é o número de ciclos de uma onda sonora por segundo.

I) Veja as especificações do decibel e frequência:

frequências-tipos- baixa-alta

A) Decibel

Os ouvidos são capazes de ouvir praticamente tudo. Desde do sútil som de um dedo passando sobre uma pele, até um avião a jato. E tudo é medido em dB.

Veja abaixo alguns exemplos do nível de dB:

  • Quarto silencioso: 25dB
  • Biblioteca: 40dB
  • Até 85dB, é considerado seguro para a audição humana
  • Moto: 98dB
  • Sons acima de 125dB podem causar perda auditiva permanente
  • Avião: 140dB

B) Frequência

A frequência do som é o número de ciclos de uma onda sonora por segundo.

A frequência de um som corresponde ao número de ciclos de uma onda sonora por segundo. A frequência de um som aumenta à medida que o número de ciclos por segundo aumenta. A unidade de medida é hertz (Hz). Uma pessoa saudável consegue ouvir sons que produzem vibrações entre 20 a 20.000 ciclos por segundo (hertz). Já os cachorros conseguem ouvir mais de 20.000 hertz.

II) Tipos de frequência

  • Frequência alta: são sons mais agudos, possuem mais ciclos por segundo. Por exemplo: flauta, pássaro cantando, voz de mulher.
  • Frequência baixa: são sons mais graves, possuem menos ciclos por segundo. Por exemplo: trovão, contra-baixo, voz de homem.

Fonte:

http://www.hear-it.org/pt/o-que-e-db-e-frequencia

Implante coclear para pessoas com deficiência auditiva

A surdez profunda é uma deficiência que afeta a personalidade e o convívio social do indivíduo. Incapacita a pessoa de escutar sons ambientes, além de não permitir a modulação vocal. Estima-se que no Brasil existam 31.000 indivíduos com perda de audição profunda que necessitam de implante coclear, sendo 13.950 indivíduos de 0 a 18 anos. A maioria dos pacientes com perda auditiva, incluindo casos de perda severa, é beneficiada com o uso de prótese convencional. Porém, por ser um amplificador sonoro, a prótese auditiva necessita de uma reserva coclear suficiente para que possa haver boa percepção do som e discriminação da fala.

Nos pacientes com pouca reserva coclear e que não conseguem boa discriminação mesmo com a amplificação sonora, o implante coclear é uma alternativa para reabilitação da deficiência auditiva.

O implante coclear através de um procedimento cirúrgico, é inserido no ouvido. O implante desse dispositivo é de grande importância para deficientes auditivos e surdos.

Quem pode se beneficiar?

cirurgia-implante-coclear

Há uma série de critérios quando se trata de implantes cocleares. De um modo geral o implante é indicado para pessoas que tem surdez sensorial e bilateral, que não conseguiram ter resultados positivos com o uso de aparelhos auditivos.

A qualidade de vida das pessoas pode melhorar através do implante coclear. Com a implante coclear as pessoas conseguem  aperfeiçoar a percepção da fala, compreensão de palavras e outras melhorias na audição.

Para Fabio Martins, um estudante de medicina, para ele a cirurgia de implante coclear foi algo muito satisfatório, a qual o motivou a realizar um sonho de infância que era ser médico. Estudar medicina era algo muito distante de sua realidade, veja seu depoimento:

“Eu tinha pensado em ingressar num curso de medicina há muito tempo, mas sabia que meu problema auditivo era um grande obstáculo para a realização desse projeto, no entanto, tudo se modificou depois que fui operado e o sonho do passado tornou-se uma realidade.”

Através do implante coclear, Fábio teve grandes melhorias em sua vida. Ele consegue estudar e quando tem tempo livre, pratica surfe. Além disso, Fábio conquistou outros benefícios, como experiência pessoal facilitou o diagnóstico de seus pacientes e maior capacidade auditiva em outros idiomas.

Como funciona o implante coclear?

implante coclear

O implante coclear é um dispositivo eletrônico de alta tecnologia que estimula eletricamente as fibras nervosas remanescentes, permitindo a transmissão do sinal elétrico para o nervo auditivo, a fim de ser decodificado pelo córtex cerebral.

O funcionamento do implante coclear é diferente do Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI). Os Aparelhos de Amplificação Sonora Individual amplificam o som e o Implante Coclear fornece impulsos elétricos para estimulação das fibras neurais remanescentes em diferentes regiões da Cóclea, possibilitando ao usuário, a capacidade de perceber o som.

O Implante Coclear é constituído por dois componentes: componente interno e externo. O componente interno é inserido na parte interna do ouvido do indivíduo através de cirurgia e é composto por uma antena com um imã, um receptor estimulador e um cabo com um filamento que possui múltiplos eletrodos envolvidos por um tubo de silicone fino e flexível. O componente externo é composto por um microfone direcional, um processador de fala, uma antena transmissora e dois cabos.

