Fones de Ouvido Podem Causar Perda Auditiva e Zumbido

Embora muitas pessoas gostem de colocar o volume dos seus fones de ouvido no máximo, especialistas da Universidade de Leicester, na Inglaterra, mostraram evidências que ligar o volume de seus fones de ouvido muito alto pode danificar o revestimento das células nervosas, eventualmente causando surdez temporária.

Ouvir música alta por menos de 1 hora e meia produz mudanças significativas na capacidade auditiva, que pode colocar em risco os ouvintes a perdas auditivas. Enquanto os estudos alertam que os alto-falantes de alta potência e fones de ouvido tornam mais fácil para as pessoas ficarem expostas a níveis de ruído potencialmente prejudiciais em shows, concertos ou durante o uso mp3 players.

“Quando se trata de música alta, em particular música amplificada, não se sabe se as mesmas medidas utilizadas para o ruído industrial irão descrever com precisão os efeitos sobre a audição e o risco que estes comportamentos representam”, diz Dr. Ordonez. De acordo com os pesquisadores, os níveis de ruído semelhantes aos dos níveis de jato pode ser ouvida em fones de ouvido pessoais se forem altos o suficiente.

Os cientistas já sabiam que a surdez temporária e zumbido podem ser causados por ruídos mais altos do que 110 decibéis. Este estudo, publicado na Revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, é o primeiro a examinar como esses barulhos causam danos subjacentes às células.

De acordo com pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, de Israel, o uso de fones de ouvido em volume alto pode levar à perda auditiva precoce entre os adolescentes. Um em cada quatro adolescentes está em risco de desenvolver perda auditiva por causa do uso constante de fones de ouvido.

Os resultados desse estudo, publicado no Jornal Internacional de Audiologia, mostram claramente que o uso de iPods, smartphones e outros dispositivos de MP3 pode ser prejudicial à audição dos adolescentes.

“Daqui 10 ou 20 anos, será tarde demais para perceber e tratar uma geração inteira de jovens começou a apresentar problemas auditivos muito mais cedo do esperado do envelhecimento natural”, diz o professor Chava Muchnik na Faculdade de Medicina de Sackler e do Sheba Medical Center, ambos pertencentes à Universidade de Tel Aviv.

A perda de audição em seus 30

Uso constante de tocadores de MP3 submete o adolescente à exposição contínua a música alta, o que pode levar a perda auditiva lenta e progressiva. Portanto, as pessoas só descobrem o efeito do dano depois de muitos anos. Ou seja, em um momento em que o tratamento torna-se mais difícil, caro e, em alguns casos mais extremos, a situação pode ser até irreversível.

Os adolescentes que colocam o volume muito alto, podem começar a ter a sua audição deteriorada a partir de 30 ou 40 anos, e isso é muito mais cedo do que em gerações anteriores, adverte o Prof Muchnik.

Riscos causados pela música alta

Para investigar o potencial risco entre música alta e a saúde, a equipe mediu sons conhecidos como “emissões otoacústicas” como um índice da função auditiva. Estes são sons gerados dentro do ouvido interno, em resposta a estímulos de som, e eles podem ser medidos nos canais de orelha de pessoas que têm audição saudável. A pesquisa mostra que as emissões otoacústicas desaparecem quando o ouvido interno está danificado.

Neste estudo, os pesquisadores mediram as emissões otoacústicas para avaliar mudanças na capacidade auditiva antes e após a exposição à música amplificada, testando este método em um ambiente de show ao vivo. Comparando como estes dois conjuntos de medidas mudaram após uma exposição de som com os parâmetros acústicos da música amplificada pode-se conduzir a uma melhor compreensão de como a audição é afetada.

Resultados do estudo

Surgiram duas conclusão importantes com os resultados:Uma é que é possível medir as mudanças na audição após exposições de duração relativamente curtas, menos de uma hora e meia. A segunda é que existem notáveis diferenças individuais em níveis de exposição de som, bem como nas alterações em emissões otoacústicas produzidos por condições de exposição semelhantes.

As próximas etapas de trabalho da equipe incluem aperfeiçoar seus métodos de medição e descrição dos efeitos biofísicos e mecânicos que os níveis sonoros de música têm sobre os indivíduos. Em última análise, eles esperam para fornecer dados e argumentos científicos em que o estabelecimento de critérios de risco de dano para a exposição de som musical.

Um estudo britânico revela que oito em cada dez não têm considerado que podem prejudicar sua audição ou ter zumbido aumentando sua música.

A organização de caridade internacional “Action” realizou uma pesquisa sobre perda auditiva envolvendo 1.000 britânicos. Surpreendentemente, 80% deles não sabiam que podem prejudicar sua audição ouvindo música alta.

O estudo feito na Univerisdade de Tel Aviv (Israel)

A estatística começa a preocupar cada vez mais os jovens. Estudo da Universidade Tel Aviv (Israel), divulgado na revista científica “International Journal of Audiology”, revela que um em cada quatro adolescentes corre o risco de sofrer perda auditiva. A causa disso? Horas e horas com fones de ouvido no volume máximo. A constante utilização pode trazer sérios danos a vida dos adolescentes. O que mais preocupa é que os sintomas começam a aparecer aos poucos e as chances de recuperação são cada vez menores, se não for cuidada desde cedo.

