Depressao e Ansiedade Podem Causar Zumbido no Ouvido

Depressão e ansiedade podem causar zumbido no ouvido. Segundo a otorrinolaringologista Fernanda Fiorese Philippi, o zumbido no ouvido pode ter origem psicogênica e as duas principais manifestações são a ansiedade e a depressão, sendo que ambas podem ser anteriores ou posteriores ao zumbido.

A ansiedade é um mal-estar físico e psíquico e pode trazer a tona diversos sentimentos, como raiva, apreensão, amargura e fobias. A ansiedade em excesso, pode causar até um zumbido interminável, enquanto a depressão faz com que o mesmo passe a ter maior importância para o indivíduo. Vários autores relatam entre 20 e 50% de depressão clínica, sendo que em metade destes casos já havia história prolongada de depressão antes do início do zumbido.

Descubra quais são as causas e os tratamentos para cuidar do zumbido causado pela ansiedade e depressão.

Quais são as causas?

1. Fatores ambientais que podem causar ansiedade:

  • Trauma de eventos, como vítima de abuso, morte de algum parente próximo
  • Estresse em relações pessoais, casamento, amizade e divórcio
  • Estresse no trabalho e escola
  • Estresse sobre o estado financeiro
  • Estresse por catástrofes naturais- falta de oxigênio por causa da altitude

2. Fatores com relação a saúde:

3. Pesquisa feita na USP sobre a depressão e o zumbido

Uma pesquisa da USP – Universidade de São Paulo feita com pacientes que são portadores de zumbido no ouvido relacionou o sintoma com aspectos psicológicos, sobretudo entre idosos. O estudo realizado pela psicóloga Rosa Maria Rodrigues dos Santos, assinala que a percepção de sons sem fonte sonora externa, classificada como fenômenos alucinatórios, típico do zumbido, está associada não apenas às questões orgânicas, como a perda de audição, mas também com aspectos emocionais dos pacientes, como a depressão.

Segundo a pesquisa, todos os participantes apresentaram alguma questão relacionada à depressão, que se manifestava em diferentes níveis, seja leve, moderado ou grave.

4. Remédios antidepressivos podem causar o zumbido no ouvido

Muitas pessoas que tomam antidepressivos podem perceber um zumbido nos ouvidos. Este tipo de zumbido é geralmente temporário e pode ser consequência de mudanças nos níveis de neurotransmissores, como a serotonina. Em alguns casos, o zumbido pode ter surgido de uma reação ototóxica por um antidepressivo específico. A ototoxicidade é um termo médico que é usado para caracterizar os danos causados pelos tratamentos farmacológicos no ouvido interno.

Reações ototóxicos são geralmente raras, mas podem ocorrer após um tratamento em longo prazo ou como o resultado de uma combinação com um outro medicamento. Além disso, deve notar-se que, em alguns casos os antidepressivos podem causar hipersensibilidade auditiva. Em geral, é difícil identificar quais os antidepressivos que causam o zumbido no ouvido.

De qualquer forma, se você estiver sofrendo de zumbido no ouvido causado pela medicação antidepressiva, procure um otorrinolaringologista.

Sintomas que a ansiedade e a depressão podem causar no ouvido:

Depressao e Ansiedade Podem Causar Zumbido no Ouvido

1. Dificuldade para se concentrar em sons:

Provavelmente, o problema mais comum é a dificuldade de focar em um som ou conversa. Durante a intensa ansiedade, quando o sistema nervoso central está extremamente excitado, é comum ser incapaz de prestar atenção no mundo ao seu redor. Ou seja, pode ser incapaz de ouvir tudo o que alguém diz, enquanto falam com você. Não é que você não está ouvindo, o seu cérebro é que não consegue processar.

2. Ouvindo sons incomuns:

Ansiedade deixa a pessoa mais nervosa, e isso pode fazer com que ela ouça sons que não tinha percebido antes. Aqueles que têm ansiedade, ouvem com frequência pequenos rangidos, colisões, etc.

3. Alucinações auditivas:

Embora seja raro alguém ter alucinações auditivas, como ruídos estranhos, tem a sensação de ter ouvido alguém chamar seu nome e outros barulhos que aparentemente apenas você ouviu,  não se sabe precisamente o que pode causar esses sintomas, o mais certo é que o cérebro pode estar processando informações erradas.