A sensação auditiva ocorre em segundos. O processo se inicia no momento em que o microfone presente no componente externo capta o sinal acústico e o transmite para o processador da fala, por meio de um cabo. O processador de fala seleciona e codifica os elementos da fala, que serão reenviados pelos cabos para a antena transmissora, onde será analisado e codificado em impulsos elétricos. Por meio de radiofrequência, as informações são transmitidas através da pele (transcutaneamente), as quais serão captadas pelo receptor estimulador interno, que está sob a pele.

O receptor estimulador contém um “chip” que converte os códigos em sinais eletrônicos e libera os impulsos elétricos para os eletrodos intracocleares específicos, programados separadamente para transmitir sinais elétricos, que variam em intensidade e frequência para fibras nervosas específicas nas várias regiões da cóclea.

Após a interpretação da informação no cérebro, o usuário do Implante Coclear é capaz de experimentar sensações da audição. Quanto maior o número de eletrodos implantados, melhores serão as possibilidades de percepção dos sons. Os implantes cocleares podem ser monocanais ou multicanais.

Os implantes monocanais foram amplamente utilizados durante as décadas de 70 e 80. Este tipo de implante estimula o nervo auditivo através de um campo elétrico formado por dois eletrodos, um ativo na cóclea ou em sua superfície e outro na referência, localizado fora da cóclea. Este tipo de estimulação denominada monopolar, permite que a corrente elétrica se espalhe por uma área relativamente grande, possibilitando o estímulo de um grande número de elementos neurais, uma intensidade baixa de corrente elétrica. Eles capacitaram os pacientes ao reconhecimento de sons ambientais, facilitaram a leitura labial e proporcionaram uma melhora psicológica, porém falharam em permitir a discriminação e o reconhecimento de palavras e frases sem o auxílio de leitura labial.

Já os implantes multicanais, foram desenvolvidos com o objetivo de utilizar, além da estimulação monopolar, uma estimulação que proporciona um campo elétrico mais específico, usando propriedade tonotópica da cóclea. Desde 1994, os sistemas multicanais estão substituindo os monocanais quase que por completo. A maioria dos implantes que existem atualmente é multicanal.

A colocação de implante coclear o mais precocemente possível, é particularmente importante nos casos de surdez pós-meningite, devido à ossificação intracoclear que ocorre, impedindo a colocação dos eletrodos no lúmen da cóclea.

Microfone com acelerômetro poderia mudar a forma dos implantes cocleares

Os aparelhos auditivos não são as criações cibernéticas mais  discretas porque a necessidade de um microfone sem entupimento significa que eles necessitam geralmente de um componente externo. Engenheiros da Universidade de Utah e da Case Western Reserve University em Cleveland pretendem mudar tudo com um microfone muito menor que usa um acelerômetro para detectar vibrações do som – por isso não requer abertura e pode ser inserido diretamente no ouvido.

O hardware exterior será apenas o carregador – usado exclusivamente à noite. Os testes clínicos em seres humanos vivos começaram cerca de três anos. Se você está ansioso para usar este novo dispositivo, a remoção da bigorna (ou do osso bigorna) no ouvido médio deve primeiramente ter lugar para otimizar a eficácia do novo implante. Nunca foi dito que seria bonito. Mas se realmente funcionar, porque não?

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Fonte:

http://www.hear-it.org/pt/Implante-auditivo

http://www.hear-it.org/pt/O-implante-coclear-me-fez-realizar-um-sonho-de-infancia

http://www.implantecoclear.com.br/index.php?pagina=selecao

5 Principais Tipos de Aparelhos Auditivos

Quando detectada a perda auditiva, o recomendado é que o indivíduo utilize aparelhos auditivos. A amplificação sonora que o aparelho apresenta, ajuda os indivíduos que possuem perda auditiva condutiva ou neurossensorial e que apresentam dificuldades para ouvir as frequências da fala normal.

Os aparelhos são eficazes também para quem possui perda auditiva de alta frequência e perda auditiva em apenas um ouvido. Eles são compostos por microfone para captar os sons, um amplificador para aumentar o seu volume e um alto-falante para transmitir os sons amplificados.

O médico deve adaptar as características do aparelho ao tipo de perda auditiva do indivíduo, bem como o grau da perda e as frequências afetadas. Indivíduos que não conseguem tolerar sons altos podem necessitar de aparelhos auditivos com circuitos eletrônicos especiais que mantêm o volume do som a um nível tolerável.

Existem muitos tipos de aparelhos auditivos, dê preferência para aqueles que atendam às suas necessidades, que tenham boa qualidade, que sejam confortável e que seja fácil de usar.