A primeira parte do estudo consistiu de 289 participantes com idades entre 13-17 anos. Eles foram convidados a responder a perguntas sobre seus hábitos com relação a dispositivos eletrônicos de música – mais especificamente, qual é o volume que preferem ouvir música e por quanto tempo a ouvem.

Na segunda parte do estudo, esses níveis de volume e durações foram utilizados num teste envolvendo 74 adolescentes em ambientes ruidosos e silenciosos. O nível de ruído medido foi usado para calcular o risco potencial de danos à audição com base nos critérios estabelecidos pelas regulações de saúde industrial e segurança.

Segundo o Prof Muchnik, as conclusões do estudo são preocupantes. 80% dos adolescentes usam seus “gadgets” regularmente, com 21% escutando 1-4 horas por dia, e 8%, para mais de quatro horas de forma consecutiva. Tomados em conjunto com os resultados das medições acústicas, os dados indicam que um quarto dos participantes está em risco grave de perda auditiva.

Principais dados do estudo:

  • 83% sofreram zumbido.
  • 19% se preocupam um pouco sobre isso – o resto não se preocupa com o zumbido.
  • 87% ouvem música no mp3 players ou dispositivos similares.
  • 76% não sabem que os regulamentos da UE dizem que os MP3 players devem ter um volume máximo de 85dB como configuração padrão.
  • 34% substituiriam a configuração de 85dB.
  • 80% mudariam seu comportamento auditivo se eles soubessem o quanto estão prejudicando a audição por exposição a música alta.

Necessidade de critérios para diminuir os riscos em ouvir música

Normas de segurança e de saúde relacionada à indústria são atualmente a única referência para medir o dano causado pela exposição contínua ao ruído em volume alto. No entanto, de acordo com o Prof Muchnik, existe uma necessidade crescente de critérios para minimizar o risco de ouvir música para prevenir a perda auditiva.

Enquanto isso, ela espera que os fabricantes possam incorporar normas europeias em seus produtos que estabelecem um limite de 100 dB em tocadores de MP3. No presente momento, alguns players de MP3 podem tocar até 129dB.

Abaixar o volume quando estiver usando os fones de ouvido!

Em grupos de discussão com estudantes de duas escolas na Holanda, pesquisadores constataram que os adolescentes, em geral, estão cientes de que aumentar o volume de fones de ouvido no máximo pode prejudicar sua audição. No entanto, a maioria dos jovens diz não se preocupa em mudar isso.

Como muitos adolescentes, os estudantes negaram o risco pessoal que sofrem. Na publicação do Journal of Pediatrics os pesquisadores afirmaram que a maioria conhece os perigos de ouvir música alta, mas acreditam ter “baixa vulnerabilidade” a perdas de audição.

Diante disso, o pesquisador Ineke Vogel disse à Reuters Health em uma entrevista por e-mail, “recomendamos que os pais informem e discutam com seus filhos o uso de fones de ouvido e as potenciais consequências irreversíveis para a audição futuramente.”

Como prevenir?

1) Como ouvir música sem prejudicar a audição?

MP3 player “deve ser configurado com o volume mais baixo possível para que a música possa ser entendida confortavelmente. Procure escolher o volume de 50 a 60% da potência máxima”, diz a Dra. Sharon Curhan, que revelou que 1 em cada 5 adolescentes sofre de algum tipo de perda auditiva. Se for ouvir música com volume alto, faça por períodos mais curtos de tempo, pois, quanto mais alto, menor o tempo seguro para se expor ao som.

2) Volume pode prejudicar audição

Já percebeu como você tem que aumentar o volume para manter a mesma sensação da música que inicialmente sentiu quando começou a ouvir? “Isso é devido à contração dos músculos minúsculos no ouvido que limitam o quanto os pequenos ossos do ouvido pode se mover, diminuindo, assim, a transmissão de vibrações sonoras ao ouvido interno, onde os sons são detectados”, explica Curhan. “A exposição à música alta resulta no que é chamado de mudança temporária do limiar e pode prejudicar a audição”.

Com o tempo, o ouvido torna-se menos sensível ao ruído e o tempo que ele tem para recuperação varia. Dê tempo aos seus ouvidos para descanso. Fique em silêncio. Depois de show de rock, o nível de saturação de seu tímpano fica no limite, seus ouvidos podem precisar de mais de um dia para se recuperarem. Eles estão tentando dar-lhe um sinal de que eles estão sendo abusados.

3) Não aumente o volume para abafar o ruído do ambiente

Embora possa não parecer muito, aumentar o volume para bloquear o ruído ambiente, faz a diferença para seus ouvidos. É mais comum fazer isso no metrô, quando o ruído é muito alto e você passa a não ouvir bem a música. Isso não deve ser feito, pois, pode prejudicar audição. Como diz Curhan, “Muitas vezes, o fator que leva a aumentar o volume não é a adaptação sensorial, mas sim, a presença de um ruído ambiental”.

Especialistas recomendam o uso de fones de ouvido que bloqueiam o ruído que se ajustam perfeitamente no ouvido ou, ainda, que bloqueiam eletronicamente o som ambiente, para não prejudicar audição. Se o seu par de fones de ouvido novo não tem esses recursos, vale a pena ir para uma loja de eletrônicos.