4. Zumbido no ouvido:

O zumbido é mais comum com a idade e não é a causa da ansiedade. Mas, a ansiedade pode aumentar o volume do zumbido.

Como diminuir o zumbido causado pela depressão e ansiedade?

É importante você verificar o seu estado geral de saúde. Qualquer anormalidade pode ser a causa do seu zumbido.  Mantenha uma dieta saudável, faça atividade física, durma o suficiente e mantenha o nível de estresse baixo.

Tome medidas para melhorar a sua qualidade de vida. Assim você será capaz de se recuperar dos problemas psicológicos, como depressão, ansiedade  e insônia, consequentemente, livrar-se do zumbido no ouvido.

A única maneira de acabar com o zumbido é combatendo a origem das causas.

  • Pode ser tratado com uma combinação de medicamento e terapia. Por isso, é importante discutir tudo isso com um médico.
  • Excluir alimentos e bebidas que podem causar ansiedade como: café, açúcar, amido e álcool.
  • Incluir alimentos que melhoram o humor, como: alimentos antioxidantes(amoras e açaí)  e alimentos ricos em magnésio e potássio.
  • Prática de exercícios físicos
  • Reduzir o estresse diário
  • Controlar a respiração
  • Evitar pensamentos negativos ou catastróficos
  • Passe mais tempo com amigos e família

Ficar ansioso ao extremo pode ser um sinal de transtorno de ansiedade. Quem sofre desse transtorno, além de seguir as dicas acima, deve buscar acompanhamento de um especialista. Assim, evitar problemas que venham a prejudicar a vida profissional ou pessoal.

Fontes:

http://mentalhealthdaily.com/2014/10/28/can-antidepressants-cause-tinnitus-ringing-in-the-ears/

http://www.medicalnewstoday.com/info/anxiety/what-causes-anxiety.php

http://www.calmclinic.com/anxiety/signs/affected-hearing

Às Vezes Fico muito Eufórica e Outras Vezes muito Deprimida. Por quê?

Às vezes você percebe que fica muito eufórica e outras vezes deprimida? Por que isso acontece? Atenção, pois pode indicar um distúrbio afetivo conhecido como Transtorno Bipolar. E como identificar se realmente você tem este problema ou não? Tudo depende dos sintomas, gravidade e freqüência com que eles ocorrem.

Confira agora o porquê isso acontece e como se tratar desse problema:

Às Vezes Fico muito Eufórica e Outras Vezes muito Deprimida. Por quê?

1. Oscilação de humor entre ficar eufórica e deprimida: o que significa?

Se você apresenta períodos alternados entre depressão e euforia (uma excitabilidade extrema, ou mania como é chamada pelos especialistas da área) pode ser uma forte indicação de um Transtorno Bipolar. Essas oscilações de humor podem ocorrer rapidamente, serem curtas ou longas, durando dias, semanas ou meses. Cada fase também pode durar entre 3 a 6 meses em média ou até se apresentarem ao mesmo tempo. Neste transtorno, pensamentos e comportamentos são intensos e mudam drasticamente.

Para exemplificar, uma pessoa na fase depressiva pode não querer sair da cama, punindo a si mesma, com falta de energia e frustrada sobre sua vida, enquanto na fase da mania, ela pode sentir uma grande excitação após dormir poucas horas e sair para fazer compras, gastando muito dinheiro de forma impulsiva. A pessoa gasta tanta energia na fase maníaca que se esgota, levando-a a um estado depressivo e gerando danos em todas as áreas da vida (pessoal, trabalho, etc).

2. Mas por que isso acontece comigo?

Se realmente seu problema for um transtorno bipolar, certas causas podem ter levado você a apresentar esse problema, que podem ser tanto externas (causas genéticas e biológicas) como internas (causas psicológicas e ambientais). Então fique atenta se você possui ou sofre de:

  • Predisposição genética, ou seja, parentes com histórico do transtorno bipolar;
  • Mudanças físicas no cérebro, neurotransmissores e hormônios em desequilíbrio;
  • Estresse excessivo;
  • Experiências traumáticas, como, por exemplo, abuso sexual, luto, mudanças repentinas na vida (mudar de casa, casar, perder um emprego etc);
  • Efeito colateral de certos medicamentos, como os antidepressivos, inibidores de apetite e cafeína em excesso, por exemplo;
  • Abuso de álcool e outras drogas (álcool e calmantes podem causar depressão; cocaína e ecstasy podem levar à euforia / mania).