O cotidiano das pessoas são diferentes e suas necessidades também, por isso não há um aparelho auditivos para todos. Vamos descobrir qual é o tipo de aparelho auditivo que atende a sua necessidade?

I) Quais são os 5 principais tipos de aparelhos auditivos?

1- Micro Canal (CIC)

cic-micro-canal aparelhos auditivos

Pessoas que tem o canal auditivo largo podem usar esse tipo de aparelho, é o menor e mais invisível aparelho auditivo, tem uma pequena extensão fora do conduto. Consegue atender pessoas com perda auditiva de grau leve a moderado.

2- Intracanal (ITC)

itc-intracanal aparelhos auditivos

Esse aparelho é posicionado no canal auditivo e possui um controle de volume ou um botão de controle, é levemente visível. Consegue atender pessoas com perda auditiva leve e moderada severa.

3- Intra Auricular (ITE)

ite-intraauricular aparelhos auditivos

Esse tipo preenche a concha da orelha por inteira. É um aparelho potente e junto há um botão de controle manual. Mais utilizado para atender pessoas com perda de auditiva severa.

4- Retroauricular (BTE)

bte-retroauricular aparelhos auditivos

Esse é o mais potente dos aparelhos auditivos, apresenta mais recursos que os demais. Posicionada atrás da orelha, transmitindo um som até próximo ao tímpano. Consegue atender pessoas com perda auditiva leve a profunda.

5- Receptor no canal (RIC)

ric-receptor-canal aparelhos auditivos

Esses aparelhos são miniaturas de retroauricular e são os mais modernos. Adaptação aberta significa que o seu canal não está totalmente tapado e o som natural consegue penetrar no seu ouvido. Esses modelos de aparelhos auditivos são oferecidos em diversos formatos e cores. Não são personalizados, mas estão disponíveis em tamanhos diferentes de acordo ao tamanho do seu ouvido. Consegue atender pessoas com perda auditiva leve a moderada severa.

II) Como se Acostumar com os Aparelhos Auditivos?

No início, é normal que os usuários de aparelho auditivo sintam alguns sinais de incomodo, como a sensação de ouvidos tampados, ouvir sua própria voz diferente e alguns apitos. Porém, os usuários de aparelho auditivo irão se acostumar com o tempo.

Veja as 6 dicas para acostumar com os aparelhos auditivos:

  • Deve ser persistente no uso e não desistir facilmente, mesmo que o uso cause irritação
  • De início, tente usar o aparelho em ambientes mais tranquilos e aos poucos se exponha a ambientes mais barulhentos.
  • Caso tenha sons que estejam incomodando, contate seu fornecendo para que possam ajustar seu aparelho e que produza um melhor som
  • Converse com especialistas para compartilhar suas experiências, o primeiro uso pode fazer parte do processo psicológico
  • Fale com outras pessoas que também usam aparelhos auditivos, a experiência de outras pessoas pode ser útil
  • Lembre-se dos ambientes que o aparelho foi mais útil

Depois que acostumar com os aparelhos auditivos, os usuários de aparelho auditivo podem ter algumas diferenças em relação aos não usuários:

  • Na vida social, atividades em grupo e até em relacionamento familiar.
  • Facilidade na comunicação resultando na melhora da autoestima.
  • O aparelho auditivo ajuda a diminuir o sentimento autodestrutivo causado pelos danos da perda auditiva.
  • Usuários de aparelhos auditivos são mais empenhados em atividades sociais
  • Aparelhos auditivos podem melhorar o emocional das pessoas, por terem um melhor relacionamento com familiares e terem uma visão mais positiva.

Contatar um especialista é fundamental, ele poderá dar algumas dicas e conselhos para que o aparelho auditivo possa trazer benefícios.

III) Onde comprar estes aparelhos auditivos?

Há muitos lugares para você encontrar aparelhos auditivos, veja abaixo as principais marcas:

Tipos de Parto – Saiba os Prós e Contras

As duas principais formas de dar a luz no país se resumem ao parto normal e à cesárea, porém outros tipos podem ser determinados, segundo técnicas e medicamentos utilizados, considerando o lugar escolhido para o momento especial também.

Outros são o parto natural, o de cócoras, o na água, o humanizado, o parto sem dor e o parto Leboyer. Para selecionar o parto é recomendado que a gestante faça consulta com o obstetra, para analisar a alternativa mais sensata e segura para a mulher e o bebê.

Parto Normal – Prós e Contras

Tipos de Parto – Saiba os Prós e Contras parto normal

O parto normal se resume à maneira mais convencional de nascimento do bebê. E pode ser realizado com analgesia, que auxilia no controle da dor. Ainda há possibilidade de acompanhar o ritmo cardíaco da gestante e do bebê, sendo que o procedimento pode ter estímulo através de medicamentos.