Pais, fiquem atentos!

De acordo com Vogel e o co-pesquisador Dr. Hein Raat, ambos da University Medical Center Rotterdam, os pais também podem procurar por sinais de problema de audição: quando um adolescente se queixa de zumbido nos ouvidos ou de sons abafados. No entanto, com base nas discussões em grupo, muitos pais podem não estar cientes dos riscos auditivos decorrentes de fones de ouvido, observam os pesquisadores.

Dos 73 estudantes envolvidos no estudo, poucos disseram que seus pais os haviam alertado de que ouvir música alta poderia danificar sua audição. Também pode ser necessário que os próprios fabricantes de fones de ouvido realizem mudanças, disseram os pesquisadores em seu relatório.

Muitos estudantes afirmaram não saber como dizer quando seus MP3 players eram muito barulhentos. Volumes iguais ou superiores a 90 decibéis (dB) são considerados perigosos, observa Vogel, mas os níveis de ruído que chegam entre 120 dB e 140 dB podem se tornar desconfortáveis ou dolorosos. De acordo com os pesquisadores, os fabricantes poderiam equipar os MP3 players com um indicador que mostra o nível de volume em termos de decibéis, juntamente com um sinal – como uma luz intermitente – que se apaga quando os níveis de decibéis alcançarem a zona de perigo.

Baixe o software Hearing Guardian v1 no seu celular e previna-se agora!

Por enquanto, Vogel e seus colegas recomendam que, como uma “regra de ouro”, os usuários de fones de ouvido definam o volume não superior a 60% da sua capacidade total quando usar os fones de ouvido, como aqueles que vêm com os iPods. Assim como existem normas de segurança para exposição ocupacional ao ruído, Vogel e seus colegas sugerem que mais estudos em longo prazo sejam necessários para desenvolver as diretrizes de segurança para a exposição ao ruído no “lazer”.

Use o software para computador Hearing Guardian v1. Depois de ouvir música muito alto é provável que alguma região das células ciliadas da cóclea esteja danificada de tanta pancada. O aplicativo descobrirá quais as regiões foram prejudicadas e gerará sinal para condicionar e estimular as células ciliadas prejudicadas na cóclea. Você sentirá a diferença em alguns dias de uso dependendo da gravidade.

Leia também o artigo como a balada ou show pode causar danos na sua audição.

Fonte:

http://www.hear-it.org/MP3-players-put-teens-at-risk-of-early-hearing-loss

http://www.reuters.com/article/2008/03/26/us-teens-risks-mp-idUSLAU68250

http://www.medicalnewstoday.com/articles/249646.php

http://www.sciencedaily.com/releases/2012/05/120508152005.htm

http://www.hear-it.org/Unawareness-Loud-music-can-damage-your-hearing

Saiba Tudo Sobre a Dieta do barulho

A Atenua Som selecionou algumas dicas de médicos e especialistas para melhorar o bem-estar e a saúde dos leitores da BioSom. Em destaque, está a “Dieta do Barulho“: especialistas em neurociência afirmam que diminuir a exposição prolongada ao barulho evita problemas futuros na audição e na parte cerebral.

O ideal é realizar pausas em festas barulhentas, diminuindo a exposição prolongada ao barulho sempre que possível.

Dieta do Barulho: Ficar em um lugar mais tranquilo durante aproximadamente 30 minutos podem fazer a diferença para sua saúde no futuro.

1) Familiares doentes

Especialistas na área de virologia declaram que diminuir o contato entre o doente e familiares é a melhor alternativa para que a gripe não se espalhe. Sempre que algum familiar estiver gripado, o melhor é manter quarentena no quarto durante três dias até que ele passe a fase mais infecciosa.

2) Cuidados com dietas radicais

Depois de uns dias de exageros alimentar (depois de feriados ou férias), não se deve realizar um corte radical na comida no dia seguinte.
A melhor opção é retornar aos hábitos alimentares saudáveis ao poucos, por exemplo, não inicie uma dieta somente a base de sopas, o indicado é adotar uma rotina saudável que inclua cinco refeições por dia e com os alimentos que lhe fazem bem.

3) Evitar exercícios físicos em excesso:

Cardiologistas explicam que todos os aspectos do estilo de vida devem ser levados com moderação, inclusive os exercícios.
Praticar qualquer tipo de atividade física em excesso pode sobrecarregar o coração e causar efeitos adversos com consequências a longo prazo, como a debilitação do coração ou até transtornos relacionados com o ritmo cardíaco.

Qualquer tipo de excesso aumenta consideravelmente a probabilidade de sofrer algum problema de saúde. Para garantir dias saudáveis, tenha uma vida regrada e sem exageros, inclusive no volume da música que você escuta!

Fonte

Via Atenua Som

Presbiacusia – Perda Auditiva Relacionada à Idade

Os sons quando passam pelo nosso ouvido são captados pelas células ciliadas. Com o passar do tempo, estas células vão se desgastando e isso faz com que a pessoa tenha perda auditiva, o que pode levar à presbiacusia. Esta é uma perda de audição lenta nas frequências agudas, a maioria das pessoas afetadas são acima de 60 anos.

O envelhecimento natural é uma das principais causas da perda auditiva. Uma hora ou outra a perda auditiva afeta todo e qualquer ser humano, trazendo diversas consequências geralmente inesperadas. O ouvido, além de ser responsável pela nossa audição, também é extremamente importante na manutenção do nosso equilíbrio e na nossa vida social. Quando um idoso começa a perder sua capacidade auditiva, é muito provável que isso acabe causando isolamento, frustração, depressão, entre outros problemas psicológicos. Tudo o que as pessoas à sua volta podem fazer é amenizar esses danos.

Presbiacusia no Idoso

Os distúrbios de comunicação gerados pela perda de audição torna a atividade de compartilhar pensamentos, ideias e informações uma tarefa árdua. É comum que o idoso, na maioria das vezes, finja compreender o que os outros estão falando e, consequentemente, desista de tentar interagir. A fala também acaba por ser afetada e a tendência é piorar cada vez mais, conforme a pessoa for perdendo a audição.

É comum que o idoso seja descrito com uma pessoa confusa e distraída, mas na verdade essas características são apenas consequências dos danos à sua capacidade auditiva. Também é importante perceber que a deficiência auditiva pode trazer problemas para a linguagem e a memória, resultando em uma complexa depreciação da qualidade de vida da pessoa idosa.

Pesquisadores britânicos conseguiram células-tronco que são necessárias para a audição normal. Este pode ser o primeiro passo para a cura da perda auditiva no idoso.

Cientistas da Keele University, em North Staffordshire, Reino Unido, revelaram uma das causas de porque perdemos nossa audição à medida que envelhecemos. Conforme envelhecemos, as células que gerenciam a composição do fluido(fybrocytes) envelhecem conosco. Os fibrócitos, em alguns casos, vão degenerar e vamos experimentar perda auditiva. “Estamos ainda em fase preliminar,” diz Dr. Furness Dave: “a segunda fase é crescer fibrócitos especificamente para tratar a perda auditiva no idoso”, completa.

Principais sintomas de presbiacusia nos idosos

As queixas mais comuns são:

  • zumbido
  • dificuldade de entender a fala
  • dificuldade de conversar em ambientes ruidosos
  • desconforto na presença de som alto
  • vozes masculinas são mais fáceis de ser entendidas do que vozes femininas

Perda auditiva em idosos

Quanto à possibilidade de os “baby boomers” sofrerem um aumento de perda auditiva devido à exposição ao volume alto. Dr. Branch apontou um estudo feito pela Universidade de Wisconsin em 2010, mostrando que as taxas de deficiência auditiva foi de 31% menor nos “baby boomers” do que em seus pais. O estudo acompanhou 5.275 adultos nascidos entre 1902 e 1962. Uma das razões para as baixas taxas de comprometimento pode ser por causa das normas da OSHA (órgão reguladora de segurança e saúde dos EUA) que diminuíram os níveis de ruído no local de trabalho.

Mais estudos devem ser realizados em relação ao “baby boomers”. Estima-se que daqui a dez anos a perda auditiva pode dobrar, e até lá as pessoas devem saber se prevenir e cuidar melhor de sua audição.

Existe prevenção?

Não há muito a se fazer para evitar a perda auditiva relacionada à idade, mas evitar ambientes barulhentos ou usar protetores auriculares pode ser uma alternativa. Muitas pessoas trabalham em fábricas que possuem máquinas barulhentas, é muito importante o uso de protetores nesse caso.

Outra maneira de evitar que a perda auditiva chegue tão cedo, é não se expor por muito tempo ao alto volume de música, por exemplo em shows, festas e baladas.

Há consequências?

Veja abaixo as possíveis consequências em pessoas da terceira idade:

  • irritação
  • medo
  • reduz a atenção
  • afeta coordenação motora
  • depressão

Como saber se estou com presbiacusia?

Quando há uma dificuldade de entender o que as pessoas dizem, pode ser que tenha algum grau de perda auditiva. Para confirmar, procure um especialista para a realização de um teste de audiometria e assim irá saber qual o grau da perda.

Clique aqui e faça esse teste para ver como está a sua audição, mas atenção: este não substitui a audiometria.

Tratamento para presbiacusia

O tratamento é variado de acordo com o grau da perda auditiva. Em caso de perda auditiva severa pode-se usar aparelhos auditivos ou cirurgia de implantes cocleares.

Em casos de perda auditiva leve a moderada, é possível usar a tecnologia da Biosom. Um software que atende pessoas com perda auditiva causadas por envelhecimento natural e excesso de barulho.

Como Ajudar um Idoso com presbiacusia?

Mas e os amigos e familiares, o que eles podem fazer para ajudar? É extremamente necessário ter muita paciência na hora de se comunicar com o idoso. Ouvir atentamente o que ele tem a dizer é o primeiro passo para tirá-lo do isolamento social. Ao falar, não é preciso aumentar o volume de sua voz, apenas converse pausadamente e pronuncie as palavras com clareza, repetindo as frases, se for necessário.

No entanto, nada disso pode ser eficaz se você estiver conversando com a pessoa em um ambiente muito ruidoso. Sempre que for interagir com um idoso, procure fazê-lo em um lugar silencioso, onde não seja necessário falar mais alto para se fazer ouvido. Além disso, também não se pode esquecer de que o fato de a pessoa possuir deficiência auditiva não quer dizer que ela deva ser poupada das atividades sociais, pois isso contribuirá para a sua frustração.

Como o Software Hearing Guardian Pode Tratar a Audição dos Idosos? 

Presbiacusia - Perda Auditiva Relacionada à Idade

Muitas pessoas acreditam que a deficiência auditiva causada pela idade não é irreversível, mas essa é uma afirmação do passado. Ajude o idoso a utilizar o Hearing Guardian V1 pelo tempo necessário e veja a melhora você mesmo. Aproveite e veja alguns depoimentos no site da Biosom. Caso não haja progresso, existem duas opções: ou a deficiência foi causada por excesso de cera no ouvido, ou o problema já avançou demais e está no grau de severidade. Portanto, lembre-se: o quanto antes a pessoa utilizar o software, menores são as chances da perda auditiva ser grave.

Fonte:

http://www2.uol.com.br/vyaestelar/audicao_idoso.htm

Condicionamento de Som pode melhorar a perda auditiva

A tecnologia que restaura a audição é finalmente anunciada pelos pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de Stanford. Jaime Lopez, neurologista da Universidade de Stanford, revelou através dos estudos que a tecnologia de condicionamento de som limiar não precisa de nenhum medicamento ou cirurgia para melhorar a audição. O estudo foi divulgado no Jornal Oficial da Academia Americana de Neurologia.

condicionamento de som limiar - melhorar a audição

Para comprovar a eficiência da tecnologia do condicionamento de som limiar, pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade do Stanford selecionaram aleatoriamente 42 indivíduos divididos em grupo normal e grupo que foi tratado com a tecnologia TSC. Os indivíduos foram submetidos durante 2 semanas, 50 minutos de sessão diária. Os indivíduos que foram submetidos a tecnologia de Condicionamento de som limiar mostraram uma melhora significativa (P < 0,000546 , de Scheffe teste post hoc). Enquanto as condições dos indivíduos que não foram submetidos, não demonstraram nenhuma alteração. O estudo foi feito em cooperação com o governo de Seoul, Coréia, sob supervisão de Mr Kwak, CEO da Earlogic.

O estudo da tecnologia de condicionamento de som limiar foi anunciado pelo Jornal Oficial da Academia Americana. Especialistas estão dispostos a desenvolver essa tecnologia em equipamentos médicos e integrá-la, até mesmo, em dispositivos de áudio , dispositivos de comunicação , etc..

Como funciona o Condicionamento de som limiar?

Em Inglês o nome da tecnologia é TSC, Threshold Sound Conditioning que significa condicionamento de som limiar e que tem como propósito melhorar a capacidade auditiva, ajustando os sinais acústicos no nível limiar de cada indivíduo.

O primeiro produto introduzido no Brasil foi o software Hearing Guardian, o qual pode ser baixado gratuitamente no website www.biosom.com.br

Fonte:

Jornal Coreano Chosun

http://biz.chosun.com/site/data/html_dir/2015/05/13/2015051302892.html

Estudo do Jornal Oficial da Academia Americana.

http://www.neurology.org/content/84/14_Supplement/S26.006.short

Qual é a diferença entre volume e frequência?

Volumes e frequência são termos usados para descrever o nível do som e o número de ciclos de uma onda sonora dentro do período de um segundo.

Para se ter uma ideia clara das palavras técnicas usadas para descrever a cerca de problemas auditivos e o ruído, reunimos alguns fatos principais para explicar a diferença entre volume e frequência.

O que é frequência?

frequencia

A frequência de um som corresponde ao número de ciclos de uma onda sonora por segundo. A unidade de medida é hertz (Hz). A frequência de um som aumenta à medida que o número de ciclos por segundo aumenta.

Vibrações entre 20 e 20 mil ciclos por segundo produzem sons cujo uma pessoa, com uma audição saudável, consegue ouvir. Diferente, por exemplo, da audição do cachorro, que consegue ouvir sons com frequências acima das que as pessoas conseguem ouvir. Ou seja, mais de 20.000 hertz.

Sons com alta frequência, ou seja, com mais ciclos por segundo, são os mais agudos. Por exemplo, um pássaro cantando, uma flauta etc.

Já vibrações com baixa frequência, ou seja, com menos ciclos por segundo, produzem sons mais graves, assim como o som de um contra-baixo, trovão, etc.

O que é volume?

volume

Volume corresponde ao nível do som. O termo utilizada em todo o mundo para medir o volume é o db (decibéis). A escala de decibéis é uma escala logarítmica, onde uma duplicação de pressão sonora corresponde a um aumento de 6 dB no nível.

É importante compreender que o termo ‘dB’ pode ter significados diferentes, e não é um valor fixo, como o volts, por exemplo. O valor de um db depende do contexto em que o termo é usado.

Qual a diferença entre volume e frequência?

volume e frequência

Para ter claro, vamos expor a diferença de forma simplificada:

A frequência de um som está ligada diretamente ao grave, médio e agudo em quanto ao volume está ligado a intensidade de som.

Sendo assim, aumentando ou diminuindo o volume, não muda sua frequência. Ou seja, aumentar o som de uma flauta, não muda suas notas agudas, apenas deixa mais alta ou baixa.

Volume, frequência e a audição

Conclusão. Perda auditiva pode estar relacionada a perda de algumas frequências, ou seja, você começar a deixar de ouvir sons mais agudos, por exemplo.

Na maior parte dos casos, isso acontece por ouvir sons com volume muito alto e desgaste ao longo do tempo. Para esses dois casos, podemos prevenir a audição utilizando o software Hearing Guardian. O software utiliza uma tecnologia desenvolvida nos Estados Unidos que acha quais as faixas de frequências que o usuário está com problema e condicionará até recuperar a sensibilidade auditiva.

Saiba mais clicando aqui, ou clique ao lado para baixar o software gratuitamente direto para Windows ou Mac OS X.

10 Dicas Infalíveis para se Proteger da Poluição Sonora

A poluição sonora é caracterizada quando a quantidade de ruído é superior ao que é considerado normal para o ser humano. Infelizmente, hoje em dia nas grandes cidades está difícil escapar dela.

Ver pessoas ouvindo música alta, assistir televisão com o volume alto, barulho de trânsito, até cachorro latindo no meio da noite. Tudo isso já faz parte do nosso cotidiano, mas quando o som da televisão nos impede de dormir ou o barulho do trânsito faz a cabeça doer, começa a virar poluição sonora. Saber reconhecer um ambiente propenso a poluição sonora ajuda na escolha de onde não ir para evitar problemas auditivos.

Veja 3 dicas para reconhecer um ambiente que pode danificar a audição.

  1.  Há necessidade de gritar em um determinado ambiente para se fazer ouvir?
  2.  Zumbidos ocorrem após você visitar este ambiente?
  3.  Você tem a sensação de ouvidos cheios ou de diminuição de audição após a visita?

Caso alguma dessas opções aconteça, não frequente esses lugares sem proteção auditiva. Veja mais a seguir.

I) Algumas Causas da Poluição Sonora

Poluição sonora

1) Transportes:

Grande número de veículos nas ruas, aviões voando por cima das casas, trens e metrôs produzem ruído em excesso. Pessoas não se acostumam facilmente com isto, barulhos altos levam a pessoa a perder a qualidade de sua audição. Uma pesquisa realizada há vários anos entre os moradores de Curitiba, com a população de 1,7 milhões, mostrou que o tráfego foi o principal responsável (73%), seguido por vizinhos barulhentos (38%). Não é de se estranhar que os participantes da pesquisa foram mais impactados pelo tráfego, pois a maioria dos sons urbanos excedem em muito o limite de 80 dB. Por exemplo, um caminhão de lixo registra 100 dB, uma buzina de carro a 110dB, e uma sirene de ambulância a 120.

2) Construções:

Construção de prédios, estações de metrô, obras nas ruas, acontecem em todos os lugares. Essas construções são necessárias o crescimento da cidade, mas os equipamentos e máquinas que são usadas causam muita poluição sonora.

3) Domicílio:

No geral, o ruído de vizinhança foi citado como o tipo mais preocupante de ruído. Para as pessoas que ficam em suas casas também têm aparelhos que podem piorar sua audição, por exemplo: casas noturnas, televisão, rádio, celular, aspirador de pó, panela de pressão. Esses eletrônicos podem trazer malefícios à sua qualidade de vida.

II) Efeitos da Poluição Sonora

1) Problemas Auditivos:

Qualquer tipo de som em excesso pode causar problemas em nosso corpo. No nosso dia-a-dia virou normal ter que ouvir barulhos de buzinas, sirenes, britadeiras, máquinas e outros. Mas a exposição a esses ruídos pode facilmente danificar nossa audição, causar zumbido, e reduzir nossa sensibilidade aos sons que nos rodeiam.

2) Problemas de Saúde:

a poluição sonora em escritórios, locais de construção, bares e outros, podem influenciar em nossa saúde. Estudos nos mostram que o comportamento agressivo, não conseguir dormir, stress, fadiga e hipertensão pode ter ligação com o excesso de ruído, estes podem causar problema mais graves, como doença crônica na vida adulta.

3) Problemas de Comunicação:

um ruído de alto decibéis, pode afetar na comunicação das pessoas, não permitindo a boa qualidade comunicação. Pode-se causar mal entendimento e dificulta na compreensão das outras pessoas. Ruído agudo pode causar dor de cabeça, afetando sua emoção.

 

III) 10 dicas para você se proteger da poluição sonora:

poluição-sonora-perda-auditiva

  1. O volume dos aparelhos de MP3 e celulares com fones de ouvido não podem passar de 60 decibéis.
  2. Use protetores auditivos sempre que for exposto a sons altos.
  3. Tente deixar as janelas do carro fechadas ao transitar pelas ruas, o barulho externo pode danificar o ouvido e também causar estresse.
  4. Opte por fones de conchas, eles distribuem melhor o som e prejudicam menos a audição.
  5. Os sintomas da perda auditiva são quase imperceptíveis, por isso, fique atento a quaisquer mudanças na capacidade auditiva.
  6. Na suspeita de perda de audição e/ou zumbido visite um otorrinolaringologista.
  7. Evite ficar perto de caixas de som.
  8. Fique em silêncio sempre que possível depois de dias agitados para dar descanso aos ouvidos.
  9. Não ligue o rádio, a TV, máquina de lavar, liquidificador e outros eletrônicos de uma só vez.
  10. Use o software Hearing Guardian v1 para prevenir e melhorar a sua capacidade auditiva.

Assista esse vídeo e veja mais sobre a poluição sonora:

Fontes

http://www.suapesquisa.com/pesquisa/poluicao_sonora.htm

http://www.conserve-energy-future.com/causes-and-effects-of-noise-pollution.php

http://www.healthyhearing.com/content/articles/Hearing-loss/Causes/47496-Noise-pollution-hearing-loss

O avanço da tecnologia está causando perda auditiva

Com as novidades em produtos tecnológicos, como smartphone, mp3 e aparelhos sonoros, pessoas do mundo todo são sugestionadas ao consumo e carregam, pelo menos, um destes produtos no dia a dia. Entretanto, o que muitos não sabem é que, com o avanço da tecnologia, veio também os problemas auditivos.

Na verdade, estes distúrbios ou a perda auditiva deveriam se manifestar ao longo dos anos vividos de um indivíduo, com a idade mais avançada, aproximadamente nos seus 60 ou até nos seus 75 anos. Mas muitos adultos de 40 a 50 anos que deveriam estar com a audição saudável estão experimentando a perda da audição precocemente.

Pesquisas apontam que 800 milhões de pessoas no mundo sofrem com esse sintoma de perda auditiva e, de acordo com as estimativas da OMS, esse número pode chegar a 1,1 bilhão de pessoas até 2015.

O problema tem se tornado sério em muitos jovens que têm o costume de ouvir música em alto volume. A perda auditiva nos jovens têm se agravado a cada dia pelo costume de usar o famoso fone de ouvido para se escutar músicas no mp3 ou qualquer outro aparelho eletrônico. Segundo o otorrinolaringologista Victor Campelo “se um jovem escuta um som muito alto, esse som gera ondas sonoras fortes que batem e machucam a audição”.

O especialista ainda explica que o uso de fone de ouvido para ouvir músicas com o volume alto pode ser danoso e levar à perda auditiva permanente. São danos irreversíveis provocados pela perda auditiva por ruído excessivo. O jovem só percebe o dano depois que os sintomas já estão avançados.

Como prevenir com a tecnologia?

tecnologia

A perda auditiva pode ser prevenida usando-se protetores de ouvido em ambientes com muito ruído e, ao utilizar de fones de ouvido, não ultrapassar no volume médio do seu aparelho. É sempre bom cuidar da saúde auditiva desde cedo para evitar maiores problemas, explica o especialista Victor Campelo.

Use o software Hearing Guardian v1 para prevenir

Fonte:

http://www.nbcnews.com/id/39388691/ns/technology_and_science-tech_and_gadgets/t/what-evidence-ipod-related-hearing-loss-challenged/#.VsMSZvkrKUk

Enxaqueca pode aumentar o risco de perda auditiva

Enxaqueca pode aumentar o risco de perda auditiva, afirma um estudo. Pessoas com enxaqueca são mais propensas a ter as emissões otoacústicas (EOA) e Audiometria de Tronco Encefálico (ABR) reduzidas, que são indicadores precoces de disfunção auditiva iminente que pode levar à perda auditiva.

Além disso, cerca de dois terços dos pacientes com enxaqueca tiveram uma ou mais anormalidades em testes auditivos eletrofisiológicos, apesar de quase todos eles terem um nível de audição normal. Sintomas de disfunções auditivas, como fonofobia (medo de ruídos altos) e zumbido estavam presentes em 20,7% e 13,8% dos indivíduos, respectivamente.

Comparados com um grupo de controle, os pacientes com enxaqueca tiveram amplitudes significativamente mais baixas de emissões otoacústicas evocadas transientes (EOAT) nas frequências 1 kHz, 3 kHz e 4 kHz.

Eletromobilidade

Eles também tinham significativamente reduzido as amplitudes das emissões otoacústicas produto de distorção (EOAPD) nas frequências 1 kHz, 2 kHz, 3 kHz e 5 kHz.

EOAT e EOAPD são gerados quando as células ciliadas externas do ouvido, as quais são responsáveis pela amplificação coclear, movem-se em resposta a estímulos acústicos – um processo conhecido como eletromobilidade.

“As emissões otoacústicas permitem uma avaliação sensível da função coclear e, objetivamente, monitorar as mudanças dinâmicas na resposta coclear antes da perda auditiva funcional e significativa ocorrer por qualquer causa”, explica Sherifa Ahmad Hamed (Assiut University Hospital, Egito) e colegas.

Pacientes com enxaqueca também informaram latência prolongada da onda III e interpicos de latênca IV da ABR em freqüências de taxa elevadas, indicando disfunção auditiva central.

 

Fonte:

http://www.hear-it.org/Migraines-may-increase-the-risk-of-hearing-loss

Leptina, hormônio de gordura que ajuda na perda auditiva e na visão

A leptina é um dos hormônios mais importantes do nosso corpo. Ele desempenha uma função fundamental na ingestão e no gasto energético, por isso, é conhecido também como o  “hormônio da gordura”. Agora, há pesquisas para saber se a leptina pode desempenhar um papel na perda auditiva e na visão, além do aumento de peso.

Os pesquisadores escreveram na revista “General and Comparative Endocrinology” que a leptina poderia ajudar os médicos a entender melhor a perda sensorial em seres humanos.

Ao estudar o peixe-zebra, os cientistas concluíram que o peixe deficiente em leptina seria incapaz apenas de metabolizar a gordura, mas eles não esperavam que pudesse afetar o desenvolvimento de sistemas sensoriais.

“Nós descobrimos que as influências de leptina no desenvolvimento de olhos e ouvidos no peixe”, disse Richard Londraville, da Universidade de Akron professor de biologia, em um comunicado de imprensa.

Estudos anteriores em ratos verificaram que a leptina controla a temperatura do corpo, funções imunes e densidade óssea. Estes estudos também revelaram que a perda de leptina também afeta o desenvolvimento do olho e da orelha em ratinhos.

Leptina altera dramaticamente o desenvolvimento do peixe-zebra

leptina

Agora, a equipe determinou uma queda da leptina altera dramaticamente o desenvolvimento do peixe-zebra, o que poderia ter efeitos semelhantes em seres humanos.

“Há evidências de que as deficiências de leptina em peixes provavelmente terão o mesmo efeito em seres humanos, de modo que possa ser algo mais amplo do que pensávamos”, disse Londraville. “Talvez mais pesquisas devam ser realizadas com os efeitos sensoriais de leptina”.

A equipe recebeu um subsídio adicional de 435.000 dólares do Instituto Nacional de Saúde para continuar a sua pesquisa. Os cientistas vão usar os recursos ao longo dos próximos três anos para estudar como a leptina é controlada de forma diferente em mamíferos e peixes e as conseqüências resultantes.

Eles receberam uma doação de 250.000 dólares da mesma organização inicialmente para lançar esta pesquisa. Ela foi conduzida pela Universidade de Akron Professor de Biologia Dr. Qin Liu.

Liu é um dos principais especialistas em tecnologia que permitiu a manipulação de leptina do peixe-zebra.

A leptina tem sido objeto de cerca de 30.000 relatórios, desde a sua descoberta em 1994. O hormônio alcançou notoriedade por sinalizar para o cérebro quando é hora de comer.

 

Fonte:

http://www.redorbit.com/news/health/1112702363/vision-hearing-fat-hormone-092712/

Tecnologia assistiva para alunos com deficiência auditiva

Acomodações e dispositivos auxiliares são necessários por alunos com deficiência auditiva para acessar a programação educativa em sala de aula. As necessidades de cada aluno devem ser avaliadas individualmente, mas abaixo é uma introdução genérica para os principais tipos de tecnologia assistiva para pessoas com deficiência auditiva.

Dispositivos de assistência são normalmente utilizados por pessoas que têm dificuldades auditivas ou pessoas com deficiência auditiva. Algumas pessoas usam o implante coclear, também conhecido como unidades FM, que ajudam a reduzir os ruídos de fundo. A voz do locutor transmite através do microfone a um receptor que é conectado ao aparelho auditivo ou implante coclear usado pela pessoa que é surda ou com deficiência auditiva.

1) Implante Coclear

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O implante coclear é usado em pessoas com perda auditiva grave para profunda ou aqueles que apresentam pouco ou nenhum benefício a partir de aparelhos auditivos. É um dispositivo controverso, especialmente quando ele é implantado em crianças pequenas.

2) Aparelhos Auditivos

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Os aparelhos auditivos amplificam os sons para as pessoas com perda auditiva. Pode vir em diferentes tamanhos e formas, e podem variar de posição desde atrás da orelha até dentro do ouvido. Dependendo do tipo de perda auditiva que a pessoa tenha, os sons podem ficar distorcidos e muito altos.

3) Loop Auditivo

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Um Loop auditivo é uma bobina de fio que amplifica o som e reduz o ruído de fundo. Usuários de aparelhos auditivos com um laço podem definir seus aparelhos para uma configuração para receber a transmissão. Loops de audição podem ser permanentemente instalados ou portáteis.

4) Closed Caption

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O closed caption é o texto que aparece na parte inferior da tela da televisão para informar as pessoas surdas do que está sendo dito. Procure por uma pequena caixa com letras ‘CC’ ou uma pequena caixa com um marcador de diálogo de desenho de balão, a fim de verificar se os programas são legendados.

5) Telefones de texto

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Telefones de texto (TTYs) são os telefones que os surdos usam para se comunicar com outras pessoas no telefone. Estes se assemelham a pequenas máquinas de escrever e vem com uma tela LCD e um berço para o telefone. Para uma pessoa surda chamar a TTY, a pessoa do outro lado também deve ter um TTY. Há um sistema de revezamento nacional que a pessoa surda na TTY pode usar para chamar alguém que não tem um TTY.

6) Sinalizadores visuais de alerta

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Sinalizadores visuais de alerta são dispositivos que usam luzes para alertar a pessoa surda ao toque de um telefone ou alarme de incêndio. Telefones celulares e pagers também permitem que os usuários surdos enviem e-mails, faxes, etc..

 

Fonte:

http://www.hearingloss.org/content/hearing-assistive-technology