O transtorno bipolar pode acometer tanto homens como mulheres em qualquer idade, porém, é mais comum em adolescentes ou jovens adultos, geralmente entre 15 e 25 anos.

3. Às vezes você percebe que fica muito eufórica e outras vezes deprimida? Por que isso acontece?

Como já citado anteriormente, as duas fases, maníaca e depressiva, podem ocorrer simultaneamente ou rapidamente uma após a outra, durando dias, semanas ou meses.

Mas quais sinais indicam uma euforia (mania) e quais indicam depressão?

A) Fase da Mania (Euforia): dormir muito pouco; distrair-se com facilidade; perda de controle; impulsividade; compulsão por alimentos ou bebidas alcoólicas e drogas; gastos excessivos; ritmo enérgico exagerado; envolvimento em experiências perigosas / comportamentos de risco; discernimento diminuído; fala rápida e excessiva; hiperatividade; sentimento de poder e superioridade; agitação, agressividade, irritação e impaciência; delírios e alucinações (somente em casos graves).

B) Fase Depressiva: falta de energia, fadiga, desânimo e tristeza, com desinteresse nas atividades anteriormente prazerosas; isolamento; dificuldade de concentração e memória; perda ou alto ganho de apetite; sentimentos de: irritabilidade, inquietação, inutilidade, vazio, culpa e desesperança; pensamentos suicidas ou autodestrutivos; auto-estima baixa; problemas do sono (dormir demais ou insônia); diminuição da libido; lentidão física e mental; fala lenta, arrastada; dores sem explicação aparente.

4. Como saber se tenho ou não um transtorno bipolar?

O que diferencia uma euforia normal de uma patológica é que a normal é aquela sentida quando se está muito feliz, quando se conquistou algo, como um emprego, um prêmio ou uma festa muito esperada que está por vir, por exemplo. Já euforia patológica é desproporcional diante dos fatos, sem justificativa para agir daquela forma impulsiva e ilógica, onde há comprometimento dos pensamentos e do comportamento.

O mesmo vale para algumas situações onde parecemos deprimidos, tristes e cansados. É normal passarmos por isso em alguns momentos de nossas vidas, mas para ser considerado normal é necessário que haja um motivo real para que essa sensação ocorra e que seja de forma passageira. Do contrário, os sintomas persistem e se tornam parte de um transtorno afetivo.

Mudanças de humor podem ocorrer em qualquer fase da vida, porém, apenas um especialista poderá identificar o transtorno bipolar. Para diagnosticá-lo, é necessário procurar um médico psiquiatra. Ele solicitará alguns exames (físicos e laboratoriais, como de sangue, por exemplo) e fará alguns testes (análise psicológica) para confirmar o quadro psicopatológico e eliminar qualquer suspeita de outras doenças. Além disso, haverá uma análise de sua história familiar e de sua saúde durante a vida.

5. Como faço para me tratar deste problema?

Geralmente, o tratamento para transtorno bipolar é realizado por uma equipe multidisciplinar, composta por médico psiquiatra, médico neurologista e psicólogo, e pode durar um longo tempo, até mesmo anos, dependendo da gravidade e da evolução de cada pessoa.

O tratamento então vai consistir em: uso de medicamentos para controlar as oscilações de humor (estabilizadores de humor, antipsicóticos, anticonvulsionantes, ansiolíticos e antidepressivos), psicoterapia (que te ajudará a lidar com este problema e mudar seu comportamento diante das crises de euforia e depressão), mudança de estilo de vida (ter relacionamentos saudáveis, procurar apoio, manter o estresse controlado, monitorar o humor, praticar exercícios físicos, ter uma dieta equilibrada, dormir bem e deixar vícios) e, em casos mais graves, hospitalização (indicada caso você possua comportamentos de risco para si mesma ou para outra pessoa) e reabilitação (indicada se você for dependente de álcool e outras drogas).

Se o médico então indicar medicamentos para seu caso, saiba que eles são controlados, sob prescrição médica. Portanto nunca se automedique e siga as orientações médicas corretamente.

Fonte:

https://www.nimh.nih.gov/health/topics/bipolar-disorder/index.shtml

TESTE DE DEPRESSÃO: MITOS E VERDADES SOBRE A DEPRESSÃO

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 10% da população mundial sofre com depressão, ou seja, cerca de 350 milhões de pessoas de diversas idade ao redor do mundo. Identificar o que é e o que não é depressão é o fundamental para buscar ajuda com um profissional. Através deste teste, descubra seu real conhecimento a cerca dos principais mitos e verdades sobre a depressão.

TESTE DE DEPRESSÃO: DESCUBRA O SEU ESTADO MENTAL EM 1 MIN

Você está cansado com muita freqüência, mais que o normal, e sente-se desmotivado com maior parte das coisas? Nota que sua vida está desestabilizada e que nada dá certo? Sua auto-estima está baixa e há sentimentos de inutilidade freqüentes? Saiba que depressão é bem diferente de tristeza e desmotivação. Ainda existem preconceitos e muita confusão sobre o assunto.

A depressão é uma doença que atinge a saúde física e mental, incapacitando a pessoa em realizar as tarefas do cotidiano como lhe eram comuns anteriormente. Os fatores que levam a depressão são muitos e apenas um profissional na área poderá te ajudar no tratamento e a enfrentá-la. Algumas vezes, quem sofre de depressão simplesmente não sabe o que tem ou sente vergonha em se manifestar, sofrendo calado.

Este teste te ajudará a descobrir se está com sintomas aparentes de depressão, porém, isoladamente ele não é um diagnóstico preciso e fechado sobre o caso. Então se você tem dúvidas, não procrastine uma visita a um psiquiatra e/ou psicólogo.

Faça o teste e descubra se você está possivelmente entrando em uma depressão.

O que é Transtorno Bipolar?

Tão nocivo quanto a depressão, o Transtorno Bipolar é uma das doenças mentais mais difíceis de serem diagnosticadas e, por sua vez, tratadas. Alternando entre momentos de mania e depressão, uma pessoa que possua o transtorno pode passar por períodos longos sem alternar entre um estado e outro, ou ter alternâncias constantes e abruptas.

Por conta da volatilidade da doença, diagnosticar o Transtorno Bipolar pode ser muito difícil em alguns casos. Logo, para evitar confusões, é preciso conhecer a doença a fundo.

1) O que causa o transtorno bipolar?

transtorno bipolar

Um dos aspectos que dificultam um diagnóstico e tratamento mais apurado do transtorno bipolar são as causas que levam a ele. Embora seja senso comum que o estresse é a causa mais conhecida do transtorno, existem alguns outros fatores que também podem influenciar em sua manifestação, tais como:

  • Alterações hormonais, iniciadas na adolescência
  • Eventos traumáticos
  • Históricos Familiares
  • Além disso, o estresse que leva ao Transtorno Bipolar pode ser tanto negativo como positivo.

A falta de mais informações conclusivas impedem uma definição mais assertiva do que seria o transtorno, mas sua relação com a depressão, bem como as mudanças bruscas em determinadas substâncias no cérebro, como a noradrenalina, serotonina e dopamina, tem feito com que a doença fique longe de um distúrbio comportamental.

2) Quais são os sintomas?

transtorno bipolar

Independente de suas classificações, o transtorno bipolar apresenta sintomas bem distintos. Em suas mudanças bruscas de comportamento, o portador do transtorno vai de períodos de extrema euforia e agitação, a chamada “Fase Maníaca”, e períodos de baixa autoestima e depressão, a “Fase Depressiva”. Existem períodos em que um portador de transtorno bipolar apresenta uma relativa estabilidade, mas é certo que, uma vez diagnosticado, as mudanças podem voltar repentinamente.

A) Fase Maníaca

Na Fase Maníaca, a pessoa apresenta momentos de impulsividade extremas, com comportamentos sexuais mais desinibidos, compulsão por alimentos e bebidas – ou mesmo drogas, caso já façam uso delas –, além de dormirem poucas horas.

Identificar um caso de Transtorno Bipolar na fase Maníaca é um pouco mais complicado no caso de pessoas extrovertidas, uma vez que suas atitudes tenham boa parte das características descritas acima. Porém, caso haja uma mudança brusca nesses hábitos, o que é mais nítido no caso de pessoas introvertidas, é importante considerar a possibilidade.

B) Fase Depressiva

Na Fase Depressiva, o transtorno bipolar apresenta seus sintomas mais perigosos. Desânimo, falta de energia, perda de peso expressiva, dificuldades para dormir ou ter horas de sono em excesso, atitudes antissociais e, em estágios mais avançados, pensamentos suicidas fazem parte do transtorno.

Muitas vezes, quando apresentado este tipo de comportamento, o diagnóstico de depressão é atribuído ao paciente de transtorno bipolar, o que pode levar a consequências mais desastrosas devido a falta de informações.

3) Como diagnósticar o transtorno bipolar?

Realizar o diagnóstico de um transtorno bipolar, como dissemos um pouco mais acima, pode ser difícil se não houver clareza de informações ao buscar ajuda médica. Tal como outros casos neurológicos e comportamentais, é importante que o portador da doença vá acompanhado de uma pessoa de confiança, de preferência que já esteja presenciando a situação de perto há algum tempo.

E aqui reside a primeira dificuldade. Assim como em casos de depressão, transtornos de ansiedade e problemas similares, a ajuda médica é vista com desprezo ou insegurança pelos pacientes, uma vez que o prognóstico clínico possa se resumir a medicamentos e uma certa frieza por parte dos médicos. Ou ainda, que os enfermos estejam de alguma forma mais doentes do que imaginam.

Porém, ter o apoio médico é importante justamente para evitar problemas maiores, e sem um direcionamento adequado. Dar todos os dados relevantes, como casos traumáticos ou históricos de família, facilitam o diagnóstico. Além disso, ter um ambiente seguro com quem conversar, como no consultório de um psicólogo, facilita a colocar tais dificuldades para fora. O importante é não ter medo de se expôr, para que não gere outros problemas, como ansiedade.

Devido a falta de um cuidado mais específico com os sintomas e, sobretudo aceitar que eles existem, o tempo para se diagnosticar um transtorno bipolar pode ser muito longo. Contribui para isso os intervalos com que as mudanças de comportamento podem ocorrer, levando até anos.

4) Como tratar o transtorno bipolar?

tratamento da bipolaridade

Encontrar o tratamento ideal para o transtorno bipolar varia de pessoa para pessoa. Para que ele cause os efeitos desejados, o passo mais importante é descobrir quais os gatilhos que levam a mudança súbita de comportamento. A partir deles realizar os procedimentos clínicos indicados pelo psicólogo.

Contudo, independente de sua origem, um paciente com transtorno bipolar deve estar ciente de que seus sintomas permanecerão presentes por toda a vida, sendo controlados, mas não completamente curados. Basicamente, o tratamento contra o transtorno bipolar se divide em duas fases.

1º Fase: Terapia Cognitiva

Aqui, os sintomas são controlados por meio de uma terapia comportamental, com o auxílio de psicólogos, ou de medicamentos que controlem as mudanças de humor. O ideal é que os medicamentos sejam utilizados apenas em casos mais graves, diminuindo seu uso gradativamente através das sessões de terapia, até que não seja mais necessário.

2º Fase: Práticas Diárias

Passada a primeira fase, o tratamento procura estabilizar as mudanças de humor do paciente sem a necessidade de medicamentos ou terapia, direcionando o paciente através de atitudes que servirão para acentuar esse equilíbrio. Se houver histórico entre parentes, a terapia familiar também pode ser necessária.

5) O transtorno bipolar não é loucura e nem frescura

Levar o transtorno bipolar a sério enquanto doença e não uma mera fase comportamental é a melhor atitude a se tomar contra ela. Embora seja possível amenizá-la, ela não deve ser tratada como uma preocupação menor, principalmente se ela te afeta no convívio social, estragando relações pessoais e profissionais.

Buscar atividades que melhorem a autoestima e visem o equilíbrio da mente e do corpo são altamente recomendadas. A meditação, por exemplo, é uma excelente sugestões, ou variações como a Ioga e o Pilates. Outras atividades físicas também ajudam a manter o corpo sadio, forçando a mente a fazer o mesmo.

Com o tempo e a paciência, é possível conviver pacificamente com o distúrbio, e daí sim torná-lo uma preocupação menor.

Veja também a reportagem sobre o transtorno bipolar (6:29):

Fontes:

http://www.psycom.net/depression.central.bipolar.html

10 Benefícios Incríveis da Vitamina D e Principais Alimentos

Já foi constatado que a deficiência da Vitamina D tem algumas relações com o surgimento ou desenvolvimento com Câncer, Doença de Parkinson, Alzheimer, Esclerose Múltipla, Depressão, além de, influenciar nos níveis de testosterona e performance esportiva.

A deficiência desta vitamina nos torna vulneráveis e suscetíveis a uma enorme gama de comorbidades que afetam as pessoas, estas comorbidades atingem, principalmente as pessoas que estão envelhecendo.

I) Veja a Seguir os 10 Principais Benefícios de Vitamina D para a Saúde:

10 Super Alimentos Ricos em Vitamina D

1- Melhora o desempenho do cérebro

A vitamina D ativa e desativa enzimas no cérebro e no fluído cerebrospinal que estão envolvidos com neurotransmissores e crescimento dos nervos. Ou seja, a  vitamina D melhora o desempenho do cérebro.

2- Fortalece os ossos

Falta de cálcio enfraquece de forma significativa nossos ossos e dentes, facilitando a ocorrência de fraturas e osteoporose. A vitamina D ajuda na absorção do cálcio dos alimentos pelo nosso organismo, ajudando nossos ossos a ficarem mais fortes.

3- Aumenta a Imunidade

Quando somos infectados por um vírus ou algum outro agente biopatogênico, o corpo apenas consegue responder adequadamente, se a membrana destes bioagentes for rompida. Somente a partir daí, o sistema imune consegue atacá-los, porém, para que seja possível realizar este rompimento da membrana é necessário que o corpo consiga produzir uma proteína, chamada peptídeo antimicrobiano, e o modulador da síntese desse peptídeo é justamente a Vitamina D.

4- Previne doenças cardiovasculares

Através da vitamina D, o organismo é capaz de sintetizar uma proteína chamada Fator Inibidor de Renina, que é fundamental para a manutenção da pressão nas artérias. Se pararmos para pensar, uma quantidade enorme de pessoas que está sofrendo de hipertensão arterial sistêmica e fazendo uso de anti-hipertensivos, com todos os efeitos colaterais, poderiam ter o seu problema no mínimo atenuado e, em boa parte destes casos curados, se ao invés de fazerem uso destes medicamentos, fizessem uso de suplementação de vitamina D.

5- Evita a evolução da doença de Parkinson e Alzheimer

A vitamina D tem sido uma peça fundamental na função cerebral. Particularmente, na redução do risco de desenvolvimento da doença de Parkinson e/ou Alzheimer, ou da progressão da severidade destas doenças. No entanto, sabe-se, através das pesquisas que não são necessariamente os baixos níveis de vitamina D que provocam estas doenças. Por essa razão, para verificar a relação da vitamina D e da doença de Parkinson, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Jikei, no Japão, realizaram um estudo randomizado com 114 pacientes com a patologia.

6- Melhora a depressão (o humor)

A meta-análise, liderada pela Professora Rebecca Anglin, envolveu o exame de seis bases de dados para estudos de investigação relacionados com a depressão e os níveis de vitamina D. A equipe de pesquisa buscou ensaios clínicos randomizados, estudos caso-controle, estudos transversais e estudos de grupo, em que a depressão era o elemento que estava sendo estudado. Em um nível de vitamina D no sangue foi descrita como uma potencial intervenção ou fator de risco.

7- Melhora a performance esportiva e influência nos níveis de testosterona

Os cientistas acreditam que existem pelo menos duas razões que explicam a influência da vitamina D nos níveis de testosterona. A primeira é que a vitamina D inibe o processo de aromatização na qual a testosterona é convertida em estrogênio, que é o hormônio sexual feminino. A segunda é que, uma vez que as células que produzem testosterona possuem receptores de vitamina D, ela estimula a produção desse hormônio.

8- Previne Câncer

Assim como em outras doenças, foi comprovado que a deficiência da Vitamina D tem algumas relações com o surgimento ou desenvolvimento com Câncer.

9- Ajuda a reduzir a pressão arterial

Vitamina D tem um papel importante para controlar a pressão arterial. Estudos indicam que alta quantidade de vitamina D no corpo podem abaixar a pressão sanguínea.

10- Combate o enlhecimento precoce

Acredite ou não, ficar exposto ao sol por um tempo adequado beneficia a saúde da pele. Estudos recentes comprovam que o sol pode retardar o envelhecimento da pele.

II) Abaixo veja alguns alimentos ricos em vitamina D que devem ser consumidos:

1) Atum:

O atum possui características positivas e negativas, tais como, é um alimento leve e que possui um nível alto de vitamina D. Portanto, o atum em lata contém uma toxina que ao consumir em excesso pode ser prejudicial à saúde, é aconselhável comer com moderação e de vez em quando.

2) Bife de fígado:

Não é só rico em vitamina D, como também é em vitamina A, ferro e uma ótima fonte de proteína. O fígado é um ótimo alimento para se comer no dia-a-dia, cem gramas dessa proteína equivalem a 50 UI diária.

3) Cereal de grãos:

Cereais são considerados alimentos fortificados, portanto são ótimos e com grande quantidade de vitamina D. Para ficar ainda melhor, você pode consumir com leite que também é rico e isso poderá aumentar o nível no seu dia. Uma xícara de cereal com leite é de 90 UI.

4) Cogumelo:

É o alimento que está exposto ao sol enquanto está na horta, portanto ele se alimenta dos raios, e ao ingerir o cogumelo ele mantém esse poder com você. Os tipos de cogumelos também mostram diferenças, exemplo, o champignon fornece cerca de 3% do valor diário e caloria de 140, além de apresentar benefícios para outros problemas na saúde.

5) Leite de Soja:

Também é um alimento fortificado, ou seja, quase todos os alimentos que são fortificados possuem uma grande quantia de vitamina D. Um copo de 237 ml pode fornecer até 30% de IDR (vitamina).

6) Manteiga:

Nem sempre é aconselhável por ser conhecida por ser muito gordurosa, mas também é um alimento que possui vitamina, e de certa forma bastante significativa, portanto consumi-la em pouca quantidade pode ser útil para a saúde.

7) Ovos:

A maior parte de proteína esta na clara do ovo e as vitaminas na gema. As aves são alimentadas por rações que possuem a vitamina D, eles equivalem até 6.000 UI. Não só ovos de galinhas são considerados como uma ótima fonte, também como os ovos de peixe. Frutos do mar, ao todo são ricos em vitamina D, embora muitas pessoas não gostem o benefício para a saúde é incrível.

8) Queijos:

Qualquer queijo possui a vitamina D, portanto os queijos que mais possuem essa fonte são: queijo de cabra, queijo suizz e queijo ricota.

9) Salmão:

Um estudo realizado mostrou que o salmão que pescado contém 988 UI, uma porção de 100 gramas. O fruto do mar é conhecido pelo mundo inteiro e mostra que pode sim ser uma ótima fonte de vitamina para o nosso dia-a-dia.

10) Suco de Laranja:

Comece o dia com uma bebida natural, gostosa e cheia de benefícios.

Veja também este doutor explicando a importância da Vitamina D para a saúde (3:21):

Fonte:

How I Treat Vitamin D Deficiency
http://jop.ascopubs.org/content/6/2/97.full

4 Dicas para Desenvolver seu Equilíbrio Emocional

Ter o equilíbrio emocional forte, implica em diversas questões benéficas para o dia a dia. Normalmente, ter o equilíbrio emocional abalado, por exemplo, em uma discussão, faz com que tomemos decisões menos acertadas e o resultado acaba por não ser satisfatório.

Logo, conseguir controlar nosso equilíbrio emocional, faz com que possamos manter o foco com mais eficiência, aumentando a chance de tomar decisões certas.

Veja as 4 Dicas para Desenvolver seu Equilíbrio Emocional

4 Dicas para Desenvolver seu Equilíbrio Emocional

1 – Não se apoie em expectativas

Segundo o dicionário Priberam, expectativa é “Esperança baseada em supostos direitos, probabilidades, pressupostos ou promessas”.

Você pode ter suas expectativas, mas nunca se apoie a elas. Apoie-se aos planos, metas, objetivos etc. Em grande parte do tempo, as coisas não saem como o planejado, por isso, se seu emocional estiver apoiado em expectativa, ele ficará comprometido abalado.

O equilíbrio emocional abalado acarreta em diversas atitudes negativas. Entre outras coisas, ficamos nervosos, abalados, frágeis, perdemos o foco e, algumas vezes, adquirimos problemas com a postura.

Nenhuma dessas opções são favoráveis, seja uma situação amorosa ou de trabalho. Por tanto, não mantenha sua expectativa alta. Para isso, simplesmente não apoie-se nelas.

Bons lideres não têm o emocional abalado e conseguem tomar decisões em situações de tensão, justamente por não se apoiarem em expectativas. Estão o tempo inteiro preparados para situação adversas.

2 – Busque soluções

No mundo dos negócios é muito dito para “pensar fora da caixa”. Isso se aplica a tudo, inclusive em “agir fora da caixa”. Saia de sua zona de conforto.

Procure ser um “solucionador” de problemas. Tanto em sua empresa quanto em sua vida pessoal. Quando tudo começa a dar errado, não foque no problema, foque nas causas dele, na solução e busque agir na raiz.

Se seu relacionamento não anda bem, não adianta buscar atitudes que camuflem o problema, como um jantar romântico. É preciso entender o que está errado para que possa resolver qualquer questão.

Em seu trabalho, se algo está indo mal, mesmo que não faça parte de uma função sua, busque uma solução.

Enfrentar os problemas, encontrar a causa e uma solução, irá fortalecer seu sistema emocional. E isso irá, inclusive, te ajudar a enfrentar e solucionar mais problemas.

3 – Fonte de inspiração

Após ter a capacidade de manter seu equilíbrio emocional, é preciso mante-lo assim, mas não é uma tarefa simples. O que irá ajudar, e muito, é ter sempre uma razão clara para cada ação que irá fazer. Um objetivo bem especifico.

Busque se perguntar “por que estou fazendo isso”. Se a resposta não for favorável, muitas vezes seguidas, algo está errado.

Uma fonte de inspiração pode ser qualquer coisa que torne claro o motivo de estar fazendo tal atitude. Isso irá manter forte seu equilíbrio emocional. Por exemplo, se quiser emagrecer, mas na primeira semana tiver engordado… a desmotivação é provável. Mas, com um objetivo bem definido (fonte de inspiração) seu emocional estará fortalecido e essa semana não será o suficiente para te desmotivar.

4 – Saiba seguir em frente

Mesmo que o seu lado emocional seja equilibrado, e tenha grande parte de suas escolhas sob controle, é importante saber que a qualquer momento, tudo pode dar errado. Você pode fracassar.

Segundo o dr. Sean Richardson, em uma palestra no TEDx em 2011, “aceitar o fracasso, ficar bem em não conseguir exatamente o que quer neste momento, é a melhor estratégia para o sucesso. Mas é preciso força emocional”.

Logo, conseguir e manter fortificado o seu equilíbrio emocional, é importante, não apenas para conseguir algo, mas também deixar algo para trás, mesmo que por algum momento.

Assim, você irá conseguir se focar para obter outras conquistas, ou mesmo retomar um objeto.

Perda auditiva afetado pela falta de equilíbrio emocional

A perda auditiva não é restrita somente aos ouvidos: envolve um impacto emocional que, às vezes, é difícil de poder entender para aqueles que não sabem o que isso significa.

Em muitas situações do dia a dia, essas pessoas podem se deparar com constrangimento por causa da deficiência auditiva. Se coloque um pouco no lugar delas: na hora de pedir informações, ou para dar sequência em uma conversa com alguns companheiros de trabalho, todos entendem o que foi dito, mas só você fica sem entender a história.

Escutar não é uma atividade passiva para pessoas que têm dificuldade de ouvir. Elas precisam estar sempre se esforçando para não perder o assunto ou prevendo o que vai ser dito. É muito exaustivo fisicamente estar nessa posição, porque requer maior atenção a qual deixa o corpo mais tenso. Além disso, esse stress pode causar insônia e doenças.

perda auditiva é difícil e suga muita energia. É uma luta invisível que não sabemos como realmente é, mas somente aqueles que passam por isso sabem como requer esforço para estar sintonizado em um diálogo ou em uma conversa entre amigos.