A recuperação pós-parto apresenta mais rapidez, sendo benefício do parto normal. E facilita a respiração do pequeno, pois a compressão do tórax do mesmo ao seguir pelo canal vaginal faz com que o líquido amniótico receba expulsão de pulmões do bebê.

A dor é a principal desvantagem do parto normal, já que a grávida terá que realizar bastante esforço para o nascimento do bebê. Em várias vezes é necessário que o médico realize um pequeno corte na parte muscular entre vagina e ânus para ajudar a passagem do pequeno.

Parto Natural – Prós e Contras

Tipos de Parto – Saiba os Prós e Contras - parto natural

Esta é a forma mais natural para nascimento do bebê. Não há anestesia e nem indução. A gestante sofre as dores do parto e o médico pode seguir para ruptura da bolsa para que o parto siga mais rapidamente.

Dentre os benefícios do parto natural, há respeito com o ritmo e tempo da gestante e do bebê, já a mãe possui a liberdade para se mover e achar a posição de maior conforto. A recuperação apresenta rapidez e os riscos de infecções hospitalares são muito menores. Em relação ao fator contra, como não há intervenção médica, a gestante pode sentir dores muito fortes.

Parto Cesárea – Prós e Contras

Tipos de Parto – Saiba os Prós e Contras cesária

A cesárea é uma cirurgia em que o médico realiza uma pequena incisão no abdome e na região inferior do útero para retirada do bebê. O procedimento é realizado com raquianestesia.

A cesárea é rápida, com hora agendada, sem as dores ou contrações. E mais um benefício da cesárea é que possibilita a família toda se programar para o momento.

Em relação aos malefícios, trata-se de cirurgia invasiva e a cicatrização é mais lenta, com possibilidade de acontecer formação de quelóides ou hérnias. Entre todos os partos, este procedimento é o que caracteriza a recuperação mais difícil, por ser muito mais lento e dolorido.

O que é Depressão Pós-Parto?

A gestação é caracterizada por uma fase em que o organismo feminino está com sobrecarga de hormônios. Por motivo de tais altas taxas, a situação é natural que a mulher apresente humor alterado, e os sintomas são parecidos com os da tensão pré-menstrual.

Infelizmente, a depressão pós-parto é realidade para muitas mamães e na sequência estão dispostas as informações acerca dos sintomas e do tratamento para enfrentar o problema.

1) Quais os Sintomas da Depressão Pós-Parto?

Depressão Pós-Parto - Causas, Sintomas e Tratamento 1

Ao nascimento do bebê, os níveis hormonais caem de modo brusco e em 45 dias que se seguem ao nascimento, tal processo pode ocasionar alterações de humor e sensação de tristeza, fenômeno denominado “blues puerperal”.

Tal ocorrência é natural, porém a situação escapa do que é determinado saudável, quando sintomas se transformam mais fortes, com persistência pelos meses. Tal sentimento em pós-parto é muito comum, e nem chega a ser determinada patologia.

O quadro se torna patologia na situação da paciente iniciar a não encontrar motivação para fazer as próprias atividades, não desejar levantar da cama, e o processo se caracteriza bastante penoso, criando culpa enorme. Tais sintomas podem apontar depressão pós-parto. A doença pode surgir até um ano depois de o bebê nascer.

2) Como prevenir? 

Depressão Pós-Parto - Causas, Sintomas e Tratamento 2

A depressão pós-parto não se caracteriza como uma doença em que exista receita de prevenção. A patologia está associada de modo direto à queda de hormônios, e não existe forma para controle de tal fenômeno.

Trata-se de processo normal do pós-parto. E todas as mulheres enfrentam o mesmo, sendo que a diferença está no fato de que certas mulheres desenvolverão a doença emocional, já outras, não desenvolverão.

As pacientes que já apresentam histórico de depressão, ou de alguma patologia psiquiátrica, em caso da gestação não ter sido planejada, ou que tenha sido de certo modo traumático, possuem a propensão maior para desenvolvimento da depressão pós-parto.

3) Existe Tratamento?

Depressão Pós-Parto - Causas, Sintomas e Tratamento 3

O tratamento para esta doença é caracterizado segundo o nível do problema. Em certos casos, a prescrição de terapias já soluciona a questão. Para outros, sessões necessitam ser aliadas com medicamentos. O especialista fará diagnóstico e definição do que executar em relação aos tratamentos.

A situação ideal é que as pessoas que apresentem proximidade com a mãe cuidem do bebê até estabilização da mamãe. A terapia e medicações são fatores importantes, porém, o apoio familiar é fundamental para que a mulher se recupere.

Veja esta reportagem que mostra tudo sobre a depressão pós-parto: